Moradores reclamam de estradas e pontes danificadas no interior

(Fotos:Via WhatsApp)- As péssimas condições das estradas e vicinais nos municípios de Novo Progresso, voltaram a ser motivo de reclamação por parte de agricultores. Estradas esburacadas, pontes danificadas e atoleiros são as principais queixas dos moradores da área rural em Novo Progresso.

Internautas comentam nas redes sociais a triste realidade das estradas vicinais do município de Novo Progresso, que infelizmente estão praticamente intransitáveis, dificultando principalmente o acesso do ônibus escolar que conduz alunos da Zona Rural do nosso município.

Conforme relato de morador da área rural da comunidade de Alvorada da Amazônia ao Jornal Folha do Progresso, as péssimas condições das estradas estão causando transtorno aos moradores que precisam da via para transportar os produtos e ao transporte escolar.

A vicinal dos Goianos é um exemplo do descaso, veículos tem dificuldade para trafegar, caminhão e ônibus escolar não trafega na vicinal, o problema vem se agravando e a tendência é ficar impossibilitada de trafego, ponte ameaça cair!

Ainda conforme relatos de moradores, os próprios da região estão tentando resolver os problemas sinalizando os buracos com pedaços de madeira. “Alguns fizeram até cota e contrataram um trator para raspar a rodovia e amenizar o problema, mas as chuvas que caíram e o lamaçal voltou a preocupar quem mora na região”, disse.

Nesta semana, devido às chuvas que caíram sobre o município e região, vários veículos atolaram na lama que se acumulou no local, prejudicando a rotina dos moradores daquela vicinal. Estudantes chegaram a ter as aulas prejudicadas devido ao problema.

VICINAIS

Em breve apuração feita pelo Jornal Folha do Progresso constatou que a falta de manutenção na infraestrutura das estradas no interior, tem causado transtorno a quem precisa utilizar as vias para a locomoção. Nesta quarta-feira (8), o veículo que transporta alunos na vicinal Goiano caiu em uma ponte.

RECLAMAÇÕES

Moradores de outras localidades, a exemplo da Vicinal Celeste, também estão reclamando dessa situação. Aqui são estradas vicinais, que durante o período do Verão não foi realizado nenhum serviço de manutenção, ficamos entre a poeira e os buracos e com a chegada do inverno, nas intensas chuvas que tem caído, a situação se agrava cada vez mais e os principais prejudicados são produtores, alunos e professores que utilizam o Transporte Escolar nessa região.  Alô secretaria competente…

Moradores reclamam que a atual gestão argumentou no período da chuva, que faria as manutenções assim que cessassem, o verão já está terminando e as estradas continuam abandonadas, as promessas não estão valendo.

As reclamações dos produtores que tem que escoar os produtos e o episódio prejudica a rotina de estudantes, que dependem do transporte escolar para irem às escolas situadas dentro da cidade de Novo Progresso.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Entenda o que é doença de Haff ou “da urina preta”

A doença é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes e crustáceos. A substância gera danos no sistema muscular e em órgãos como rins.

A doença é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes como o tambaqui, o badejo e a arabaiana ou crustáceos (lagosta, lagostim, camarão).

Quando o peixe não foi guardado e acondicionado de maneira adequada, ele cria uma toxina sem cheiro e sem sabor. Ao ingerir o produto, mesmo cozido, a toxina provoca a destruição das fibras musculares esqueléticas e libera elementos de dentro dessas fibras no sangue, ocasionando danos no sistema muscular e em órgãos como os rins.

Ela se constitui em um tipo de rabdomiólise, nome dado para designar uma síndrome que gera a destruição de fibras musculares esqueléticas e libera elementos de dentro das fibras (como eletrólitos, mioglobinas e proteínas) no sangue.

urina preta (Divulgação)
urina preta (Divulgação)

urina preta (Divulgação)
urina preta (Divulgação)

O nome foi dado em razão da descoberta da doença em um lago chamado Frisches Haff, na região de Koningsberg em 1924. O território, à beira do Mar Báltico, pertencia à Alemanha, mas foi incorporado à Rússia posteriormente, constituindo um enclave entre a Polônia e a Lituânia.

