Desafio da Pecuária Responsável abre inscrições para o Pará. Prêmio é de R$ 15 mil

Paraenses de todas as idades, formações e profissões podem propor iniciativas sustentáveis para o trabalho com rebanhos leiteiros ou de corte. (Foto:Divulgação/Reprodução)

O Pará possui 23,9 milhões de bovinos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para incentivar o desenvolvimento de práticas sustentáveis para esse rebanho, seja de corte ou de leite, a Phibro Saúde Animal convida os interessados do Pará a inscrever suas ideias na segunda edição do Desafio da Pecuária Responsável. A melhor proposta de prática de sustentabilidade para a pecuária de corte ou de leite receberá R$ 15 mil.

O cadastro de projetos pode ser realizado até 30 de maio, às 23h59, em www.pecuariaresponsavel.com. Não há restrição de cidade, gênero, idade, formação e profissão. O regulamento completo e o passo a passo necessário para inscrição, desenvolvimento e apresentação das ideias estão disponíveis no site. De junho a setembro, as 10 iniciativas selecionadas nessa primeira fase terão curadoria especial e gratuita de Mauricio Palma Nogueira, da consultoria Athenagro.

“O desafio consiste na elaboração, por parte dos participantes, de ideias executáveis e aplicáveis ligadas às práticas sustentáveis, que tenham as pessoas como motor de transformação”, explica Camila Ferraz, gerente de marketing da Phibro na América do Sul. “A construção de uma pecuária responsável é colaborativa e, por isso, investimos em pessoas para aprimorar a produção, beneficiando o bem-estar animal, a segurança dos alimentos e a proteção do planeta.”

O comitê técnico do Desafio da Pecuária Responsável é formado por Athenargro, Instituto Be.Animal, Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes Industrializadas (Abiec), Notícias do Front e Embrapa Gado de Leite. A segunda edição tem patrocínio de Beckhauser, Friboi, Integral Certificações e Vetoquinol Saúde Animal, além de contar com o apoio de cerca de 130 empresas e entidades de classe.

“A responsabilidade ambiental, social e de governança (ESG) ganha cada vez mais relevância no agronegócio. O Desafio da Pecuária Responsável busca, mais uma vez, contribuir para ações práticas que abarquem obrigatoriamente os três pilares da sustentabilidade”, afirma o country manager da Phibro Saúde Animal no Brasil, Mauricio Graziani.

Sobre a Phibro Saúde Animal 

A Phibro Saúde Animal é uma das mais importantes indústrias veterinárias e de nutrição animal do mundo. Criada em 1916, nos Estados Unidos, está presente no Brasil há 25 anos, oferecendo produtos para suínos, aves, bovinos de corte e de leite, peixes e camarões, além de oferecer soluções para a produção de fontes energéticas renováveis. A empresa é uma das pioneiras no agronegócio a divulgar relatório completo de ações sobre responsabilidade ambiental, social e de governança (ESG, na sigla em inglês), dando transparência à sua atuação nesse campo em nível global. Para mais informações, acesse: www.pahc.com/brasil.

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 10/05/2023/16:40:17 com informações Rafael Iglesias – Texto Assessoria

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Mulher engravida de gêmeos 4 vezes

Thales e Thawane, Agatha, Chloe e Khyara — (Foto: Reprodução) – Na primeira gravidez, Geisiane Kamila da Silva, de 32 anos, não imaginava que seria mãe de gêmeos tão cedo, mas isso não a intimidou. Ao todo, ela tem oito filhos, com idades entre nove meses e 19 anos.

Cuidar de oito filhos, sendo seis deles gêmeos, é a luta diária de Geisiane Kamila da Silva, de 32 anos, moradora de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Na primeira gravidez, ela não imaginava que seria mãe de gêmeos tão cedo, mas isso não a intimidou.

No total, ela teve quatro gestações gemelares – quando existe mais de um feto.

Thales e Thawane, Agatha, Chloe e Khyara — (Foto: Reprodução)
Thales e Thawane, Agatha, Chloe e Khyara — (Foto: Reprodução)

“A minha primeira gravidez de gêmeos foi um choque pra mim, pois eu não esperava e quando descobri fiquei com muito medo, porque o pai deles e eu só namorávamos. Foi difícil porque eles nasceram e foram para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI)”, contou.

A terceira gestação de gêmeos de Geisiane não evoluiu e acabou perdendo os bebês após um aborto espontâneo. Segundo o médico obstetra responsável, ela ficou grávida menos de um ano entre uma gestação e outra, o que deixou o útero muito sensível.

A primeira gravidez de Geisiane foi aos 19 anos. Ela é mãe de João Gabriel, de 13 anos; Brayan e Pyetro (primeiros gêmeos), de 9 anos; Thales e Thawane (segundos gêmeos), de 7 anos; Agatha, de 3 anos; e Chloe e Khyara (quartos gêmeos), de 9 meses.

João Gabriel, filho mais velho de Geisiane — Foto: Reprodução
João Gabriel, filho mais velho de Geisiane — Foto: Reprodução

Atualmente, Geisiane é casada com o pai das crianças mais novas e, para cuidar de todas elas, conta com a ajuda de familiares.

O filho mais velho mora com a mãe de Geisiane, enquanto os dois gêmeos mais velhos moram com a avó paterna. Thales, Thawane, Agatha, Chloe e Khyara moram com ela.

Segundo Geisiane, a luta é grande já que ela e o marido estão desempregados e contam com ajuda de amigos, além dos “bicos” que o marido faz.

Em busca de recursos financeiros para dar mais condições às crianças, ela promove uma rifa com objetivo de comprar um carrinho para transportar os gêmeos, o que facilitaria o deslocamento dela para manter os menores por perto.

“O carrinho que ganhei não é de gêmeos e, como elas estão crescendo rápido, está ficando apertado e machucando as perninhas delas”, explicou.

