Família do Mato Grosso busca noticias do homem que saiu com destino a Moraes Almeida no Pará e desapareceu.
José Alves Mendes de 70 anos, saiu no dia 13 de maio da cidade Peixoto de Azevedo (MT), com destino ao Garimpo Jardim do Ouro próximo de Moraes Almeida no Pará, e não deu mais notícias.
Familiares de José Alves Mendes, procuraram o Jornal Folha do Progresso através do WhatsApp (93)98404 6835para ajudar na divulgação para encontrar o homem.
O Homem saiu em uma motocicleta Bros de cor preta, no dia 13 de maio da cidade de Peixoto de Azevedo (MT), em 14 de maio de 2022, entrou em contato avisado que já havia chegado no destino, que estava tudo bem, depois disto não, mais respondeu mensagens de celular e o telefone outra pessoa estava atendendo alegando ter comprado o aparelho de terceiro. Um Boletim de ocorrência na unidade policia foi registrado pela filha do desaparecido.
Veja abaixo.
Amigos e familiares pedem ajuda para quem souber do paradeiro do Senhor José Alves Mendes de 70, anos ligar para o número (66) 99944 7589 e/ou (66) 999598598.
Por:Jornal Folha do Progresso em 14/06/2022/11:22:48
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
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Novo Progresso entre os 10 municípios que mais emitem gases do aquecimento global no Brasil
8 dos 10 municípios que mais emitem gases do aquecimento global no Brasil estão na Amazônia (Foto:Reprodução G1)
Entre os 10 municípios brasileiros que mais emitem gases do efeito estufa, os causadores do aquecimento global, oito estão na Amazônia — cinco deles no estado do Pará. Os dados são referentes ao ano de 2019, estimativa mais recente disponível para o país, e foram divulgados nesta segunda-feira (13) pelo Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG).
Altamira (PA), São Félix do Xingu (PA) e Porto Velho (RO) lideram entre os 5.570 municípios brasileiros. Todas as oito cidades da Amazônia estão no topo da lista pelo mesmo motivo: desmatamento. A região Norte representa 60% de todo o carbono liberado no país.
Municípios e emissões de gases do efeito estufa (dados em milhões de toneladas de CO2e):
Entre as 35,2 milhões toneladas de CO2e (unidade de medida que reúne todos gases, do carbônico ao metano) emitidas por Altamira, 33,4 milhões estavam relacionadas com o desmatamento. A cidade paraense tem população estimada em 117 mil habitantes, ou seja, é quase 100 vezes menos populosa do que a cidade de São Paulo, mas contabiliza o dobro das emissões.
Oito das dez cidades que mais emitem gases do efeito estufa no Brasil estão na Amazônia
Se Altamira fosse um país, estaria no 108º lugar no mundo em emissões de gases de efeito estufa, atrás da Suécia e da Noruega. Em 2019, ano da estimativa do SEEG, Altamira foi a líder em desmatamento da Amazônia, com 575 km² de floresta perdidos, e também vice-líder em queimadas, com 3,8 mil focos de calor detectados, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
A estimativa por município feita pelo SEEG, projeto do Observatório do Clima, organização com mais de 70 representantes da sociedade civil, é gerada segundo as diretrizes do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) com base nos Inventários Brasileiros de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases do Efeito Estufa, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI).
Queimada após desmatamento em Porto Velho, Rondônia, em 2019 — Foto: Fábio Tito/G1
Queimada após desmatamento em Porto Velho, Rondônia, em 2019 — Foto: Fábio Tito/G1
Mas como o desmatamento libera carbono?
Quando qualquer árvore morre, seja por decomposição ou por queima, ela emite carbono. Para os dados do SEEG, a unidade de medida é a tonelada de CO2, mas a floresta derrubada também emite outros gases: o metano (CH4), que equivale a 25 toneladas de CO2; e o óxido nitroso (N2O), que equivale a 270 toneladas.
“Se a floresta tem 200 toneladas de carbono vivas, e essas 200 toneladas vão oxidando depois do desmate, o carbono vira CO2 e, se está em condições anaeróbicas (sem oxigênio), pode até virar metano”, explica Tasso Azevedo, coordenador do SEEG.
É por isso que os municípios da Amazônia apresentam dados altíssimos de emissões por habitante — eles têm poucos moradores, mas muito desmate. Novo Progresso, que registrou o Dia do Fogo em 2019, uma ação coordenada por fazendeiros, empresários e produtores rurais para queimar áreas protegidas próximas à BR-163, tem o maior índice per capita do país: são 580 toneladas de CO2 por ano. A média global anual é de 7 toneladas de CO2e por habitante.
Ou seja: em Novo Progresso, se o dado representasse de fato as emissões das pessoas, e não o desmatamento da região, seria como se cada cidadão estivesse dirigindo, todos os dias, mais de 500 carros por um trajeto 20 km.
Imagem de satélite capturada pelo Inpe no dia 10 de agosto mostra fogo em Novo Progresso — Foto: Programa Queimadas/G1
São Paulo e Rio de Janeiro são o ponto fora da curva na lista de 10 municípios que mais emitem no país. As metrópoles apresentam causas diferentes para liberação do carbono: energia e resíduos.
