Santarém recebe evento gratuito de inovação para jovens
Bootcamp realizado em Mato Grosso – (Foto: Divulgação) – Floresta+Ideação busca o desenvolvimento de habilidades e a promoção da conservação da Amazônia. O projeto receberá 60 jovens neste fim de semana
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) realizarão em Santarém (PA), de 3 a 5 de março, o Floresta+ Ideação, que prepara jovens para transformar conhecimento em empreendedorismo por meio da inovação e da educação ambiental num formato de bootcamps.
A ação recebeu 60 inscrições de jovens rurais, urbanos, ribeirinhos, indígenas, quilombolas e pessoas com alguma deficiência. As mulheres são maioria, com quase 70% das vagas destinadas a elas. O evento acontece de forma presencial na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).
O bootcamps é um treinamento imersivo que desenvolve habilidades em diversas áreas. A ideia é formar times para resolver o desafio, relacionado à economia da floresta em pé na Amazônia Legal. Ao final, os e as jovens irão apresentar soluções para uma banca de especialistas em negócios. As equipes vencedoras receberão ainda consultorias e mentorias virtuais personalizadas de forma gratuita.
A ação traz bootcamps de inovação com desafios relacionados a temáticas de conservação, recuperação e ao uso sustentável da vegetação nativa na Amazônia. Além de aprenderem a metodologia de desenho de soluções inovadoras, os e as jovens também terão acesso a mentores e mentoras com vivência de mercado de trabalho. Serão 20 horas de aprendizado e prática com a formação de times para resolver o desafio proposto.
O Floresta+ Ideação faz parte do Projeto Floresta+Amazônia e é realizado em parceria com a empresa de Inovação, Ciência, Tecnologia e Negócios (Wylinka), e o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (IDESAM). Por meio de eventos imersivos, como os bootcamps, oferecem uma porta de entrada para jovens na jornada empreendedora, capacitando sobre conceitos básicos de modelagem de negócio e despertando potenciais para inovar e tirar projetos do papel por meio de temas relacionados aos Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA) e da Economia da Floresta em pé.
Serviço:
*Floresta+Ideação | Bootcamp presencial: 3 a 5 de março
*Local: Universidade Federal do Oeste do Pará
*Endereço: Rua Vera Paz – Salé, Santarém (Unidade Taparajós)
Assista ao video
https://youtu.be/EIS7Am4QvWs
Por:Jornal Folha do Progresso em 29/02/2023/15:40:30 com informações ASCOM Floresta+Amazônia
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Fachada da sede da Oi no Rio de Janeiro (Foto – Marcos Pinto) – Companhia expandiu em 14,6% o número de acessos, com mais de meio milhão de clientes de banda larga em fibra ótica adicionais no ano
Rio de Janeiro, 01 de março de 2023 – A Oi fechou o ano de 2022 com 4,23 milhões de acessos em banda larga por fibra ótica em todo o País. Durante o ano passado, foram conectados 540 mil novos acessos, o que representa um crescimento de 14,6% frente a 2021. Considerando a tecnologia fibra, os acessos de Oi Fibra representam 25,3% do market share nas cidades onde atua com fibra, o que evidencia o resultado positivo da estratégia da companhia de investir na expansão dos serviços digitais e de conexão por fibra ótica.
A Oi Fibra está em 293 cidades brasileiras, segundo dados de dezembro. Durante o ano passado, a banda larga por fibra ótica da Oi foi ativada em 87 cidades, o que representa um crescimento de 42% frente a 2021. A Oi é líder em acessos em fibra em 84 cidades brasileiras.
“Os resultados obtidos pela Oi Fibra vêm nos deixando confiantes com relação à estratégia adotada pela companhia de focar nesse serviço. Desde o seu lançamento, temos expandido rapidamente na disponibilidade da fibra em todo o país, no número do clientes e no aumento da velocidade média de conexão e em 2022 avançamos ainda mais nesses três fatores. Tudo isso evidencia que a Oi Fibra está bem posicionada no mercado, alinhando a melhor experiência de internet nas cidades onde estamos presentes”, afirma o vice-presidente de Consumidor e Empresarial da Oi, Rogerio Takayanagi.
A performance da Oi se destaca também na participação da empresa na evolução de novos acessos no mercado de internet por fibra ótica. Ao longo de 2022, a Oi Fibra deteve 29,9% do market share das novas adições em todo o país, considerando apenas os grandes provedores, segundo classificação da Anatel. Desconsiderando o mercado do estado de São Paulo, esse percentual sobe para 45,1%.
