Sem soluções da Prefeitura, ponte em Novo Progresso continua interditada;vídeo
Ponte no córrego da avenida Jamanxim, um dos principais acessos ao bairro São Marcos e liga a cidade a área urbana com a Flona Jamanxim continua sem solução. (Foto: Jornal Folha do Progresso)
A ponte recebeu reparo após ser construída pelo menos três vezes, e está com a estrutura danificada há aproximadamente 15 dias, e impede a passagem de veículos.
Conforme informou o vereador Juliano Simionato ao Jornal Folha do Progresso, intercedeu junto ao prefeito de Novo Progresso, Gelson Dill e articulações em busca de solução junto aos órgãos competentes já foram feitas.
Ele declarou que já esteve na Secretaria de Obras e também se reuniu com o prefeito que prometeu solução na próxima semana.
O Vereador que é morador do bairro São Marcos, disse que a ponte se encontra na mesma situação há mais de 15 dias e causa transtornos aos munícipes, a modo que os motoristas tenham de fazer contorno por outras vias de desvios para acessar o bairro. “Comerciantes acumulam prejuízos”!
O vereador intercedeu junto ao prefeito afirmou que aguardará uma solução da Secretaria de Obras durante essa semana. Se nenhuma atitude for tomada pelo departamento responsável, declarou que a população irá investir na reforma para liberar acesso na ponte, mesmo que isso não seja de sua competência.
“Se a Prefeitura não resolver o problema nós teremos que dar algum jeito. Iremos utilizar recursos próprios e fazer alguma parceria com os moradores”, disse.
Assista ao video
https://youtu.be/kiuVLEgHn6I
Por:Jornal Folha do Progresso em17/04/2022/07:37:57
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Professora é vítima de injúria racial em grupo com alunos em Itaituba
Crime é definido pela prática de ofensa à dignidade de alguém, com pena de reclusão de 1 a 6 meses ou multa.
Os comentários de alunos vieram a público e expõem a figura da professora com comentários maldosos e discriminatórios (Foto:Reprodução / Giro Portal)
Nas redes sociais do município de Itaituba, no sudoeste do Pará, um dos assuntos mais comentados nos últimos dias, é o um caso envolvendo uma professora de Fisioterapia, de uma faculdade do município, supostamente vítima do crime de injúria racial em um grupo do aplicativo de mensagem do WhatsApp.
Alunos fizeram prints de conversas de outros estudantes da citada faculdade e essas imagens vieram a público mostrando o desprezo pela figura da professora com comentários maldosos e discriminatórios. Entre eles, há conversas como essas: “nossa querida fuá”, “ela não sabe nem lavar os cabelos”, “safada”.
Após lerem os comentários ridicularizando a professora, outros alunos riem. A informação que se tem é de que a docente não suportou os ataques e pediu demissão.
Injúria racial é crime
O crime de injúria racial está previsto no parágrafo 3º do artigo 140, do Código Penal. Trata-se de uma forma de injúria qualificada, na qual a pena é maior, e não se confunde com o crime de racismo, previsto na Lei 7716/2012.
Para a caracterização da injúria racial é necessário que haja ofensa à dignidade de alguém, com base em elementos referentes à sua raça, cor, etnia, religião, idade ou deficiência. Nesta hipótese, a pena aumenta para 1 a 3 anos de reclusão.(Com informação de O Liberal)
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Buraco em rua é usado para protesto por vereador de Santarém;vídeo
(Foto:Reprodução / Redes sociais) – Buraco em rua é ‘transformado’ em jacuzzi por vereador de Santarém.
O vereador disse que tomou essa atitude para chamar atenção dos órgãos competentes para a problemática dos buracos nas ruas do município
Os buracos nas ruas do município de Santarém já viraram cenário de vídeos cômicos e críticos nas redes sociais. Na manhã deste sábado (16) o vereador Biga Kalahari resolveu tomar banho em uma cratera no asfalto do bairro Nova Vitória. Com todo perfil irreverente e debochado, o vereador que também é influenciador digital fez questão de “parabenizar” o prefeito da cidade e o secretário de infraestrutura. O vídeo já viralizou.