As cidades mais populosas têm no setor de energia sua principal causa de liberação de carbono – que também é o principal motivo das emissões do planeta, representando 76% do total, segundo dados da plataforma Climate Watch.
A capital paulista lidera as emissões no setor de energia com 11,9 milhões de toneladas de CO2e. Apesar de não estar na lista geral das 10 cidades mais emissoras, Manaus é a segunda cidade que mais libera carbono para a produção energética no país: são 7,5 milhões de toneladas de CO2e. Em terceiro lugar pelo setor, está o Rio.
A capital do Amazonas, apesar de ter metade da população da carioca, tem o maior número de termoelétricas do país – causa da alta taxa de emissões. Em momentos de crise hídrica, o governo tende a aumentar esse tipo de geração de energia, que é feita por meio da queima de combustíveis como óleo e gás natural. O modelo é mais emissor de carbono do que o solar, eólico e hidrelétrico.
Já o setor de resíduos – do lixo produzido pelo brasileiro – representa 5% da contribuição do país para o aquecimento global. O Rio é o maior responsável, com 5,5 milhões de toneladas de CO2e — São Paulo reúne mais habitantes, mas tem um aproveitamento energético de biogás de aterros sanitários que reduz o índice na comparação com os cariocas.
Municípios negativados
Um grupo de 11 municípios brasileiros tem emissões negativas. Como isso é possível?
Caieiras, no interior de São Paulo, teve – 1.264 milhões de toneladas de CO2e liberadas na atmosfera. Felipe Barcellos e Silva, pesquisador do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), explica que essas 11 cidades têm aterros sanitários que, além de receber resíduos de outras regiões do país, ainda utilizam as emissões para a produção de energia.
“São municípios que têm aterro sanitário e que recebem resíduos sólidos de outros municípios. E, por outro lado, eles aproveitam o gás metano que é produzido nesse aterro sanitário. Então, na verdade, é uma questão de cálculo: a emissão está contabilizada na cidade da produção do lixo, mas o aproveitamento fica contabilizado na cidade que recebeu o resíduo”, explica. (Com Informações do G1)
Por:Jornal Folha do Progresso em 14/06/2022/07:24:45
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Saiba como cada senador votou o projeto do ICMS
Senado Federal(Foto:Reprodução) -O relator da proposta, senador Fernando Bezerra (MDB-PE), fez ajustes para dar mais segurança às medidas anunciadas
Foram 65 votos favoráveis e 12 contra. Texto volta para a Câmara. Poder360 13.jun.2022 (segunda-feira) – 21h53
O Senado aprovou nesta 2ª feira (13.jun.2022), por 65 a 12, o texto-base do projeto que cria um teto de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis, energia elétrica, transportes e telecomunicações. O texto retorna à Câmara.
O relator Fernando Bezerra (MDB-PE) analisou 77 emendas ao texto feitas pelos senadores, acatou 24 parcialmente em suas próprias palavras. Ajustou o projeto, principalmente, para dar mais segurança às medidas já anunciadas. A ideia era reduzir críticas à medida. Entre as alterações, estão: *corrigir pela inflação a arrecadação de 2021 para calcular a perda de receita do ICMS com combustíveis, energia elétrica, transportes e telecomunicações;
**garantir repasses a municípios, educação e saúde que usam recursos do ICMS.
Leia como votou cada senador no projeto que define um teto para o ICMS.
Acir Gurgacz
PDT
RO
sim
Alessandro Vieira
PSDB
SE
sim
Alexandre Silveira
PSD
MG
sim
Alvaro Dias
Podemos
PR
sim
Angelo Coronel
PSD
BA
sim
Carlos Portinho
PL
RJ
sim
Carlos Viana
PL
MG
sim
Chico Rodrigues
União Brasil
RR
ausente
Cid Gomes
PDT
CE
ausente
Confúcio Moura
MDB
RO
não
Daniella Ribeiro
PSD
PB
sim
Davi Alcolumbre
União Brasil
AP
sim
Dra. Eudócia
PSB
AL
sim
Dário Berger
PSB
SC
sim
Eduardo Braga
MDB
AM
sim
Eduardo Girão
Podemos
CE
sim
Eduardo Gomes
PL
TO
sim
Eduardo Velloso
União Brasil
AC
sim
Eliane Nogueira
PP
PI
sim
Eliziane Gama
Cidadania
MA
sim
Elmano Férrer
PP
PI
sim
Esperidião Amin
PP
SC
sim
Fabiano Contarato
PT
ES
não
Fabio Garcia
União Brasil
MT
sim
Fernando Bezerra Coelho
MDB
PE
sim
Fernando Collor
PTB
AL
sim
Flávio Arns
Podemos
PR
não
Flávio Bolsonaro
PL
RJ
