Dois acidente na BR 163 em Novo Progresso, deixa uma vítima fatal

Um grave acidente de trânsito deixou uma vítima na tarde desta sexta-feira (30), na Rodovia Cuiabá/Santarém (BR-163), próximo de Novo Progresso.

Segundo as informações preliminares, o veículo conduzido pela vítima, vinha sentido Moraes Almeida /Novo Progresso, foi atingido por outro veículo VW Voyage (condutor não identificado), que fazia uma ultrapassagem perigosa,  ele foi arremessado fora da rodovia. A caminhonete teve eixo traseiro arrancado.

O Velório do corpo de Alessandro Andrade ocorreu na capela Santa luzia, o sepultamento no cemitério Municipal de Novo Progresso-PA
O Velório do corpo de Alessandro Andrade ocorreu na capela Santa luzia, o sepultamento no cemitério Municipal de Novo Progresso-PA

O motorista identificado como Alessandro Andrade morreu no local, um cabo de energia estava cedido, a possibilidade que o motorista recebeu a descarga elétrica ao tentar sair do veículo.

Populares e Policia Militar fizeram o resgate do corpo, foi necessário usar uma corda para fazer o resgate. 

Assista ao Vídeo do resgate do corpo da vítima clique AQUI

Outro Acidente

Outro acidente foi registrado no dia 31 de dezembro de 2022, um veículo VW Gol de cor vermelha, conduzido por morador comerciante da comunidade Santa Julia (distante 30 km de Novo Progresso), perdeu o controle do veículo na rodovia BR 163 nas proximidades da comunidade Linha Gaucha (distante 65 km de Novo Progresso), e colidiu com caminhão. O motorista saiu com escoriações pelo corpo, sem risco de morte.

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Por:Jornal Folha do Progresso em 02/01/2022/10:05:53

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Motociclista bate a cabeça ao desviar de buraco na BR 163 em Novo Progresso.

Tentativa de desviar de buraco na pista provoca acidente e motociclista bate cabeça em acidente na BR 163, perímetro urbano de Novo Progresso. (Foto: Cedida por Leitor do Jornal Folha do Progresso)

Acidente ocorreu uma mulher em sua motocicleta tentou desviar de um buraco na pista da rodovia BR 163 no perímetro urbano de Novo Progresso.

Uma motociclista foi encontrada caída por populares que chamaram o resgate (SAMU), por volta das 01h30min, da última quinta-feira, 29 de dezembro de 2022, em um grave acidente na rodovia BR 163 perímetro urbano da cidade de Novo Progresso.

O acidente aconteceu após tentar desviar de um buraco, na rodovia BR 163, no acesso ao Posto Curuá, que também liga a diversos bairros. A motociclista teria tentado desviar de um buraco na pista, fazendo com que a motocicleta perdesse o controle. A motoqueira teve ferimentos na cabeça, estava consciente no momento do resgate.

BR – 163

BA rodovia BR 163 é de responsabilidade do DNIT que transferiu a concessão pública para a empresa Via Brasil BR 163, a reportagem já flagrou outros acidentes no mesmo local.

Leia mais:Via Brasil BR-163 assume o controle da BR-163 e Transamazônica neste sábado (19/11)

A empresa vem realizando obras de recuperação (Tapa Buraco) neste trecho. A operação é lenta e a qualidade do serviço e/ou outros fatores fazem que a equipe retorne constantemente nos mesmos locais, “tapa hoje abre amanhã, comentou motorista no local”.

A recuperação no trecho de 10 km entre Novo Progresso/Aeroporto, vem sendo realizado de forma lenta,a reportagem constatou que ao menos três meses a empresa Via Brasil, faz operação Pare & Siga, para tapar buracos, mas em seguida eles reaparecem.

Mesmo com este serviço, a rodovia continua com buracos ao longo do trecho.

Reparação- A reportagem do Jornal Folha do Progresso, consultou advogado especialista no assunto, e repassou que se-tratando de acidente de veículo causado em virtude da má conservação da rodovia, no caso, pela existência de defeito (degrau/desnível) localizado entre o acostamento e a pista, sem suficiente sinalização, configurada está a responsabilidade da concessionária pela reparação dos danos. “É importante que a vítima registro um Boletim de Ocorrência, e notifique a empresa para reparação”, e/ou contrate um advogado para acionar a reparação de danos causado pelo acidente”, orientou o advogado.

Por:Jornal Folha do Progresso em 01/01/2023/07:05:53

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Lula reestabelece Fundo Amazônia e revoga decreto pró-garimpo de Bolsonaro

As medidas foram anunciadas na sessão solene de posse dos ministros do novo governo  – (Foto:© Getty)
Lula reestabelece Fundo Amazônia e revoga decreto pró-garimpo de Bolsonaro

No seu primeiro dia de governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou uma série de decretos que interferem na política ambiental. O conjunto reestabelece o Fundo Amazônia, abre espaço para a reestruturação do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) e revoga a decisão que flexibilizava as leis de combate ao garimpo ilegal.
Leia mais:Lula sobe a rampa do Palácio e recebe faixa presidencial das mãos de mulher negra

*DOU Extra: Lula assina nomeação de 37 ministros e ministras

As medidas foram anunciadas na sessão solene de posse dos ministros do novo governo e depois divulgadas pela equipe de transição.
Lula cumpriu a promessa feita durante a campanha e assinou um decreto que reestabelece as instâncias de controle do Fundo Amazônia.
Sob Ricardo Salles, o Ministério do Meio Ambiente extinguiu o conselho que geria o fundo, o que fez com que seus doadores, como a Noruega, congelassem os repasses ao instrumento. Logo após a eleição do petista, o país, no entanto, já havia afirmado que voltaria a financiar o fundo.
Agora, o Fundo Amazônia deve ver destravados os R$ 3,3 bilhões a que já tem direito e ainda deve passar a receber novos repasses -segundo o governador do Pará, Helder Barbalho, de mais de R$ 5 bilhões.