Brayan e Pyetro, gêmeos de 9 anos — Foto: Reprodução
Brayan e Pyetro, gêmeos de 9 anos — Foto: Reprodução

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 10/05/2023/05:47:27 com informações do G1MT

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Vale e Serabi fazem parceria para explorar cobre no PA

A Vale e a Serabi Gold fizeram acordo para uma parceria com o objetivo de explorar “grandes alvos” de cobre no Pará, como parte da estratégia da primeira de investir em metais de transição energética.

A Vale e a Serabi Gold fizeram acordo para uma parceria com o objetivo de explorar “grandes alvos” de cobre no Pará, como parte da estratégia da primeira de investir em metais de transição energética. As empresas vão avaliar a criação de uma joint venture que será controlada pela primeira por meio de sua subsidiária Salobo Metais e que assumirá ativos atualmente de propriedade da produtora júnior de ouro e do metal vermelho, como o Complexo de Palito.

Serabi Gold e Vale firmam parceria para exploração de área no Pará

As empresas firmaram parceria para explorar descobertas de cobre em seus prospectos  ao redor da área do Complexo Palito.

A Serabi Gold firmou parceria com a Vale para explorar descobertas de cobre em seus prospectos  ao redor da área do Complexo Palito, incluindo o prospecto Matilda e outros alvos regionais no estado do Pará. A empresa de ouro possui 61.000 hectares de concessões na área do Complexo Palito, onde a descoberta de Matilda foi feita no ano passado.

Segundo a Serabi, o acordo estratégico de exploração com a subsidiária da Vale, Salobo Metais, foi estruturado em quatro fases, sendo a primeira fase, de exploração, financiada pela Vale pelo valor de US$ 5 milhões. Na segunda fase, a Vale pode optar por continuar as atividades de exploração até a fase de estudo de pré-viabilidade.

Na terceira, a Vale teria a opção de adquirir uma participação de 75% em uma joint venture incorporada pela Serabi. A produtora de ouro transferiria então o projeto de cobre para a joint venture e a Vale compraria 75% dela por US$ 5 milhões, continuando a financiar exclusivamente a joint venture até a conclusão de um estudo de viabilidade definitivo.

A última fase daria à Vale a opção de comprar uma participação adicional de 15% na JV ou pagar o valor mais alto de US$ 5 milhões ou 1,5% do valor presente líquido do projeto, aumentando sua participação para 90%. A Serabi teria então uma opção de venda para vender sua participação remanescente de 10% na JV por mais US$ 10 milhões e uma participação de 1,5% no valor líquido da fundição.

Se a JV adquirir projetos adicionais de cobre da Serabi, a empresa disse que teria direito a pagamentos adicionais do maior valor entre US$ 5 milhões ou 1,5% do valor presente líquido de cada projeto quando um estudo de viabilidade definitivo fosse concluído.

“Trazer um parceiro com a experiência e recursos da Vale nos permitirá avaliar adequadamente a Matilda e os outros alvos significativos dentro de nossa área de concessão e progredir mais rapidamente”, disse o CEO da Serabi, Michael Hodgson.

O complexo e o projeto de ouro Coringa da Serabi estão localizados na região de Tapajós, que é conhecida como um grande produtora de ouro desde meados da década de 1970.

Mina de ouro Palito da Serabi Gold/Divulgação.
Mina de ouro Palito da Serabi Gold/Divulgação.

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 10/05/2023/05:47:27 com informação do portal Brasil Mineral

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Suspeito de matar duas mulheres no MT se entrega à polícia

Célia (à esquerda) e Maria (à direita) — Foto: Reprodução

O crime aconteceu no fim de março e a polícia procura ainda mais um envolvido.

Suspeito de matar duas mulheres em Sorriso (MT) se entrega à polícia

Um homem suspeito de ter participado do homicídio que vitimou Célia Macena dos Santos, de 34 anos, e Maria José Ferreira da Silva, de 43 anos, que foram encontradas, com perfurações de arma de fogo, em uma matagal, às margens do Rio Lira, em Sorriso, se entregou à polícia na segunda-feira (8). O crime aconteceu no fim de março e a polícia procura ainda mais um envolvido.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito se apresentou na delegacia, acompanhado de seu advogado, onde foi interrogado e posteriormente dado cumprimento ao mandado de prisão temporária expedido pela Primeira Vara Criminal de Sorriso, pelo crime de homicídio contra as duas mulheres.

Um adolescente também suspeito de ter participado do homicídio foi apreendido pela polícia. Durante a investigação, a polícia chegou à identificação de dois adolescentes que teriam participado do crime. Segundo as equipes, foi instaurado um procedimento de ato infracional análogo a homicídio em relação aos adolescentes. Um deles foi apreendido e outro está com mandado de internação decretado.

Entenda o caso

Célia e Maria foram encontradas mortas em uma matagal, às margens do Rio Lira. De acordo com o perito Nilton Carlos Dalberto, as vítimas estavam com as mãos amarradas para trás e deitadas de bruços, com sinais que indicavam uma possível execução e, segundo a Polícia Militar, a hipótese é de que as mulheres tenham sido executadas por membros de uma facção criminosa.

Próximo aos corpos de Célia e Maria, foi encontrada uma mochila contendo entorpecentes e uma espécie de cachimbo, geralmente utilizado para uso de drogas, informou a PM.

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 10/05/2023/16:11:56com informações do G1MT

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O plano do Pará para liderar na economia verde

Com concessões florestais e bioeconomia, Helder Barbalho busca aproximação com iniciativa privada para reduzir o desmatamento no Estado- (foto:Reprodução/capital reset)

Num evento de sustentabilidade num hotel de luxo em São Paulo, em março, Helder Barbalho agitava uma barra de chocolate no ar. “Aqui tem bioeconomia do Pará duas vezes. No cacau e no cupuaçu”, dizia o governador (PMDB), que está em seu segundo mandato.

Cada pessoa na plateia recebeu uma variação do chocolate da marca paraense Gaudens para degustar e também uma pequena brochura com o sumário do “Plano de Bioeconomia do Estado do Pará”.

Na COP27, no Egito, em novembro, quando o plano foi lançado, uma versão em inglês do material também foi entregue à plateia.

