Denuncia de invasão de terra em Alvorada da Amazônia é falsa;entenda o caso

Conforme foi publicado matéria no Portal do Jornal Folha do Progresso nesta segunda-feira, 13 de março de 2023, a família que é dona da propriedade esclareceu o caso, e a invasão não é confirmada, trata-se de falsa denúncia por pessoa com problemas psicológicos.

“A COMUNIDADE TODA CONHECE A DENUNCIANTE E SABE DOS TRANSTORNOS PSICOLÓGICOS DELA”,

A invasão foi denunciada pela moradora Neli Vieira da Silva, compareceu na DEPOL e registrou o Boletim de Ocorrência, denunciando que um grupo de moradores sem terra invadiram sua propriedade localizada as margens da rodovia BR 163 próximo à comunidade de Alvorada da Amazônia.

Esclarecendo os fatos

Quando alguém provoca indevidamente a atividade do Estado o prejuízo é coletivo, atingindo não apenas uma pessoa determinada, mas também o corpo social. Acusar indevidamente alguém de um crime atinge, simultaneamente, a integridade do indivíduo falsamente acusado e a sociedade como um todo. Devemos lembrar que o Estado é um ente de natureza difusa e, portanto, eventual lesão sofrida por este reflete na população como um todo.

Falsa Denúncia

Trata-se de falsa denúncia, conforme relatos da legítima proprietária,, com manutenção da posse a mais de 30 anos, recentemente recebeu o título do, Incra, a área de pouco mais de 90 hectares, a relatora é uma ex-funcionária,, com problemas mentais, e segundo a fonte estão tomando providências para ajudar no tratamento da Neli.

Barraco

A proprietária, já teve problemas no passado recente, onde os fundos da propriedade foi invadida, sobrou uma pequena área de 92,34 hectares, que hoje está totalmente documentada (Jornal Folha do Progresso teve acesso aos documentos), de posse dos documentos resolveu continuar investindo na área, e contratou empreiteiros, que estão instalados em um barraco de lona para fazer diversos serviços de benfeitorias na propriedade, não são grileiros, afirmou.

Após receber os documentos do INCRA, a dona do imóvel, está investindo, a denúncia feita pela Neli Vieira da Silva, na delegacia de polícia de Novo Progresso, é totalmente equivocada, a família de Neli esta ajudando a proprietária, e sabe do problema mentais  que a denunciante tem, não vamos recorrer à justiça por causa desta denuncia, somos amigos dela e vamos ajudá-la no que for preciso para seu tratamento, argumentou.

A dona do imóvel pede para que as pessoas não se atentem a este caso como invasão, são trabalhadores na propriedade contratados, para melhorias na área, disse.

A dona apresentou todos os documentos, ou seja, constatado que não existe em hipótese nenhuma invasão, pede cautela para população, tento em vista o momento político que vivemos, muitos não concordam com invasão e teme que o pior aconteça, é necessário manter a integridade de quem está trabalhando, concluiu.

Atualizada as 10:36:50 de 14/03/2023

Por: Jornal Folha do Progresso em 14/03/2023/10:45:32

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Raio-que-o-parta: a arquitetura entre cacos e cores no Pará

(Fotos/ credito:© Acervo Rede Raio-que-o-parta) – O modernismo no Brasil foi moldado por diversas faces e concepções ligadas ao progresso e, no âmbito da arquitetura, uma das linguagens estéticas utilizadas para tal foram os painéis compostos por azulejos, como em obras dos artistas Athos Bulcão, Cândido Portinari e Burle Marx.

Na região norte, mais precisamente no Estado do Pará, o movimento moderno chega com adaptações aos padrões locais, com o uso amplo de platibandas encobrindo os telhados, jardins utilizando plantas regionais, esquadrias em madeira, fachadas em lajotas cerâmicas, entre outros. Além disso, engenheiros e arquitetos da época, como Ruy Meira e seu sobrinho Alcyr Meira, foram responsáveis pela composição de diversos murais na região, utilizando azulejos inteiros e em cacos.

É nesse contexto, entre as décadas de 40 e 60 do século XX, que nasce o “Lado B do modernismo paraense” (COSTA et al, 2014), conhecido como Movimento Raio-que-o-parta. Uma apropriação não-erudita das simbologias do modernismo nas residências de grupos que não dispunham de recursos suficientes para a contratação de arquitetos e engenheiros, e que almejavam sua inserção nos signos do novo estilo oficial brasileiro e de status da elite.