O maior destaque vai para as regiões Centro Oeste e Sul, onde o crescimento da Oi Fibra superou inclusive o percentual de crescimento do mercado. No Centro Oeste, a Oi Fibra cresceu 19,2%, acima dos 17,2% do mercado total da região. Na região Sul, o crescimento da Oi Fibra foi de 21,1%, contra 19,6% do crescimento total do mercado.
Os dados do balanço de 2022, com base nos dados da Anatel de dezembro, mostram ainda o avanço da Oi na sua estratégia de liderança no mercado de fibra ótica, já que a empresa fechou o ano de 2022 líder em acessos em banda larga de fibra ótica em 15 estados, incluindo o DF. Segundo o relatório, a Oi Fibra tem 59,7% do mercado de banda larga no Acre, 37,5% no Amazonas, na Bahia com 17,6%, Distrito Federal (41,8%), Goiás (27,3%), Maranhão (22,4%), Mato Grosso do Sul (28,1%), Mato Grosso (19,7%), Pará (25,5%), Paraná (21,4%), Rio de Janeiro (37,4%), Rondônia (39,4%), Roraima (64,8%), Rio Grande do Sul (19,0%) e Tocantins (23,8%).
Oi Fibra também avançou em relação à velocidade da conexão por fibra, apresentando em 2022 o maior crescimento na velocidade média, entre as prestadoras de grande porte. A Oi Fibra cresceu 42,3% na velocidade média, bem acima do crescimento de 26,7% da segunda colocada e de 26,2% da terceira colocada.
Oi Fibra – A Oi Fibra é o que há de mais moderno em termos de banda larga de ultra velocidade utilizando a tecnologia FTTH (Fiber To The Home), em que a fibra chega até o modem, dentro da casa ou empresa do cliente. Com a fibra ótica da Oi, os clientes podem navegar na internet com muito mais velocidade, jogar online, assistir a vídeos em alta resolução, trocar documentos e arquivos, além de ter estabilidade para conectar vários dispositivos ao mesmo tempo.
Oi Fibra X – A Oi oferece ainda um portfólio de serviços de conectividade com Oi Fibra X, para garantir a melhor experiência da Oi Fibra em todos os cantinhos da casa, com soluções adequadas a residências a partir de 76m² até 300m². A quantidade ideal de pontos adicionais Wi-Fi é instalada para permitir que o cliente tenha internet rápida e estável até nos cômodos mais afastados, para uso de streaming, games, celular, notebook, trabalho e lazer. Além disso, ele conta com um serviço de monitoramento proativo de rede, sendo possível identificar eventuais falhas antes mesmo que o cliente perceba.
Fonte:FSB Comunicação Por Amanda Assis
Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/02/2023/14:53:51
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Americano Kerry diz que Amazônia pertence a todos e oposição teme intervenção
Enviado especial do clima dos EUA, John Kerry, se encontra como a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente. – (Foto: EFE)
O enviado especial dos Estados Unidos para o clima, John Kerry, se reuniu com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e disse que a Amazônia é um tesouro extraordinário que pertence a todos. A visita dele ao Brasil nesta semana e a afinidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a agenda climática internacional vêm despertando temores entre opositores do governo em relação à soberania do Brasil.
O receio da oposição é que o governo Lula esteja colaborando com o que parte da oposição acredita ser uma articulação internacional para negar ao Brasil a possibilidade de desenvolver a Amazônia de forma sustentável.
“A Amazônia é um teste para toda a nossa humanidade”, disse o americano. Ele disse que seu encontro com Marina mostra a renovação do compromisso de preservação “desse tesouro extraordinário que pertence a todos”.
Marina disse que o governo Lula tem compromisso de zerar o desmatamento na região até 2030, mas disse a Kerry que a Amazônia pertence ao Brasil. “Entendemos o caráter que a Amazônia tem sobre o equilíbrio do planeta, mas temos a clareza da soberania sobre esse território”, afirmou em entrevista coletiva nesta terça-feira (28). Kerry estava ao seu lado e assentiu com a cabeça.
Agenda dos EUA atrela Amazônia às mudanças climáticas globais
Kerry também tocou em um ponto muito sensível à oposição brasileira. Ele disse que se a Amazônia não for protegida, “não conseguiremos manter a temperatura do mundo desta maneira”. Críticos dessa posição americana argumentam que as emissões de carbono das grandes potências por meio de combustíveis fósseis pesam muito mais na deterioração da temperatura global do que o carbono liberado em queimadas ocorridas na floresta brasileira.
A discussão acontece num contexto em que lideranças globais tentam chegar a um acordo parar reduzir emissões de carbono na atmosfera e assim evitar uma elevação superior a 1,5ºC.