Cenas semelhantes têm se repetido com cada vez mais frequência conforme Barbalho roda o Brasil — e o mundo — empunhando a bandeira da economia da floresta em pé, algo que ganhou impulso adicional depois que o presidente Lula lançou a capital paraense, Belém, como candidata a sediar a COP30, em 2025.

O Pará lidera dois rankings que são motivo de vergonha: é o Estado brasileiro que mais emite gases do efeito estufa, com cerca de 20% do total, e também aquele que mais desmata no país. O segundo explica o primeiro e, juntos, esses dados o colocam na posição de principal vilão da mudança climática no país.

Com a vantagem de poder dar continuidade a políticas iniciadas em seu primeiro mandato, Helder Barbalho tenta virar esse jogo e se firmar como líder da agenda de desenvolvimento sustentável entre os Estados da Amazônia Legal.

    “O Pará, que representa o maior problema para o nosso país, começa a se apresentar como o Estado que é a solução”, diz o governador, em conversa com o Reset.

Ao menos na percepção, pode-se dizer que ele tem sido bem-sucedido.

“O Pará é o Estado que tem planos mais organizados para criar uma economia sustentável. Mas é claro que os desafios de execução existem”, diz um integrante do Ministério do Meio Ambiente.

O governo estadual tem procurado caminhar em duas trilhas paralelas: ações de comando e controle para reduzir o desmatamento, de um lado, e políticas de desenvolvimento verde, de outro.

As duas estão contempladas sob o guarda-chuva do Plano Amazônia, apresentado em 2020, que trouxe metas de redução de desmatamento e de emissões — inclusive se tornar carbono neutro no uso do solo e das florestas até 2036 — e lançou as bases para políticas de desenvolvimento econômico e social a partir dos ativos ambientais.

“Sem comando e controle, nós não vamos a lugar nenhum. Mas só com comando e controle, também não vamos a lugar nenhum”, diz Barbalho, repetindo um bordão que tem usado em suas andanças mundo afora para resumir sua estratégia.

A abordagem é descrita por ele de forma pragmática.

“Não tenho direito de ficar com o discurso utópico, com romantismo. Enquanto a floresta em pé valer 10% do que vale a floresta deitada, vamos ficar lutando contra a realidade, diz.

E prossegue: “O dono de uma pequena propriedade vai preservar a floresta além do compromisso legal? Não. Então, prefiro ir para a vida real e dizer o seguinte: ‘Parceiro, cria o teu gado, cria a tua lavoura e protege a floresta que tu vai ganhar nos três.”

Agricultura e pecuária, sim

Barbalho faz questão de frisar que não acredita que a bioeconomia seja um substituto para a agricultura e a pecuária.

“Tem gente que acha que tem que acabar com a pecuária na região, tem que acabar com a soja na região. Eu não”, diz ele, que tinha acabado de retornar do evento de abertura da colheita da soja em Santarém e de uma viagem ao município de Xinguara, a capital do boi gordo no Estado.

“Mas não esperem que eu faça um discurso em Xinguara e outro em Davos. Tenho dito em todos os lugares que vamos combater a ilegalidade ambiental com todas as forças do Estado”, diz. “Meio ambiente e agropecuária não são excludentes.”

Segundo ele,  o Estado não precisa derrubar mais árvores para ser um dos maiores produtores de proteína animal ou sair de 13º produtor de soja no país para ser um dos primeiros.

“Tenho buscado ser um um pregador desse modelo de transição e os resultados começam a surgir.”

Em 2022, o Pará registrou redução de 20% no desmatamento em relação a 2021 – mas isso não foi suficiente para tirar dele o posto de líder na remoção de cobertura vegetal, com 35% do total.

Este ano, quando o país teve o pior fevereiro da série histórica de desmatamento, pela primeira vez não havia um município paraense entre os dez que mais desmataram; e tanto em fevereiro quanto em março o Pará escorregou para a segunda posição no ranking de desmatamento por Estado.
Ponte com a iniciativa privada

Mas são as iniciativas para destravar valor dos ativos florestais que têm chamado atenção da iniciativa privada.

O cardápio é composto pela criação de cadeias de valor a partir de insumos da floresta, a chamada bioeconomia, e projetos de preservação e restauro de florestas, bancados por mecanismos financeiros de pagamento por serviços ambientais, como os créditos de carbono.

O plano de bioeconomia foi o primeiro elaborado por um Estado brasileiro (atualmente o governo federal trabalha no seu) e identificou 43 produtos que podem gerar receitas de US$ 120 bilhões por ano.

“Com toda a nossa biodiversidade, a Amazônia responde por apenas 0,2% da receita com bioeconomia no mundo. É insignificante”, diz Barbalho.  

O plano indicou 89 ações a serem tomadas para criar condições de atrair investimentos, como a incubação de startups, a implantação de um bioparque para ser um centro de conhecimento e pesquisas, e a criação de políticas públicas e linhas de financiamento para a pesca artesanal, entre outras.
Reflorestamento

Uma das frentes mais aguardadas por investidores e empresas é um programa de concessão de áreas públicas para reflorestamento no qual o governo está trabalhando.

O Estado tem uma meta de restaurar 5,4 milhões de hectares até 2030. “Não tem como o governo executar isso. Queremos desenvolver uma cadeia de restauração toda privada. E tudo financiado com capital privado”, diz Raul Romão, secretário-adjunto do Meio Ambiente.

Ao apresentar a meta de reflorestamento na COP26, em Glasgow, os representantes do governo foram bombardeados com perguntas sobre os planos concretos para chegar lá.

Dois anos depois, na COP28, que acontece este ano em Dubai, o governo paraense promete apresentar como pretende fazer isso.

Um dos pilares é o de concessões florestais para restauro.

“A ideia é pegar grandes maciços de áreas públicas não destinadas e que foram desmatadas ilegalmente, regularizar, fazer a reintegração de posse para, então, conceder à iniciativa privada para que ela faça o restauro; e repartir o benefício”, explica Romão.

Segundo ele, existem de 7 milhões a 8 milhões de hectares de terras estaduais não destinadas e cerca de 20% a 30% deles foram desmatados ilegalmente. Além disso, há terras destinadas que também foram desmatadas.

