Manuela Vitória de Araújo, de 19 anos, está no presídio feminino de Kerobokan. | ( Foto:Reprodução )
12 anos de prisão: paraense escapa da morte na Indonésia
A Indonésia é um dos 33 países no mundo que utilizam pena de morte para pessoas que cometem crimes relacionados às drogas.
Nesta terça-feira (23), a justiça da Indonésia descartou a possibilidade de pena de morte ou prisão pérpetua para a paraense Manuela Vitória de Araújo Farias, de 19 anos, presa no presídio feminino de Kerobokan sob a acusação de tentar entrar no país com 3,9kg de cocaína. O Ministério Público da Indonésia pediu 12 anos de prisão para a brasileira. A audiência para as alegações finais da defesa está marcada para a próxima terça-feira (30).
Na tentativa de tentar livrar a cliente dessas punições, o advogado Davi Lira da Silva, que auxilia os familiares em Belém, alega que Manuela foi usada como “mula” por uma organização criminosa de Santa Catarina, e não sabia o que levava nas malas ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Bali, no dia 31 de dezembro.
Segundo o defensor, mesmo recebendo a promessa de que receberia aulas gratuitas de surfe em Bali, a paraense teria tentado desistir da viagem. No entanto, voltou atrás ao ser informada de que teria que quitar uma dívida de R$ 20 mil, uma vez que as passagens aéreas e as aulas já estariam pagas.
A Indonésia é um dos 33 países no mundo que utilizam pena de morte para pessoas que cometem crimes relacionados às drogas.
Em 2015, dois brasileiros foram executados por fuzilamento na Indonésia por tráfico internacional de drogas. Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, que havia sido preso em 2003, com 13,4kg de cocaína escondidos em uma asa delta, foi executado em janeiro daquele ano. Já Rodrigo Muxfeldt Gularte, de 42 anos, foi morto em maio, 11 anos depois de ter sido preso com 6kg de cocaína em uma prancha de surfe.
Relembre o caso
A prisão de Manuela ocorreu na virada do ano, no aeroporto Internacional de Bali, na Indonésia.
O chefe da polícia de Bali, inspetor-geral Putu Jayan Danu Putra, afirmou, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (27), que, inicialmente, os oficiais da Alfândega e Impostos do aeroporto suspeitaram de cidadãos brasileiros que chegaram usando um avião da Qatar Airways.
Os policiais verificaram imediatamente as duas malas trazidas pela mulher.
Segundo ele, na primeira mala foram encontrados dois pacotes de cocaína, cada um com peso líquido em torno de 990 gramas e 637 gramas.
Já na segunda mala, foram encontrados três pacotes de cocaína, cada um com peso líquido de 891 gramas, 711 gramas e 379 gramas.
O diretor de pesquisa de drogas da polícia de Bali, Kombes Iwan Eka Putra, disse que a brasileira estava sendo usada por redes de tráfico de drogas em seu país. Segundo ele, a mulher afirmou não saber quais pacotes havia nas duas malas.
Fonte : com Informações de CNN Brasil/DOL/ Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 23/05/2023/05:49:49
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O mundo do entretenimento atingiu um novo patamar com as opções trazidas pela internet. Nos dias de hoje, é possível passar horas se divertindo pela grande rede com TV ou jogos, além de interagir com outras pessoas em tempo real ou por mensagens instantâneas. As possibilidades são muitas e a cada dia que passa novos recursos são lançados para a alegria dos adeptos do entretenimento virtual.
Opções de entretenimento
Entre as opções mais populares de diversão, os jogos sempre tiveram um lugar de destaque. As versões online dos jogos de cassino chegaram ao Brasil há poucos anos, mas, apesar do tempo relativamente curto, já conquistaram o público por aqui. Para conhecer os melhores cassinos online disponíveis no país, é possível consultar sites que ofereçam análises detalhadas das plataformas, levando em conta os jogos em oferta, os bônus, além dos serviços de suporte ao cliente e os processos de saque. Com um guia completo à sua disposição, o jogador pode fazer a escolha que mais se encaixe no seu perfil.
Outra opção de entretenimento que ganhou muitos adeptos nos últimos tempos foram as plataformas de streaming, que oferecem aos seus assinantes milhares de títulos de filmes, séries, documentários e shows, entre outros programas. Devido à maior flexibilidade para assistir à programação no horário que desejar e quantas vezes quiser, essas plataformas foram aos poucos conquistando a preferência de uma considerável parcela dos usuários que anteriormente utilizavam a televisão a cabo. Hoje, os principais grupos de distribuição de conteúdo possuem suas próprias plataformas de streaming, o que aumenta o leque de opções para os usuários.