sim
Giordano
MDB
SP
sim
Humberto Costa
PT
PE
não
Irajá
PSD
TO
sim
Izalci Lucas
PSDB
DF
sim
Jader Barbalho
MDB
PA
sim
Jaques Wagner
PT
BA
não
Jarbas Vasconcelos
MDB
PE
sim
Jean Paul Prates
PT
RN
não
Jorge Kajuru
Podemos
GO
sim
Jorginho Mello
PL
SC
sim
José Serra
PSDB
SP
sim
Kátia Abreu
PP
TO
sim
Lasier Martins
Podemos
RS
sim
Leila Barros
PDT
DF
sim
Lucas Barreto
PSD
AP
sim
Luis Carlos Heinze
PP
RS
sim
Luiz Carlos do Carmo
PSC
GO
sim
Mailza Gomes
PP
AC
sim
Mara Gabrilli
PSDB
SP
sim
Marcelo Castro
MDB
PI
não
Marcos do Val
Podemos
ES
sim
Marcos Rogério
PL
RO
sim
Margareth Buzetti
PP
MT
sim
Maria do Carmo Alves
PP
SE
sim
Mecias de Jesus
Republicanos
RR
sim
Nelsinho Trad
PSD
MS
sim
Nilda Gondim
MDB
PB
não
Omar Aziz
PSD
AM
sim
Oriovisto Guimarães
Podemos
PR
sim
Otto Alencar
PSD
BA
sim
Paulo Paim
PT
RS
não
Paulo Rocha
PT
PA
não
Plínio Valério
PSDB
AM
sim
Rafael Tenório
MDB
AL
sim
Randolfe Rodrigues
Rede
AP
sim
Reguffe
União Brasil
DF
sim
Roberto Rocha
PTB
MA
sim
Rodrigo Pacheco
PSD
MG
abs*
Rogério Carvalho
PT
SE
não
Romário
PL
RJ
sim
Rose de Freitas
MDB
ES
sim
Simone Tebet
MDB
MS
sim
Soraya Thronicke
União Brasil
MS
sim
Styvenson Valentim
Podemos
RN
sim
Sérgio Petecão
PSD
AC
sim
Tasso Jereissati
PSDB
CE
ausente
Telmário Mota
Pros
RR
sim
Vanderlan Cardoso
PSD
GO
sim
Veneziano Vital do Rêgo
MDB
PB
sim
Wellington Fagundes
PL
MT
sim
Weverton
PDT
MA
sim
Zenaide Maia
Pros
RN
não
Zequinha Marinho
PL
PA
sim
fonte: Senado Federal
Por:Jornal Folha do Progresso em 14/06/2022/07:06:05
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Morte de menina de 10 anos no Pará foi motivada por desentendimento no tráfico de drogas, diz delegado
Corpo de menina de 10 anos é encontrado em Anajás, no Pará (Foto:Reprodução) – Segundo Walter Resende, delegado geral de Polícia Civil do Pará, pai de Amanda Ribeiro tinha desentendimentos com traficantes, o que causou desaparecimento e morte da garota.
O caso da menina Amanda Ribeiro, de 10 anos de idade, encontrada morta em Anajás, no Marajó, após ter ficado desaparecida por cinco dias, tem envolvimento com desentendimentos no tráfico de drogas, segundo o delegado geral da Polícia Civil do Pará, Walter Resende.
Amanda desapareceu na terça-feira (7) e foi encontrada morta no trapiche sobre o rio Anapu no último sábado (11). O desaparecimento dela comoveu moradores da cidade, que iniciaram buscas, com ajuda de policiais. Câmeras de segurança registraram ela caminhando pela rua, sozinha, momentos antes de desaparecer.
Ao menos três pessoas que teriam envolvimento no caso já foram identificadas. O delegado Resende informou que a Justiça já homologou a prisão em flagrante dos envolvidos.
Um suspeito foi morto em tiroteio com policiais – ele era apontado como comandante do crime; uma adolescente de16 anos, que foi apreendida – e que teria sido a pessoa responsável por aliciar a garota na rua; e o irmão da adolescente, que foi preso e já confessou envolvimento, segundo a Polícia.
A previsão de chegada do homem e da adolescente investigados era para 11h30 desta segunda-feira (13) em Belém, com apoio do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp). A dupla já está em Belém para procedimentos cabíveis, segundo a Polícia.
O delegado Resende não deu muitos detalhes da investigação, por envolver crime contra criança, sob sigilo, mas explicou que a vários órgãos de segurança pública do Estado atuaram na elucidação do caso, que ainda segue sob apuração. Outras duas pessoas ainda podem estar envolvidas no crime, segundo Resende.
“Câmeras de monitoramento foram usadas e em uma das diligências conseguimos visualizar a adolescente, em companhia de uma outra adolescente, e através desse último contato, conseguimos chegar ao irmão dela e a investigação prosseguiu finalizando ao desvendar a dinâmica do crime”, detalha.
“Infelizmente a criança perdeu sua vida devido a desentendimento de tráfico de drogas na área. O pai dela, segundo informações, teria também participação no mundo do trafico”.
Suposta violência sexual
Segundo o delegado Resende, a vítima teria permanecido ao menos dois dias em cativeiro, enquanto esteve desaparecida. Há suspeita de que a menina tenha sido violentada sexualmente.
