Locais de prova para concurso do Banco do Brasil no Pará são divulgados

Provas do certame ocorrem no domingo (23) em sete municípios do estado
Seleção do banco público oferta 77 vagas imediatas no Pará.
Os candidatos do concurso público para escriturário do Banco do Brasil já podem consultar os locais de prova. As informações e o cartão de confirmação de inscrição estão disponíveis no site da Fundação Cesgranrio, que é a banca responsável pela organização do certame. No total, há 6 mil vagas em todo Brasil. Já no Pará, são 77 vagas imediatas e 19 para cadastro reserva.

O edital do concurso prevê a realização de provas objetivas e de redação no próximo domingo (23), das 13h30 às 18h30. No estado, as provas serão aplicadas nos municípios de Belém, Castanhal, Marabá, São Félix do Xingu, Santarém, Altamira e Breves.

Já em relação à lotação dos aprovados poderá ocorrer nos municípios de Acará, Ananindeua, Belém, Benevides, Mocajuba, Santa Izabel do Pará, Santo Antônio do Tauá, Tailândia, Vigia, Augusto Corrêa, Castanhal, Dom Eliseu, Igarapé-Açu, Ipixuna do Pará, Irituia, Marapanim, Paragominas, Salinópolis, São Domingos do Capim, Ulianópolis, Baião, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Goianésia do Pará, Itupiranga, Jacundá, Marabá, Parauapebas, São Domingos do Araguaia, Floresta do Araguaia, Redenção, São Félix do Xingu, Itaituba, Juruti, Monte Alegre, Novo Progresso, Óbidos, Santarém, Almeirim e Altamira.

As vagas da seleção estão distribuídas em dois perfis: agente comercial e agente de tecnologia. O primeiro é o escriturário tradicional, que atua no banco, principalmente no atendimento ao cliente nas agências espalhadas pelo país. Já o segundo atua na área de TI e exerce a função no Distrito Federal, em Brasília.

A remuneração inicial para o cargo de escriturário é de R$ 3.622,23 e dá direito a auxílios e benefícios, como participação nos lucros ou resultados, vale-transporte, auxílio-creche; ajuda alimentação/refeição, auxílio a filho com deficiência, previdência complementar, acesso a plano de saúde, plano odontológico básico e programas de educação e capacitação.

Serviço: Para conferir seu local de prova e obter seu cartão de confirmação, acesse o site da Fundação Cesgranrio.

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 20/2023/06:47:27 com informações do portal O Liberal

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Tiktoker “pai” de capivara é multado em R$ 17 mil pelo Ibama

Conhecido por compartilhar vídeos carinhosos com a capivara Filó, Agenor Tupinambá terá de pagar multa e entregar o anima. (Foto>Reprodução)

Agenor Tupinambá, conhecido por compartilhar no TikTok a rotina de amizade com a capivara Filó e outros animais, foi denunciado pelo Ibama, nesta terça-feira (18/4), por suspeita de maus-tratos, abuso e exploração animal. O fazendeiro terá de pagar multa de R$ 17 mil.

Nas redes sociais, Agenor mostrava o cotidiano da fazenda na qual mora, em Autazes, interior do Amazonas. O tiktoker compartilhava momentos de carinho e cuidado com os animais. Em especial, a capivara Filó protagonizava as postagens e fazia sucesso com os seguidores.

O fazendeiro divulgou, nesta terça-feira (18/4), em seu perfil no Instagram, uma nota de esclarecimento, na qual lamenta as acusações e relata a relação de carinho que nutre pelos animais.

“Eu cresci no meio do mato e lá nasceu a minha paixão pelos animais. Eu só saio de lá para estudar agronomia na capital, curso que escolhi para poder servi-los ainda mais. De todas as surpresas que a fama na internet me trouxe, eu jamais imaginei que seria acusado de abuso, maus-tratos e exploração contra animais”, conta.
Assista reportagem da Band Jornalismo (vídeo abaixo)

https://youtu.be/FOt7ZDKP2Vg

Um trecho do texto faz alusão a um suposto assassinato de animal, mas não há esclarecimento do que se trata: “Também fui acusado de matar um animal do qual todos são testemunhas que só dediquei amor e fiz tudo que podia para preservar sua vida”.

Na nota, Tupinambá ainda conta que foi notificado a apagar todas as publicações que envolvessem os animais e que terá de entregar a capivara Filó a um centro de tratamento animal, sob a acusação de retirá-la do habitat natural. “Se tem alguém que mora no habitat natural de alguém sou eu, não os animais”, contrapõe.