Os detalhes do planos sairão de um grupo de trabalho com organizações da sociedade civil – num processo semelhante ao que deu origem ao plano estadual de bioeconomia.

Mas o governo quer chegar à COP com um caso concreto e deve fazer uma primeira concessão nos próximos meses. A área já foi identificada e a posse está sendo retomada. “A ideia é testar a hipótese e aprender fazendo, para poder ajustar”, diz Romão.

Também antes da cúpula de Dubai o governo quer rodar um piloto de um programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) de restauração para agricultores familiares. “Até setembro o Estado já começará a fazer os primeiros pagamentos”, diz o secretário-adjunto.

Segundo ele, ainda se discutem a metodologia e o critério de seleção dos produtores rurais e também se a ideia é promover o restauro produtivo (associado ao cultivo agrícola) ou a regeneração de mata nativa.

“Uma das diretrizes é estimular o cumprimento do código florestal e fazer o cadastro ambiental rural para regularizar a terra.”

Os pagamentos na fase piloto serão feitos com verba pública, mas o plano é escalar o programa com capital privado.

“Estamos estudando mecanismos financeiros, porque o orçamento público não cobre esse investimento. O capital público faz o de-risking e atrai o capital privado para o PSA de restauro.”

Preservação

Além do reflorestamento, também há projetos em mais de uma frente para incentivar – e rentabilizar – a preservação da floresta.

Conforme Barbalho anunciou em Londres há duas semanas, o governo está retomando um plano para conceder à iniciativa privada áreas públicas de floresta para desenvolvimento de projetos para geração de créditos de carbono a partir do desmatamento evitado, o chamado REDD+. Até o fim do ano, devem sair ao menos três áreas.

Paralelamente, trabalha para criar um sistema estadual de geração de créditos de carbono por meio da preservação, conhecido pelo nome de REDD+ Jurisdicional.

Os projetos tradicionais de REDD+ são conduzidos individualmente por empresas privadas, de acordo com metodologias desenvolvidas por certificadores internacionais, num sistema totalmente auto regulado.

No sistema jurisdicional, cada jurisdição — ou Estado — define um conjunto de regras próprias para o funcionamento desses projetos.

Uma das principais vantagens apontadas é que os créditos só são emitidos se o desmatamento em todo o Estado for contido. Isso evita o chamado vazamento (leakage), que acontece quando o desmatamento evitado por um projeto específico acaba migrando para uma outra área na mesma região.

Nesse sentido, em tese, os créditos gerados num sistema jurisdicional podem ter mais qualidade.

Mas o tema provoca apreensão entre os desenvolvedores privados, que temem que a participação do poder público reduza a atratividade econômica, crie incertezas ou, no limite, os exclua do jogo.
Saindo do papel

Desde o início do primeiro mandato de Barbalho havia interesse no tema, mas a ideia ficou em banho-maria por causa do alto custo para estruturar o sistema e pela pouca demanda por créditos no mercado voluntário.

O plano começou a sair do papel com o aquecimento do mercado voluntário e o surgimento da Coalizão Leaf, em 2021. Formada pelos governos da Noruega, Estados Unidos e Reino Unido, junto de empresas compradoras de créditos, como Amazon, Airbnb e Bayer, a iniciativa busca incentivar o desenvolvimento de sistemas jurisdicionais.

   “Eles garantem um valor de US$ 10 por tonelada de CO2, com compra ilimitada, e isso reacendeu o interesse do Pará e de outros governos subnacionais para entrar no mercado voluntário com créditos jurisdicionais”, diz Raul Romão. O Estado foi uma das jurisdições que submeteram uma proposta à coalizão.

Uma doação do governo da Noruega está sendo usada para estruturar o sistema do Pará, processo que deve ser concluído até o fim de 2024.

Quanto aos receios do setor privado, Romão diz que existem ao menos três modelos de sistema jurisdicional, com mais ou menos interferência do governo.

No mais centralizado deles, o governo não reconhece projetos privados. Numa segunda abordagem, os projetos privados são reconhecidos, mas não podem vender os créditos no mercado, recebendo uma recompensa (reward) caso consigam performar. Ou seja, existe um monopólio do Estado para a comercialização. A terceira hipótese admite projetos privados que podem vender créditos diretamente no mercado, mas a contabilidade e a metodologia de monitoramento e reporte são centralizados.

“Não cabe ao Estado sozinho tomar essa decisão. Vamos levar realmente isso para debate público para concluir o que gera mais segurança para os créditos de carbono. Não queremos créditos podres e vazios.”

Segundo Romão, é errada a informação que tem circulado de que o Estado obrigatoriamente terá que vender os créditos para os doadores do Leaf.

    “Podemos vender para qualquer um e isso está bem claro nos contratos.” O que existe, diz, é uma trilha de compra, da qual o Estado pode sair antes de chegar à etapa final.

Barbalho diz que com o REDD+ jurisdicional o Pará começa a entregar uma regulamentação regional do mercado de carbono, inclusive com a criação de uma agência estadual para regular o processo e a distribuição dos recursos, e defende que o Congresso vote logo o projeto que cria o mercado regulado nacional.

Os planos do governador para criar uma economia de baixo carbono e sustentável no Estado são vistos por muitos como uma plataforma de pré-candidato à presidência da República. “Claramente é uma agenda que o tira do regional e o projeta nacional e internacionalmente”, diz um empreendedor da região.

Quando questionado sobre isso, Barbalho desconversa. “Tenho muito trabalho pela frente e não acredito em colocar a carroça na frente. Temos que fazer o nosso dever de casa primeiro.”