Lula também revogou o decreto de Bolsonaro que criava o programa chamado Pró-Mape, que visava estimular a “mineração artesanal” -na prática, um impulso ao garimpo ilegal, em terras indígenas e áreas de proteção ambiental.

À época, a Secretaria-Geral da Presidência disse que o programa inaugurava “uma nova perspectiva de políticas públicas sobre a atividade garimpeira no Brasil.”

Finalmente, o presidente determinou, por meio de despacho, que a ministra do Meio Ambiente e da Mudança Climática, Marina Silva (Rede), tem 45 dias para elaborar uma proposta de reestruturação do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente).

O conselho foi esvaziado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2019, quando ele excluiu de sua participação integrantes da sociedade civil. Desde então, o Supremo Tribunal Federal (STF) foi acionado pelo caso e formou maioria para derrubar reverter medida, mas, na prática, nada aconteceu.

Lula ainda deve assinar um decreto que reestabelece o PPCDAm (Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal). A medida já havia sido anunciada pela ministra Marina Silva em seu primeiro dia após ter sido destacada para chefiar a pasta.

Segundo divulgado pela equipe de transição, ainda será publicado um decreto “que reestabelece o combate ao desmatamento na Amazônia, no cerrado e em todos os biomas brasileiros, recuperando o protagonismo do Ibama”.

Por:Jornal Folha do Progresso em 02/01/2023/08:38:24 com informações do portal Noticias ao Minuto

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DOU Extra: Lula assina nomeação de 37 ministros e ministras

Os ministros vão assumir os postos em cerimônias de transmissão de cargos a serem realizadas a longo da semana  – (Foto:© Getty Images)

O governo federal acaba de publicar edição especial do Diário Oficial da União (DOU) trazendo a nomeação dos 37 ministros do novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, também empossado hoje. Eles tomaram posse neste domingo, 1º de janeiro de 2023, em solenidade no Palácio do Planalto. Eles vão assumir os postos em cerimônias de transmissão de cargos a serem realizadas a longo da semana.

Leia também:Lula sobe a rampa do Palácio e recebe faixa presidencial das mãos de mulher negra

Foram nomeados:

1 – Advocacia-Geral da União (AGU): Jorge Messias
2 – Agricultura e Pecuária: Carlos Fávaro
3 – Casa Civil: Rui Costa
4 – Cidades: Jader Filho
5 – Ciência, Tecnologia e Inovação: Luciana Santos
6 – Comunicações: Juscelino Filho
7 – Controladoria-Geral da União (CGU): Vinícius Marques de Carvalho
8 – Cultura: Margareth Menezes
9 – Defesa: José Múcio Monteiro
10 – Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar: Paulo Teixeira
11 – Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome: Wellington Dias
12 – Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços: Geraldo Alckmin
13 – Direitos Humanos e Cidadania: Silvio Almeida
14 – Educação: Camilo Santana
15 – Esporte: Ana Moser
16 – Fazenda: Fernando Haddad
17 – Gabinete de Segurança Institucional (GSI): Gonçalves Dias
18 – Gestão e da Inovação em Serviços Públicos: Esther Dweck
19 – Igualdade Racial: Anielle Franco
20 – Integração e Desenvolvimento Regional: Waldez Goés
21 – Justiça e Segurança Pública: Flávio Dino
22 – Meio Ambiente e Mudança do Clima: Marina Silva
23 – Minas e Energia: Alexandre Silveira
24 – Mulheres: Cida Gonçalves
25 – Pesca e Aquicultura: André de Paula
26 – Planejamento e Orçamento: Simone Tebet
27 – Portos e Aeroportos: Márcio França
28 – Povos Indígenas: Sônia Guajajara
29 – Previdência Social: Carlos Lupi
30 – Relações Exteriores: Mauro Vieira
31 – Relações Institucionais: Alexandre Padilha
32 – Saúde: Nísia Trindade
33 – Secretaria de Comunicação Social: Paulo Pimenta
34 – Secretaria-Geral da Presidência: Márcio Macedo
35 – Trabalho e Emprego: Luiz Marinho
36 – Transportes: Renan Filho (MDB-AL)
37 – Turismo: Daniela Carneiro.

Por:Jornal Folha do Progresso em 02/01/2023/08:16:23 com portal Noticias ao minuto

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Lula sobe a rampa do Palácio e recebe faixa presidencial das mãos de mulher negra

Lula recebeu a faixa presidencial das mãos de uma mulher negra. Emocionado, Lula vestiu a faixa e acenou aos presentes na Praça dos Três Poderes, repleta de apoiadores. Ele foi ovacionado no salão Nobre do Planalto.(Foto:© Getty Images)
Lula sobe a rampa do Palácio e recebe faixa presidencial das mãos de mulher negra

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu a rampa do Palácio do Planalto neste domingo, 1º, acompanhado por cidadãos que representam “a riqueza e a diversidade do povo brasileiro”, como afirmou o cerimonial da posse. Além disso, também levou em uma coleira a cachorra Resistência, adotada por ele e pela primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, no período em que ele esteve preso em Curitiba.

Lula recebeu a faixa presidencial das mãos de uma mulher negra. Emocionado, Lula vestiu a faixa e acenou aos presentes na Praça dos Três Poderes, repleta de apoiadores. Ele foi ovacionado no salão Nobre do Planalto.

O presidente subiu a rampa acompanhado de representantes de diferentes grupos sociais, como o cacique Raoni, além de uma criança e uma pessoa portadora de deficiência física.

No rito de posse dos presidentes, o mandatário que assume o cargo recebe a faixa das mãos do antecessor. Entretanto, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou o País às vésperas da posse de Lula para não passar-lhe a faixa presidencial.