A manifestação desse movimento, se deu por meio do uso de cacos de azulejos coloridos em fachadas, na maioria das vezes nas platibandas, compondo formas geométricas como raios, setas, formas de animais, elementos da natureza, símbolos religiosos, entre outros. Estudos apontam que, devido ao estado precário de conservação da estrada Belém-Brasília na época, muitos azulejos acabavam sendo quebrados durante o transporte. Seus cacos eram vendidos a um custo menor, sendo adquiridos por famílias no intuito de compor uma “decoração moderna”.

Raio-que-o-parta: a arquitetura entre cacos e cores no Pará - (Foto/Credito:© Acervo Rede Raio-que-o-parta)
Raio-que-o-parta: a arquitetura entre cacos e cores no Pará – (Foto/Credito:© Acervo Rede Raio-que-o-parta)

Dessa forma, basta andar pelas ruas da cidade de Belém e de diversos municípios do Pará para se deparar com os cacos e cores do Movimento Raio-que-o-parta, que não se limita a uma arquitetura popular, tratando-se de uma manifestação cultural por parte de uma população com anseios de se inserir ao moderno, se tornando um estilo presente no imaginário da população paraense.

A arquiteta Raquel Rolnik, em seu livro “O que é cidade?”, fala sobre a memória coletiva presente nos espaços e a importância da sua preservação quanto registro de vida social, pois existe uma força cultural e um valor social em se preservar a história. Dessa forma, quando se adentra em uma cidade, a arquitetura daquele espaço nos conta uma história, uma forma de identificar o passado e o agora.

Raio-que-o-parta: a arquitetura entre cacos e cores no Pará - (Foto/Credito:© Acervo Rede Raio-que-o-parta)
Raio-que-o-parta: a arquitetura entre cacos e cores no Pará – (Foto/Credito:© Acervo Rede Raio-que-o-parta)

Nos últimos anos, o estilo raio-que-o-parta, apesar do seu valor cultural, tem sofrido recorrentes apagamentos de suas características por meio de pinturas por cima dos azulejos, retirada dos mesmos ou a reconstrução completa das fachadas das residências. Intervenções que rompem com a historicidade da arquitetura regional paraense.

A partir da inquietação dessa situação, no ano de 2020, as amigas Elis Almeida, Elisa Malcher e Gabrielle Arnour, à época estudantes de Arquitetura e Urbanismo, resolveram se unir para dar início a um processo de mapeamento e catalogação dos exemplares de residências Raio-que-o-parta existentes na cidade de Belém, dando origem à um perfil no Instagram (@rederaioqueoparta) que reúne um acervo colaborativo de imagens dessas residências e informações sobre o movimento.

Raio-que-o-parta: a arquitetura entre cacos e cores no Pará - (Foto/Credito:© Acervo Rede Raio-que-o-parta)
Raio-que-o-parta: a arquitetura entre cacos e cores no Pará – (Foto/Credito:© Acervo Rede Raio-que-o-parta)

Atualmente, o projeto “Rede Raio-que-o-parta” tem como proposta tecer conexões através de uma rede de pessoas que perpetuam o movimento, sendo eles os moradores dos raios, artistas, arquitetos, designers, entre outros, que utilizam do símbolo como memória para produção por meio de diversas expressões artísticas, com o propósito de fomentar a discussão do tema relacionado à estética, sustentabilidade, patrimônio e memória.

O objetivo da Rede, para além da criação de um acervo, é de disseminar sobre o Movimento Raio-que-o-parta e a importância dele para a história, cultura e memória coletiva da região, por se tratar de um assunto ainda pouco abordado na academia e por ainda não existir qualquer tipo de política pública de preservação para esse tipo de edificação. Partindo dessa ideia, atualmente a Rede está criando uma cartilha informativa sobre o movimento e vem realizando oficinas, rodas de conversas e formações sobre o estilo.

Raio-que-o-parta: a arquitetura entre cacos e cores no Pará - (Foto/Credito:© Acervo Rede Raio-que-o-parta)
Raio-que-o-parta: a arquitetura entre cacos e cores no Pará – (Foto/Credito:© Acervo Rede Raio-que-o-parta)

Como recentemente, em ação junto ao Projeto Minerva, pertencente à organização sem fins lucrativos Enactus da Universidade Federal do Pará (UFPA), que tem por objetivo capacitar mulheres na construção civil, nesse caso agregando a sustentabilidade aos seus serviços, visando o uso de azulejos avariados que são descartados em obras e lojas de materiais de construção, para a composição de murais Raio-que-o-parta, bem como a qualificação das participantes para a conservação de fachadas já existentes e deterioradas.