A doença de Haff gera uma rigidez muscular. Além disso, frequentemente ocorre como consequência o aparecimento de uma urina escura em função da insuficiência renal, razão pela qual essa expressão é utilizada para se referir à enfermidade.

A dificuldade está no fato de que a toxina não tem nem gosto nem cheiro específicos, o que torna mais complexa a sua percepção. Ela também não é eliminada pelo processo de cocção do peixe.

Nos relatos registrados ao longo dos anos, pessoas acometidas da doença ingeriram diferentes tipos de peixe, como salmão, pacu-manteiga, pirapitinga, tambaqui, e de diversas famílias, como Cambaridae e Parastacidae.

O que é a Síndrome de Haff

A síndrome acontece de forma repentina e é caracterizada pela ruptura das células musculares, o que leva ao aparecimento de alguns sinais e sintomas como:

  • Dor e rigidez muscular
  • Dormência
  • Falta de ar
  • Urina preta, semelhante a café

A enfermidade é causada, segundo os médicos, pela contaminação com uma toxina que se desenvolve em peixes que não são bem armazenados em temperaturas adequadas. A substância não altera o sabor e nem a aparência do alimento.urina preta

Doença “da urina preta” (Doença de Haff) A doença é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes como o tambaqui, o badejo e a arabaiana ou crustáceos (lagosta, lagostim, camarão). Quando o peixe não foi guardado e acondicionado de maneira adequada, ele cria uma toxina sem cheiro e sem sabor.

Leia também:Doença “da urina preta” (Doença de Haff)

Jornal Folha do Progresso com informações do Ministério da Saúde

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Bebê é morta a tiros enquanto mamava nos braços da mãe; entenda

Além da criança, o pai e a mãe também foram mortos. Ainda não há suspeitos do triplo homicídio (Foto Reprodução: Divulgação)

Uma criança de quase um ano foi atingida por disparos de arma de fogo enquanto mamava nos braços da mãe. Além da bebê, o pai e a mãe também foram alvejados. Os três morreram no local. O triplo homicídio aconteceu na última terça-feira (7), em Horizonte, município da Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará. As informações são do portal Metrópoles.

O casal, ambos com 25 anos, e a filha deles estavam no interior de um veículo, em uma estrada de terra na localidade de Catu, quando foram atingidos pelos disparos. A criança foi encontrada morta nos braços da mãe, que estava sentada no banco do passageiro ao lado do companheiro, que conduzia o carro

08.09.21 17h32

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Onze dias após naufrágio, 19 brasileiros estão desaparecidos na costa da Guiana

(Foto:© Jon Nazca/ Reuters) – A canoa levava 17 homens e sete mulheres que pretendiam conseguir trabalho em um garimpo ilegal na Guiana
Onze dias após naufrágio, 19 brasileiros estão desaparecidos na costa da Guiana

Desde o dia 28 de agosto, pelo menos 19 brasileiros estão desaparecidos no mar, depois que um barco clandestino naufragou na costa da Guiana Francesa, ao norte do estado do Amapá. A canoa levava 17 homens e sete mulheres que pretendiam conseguir trabalho em um garimpo ilegal no território vizinho. Quatro sobreviventes e um corpo foram resgatados, até as buscas serem interrompidas. Passados 11 dias do naufrágio, ainda não há uma lista oficial de mortos ou desaparecidos. Parentes dos desaparecidos criticam o descaso das autoridades.

Conforme a Polícia Federal do Amapá, a embarcação partiu de Oiapoque, no extremo norte do Estado, com destino a Caiena e Kourou, no departamento ultramarino da França. Os brasileiros seguiam em busca de trabalho em um garimpo. Pelo que já se apurou, a canoa tinha capacidade para dez pessoas e saiu superlotada. Além dos passageiros, o barco levava três tripulantes. Antes de chegar ao Oceano Atlântico, um dos pilotos teria feito uma parada em Vila Vitória, distrito de Oiapoque, onde mais cinco pessoas embarcaram. Havia ainda 700 quilos de carga no barco.