Por:Jornal Folha do Progresso em 02/01/2023/08:16:23

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Helder Barbalho toma posse como governador do Pará e diz que não vai permitir ‘que ilegalidade ambiental seja prática de costume’

Helder com a faixa de governador do estado do Pará — Foto: Antenor Filho
Cerimônia foi realizada na manhã deste domingo (1º) em Belém. Outras três cerimônias serão realizadas nos municípios de Marabá, Santarém e Breves —

O governador reeleito do Pará, Helder Barbalho (MDB), e sua vice, Hanna Ghassan, tomaram posse oficialmente durante cerimônia realizada na manhã deste domingo (1º) no plenário da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) em Belém. Helder recebeu a faixa governamental dos seus três filhos.

A cerimônia começou por volta de 10h. Presidiu a solenidade a presidente em exercício da Alepa, Francisco Melo (Chicão – MDB). Participaram da mesa os pais de Helder, o senador Jader Barbalho, o ministro das Cidades Jader Filho, a deputada federal Elcione e Edmilson Rodrigues, prefeito da cidade de Belém .

Helder dedicou mais de quatro minutos do seu discurso para falar exclusivamente da Amazônia e questões ambientais. O governador reeleito ressaltou que o estado do Pará não pode mais ‘permitir que ilegalidade ambiental seja prática de costume e da cultura do uso da terra’.

‘Sabemos que este modelo incrementado nos anos iniciais de nossa gestão avançou o estado do Pará ao protagonismo nacional e internacional. Não podemos recuar, pois o mundo nos olha. O mundo aprecia aqueles que estão dispostos a liderar esse novo modelo’.

 Helder Barbalho assinando o termo de posse — Foto: Reprodução

Helder Barbalho assinando o termo de posse — Foto: Reprodução

Barbalho tem como compromisso desenvolver tecnologia e inovação na região amazônica, mas quer realizar esse feito sem comprometer o meio ambiente.

‘Que a floresta viva, que é responsável pelo equilíbrio climático, nos permita consciência, tecnologia e inovação. Que nós possamos utilizar da nossa bioeconomia e biodiversidade e construir um novo modelo. Um modelo que possa incrementar renda e gerar emprego. Que possamos fazer da floresta em pé um novo ativo econômico e uma nova commodity global’, diz Helder Barbalho.

Helder foi reeleito diretamente, sem a necessidade do segundo turno, sendo o governador com o maior porcentual do Brasil com 70,41% dos votos (3.117.276 votos).

Outras cerimônias

Ele ainda fará cerimônias de posse em Marabá, nesta segunda (2), no sudeste do estado, às 15h, no Carajás Centro de Convenções Leonildo Borges Rocha. No mesmo dia, às 18h, o evento será em Santarém, no oeste, no Centro Cultural João Fona. Na terça-feira (3), a posse será em Breves, no Arquipélago do Marajó, na orla em frente à sede municipal.

No último sábado (31), ocorreu uma missa em Ação de Graças, celebrada pelo Arcebispo Dom Alberto Taveira, na Catedral Metropolitana de Belém, assim como ocorreu há quatro anos.

Após ser empossado, Helder deve embarcaou para Brasília e acompanhar a posse do presidente eleito Lula (PT).

Leia também:Lula assina termo de posse para seu 3º mandato como presidente da República;Veja Discurso no Congresso Nacional

Quem é Helder Barbalho

Helder Zahluth Barbalho nasceu em Belém, tem 43 anos, é graduado em Administração e pós-graduado com o título de MBA Executivo em Gestão Pública.

No ano 2000, foi eleito vereador de Ananindeua. Dois anos depois se elegeu deputado estadual. No Legislativo Estadual, apresentou projetos direcionados em especial às questões de segurança, educação e de combate às desigualdades sociais. Presidiu e foi relator da Comissão de LDO, PPA e LOA.

Helder assumiu a Prefeitura de Ananindeua, terceira maior cidade da Amazônia, com 25 anos de idade, em 2005. Ainda como prefeito de Ananindeua, assumiu a presidência da Federação das Associações dos Municípios do Estado do Pará (Famep). Em 2008, foi reeleito, no 1º turno, à Prefeitura de Ananindeua.

Em 2014 concorreu ao cargo de governador do Estado do Pará, chegou a ganhar o primeiro turno com 49,8%, mas foi derrotado no segundo turno para Simão Jatene (PSDB).

Helder atuou nos últimos anos como Ministro da Pesca e Aquicultura, de janeiro de 2015 a outubro de 2015. Foi ainda ministro da Secretaria Nacional dos Portos, no período de outubro de 2015 até abril de 2016. E esteve à frente do Ministério da Integração Nacional, de 12 de maio de 2016 até 6 de abril de 2018.

Em 2018, tentou novamente se eleger governador do Pará e superou seu adversário nas urnas, Márcio Miranda, com 55,43% dos votos (2.068.319 votos).

Por:Jornal Folha do Progresso em 01/01/2022/15:23:33

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Lula assina termo de posse para seu 3º mandato como presidente da República;Veja Discurso no Congresso Nacional

(Foto:Reprodução © Getty Images) – Lula já ocupou a Presidência por dois mandatos, de 2003 a 2010. Agora, assume o posto como 39º chefe do Executivo da República. Geraldo Alckmin (PSB) é o novo vice-presidente. Ambos fizeram o juramento à Constituição, etapa protocolar, e foram empossados pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Vitorioso nas eleições presidenciais realizadas em outubro de 2022, o petista Luiz Inácio Lula da Silva assinou o termo de posse para seu terceiro mandato como presidente da República do Brasil. A cerimônia ocorre neste domingo, 1º, no Congresso Nacional.
Leia mais:DOU Extra: Lula assina nomeação de 37 ministros e ministras

*Lula reestabelece Fundo Amazônia e revoga decreto pró-garimpo de Bolsonaro

*Lula sobe a rampa do Palácio e recebe faixa presidencial das mãos de mulher negra
Lula já ocupou a Presidência por dois mandatos, de 2003 a 2010. Agora, assume o posto como 39º chefe do Executivo da República. Geraldo Alckmin (PSB) é o novo vice-presidente. Ambos fizeram o juramento à Constituição, etapa protocolar, e foram empossados pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Além de Lula, Alckmin e Pacheco, participam da mesa na cerimônia de posse os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, o procurador-geral da República, Augusto Aras, e o primeiro-eecretário do Congresso, Luciano Bivar (União-PE).