O temor de opositores ao governo Lula não é de uma ação militar estrangeira na região. Mas sim de uma série de ofensivas nas áreas política, jurídica e financeira, – por parte de países como EUA e França – para supostamente tentar frear o desenvolvimento amazônico. O argumento para isso seria a suposta preservação ambiental.
Uma das ações criticadas é a doação de recursos americanos e europeus para organizações não-governamentais atuarem no norte do país na área de conservação ambiental, por meio do Fundo Amazônia. O governo do ex-presidente Jair Bolsonaro vetou essas ações argumentando que doações deveriam ser geridas pelo governo e não por ONGs internacionais sem muito controle.
Já o vice-presidente de Lula, Geraldo Alckmin (PSB), diz que o Fundo Amazônia é uma forma de preservar o meio ambiente e lutar contra a mudança climática. Segundo ele, a desconfiança em relação às ONGs não é justificada, pois o fundo é gerido pelo BNDES e passa por processos de auditoria nacionais e internacionais.
AME8491. BRASILIA (BRASIL), 28/02/2023.- El enviado especial para el clima de Estados Unidos, John Kerry, se reúne con la ministra de Medio Ambiente de Brasil, Marina Silva, hoy, en Brasilia (Brasil) hoy, martes 28 de febrero de 2023. El enviado especial para el clima de Estados Unidos, John Kerry, ratificó este martes el compromiso del Gobierno de Joe Biden con la Amazonía y aseguró que buscará los recursos necesarios para colaborar con Brasil en esa materia. EFE/ Andre Borges
Setores agropecuário e de mineração dos EUA não querem concorrência, diz deputado
O governo federal tem o objetivo de demarcar 13 terras indígenas na região da Amazônia Legal. Além disso, as sinalizações de Kerry de que os EUA estão dispostos a doar recursos para a preservação ambiental ligaram o sinal de alerta na oposição sobre o alinhamento entre as agendas ambiental de Lula e do presidente norte-americano, Joe Biden.
Kerry não revelou qual seria a quantia doada. Ele afirmou que seu partido tenta aprovar um orçamento de US$ 4,5 bilhões (R$ 23 bilhões) na Câmara e US$ 9 bilhões (R$ 47 bilhões) no Senado. Mas disse que a “luta” pela aprovação será dura no Congresso americano. Ele também não foi claro se esses recursos iriam total ou parcialmente para o Fundo Amazônia. Deu a entender que o apoio financeiro ao Brasil viria em parte dessa verba, de compra de créditos de carbono e por meio de empréstimos de bancos de desenvolvimento.
Já o deputado federal Joaquim Passarinho (PL-PA) criticou essa parceria. “Os Estados Unidos não são uma criança, não se metem só para ajudar. Quando se metem é porque têm interesse”, comenta.
Passarinho diz que a doação pode estar associada aos interesses protecionistas do agronegócio e do setor extrativista norte-americano. Ele afirma não descartar a hipótese de que a narrativa ambientalista construa condições de travar o progresso econômico na região. “O custo Brasil [de transporte de produtos] pelo Amazonas e pelo Pará é muito menor e acaba abrindo um canal de desenvolvimento e progresso naquela região. Em qualquer exportação para os Estados Unidos via porto de Barbacena [no Pará] ganhamos cinco a seis dias de navegação. E logicamente é muito mais fácil frear isso pela teoria ambientalista”, pondera.
Deputada quer fazer debate sobre fundo com sociedade
A deputada federal Sílvia Waiãpi (PL-AP) reforça as preocupações ao lançar suspeitas sobre o resgate de recursos para o Fundo Amazônia. “A reativação sem orientação [do fundo] não condiz com o que se espera em política pública. Estamos abrindo espaço para outros países adentrar e manifestar seus interesses na própria soberania do país”, comenta.
Única indígena conservadora do Congresso, Sílvia defende um melhor debate sobre o Fundo Amazônia junto à sociedade para não atender “interesses internacionais”. “Os que custearão o fundo irão querer determinar o futuro de um povo que já sofre pelo isolamento e pela segregação. Os interesses internacionais têm estado acima da dignidade do povo do norte, sejam eles indígenas, quilombolas, homens e mulheres da floresta, ribeirinhos e urbanos”, diz.