A presidente da Comissão de Relações Exteriores da Assembleia Legislativa do Amapá, deputada Cristina Almeida (PSB) informou ter sido criado um comitê com a Secretaria de Inclusão e Mobilização Social do Estado para ajudar os familiares de brasileiros desaparecidos no naufrágio. “Até o momento foram encontradas quatro pessoas vivas, sendo três homens e uma mulher. Dois homens, ao serem resgatados, conseguiram fugir antes de serem identificados. Na lista de sobreviventes, temos os nomes de Maria Elinete Corrêa Costa, natural do Maranhão, e Ronaldo Rodrigues Mota, do Pará”, contou.

Segundo ela, apesar de ter acontecido no dia 28, somente no dia 31 de agosto as autoridades brasileiras e francesas tiveram conhecimento do naufrágio, que aconteceu na foz do rio Aprouague, no cabo Pointe Béhague, após encontrar uma sobrevivente. Além dos quatro sobreviventes, as autoridades francesas encontraram três corpos no oceano. “Um corpo já estava em decomposição e foi para análise, porque estão supondo que não seja de vítima do naufrágio. Dos outros dois, ainda esperamos informações que serão repassadas pela polícia nacional francesa à Polícia Federal do Brasil”, disse.

À deriva

Moradora de Macapá, a dona de casa Lana Santos se desespera com a falta de notícias da filha, Ellen Pantoja dos Santos, que estava no barco. “Já fui na Polícia Federal, no quiosque da fronteira, na polícia da Guiana Francesa e não há informação nenhuma. O governo não está fazendo nada por nós, estamos com as mãos atadas”, disse. Segundo ela, as autoridades francesas interromperam as buscas após três dias. Voluntários de Oiapoque e de Saint-George (Guiana) fizeram as buscas por mais seis dias e pararam por falta de combustível e alimentação.

Foram eles que encontraram um dos corpos. Lana conta que conversou com a única mulher sobrevivente, Maria Elinete, conhecida como Neta. “Ela contou que minha filha estava com ela e outra mulher, à deriva no mar, agarradas a um corote (pequeno barril de madeira). Ficaram três dias e duas noites assim, segundo jogadas pelas ondas. A mulher estava sem colete e se desgarrou, mas a minha filha continou com ela, as duas com sede, com fome. Não tinha água potável. Ela dizia para minha filha não engolir água do mar.”

Lana teve a conversa com a sobrevivente em um hospital de Caiena. “Eu já a conhecia, minha filha embarcou com ela. Iriam arriscar lá no garimpo ou pegar um serviço em Caiena. Minha filha estava debilitada, com o rosto machucado, tinha tirado quase toda a roupa porque estava pesando muito. No fim, veio uma onda grande e separou as duas. Ela não conseguiu ver mais minha filha. Eu preciso saber o que aconteceu. Ela estava de colete, quem sabe? Só que o governo do Amapá não está fazendo nada, a Polícia Federal está calada. Não temos mais informações.”

Entre os desaparecidos estão Carlos Adriano Almeida, de 22 anos, e sua mulher Karine Oliveira Soares, de 18. A irmã de Karine, Géssica Oliveira Soares, de 22, e a mãe delas, Geane Oliveira, de 43, também embarcaram na canoa. A mãe de Carlos, Jonilde Almeida, disse que o filho fazia a viagem contra sua vontade. Ele tentaria emprego em um garimpo do lado francês do Rio Oiapoque. Também havia embarcado Maria da Conceição Silva Santos, de 58 anos, nascida no Maranhão e que vivia em Roraima. Nos últimos 20 anos, ela trabalhou em garimpos na região.