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 10/05/2023/05:47:27 a informação é do portal https://www.capitalreset.com/especial-o-plano-do-para-para-liderar-na-economia-verde/

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Ministério Público do Pará pede prisão de dono da Brasil Biofuels (BBF) por tortura

(Foto:Karina Iliescu/Global Witnes) – No próximo dia 17, completa um mês do pedido de prisão de Eduardo Schimmelpfeng da Costa Coelho, dono da Brasil Biofuels (BBF), a maior produtora de óleo de palma da América Latina. As acusações são graves: tortura de 11 pessoas, todos eles membros da comunidade tradicional Vale do Bucaia, no nordeste paraense. O chefe de segurança da empresa na cidade de Acará, Walter Ferrari, também foi denunciado pelos mesmos crimes, que incluem a destruição de casas, carros e caminhões e roubo de celulares de comunitários.

As vítimas teriam sido espancadas com chutes e golpes de cassetete, obrigadas a inalar spray de pimenta, amarradas e mantidas sob tortura por mais de sete horas, segundo a denúncia do Ministério Público do Pará (MPPA). O caso, contudo, já tem mais de um ano e meio, já que ocorreu em outubro de 2021. Desde então, os comunitários vivem reféns do medo de novos ataques.

“Os denunciados se deslocaram para o local dos fatos com aproximadamente 50 (cinquenta) veículos que continham cerca de 50 funcionários da segurança e 350 trabalhadores denominados ‘rurais’, dos quais 50 desses estavam também na função de segurança e armados com tonfas e escudos, tal qual uma polícia tática, comandados pelo denunciados para cometer os crimes”, informa o MPPA.

A denúncia, assinada por Emério Mendes da Costa, promotor titular da Procuradoria de Justiça de Igarapé-Miri, explica que um “grupo com características paramilitares” atua reprimindo comunitários que vivem em terras reivindicadas pela BBF. Esse grupo seria comandado por “Coelho” e “Ferrari”, como o empresário e o segurança são conhecidos na região. E teria recrutado e treinado funcionários que trabalham na colheita do dendê para que atuassem em situações de conflito, fato também investigado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

Em entrevista à Amazônia Real, que acompanha de perto os conflitos agrários na região desde 2018, o promotor Emério Mendes da Costa afirmou que as prisões foram pedidas como medida cautelar, visando conter o grupo criminoso e resguardar as vítimas de novas violências e possíveis coações. Ele contou ainda que, ao longo de sua trajetória, foi a primeira vez que teve de lidar com um caso como este, considerando-o singular.

“Nunca havia me deparado com esse fenômeno. Especialmente porque as comunidades são ancestrais, e os seus direitos territoriais reconhecidos constitucionalmente e em atos internacionais”, afirma Emério, referindo-se a outras comunidades da região, cuja ocupação territorial remonta a pelo menos 150 anos, conforme estudos antropológicos realizados na região.

A reportagem não conseguiu contato com nenhuma das vítimas listadas pela denúncia do MPPA. Fontes ouvidas pela Amazônia Real afirmam que elas temem por suas vidas e que a empresa, preocupada com a repercussão do caso, tem “dado um jeito de calar a boca deles”. Há outros casos de violência e violações de direitos humanos e territoriais por parte de seguranças da BBF, cujas autorias ainda estão sendo investigadas pela Polícia Civil, pelo MPPA e pelo Ministério Público Federal (MPF).

Ao falar das investigações sobre as violações de direitos humanos e territoriais na região, o MPF nomeia os grupos paramilitares de “milícias armadas” e diz atuar em parceria com a Polícia Federal para investigar os casos, que envolvem homicídios. “São investigadas as questões das milícias armadas e atuação de empresas de segurança na região, eventuais crimes e irregularidades cometidas por essas milícias e empresas de segurança”, informa o órgão, referindo-se às empresas que prestam serviços de segurança para a BBF. Por se tratarem de comunidades tradicionais e originárias, o MPF atua também pedindo para que o caso seja federalizado.

O promotor vê um agravante no crime. Como vivem em áreas carentes de saúde, educação, segurança e fiscalização ambiental, sem um Estado atuante e longe de ter títulos de terras, as comunidades se tornam “suscetíveis a todo tipo de pressão”.

“A denúncia do MP foi recebida por nossas comunidades como uma luz no fundo túnel, onde ainda podemos ter a esperança que a justiça começa a agir, após tantos crimes cometidos pela empresa BBF por seus próprios donos e funcionários”, acredita Miriam Tembé, capitoa (cacica) da Aldeia Tenetehara I’xing  e presidente da Associação Indígena Tembé do Vale do Acará (Aitva). Ela é uma das lideranças ameaçadas nos conflitos com a empresa.

Questionada sobre as acusações do MPPA e os pedidos de prisão contra seu proprietário e chefe de segurança, a BBF respondeu que “repudia as calúnias envolvendo seus executivos”. “Trata-se de uma narrativa fantasiosa, baseada em informações falsas relatadas por uma ex-funcionária e seu parceiro, também ex-funcionário, demitidos devido a condutas antiéticas e que buscam afetar a reputação e imagem da empresa”, afirmou a companhia em nota enviada à Amazônia Real.

A empresa afirmou ainda que as acusações feitas pelos ex-funcionários teriam por motivação “extorquir a empresa em busca de um acordo financeiro de alto valor e, sem sucesso, utilizam de métodos para difamar injustamente a empresa”. Ambos, informou a BBF, estão sendo processados pela empresa. Sobre a comunidade Vale do Bucaia, a BBF afirma manter “relação construtiva e de parceria” com os comunitários, afirmando gerar cerca de mil empregos diretos no município de Acará. Na nota enviada à reportagem, a BBF não comentou a atuação das empresas que atuam na sua segurança.

Violência, apagamento e medo

A denúncia do MPPA indica ainda que a BBF teria acesso ao sistema restrito dos órgãos de Segurança Pública do Pará, mostrando o poder e influência da BBF no Estado e a possibilidade de cooptação de agentes públicos locais. “Resta claro indícios de tentativa de influência indevida da empresa BBF nos órgãos de segurança do Estado, tendo inclusive acesso a sistemas públicos fechados como Sisp e Infoseg, utilizados para tentar ludibriar as autoridades públicas, bem como, para forjas situações criminosas para imputar a terceiros falsos cometimentos de crimes”, aponta a denúncia do MPPA. Segundo o promotor Emério Mendes da Costa, mais de 500 boletins de ocorrência foram registrados pela empresa contra comunitários indígenas, quilombolas e ribeirinhos.