“Lamento profundamente o que está acontecendo e só eu sei a dor que estou sentindo”, finaliza. As postagens com Filó e outros animais já foram apagadas dos perfis de Agenor. Nos comentários, seguidores apoiam o fazendeiro e cobram do Ibama que desista da ação.

 Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 20/2023/06:47:27 com informações do portal Metropoles e BAnd

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Medo e insegurança para evitar o pânico, escolas cancelam aulas nesta quinta-feira,20

(Foto: Ilustrativa) – Após recentes ataques em escolas no Brasil, o medo e insegurança chega até a rede pública de Novo Progresso-PA.

Temendo o tempo todo, o medo de ataques faz colégios cancelar aulas nesta quinta-feira, 20 de abril de 2023 em diversos municípios Brasileiros.

Em Novo Progresso, não haverá aula nesta quinta-feira, 20 de abril, para conselho de classe, conforme notas de algumas direção escolar para os pais dos alunos. “Não haverá aula nesta quinta-feira,20 de abril na rede municipal de ensino de Novo Progresso-PA”.

Os pais, não tem certeza da segurança escolar, o medo do pior permanece! A dúvida de levar o filho a escola e ficar em casa, continua.

As entidades estão convocando a todos para uma caminhada Novo Progresso pela Paz nas Escolas- “SER DO BEM FAZ O BEM”.  – As 16 h no posto figueira!

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Ameaças – Escolas e redes de ensino de Novo Progresso, têm reagido de diferentes formas a boatos e mensagens de ameaças que circulam nas redes sociais e anunciam supostos ataques para esta quinta (20).

Leia mais:Denuncia – Estão escondendo a verdade; facas são encontradas dentro de escola em Novo Progresso

*Prefeito diz que ataque as escolas é brincadeira de alunas para gerar pânico nas escolas, e virou modinha para não ter aula

*Escolas de Novo Progresso já contam com ronda policial durante o horário escolar;Vídeo

Adolescente é apreendido após escrever ameaça de massacre na parede da escola em BH (Foto:Reprodução)
Adolescente é apreendido após escrever ameaça de massacre na parede da escola em BH (Foto:Reprodução)

A maioria das cidades Brasileiras, admitiu o medo e a falta de segurança escolar e adotou, medida de alterar a programação e até suspender aulas para tranquilizar pais e alunos, outras mantêm suas atividades e reforçam comunicação sobre medidas de segurança.

Novo Progresso-PA – Prefeito e secretaria de Educação negam qualquer possibilidade de ocorrência e lamentam disseminação de conteúdos falsos na internet que geram uma onda de pânico iniciada após dois recentes atentados em cidades Brasileiras, a exemplo dos últimos acontecimentos em São Paulo e em Santa Catarina que se intensificou para todos os estados.

O motivo da maior apreensão nessa data é a lembrança de dois eventos: o massacre de Columbine, que resultou na morte de 15 pessoas nos Estados Unidos em 1999, e o aniversário do ditador nazista Adolf Hitler. A preocupação é com o chamado efeito contágio, quando informação sobre um ataque pode incentivar planos similares.

O governo federal deflagrou operação nesta quarta-feira, 19 de abril de 2023, em diversos estados para apreender autores dos quase 800 perfis nas redes sociais dedicados a reproduzir mensagens de ódio, que foram identificados nos últimos dez dias.

Em Novo Progresso, o problema não é somente nas escolas públicas, as escolas particulares, também vivem o momento de tortura com as ameaças.  Diferente da pública, que é o caso que aconteceu em Novo Progresso, a direção da escola particular chamou todos os pais e comunicou a ameaça, mostrou e pediu ajuda para os pais e responsáveis para identificar os autores. De imediato colou segurança na escola. A conduta varia. Conforme foi divulgado pela prefeitura em reunião conjunta, os autores das ameaças em escolas públicas, foram identificados, mas não houve punição, muito menos orientação aos pais e responsáveis, sobre tal dimensão das ameaças. Não passou de uma brincadeira, de adolescentes, disse a nota pública. A polícia Investiga os casos, disse o prefeito.

Redes Sociais- Nas redes os pais e alunos comenta e rebatem esta opinião pública; “A escola não pode tratar isso como pouca coisa”, comentam. “A segurança física das crianças precisa ser preservada, assim como a segurança psicológica das famílias, que mal conseguem sair para trabalhar por preocupação.”

Em nota, a Secretaria de Educação de Novo Progresso pede para que os pais estejam atentos para o que os filhos levam à escola. Além disso, afirma que a Polícia Militar realiza ações de prevenção, como programas de combate a agressores ativos junto a unidades de ensino, para garantir a proteção da comunidade escolar do município.