Oposição reforça suspeita sobre Fundo Amazônia e destinação a ONGs
O Fundo Amazônia foi descontinuado na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após Noruega e Alemanha, principais doadores, rejeitarem mudanças no modelo de gestão dos recursos. O então governo defendia a participação e gestão direta sobre os recursos, bem como a destinação das verbas para as políticas públicas então desenvolvidas. Sob o governo Lula, ele voltou a ser gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
Até 2020, cerca de 61% dos recursos do fundo eram destinados à União, aos estados e municípios. Os outros 39% atendiam a organizações não-governamentais (ONGs), sendo 1% enviados a programas internacionais. O fundo já recebeu R$ 3,3 bilhões em doações, e, no total, acumula R$ 5,4 bilhões, com R$ 1,8 bilhão já contratados, informou em fevereiro o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
O deputado Joaquim Passarinho diz desconfiar que a oferta dos EUA de aportes para o fundo atende apenas as ONGs que, no entendimento dele, carecem de uma fiscalização segura e confiável. “As ONGs chegam no BNDES, apresentam seus projetos, aprovam e acabou. Inventam projetos que não sustentam nada, nem meia dúzia de famílias. Até hoje não vi um modelo dessas ONGs que servisse em larga escala”, diz.
Deputado diz que ONGs deveriam ser mais fiscalizadas na Amazônia
Em sua crítica às instituições do terceiro setor, Passarinho cita o suposto envolvimento de brigadistas de incêndio ligados a uma ONG em Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), que foram acusados de queimar a floresta para conseguir doações. O caso ocorreu em 2019 e foi citado por Bolsonaro para lançar suspeitas sobre as ONGs em um momento que seu governo era acusado pelas queimadas na região amazônica.
Em agosto de 2020, a Polícia Federal (PF) propôs o arquivamento das queimadas em Alter do Chão após concluir que não era possível identificar os autores. Os suspeitos cumpriram medidas cautelares, que foram revogadas em dezembro.
O senador Plínio Valério (PSDB-AM), outro integrante da oposição ao governo, defendeu ao longo da última legislatura a instauração de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para examinar a forma como são liberadas os recursos do Fundo Amazônia para as ONGs e como as verbas foram utilizadas até então, bem como o desmatamento e as queimadas na região. O colegiado não foi instalado e o requerimento foi para o arquivo.
Já Alckmin defendeu o Fundo Amazônia após o encontro com Kerry. “Ele é auditado, é um fundo privado, gerido pelo BNDES, com auditoria nacional e internacional. Já abriu os primeiros projetos”, disse. Segundo ele, há projetos na “área humanitária”, para políticas públicas de renda e para atendimento a comunidades indígenas e aos povos Yanomamis. Também há projetos para o combate à desnutrição, ao desmatamento e a “organizações criminosas”.
O americano teve encontros diplomáticos no Brasil entre segunda-feira (27) e terça-feira (28).
Ricardo Salles rechaça narrativa climática e cobra recursos dos EUA
A agenda climática defendida por Kerry é rechaçada pelo deputado federal Ricardo Salles (PL-SP). Ex-ministro do Meio Ambiente na gestão Bolsonaro, ele destaca que os países ricos são os principais emissores de gases de efeito estufa e considera que as nações mais desenvolvidas usam de narrativas para desviar o foco sobre o uso de combustíveis fósseis para alardear sobre o desmatamento.
“Em vez de discutir os danos ambientais que eles mesmos causam ao planeta com seus combustíveis fósseis, eles só querem tratar de desmatamento na Amazônia para desviar o foco. O Brasil não pode aceitar essa narrativa, tem que apontar e questionar os problemas deles e, principalmente, cobrar os recursos que já temos direito por tudo que fazemos e fizemos”, comenta.
A fala de Salles sobre recursos diz respeito às reivindicações do governo Bolsonaro de recursos amparados pelos critérios previstos no Acordo de Paris, que, em 2015, previu a destinação de US$ 100 bilhões por ano, a partir de 2020, para países em desenvolvimento que propuserem projetos de compensação dos efeitos das mudanças climáticas. As doações já podem ser feitas no âmbito do que prevê o artigo 5.º do Acordo de Paris, e poderiam financiar as ações e programas da agenda climática do Planalto.
Trata-se da chamada política de créditos de carbono, onde um país ou empresa paga por ações de conservação de terceiras partes para compensar suas emissões de poluentes ou ações de desmatamento. Kerry afirmou para Marina que os EUA têm intenção de direcionar apoio econômico para o Brasil por meio de créditos de carbono, mas não deu um número concreto.
Governo Bolsonaro vetou verbas para ONGs
O governo Bolsonaro sustentava que o Brasil tinha reconhecida uma redução superior a 9 bilhões de toneladas de carbono emitidas. Os EUA são um dos países com quem a antiga gestão negociou um volume que, se transferidos, esses recursos seriam destinados a políticas ambientais de combate ao desmatamento e redução de emissões de carbono. A ideia era que o dinheiro promovesse o pagamento por serviços ambientais, de modo a remunerar quem preservasse florestas.