As redes sociais, por sua vez, são uma opção de entretenimento que oferece possibilidades muito maiores de interatividade com seus adeptos. Além de receberem informações em diversos formatos, tais como vídeos, áudio e textos, os usuários podem postar seus próprios conteúdos para serem visualizados pelos demais, bem como interagir com eles através da troca de mensagens, comentários e outras reações. No Brasil, essas redes tornaram-se tão populares que hoje somos o terceiro maior consumidor de redes sociais do mundo e o primeiro da América Latina em número de acessos a essas plataformas, com cerca de 131,5 milhões de pessoas, segundo levantamento da Comscore.
Fonte: Pexels
Além da diversão
Com essas e outras opções de entretenimento online, é possível curtir momentos de diversão com os amigos, ou mesmo sozinho, sem sair de casa. Além disso também é possível, no caso das redes sociais, por exemplo, conhecer pessoas localizadas fisicamente em qualquer parte do mundo e aumentar o seu círculo de amizades. Essas redes são tão versáteis que extrapolaram o universo do entretenimento e passaram a ser muito utilizadas para negócios, educação e muitas outras atividades.
Com a crescente evolução da tecnologia, novas formas de entretenimento são criadas a cada dia, o que nos deixa com a expectativa de aumentar ainda mais as nossas opções de diversão online. E, com a associação cada vez maior do entretenimento com outras atividades, fica a esperança de que tarefas difíceis ou trabalhosas possam tirar proveito dessa mescla e se tornar mais fáceis e agradáveis de realizar.
Fonte Cene Produtora/Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 22/05/2023/05:49:49
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Cobra coral é capturada em residência pelo Corpo de Bombeiros em Alta Floresta,no Mato Grosso
Foto: DivulgaçÃO- O Corpo de Bombeiros de Alta Floresta (MT) foi acionado por volta das 18h26 de ontem, domingo (21), para atender a uma ocorrência de animal agressivo em uma residência localizada na avenida Nossa Senhora Aparecida.
No local, foi encontrada uma serpente Coral na área do imóvel, sendo capturada e retirada do local para posterior destinação em seu habitat natural.
Leia Também:Cobras venenosas invadem casas e assustam moradores em bairros de Novo Progresso
Conforme o Corpo de Bombeiros, no ano de 2022 a 7ª CIBM realizou 235 atendimentos relacionados à fauna silvestre, sendo que deste total, 155 foram ocorrências com serpentes e 80 atendimentos foram feitos a outros animais silvestres.
Fonte e Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 22/05/2023/05:49:49
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Juiz teme morrer após apreensão de retroescavadeira de garimpo no Pará
Paisagem de um garimpo em Itaituba (PA): violações de direitos trabalhistas em áreas de extração de minério são comuns em toda a Amazônia – (Imagem: Lilo Clareto/Repórter Brasil)
“Isso não vai ficar assim. Vão se foder todos vocês! Vocês não podem roubar minha máquina, ela tem dono.” Foi em tom de ameaça que, numa manhã de fevereiro de 2022, João Anilton Brandão da Silva teria recebido oficiais de Justiça e policiais militares na casa de seus familiares, localizada no município de Tucumã, sudeste do Pará.
Um mandado judicial determinava a apreensão de uma retroescavadeira para garantir o pagamento de mais de R$ 400 mil devidos a sete ex-empregados de um garimpo controlado por sua família. Três parentes de João Anilton já haviam sido condenados em primeira instância na Justiça do Trabalho por não registrarem a carteira e por deixarem de pagar FGTS, férias e décimo terceiro salário.
Colunistas do UOL
No dia do cumprimento do mandado, João Anilton teria dito ainda que iria “matar a todos”, de acordo com um documento do Ministério Público Federal. Um dos alvos seria o juiz que havia autorizado a apreensão da máquina, Vanilson Rodrigues Fernandes, titular da Vara do Trabalho de Xinguara (PA).
“Eles não estão acostumados a resolver por meio do processo legal, então resolvem as coisas por intermédio da violência”, diz o juiz.