Dessa forma, a Rede, junto de seus colaboradores, tem como finalidade gerar o pertencimento da população para com os raios tão presentes no dia-a-dia dos paraenses e, assim, tentar amenizar os efeitos das descaracterizações dessas residências.

Raio-que-o-parta: a arquitetura entre cacos e cores no Pará - (Foto/Credito:© Acervo Rede Raio-que-o-parta)
Raio-que-o-parta: a arquitetura entre cacos e cores no Pará – (Foto/Credito:© Acervo Rede Raio-que-o-parta)

Para ver mais imagens do movimento Raio-que-o-parta, conhecer a Rede Raio-que-o-parta e colaborar com seu trabalho, clique aqui.

Fonte: Raio-que-o-parta

Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 14/03/2023/08:03:31

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Ex-ministro Eliseu Padilha morre em decorrência de câncer aos 77 anos

Velório será aberto ao público, nesta quarta-feira (15), no Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, das 10h às 17h -(Foto>Reprodção)

O ex-ministro Eliseu Padilha morreu, nesta segunda-feira (13), em decorrência de um câncer no estômago descoberto há um mês. Ele estava internado em estado grave no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. A informação foi confirmada pela analista de política da CNN Basília Rodrigues.

Desde a semana passada, o quadro de saúde dele já era “grave e irreversível”, de acordo com assessoria dele, em decorrência de complicações de um mielomona, tipo de câncer que afeta células da medula óssea.

O velório será aberto ao público nesta quarta-feira (15), no Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, das 10h às 17h. Após isso, o corpo será levado ao Angelus Memorial e Crematório para uma cerimônia restrita aos familiares.
Natural de Canela, na Serra Gaúcha, ele deixa a esposa, Simone Camargo, seis filhos e cinco netos.
Padilha se formou em direito pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).
Ele foi prefeito de Tramandaí – no litoral norte do estado – entre e 1989 e 1993. Atuou como deputado federal de maneira ininterrupta entre 1995 e 2011. Durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), foi ministro dos Transportes entre 1997 e 2001.

No governo de Dilma Rousseff (PT), esteve como ministro da Secretaria de Aviação Civil entre 1º de janeiro e 1º de dezembro de 2015.

No mandato de Michel Temer (MDB), foi ministro da Casa Civil entre maio de 2016 e 1º de janeiro de 2019.

Por:Jornal Folha do Progresso em 14/03/2023/07:14:47 com informações da CNN Brasil

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Grupo invade área rural em Novo Progresso

Um grupo de pessoas, invadiram nesta quinta-feira .9 de março, uma propriedade rural as margens da rodovia BR-163, nas proximidades da comunidade de Alvorada da Amazônia (distante aproximadamente 30 km de Novo Progresso). (Foto: Reprodução)

Conforme relatos da proprietária Neli Vieira da Silva, para polícia, os invasores quebraram o cadeado da porteira da propriedade e adentram e construíram barracos de lonas.

A propriedade, que é de posse pacifica da família, foi invadida por um grupo de pessoas que se dominam sem-terra, disse Neli para polícia. Neli afirma que esta não é a primeira vez que invadem a propriedade, que a justiça já lhe concedeu liminar de posse, que os invasores encistem em lhe tomar a propriedade.

Os invasores arrebentaram o cadeado e levantaram os barracos de lona na propriedade.

OUTRO LADO

Denuncia de invasão de terra em Alvorada da Amazônia é falsa

Conforme foi publicado matéria no Portal do Jornal Folha do Progresso nesta segunda-feira, 13 de março de 2023, a família que é dona da propriedade esclareceu o caso, e a invasão não é confirmada, trata-se de falsa denúncia por pessoa com problemas psicológicos.

A invasão foi denunciada pela moradora Neli Vieira da Silva, compareceu na DEPOL e registrou o Boletim de Ocorrência, denunciando que um grupo de moradores sem terra invadiram sua propriedade localizada as margens da rodovia BR 163 próximo a comunidade de Alvorada da Amazônia.

 

Falsa Denúncia

Trata-se de falsa denúncia, conforme relatos da legítima proprietária,, com manutenção da posse a mais de 30 anos, recentemente recebeu o título do, Incra, a área de pouco mais de 90 hectares, a relatora é uma ex-funcionária,, com problemas mentais, e segundo a fonte estão tomando providências para ajudar no tratamento da Neli.