Equipes da Polícia Científica foram mobilizadas para Anajás, segundo ele, para realizar exames de perícia necessários para o inquérito policial. “Todas as perícias necessárias devem ser realizadas, incluindo também para comprovar, ou não, se ela foi vítima de violência sexual”.
“Trata-se de um crime repugnante, em que antes de ser morta, ela ainda ficou em cativeiro por ao menos dois dias, sofrendo diversas agressões física, psíquicas, e ainda com possibilidade de delito sexual, o que deve ser comprovado por laudo da Polícia Científica” (Com informação do G1PA_)
Por:Jornal Folha do Progresso em 13/06/2022/21:32:13
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Senado aprova teto no ICMS que pode baixar em R$ 1,65 litro da gasolina
O Senado aprovou o texto-base do projeto de lei que define energia, combustíveis, transportes e comunicações como bens e serviços essenciais e, consequentemente, sujeitos a uma alíquota máxima de 17% do ICMS. O projeto de lei complementar (PLP) 18 recebeu 65 votos favoráveis e 12 contrários ao teto no imposto. A proposta precisava do “sim” de ao menos 41 senadores para avançar. Os senadores analisam agora destaques que ainda podem alterar pontos específicos do texto.
Conforme o texto aprovado pelo Senado, o teto de 17% no ICMS para os produtos contemplados será permanente e passará a valer de imediato após a sanção. Já as compensações previstas para as quedas na arrecadação se estendem apenas até o final de 2022. Como sofreu alterações no plenário do Senado, o projeto de lei terá que voltar à Câmara dos Deputados. Por lá, o texto original fora aprovado no mês de maio de olho em frear a escalada nos preços e a pressão sobre a inflação.
O relator, senador Fernando Bezerra (MDB-PE), leu complementação de seu parecer na sessão extraordinária desta segunda-feira (13), já consideradas as emendas. No total, foram apresentadas 77 delas até o fim do prazo, encerrado ao meio-dia. Eram nove do próprio relator (apresentadas para evitar a necessidade da apresentação de um substitutivo ao texto da Câmara) e mais 68 emendas de plenário, que buscavam alterar o relatório inicial.
Bezerra acatou (total ou parcialmente) uma série de sugestões para, segundo ele, aperfeiçoar o texto que fora negociado até então. Os pontos acolhidos inserem no projeto a previsão de levantamentos mensais das perdas de arrecadação dos estados e sua correção pelo IPCA, a utilização proporcional dos valores compensados no atendimento às obrigações constitucionais relacionadas ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e ao piso da saúde.
Outras emendas tentavam, por exemplo, inserir no projeto a transferência de dividendos da Petrobras de modo a mitigar efeitos fiscais nos municípios, estender para além de 2022 a compensação por perdas de arrecadação e até a extensão do teto de 17% no ICMS aos itens da cesta básica. Essas foram rejeitadas junto com outras dezenas.
Teto no ICMS deve reduzir inflação e pode baixar preço, mas afetará receitas
Estimativas citadas pelo relator no Senado dão conta de que a limitação nas alíquotas do ICMS tem potencial para reduzir o preço do litro da gasolina em R$ 1,65; o diesel ficaria R$ 0,76 mais barato.
Segundo o economista-chefe da EQI Investimentos, Stephan Kautz, o avanço nas desonerações é “notícia potencialmente boa para a inflação, porém com custos fiscais crescentes”, uma vez que a queda de arrecadação é certa.
Hoje, o ICMS cobrado sobre combustíveis varia de estado para estado e chega a 34% (máximo verificado no país, sobre a gasolina no Rio de Janeiro); em energia, a alíquota alcança 30%. Assim, a proposta terá impacto sobre a receita que chega aos cofres públicos e preocupa estados, que têm no imposto a sua principal fonte de receita.
O PLP enfrentou resistência com base em cálculos que apontam risco de perda de mais de R$ 100 bilhões ao ano para estados (e municípios, que têm direito a cota-parte dessa arrecadação, de 25%). O Tesouro estima impactos menores, de aproximadamente R$ 50 bilhões, que segundo o senador Fernando Bezerra podem ser suportados pelas gestões locais graças ao “ambiente favorável” e à “performance da arrecadação dos estados brasileiros”.
Dados lidos pelo parlamentar durante a sessão dão conta de que a Receita Corrente Líquida dos estados ao final de 2022 poderá ultrapassar R$ 1 trilhão, com aumento da ordem de 20%, consolidando o maior caixa da história. As projeções foram calculadas pelo próprio Senado.
Senado avança em debates e amplia compensações aos estados
Antes de o relatório inicial de Bezerra ser concluído e protocolado no Senado, o teto do ICMS foi assunto de uma extensa agenda do Senado com governadores, secretários de Fazenda dos estados e integrantes da equipe econômica do governo Jair Bolsonaro. Das reuniões saíram as primeiras modificações ao texto proveniente da Câmara.
Uma das principais alterações feitas no Senado trata justamente da queda de arrecadação a ser considerada para garantir compensação aos estados por parte da União. Passou a ser considerada a perda de receitas referente apenas aos itens citados no PLP e não mais os prejuízos no ICMS global, que era a regra aprovada pelos deputados. O gatilho de 5% idealizado na Câmara, entretanto, foi mantido.