“A gente está muito aflito, nenhuma autoridade pública deveria ser ameaçada desse jeito”, complementa Fernandes, que até o começo deste ano tinha autorização do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 8ª Região para atuar fora de Xinguara, sede da Vara. Quando precisava despachar presencialmente no município, ele contava com escolta policial.
Um ano após o início do caso, Fernandes afirma atravessar um momento delicado. Em breve, a retroescavadeira deve ser leiloada pela Justiça — e ele teme que a iminente venda do maquinário, avaliado em R$ 600 mil, provoque uma nova onda de intimidações.
A apreensão e a venda dessas peças, que praticamente não são controladas por autoridades, como já demonstrado pela Repórter Brasil, inviabilizam a atividade dos garimpeiros.
A reportagem entrou em contato com João Amilton — ele alega não ter feito qualquer ameaça. “Eu fiquei bravo com a polícia, mas não falei besteira de juiz, nem nada. Foi o policial militar que falou que ia me foder. E aí ele inventou isso [as ameaças] perante o escrivão”, disse à Repórter Brasil, por telefone.
João Anilton nega ainda que a escavadeira seja utilizada no garimpo de seus familiares. Ainda segundo ele, a máquina não pertence a seus parentes, mas a uma agricultora da região.
O caso de Fernandes se soma a outros semelhantes no sudeste do Pará. Ao menos outros três magistrados relatam ter sofrido ameaças após a penhora ou confisco de bens para o pagamento de verbas trabalhistas na região, nos últimos doze anos.
“As ameaças contra o juiz se inserem em um processo mais amplo de violência na Amazônia”, afirma Ana de Souza Pinto, agente da Comissão Pastoral da Terra (CPT) em Xinguara.
Ela lembra que mais de 600 assassinatos relacionados a disputas por terra e questões trabalhistas aconteceram nas últimas quatro décadas no Sul do Pará. Para ela, “é necessário um enfrentamento mais eficaz contra a impunidade, investigando as denúncias, apurando e responsabilizando aqueles que praticam os crimes e toda essa violência”.
‘Mesmo fim da irmã Dorothy’
A família Brandão é acusada de ameaçar pessoas bem antes daquela manhã em que foi apreendida a retroescavadeira. Durante uma audiência trabalhista em 2019, Marcos Araújo (sobrinho de João Anilton) teria intimidado a advogada dos empregados do garimpo. Na frente de outras pessoas, insinuou que ela poderia ter o mesmo fim da “irmã Dorothy” — uma referência à missionária católica Dorothy Stang, assassinada em Anapu (PA), em 2005.
Marcos Araújo teria dito ainda que havia contratado uma pessoa por R$ 5 mil para “acabar com a vida” de duas testemunhas. Uma delas chegou a afirmar que a família Brandão tinha “fama na região de contratar pistoleiros para resolver problemas particulares do garimpo”.
A advogada dos trabalhadores do garimpo registrou um boletim de ocorrência no mesmo dia da audiência. Procurada pela reportagem, ela confirmou o teor da história.
A reportagem também tentou contato com Marcos Araújo por meio do número de telefone que consta dos autos do processo, mas não obteve resposta. Já a advogada que aparece como representante dos Brandão afirmou não atuar mais na defesa dos réus.
Polícia Federal arquivou o caso após recuo de testemunhas.
Em 17 de março de 2023, o TRT-8ª Região determinou o fim do trabalho remoto para o juiz Vanilson Rodrigues Fernandes. Atualmente, ele tem de ir cotidianamente à Vara de Xinguara, onde se diz mais exposto.
A decisão do TRT foi tomada após uma investigação sobre o caso ser arquivada pela Polícia Federal (PF).
O inquérito foi finalizado após um tenente da PM e dois oficiais de justiça, presentes no dia da apreensão da retroescavadeira, negarem ter presenciado qualquer “ameaça de mal grave”. Contudo, o sargento que havia relatado as ameaças não chegou a ser ouvido no inquérito.
Em abril deste ano, o juiz Vanilson Rodrigues Fernandes solicitou novamente ao TRT autorização para fazer jornada híbrida. A reportagem procurou a assessoria de imprensa do tribunal, mas não obteve resposta. Região tem histórico de ameaças a juízes do Trabalho
Ao solicitar medidas de segurança ao tribunal, o advogado de Vanilson Rodrigues Fernandes compilou outros casos de juízes que passaram por situações semelhantes na região.