Barraco

A proprietária, já teve problemas no passado recente, onde os fundos da propriedade foi invadida, sobrou uma pequena área de 92,34 hectares, que hoje está totalmente documentada (Jornal Folha do Progresso teve acesso aos documentos), de posse dos documentos resolveu continuar investindo na área, e contratou empreiteiros, que estão instalados em um barraco de lona para fazer diversos serviços de benfeitorias na propriedade, não são grileiros, afirmou.

Após receber os documentos do INCRA, a dona do imóvel, está investindo, a denúncia feita pela Neli Vieira da Silva, na delegacia de polícia de Novo Progresso, é totalmente equivocada, a família de Neli esta ajudando a proprietária, e sabe do problema mentais  que a denunciante tem, não vamos recorrer à justiça por causa desta denuncia, somos amigos dela e vamos ajudá-la no que for preciso para seu tratamento, argumentou.

A dona do imóvel pede para que as pessoas não se atentem a este caso como invasão, são trabalhadores na propriedade contratados, para melhorias na área, disse.

A dona apresentou todos os documentos, ou seja, constatado que não existe em hipótese nenhuma invasão, pede cautela para população, tento em vista o momento político que vivemos, muitos não concordam com invasão e teme que o pior aconteça, é necessário manter a integridade de quem está trabalhando, concluiu.

Atualizada as 10:36:50 de 14/03/2023

Por:Jornal Folha do Progresso em 13/03/2023/17:13:17

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Prefeitos do Pará participarão de evento internacional sobre políticas públicas para a infância em São Paulo

Os prefeitos Luziane Solon, de Benevides, e Darci Lermen, de Parauapebas, estão entre as autoridades já confirmadas no “1º Encontro Brasileiro de Cidades das Crianças” e no “Fórum Internacional das Infâncias”, eventos que serão realizados a partir de sábado, dia 18, na cidade de Jundiaí (SP).

Autoridades e especialistas sobre o tema vão se reunir para discutir, apresentar ações e incentivar propostas com foco na criança, especialmente durante a primeira infância, período mais fértil e decisivo na formação do ser humano.

Luiz Fernando Machado, prefeito de Jundiaí, será o anfitrião desses encontros, que contarão com a presença especial do pedagogo e pensador Francesco Tonucci, mais conhecido como Frato, fundador da Rede Mundial Cidade das Crianças, que vem ao Brasil pela primeira vez.

A Rede Mundial Cidade das Crianças existe há 31 anos e é composta por mais de 200 cidades, em 15 países da Europa e da América Latina. Sua proposta é garantir nas localidades integrantes a liberdade e a autonomia das crianças como condição para que as suas sociedades sejam verdadeiramente democráticas.
“Este será um importante debate que teremos satisfação em participar, não apenas porque temos muito a dizer — e sim porque, para Jundiaí, é muito natural e gratificante a valorização que damos à infância. Porque nós somos, sim, com muito orgulho, a Cidade das Crianças”, diz Luiz Fernando Machado.

Para o “1º Encontro Brasileiro de Cidades das Crianças”, os debates serão nos dias 19 e 20 de março, com os temas “Redes Internacionais”, Promoção da Saúde, “Educação Inovadora” e “Áreas de Brincar”, além de visitas guiadas a equipamentos públicos, a fim de mostrar na prática como as políticas públicas funcionam.

Já a programação do “Fórum Internacional da Infância”, entre os dias 21 e 23 de março, trará os seguintes temas de debate: “Promover a Participação”, “Garantir a Autonomia” e “Direito à Cultura”. No dia 24, das 9h às 12h, acontece a cerimônia de encerramento no parque Mundo das Crianças.
“Estamos muito felizes e honrados com a confirmação da participação de Luziane Solon e Derci Lermen em nosso evento”, conclui o prefeito de Jundiaí. 

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Jundiaí

Por: Jornal Folha do Progresso em 13/03/2023/15:42:28

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Operação Curupira chega para base em Novo Progresso

A primeira etapa da ação embargou garimpos, destruiu maquinários e fez apreensões em São Félix do Xingu – ( Foto> Paulo Cezar / Ag. Pará)

A operação está instalada na sede do Ibama de Novo Progresso-PA. Sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), de Novo Progresso, funcionará como base operacional no município.

A secretaria de segurança pública chegou em Novo Progresso, no sudoeste do estado do Para, para instalar às bases da operação Curupira.