Corrigindo a ideia por trás do termo “conflito”, Josias Dias do Santos, mais conhecido como “Jota” e uma das principais lideranças quilombolas da região, afirma que “essa palavra não expressa a realidade porque existem forças desproporcionais em jogo, são pessoas fortemente armadas contra um povo que luta para manter as terras dos seus antepassados”. Para ele,  a BBF “escolheu ter a pior relação possível com as comunidades”, optando pelo conflito e pela violência e que as comunidades vivem em um “terrorismo constante”. “Jota” é ameaçado de morte e já fugiu de emboscadas.

“A BBF ignora totalmente a nossa existência enquanto populações tradicionais da Amazônia. Para eles vale tudo pelo lucro, negando nossa existência, nossos direitos e nos criminalizando, dizendo que não somos daqui, que não estávamos quando eles chegaram, e que nós que somos os invasores da terra”, pontua ele, que compõe a Associação de Moradores e Agricultores Remanescentes Quilombolas Do Alto Acará (Amarqualta).

Para o advogado indígena Jorde Tembé, da TI Turé Mariquita, que defende as associações indígenas e quilombolas na região, ocorre “uma tentativa de apagamento da cultura e história das comunidades, quando há uma negativa, inclusive, de reconhecimento da existência das etnias lá existentes”.

“Nós temos nossa cultura, nossa ancestralidade. Preservamos as estruturas feitas de pedra, os igarapés feitos a mão, os desvios d’água. Enfim, toda a estrutura do engenho, do período da escravidão, ainda está aqui pra todo mundo ver. Quem são os invasores?”, questiona “Jota”, mencionando os vestígios históricos da ocupação dos seus antepassados negros e escravizados.

Recentemente, Josias e Jorde estiveram em São Paulo denunciando as violações de direitos humanos, territoriais e ambientais da BBF em evento promovido pela Global Witness, organização não governamental inglesa que atua em casos de violações de direitos humanos em todo mundo.

No fim de 2022, a Global Witness publicou um relatório com o mapeamento dos conflitos vividos por comunidades tradicionais e originárias do Pará com as indústrias Brasil Biofuels e Agropalma, esta última com sede na cidade de Tailândia, ambas referências mundiais na produção de óleo de palma para o setor alimentício e de biocombustíveis.

Sobre a BBF, além de apontar as violações das empresas, a ONG questionou seus clientes internacionais, conclamando-os a pararem de comprar da indústria, alegando os prejuízos socioambientais por elas causados na Amazônia e contra seus povos. Também recomendou que a União Europeia crie ferramentas de fiscalização sobre as cadeias produtivas que fornecem produtos para empresas sediadas nos países do bloco econômico. Kellogs, Hershey, Mondeléz, Pepsico e Unilever compram óleo de palma da BBF.

“Conclamamos todas as empresas que compram óleo de palma do BBF a rescindir imediatamente – e não apenas suspender – os contratos com a indústria, considerando que eles supostamente continuam realizando uma campanha de intimidação e violência”, diz a ONG em documento (Leia o relatório aqui). A multinacional Nestlé informou à Global Witness que deixou de comprar da BBF.

Agravamento dos conflitos

De acordo com o promotor Emério, os conflitos fundiários da região são antigos, bem como a prática da violência, advinda antes da grilagem de terras, no local de ocupação centenária, sobretudo de indígenas e quilombolas. Cercadas pela monocultura do dendê estão a Terra Indígena Turé Mariquita (a menor em território do Brasil), do povo Tembé, com  13 aldeias; a Terra Indígena Turyuara, que aguarda homologação, e possui três aldeias; 6 comunidades quilombolas, reunidas em torno da Associação (Amarqualta), com cerca de 350 famílias.

“A empresa comprou gato por lebre ao adquirir terras com conflitos fundiários históricos. A empresa se diz possuidora das terras, mas a posse é controversa, sobretudo em razão das comunidades serem ancestrais”, afirma o promotor insistindo no caráter ancestral das comunidades.

Em 2020, a BBF adquiriu a planta industrial e os vastos campos de dendê da então Biopalma, empresa do grupo Vale S.A. E com isso herdou os conflitos existentes com as comunidades pela sobreposição dos dendezais aos territórios indígenas e quilombolas e os litígios na Justiça.

Mas, segundo as lideranças indígenas e quilombolas, ao assumir a operação da Biopalma, a BBF acentuou os conflitos, contratando empresas de segurança que atuam como milícias, muitas vezes com participação de policiais militares.

“Desde que comprou os ativos da antiga Biopalma, a empresa BBF tem sido indiferente com as comunidades sempre mostrando-se insensível às pautas de diminuição de impactos socioambientais sofridos pelas comunidades”, atesta o advogado Jorde Tembé.

A reportagem também questionou a BBF sobre a situação fundiária da empresa, mas não houve resposta sobre este tema.
Crimes socioambientais

O MPPA e o MPF afirmam que a empresa também comete crimes ambientais e há indícios de fraudes em seus licenciamentos junto à Secretaria de Meio Ambiente do Pará (Semas). A necessária consulta prévia, livre e informada, segundo prevê a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), não foi cumprida. A Convenção 169 determina que as comunidades originárias e tradicionais sejam ouvidas e devidamente informadas sobre qualquer impacto causado por empreendimentos em seus territórios.

“O avanço das plantações sobre a mata nativa derrubada e deficiências do processo produtivo gera poluição dos recursos hídricos e de solo, causando infertilidade de solo, mortandade de peixes e disseminando doenças na região”, afirma o promotor Emério da Costa. Segundo ele, os licenciamentos que a BBF possui “são deficientes e pouco fiscalizados”, afirmando ainda que a empresa descumpre as poucas condicionantes ambientais estabelecidas.

Segundo dados oficiais da BBF,  a empresa possui no Pará cerca de 56 mil hectares de plantações de dendê e sua planta industrial tem capacidade de processar 285 toneladas de frutos frescos por hora. A reportagem questionou a Secretaria de Meio Ambiente do Pará sobre as. licenças ambientais da empresa, mas ainda não houve resposta.