Mesmo identificados os autores, nenhum aluno foi preso, por ameaça e incitação ao pânico nas redes sociais e nas escritas em banheiros de escolas de Novo Progresso.

Os pais ficaram muito preocupados com os boatos. “Como há preocupação por tudo o que é compartilhado, todas as ameaças de ataques a vários locais, eu não estou deixando meus filhos irem à escola, até que isto acabe”, relatou mãe de aluno a reportagem do Jornal Folha do Progresso.

Enfim o Alerta Continua!

Assista ao video que anuncia as medidas de segurança em Novo Progresso (abaixo)

https://youtu.be/KM7oZ-zUJvA

 

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 19/2023/21:42:17

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Gonçalves Dias pede demissão do GSI após vídeo em que aparece no Planalto durante invasão

Gonçalves Dias (GSI) — Foto: José Cruz/Agência Brasil

Pedido foi feito após reunião de Dias com Lula e outros ministros no Palácio do Planalto.

Imagens mostram atuação do ministro durante atos golpistas de 8 de janeiro.

O general Gonçalves Dias pediu nesta quarta-feira (19) demissão do cargo de ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República.

O pedido ocorre após vídeo mostrando o ministro no Palácio do Planalto durante invasões golpistas de 8 de janeiro.

O general da reserva pediu demissão após reunião com Lula e chefes de outras pastas, no Palácio do Planalto. Ele é o primeiro ministro a deixar o governo no terceiro mandato de Lula.

Em entrevista à TV Globo, Dias afirmou que estava no Planalto para retirar manifestantes. “Eu entrei no palácio depois que o palácio foi invadido e estava retirando as pessoas do 3º e 4º piso, para que houvesse a prisão no 2º”, afirmou. O general também disse que sua imagem foi retirada do contexto.

A atuação do GSI durante os atos de 8 de janeiro, em que apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, é alvo de críticas.
A presença e a atuação de Dias no Palácio do Planalto, sede do Executivo, no dia dos atos foi divulgada em vídeo pela CNN Brasil.
As imagens mostram Gonçalves Dias e funcionários do GSI circulando entre os invasores no Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro.
Um dos funcionários do GSI conversa com invasores e os cumprimenta. Outro trecho mostra servidores do órgão entregando água aos vândalos.

Justificativa do GSI

O GSI divulgou nota para justificar a presença do chefe do órgão no Palácio do Planalto, na qual afirma que as imagens mostram a “atuação dos agentes de segurança que foi, em um primeiro momento, no sentido de evacuar os quarto e terceiro pisos do Palácio do Planalto”.

“A respeito de reportagem veiculada no dia de hoje, sobre os ataques do 8 de janeiro, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) esclarece que as imagens mostram a atuação dos agentes de segurança que foi, em um primeiro momento, no sentido de evacuar os quarto e terceiro pisos do Palácio do Planalto, concentrando os manifestantes no segundo andar, onde, após aguardar o reforço do pelotão de choque da PM/DF, foi possível realizar a prisão dos mesmos”, explicou o GSI.

Segundo o blog do Camarotti, a situação de Dias foi agravada porque o presidente Lula lhe pediu as imagens de frente do gabinete presidencial durante a invasão, mas Dias, segundo fontes, respondeu que elas estavam indisponíveis.

Em nota divulgada após o pedido de demissão, a Secretaria de Comunicação da Presidência diz que “a violência terrorista que se instalou no dia 8 de janeiro contra os Três Poderes da República alcançou um governo recém-empossado, portanto, com muitas equipes ainda remanescentes da gestão anterior, inclusive no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que foram afastados nos dias subsequentes ao episódio”.

O órgão afirma que 81 militares, inclusive do GSI, já foram ouvidos no inquérito sobre os atos e que “o governo tem tomado todas as medidas que lhe cabem na investigação do episódio”.

Envolvimento de militares com atos

O GSI, formado majoritariamente por militares, é o órgão responsável pela segurança das instalações da Presidência da República. Até o início de 2023, também fazia a segurança pessoal do presidente e de seus familiares.

Mas Lula decidiu ter sua segurança composta por policiais federais, alguns que já o acompanharam durante a campanha presidencial.

Lula e boa parte do governo têm receio da atuação de militares no núcleo da administração federal. A quantidade de militares que participaram do governo Bolsonaro deixou a impressão no governo petista de que parte das Forças Armadas assumiu uma atuação ideológica.

Vídeos gravados durante o dia 8 de janeiro mostram, por exemplo, o então comandante do Batalhão de Guarda Presidencial (BGP) pedindo uma atuação mais branda da Polícia Militar do Distrito Federal com os invasores.