Outras pessoas que estavam no barco, segundo informaram as famílias, são Raimundo de Souza Melo, de 44 anos, e Ingridh de Souza Pereira, de 39. Nesta quinta-feira, 9, a Polícia Federal começa a receber familiares dos desaparecidos para coleta de material genético na superintendência de Macapá e na delegacia federal de Oiapoque. As amostras serão enviadas ao governo da Guiana Francesa para comparação com o material colhido dos corpos. A PF abriu inquérito para apurar o naufrágio. O Ministério Público de Caiena também apura o caso.

De acordo com a deputada Cristina, a maioria dos brasileiros era residente no Amapá, embora procedessem de outros estados. Ela destacou a preocupação com a entrada ilegal de brasileiros na Guiana Francesa. “Na semana passada, dialogamos bastante sobre essa situação e decidimos lançar em novembro a campanha Brasileiro Legal, com o objetivo de conscientizar as pessoas a não atravessarem a fronteira de forma ilegal. O passaporte se tira muito rápido, mas o visto é, sim, um problema, mas é preciso compreender que essa relação com o país vizinho precisa ser obedecida”, disse.

A reportagem entrou em contato com a Marinha do Brasil, pedindo informações sobre o naufrágio e as buscas. Também pediu ao governo do Amapá e ao Consulado do Brasil em Caiena mais informações sobre os desaparecidos e sobre o apoio às famílias, mas ainda não recebeu os retornos.

09/09/21 07:01 ‧ Há 2 Horas por Estadao Conteudo

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Partidos vão discutir impeachment

O PSDB, PSD, Solidariedade e MDB vão discutir um apoio ao impeachment do chefe do Executivo (Foto:© Getty)
Partidos vão discutir impeachment

Os ataques do presidente Jair Bolsonaro nas manifestações de 7 de Setembro mobilizaram PSDB, PSD, Solidariedade e MDB a discutirem um apoio ao impeachment do chefe do Executivo. Os tucanos marcaram uma reunião já para esta quarta-feira, 8. O movimento chama atenção porque é a primeira vez que a executiva tucana é convocada para discutir o tema. Integrantes do partido dizem que é preciso interditar os avanços antidemocráticos de Bolsonaro antes que seja tarde demais. Além disso, os atos de Bolsonaro fizeram a discussão ganhar força para além das legendas de oposição.

Até a próxima semana, a possibilidade de engrossarem a defesa pelo impedimento de Bolsonaro antes do fim do mandato será discutida internamente em cada sigla. Dirigentes partidários ouvidos pelo Estadão/Broadcast afirmam ainda não haver consenso e nem decisão consolidada nas bancadas do Congresso. O aumento do tom de Bolsonaro, no entanto, provocou pressão por uma resposta mais dura no Legislativo.

A possibilidade de as cúpulas das legendas apoiarem o afastamento, mesmo sem apresentar um pedido formalmente, no entanto, cresceu após as manifestações de ontem. O presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), único que tem o poder de pautar pedidos de impeachment, afirmou à interlocutores que iria ouvir os partidos. Na gaveta dele tem 124 pedidos de cassação do mandato de Bolsonaro. Aliado de Bolsonaro, suas declarações tem sido de que não há clima para abertura de um processo.

O Solidariedade deve encaminhar na próxima semana uma decisão para assinar um pedido de impeachment contra Bolsonaro na Câmara. Ao Estadão/Broadcast, o presidente da sigla, deputado Paulinho da Força (SP), revelou que a estratégia é “aumentar a pressão para cima do Arthur Lira”.

Entre líderes ouvidos pela reportagem, há um certo consenso sobre os atos pró-Bolsonaro: o número de apoiadores nas ruas não foi pequeno, mas é menor do que aliados de Bolsonaro esperavam; e qualquer decisão agora passará pelo filtro do processo eleitoral.

O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, anunciou ontem mesmo a convocação de uma reunião extraordinária para tratar da posição do partido em relação ao possível processo de impeachment de Bolsonaro. Os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS), concorrentes entre si pela vaga de presidenciável do partido em 2022, declararam-se favoráveis ao processo de impedimento.