 

Discurso do presidente Lula no Congresso Nacional

Íntegra do discurso lido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso Nacional
Pela terceira vez compareço a este Congresso Nacional para agradecer ao povo brasileiro o voto de confiança que recebemos. Renovo o juramento de fidelidade à Constituição da República, junto com o vice-presidente Geraldo Alckmin e os ministros que conosco vão trabalhar pelo Brasil.

Se estamos aqui, hoje, é graças à consciência política da sociedade brasileira e à frente democrática que formamos ao longo desta histórica campanha eleitoral.

Foi a democracia a grande vitoriosa nesta eleição, superando a maior mobilização de recursos públicos e privados que já se viu; as mais violentas ameaças à liberdade do voto, a mais abjeta campanha de mentiras e de ódio tramada para manipular e constranger o eleitorado.

Nunca os recursos do estado foram tão desvirtuados em proveito de um projeto autoritário de poder. Nunca a máquina pública foi tão desencaminhada dos controles republicanos. Nunca os eleitores foram tão constrangidos pelo poder econômico e por mentiras disseminadas em escala industrial.
Apesar de tudo, a decisão das urnas prevaleceu, graças a um sistema eleitoral internacionalmente reconhecido por sua eficácia na captação e apuração dos votos. Foi fundamental a atitude corajosa do Poder Judiciário, especialmente do Tribunal Superior Eleitoral, para fazer prevalecer a verdade das urnas sobre a violência de seus detratores.

 

Queridos amigos e amigas,
Ao retornar a este plenário da Câmara dos Deputados, onde participei da Assembleia Constituinte de 1988, recordo com emoção os embates que travamos aqui, democraticamente, para inscrever na Constituição o mais amplo conjunto de direitos sociais, individuais e coletivos, em benefício da população e da soberania nacional.
Vinte anos atrás, quando fui eleito presidente pela primeira vez, ao lado do companheiro vice-presidente José Alencar, iniciei o discurso de posse com a palavra “mudança”. A mudança que pretendíamos era simplesmente concretizar os preceitos constitucionais. A começar pelo direito à vida digna, sem fome, com acesso ao emprego, saúde e educação.
Disse, naquela ocasião, que a missão de minha vida estaria cumprida quando cada brasileiro e brasileira pudesse fazer três refeições por dia.
Ter de repetir este compromisso no dia de hoje — diante do avanço da miséria e do regresso da fome, que havíamos superado — é o mais grave sintoma da devastação que se impôs ao país nos anos recentes.
Hoje, nossa mensagem ao Brasil é de esperança e reconstrução. O grande edifício de direitos, de soberania e de desenvolvimento que esta Nação levantou, a partir de 1988, vinha sendo sistematicamente demolido nos anos recentes. É para reerguer este edifício de direitos e valores nacionais que vamos dirigir todos os nossos esforços.

SENHORAS E SENHORES,

Em 2002, dizíamos que a esperança tinha vencido o medo, no sentido de superar os temores diante da inédita eleição de um representante da classe trabalhadora para presidir os destinos do país. Em oito anos de governo deixamos claro que os temores eram infundados. Do contrário, não estaríamos aqui novamente.

Ficou demonstrado que um representante da classe trabalhadora podia, sim, dialogar com a sociedade para promover o crescimento econômico de forma sustentável e em benefício de todos, especialmente dos mais necessitados. Ficou demonstrado que era possível, sim, governar este país com a mais ampla participação social, incluindo os trabalhadores e os mais pobres no orçamento e nas decisões de governo.

Ao longo desta campanha eleitoral vi a esperança brilhar nos olhos de um povo sofrido, em decorrência da destruição de políticas públicas que promoviam a cidadania, os direitos essenciais, a saúde e a educação. Vi o sonho de uma Pátria generosa, que ofereça oportunidades a seus filhos e filhas, em que a solidariedade ativa seja mais forte que o individualismo cego.
 O diagnóstico que recebemos do Gabinete de Transição de Governo é estarrecedor. Esvaziaram os recursos da Saúde.
Desmontaram a Educação, a Cultura, a Ciência e Tecnologia. Destruíram a proteção ao Meio Ambiente. Não deixaram recursos para a merenda escolar, a vacinação, a segurança pública, a proteção às florestas, a assistência social.
Desorganizaram a governança da economia, dos financiamentos públicos, do apoio às empresas, aos empreendedores e ao comércio externo. Dilapidaram as estatais e os bancos públicos; entregaram o patrimônio nacional. Os recursos do país foram rapinados para saciar a estupidez dos rentistas e de acionistas privados das empresas públicas.
É sobre estas terríveis ruínas que assumo o compromisso de, junto com o povo brasileiro, reconstruir o país e fazer novamente um Brasil de todos e para todos.

SENHORAS E SENHORES,
 Diante do desastre orçamentário que recebemos, apresentamos ao Congresso Nacional propostas que nos permitam apoiar a imensa camada da população que necessita do Estado para, simplesmente, sobreviver.
Agradeço à Câmara e ao Senado pela sensibilidade frente às urgências do povo brasileiro. Registro a atitude extremamente responsável do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal de Contas da União frente às situações que distorciam a harmonia dos poderes.
Assim fiz porque não seria justo nem correto pedir paciência a quem tem fome.
Nenhuma nação se ergueu nem poderá se erguer sobre a miséria de seu povo.
Os direitos e interesses da população, o fortalecimento da democracia e a retomada da soberania nacional serão os pilares de nosso governo.
Este compromisso começa pela garantia de um Programa Bolsa Família renovado, mais forte e mais justo, para atender a quem mais necessita. Nossas primeiras ações visam a resgatar da fome 33 milhões de pessoas e resgatar da pobreza mais de 100 milhões de brasileiras e brasileiros, que suportaram a mais dura carga do projeto de destruição nacional que hoje se encerra.