Conforme prometido pelo governo estadual, a operação chegou e vai ficar baseada na cidade de Novo Progresso e outra no distrito de Vila Isol (distante 85 km de Novo Progresso).

Conforme informação, o secretário de Segurança Pública do Estado do Pará, Ualame Machado, vem ainda esta semana para fazer o lançamento da operação em Novo Progresso-PA.

São bases permanentes da operação que combate crimes ambientais, por determinação do governador. Segundo o secretário de segurança Ualame Machado, operação visa combater os crimes ambientais, conforme decreto de emergência decretado pelo Governador Helder Barbalho (MDB).

Leia também:Novo Progresso, Itaituba e Altamira entre os 15 municípios declarados em estado de emergência ambiental pelo governo do Pará

Novo Progresso saiu da lista e não aparece como o município que mais desmatou no mês de fevereiro – apareciam antes. As forças de segurança estão agindo não só para enfrentar o desmatamento, mas também a extração de madeira e o garimpo ilegal.

A Operação Curupira, deflagrada no último dia 15 para combater o desmatamento, a exploração ilegal de recursos naturais, incêndios florestais e outros atos ilícitos que causam impactos ao meio ambiente.  Em Novo Progresso, será implantada uma base fixa que coordenará ações planejadas especificamente para as áreas do município.

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Foto> Paulo Cezar / Ag. Pará)

A estratégia de implantar e manter bases fixas nos pontos estratégicos dos municípios tem sido o diferencial na Operação Curupira, já que reforça a presença do Estado de forma permanente para inibir as ações criminosas na área, como tem sido observado desde a chegada dos agentes no município. A operação não tem data para encerrar.

OPERAÇÃO CURUPIRA EM NOVO PROGRESSO-PA

A implantação da ‘Base Novo Progresso’ faz parte da terceira fase da “Operação Curupira”, que envolve, somente, nesta base, 85 agentes de segurança e a utilização de um helicóptero para apoio logístico. Servidores da Semas iniciaram os trabalhos no município, com o objetivo de fiscalizar e atuar na prevenção de crimes ambientais, com ênfase na diminuição do desmatamento da floresta amazônica na região.

O coordenador de fiscalização ambiental da Semas, Tobias Brancher, informou sobre a atuação da secretaria. “A Semas através do nosso Centro de Monitoramento detecta alvos de interesse onde estão ocorrendo ilícitos ambientais. A partir da nossa assessoria de inteligência corporativa faz depuração desses alvos para repassar às equipes de fiscalização e com o apoio das forças de segurança para fazer cessar o crime ambiental. A prioridade são os locais em que há o desmatamento ativo e posteriormente lavrar os procedimentos cabíveis”.

Orientações – Na manhã desta segunda (13), uma reunião de alinhamento aconteceu na base operativa “Sargento João de Luiz de Maria Pereira”, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com a presença das equipes de gestores e coordenadores das ações para Novo Progresso. O local funcionará como base operacional no município.

Primeiramente as equipes receberam todas as diretrizes operacionais, que serão realizadas a partir de então, e depois seguiram para as atividades de incursão nas áreas já levantadas.

Suportes – As equipes especializadas da Polícia Militar estarão no apoio operacional para as equipes em solo. Segundo o comandante de Missões Especiais (CME), coronel PM Jorge Araújo, mais de 50 homens e mulheres estarão empregados “Através do nosso departamento de operações deslocamos tropa da capital e também dos municípios de Santarém e Marabá para fazer frente a essa nova sede, contribuindo de forma integrada com o Sistema de Segurança Pública. Vamos ter equipes especializadas para dirimir qualquer animosidade e salvaguardar nosso efetivo nas ações”, pontuou.

Imagem panorâmica da base fixa do (IBAMA) para as forças de segurança e de órgãos ambientais em Novo Progresso
Imagem panorâmica da base fixa do (IBAMA) para as forças de segurança e de órgãos ambientais em Novo Progresso -Foto> Paulo Cezar / Ag. Pará)

Todos os procedimentos realizados serão recebidos pela Polícia Civil e dado o encaminhamento necessário, aponta o Diretor de Polícia do Interior, delegado Henisson Jacob.

“A Polícia Civil como parte do sistema público de segurança pública não poderia ficar de fora. Nossos servidores estarão atentos no que compete a parte de polícia judiciária como também na ostensividade, integrados com a Polícia Militar. Vamos confeccionar todos os procedimentos necessários, de acordo com a gravidade do crime, e encaminhá-los para a Justiça”, enfatizou.