Por meio dele, a compensação só será “disparada” quando as perdas de receita com o imposto forem superiores ao índice indicado – ou seja, até 5% a menos em arrecadação, as perdas ficarão por conta de governos e prefeituras; acima, o prejuízo será compensado pelo governo federal.
Ainda no que se refere à compensação aos estados pela perda de arrecadação com o limite imposto no ICMS, o projeto aprovado no Senado passa a prever que ela se dará por meio do serviço da dívida, e não no estoque da mesma. Foi introduzido ao texto também um mecanismo utilizado no Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus e que viabiliza compensação, com o aval da União, a partir de dívidas e empréstimos com outros credores.
Por fim, a proposta passou a contemplar ferramenta aplicável aos cinco estados brasileiros que não têm dívida com a União e que, com base no texto aprovado pela Câmara, não seriam compensados. Para essas unidades da federação, a compensação será feita em 2023 com a utilização de recursos da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração Mineral) e também com priorização de empréstimos durante o segundo semestre. De acordo com o relator, as soluções construídas “asseguram a eficácia da compensação caso ela venha a ser acionada” e tornam a regra “mais uniforme”.
Além do ICMS: texto do Senado aprovou mais desonerações de PIS/Cofins
Outras inovações inseridas ao PLP 18 pelo relator e aprovadas pelo conjunto dos senadores preveem novas desonerações aos combustíveis (anunciadas inicialmente pelo presidente Jair Bolsonaro como parte de uma PEC) e um reforço de regra já existente para a base de cálculo do diesel até 31 de dezembro de 2022.
A exemplo do que já foi feito com o diesel e o gás de cozinha, a gasolina terá Cide e PIS/Cofins zerados até o final do ano. Já PIS/Cofins sobre álcool hidratado e etanol adicionado à gasolina será reduzido a zero até junho de 2027, com custo superior a R$ 700 bi só nos primeiros três anos.
No que trata do diesel, o texto estabelece a adoção da média dos últimos 60 meses para a base de cálculo do ICMS sobre o combustível, em atendimento à lei aprovada em março fixando uniformidade das alíquotas praticadas país afora. A inclusão do item mexe em questão de interesse do governo Bolsonaro e que foi judicializada pela Advocacia-Geral da União.
Em ação direta de inconstitucionalidade (ADI) enviada ao Supremo Tribunal Federal, a AGU mira uma manobra do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) que autorizou a aplicação de instrumentos de equalização tributária e, na prática, anulou os efeitos da medida. A ação está sob a avaliação do ministro do STF André Mendonça, que tenta uma conciliação entre as partes. Redução no preço dos combustíveis voltará à pauta com duas PECs
Mais um item previsto na pauta da sessão extraordinária desta segunda no Senado Federal é a PEC 15/2022, batizada de PEC dos Biocombustíveis. A proposta, de autoria do senador Fernando Bezerra e relatado por Fabio Garcia (União-MT), foi apresentada para preservar a competitividade de biocombustíveis, como o etanol, em face da diminuição da carga tributária generalizada prevista no PLP 18, inclusive sobre os combustíveis fósseis. O texto garante benefícios tributários para fontes limpas por pelo menos vinte anos, com regime fiscal diferenciado.
O preço de combustíveis é tema, ainda, de outra PEC, também relatada por Bezerra, e que autoriza novas desonerações para óleo diesel, gás de cozinha, gás natural e etanol. A proposta ainda não tem previsão para votação no Senado. O texto, de número 16/2022, libera estados a zerar até 31 de dezembro o ICMS incidente sobre os três primeiros e reduzi-lo a 12% no etanol, com compensação geral de até R$ 29,6 bilhões aos governos que aderirem à medida.(Com informações da Gazeta do Povo)
Por:Jornal Folha do Progresso em123/06/2022/21:25:15
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Bombeiros encontram mochila, notebook e sandálias em área de busca por indigenista e jornalista inglês no AM
Montagem com fotos do indigenista brasileiro Bruno Araújo Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips — Foto: TV Globo/Reprodução
Material foi encontrado próximo à casa de Amarildo Costa, suspeito de envolvimento no crime e encaminhado para perícia, que irá analisar se pertencem a Bruno Araújo e Dom Phillips.
Bombeiros encontraram, neste domingo (12), uma mochila, um notebook e um par de sandálias na área onde são feitas as buscas pelo jornalista inglês Dom Phillips e pelo indigenista Bruno Araújo Pereira no interior do Amazonas. O material foi encontrado por volta das 16h (horário local) e foi encaminhado para perícia, que irá analisar se pertencem à dupla, que está desaparecida desde o dia 5 de junho.
Material foi encontrado próximo à casa de Amarildo Costa, suspeito de envolvimento no crime e encaminhado para perícia, que irá analisar se pertencem a Bruno Araújo e Dom Phillips. (Foto:Reprodução G1)
Segundo a Polícia Federal, foram encontrados um cartão de saúde em nome de Bruno Pereira, uma calça preta, um chinelo preto, um par de botas também do indigenista, e um par de botas e uma mochila com roupas do jornalista britânico Dom Phillips.