“Defendo a abertura do processo de impeachment por entender que até as eleições estão ameaçadas. Ontem foi o 7 de Setembro, amanhã é o Conselho da República e depois?”, disse o ex-ministro de Relações Institucionais do governo Michel Temer e ex-deputado Antonio Imbassahy. “O PSDB finalmente resolveu mostrar a cara. Precisa começar a discutir os temas que importam”, complementou o deputado Danilo Forte (PSDB-CE).

MDB

O presidente do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), se manifestou nas redes sociais e também sugeriu uma resposta mais dura contra Bolsonaro, sem citar diretamente um pedido de impeachment. “São inaceitáveis os ataques a qualquer um dos poderes constituídos. Sempre defendo a harmonia e o diálogo. Contudo, não podemos fechar os olhos para quem afronta a Constituição. E ela própria tem os remédios contra tais ataques”, escreveu o dirigente da sigla. A nota foi submetida ao ex-presidente Michel Temer e ao prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes.

Ao Estadão/Broadcast, Baleia confirmou que o impeachment será discutido. “A marca do MDB é o diálogo. Por isso sempre discutimos e consultamos os temas nacionais com as bancadas, o que não será diferente neste caso”, afirmou.

“Não podemos simplesmente avançar em um pedido de impeachment para jogar para a torcida. Deveríamos estabelecer desde já uma coalizão, um grupo de partidos para estar junto em uma terceira via. Estamos perdendo o momento de fazer essa definição”, afirmou o ex-ministro Carlos Marun, que integra a Executiva do MDB.

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, reforçou em mensagem ao grupo de WhatsApp do partido que a sigla já aprovou a defesa do impeachment. “Outros partidos e atores políticos estão começando a enxergar igual caminho, mesmo os que sempre tiveram dificuldades de entender o processo em momentos como esse. Sabemos qual é o desenlace que queremos para o país. É preciso que a bancada na Câmara dos Deputados se integre a esse esforço”, escreveu.

Crime

Para o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade ao afrontar instituições durante as manifestações. “No final dessa história, o maior prejuízo foi dele. Ele unificou todo o campo democrático contra ele e empurrou para o impeachment partidos como MDB, PSDB, Solidariedade e Cidadania. Sob a lógica autoritária, ele não demonstrou a força necessária para dar um golpe e, sob a lógica democrática, só perdeu.”

Um dos fatores que pode colocar deputados contra Bolsonaro, na avaliação de caciques partidários, é a manifestação do próximo dia 12, que tem o impeachment na pauta.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.08/09/21 10:15 ‧ Há 23 Horas por Estadao Conteudo
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Empresários querem que Bolsonaro mire a retomada da economia, não o STF

(Foto:© Reuters) – O ataque às instituições, com destaque para o STF (Supremo Tribunal Federal), não contempla em nada o interesse no povo brasileiro, afirmou grupo de empresários
Empresários querem que Bolsonaro mire a retomada da economia, não o STF

O alto executivo de uma das maiores redes de varejo do país se disse “horrorizado” com o discurso do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), em 7 de setembro. O ataque às instituições, com destaque para o STF (Supremo Tribunal Federal), não contempla em nada o interesse no povo brasileiro, afirmou.

Na opinião deste executivo, era preciso discutir inflação, desemprego, fome, para fazer a economia voltar a girar, e não as decisões de um ministro do STF – no caso, Alexandre de Moraes -, que dizem respeito a interesses particulares do presidente.

09/09/21 05:59 ‧ por Folhapress

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Ninguém acerta a Mega-Sena e prêmio acumula em R$ 45 milhões

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.407 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite dessa quinta-feira (8) no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

De acordo com a estimativa da Caixa, o prêmio acumulado para o próximo sorteio, no sábado (11), é de R$ 45 milhões. As dezenas sorteadas foram: 13 – 17 – 31 – 43 – 54 – 55.

A quina registrou 45  apostas ganhadoras. Cada uma vai pagar R$ 62.896,47. A quadra teve 4.411 apostas vencedoras. Cada apostador receberá R$ 916,65.