Quem é Gonçalves Dias?

Marco Edson Gonçalves Dias é natural de Americana (SP). Ele entrou para o Exército em 1969, por meio da Escola Preparatória de Cadetes do Exército. Cursou a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais em 1986 e a Escola de Comando e Estado Maior do Exército em 1994.

Chegou a ocupar o cargo de Comandante da Sexta Região Militar e a comandar o 19° Batalhão de Infantaria Motorizado. Foi alçado ao cargo de general e, atualmente, está na reserva (como os militares chamam a sua aposentadoria).

Dentro do governo, já foi Secretário de Segurança da Presidência da República do governo Lula e chefe da Coordenadoria de Segurança Institucional da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 19/2023/21:06:13 com informações do G1

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Novo Progresso na lista de municípios paraenses afetados por desastres receberão repasses federais de quase R$ 3 milhões

Transtornos foram causados por chuvas intensas em Pacajá, uma das cidades beneficiadas pela verba (Divulgação: Defesa Civil Municipal de Pacajá)

Os primeiros recursos devem ser destinados a ações de proteção e defesa civil em Pacajá, Trairão e Xinguara.

Transtornos foram causados por chuvas intensas em Pacajá, uma das cidades beneficiadas pela verba
Os municípios paraenses de Pacajá, Trairão e Xinguara receberão quase R$ 3 milhões em recursos que devem ser destinados a ações de proteção e defesa civil. A medida foi autorizada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), na última segunda-feira (17), e beneficia 27 cidades brasileiras afetadas por desastres, com recursos que somam R$ 12,5 milhões.

Leia também:Governo Federal decreta “situação de emergência” em Novo Progresso e 33 cidades do País atingidas por desastres

No Pará, a cidade de Pacajá, no sudoeste do estado, receberá o repasse de mais de R$ 1,7 milhão. O recurso será usado para a compra de cestas básicas, colchões de solteiro, redes e kits dormitório, de higiene pessoal e de limpeza. Trairão, na mesma região, vai usar mais de R$ 1 milhão para a compra dos mesmos itens. Os dois municípios foram afetados por chuvas intensas.

Já Xinguara, na região sudeste do estado, atingida por enxurradas, será beneficiada com quase R$ 100 mil para aquisição de cestas básicas, colchões, redes e kits de higiene pessoal e limpeza.

De acordo com o MIDR, a quantia do repasse é definida a partir de “critérios técnicos da Defesa Civil Nacional e variam conforme o valor solicitado no plano de trabalho, magnitude do desastre e número de desabrigados e desalojados, entre outros parâmetros”.
Situação de emergência

O Brasil tem, no momento, 1573 municípios com reconhecimento federal de situação de emergência vigente devido a desastres, como chuvas intensas, inundações e estiagem. No Pará, são 27 cidades aptas a solicitar recursos do MDIR para atendimento à população.

Segundo a mais recente atualização do Sistema Integrado de Informações Sobre Desastres (S2ID), estão listados: Abaetetuba, Acará, Água Azul do Norte, Aveiro, Baião, Belterra, Bom Jesus do Tocantins, Bujaru, Cametá, Concórdia do Pará, Dom Eliseu, Igarapé-Açu, Itupiranga, Jacareacanga, Mocajuba, Mojuí dos Campos, Monte Alegre, Novo Progresso, Oriximiná, Pacajá, Placas, Ponta de Pedras, Rurópolis, São Geraldo do Araguaia, Trairão, Tucuruí e Xinguara.

Além das três cidades paraenses que tiveram o repasse autorizado na última segunda, outros municípios já receberam recursos federais em outros momentos. No mês passado, Igarapé-Açu, Aveiro, Rurópolis e Mojuí dos Campos foram beneficiadas com mais de R$ 5 milhões. Desde o início do ano, o ministério já fez o repasse de mais de R$ 442 milhões em ações de proteção e defesa civil em todo o Brasil.

A solicitação de recursos a cidades em situação de emergência reconhecida pela Defesa deve ser feita por meio do S2iD.

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 19/2023/06:47:27

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FAB e Ibama destruiu avião de garimpeiro,após fechamento de espaço aéreo na Terra Yanomami

Avião destruído durante ação de repreensão ao garimpo ilegal, na Terra Yanomami. — Foto: FAB/Divulgação

Avião usado por garimpeiros é destruído pela FAB e Ibama após fechamento de espaço aéreo na Terra Yanomami
Ação foi realizada em uma pista de pouso não homologada. Tripulantes da aeronave fugiram antes da chegada dos agentes de fiscalização.