Assista
https://youtu.be/YQmcceCJAzc
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Confusão de bar termina com tiros e duas pessoas baleadas no Pará
(Foto:Reprodução / Correio de Carajás) – Suspeito não foi encontrado. O homem discutiu e entrou em luta corporal com os seguranças do estabelecimento e, em seguida, deu os tiros contra a equipe
As imagens mostram quando o atirador deixa o bar acompanhado de uma mulher e em seguida atira contra a jovem que atua como segurança o local.
Uma segurança foi baleada em uma confusão de bar na avenida B, no bairro Cidade Jardim, em Parauapebas, município do sudeste do Estado. Ana Paula Ferreira trabalha no local, e foi atingida pelos disparos junto com mais uma pessoa, que não foi identificada, até o momento. O suspeito fugiu em um Volkswagen Gol, de cor verde, e até então não foi encontrado. (Com informações do site Correio de Carajás)
Segundo a Polícia Militar, o homem discutiu e entrou em luta corporal com os seguranças do estabelecimento e, em seguida, deu os tiros contra a equipe, atingindo Ana Paula, na região do abdômen e outra pessoa na perna.
Entenda a confusão
As imagens mostram quando o atirador deixa o bar acompanhado de uma mulher. Um segurança sai em seguida e o aborda, tentando olhar as mãos do homem, que se mostra relutante com a situação e tenta seguir caminho.
Os dois começam a discutir e outra segurança se aproxima, também tentando segurar o homem. A mulher que o acompanha tenta intervir para acalmar os ânimos, mas a discussão fica acalorada e o segurança e o homem trocam agressões físicas.
Após receber um soco no rosto, o atirador puxa uma arma da cintura e os seguranças se afastam. A acompanhante dele tenta segurá-lo, mas ele dá alguns passos para frente e atira. Uma segurança vai para cima dele, o empurra e corre de volta para o bar com a mão na cintura, aparentemente ferida.
A mulher foi encaminhada para o Hospital Geral de Parauapebas. O Correio de Carajás procurou o estabelecimento via WhatsApp fornecido na página do bar no Instagram, questionando detalhes do ocorrido e perguntando sobre o estado de saúde da segurança, mas até o momento não houve retorno. (A informação é de O Liberal)
Por:Jornal Folha do Progresso em 17/04/2022/07:37:57
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Balsa de garimpeiros que invadiram terra indígena Xipaya é apreendida no Pará
Balsa de garimpeiros apreendida após ser vista em terra indígena Xipaya no Pará — (Foto: Ministério da Justiça/Divulgação)
Havia sete pessoas na embarcação apreendida após fiscalização com lanchas por rios em Altamira. Indígenas denunciaram invasão de garimpeiros e pediram ajuda de forças de segurança.
A balsa de garimpeiros avistada no território Xipaya foi apreendida neste sábado (16) no sudoeste do Pará. Indígenas denunciaram a invasão para garimpo ilegal e avisaram autoridades, que se mobilizaram para a região na sexta-feira (15).
Havia sete pessoas na balsa apreendida, sendo dois adolescentes. Os menores estão sob cuidados da Justiça. Os cinco adultos foram levados para a delegacia de Itaituba, também no sudoeste do Pará. Junto da balsa havia também uma draga e uma esteira.
Segundo o delegado da Polícia Federal Paulo Teixeira, chefe do Serviço de Repressão a Crimes Contra Comunidades Indígenas, a balsa estava em um local conhecido como Riozinho do Anfrísio, na zona rural do município de Altamira.
“A balsa não será destruída. Vamos adotar os procedimentos legais para que o equipamento seja destinado a ações de fiscalização ambiental do ICMBio”, informou o delegado.