O governo Bolsonaro teve diferentes reuniões com o próprio Kerry, que, em 2021, por exemplo, apresentou uma proposta de US$ 150 mil ao Brasil. A proposta foi rejeitada pelo então ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, que negociava com os EUA uma doação de US$ 1 bilhão. O real problema da oferta de Kerry, porém, não era o valor oferecido, ainda que representasse 0,01% do valor pretendido. O empecilho era que a doação não seria feita ao governo, mas para fundos de investimento de capital de risco possivelmente intermediados pelo BNDES.
Salles disse ainda, que os créditos de carbono gerados pelo Brasil nos últimos 15 anos sob as rubricas do Protocolo de Kyoto, da Convenção do Clima, do Acordo de Paris e do sistema REDD+ (conceito de carbono de floresta nativa gerado a partir da redução de emissões de desmatamento e degradação) renderiam US$ 300 bilhões ao mercado brasileiro.
Salles diz que EUA não cumpriram promessa
“Mas tudo que eles [países ricos] oferecem são promessas, empréstimos e linhas ínfimas perto desses valores. Importante lembrar que Biden prometeu na sua campanha que daria US$ 20 bilhões à Amazônia e, até agora, nada!” critica o ex-ministro e integrante da bancada de oposição a Lula.
Um crédito de carbono é uma espécie de “moeda” que um país ganha ao reduzir suas emissões de gases causadores do efeito estufa. Uma nação pode vender esses créditos para empresas ou países que não conseguem reduzir suas emissões e que, por isso, não atingem suas metas – ou seja, um país ou empresa “compensa” suas emissões pagando para quem preserva em outra nação, cumprindo seus compromissos ambientais. A ideia é que, mesmo poluindo, eles estarão compensando ao preservar em outra localidade.
Contudo, os processos de quantificação e verificação da efetividade dos programas de conservação destinados ao mercado de créditos de carbono ainda não foram padronizados mundialmente. Muitos deles são foco de polêmicas em diversos países. Por isso, não é tão simples para um país ou empresa sair comprando créditos de carbono no mercado.
Oposição vai debater oportunamente a política ambiental no Congresso
A oposição a Lula promete não ficar à margem da definição da política ambiental brasileira e provocar debates com o governo. Salles entende que não está clara a estratégia da gestão Lula para política de créditos de carbono, por exemplo, e vai analisar como proceder as discussões na Câmara. “Uma vez montadas as comissões vamos avaliar quem, quando e para que chamar”, destaca em resposta à hipótese de requerimentos de audiência pública ou de convite e até convocação a membros do governo.
O deputado Joaquim Passarinho reforça as críticas de que a retórica ambientalista atrasa o debate do desenvolvimento sustentável na Amazônia. Mas entende que o atual Congresso mais conservador contribui para um debate mais profundo organizado pela oposição a Lula, a exemplo da possibilidade de ampliar a exploração em áreas já “antropizadas”, ou seja, já degradadas por ação humana.
Lei brasileira prevê preservação de 80% da vegetação em fazendas
Mesmo em áreas degradadas, Passarinho explica que os agricultores e pecuaristas precisam preservar 80% da vegetação e podem dispor de apenas 20% do terreno para atividades econômicas. “Não defendo a destruição da floresta, mas não deveria ser 80/20 [em áreas antropizadas]. Deveria ser 100% de [preservação] onde temos floresta preservada, ou seja, desmatamento zero, porém permitir entre 50% e 60% de produção em áreas antropizadas. Aí, começamos a induzir o cara que quer investir ali nessas áreas, e não nas áreas preservadas”, destaca.
O conceito defendido por Passarinho tem por intuito assegurar um desenvolvimento sustentável legalizado na região Amazônia Legal. “Não posso dizer ao amazônico que ele não pode ter uma saúde e educação boa, que ele vai ter que viver no submundo pois ninguém quer que ele corte uma árvore, e ninguém paga por ele por isso?”, comenta. “Podemos provar que a árvore ‘em pé’ pode ter mais valor do que ela ‘deitada'”, acrescenta.
A deputada Sílvia Waiãpi endossa o discurso da oposição. “Inexiste uma política pública sem levar em conta o que o homem da floresta precisa”, comenta.
Ela também se dispõe a debater o avanço do desenvolvimento na Amazônia. Diz entender que não há “efetivamente” um interesse do governo em solucionar pautas ambientais. Segundo ela, os parlamentares da Amazônia brasileira, “que são os verdadeiros representantes do povo do Norte”. sequer foram ouvidos. “Pautas que não são discutidas e difundidas entre os representantes dos povos no parlamento não possuem o condão de progresso”, comenta.