Mais uma aeronave usada por garimpeiros ilegais foi destruída após a desativação dos corredores aéreos legais na Terra Indígena Yanomami, em Roraima. A informação foi divulgada na noite dessa terça-feira (18) pela Força Aérea Brasileira.

Leia também:FAB – Operação conjunta destrói aeronave em garimpo ilegal
O avião de pequeno porte foi queimado em ação conjunta da FAB e do Ibama. Deflagrada a partir de ações de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (IVR), a operação realizada ocorreu no espaço aéreo da região Norte do território, na última sexta-feira (14).

A liberação dos corredores aéreos para saída voluntária de garimpeiros da Terra Indígena Yanomami por voos privados foi encerrada no dia 6 de abril. Com isso, o controle do espaço aéreo foi retomado pela FAB.

No dia em que ocorreu a nova operação, pilotos da FAB identificaram um avião voando irregularmente na região e um caça A-29 Super Tucano, da Força Aérea, foi acionado para realizar a missão de Alerta em Voo.

Inicialmente, o caça realizou acompanhamento discreto, identificando a matrícula do avião e confirmando que se tratava de um voo ilícito. Ainda sob monitoramento, o avião pousou em uma área de garimpo ilegal, decolou e deslocou-se para outra área de pouso.

Durante toda a ação, um helicóptero transportava os agentes do Ibama até o local do último pouso, em uma pista não homologada. Os tripulantes fugiram antes da chegada dos agentes, que destruíram a aeronave logo em seguida.

Controle do espaço aéreo

Antes da desativação, o presidente Lula (PT) determinou o controle do espaço aéreo na região, como forma de combater o garimpo ilegal e impedir a chegada de equipamentos ilegais e garimpeiros.

O frete aéreo é o modo mais caro para se acessar os garimpos instalados na floresta. Os garimpeiros comentam que atualmente os voos clandestinos custam R$ 15 mil por pessoa – antes, custavam R$ 11 mil.

Inicialmente, os voos encerariam no dia 13 de fevereiro, mas foram prorrogados para o dia 6 de maio. No entanto, dez dias após a ação, o governo antecipou o prazo para o dia 6 de abril.

A data foi definida em reunião entre os ministros da Justiça, Flávio Dino, e da Defesa, José Múcio Monteiro. O objetivo da medida era forçar a saída de garimpeiros que insistem em ficar na região.

Nos casos em que forem constatadas atividades ilícitas, a Polícia Federal, o Ibama e os demais órgãos da administração pública federal podem atuar como polícia administrativa. Uma das competências desses órgãos será neutralizar aeronaves e equipamentos relacionados com a mineração ilegal no território Yanomami.

Agora, com o fim dos voos privados, os garimpeiros só podem sair do território pelos rios. No dia 12 de fevereiro, o governo federal liberou o acesso pelos rios para que barqueiros retirem os invasores.

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 19/2023/16:28:00 com informações do G1RR

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Eduardo Bolsonaro parte para cima de deputado do PT após discussão sobre facada: ‘Te enfio a mão na cara’; vídeo

Eduardo Bolsonaro parte para cima de deputado do PT – (Foto: Reprodução)

Ambos debatiam na Comissão de Trabalho da Câmara, quando o filho do ex-presidente citou o atentado cometido contra o então candidato. Marcon afirmou que a ‘facada foi fake’

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) “partiu para cima” do também parlamentar Dionilso Marcon (PT-RS), nesta quarta-feira, após uma discussão sobre a facada sofrida em 2018 pelo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ambos debatiam na Comissão de Trabalho da Câmara, quando o filho do ex-presidente citou o atentado cometido contra o então candidato. Marcon afirmou que a “facada foi fake”. Eduardo levantou da cadeira e precisou ser contido pelos colegas. Ele chamou Marcon de “veado” e pediu para que repetisse a frase.

Segurado pelos colegas, Bolsonaro reagiu aos pedidos para que respeitasse o decoro da Casa:

– Queria me tirar do sério? Conseguiu. Decoro? Olha o que este veado está falando aqui! Não houve sangue? Desde quando a faca foi fake? Vocês tentaram matar o meu pai e agora querem me tirar do sério. Te enfio a mão na cara e perco o mandato com dignidade, seu filho da puta. Tá achando que está na internet? – disse em voz alta.

O PT informou que acionará o Conselho de Ética da Câmara por conta do episódio. O GLOBO procurou Eduardo Bolsonaro, mas ainda não obteve retorno.