Apesar da realização de sobrevoos pelo Ibama na área desde sexta-feira (15), a embarcação só foi localizada após fiscalizações com lanchas por afluentes do rio Iriri. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), uma equipe do ICMBio que identificou a embarcação ilegal.
Garimpeiros chegaram à terra indígena no Pará por rio, segundo lideranças da região de Altamira
Balsa de garimpeiros teria máquinas para garimpo ilegal em rio em terra indígena, segundo lideranças Xipaya — Foto: TV Globo/Reprodução
A invasão de garimpeiros teria ocorrido na tarde quinta-feira (14) na região da aldeia Karimãa, no curso do rio Iriri, no sudeste do Pará, segundo os indígenas. A localidade fica a cerca de 400 km da área central de Altamira. Os garimpeiros estariam armados e com pesado maquinário, de acordo com os relatos.
A polícia não informou se encontrou armas com eles. Não foi informado também o que os ocupantes da balsa disseram e se ficaram presos, nem se todos são garimpeiros ilegais. Também não foi informado se a balsa chegou a ser usada em extração ilegal de outo na região.
Após a repercussão do caso e a atuação de órgãos competentes, a comunidade indígena ficou mais tranquila com o reforço da segurança na terra indígena, mas as lideranças ainda temem a presença dos garimpeiros.
OAB acompanha o caso
Além do MPF, Ibama, Polícia Federal e a Funai, neste sábado (16) advogado paraense José Neto, membro da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), chegou em Altamira para acompanhar a situação.
“Precisamos exigir que o poder público fiscalize mais rigorosamente as atividades de garimpo clandestino que, ultimamente, foram totalmente afrouxadas”, disse o presidente da Comissão de direitos humanos da OAB no Pará, José Maria Vieira.
Uma nota assinada por entidades ligadas aos grupos indígenas afirma que há “imensa preocupação com mais esse ataque aos territórios indígenas” a partir de “invasão de garimpeiros armados e pesado maquinário nas proximidades da aldeia Kaarimá”. ( A informação é do G1PA)
Polícia Federal, ICMBio, Força Nacional, Ibama e Funai garantem segurança na região da terra indígena Xipaia
Órgãos federais estão em ação para reprimir qualquer atentado aos direitos da comunidade indígena Xipaia e infrações a crime ambientais
Belém/PA – A Polícia Federal, o ICMBio, a Força Nacional, o Ibama e a Funai, estão em ação para reprimir qualquer atentado aos direitos da comunidade indígena Xipaia e infrações a crime ambientais. Os órgãos mantêm trabalhos ostensivos na região de Itaituba, Altamira, Novo Progresso e São Félix do Xingu, no estado do Pará, no contexto da operação Guardiões do Bioma.
Para evitar que haja confronto entre indígenas e garimpeiros, em razão dos possíveis crimes de extração ilegal de minérios na região da Reserva Extrativista do Iriri e possíveis crimes contra a comunidade indígena Xipaia, houve o reforço da segurança e da fiscalização no local.
Equipe da Força Nacional que fazia segurança de uma fiscalização do ICMBio na Reserva Extrativista do Iriri, que fica próxima à Terra Indígena Xipaia, já está no local.
Em paralelo, outras equipes da Força Nacional e da Polícia Federal em Itaituba/PA estão em deslocamento, com apoio da FUNAI, para a mesma região, de forma a reforçar a segurança e combater o garimpo ilegal na Reserva Extrativista do Iriri e na Terra Indígena Xipaia. (A informação é da Comunicação Social da Polícia Federal do Pará)
Segundo a PF, equipe da Força Nacional que fazia segurança de uma fiscalização do ICMBio na Reserva Extrativista do Iriri, que fica próxima à Terra Indígena Xipaia, já está no local. “Em paralelo, outras equipes da Força Nacional e da Polícia Federal em Itaituba estão em deslocamento, com apoio da Funai, para a mesma região, de forma a reforçar a segurança e combater o garimpo ilegal na Resex do Iriri e na Terra Indígena Xipaia”, finaliza.