SENHORAS E SENHORES,
Este processo eleitoral também foi caracterizado pelo contraste entre distintas visões de mundo. A nossa, centrada na solidariedade e na participação política e social para a definição democrática dos destinos do país. A outra, no individualismo, na negação da política, na destruição do Estado em nome de supostas liberdades individuais.
A liberdade que sempre defendemos é a de viver com dignidade, com pleno direito de expressão, manifestação e organização.
A liberdade que eles pregam é a de oprimir o vulnerável, massacrar o oponente e impor a lei do mais forte acima das leis da civilização. O nome disso é barbárie.

Compreendi, desde o início da jornada, que deveria ser candidato por uma frente mais ampla do que o campo político em que me formei, mantendo o firme compromisso com minhas origens. Esta frente se consolidou para impedir o retorno do autoritarismo ao país.

A partir de hoje, a Lei de Acesso à Informação voltará a ser cumprida, o Portal da Transparência voltará a cumprir seu papel, os controles republicanos voltarão a ser exercidos para defender o interesse público.

Não carregamos nenhum ânimo de revanche contra os que tentaram subjugar a Nação a seus desígnios pessoais e ideológicos, mas vamos garantir o primado da lei. Quem errou responderá por seus erros, com direito amplo de defesa, dentro do devido processo legal.

O mandato que recebemos, frente a adversários inspirados no fascismo, será defendido com os poderes que a Constituição confere à democracia. Ao ódio, responderemos com amor. À mentira, com a verdade. Ao terror e à violência, responderemos com a Lei e suas mais duras consequências.

Sob os ventos da redemocratização, dizíamos: ditadura nunca mais! Hoje, depois do terrível desafio que superamos, devemos dizer: democracia para sempre!
Para confirmar estas palavras, teremos de reconstruir em bases sólidas a democracia em nosso país. A democracia será defendida pelo povo na medida em que garantir a todos e a todas os direitos inscritos na Constituição.

 

SENHORAS E SENHORES,
Hoje mesmo estou assinando medidas para reorganizar as estruturas do Poder Executivo, de modo que voltem a permitir o funcionamento do governo de maneira racional, republicana e democrática. Para resgatar o papel das instituições do estado, bancos públicos e empresas estatais no desenvolvimento do país. Para planejar os investimentos públicos e privados na direção de um crescimento econômico sustentável, ambientalmente e socialmente.

Em diálogo com os 27 governadores, vamos definir prioridades para retomar obras irresponsavelmente paralisadas, que são mais de 14 mil no país. Vamos retomar o Minha Casa Minha Vida e estruturar um novo PAC para gerar empregos na velocidade que o Brasil requer. Buscaremos financiamento e cooperação — nacional e internacional — para o investimento, para dinamizar e expandir o mercado interno de consumo, desenvolver o comércio, exportações, serviços, agricultura e a indústria.
Os bancos públicos, especialmente o BNDES, e as empresas indutoras do crescimento e inovação, como a Petrobras, terão papel fundamental neste novo ciclo.
Ao mesmo tempo, vamos impulsionar as pequenas e médias empresas, potencialmente as maiores geradoras de emprego e renda, o empreendedorismo, o cooperativismo e a economia criativa.
A roda da economia vai voltar a girar e o consumo popular terá papel central neste processo.

Vamos retomar a política de valorização permanente do salário-mínimo. E estejam certos de que vamos acabar, mais uma vez, com a vergonhosa fila do INSS, outra injustiça restabelecida nestes tempos de destruição.

Vamos dialogar, de forma tripartite — governo, centrais sindicais e empresariais — sobre uma nova legislação trabalhista. Garantir a liberdade de empreender, ao lado da proteção social, é um grande desafio nos tempos de hoje.

SENHORAS E SENHORES,
O Brasil é grande demais para renunciar a seu potencial produtivo. Não faz sentido importar combustíveis, fertilizantes, plataformas de petróleo, microprocessadores, aeronaves e satélites. Temos capacidade técnica, capitais e mercado em grau suficiente para retomar a industrialização e a oferta de serviços em nível competitivo.

O Brasil pode e deve figurar na primeira linha da economia global.

Caberá ao estado articular a transição digital e trazer a indústria brasileira para o Século XXI, com uma política industrial que apoie a inovação, estimule a cooperação público-privada, fortaleça a ciência e a tecnologia e garanta acesso a financiamentos com custos adequados.

O futuro pertencerá a quem investir na indústria do conhecimento, que será objeto de uma estratégia nacional, planejada em diálogo com o setor produtivo, centros de pesquisa e universidades, junto com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, os bancos públicos, estatais e agências de fomento à pesquisa.

Nenhum outro país tem as condições do Brasil para se tornar uma grande potência ambiental, a partir da criatividade da bioeconomia e dos empreendimentos da socio-biodiversidade. Vamos iniciar a transição energética e ecológica para uma agropecuária e uma mineração sustentáveis, uma agricultura familiar mais forte, uma indústria mais verde.

Nossa meta é alcançar desmatamento zero na Amazônia e emissão zero de gases do efeito estufa na matriz elétrica, além de estimular o reaproveitamento de pastagens degradadas. O Brasil não precisa desmatar para manter e ampliar sua estratégica fronteira agrícola.

Incentivaremos, sim, a prosperidade na terra. Liberdade e oportunidade de criar, plantar e colher continuará sendo nosso objetivo. O que não podemos admitir é que seja uma terra sem lei. Não vamos tolerar a violência contra os pequenos, o desmatamento e a degradação do ambiente, que tanto mal já fizeram ao país.

Esta é uma das razões, não a única, da criação do Ministério dos Povos Indígenas. Ninguém conhece melhor nossas florestas nem é mais capaz de defendê-las do que os que estavam aqui desde tempos imemoriais. Cada terra demarcada é uma nova área de proteção ambiental. A estes brasileiros e brasileiras devemos respeito e com eles temos uma dívida histórica.
Vamos revogar todas as injustiças cometidas contra os povos indígenas.