Por:Jornal Folha do Progresso em 29/02/2023/08:54:06 com informações do portal Gazeta
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Consulta sobre “dinheiro esquecido” em bancos começa nesta terça-feira (28)
Atualmente, estão disponíveis cerca de R$ 6 bilhões para 38 milhões de CPFs e 2 milhões de CNPJs (Foto:Ilutrativa/Reprodução)
A partir desta terça-feira (28), o Banco Central reabre a plataforma do Sistema de Valores a Receber (SVR) para consulta sobre eventual “dinheiro esquecido” que os brasileiros possam ter. Para a consulta, basta acessar este link.
Por enquanto, o sistema informará apenas se há ou não algum valor a receber. De acordo com anúncio do Banco Central feito na segunda-feira (27), as informações sobre a quantia e sobre os próximos passos serão liberadas em 7 de março, a partir das 10h.
Segundo o BC, o Sistema de Valores a Receber (SVR) trará “novidades importantes como impressão de telas, sala de espera virtual e consulta de valores de pessoa falecida”.*
Atualmente, estão disponíveis cerca de R$ 6 bilhões para 38 milhões de CPFs e 2 milhões de CNPJs. O montante é referente a:
*Contas corrente ou poupança encerradas com saldo disponível;
* Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito;
* Recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados;
* Tarifas cobradas indevidamente;
* Parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas;
*Contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas com saldo disponível;
*Contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas com saldo disponível;
*Outros recursos disponíveis nas instituições para devolução.
O Sistema Valores a Receber teve início em fevereiro de 2022, quando usuários puderam conferir pela primeira vez se tinham alguma quantia esquecida em contas antigas de bancos, por exemplo.
Primeiro, o usuário entra no link disponibilizado pelo BC e lá insere seu CPF ou CNPJ. O sistema indicará se ele possui esse saldo ou não. Em casos positivos, a ferramenta não aponta imediatamente qual a quantia, cabendo a uma próxima etapa onde a pessoa se informa sobre o montante e, posteriormente, solicita a transferência para uma conta ativa.
Durante a vigência da plataforma no ano passado o BC definiu um cronograma das etapas, incluindo datas de repescagem para aqueles que perderam os dias de consultar o valor a receber e de sacar o dinheiro.
A primeira etapa do Sistema Valores a Receber foi encerrada em maio de 2022, após o Banco Central dizer que faria melhorias na ferramenta.
Por:Jornal Folha do Progresso em 28/02/2023/18:16:28 com informações da CNN.
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Desaparecido há três dias, primos são encontrados mortos em meio à vegetação em Novo Progresso
Os primos Ailton Nunes Ferreira Mattos de 20 e Luan Ferreira Mattos de 21 anos, estavam desaparecidos desde último sábado, 25 de fevereiro em Novo Progresso. (Fotos: Reprodução e Arquivo pessoal).
Dois corpos encontrados na tarde desta terça-feira, 28 de fevereiro, em uma vegetação com matagal, nas proximidades do Bairro Setor Industrial, indica que seja os corpos dos dois primos desaparecidos.
Populares sentiram mau cheiro, encontraram os dois corpos em decomposição e chamaram a polícia.
Ainda conforme apurado pela reportagem, vizinhança reconheceu os corpos, sendo dos primos Ailton e Luan, a polícia está no local e fara remoção dos corpos para serem identificados por familiares. A perfuração de armas de fogo. Foi o Pai que relatou o desparecimento para polícia no dia 27/02, e procurou o Jornal Folha do Progresso, para pedir ajuda em encontrar o filho e o sobrinho.
Agora o Pai, confirmou para o Jornal Folha do Progresso, que os corpos são dos desaparecidos (filho e sobrinho).
Os dois estavam em uma residência no bairro Setor Industrial, último contato foi no sábado (25) por volta das 21h00min, depois disto nunca mais foram vistos.
O pai, Anelito Ferreira Mattos, relatou para polícia que estava na área rural, que no sábado, dia 25 de fevereiro, por volta das 21h00min, o filho ligou perguntando se havia dado certo a fazenda, para o rapaz assinar o documento da casa, após este contado nunca mais foi visto.
No domingo, dia 26, o pai foi até a residência, encontrou a importância de R$ 100 (cem reais ) sobre a bancada, saiu para procurá-los e não foram encontrados.
As causas da morte não foram informadas.
A polícia investiga o caso.