As discussões frequentes e com palavrões durante audiências na Câmara vêm incomodando até mesmo parlamentares de oposição. Na semana passada, durante audiência com a presença do Ministro da Justiça Flávio Dino, além de vários momentos de bate-boca acalorado e até xingamentos, os deputados Zé Trovão (PL-SC) e Duarte Junior (PSB-MA) quase foram às vias de fato e precisaram ser contidos por policiais legislativos. O entrevero foi classificado como uma “cena vergonhosa” por Marco Feliciano (PL-SP), adversário do governo Lula no Congresso.

— Qualquer clima de beligerância não é producente. A experiência parlamentar me ensina que não posso e não devo cair em provocações. Pois se eu ceder, me desequilibrarei e perderei a razão. A situação sabe explorar a inexperiência, e o resultado foi a vergonhosa cena que o Brasil assistiu — criticou o parlamentar e pastor na semana passada.

Facada em Bolsonaro

Em 2018, uma facada desferida por Adélio Bispo de Oliveira no então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, durante evento eleitoral em Juiz de Fora (MG), marcou a campanha. O atentado motivou uma série de teorias, que incluíam desde ligações do criminoso com políticos adversários a conluios para que o crime fosse acobertado. Após analisar uma série de provas, a conclusão da Polícia Federal foi no sentido contrário: Adélio agiu sozinho.

E tal conclusão está amparada na análise exaustiva de imagens do dia, em mensagens e da quebra de sigilos telefônicos e bancários de Adélio e de pessoas que pudessem ter alguma ligação com o ato. Mas a investigação não encontrou qualquer elemento que indicasse a participação de mais pessoas.

Em 2019, Adélio foi considerado inimputável, ou seja, não poderia ser punido pelo crime, uma vez que uma perícia concluiu que ele tinha transtorno delirante persistente. Por ser considerado perigoso, ele foi afastado do convívio social e está até hoje, quatro anos depois, internado em um presídio federal em Campo Grande (MS) para receber tratamento. Uma nova perícia realizada em julho deste ano constatou que o transtorno persiste.

Inquéritos

A PF abriu dois inquéritos para apurar a facada contra Bolsonaro. Um em 2018, logo após o atentado, e outro que só foi concluído em maio de 2020. A segunda apuração foi iniciada por decisão da própria PF para assegurar que não houve a participação de terceiros, com um eventual mandante — hipótese descartada após as investigações.

Nos documentos que compõem as investigações, a polícia citou vários pontos para demonstrar que não houve participação de mais pessoas além de Adélio no crime.

Segundo a PF, foram analisados 2 terabytes de imagens, incluindo mais de 150 horas de gravação de câmeras de segurança em Juiz de Fora ou feitas por pessoas que as pulicaram nas redes sociais. A apuração também checou 1.200 fotos do dia do atentado.

Além disso, a PF vasculhou mais de 250 gigabytes de informações em mídia, incluindo dados de celulares e computador, além de 600 documentos. Analisou ainda 6 mil comunicações de mensagens instantâneas, e periciou computadores da lan house que Adélio frequentava.

Outro ponto destacado pela polícia foram as 40.508 mensagens nas contas de e-mail de Adélio a partir de 2016, que não mostraram qualquer indício de que houve a participação de outras pessoas no crime cometido por ele.

As mensagens do Facebook de Adélio também não revelaram indícios de participação de outras pessoas. A PF cruzou ainda informações nos celulares de Adélio e dados cadastrais de 16,2 milhões de pessoas filiadas a todos os partidos políticos

As quebras de sigilo bancário não revelaram aportes suspeitos, e o único valor na conta de Adélio que chegou a levantar alguma suspeita dos policiais era, na verdade, fruto de uma ação trabalhista movida por ele. Houve também 17 quebras de sigilo telefônico, das quais 12 de números diretamente relacionados a Adélio, mas nada apontou a participação de terceiros.

A PF também investigou quem pagou um curso de tiro que Adélio realizou em Santa Catarina meses antes do atentado. A conclusão foi que ele mesmo financiou a atividade.

Confissão

Em depoimento que prestou em agosto de 2019, o próprio Adelio disse que “nunca concordou com a tese de defesa de seu advogado, que alegou sua insanidade mental” e que “é réu confesso e gostaria de ter sido tratado como tal somente”.

A PF também periciou a faca usada por Adélio e constatou que “é dotada de lâmina afiada e ponta, sendo eficaz para causar feridas incisas e pérfuro-incisas, além de possuir cabo de plástico, eficaz para causar feridas contusas”. Estimou até mesmo seu valor de mercado: R$ 7.