A informação também foi confirmada pelo coordenador da equipe dos Bombeiros em Atalaia do Norte, Barbosa Amorim. Segundo ele, o material foi encontrado próximo à casa de Amarildo Costa de Oliveira, suspeito de envolvimento no crime, que segue preso no município. Ainda, junto com os equipamentos, foram encontradas camisas e meias.
A mochila estava em uma área de igapó e estava amarrada em uma árvore. Igapó é uma região da Floresta Amazônica alagada pelos rios e com inúmeras árvores.
Fotos do local onde a bolsa foi encontrada. — Foto: Henrique Filho, da Rede Amazônica
“[O material] foi encontrado próximo à casa dele [Amarildo], na comunidade de São Gabriel. A partir do local em que encontramos essas mochilas hoje, vamos dar continuidade nos mergulhos, principalmente nas árvores próximas, para certificar que não há nenhum outro material amarrado ali”, disse o coordenador.
O Corpo de Bombeiros disse também que a área em que as buscas estão sendo feitas foi delimitada pela Polícia Federal. Eles utilizaram uma embarcação menor para fazer as buscas nessa região.
Embarcação encontrada
Mais cedo, a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) também afirmou ter encontrado uma nova embarcação em área de busca pelos desaparecidos. Segundo a organização, a embarcação foi encontrada no sábado (11).
De acordo com o procurador jurídico da Univaja, Eliésio Marubo, a embarcação pode pertencer ao suspeito de envolvimento no desaparecimento dos dois.
Uma nota divulgada pela Univaja neste domingo (12), também diz que a informação sobre a propriedade da embarcação ainda precisa ser confirmada pelos responsáveis pelas investigações.
Impedimento nas buscas
A Univaja emitiu uma nota em resposta a manifestação feita pela Fundação Nacional do Índio (Funai), questionando a organização a respeito das buscas. Sobre o assunto, Marubo afirmou que o órgão não pode impedir indígenas de entrarem em suas terras.
“A Funai desconhece o papel dela quando ela tenta impedir o índio de entrar na sua própria terra. Antes de ser instituição nós somos indígenas. Nós pertencemos a essa região e estamos sendo impedidos de entrar em nossa própria terra. A nota explica sobre isso, sobre essa criminalização da Funai em relação a tentativa de criminalizar qualquer conduta que nossa organização tem realizado”, explicou.
Do G1 *Colaborou Rôney Elias, da Rede Amazônica.
Jornal Folha do Progresso em 13/06/2022/05:57:11
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Governador Helder Barbalho entrega obras e assina convênios em Novo Progresso
Em cerimônia realizada no Setor Industrial, o Governador Helder Barbalho entregou obras e assinou importantes convênios para o avanço de Novo Progresso (Foto: Reprodução Internet)
Em importante cerimônia realizada na recém inaugurada quadra poliesportiva do Bairro Setor Industrial, o Governo Municipal, representado pelo Prefeito Gelson Dill, e o Governo do Estado do Pará, na pessoa do Governador Helder Barbalho, cumpriram compromissos e assinaram convênios relevantes para o avanço de Novo Progresso.
Na ocasião, estiveram presentes lideranças comunitárias, a população progressensse, beneficiários dos programas sociais, representantes do Poder Legislativo e líderes Estaduais, entre eles o Deputado Estadual Heraldo Pimenta, Deputado Estadual Raimundo Santos, Deputado Federal José Priante, Deputado Beto Faro e Ex-Senador da República Flexa Ribeiro.
Foram entregues obras, entre elas a do Ginásio Poliesportivo do Setor Industrial, foi realizada a entrega dos certificados do programa Qualifica Pará; firmados convênios para a construção da creche no Bairro Jardim América, ordem de serviço para a reforma e ampliação da Escola Estadual de Ensino Médio Waldemar Lindermayer.
Também foram formalizados os serviços de drenagem e pavimentação de 5km de vias urbanas em Novo Progresso, implantação do sistema de eletrificação da zona rural, construção de um Ginásio Poliesportivo no Bairro Juscelândia e entrega do cheque moradia do programa “Sua Casa”.
Foto:Portal da Cidade Novo Progresso
Outra importante ordem de serviço assinada foi a obra do Aeroporto Municipal, com previsão de investimentos totais no montante de R$ 13 milhões de reais.
Helder Barbalho segue cumprindo compromissos já firmados, e sendo o Governador com a maior quantidade de investimentos realizados no Município. Neste cenário, a articulação política do Prefeito Gelson Dill contribuiu para que os últimos quinze meses pudessem ser de intensos investimentos na cidade.