As apostas para o concurso 2.408 podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo país ou pela internet. O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Com informações da Agência Brasil

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Caça da FAB derruba avião com quase 300 kg de cocaína em MT

Foram encontrados 296,2 quilos de cloridrato de cocaína na aeronave – © Divulgação (Foto ilustrativa) 
Caça da FAB derruba avião com quase 300 kg de cocaína em MT
A FAB (Força Aérea Brasileira) derrubou na noite desta terça-feira (7) uma aeronave de pequeno porte que entrou sem autorização no espaço aéreo brasileiro pela fronteira com a Bolívia. Após ser atingido por um tiro disparado por um caça da FAB, o avião fez um pouso forçado na região do município de Brasnorte (MT).

Foram encontrados 296,2 quilos de cloridrato de cocaína –a forma pura da droga– e um quilo de maconha na aeronave, de acordo com informações da Força Aérea e da Polícia Federal. O piloto fugiu do local e não há registros de feridos.

O Gefron (Grupo Especial de Fronteira), que integra as forças de segurança de Mato Grosso, disse que a aeronave era um Cessna modelo 182P, avaliado em R$ 1 milhão. O grupo afirmou ainda que a carga de droga encontrada no avião vale R$ 7,4 milhões.

A interceptação da aeronave, que não tinha plano de voo, ocorreu por volta das 19h de terça, depois que ela foi identificada por radares entrando no espaço aéreo brasileiro.

A FAB enviou, então, caças para interceptar o avião suspeito. Como não receberam resposta do piloto, os militares ordenaram que o veículo pousasse em um aeródromo da região.

O piloto, porém, novamente ignorou os pedidos dos caças da FAB, que então deram um tiro de aviso. Como ainda assim não receberam resposta, os militares então atiraram contra a aeronave –que, danificada, teve que fazer o pouso forçado para não cair.

“O avião, sem contato com o controle, descumpriu todas as medidas de policiamento realizadas, mostrando-se hostil”, diz o comunicado da FAB. Segundo o Gefron, a região é uma rota comum do narcotráfico.

“Essa atividade faz parte de esforço conjunto e integrado das forças envolvidas para a repressão a voos ilícitos de pequenas aeronaves carregadas com drogas oriundas dos países produtores vizinhos. Diligências continuam em andamento para desarticulação de toda a organização criminosa envolvida na atividade ilícita investigada”, diz a PF em nota publicada em seu site.

Na tarde desta quarta (8), a Polícia Militar de Mato Grosso prendeu na cidade de Campo Novo do Parecis (a 250 km da fronteira com a Bolívia) um homem suspeito de envolvimento no caso. Segundo o governo estadual, ele carregava a mesma substância encontrada na aeronave e, por isso, foi levado para a PF.

 por Folhapress/09/09/21 06:15 ‧
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Prefeito de município do Pará chama padre e trabalhadores rurais de ‘vagabundos’; religiosos reagem

Gestor municipal teria ficado insatisfeitos por declarações feitas durante o movimento Grito do Excluídos. Padres lamentaram o tom usado pelo prefeito(Foto:Reprodução)

Os atos do dia 7 de Setembro terminaram com um rebuliço envolvendo a Prefeitura e membros da Igreja católica de Alenquer. Insatisfeito com declarações proferidas durante o Grito dos Excluídos, o prefeito da cidade, Heverton dos Santos Silva, conhecido como Tom Farias, chamou um padre e membros do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município de “bando de vagabundos”. A declaração pode ser vista em vídeo que circula nas redes sociais e também em imagens publicadas pela própria Prefeitura. O padre ofendido, José Boeing, respondeu às declarações do gestor, assim como o titular da Paróquia de Santo Antônio, padre Manuel Lopes Rodrigues.

https://youtu.be/nhhj76ara6c

As declarações do prefeito foram dadas na noite de terça-feira (7). “Agora há pouco alguns de vocês puderam presenciar o movimento fracassado. Quando eu falo fracassado é porque é o movimento de pessoas responsável pelo caos que o município vinha passando na gestão passada. Foi a paróquia, o Sindicato, que apoiaram o ex-prefeito corrupto do município, então eles que são responsáveis”, disse Tom Farias, referindo-se ao Grito dos Excluídos, realizado horas antes e que contou com a participação de José Boeing. “O padre deveria orar por essa cidade, por esse país, e não ficar causando intriga”, completou o prefeito.