Os primos Ailton Nunes Ferreira Mattos de 20 e Luan Ferreira Mattos de 21 anos, estavam desaparecidos desde último sábado, 25 de fevereiro em Novo Progresso. (Fotos: Arquivo pessoal).
Corpos estavam em decomposição, (foto: Via WhatsApp)
Por:Jornal Folha do Progresso em 28/02/2023/17:41:43
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Motorista de carreta comete suicídio no pátio da Bung no Mato Grosso; Imagem forte
Um homem identificado como Moisés Aparecido do Carmo, motorista de carreta, cometeu suicídio no pátio da empresa Bung na entrada da cidade de Diamantino, no Mato Grosso. (Foto:Reprodução)
Motorista na localidade acionaram a polícia e relataram que um motorista havia cometido suicídio entre os bitrem da carreta estacionadas no pátio da empresa da Bung na cidade de Diamantino (MT). Ele foi encontrado na manhã desta terça (28), por volta das 08h00min, entre dois vagões (bi-trem) com uma corda amarrada na carroceria e cometeu suicídio.
Desta maneira, a Polícia Científica foi acionada e encaminhou o corpo ao Instituto de Medicina Legal (IML), para providências. (sem mais informações)
Por:Jornal Folha do Progresso em 28/02/2023/07:34:26
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Após pressão do MST, Lula confirma servidor de carreira na presidência do Incra
MST cobrava do governo nomeação de novo presidente do Incra – (Foto:Reprodução)
Nomeação foi vista como saída para superar disputa pelo posto entre grupos petistas
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) decidiu indicar o servidor de carreira César Aldrighi para presidir o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) tinha manifestado insatisfação com o governo federal por causa da demora para a nomeação.
O novo presidente do Incra foi anunciado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário nesta 3ª feira (28.fev) …
Aldrighi já ocupava o cargo de forma interina. O novo presidente é agrônomo e servidor de carreira do órgão há 16 anos. Rose Rodrigues, ex-secretária de Agricultura de Sergipe, será a diretora de desenvolvimento, Gustavo Souto de Noronha, diretor de gestão estratégica, João Pedro Gonçalves da Costa, diretor de governança fundiária, e Maria Rita Reis, procuradora federal especializada.
O MST cobrava a troca do comando geral do Incra para facilitar a demissão de superintendentes regionais que estavam no cargo na gestão de Jair Bolsonaro, como Wilson Cesar de Lira Santos, chefe do órgão em Alagoas e primo do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL)
O movimento chegou a indicar para o comando do Incra o ex-procurador geral do governo do Paraná Carlos Frederico Marés. Ele, porém, foi vetado porque o governo queria um nome do Nordeste e, de preferência, uma mulher à frente do órgão.
Em seguida, petistas passaram a propagar que o Incra ficaria sob o comando de Rose, agora nomeada para a diretoria de desenvolvimento. Rose tem relação com o MST, mas sem vínculo formal com o movimento. Dias depois, o deputado Airton Faleiro (PA), coordenador do núcleo agrário da bancada do PT na Câmara, foi às redes sociais dizer que a indicação para a presidência do Incra não estava definida.
Entre os petistas, o suposto recuo na indicação de Rose para presidir o Incra é atribuído a um veto do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macedo. O titular da pasta responsável pela relação do governo com os movimentos sociais também é de Sergipe, mas faz parte de uma corrente política no partido rival à de Rose. Macedo nega ter atuado para barrar a nomeação.
A nomeação de Aldrighi seria um caminho para esfriar a disputa interna pelo posto. Ao indicá-lo, o governo abandona a ideia de ter um representante do Nordeste e uma mulher à frente do Incra.
Como funcionário de carreira, Aldrighi manteve boa relação com o MST, segundo um integrante do movimento. A sua nomeação, porém, não é vista com grande entusiasmo.
Fonte:Agência O Globo
Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 28/02/2023/15:45:07
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Acidente entre três veículos é registrado em barreira Pare & Siga da Via Brasil na BR 163 em Novo Progresso
O Acidente deixou o trânsito lento no trecho por algumas horas. (Fotos:Jornal Folha do Progresso)
Colisão entre Camioneta Ford Ranger de cor preta, placa RAW4b05, uma F4000 e outro veículo ocorreu na tarde desta segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023, no trecho entre Novo Progresso/Aeroporto, que flui pelo sistema de pare e siga. A colisão foi registrada por volta de 14h.
Segundo as primeiras informações, dois dos veículos estavam parados no bloqueio do sistema pare &e siga sentido MT/Novo Progresso, uma camioneta do Instituto Kabu, que transporta indígenas, colidiu na traseira da Ranger que por sua vez colidiu no veículo da frente.