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 19/2023/16:24:14 com informações O Globo

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Polícia confirma novo confronto com 4 mortes de criminosos que aterrorizaram cidade de Mato Grosso

As Forças de Segurança de Mato Grosso, Tocantins, Pará, Goiás e Minas Gerais mantêm o cerco na busca dos criminosos responsáveis pelo ataque em Confresa, no último dia 10, e hoje houve confronto entre policiais mato-grossenses e bandidos, na região de Pium, no Estado do Tocantins, com morte de integrantes do grupo criminoso. O local onde estavam é de difícil acesso. Inicialmente havia sido cogitado que ocorreram cinco mortes. Nesta quarta, o comandante-geral da PM em Mato Grosso, coronel Alexandre Mendes confirmou que quatro criminosos faleceram. Foram apreendidos quatro fuzis.
Leia mais:Quadrilha que aterrorizou município em Mato Grosso troca tiros com a PM na divisa com Tocantins

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“O Governo de Mato Grosso não vai admitir nenhum tipo de crime no Estado e combate com tolerância zero o crime organizado. Nossas forças de segurança não descansarão enquanto todos esses bandidos não estiverem presos. Agradeço ao empenho dos Estados e do Governo Federal nesse auxílio a Mato Grosso para captura dos responsáveis pelo ataque em Confresa”, afirmou o governador Mauro Mendes.

De acordo com o secretário de Segurança Pública, César Augusto Roveri, o cerco aos criminosos será mantido no local até a captura de todos os integrantes do bando. “As informações que temos é de que eles estão encurralados naquela localidade. Todas as nossas forças de segurança estão empenhadas na busca e captura desses criminosos, com apoio das polícias dos demais Estados. A informação que temos de Tocantins é que os pontos de bloqueio estão fortalecidos por terra, água e ar, para garantir a prisão do bando”, explicou o secretário.

Até o momento, dois criminosos haviam morrido em confronto com as forças policiais e um havia sido preso. Também foram apreendidos dois fuzis .50, um fuzil 7.62, 50 carregadores de fuzis, milhares de munições, oito coletes balísticos, três capacetes balísticos, materiais explosivos e detonadores, além de coturnos, luvas, joelheiras, cotoveleiras, balaclavas e mochilas.

A polícia estima que a quadrilha que tentou assaltar empresa de valores, bloqueou quartel colocando carro e ateando fogo, além de queimar mais duas caminhonetes, carretas, atirar em viaturas da polícia, teria cerca de 20 integrantes.

Cerca de 130 policiais do Bope, GOE, GCCO e Ciopaer de Mato Grosso compõem a operação.

Armas são de grosso calibre, informou a Polícia Militar — Foto: Divulgação/Polícia Militar
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Fonte e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/2023/06:47:27 com informações do portal Só Notícias

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Mato-grossense morre em acidente na BR 163, no Pará

Morador de Guarantã do Norte (MT) morre após acidente na BR-163 sentido ao Pará – (Foto: Divulgação)

Por volta das 8 horas da manhã desta terça-feira (18), um acidente com vítima fatal ocorreu no KM 2, já no estado do Pará, envolvendo uma motocicleta e um veículo baixo (marca e modelo não divulgados).
A vítima foi socorrida pela ambulância da concessionária que administra a BR-163, Via Brasil, porém veio a óbito.
A vítima trata-se de Nilson Ribeiro, de 46 anos, morador de Guarantã do Norte e trabalhava prestando serviços em madeireiras no estado do Pará.

Fonte e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/2023/06:47:27 com informações do portal O Território

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Executivo, Legislativo e Judiciário se unem por soluções para a violência nas escolas

Executivo, Judiciário, Legislativo, Ministério Público, estados e municípios: integração pelo combate à violência nas escolas. – (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

Em reunião no Palácio do Planalto a convite do presidente Lula, autoridades federais, estaduais e municipais destacam papel de famílias e plataformas digitais para enfrentamento do problema

Em reunião convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir ações integradas de combate à violência nas escolas, lideranças dos diferentes poderes, governadores e prefeitos foram unânimes em apontar a base familiar, o envolvimento da sociedade na comunidade escolar e o controle dos excessos nas redes digitais como pontos de partida para impedir a disseminação de mensagens de ódio e combater um mal que atormenta a todos.

Não vamos transformar escolas em prisão de segurança máxima, não tem dinheiro para isso nem é humanamente, politicamente e socialmente correto. Se fizermos, vamos dar uma demonstração de que não servimos para muita coisa, porque não sabemos resolver o problema real”

Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República

No encontro, no qual o governo federal anunciou recursos da ordem de R$ 3 bilhões a serem transferidos para estados e municípios para enfrentamento do problema, ministros, governadores e prefeitos reconheceram a exposição de crianças e adolescentes a conteúdos de violência e discursos de ódio disseminados via redes digitais como responsáveis pela escalada de violência que ocorre no Brasil e no mundo.