“Ela prega para o mundo uma energia limpa, mas é mentira. É só vir aqui nos nossos territórios para saber a realidade que vivemos. A gente não pode mais tomar banho, não pode beber e nem cozinhar porque a água está contaminada. Fora as moscas, o glifosato [agrotóxico] e as vespas que comem toda a nossa produção e as tentativas deles de nos matar”, denuncia “Jota”, falando dos desequilíbrios ecológicos, resultante dos impactos da monocultura do dendê e dos ataques às comunidades. Atua em cinco estados da Amazônia: Pará, Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia.

Últimos ataques

No início de abril deste ano, a Justiça firmou um acordo entre as comunidades quilombolas e a BBF sobre a posse de uma área em litígio, que compreende parte do plantio de dendê e a sede da indústria. O acordo previa, em linhas gerais, que a empresa está proibida de coletar dendê na área em questão, sob a posse das comunidades quilombolas, bem como permanece na posse da sede da empresa.

Mesmo assim, em 16 de abril, seguranças da BBF invadiram a área para expulsar os quilombolas (vídeo acima), disparando tiros em direção aos comunitários, que resistiram à ação irregular de reintegração de posse. O caso foi denunciado à Justiça. Um quilombola teria sido atingido de raspão na orelha por um dos tiros.

Ainda naquele abril de 2022, conforme mostrou a Amazônia Real, ao tentarem ocupar a sede da BBF em protesto, indígenas e quilombolas foram recebidos a bala por funcionários da empresa e por agentes terceirizados de segurança. Na ocasião, a  agência teve acesso a um vídeo que mostra um homem de camisa verde, portando um revólver de calibre 38, junto a outro homem de capuz e camisa preta, armado com um machado, dentro da empresa, cujas identidades não foram confirmadas pela BBF. Na ocasião, conforme denunciaram o advogado Jorde Tembé, uma indígena teria sido coagida pelos seguranças da BBF que a ameaçaram “de atearem fogo nela”.

Em setembro do ano passado, a BBF foi acusada por indígenas do povo Turyuara de tentativa de homicídio  no quilômetro 14 da rodovia PA-256. Um gol vermelho com homens armados disparou contra dois veículos ocupados por indígena. O motorista de um deles, Clebson Barra Portilho (não-indígena), morreu no local. No dia seguinte, a casa cultural do povo Turyuara foi incendiada. A empresa negou qualquer participação nos atentados.

“Nós fomos baleados por seguranças da BBF, trajando a farda de segurança, num Gol. Nós abominamos essa tal prática de fazer justiça com as próprias mãos. Nós indígenas Turyuara, quilombolas e ribeirinhos”, disse à época Adenísio dos Santos Portilho, conhecido como “Ad”, um  dos feridos durante o ataque na PA-256.

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 10/05/2023/05:47:27 a informação é do portal Carta Capital

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Polícia Civil divulga retrato falado de suspeito de duas tentativas de estupro em Itaituba

As vítimas ajudaram a polícia na elaboração do retrato, mas faltou o nariz, do qual elas não recordam o formato.

A Polícia Civil divulgou, nesta terça-feira (9), o retrato falado de um homem suspeito de tentativa de estupro contra duas mulheres em Itaituba (PA). O primeiro caso ocorreu por volta de 6h15 do dia 08 de março, na BR-230; o segundo, entre 6h e 6h30 do dia 12 do mesmo mês, em um local próximo à Ourominas.

De acordo com a Delegada Rânely Cruz – Responsável pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) –, o suspeito estava em um carro Cross Fox de cor branca, ano 2009-2012. As duas vítimas ajudaram fazer o retrato; contudo, apenas uma delas teve mais confiança na hora da elaboração. É importante destacar que faltou o nariz, uma vez que elas não se recordaram do formato.

o suspeito estava em um carro Cross Fox de cor branca, ano 2009-2012. As duas vítimas ajudaram fazer o retrato;
o suspeito estava em um carro Cross Fox de cor branca, ano 2009-2012. As duas vítimas ajudaram fazer o retrato;

Com as informações disponibilizadas, as autoridades policiais trabalham na tentativa de localizar um indivíduo que se assemelhe com o do retrato e que tenha um carro com as mesmas características.

Todavia, a delegada reforça que o retrato é apenas uma composição fotográfica e que, dependendo do emocional da vítima, pode ter impactado positiva ou negativamente em sua confecção.

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 10/05/2023/15:37:53 a informação é do Portal Plantão 24horas News

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Doença que pode atingir humanos é relatada pela 1ª vez em equinos da Amazônia

Doença que pode atingir humanos é relatada pela 1ª em equinos da Amazônia (Foto/Imagem: Unsplash/Reprodução)

Highlights

*A pitiose cutânea foi identificada em 37 mulas e cavalos de propriedades rurais do Pará, na Amazônia
*A doença é causada pelo organismo Pythium insidiosum e pode atingir animais como bovinos, aves, felinos, cachorros e humanos
*Novos estudos devem ser realizados para analisar o impacto da condição na população dessas e de outras espécies na região

Um estudo publicado na revista “Pesquisa Veterinária Brasileira” relatou pela primeira vez a presença da pitiose cutânea no bioma amazônico. A pesquisa, fruto de uma parceria entre a Universidade Federal do Pará (UFPA), a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e a Universidade Estadual Paulista ‘Júlio de Mesquita Filho’ (UNESP), revela de forma inédita a presença dessa doença na Amazônia e abre novos precedentes para os diagnósticos e tratamentos veterinários usados na região atualmente.

A pitiose cutânea é causada pelo oomiceto Pythium insidiosum, um organismo com estrutura semelhante a de um fungo que penetra na pele durante o contato com ambientes aquáticos contaminados. Segundo José Diomedes Barbosa Neto, professor titular na UFPA e coordenador do estudo, o bioma amazônico apresenta características favoráveis para a sobrevivência e reprodução desse organismo. “Há muitos lagos e fontes de água onde os animais entram no intuito de se refrescar, já que é uma região bem quente. Aí há a possibilidade da contaminação dos animais pelo Pythium e posteriormente o desenvolvimento da doença”, destaca o pesquisador.