O motorista da F4000 do Instituto Kabu, que estava no sentido Aeroporto/Novo Progresso, colidiu na traseira da camioneta que atingiu o veículo da frente. A camioneta Ford Ranger, teve a parte frontal e traseira danificada no acidente.
A empresa Via Brasil, atendeu a ocorrência, não temos registros de feridos. Equipes da concessionária esteve no local reposicionando os veículos para a liberação da pista.
Por causa de buracos na pista, o local flui no sistema pare e siga.
Por:Jornal Folha do Progresso em 28/02/2023/07:34:26
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Instituto FAR leva 7,5 milhões de litros de água para o sertão nordestino
Ação realizada pelo braço social do Hinode Group beneficia cerca de 10 mil pessoas que convivem com a seca diariamente
O ano novo começou repleto de ações sociais no Instituto FAR, braço de responsabilidade social do Hinode Group, que realiza neste ano ação que leva 7,5 milhões de litros de água para o sertão nordestino.
A seca no sertão é uma realidade devastadora. Diariamente, milhões de pessoas precisam percorrer diversos quilômetros atrás de água, essencial para a sobrevivência.
A ação realizada por meio do programa Solidários, que tem foco em ajuda humanitária é mais uma parceria do Instituto FAR com o Amigos do Bem, com quem a instituição trabalha lado a lado há 5 anos na educação de crianças e jovens da região, com objetivo principal de acabar com a miséria local por meio de projetos de desenvolvimento e inclusão social.
O anúncio foi realizado na convenção anual Hinode Vision: prepare-se para despertar sua visão de futuro, realizada entre os dias 20 e 22, no Rio de Janeiro. “Há 5 anos fui para o sertão nordestino e fiquei profundamente impactada pela falta de água. A sede no sertão é uma realidade desumana. Desde que incluímos a causa de ajuda humanitária no FAR, pensamos muito em como poderíamos ajudar a levar água para quem não tem acesso e estamos extremamente felizes de, em paralelo às ações já apoiadas de educação, levar o bem mais precioso para essas pessoas. Água é vida”, afirmou Leila Rodrigues, Embaixadora do Instituto FAR.
O programa tem o alcance de 2 mil famílias, totalizando cerca de 10 mil pessoas em Pernambuco, Alagoas e Ceará, que terão acesso a água potável por meio de caminhões pipa.
Em 6 anos de existência o Instituto FAR já alcançou mais de 320 mil vidas por meio de programas próprios e parcerias com cerca de 140 iniciativas sociais. Ao todo foram investidos mais de R$ 10 milhões nos programas sociais, que tem como causas educação e ajuda humanitária, além da doação de 190 toneladas de produtos de higiene pessoal e alimentação.
Para acompanhar as ações do FAR, acesse @institutofar_hinode nas redes sociais.
Sobre o FAR
O Instituto FAR, cujo nome homenageia Francisco e Adelaide Rodrigues, fundadores do Hinode Group, nasceu em 2015 e integra a nossa missão de transformar vidas, por meio de programas e projetos que buscam promover educação entre crianças e jovens e ajuda humanitária para populações vulneráveis.
Fonte:Vanessa Soares (Maxima)
Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 28/02/2023/07:34:26
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Pai procura por filho de 20 anos e sobrinho de 21;ambos desaparecidos em Novo Progresso
O Jovem Ailton Nunes Ferreira Mattos de 20 anos e o sobrinho Luan Ferreira Mattos de 21 anos, estão desaparecidos desde último sábado, 25 de fevereiro em Novo Progresso. (Fotos: Arquivo pessoal)
Os dois estavam em uma residência no bairro Setor Industrial, último contato foi no sábado (25) por volta das 21h00min, depois disto nunca mais foram vistos.
O pai, Anelito Ferreira Mattos, relatou para polícia que estava na área rural, que no sábado, dia 25 de fevereiro, por volta das 21h00min, o filho ligou perguntando se havia dado certo a fazenda, para o rapaz assinar o documento da casa, após este contado nunca mais foi visto.
No domingo, dia 26, o pai foi até a residência, encontrou a importância de R$ 100 (cem reais ) sobre a bancada, saiu para procurá-los e não foram encontrados.
O pai registrou o desaparecimento junto à Polícia Civil nesta segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023.
Informações podem ser passadas para a Polícia Civil, ou para o pai através do telefone (66) 99630 5979; Falar com ANELITO FERREIRA DE MATOS.
Por:Jornal Folha do Progresso em 27/02/2023/07:34:26
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