Queridos amigos e amigas,
Uma nação não se mede apenas por estatísticas, por mais impressionantes que sejam. Assim como um ser humano, uma nação se expressa verdadeiramente pela alma de seu povo. A alma do Brasil reside na diversidade inigualável da nossa gente e das nossas manifestações culturais.
Estamos refundando o Ministério da Cultura, com a ambição de retomar mais intensamente as políticas de incentivo e de acesso aos bens culturais, interrompidas pelo obscurantismo nos últimos anos.
Uma política cultural democrática não pode temer a crítica nem eleger favoritos. Que brotem todas as flores e sejam colhidos todos os frutos da nossa criatividade. Que todos possam dela usufruir, sem censura nem discriminações.
Não é admissível que negros e pardos continuem sendo a maioria pobre e oprimida de um país construído com o suor e o sangue de seus ascendentes africanos. Criamos o Ministério da Promoção da Igualdade Racial para ampliar a política de cotas nas universidades e no serviço público, além de retomar as políticas voltadas para o povo negro e pardo na saúde, educação e cultura.
É inadmissível que as mulheres recebam menos que os homens, realizando a mesma função. Que não sejam reconhecidas em um mundo político machista. Que sejam assediadas impunemente nas ruas e no trabalho. Que sejam vítimas da violência dentro e fora de casa. Estamos refundando também o Ministério das Mulheres para demolir este castelo secular de desigualdade e preconceito.
Não existirá verdadeira justiça num país em que um só ser humano seja injustiçado. Caberá ao Ministério dos Direitos Humanos zelar e agir para que cada cidadão e cidadã tenha seus direitos respeitados, no acesso aos serviços públicos e particulares, na proteção frente ao preconceito ou diante da autoridade pública. Cidadania é o outro nome da democracia.
O Ministério da Justiça e da Segurança Pública atuará para harmonizar os Poderes e entes federados no objetivo de promover a paz onde ela é mais urgente: nas comunidades pobres, no seio das famílias vulneráveis ao crime organizado, às milícias e à violência, venha ela de onde vier.
Estamos revogando os criminosos decretos de ampliação do acesso a armas e munições, que tanta insegurança e tanto mal causaram às famílias brasileiras. O Brasil não quer mais armas; quer paz e segurança para seu povo.
Sob a proteção de Deus, inauguro este mandato reafirmando que no Brasil a fé pode estar presente em todas as moradas, nos diversos templos, igrejas e cultos. Neste país todos poderão exercer livremente sua religiosidade.

 

SENHORAS E SENHORES,
O período que se encerra foi marcado por uma das maiores tragédias da história: a pandemia de Covid-19. Em nenhum outro país a quantidade de vítimas fatais foi tão alta proporcionalmente à população quanto no Brasil, um dos países mais preparados para enfrentar emergências sanitárias, graças à competência do nosso Sistema Único de Saúde.
Este paradoxo só se explica pela atitude criminosa de um governo negacionista, obscurantista e insensível à vida. As responsabilidades por este genocídio hão de ser apuradas e não devem ficar impunes.
O que nos cabe, no momento, é prestar solidariedade aos familiares, pais, órfãos, irmãos e irmãs de quase 700 mil vítimas da pandemia.
O SUS é provavelmente a mais democrática das instituições criadas pela Constituição de 1988. Certamente por isso foi a mais perseguida desde então, e foi, também, a mais prejudicada por uma estupidez chamada Teto de Gastos, que haveremos de revogar.
Vamos recompor os orçamentos da Saúde para garantir a assistência básica, a Farmácia Popular, promover o acesso à medicina especializada. Vamos recompor os orçamentos da Educação, investir em mais universidades, no ensino técnico, na universalização do acesso à internet, na ampliação das creches e no ensino público em tempo integral.
Este é o investimento que verdadeiramente levará ao desenvolvimento do país.
O modelo que propomos, aprovado nas urnas, exige, sim, compromisso com a responsabilidade, a credibilidade e a previsibilidade; e disso não vamos abrir mão. Foi com realismo orçamentário, fiscal e monetário, buscando a estabilidade, controlando a inflação e respeitando contratos que governamos este país.

Não podemos fazer diferente. Teremos de fazer melhor.

 

SENHORAS E SENHORES,
Os olhos do mundo estiveram voltados para o Brasil nestas eleições. O mundo espera que o Brasil volte a ser um líder no enfrentamento à crise climática e um exemplo de país social e ambientalmente responsável, capaz de promover o crescimento econômico com distribuição de renda, combater a fome e a pobreza, dentro do processo democrático.
Nosso protagonismo se concretizará pela retomada da integração sul-americana, a partir do Mercosul, da revitalização da Unasul e demais instâncias de articulação soberana da região. Sobre esta base poderemos reconstruir o diálogo altivo e ativo com os Estados Unidos, a Comunidade Europeia, a China, os países do Oriente e outros atores globais; fortalecendo os BRICS, a cooperação com os países da África e rompendo o isolamento a que o país foi relegado.
O Brasil tem de ser dono de si mesmo, dono de seu destino. Tem de voltar a ser um país soberano. Somos responsáveis pela maior parte da Amazônia e por vastos biomas, grandes aquíferos, jazidas de minérios, petróleo e fontes de energia limpa. Com soberania e responsabilidade seremos respeitados para compartilhar essa grandeza com a humanidade — solidariamente, jamais com subordinação.
A relevância da eleição no Brasil refere-se, por fim, às ameaças que o modelo democrático vem enfrentando. Ao redor do planeta, articula-se uma onda de extremismo autoritário que dissemina o ódio e a mentira por meios tecnológicos que não se submetem a controles transparentes.
Defendemos a plena liberdade de expressão, cientes de que é urgente criarmos instâncias democráticas de acesso à informação confiável e de responsabilização dos meios pelos quais o veneno do ódio e da mentira são inoculados. Este é um desafio civilizatório, da mesma forma que a superação das guerras, da crise climática, da fome e da desigualdade no planeta.
Reafirmo, para o Brasil e para o mundo, a convicção de que a Política, em seu mais elevado sentido — e apesar de todas as suas limitações — é o melhor caminho para o diálogo entre interesses divergentes, para a construção pacífica de consensos. Negar a política, desvalorizá-la e criminalizá-la é o caminho das tiranias.
Minha mais importante missão, a partir de hoje, será honrar a confiança recebida e corresponder às esperanças de um povo sofrido, que jamais perdeu a fé no futuro nem em sua capacidade de superar os desafios. Com a força do povo e as bênçãos de Deus, haveremos der reconstruir este país.