As análises foram feitas em 37 animais com suspeita de pitiose em propriedades do estado do Pará, sendo 34 cavalos e 3 mulas de raças, idades, gêneros e propriedades diferentes. Todos haviam tido contato com áreas alagadas e apresentavam sinais como lesões ao longo do corpo, coceira, comprometimento nutricional e dificuldade para caminhar quando os machucados atingiam os membros. A confirmação da doença se deu após a identificação do patógeno no organismo dos animais estudados. “Com a expansão da pecuária e a necessidade de se ter equídeos para fazer o manejo desses animais, a população dessas espécies aumentou muito no bioma amazônico”, explica Diomedes Barbosa. “Juntando isso com as condições favoráveis da região, os casos começam a aparecer”, acrescenta.

Os resultados do estudo trazem um alerta sobre a necessidade de despender mais esforços nas pesquisas sobre a pitiose na Amazônia. “Essa é uma doença conhecida na região há muito tempo, mas ela era chamada de ‘esponja’ e acreditava-se que era causada por outro parasita”, relembra o pesquisador. Diomedes Barbosa salienta que essa confusão vem trazendo grandes prejuízos para os criadores de equinos, porque a identificação precoce da pitiose é uma etapa essencial para que o tratamento tenha sucesso. “Com esse trabalho publicado, agora temos condições de saber que esses problemas de pele estão associados ao Pythium e podemos estabelecer medidas preventivas ou começar o tratamento na fase inicial”, completa.

Outro sinal de atenção vai para a possibilidade de a doença estar afetando também a população local em contato com esses animais ou com as áreas contaminadas. O artigo destaca que essa condição já foi identificada em humanos no Brasil anteriormente, bem como em outras espécies de animais domésticos e selvagens. Segundo o coordenador da pesquisa, a ocorrência em outras espécies precisa ser melhor estudada. “É necessário haver investimento nas pesquisas, nos testes, nos trabalhos de laboratório, nas viagens e isso tudo requer muito recurso. Se não houver financiamento para que isso aconteça, os trabalhos ficam muito escassos porque dependem dos esforços de grupos individuais, como foi o caso deste trabalho”, finaliza Barbosa.

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 10/05/2023/05:47:27

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Período proibitivo de queimadas em Mato Grosso será de 1º de julho e 31 de outubro

Decreto nº 259/2023 declara ainda situação de emergência ambiental entre maio e novembro

O uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais em Mato Grosso estará proibido entre dias 1º de julho e 31 de outubro deste ano. A medida consta no decreto nº 259/2023 publicado em edição extra do Diário Oficial do estado, que circulou na sexta-feira (5).

Para a elaboração do decreto, explica a pasta, foram levadas em consideração as condições climáticas do período, com previsão de estiagem, altas temperaturas, umidade relativa do ar baixa e intensos ventos, que favorecem ocorrências de incêndios florestais.

Decreto de emergência reduz incêndios

O decreto declara ainda situação de emergência ambiental entre os meses de maio e novembro. De acordo com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), isso possibilita a mobilização de esforços governamentais para a prevenção e combate aos incêndios, bem como contratações e aquisições necessárias ao período de alto risco de incêndios florestais.

No período de emergência ambiental fica autorizada a contratação de brigadistas temporários, com a finalidade de auxiliar os bombeiros militares na prevenção e combate aos incêndios nas comunidades mais atingidas.

O secretário de Meio Ambiente em exercício, Alex Marega, lembra que em 2022, com o decreto de emergência e todas as ações do governo, houve uma redução dos incêndios sem grandes impactos ao meio ambiente, como ocorreu em anos anteriores.

O decreto prevê que, mesmo no período proibitivo, ainda é permitido o uso do fogo nas práticas de prevenção e combate a incêndios, como aceiros e técnicas de contra fogo, realizadas ou supervisionadas pelas instituições públicas responsáveis. O uso do fogo em áreas urbanas é proibido o ano todo.

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 10/05/2023/05:47:27 com canal Rural

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PRF prende passageira de ônibus com droga embaixo da roupa, na BR-230, em Itaituba

PRF prende passageira de ônibus com droga. (Foto: Divulgação/PRF).

O ônibus seguia viagem para Santarém, na madrugada de segunda-feira (8). A suspeita informou que entregaria a droga em Belém por um valor de R$ 1 mil/kg.

Uma mulher de 37 anos foi presa pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) suspeita de tráfico de drogas na Rodovia Transamazônica (BR-230), em Itaituba (PA). A mulher foi localizada em um ônibus que seguia viagem para Santarém (PA).

De acordo com a equipe, a prisão ocorreu por volta das 3h37, os agentes realizavam fiscalização ao ônibus. Em procedimento de fiscalização, os policiais localizaram a mulher, oriunda da cidade de Pontes e Lacerda (MT), que não portava seus documentos.

Durante a entrevista, a passageira também não sabia onde se encontrava o ticket da sua bagagem. Diante dos fatos, o policial solicitou que a passageira descesse do ônibus para proceder com consultas a sistemas, a fim de qualificá-la. Nesse momento, a equipe observou um volume em suas vestes que saltou aos olhos dos policiais.

Na ocasião, ao ser questionada, ela confirmou se tratar de uma droga ilícita chamada Óxi. Ato contínuo, durante busca pessoal foi encontrado três tablets da referida substância presas em seu corpo.

Ela informou que entregaria a substância em Belém e que receberia R$1 mil por cada cada quilo. Disse, ainda, que cada quilo está avaliado em R$27 mil. No total, os agentes encontraram 3.070 kg da droga.

Diante da situação, ela recebeu voz de prisão, em tese, pela prática do crime de tráfico de drogas, e foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil de Itaituba, para demais medidas cabíveis.

Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 10/05/2023/05:47:27 com informações da PRF e Portal Plantão 24horas News

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