Anfitrião do encontro que reuniu os poderes e entes federados, o presidente Lula destacou que a solução não virá só com dinheiro, com obras para elevar muros ou colocando detectores de metais nas instituições, mas com um processo de educação dos pais para que entendam a responsabilidade na formação dos filhos e que esses muitas vezes repercutem discursos que ouvem em casa.

“Sem a participação dos pais, a gente não consegue recuperar um processo educacional correto nas nossas escolas. Não vamos transformar escolas em prisão de segurança máxima, não tem dinheiro para isso nem é humanamente, politicamente e socialmente correto. Se fizermos, vamos dar uma demonstração de que não servimos para muita coisa, porque não sabemos resolver o problema real”, afirmou.

Segundo ele, os governantes têm responsabilidade de buscar soluções para impedir que a sociedade se distancie de princípios humanistas. “O que precisamos, na verdade, é ter em conta que a humanidade está mudando de padrão de comportamento e que nós, como governantes, temos a responsabilidade de tentar não permitir que a sociedade deixe de ser dotada de humanismo. E não deixar que o ódio prevaleça sobre o bem”.

O presidente pontuou que a violência que vitima crianças, principalmente nas periferias, sempre existiu, mas o fato novo de agora é ela chegar ao ambiente escolar, lugar sempre tido pelos pais e sociedade como espaço de segurança.
 “Eu resumiria essa reunião aqui na frase do Alexandre de Moraes: as pessoas não podem fazer na rede digital aquilo que é proibido na sociedade. Não é possível que se possa pregar o ódio na rede digital, não é possível fazer propaganda de armas, não é possível ensinar crianças a atirar. É isso que a gente vê todo santo dia”.

O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, apontou a desinformação como grande perigo que afeta crianças e adolescentes dentro e fora da escola. “O modus operandi dessas agressões instrumentalizadas, divulgadas e incentivadas pelas redes sociais com relação às escolas é exatamente idêntico ao modus operandi usado contra urnas eletrônicas, contra a democracia, o modus operandi instrumentalizado para o dia 8 de janeiro. Não há diferença, é exatamente idêntico. As redes sociais se sentem terra sem lei”, disse.
Precisamos de uma vez por todas determinar que o que não pode ser feito no mundo real, não pode ser feito no mundo virtual”

Alexandre de Moraes, presidente do TSE
 

O presidente da Corte defende a regulamentação das redes. “Se não houver uma autorregulação e uma regulamentação com determinados modelos a serem seguidos, vamos ver a continuidade dessa instrumentalização”, disse. Ele relatou que, em todo o mundo, há aumento de índices de suicídios entre crianças, jovens e adolescentes, assim como a ampliação de casos de depressão em virtude de ataques nas redes sociais.
 “Precisamos de uma vez por todas determinar que o que não pode ser feito no mundo real, não pode ser feito no mundo virtual. Para mim, presidente Lula, bastaria um artigo na Lei a ser regulamentada pelo Congresso Nacional: O que não pode no mundo real, não pode no mundo virtual. É simples se aplicarmos a legislação”.

Moraes defendeu ainda mais transparência nos algoritmos das redes, corresponsabilidade das redes e extensão dos métodos de autorregulação que já existem para pornografia infantil, pedofilia e direitos autorais a esses relacionados a discursos de ódio e democracia para monitorar e coibir, com uso da inteligência artificial discursos nazistas, fascistas, homofóbicos, racistas e contra a democracia.
A ministra Rosa Weber, presidente do Supremo Tribunal Federal, disse que, por meio do Conselho Nacional de Justiça, que congrega órgãos técnicos, a Suprema Corte tem condições de colaborar para o enfrentamento dessa questão complexa.  Ela citou especialmente a justiça restaurativa como uma das pontas de inserção do judiciário no contexto de violência nas escolas.
Luiz Felipe Vieira de Melo, do CNJ, detalhou que, por meio da justiça restaurativa, pautada pela dignidade e cuidado com o outro, busca-se um canal de diálogo com professores, diretoria e comunidades de pais. Segundo ele, a iniciativa já está sendo usada em vários estados com resultados relevantes.
Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, disse que o Poder Legislativo está atento e comprometido com a causa do fim da violência nas escolas e que dará prioridade a projetos que tratam do assunto. “É preciso ação contundente no âmbito da educação, da segurança e da justiça para o enfrentamento desse problema”, enfatizou, elogiando a união entre os poderes e as três esferas federativas para a busca conjunta de soluções.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 19/2023/06:47:27

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