Nas ações de defesa civil e combate a incêndios, o Corpo de Bombeiros atuará alinhado às demais forças. Para o subcomandante operacional do Corpo de Bombeiros, Coronel Erivaldo Cardoso“ o corpo de bombeiros assim como nas frentes de São Félix e Uruará estará com militares no serviço de combate à incêndio florestal e atendimento pré-hospitalar das guarnições empregadas na operação. De modo geral, como os indícios pontuam poucos focos de incêndio, vamos estar de forma mais intensa na prevenção do efetivo”,

Operação Curupira – Participam das ações as polícias Militar, Civil e Científica; Corpo de Bombeiros Militar; secretarias de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e de Administração Penitenciária (Seap). O Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp), vinculado à Segup, é responsável pelo apoio logístico e aéreo nas ações. (Texto de André Macedo / Ascom Segup)

Por: Jornal Folha do Progresso em 13/03/2023/15:27:21

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Estudo aponta que 40% do ouro ilegal na Amazônia vem do Pará

(Foto:Divulgação PF) – A extração de ouro com indícios de ilegalidade no Brasil ultrapassa 52,8 toneladas, o que representa a metade de todo o mineral extraído no país. São oriundos de atividades ilegais em terras de conservação, como as indígenas, crime que acabou sendo revelado ao Brasil e ao mundo com a tragédia do povo Yanomami, onde a exploração e o comércio do ouro têm mostrado o lado mais cruel.

Calcula-se que, entre 2015 e 2020, 229 toneladas de ouro com indícios de ilegalidade foram comercializadas no Brasil. Documento produzido pelo Ministério Público Federal revela que a mineração ilegal de ouro está presente em praticamente todos os estados da Amazônia Legal – Pará, Amazonas, Rondônia, Roraima, Amapá, Tocantins, Mato Grosso – normalmente camuflada sob o título de “garimpo”.

Elaborado por procuradores da República integrantes da Força-Tarefa Amazônia e por procuradores do Trabalho, o estudo “Mineração Ilegal de Ouro na Amazônia: Marcos Jurídicos e Questões Controversas” mostra que o ouro – ativo financeiro de enorme importância estratégica para as finanças nacionais – “esvai-se pelas fronteiras com pouco ou nenhum controle das agências públicas, ao mesmo tempo que recursos hídricos são contaminados por mercúrio e parcelas da floresta são postas abaixo na busca por novos veios, e o tão prometido desenvolvimento econômico não chega”.

Um dos mais importantes documentos sobre a origem do ouro ilegal que sai do Brasil foi publicado pelo Instituto Escolhas, organização que desenvolve e compartilha estudos e análises sobre temas fundamentais para o desenvolvimento sustentável nacional. O “Raio X do Ouro”, elaborado a partir da análise de mais de 40 mil registros de comercialização de ouro e imagens de extração, revela que a produção anual estimada de ouro no Brasil é de 97.158 kg (baseado em dados de 2021), sendo que mais de 52.806 quilos são extraídos com indícios de ilegalidade.

Quase dois terços desse ouro (61%) saíram da Amazônia: foram identificadas 32 toneladas com origem nos estados da região com alguma indicação de irregularidade. O ouro saiu principalmente do Mato Grosso (16 toneladas) e do Pará (13,6 t), e ainda de Rondônia, Tocantins, Amapá e Amazonas, segundo dados levantados pelo Instituto Escolhas.

De acordo com o estudo, entre as empresas envolvidas na comercialização de ouro com indícios de ilegalidade, estão as quatro principais Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (DTVMs) que compram ouro de garimpos na Amazônia: a F.D’Gold, a OM (Ourominas), a Parmetal e a Carol.

Entre 2015 e 2020, essas empresas movimentaram um terço de todo o volume com indícios de ilegalidade, ou 79 toneladas. Isso significa que 87% de suas operações são duvidosas. Três delas – a F.D’Gold, a Carol e a Ourominas – já fazem parte de ações judiciais recentes do Ministério Público Federal (MPF), que pedem a suspensão de suas atividades pela comercialização de ouro ilegal no Pará.