Ouça:

https://youtu.be/jnWaLVE_L3A

Em outro momento do discurso, o gestor foi mais duro. “Esse sindicato vai ter que engolir, esse padre vai ter que orar, vai ter que rezar… esse bando de vagabundos, porque é isso que eles são”.

Segundo Aldemara Ferreira, coordenadora do Grito dos Excluídos, o movimento apresentou demandas de cobranças nas esferas federal, estadual e municipal. Por isso, os participantes pararam em frente à Prefeitura cobrando algumas dessas demandas, como a recuperação de escolas, dos ramais que dão acesso aos polos escolares, iluminação pública e mais transparência nas licitações, entre outros. Para ela, o atual prefeito se sentiu constrangido com as cobranças.

Procurado pelo Grupo Liberal, o padre José Boeing informou que tem 30 anos de sacerdócio, 20 anos como advogado dos movimentos sociais e mantém um trabalho ligado aos direitos humanos. É organizador do Gritos dos Excluídos no município desde a primeira edição, em 2006. Segundo o religioso, ao passar em frente à Prefeitura, os manifestantes aproveitaram para reivindicar pautas como participação popular, alimentação, saúde, trabalho, moradia e renda.

“Foi quando eu utilizei a palavra (falando) que a prefeitura tem obrigação de trabalhar com merenda escolar, a qual, pela lei, 30% deve ser contratada jjunto aos trabalhadores da agricultura familiar do município. Essa foi minha fala, nunca uma agressão à pessoa do prefeito. Para minha surpresa, ao ouvir os áudios, vi que usam expressões como ‘esse padre’ e ‘bando de vagabundos’”, respondeu.

“Não sei qual a intenção do prefeito, ele não ouviu o que eu falei e deve ter ido no impulso. É lamentável, porque acho que ele não tem uma boa assessoria, ou tem resquício do grupo desde que o Farias (padrinho político do atual gestor) era prefeito”, completou José Boeing.

O pároco da Paróquia de Santo Antônio, Manuel Lopes Rodrigues, disse que é importante chamar a atenção da sociedade para assuntos com os quais ela não está de acordo. “É uma missão do evangelho trabalhar por aqueles que não têm voz. Evidente que nenhum administrador gosta que falem mal, mas é evidente que se nós dizemos que apesar dos esforços do novo prefeito, as coisas não vão bem, ele precisa ser suficientemente esperto para fazer as coisas andarem”.

 

https://youtu.be/jrYPhNwOHKE

Ainda segundo o religioso, o Grito foi um ato simples, mas uma manifestação legítima. Ele explica que a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) pede que a Igreja promova o Grito dos Excluídos.
“Não havia necessidade de haver esse tipo de agressão”, diz o pároco. “É lamentável que nossos políticos não sejam capazes de escutar uma crítica construtiva sem partir para a agressividade, que não ajuda em nada”, completou.

O Grupo Liberal entrou em contato com a assessoria da Prefeitura e aguarda uma resposta sobre o assunto.

O Liberal
08.09.21 18h40

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Caminhões bloqueiam a Esplanada e pressionam por invasão ao acesso do STF

Grupo de caminhoneiros presentes na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, se manifesta a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), nesta quarta-feira (Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO)
Mais de cem caminhões ocupam a Esplanada dos Ministérios e são usados para pressionar pela derrubada do bloqueio que dá acesso ao STF (Supremo Tribunal Federal) e ao Congresso Nacional.

O movimento tem o dedo de empresas do agronegócio de Goiás, Santa Catarina e São Paulo. A maioria dos caminhões estacionados no canteiro central e nas vias da Esplanada traz a identificação delas.