Viva a democracia!

Viva o povo brasileiro!

Muito obrigado.

Fonte:Secretaria Especial de Comunicação Social

Por:Jornal Folha do Progresso em 01/01/2023/18:16:23

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Em cadeia nacional de rádio e TV, Mourão não poupa críticas a Bolsonaro

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, não citou Bolsonaro, mas deixou seu recado aos extermistas que o seguem- (Foto© Fornecido por Correio do Brasil)

“Lideranças que deveriam tranquilizar e unir a nação em torno de um projeto de país deixaram com que o silêncio ou o protagonismo inoportuno e deletério criasse um clima de caos e de desagregação social e de forma irresponsável deixaram que as Forças Armadas de todos os brasileiros pagassem a conta”, criticou Mourão.

Em cadeia nacional de rádio e TV, na noite deste sábado, o presidente em exercício Hamilton Mourão (Republicanos) despede-se do mandato com um breve discurso, no qual não poupou críticas ao mandatário Jair Bolsonaro (PL), que se evadiu na última sexta-feira para a Flórida (EUA).

— Lideranças que deveriam tranquilizar e unir a nação em torno de um projeto de país deixaram com que o silêncio ou o protagonismo inoportuno e deletério criasse um clima de caos e de desagregação social e de forma irresponsável deixaram que as Forças Armadas de todos os brasileiros pagassem a conta, para alguns por inação e para outros por fomentar um pretenso golpe — torpedeou.

Ao fim do pronunciamento, Mourão foi vaiado e xingado pelos bolsonaristas que restaram acampados à espera de um golpe de Estado, em frente do QG do Exército em Brasília.

Leia a íntegra do discurso de Mourão:
“Brasileiras e brasileiros, boa noite!

“No momento em que concluímos mais um ano pleno de atividades e de intensos engajamentos de toda a ordem, na condição de Presidente da República em exercício, julgo relevante trazer uma palavra de esperança, de estímulo e de apreço ao povo brasileiro, especialmente na ocasião em que o nosso governo conclui o período constitucional de gestão pública do País, iniciado em 1º de janeiro de 2019.

“Vislumbro que os acontecimentos políticos, econômicos e sociais que têm marcado a presente quadra da nossa História seguirão impactando a vida da gente brasileira nos próximos anos, tornando a caminhada ainda mais desafiadora, visto que o mundo ainda se ressente da pandemia da Covid-19 e a economia mundial sofre as consequências da guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

“O Governo que ora termina, ao longo de quatro anos, fez entregas significativas na Economia, no avanço da digitalização da gestão pública, na regulamentação da tecnologia da informação, na privatização de estatais, tendo promovido uma eficaz e silenciosa reforma administrativa, não recompletando vagas disponibilizadas por aposentadoria, além da renovação de nosso modelo previdenciário e ainda potencializou o agronegócio e vários campos do conhecimento humano.

“Juntos, trabalhamos duramente contra a pandemia, auxiliando os mais necessitados, apoiando as empresas na manutenção dos salários de empregados e desonerando suas folhas de pagamento.

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“Apoiamos governos estaduais e municipais com recursos, médicos e medicamentos, independentemente da posição política ou ideológica dos chefes do Executivo, permitindo que seus governos os direcionassem para as áreas onde aquela administração achasse conveniente.

“Trabalhamos e entregaremos ao próximo governo um país equilibrado, livre de práticas sistemáticas de corrupção, em ascensão econômica e com as contas públicas equilibradas, projetando o Brasil como uma das economias mais prósperas e com resultados mais significativos pós-pandemia, no concerto das nações.

“Tais iniciativas permitiram pleitear o ingresso do país na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, o que possibilitará a melhoria ao acesso a mercados e a novas parcerias. Cabe destacar que o OCDE tem como princípios básicos a Democracia e o Livre Mercado.

“Nem todas as empreitadas obtiveram o sucesso que almejávamos. Na área ambiental, por exemplo, tivemos percalços, embora tenhamos alcançado reduções importantes no desmatamento da Amazônia, a região ainda necessita de muito trabalho e de cuidados específicos, engajando as elites e as comunidades locais, cortejadas permanentemente pela sanha predatória oriunda dos tempos coloniais.

“Dirijo-me agora aos apoiadores de nosso governo, aqueles que credibilizaram nosso trabalho por meio do voto consignado às nossas propostas, sobretudo nas últimas eleições. Muito obrigado por seu voto! Desejo concitá-los a lutar pela preservação da democracia, dos nossos valores, do estado de direito e pela consolidação de uma economia liberal, forte, autônoma e pragmática e que nos últimos tempos foi tão vilipendiada e sabotada por representantes dos três poderes da República, pouco identificados com o desafio da promoção do bem comum.

“A falta de confiança de parcela significativa da sociedade nas principais instituições públicas decorre da abstenção intencional desses entes do fiel cumprimento dos imperativos constitucionais, gerando a equivocada canalização de aspirações e expectativas para outros atores públicos que, no regime vigente, carecem de lastro legal para o saneamento do desequilíbrio institucional em curso.

“Lideranças que deveriam tranquilizar e unir a nação em torno de um projeto de país deixaram com que o silêncio ou o protagonismo inoportuno e deletério criasse um clima de caos e de desagregação social e de forma irresponsável deixaram que as Forças Armadas de todos os brasileiros pagassem a conta, para alguns por inação e para outros por fomentar um pretenso golpe.