Entenda o caso
Indígenas da aldeia Karimãa, do território Xipaya, em Altamira, no sudoeste do Pará, denunciaram por redes sociais a presença de garimpeiros na terra indígena. A invasão se deu no começo da noite desta quinta-feira (14). A denúncia foi feita pela cacica Juma Xipaya, no Instagram. Veja:
A área indígena tem aproximadamente 178,9 mil hectares.
Por:Jornal Folha do Progresso em 17/04/2022/07:37:57
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Com gol no fim, Palmeiras busca empate com o Goiás e soma 1º ponto no Brasileiro
Neste sábado, o Palmeiras visitou o Goiás e empatou por 1 a 1, na Serrinha, em partida válida pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O gol marcado por Carlos Vinícius gerou muita reclamação por parte do Verdão, que pediu uma falta em cima de Weverton. Na última chegada do jogo, Rony marcou um belo tento.
O primeiro tempo foi amplamente dominado pelo Palmeiras, que viu o Goiás chegar apenas uma vez – Weverton fez grande defesa. O time criou ao menos três boas chances para abrir o placar, mas esbarrou na falta de pontaria e na boa atuação de Tadeu.
Na etapa final, o Goiás voltou melhor e abriu o placar em um lance polêmico. Carlos Vinícius dividiu com Weverton após chute de Pedro Raul, mas o VAR não recomendou a checagem. A partir de então, o Palmeiras encontrou muita dificuldade para furar o bloqueio defensivo dos mandantes. Nos acréscimos, Rony pegou sobra de escanteio e acertou belo chute para deixar tudo igual.
Com o resultado, o Palmeiras chegou ao primeiro ponto na competição, na 14ª posição. Na próxima quarta-feira, a equipe comandada por Abel visita o Flamengo, às 19h30 (horário de Brasília), no Maracanã. O Goiás também fez seu primeiro ponto, na 15ª colocação. O time volta a campo na quarta que vem, contra o Red Bull Bragantino, pela Copa do Brasil, às 19h.
Na primeira grande chance da partida, Dudu foi acionado pela direita e cruzou rasteiro para Veiga, que bateu de primeira e viu Tadeu fazer bela defesa. Em seguida, Dudu pegou sobra de escanteio e finalizou rasteiro, acertando a trave direita. O goleiro do Goiás ainda tocou na bola.
Depois, Dudu encontrou Zé Rafael na entrada da área, e o volante fintou antes de finalizar cruzado, para fora. O Goiás respondeu com Apodi, que aproveitou bobeira de Gómez e chutou frente a frente com Weverton. O goleiro do Verdão fez uma grande defesa.
Veiga bateu escanteio pela esquerda, e Murilo subiu e testou no canto, exigindo nova defesa de Tadeu. Essa foi a última chance de maior perigo na etapa inicial.
Para os 45 minutos finais, o Goiás voltou mais ofensivo. Em cobrança de falta direta da intrmediária, Fellipe Bastos fez Weverton trabalhar e mandar para escanteio. Aos 11 minutos, Pedro Raul recebeu de costas e finalizou após girar. Carlos Vinícius dividiu com Weverton, e a bola entrou. Os jogadores do Verdão reclamaram bastante de falta em cima do goleiro, mas o VAR não recomendou a checagem.
Em bela jogada de Veiga, Rony foi lançado dentro da área e finalizou mal, tirando demais do goleiro e perdendo grande oportunidade. O Palmeiras seguiu ocupando o campo de ataque, mas esbarrou na linha defensiva formada por cinco jogadores do Esmeraldino.
O Goiás voltou a assustar, desta vez com Maguinho cruzando para Renato Junior, que parou em boa defesa de Weverton. Em finalização de longe, Veiga viu a bola passar próxima à trave esquerda. Aos 50 minutos, Tadeu socou a bola após cruzamento, e Rony acertou bonito chute de primeira para marcar o gol do empate.