Essas quatro empresas comercializaram um total de 90 toneladas de ouro. De acordo com o “Raio X do Ouro”, no montante há 50 toneladas sem informações sobre os títulos de origem. Há também 13,5 toneladas que tiveram origem em 352 títulos sem indícios de extração ocorrendo, ou seja, títulos que podem ser considerados “fantasmas”. Outras 14 toneladas foram compradas de 167 títulos com indícios de extração para além dos limites geográficos autorizados e 1,5 tonelada veio de quatro títulos sobrepostos a Unidades de Conservação onde a mineração não é permitida.

OPERAÇÕES

A Polícia Federal no Pará tem realizado operações para investigar organizações criminosas voltadas para a prática de extração ilegal de ouro no Estado. No mês passado foram feitas seis operações contra garimpos ilegais. As ações tinham como alvo quem atuava no território e quem estava nos bastidores envolvido com a distribuição do ouro e lavagem do dinheiro.

No início de fevereiro, os agentes da PF destruíram máquinas de garimpo na região às margens das terras indígenas Ituna-itatá e Arará Volta Grande do Xingu, no sudoeste do Pará. Outra operação, realizada na Terra Indígena Yanomami, focou a interrupção da logística do crime, com foco na inutilização da infraestrutura utilizada para a prática do garimpo ilegal, bem como a materialização das provas sobre a atividade criminosa.

A operação mais recente reuniu cerca de 30 policiais federais que cumpriram mandado de busca e apreensão em uma mineradora no distrito de Água Branca, município de Itaituba, com o objetivo de identificar o local da extração mineral e coletar amostras de ouro para o Banco Nacional de Perfis Auríferos, projeto integrante do Programa Ouro Alvo. Durante o cumprimento do mandado, uma pessoa foi presa em flagrante por posse de arma de fogo com numeração raspada.

A maior operação teve início no Pará e foi coordenada pelo delegado da PF paraense Vinícius Cerpa e mirou um grupo suspeito de contrabandear ouro ilegal da Amazônia para o exterior. A Justiça bloqueou R$ 2 bilhões em contas desses contrabandistas suspeitos de usarem notas fiscais eletrônicas para “esquentar” ouro extraído de garimpos ilegais no Pará. O esquema facilitava o envio do ouro para quatro países: Itália, Suíça, China e Emirados Árabes. Segundo a investigação, entre 2020 e 2022, a fraude na emissão de notas fiscais chegou a R$ 4 bilhões, o equivalente a 13 toneladas de ouro.

Por:Jornal Folha do Progresso em 13/03/2023/11:06:16 com informações do portal Diário do Pará

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Decisão do STF cria insegurança jurídica sobre posse de armas, afirmam CACs

Governo Lula criou restrições e modificou as regras para compra e porte de armas de fogo; deputados armamentistas e adeptos da modalidade criticam a medida. – (Foto: Reprodução)

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o decreto de armas assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 1º de janeiro passou a causar insegurança jurídica aos Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs). Na Suprema Corte, a maioria dos ministros votaram de maneira favorável à manter suspensos os processos em instâncias inferiores da Justiça, que discutem a legalidade do novo decreto de armas do governo Luiz Inácio Lula da Silva passou a gerar apreensão.

O entendimento do plenário virtual seguiu o voto do relator do caso, magistrado Gilmar Mendes. A ação foi apresentada pela Advocacia-Geral da União (AGU) com pedido para que a Corte reconhecesse que as novas regras estão de acordo com a Constituição e as leis. O ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), criou uma portaria que todos os CACs devem fazer o recadastramento das armas até o final de março. De acordo com Dino, quem não cumprir a decisão estará infringindo o estatuto do desarmamento.

O deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) criticou a medida do governo confirmada inicialmente pelo STF. “Qual o problema dessa decisão do STF? A portaria 299 criou um novo crime, de não recadastrar sua arma de fogo. Essa portaria, novo crime, viola o princípio da legalidade. O princípio basilar do direito penal.

Não há crime em lei anterior que a defina. Agora, no Brasil, nós inauguramos uma nova modalidade de crime, de crime criado por portaria do Ministério da Justiça. Absolutamente inconstitucional”, declarou. O parlamentar e outros parlamentares apresentaram mudanças no Congresso para mudarem a medida.

Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 13/03/2023/10:19:21 com informações do portal   Por Jovem Pan/repórter David de Tarso

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Motociclista fica ferido após colisão com micro-ônibus da prefeitura em Novo Progresso

Neste domingo, 12 de março de 2023, uma motociclista ficou ferida ao colidir com um micro-ônibus na avenida Brasil, área central da cidade de Novo Progresso.  (Foto:Reprodução)

A equipe do SAMU, foi acionada para socorrer o motociclista que pilotava moto Honda Fan 125cc, de cor preta, placa NST 3700, da cidade de Santarém.  O piloto foi lançado após a motocicleta colidir de frente com o micro ônibus da secretaria de saúde do município. O condutor da moto apresentava fratura exposto em uma das pernas, e tinha sinas de embriagueis. Após receber os primeiros socorros, foi transportada ao Pronto Socorro do Hospital Municipal de Novo Progresso.

Os passageiros e motorista do micro ônibus não tiveram ferimentos.

Conforme relatos de testemunhas, o motociclista Francinaldo do Valle, de 48 anos, trefegava na contramão da avenida Brasil, o motorista do micro ônibus tentou desviar, mas a motocicleta acabou colidindo com o micro ônibus. Francinaldo teve fratura exposta e uma das pernas, está sendo transferido para Hospital Regional de Itaituba.

Já o condutor do micro-ônibus nada sofreu, permaneceu no local aguardando o policiamento de trânsito.

Fonte /Por: Jornal Folha do Progresso em 13/03/2023/08:21:52

Veja nota da prefeitura

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Francinaldo do Valle, de 48 anos, trefegava na contramão da avenida  (Foto: Reprodução)
Francinaldo do Valle, de 48 anos, trefegava na contramão da avenida (Foto: Reprodução)

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Cunhada acusa vereador de agressão

Cunhada acusa vereador de agressão em Porto de Moz  -(Foto: Reprodução)

   “Eu estou mandando essa foto bem aí, porque eu fui agredida pelo vereador formiga, que é uma autoridade, ele bateu no meu rosto.”

Após publicar um vídeo confirmando as agressões e desmentido a nota publicada pela esposa do parlamentar, a vítima das agressões conversou com o Site Confirma Notícia. O caso teria acontecido na última sexta-feira (10), durante uma confraternização no bairro Maturu, onde o vereador mora. Vítima e agressor são primos de segunda grau e cunhados, e convivem há mais de 30 anos. Os dois estavam no mesmo local quando uma discussão entre a vítima e a atual esposa do vereador teria começado.

De acordo com um parente da vítima, as duas começaram a discutir depois que a atual esposa do vereador tratou mal uma das filhas do parlamentar, Benedita Marques Soares de 49 anos tentou intervir nos xingamentos destinados à adolescente, e foi agredida verbalmente pela esposa do vereador Jaci Soares Corrêa, do PTB. Em áudio enviado ao Site Confirma Notícia, a vítima descreveu parte da confusão.

“o irmão do vereador me segurou, aí o formiga voou pra me bater, aí que foi o outro irmão dele segurou ele, a mulher do irmão dele e a mulher do outro irmão dele que tava seguro, foram três pra segurar ele, aí eu peguei e sai pra fora, saíram pra fora me segurando, pra fora da casa. Quando eu tava lá fora eu quis pegar minha sandália, aí ele disse que eu não tinha nada o que fazer, de ficar tomando questão dos outros.”

No meio da discussão, o vereador empurrou Benedita Marques, que gritou por ajuda. A briga continuou e para se defender do parlamentar, a mulher atirou um copo nele. Muito irritado, Jaci Soares teria dado o primeiro soco na vítima, que após cair no chão, ainda levou outro soco. Nesse momento quem estava no local segurou o vereador, e a polícia foi acionada.

A chegada dos policiais militares pôs fim à confusão. A vítima foi levada para o hospital e registrou a ocorrência contra o parlamentar, e em seguida foi atendida pelo Centro de Atenção Psicossocial, em Porto de Moz. O caso está sendo investigado pela polícia que apura as denúncias e deve ouvir os envolvidos.

Por telefone nós tentamos contato com o vereador Jaci Soares, mas ele não atendeu às nossas ligações. Uma nota de esclarecimentos foi publicada no perfil da esposa do parlamentar, onde ele nega as agressões, e afirma que a única ação tomada pelo vereador foi tentar tirar Benedita do local. De acordo com a nota, a mulher estaria bêbada, e incomodando quem estava na casa, e após irritar a esposa do vereador, foi retirada pelo próprio Jaci, por duas vezes. A nota encerra reafirmando que em nenhum momento o parlamentar agrediu a mulher.

Íntegra da nota:

ab820ced507010e1360b568502dccec29a0519b0

Por:Jornal Folha do Progresso em 12/03/2023/11:06:16 com informações do portal confirmanoticia

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