“A alternância do poder em uma democracia é saudável e deve ser preservada. Aos eleitos, cumpre o dever de dar continuidade aos projetos iniciados e direcionar seus esforços para que, à luz de suas propostas, o País tenha assegurada uma democracia pujante e plural, em um ambiente seguro e socialmente justo.

“Aos que farão oposição ao governo que entra, cumprirá a missão de opor-se a desmandos, desvios de conduta e a toda e qualquer tentativa de abandono do perfil democrático e plural, duramente conquistado por todos os cidadãos. Buscando-se a redução das desigualdades por meio da educação isenta e eficaz, criando oportunidades iguais a todos os brasileiros.

“Destaco que a partir do dia 1º de janeiro de 2023 mudaremos de governo, mas não de regime! Manteremos nosso caráter democrático, com Poderes equilibrados e harmônicos, alternância política pelo sufrágio universal, pessoal, intransferível, secreto, buscando sempre maior transparência e confiabilidade.

“Tranquilizemo-nos! Retornemos à normalidade da vida, aos nossos afazeres e ao concerto de nossos lares, com fé e com a certeza de que nossos representantes eleitos farão dura oposição ao projeto progressista do governo de turno, sem, contudo, promover oposição ao Brasil. Estaremos atentos!

“Na condição de Presidente da República em exercício, finalizo estas palavras apresentando-lhes os meus melhores votos de um ano de 2023 pleno de saúde, felicidades e muitas realizações. Que o nosso amado Brasil continue sua caminhada na direção de seu destino-manifesto, tornando-se a mais próspera e bem-sucedida democracia liberal ao Sul do equador.

“Feliz ano novo, êxito pessoal e prosperidade para cada um de nós que formamos esta grande nação! Muito obrigado!

Boa noite!”

Por:Jornal Folha do Progresso em 01/01/2023/07:05:53 com informações do potal Correio do Brasil

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Confira as mudanças no Pix que começam a valer a partir desta segunda

O Banco Central (BC) alterou as regras em relação aos limites de valor para transações feitas via Pix. As mudanças foram anunciadas no início de dezembro de 2022 e começam a valer a partir desta segunda, 2 de janeiro de 2023.

A principal alteração diz respeito ao limite de valor por transação por período de tempo. Por exemplo, se o cliente tem um limite diário de R$ 3 mil, pode usar o valor inteiro em uma transação. Antes, ele tinha que fracionar esse limite durante o dia.

O limite pode ser reduzido assim que o cliente quiser. Em caso de aumento, o banco deve autorizar em um prazo entre 24h e 48h. Em relação a contas de pessoas jurídicas, cabe a cada banco definir os limites de transações.

Também passa a ser opcional aos bancos oferecer ao cliente a customização em relação ao horário noturno. Normalmente, o período é das 20h às 6h, mas o usuário poderá pedir a mudança para 22h e 6h.

O Banco Central aumentou o valor limite para retirada de dinheiro por meio do Pix Saque e do Pix Troco. Durante o dia, o limite passa de R$ 500 para R$ 3 mil. Já à noite, vai de R$ 100 para R$ 1 mil.

Confira o ponto a ponto das principais mudanças:

*Os participantes provedores de conta transacional do Pix devem estabelecer limites máximos de valor para iniciação de transações Pix, com finalidade de compra ou de transferência, por conta transacional, para usuários pagadores pessoa física.
    *Os limites devem ser estabelecidos por período. O período diurno vai das 6h às 20h. O período noturno, das 20h às 6h.
    *Os participantes poderão, a seu critério, ofertar funcionalidade em que o período noturno compreenda entre 22h e 6h. Se o usuário final quiser que o período noturno seja esse, o período diurno passa a ser de 6h até 22h.
    *O limite por período para transações será igual ao limite diário disponibilizado para a Transferência Eletrônica *Disponível (TED), para o período diurno, e R$ 1 mil no período noturno, em caso de pessoa física. Para pessoa jurídica, independentemente do período.
    *O limite por transação para disponibilização de recursos em espécie pelo agente de saque será de R$ 3 mil entre 6h e 20h; e R$ 1 mil, entre 20h e 6h.
   * O limite por período para transações Pix com finalidade de saque e de troco  não pode ser superior a R$ 3 mil nem inferior a R$ 1 mil no período diurno; e deve ser igual a R$ 1 mil no período noturno.

Por:Jornal Folha do Progresso em 01/01/2023/07:05:53 com informações do portal Metrópoles

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Nova mesa diretora toma posse em Sessão Especial na Câmara Municipal de Novo Progresso-PA

Os novos membros da Mesa Diretora da Câmara de Novo Progresso tomaram posse dos cargos na manhã deste domingo, 1 de janeiro de 2023. (Foto:Divulgação)

Dirck Roberto Da Silva (MDB) assumiu a presidência. Juliano César Simionato (União Brasil) é o vice-presidente, Mateus Monteiro dos Santos (MDB) é o 1º Secretario, Magno Costa Cardoso (PL) 2º Secretario  no biênio 2023/2024.

Entre as autoridades convidadas, estavam o vice-prefeito Marconi da Unika, além de secretários municipais e representantes de diversas entidades.

Leia mais:Vereador Dirck Roberto é eleito presidente da Câmara em Novo Progresso;Veja composição da nova mesa diretora

A nova mesa diretora da Câmara de Vereadores de Novo Progresso, foi eleita no dia  1 outubro 2022,  o vereador Dirck Roberto da Silva (MDB) assumiu o cargo de Presidente com mandato de dois anos 2022/2023.

Uma única chapa concorreu.

A votação em Plenário foi nominal e secreta.

A chapa teve 10 votos a favor e 1 contra.

Nova Composição

*Presidente:Dirck Roberto Da Silva (MDB)

*Vice-presidente: Juliano Simionato (União Brasil)

*1º Secretário: Mateus Monteiro dos Santos (MDB)

*2º Secretario: Magno Costa Cardoso (PL)

Por:Jornal Folha do Progresso em 01/01/2023/10:05:53

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