Fonte:Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo)
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Com gol contra nos acréscimos, Cuiabá é derrotado pelo Fluminense
O Cuiabá perdeu por 1 a 0 para o Fluminense, há pouco, na Arena Pantanal. O duelo foi válido pela segunda rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, a equipe auriverde segue com três pontos na tabela do nacional, ocupando a oitava colocação.
O Cuiabá volta a jogar na quinta-feira, contra o Atlético-GO, em Goiânia, pela partida da ida da terceira fase da Copa do Brasil. Pelo Brasileirão, o duelo é no domingo, contra o Juventude, em Caxias do Sul, pela terceira rodada.
O primeiro tempo foi bem disputado, mas sem grandes chances para as equipes. O Dourado tentou chegar no ataque na velocidade de Everton e André Luís, além da habilidade de Rodriguinho, mas as investidas não tiveram êxito. O Fluminense teve mais posse de bola, mas sem assustar a meta de Walter.
Na etapa final, o duelo seguiu truncado com algumas decisões equivocadas da arbitragem em faltas claras para o Cuiabá, como em contra-ataque puxado por Everton. Empurrado pela torcida, o Dourado seguiu em busca do ataque e encontrou dificuldades com a marcação adversária.
Nos acréscimos, o adversário conseguiu marcar o gol que selou a derrota cuiabanista. O artilheiro Cano foi lançado pela direita e cruzou para a área. O zagueiro Paulão, do Cuiabá, se atrapalhou e mandando contra a própria meta, fazendo gol contra. Cuiabá 0 X 1 Fluminense.
Por:Redação Só Notícias (foto: assessoria)
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Foragido da justiça é morto durante troca de tiros com a polícia, em Santarém
Arma apreendida durante a ação policial. (Reprodução/ Redes sociais)
A polícia identificou que o homem tinha um mandado de prisão preventiva em aberto por violência doméstica; ele também era suspeito de assassinar o próprio irmão no ano de 2015
O foragido da Justiça Celso Elias Rocha Nascimento, mais conhecido como “Maninho”, de 33 anos, morreu durante uma troca de tiros com a polícia, na manhã desta sexta-feira (15), em Santarém, no oeste paraense. Durante a ocorrência, um outro homem ficou ferido. Não há informações sobre o estado de saúde dele. (A informação é de O Liberal)
Jornal Folha do Progresso em 16/04/2022/07:37:57
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Homem é vítima de tentativa de homicídio após criminosos invadirem sua casa
Raimundo dos Santos Melo, de 44 anos, foi socorrido para o hospital e não corre risco de morte – (Foto:Reprodução/ Correio de Carajás)
Raimundo não soube repassar informações sobre a identidade dos suspeitos que atentaram contra a vida dele.
Raimundo dos Santos Melo, de 44 anos, foi vítima de uma tentativa de homicídio, na tarde desta sexta-feira (15), em Parauapebas, no sudeste paraense. Ele foi socorrido e levado ao hospital municipal, onde recebeu atendimento médico. Raimundo não corre risco de morte. Com informações do site Correio de Carajás e O Liberal.
Por:Jornal Folha do Progresso em 16/04/2022/07:37:57
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Garimpeiros ilegais recuam de terra indígena xipaia no Pará, mas lideranças temem que invasores voltem armados
Cacica Juma Xipaya e o pai, que viu e teve contato com os garimpeiros na quinta-feira – (Foto: Reprodução)
Pai da cacica Juma Xipaia relatou encontro com os invasores, onde ameaçaram que jogariam seu celular na água se não parasse de tirar fotos.
Os garimpeiros ilegais que estariam avançando sobre terra indígena xipaia, em Altamira (PA), na noite desta quinta-feira (14), com uma balsa de dois andares e carregada com grande quantidade de equipamentos, recuaram e saíram de vista logo após o pedido desesperado de socorro publicado pela cacica Juma Xipaia, da aldeia Kaarimã, ter começado a circular pelas redes sociais. A liderança indígena, que temia inclusive por um confronto armado devido à violência com que os homens teriam abordado o seu pai, acionou o Ministério Público Federal, a Funai e demais órgãos de segurança para que fossem atrás dos invasores.