O trânsito segue bloqueado e, até o começo da tarde desta quarta-feira (8), havia uma grande quantidade de manifestantes bolsonaristas em frente aos ministérios. O clima é de hostilidade a jornalistas e aos policiais militares que fazem a barreira que impede o acesso ao STF e ao Congresso.

Diferentemente desta terça (7), esta quarta é um dia útil para o STF, com votação marcada para o plenário.
Os ministros retomam a votação sobre a tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas. A tese, que altera diretamente os critérios para demarcação, com prejuízos a populações tradicionais, é encampada pelo governo Bolsonaro e pela bancada ruralista no Congresso.

O Supremo é o principal alvo de Bolsonaro e de seus apoiadores que compareceram às manifestações em Brasília, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Os manifestantes que seguem em Brasília, a bordo de caminhões, falam abertamente em invasão ao STF, em fechamento da Suprema Corte e em prisão dos ministros, dando sequência ao discurso golpista de Bolsonaro.

Os manifestantes chegaram a tentar invadir o Ministério da Saúde na manhã desta quarta. Funcionários ficaram assustados com a violência empregada pelos apoiadores do presidente, que tentaram agredir jornalistas.

Na noite de segunda (6), caminhões e ônibus derrubaram duas barreiras montadas pela PM e invadiram a Esplanada. No dia 7, toda a manifestação foi marcada por forte pressão de caminhoneiros e manifestantes para derrubar a última barreira existente, na altura do Itamaraty. A pressão prossegue nesta quarta.

Com os veículos ligados e buzinaço, mais manifestantes na linha de frente, os grupos bolsonaristas tentam avançar pela via que dá acesso ao STF e ao Congresso. Até agora, a PM vem conseguindo conter a tentativa de invasão.

A presença dos caminhões virou um problema de segurança pública de difícil solução. Integrantes da Secretaria de Segurança Pública do DF fazem reuniões ao longo do dia para tentar encontrar uma solução para a desocupação da Esplanada dos Ministérios.

Funcionários da secretaria ouvidos pela reportagem relatam que há quatro movimentos bolsonaristas cadastrados com carta branca para manifestação na Esplanada até o fim da tarde desta quarta.

As autoridades de segurança, no entanto, não estão conseguindo contato com os seus representantes para tratar da retirada dos caminhões da Esplanada.

Já ficou claro para essas autoridades que a maioria dos caminhões e ônibus não tem relação com os movimentos cadastrados.

Ainda não se sabe como será possível retirá-los da Esplanada, se não houver uma saída espontânea. Muitos têm estrutura para permanência na via, com barracas, material de cozinha e comida. E passam o dia repetindo o desejo e a ameaça de invasão ao STF.

A reportagem contou 101 caminhões estacionados no canteiro ou nas duas vias paralelas da Esplanada dos Ministérios. E há um padrão nessas frotas: vários veículos têm as mesmas características e pertencem a grupos econômicos, como consta na plotagem feita nos carros.

Pelo menos quatro caminhões de grande porte estacionados na Esplanada carregam as inscrições do Grupo Brasil Novo, sediado em Florianópolis. A empresa é especializada em transporte rodoviário, com boa parte dos serviços voltada ao agronegócio.

Outros 17 caminhões carregam a identificação “Arroz e Feijão Grão Dourado”, uma empresa sediada em Piracanjuba, no interior de Goiás. Há ainda três caminhões que pertenceriam a duas empresas no nome dos mesmos empresários: Irmãos Chiari Agropecuária e Dez Alimentos.

A reportagem não conseguiu contato com as empresas. E, pelo clima de hostilidade com a imprensa, decidiu não abordar os responsáveis pelos caminhões na Esplanada.

Uma fileira de caminhões foi disposta rente à grade que isola o Congresso de ponta a ponta. Buzinaços são feitos o tempo todo. Manifestantes pressionam a PM pela liberação da via de acesso a STF e Congresso.

Em comparação com o 7 de Setembro, há menos policiais e menos carros do Batalhão de Choque da PM na blindagem da via almejada pelos bolsonaristas.
Por:Tribuna On line
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