Ao todo foram concretizadas obras e convênios no valor total superior a R$ 35 milhões de reais, que serão utilizados para alavancar setores e direcionar Novo Progresso ao constante desenvolvimento e avanço econômico e social.(As informações são do Portal da Cidade Novo Progresso )
Jornal Folha do Progresso em 09/06/2022/07:37:57
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Valmir Clímaco compra Iate, viraliza e vira meme após, prefeito dizer que pagou R$ 12 milhões em Itaituba
(Foto: Reprodução JC) – A compra de um Iate pelo Prefeito Valmir Climaco (MDB) da cidade de Itaituba, virou destaque no noticiário estadual desta semana.
Após uma divulgação que o valor do Iate foi pago R$ 9 milhões, o prefeito veio a tona e rebateu, não foi R$ 9 milhões, mais sim, R$ 12 milhões, direcionou áudio a imprensa, chamou curiosos.
A nota repercutiu e dividiu opiniões, entre os internautas que elogiam a compra e comentam que “desde que não seja com dinheiro público”, ele agiu certo! O iate ainda não chegou na cidade está em Manaus, dois caminhões foi preciso para transportar.
O prefeito Valmir Clímaco (MDB) que já havia viralizado ao aparecer sem camisa em ‘show’ e declarar que comeria as raparigas, agora voltou a ser destaque nas redes sociais.
!Este meme (Foto abaixo) foi divulgado pelo Blogueiro que divulgou a compra do Iate por R$ 9 milhões”.
Veja meme de vídeos
Neste video Valmir vem no ritmo do brega paraense, doce, doce como mel.
Assista
https://youtu.be/EdbPI-WpdiM
Neste vídeo Valmir aparece como o empresário cabeça branca que precisa relaxar.
Assista abaixo
https://youtu.be/URVw-IejWGs
Por:Jornal Folha do Progresso em 08/06/2022/06:08:18
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Segunda Turma do STF derruba decisão de Nunes Marques favorável a bolsonarista
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira, 7, derrubar a decisão liminar do ministro Kassio Nunes Marques que restabeleceu o mandato do deputado estadual bolsonarista Fernando Francischini (União Brasil-PR). O parlamentar foi cassado em outubro do ano passado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por divulgar notícias falsas sobre as urnas eletrônicas em transmissão ao vivo no Facebook nas eleições de 2018.Os ministros Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes restabeleceram a validade do julgamento do TSE, impondo uma derrota aos colegas Kassio Nunes Marques e André Mendonça, ambos indicados pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).A liminar de Nunes Marques gerou desconforto entre os ministros porque, em uma tacada, suspendeu um julgamento considerado paradigma no TSE para punir fake news de políticos e, ao mesmo tempo, deu munição aos ataques de bolsonaristas contra o Judiciário, o sistema eleitoral e a segurança das urnas.Francischini foi o parlamentar mais votado do Paraná em 2018 e o primeiro a ser cassado pela Justiça Eleitoral por espalhar notícias falsas.
O TSE concluiu que ele fez uso indevido das redes sociais ao divulgar um vídeo em que afirmou que as urnas eletrônicas impediam o voto na chapa Bolsonaro e Hamilton Mourão.
Maioria Presidente do TSE, o ministro Edson Fachin votou para restabelecer o julgamento da Corte Eleitoral. Ele disse que Nunes Marques atropelou uma “decisão tomada por ampla maioria do Tribunal Superior Eleitoral”.”Há que se ter redobrada cautela com os argumentos que, a pretexto de afirmar a força normativa de suas normas, realizam práticas desconstituintes, enfraquecendo a democracia e erodindo as regras do regime republicano, o qual se sabe é um regime de liberdade com responsabilidade”, criticou.Em um voto duro, Fachin ainda afirmou que o STF não pode ser “omisso” diante de ataques à democracia. O ministro também defendeu que a liberdade de expressão e a imunidade parlamentar não são “salvo conduto” para candidatos espalharem informações falsas “que só visam tumultuar o processo eleitoral”.”Às vezes é necessário repetir o óbvio: não existe direito fundamental em atacar a democracia a pretexto de se exercer qualquer liberdade, especialmente a liberdade de expressão”, defendeu.
O ministro Ricardo Lewandowski apontou questões processuais e também votou para derrubar a liminar de Nunes Marques. Ele defendeu a questão é complexa demais para ser analisa na via “estreita” da tutela antecipada (recurso movido pela defesa Francischini) e “demanda a análise de fatos e do comportamento da jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral ao longo dos anos”.O voto do ministro Gilmar Mendes foi decisivo para o julgamento.
Ele desempatou o placar ao defender que o ataque de Francischini ao sistema eleitoral não podem ser “enquadrado como tolerável em um Estado Democrático de Direito”.”A imposição de sanção consistente na perda de mandato de quem tenta minar a credibilidade das urnas eletrônicas no dia das eleições, ainda durante o processo de votação e antes da apuração do resultado, é de extrema gravidade e se volta contra o mais caro em uma democracia: o pacto social da confiança no resultado das eleições”, defendeu.Gilmar ainda defendeu que o uso de indevido das redes sociais está “incluído no conjunto de atos abusivos que autorizam a cassação” do mandato.”Não cabe impor limites onde a lei não restringe”, disse. “Ainda mais em tempos hodiernos em que a internet e suas múltiplas ferramentas e plataformas ganham densa relevância nas disputas eleitorais”, acrescentou em referência a julgamentos anteriores do TSE.Um dos principais argumentos de Nunes Marques para suspender o julgamento que cassou Francischini foi o de que o tribunal inovou ao considerar as redes sociais na categoria “meio de comunicação”, descrita na Lei de Inelegibilidade, e que o entendimento não poderia ter sido aplicado para punir candidatos em eleições passadas. Até então, apenas os meios tradicionais, como jornais, rádio e televisão, eram julgados pela Justiça Eleitoral em processos de cassação do mandato, segundo o ministro.”Não é possível afirmar que essas eram as balizas por ocasião do pleito ocorrido em 2018.