Em relato publicado na tarde desta sexta-feira (15), a cacica conta que os homens não foram mais encontrados no local onde haviam sido vistos pela primeira vez, mas que o Ibama realiza uma operação na área em busca deles. Ela ressalta que segue o temor na comunidade de que eles retornem, dessa vez armados, mais equipados e mais violentos.
— É uma balsa muito grande, de dois andares. Tem jet-skis que podem levar até 6 pessoas. Eles têm muitos transportes para fugir. São equipamentos muito grandes e caros. Então, com certeza, há um grande financiador por trás disso. Não são quaisquer garimpeirozinhos (sic), não. São potentes. Então, a gente pede agilidade e apoio das autoridades e órgãos de Justiça, para que encontrem esses garimpeiros, porque a gente não sabe se eles vão voltar, que tipo de armas eles têm… não sabemos sequer onde eles estão agora — disse Juma num vídeo publicado em sua rede social.
O maior temor da cacica na noite desta quinta, era de que o encontro entre os guerreiros das aldeias xipaias com os garimpeiros pudesse terminar em um banho de sangue. Ela narrou que, até que todos se reunissem e fossem em direção à balsa, já eram por volta das 22h. Quando chegaram ao local, já não havia mais nenhum sinal dos garimpeiros.
O pai de Juma, segundo cacique da aldeia Kaarimã, também deu o seu relato na gravação sobre o que viu nesta quinta-feira. É ele quem diz ter visto os garimpeiros no fim da tarde de quinta-feira avançando sobre a reserva indígena e conta ter sofrido ameaça enquanto os registrava.
— Quando chegamos à tarde dos Castanhais, eles já estavam lá, trabalhando. Aí, eu fui ver se era outra balsa. Foi quando falei com eles e declararam que eram garimpeiros, que estavam trabalhando na draga e estavam mandando material. Aí eu encostei lá e conversei com eles. Eles ficaram bravos comigo porque eu comecei a bater umas fotos. Disseram que não era para bater foto, que iam pegar meu celular e jogar na água. Aí eu disse que eles não poderiam fazer isso, que se jogassem o meu celular na água, não ia dar certo. Aí eu disse que iria embora. Quando cheguei, avisei ao pessoal, e aí quando fomos atrás, já não encontramos mais eles.
Procurado, o MPF afirmou em nota que, sobre a invasão da terra indígena Xipaya, na região do médio Xingu, está acompanhando a situação e acionou na quinta-feira mesmo os órgãos de fiscalização e segurança. Funai, Ibama, PF, PM, Força Nacional e ICMBio foram informados para tomarem as medidas necessárias. O Ibama e a Polícia Federal não responderam à reportagem.
A corrida pelo ouro travada pelos garimpeiros ilegais tem avançado cada vez mais sobre territórios indígenas. Em novembro do ano passado, a Polícia Federal fez uma grande operação para tentar frear um deslocamento em massa no Rio Madeira, no Amazonas, com mais de uma centena de balsas. Na ação, muitas delas acabaram destruídas pelos agentes.
Um dos territórios mais prejudicados pela ação destes criminosos é o dos ianomâmis. Os indígenas sofrem, além da degradação de suas terras, uma série de abusos e violações dos direitos humanos. Um relatório recente da Hutukara Associação Yanomami, aponta que a destruição provocada pelos invasores cresceu 46% em relação a 2020, um incremento de 1.038 hectares, atingindo um total acumulado de mais de 3 mil campos de futebol devastados, a maior taxa anual desde a demarcação da área, em 1992.
O relatório também mostra a vulnerabilidade dos indígenas afetados pelas atividades garimpeiras. As cerca de 350 comunidades são reféns de um esquema criminoso que envolve aliciamento, assédio de menores, violência e abuso sexual contra mulheres e crianças, algumas embriagadas por bebidas alcoólicas e estupradas até a morte.
Por:O Globo
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