Ninguém poderia prever, naquela eleição, que tais condutas seriam vedadas na internet, porque não havia qualquer norma ou julgado a respeito”, defendeu Nunes Marques nesta terça.Mendonça e Nunes Marques isoladosO ministro André Mendonça foi o único a votar para manter a decisão liminar de Nunes Marques. Ele defendeu que a devolução do mandato a Francischini “preserva a vontade democrática” dos eleitores.”Um ato praticado a 22 minutos do encerramento do pleito eleitoral não teve o condão de alterar a lisura do pleito, ou influência de modo que, não apenas significativo, mas de modo também a não impactar aspectos circunstâncias do próprio processo eleitoral.
Esse ato não teve o condão de alterar a vontade do eleitor”, afirmou.Nunes Marques reiterou os fundamentos usados para suspender o julgamento do TSE e defendeu que a Justiça Eleitoral deve adotar uma postura de “intervenção mínima em primazia à liberdade de expressão” e em respeito à “soberania popular”.O ministro também disse que as redes sociais “não são um desenvolvimento natural e linear da televisão e do rádio” e não podem ser regidas por uma “interpretação analógica”.”A dúvida quanto à extensão do conceito de meios de comunicação social justifica-se ante a proeminência atribuída pela Constituição de 1988 à livre circulação de pensamentos, opiniões e críticas com vistas ao fortalecimento do Estado Democrático de Direito e à pluralização do ambiente eleitoral”, reforçou.
Nunes Marques ainda disse não ser possível afirmar que a transmissão ao vivo “impactou” a disputa eleitoral no Paraná ou favoreceu Francischini.”Para se chegar à condenação por uso indevido dos meios de comunicação, seria necessário assumir que o internauta participante da live era eleitor no Estado do Paraná, não havia ainda votado e, tendo assistido à transmissão, convenceu-se, pelo conteúdo, a votar no candidato”, repetiu ao ler um trecho de sua decisão individual.O ministro foi o primeiro indicado de Bolsonaro ao STF e, desde que assumiu a cadeira, tem votado a favor do Planalto em diferentes julgamentos.Ao comentar a liminar, Bolsonaro voltou a atacar a Justiça Eleitoral e chegou a dizer que o TSE não quer “transparência no sistema eleitoral” e tem atacado “a democracia”.
O processo foi colocado na pauta da Segunda Turma pelo próprio Nunes Marques, que preside o colegiado, horas antes do início de um julgamento no plenário virtual que poderia cassar sua decisão.A análise no plenário virtual, que teria participação dos 11 membros do tribunal, foi interrompida a pedido do ministro André Mendonça minutos após a abertura da sessão e antes de haver maioria de votos. Os ministros analisaram um pedido do deputado deputado estadual Pedro Paulo Bazana (PSD-PR), que assumiu a cadeira deixada por Francischini na Assembleia Legislativa do Paraná, para o STF restabelecer a cassação. Mendonça disse que o recurso não é o “remédio adequado” para tratar a questão e que o Supremo deve se pronunciar no processo original.Na prática, o movimento transferiu para a Segunda Turma a palavra final sobre a decisão. A iniciativa dividiu os ministros.
Em seu voto, Fachin defendeu que o tema deveria estar sendo analisado por todos os ministros do Supremo e não no colegiado.
Por:Estadao Conteudo
Jornal Folha do Progresso em 07/06/2022/21:48:16
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Adolescente de 15 anos morre afogado no Rio Jamanxim
(Foto: Reprodução Rede Social) – As buscas, por amigos, familiares com ajuda da polícia militar, foram intensificadas, e encontraram o corpo do adolescente Felipe Vieria Lande , de 15 anos. Ele se banhava no Rio Jamanxim no último domingo, 5 de junho de 2022, próximo à ponte no distrito de Vila Isol (KM100- distante 85 km de Novo Progresso.), na companhia de amigos e acabou se afogando.
O corpo do jovem foi encontrado no final da tarde desta segunda-feira (06).
O adolescente desapareceu no Rio jamaxim
amigos estavam banhando no Rio próximo à ponte em um ponto do rio por nome poção, esse ponto tem uma profundidade elevada, segundo pescadores passa de 20 metros de profundidade banhistas e amigos fizeram buscas mais sem êxitos. O Corpo foi encontrado boiando na tarde desta segunda (07);
Ocorrência foi registra na polícia. Veja abaixo
Por:Jornal Folha do Progresso em 07/06/2022/21:01:40
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