Em 2011, a magistrada Tatyanne Rodrigues de Araújo, então titular da Vara de Xinguara, também recebeu ameaças de morte depois de determinar a penhora de um carro de um empregador. Após se alterar e levantar a voz contra Tatyanne, ele teria afirmado que “voltaria armado” para encontrar a juíza.
Já em 2013, o juiz Jonatas dos Santos Andrade, responsável pela Vara do Trabalho em Marabá, recebeu ameaças após autorizar a penhora de 18 veículos e mais 900 cabeças de gado de um fazendeiro da região.
No início deste ano, no município de Redenção, a juíza Alessandra Silva Meyer Maciel também foi vítima de ameaças durante uma audiência trabalhista.
Fonte UOL/ Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 22/05/2023/05:49:49
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Para reforçar defesa de povos indígenas e tradicionais na Amazônia, MPF inaugura uso de embarcações próprias
Fotos: Leonardo Prado e Murilo Hildebrand/Comunicação/MPF
Viagem inaugural foi realizada na sexta-feira (19), no Pará; PGR conversou com equipe por meio de videoconferência
O Ministério Público Federal (MPF) deu um passo significativo para reforçar o atendimento a povos indígenas e comunidades tradicionais na Amazônia. Representantes da instituição fizeram a primeira viagem de uma embarcação própria, entre Belém e Abaetetuba, no Pará, na última sexta-feira (19). Durante o trajeto, o grupo conversou com o procurador-geral da República, Augusto Aras, que estava em Brasília, e fez questão de ressaltar o significado da viagem. “É uma conquista que se soma a outras, que temos implementado para garantir que o Ministério Público possa estar presente e defender com as melhores condições esse patrimônio nacional que é a Amazônia”, frisou.
procurador-geral da República, Augusto Aras
Navegando pelas águas das baías do Guajará e do Marajó, o escritório de representação fluvial aportou na comunidade quilombola Nossa Senhora do Bom Remédio, onde a equipe do MPF pôde se atualizar sobre violações de direitos enfrentadas por famílias quilombolas e ribeirinhas de toda a região. “A gente não tem condição financeira de chegar até o Ministério Público, e por isso é tão importante que a instituição venha até nós”, destacou a líder comunitária Rosicleia Silva Ferreira. “É um momento ímpar para as comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas”, comemorou o ribeirinho Antônio Nazaré Azevedo Costa, da comunidade da Ilha do Capim.
Grande vitória – O procurador-geral da República, Augusto Aras, participou de videoconferência realizada desde a sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília (DF), com a equipe do MPF nas águas do Rio Pará. Ele classificou como uma grande vitória a concretização, pelo MPF, de uma série de medidas em favor da Amazônia, como as aquisições de frota fluvial, de aeronaves anfíbias e de helicópteros, a atuação para incluir a região no leilão da Internet 5G no Brasil e a implantação de 30 novos ofícios socioambientais. Vitória porque, conforme destacou, a um só tempo, o MPF defende a soberania nacional e da Amazônia – especialmente nas fronteiras –, as comunidades indígenas e tradicionais e o meio ambiente, explicou Aras. “Este é um momento de regozijo pelo avanço que fazemos em relação à Amazônia Verde”, frisou.
Ao conversar com a comitiva, o PGR listou as medidas adotadas nos últimos três anos e oito meses para assegurar as condições de trabalho para membros e servidores lotados na região, além de destacar aspectos relacionados aos desafios institucionais. O procurador-geral também adiantou que um novo projeto, o Amazônia Azul, será lançado no mês de agosto, desta vez, com o propósito de preservar as riquezas das águas que circundam a região. “Trabalhamos para que as bases e diretrizes do projeto sejam lançadas ainda na nossa gestão para que possamos proteger também esse patrimônio nacional”, completou.
O procurador-geral também destacou a importância da iniciativa para a defesa e proteção do meio ambiente. Ele reiterou a adoção de três grandes frentes de atuação institucional para garantir o equilíbrio entre desenvolvimento econômico e preservação da Amazônia: a criação de Gaecos Federal, A Amazônia Verde ( que inclui o reforço da estrutura do Ministério Público na região e o Amazônia Azul que, conforme adiantou, será lançado em agosto. “Nós tomamos conta da Amazônia que é um patrimônio brasileiro e também da comunidade planetária, que depende dela para ter a oxigenação necessária para a saúde. O projeto Amazônia Azul, que se estenderá por todo o litoral, ficará com a estrutura delineada até o fim de nossa gestão, fechando o arco das atuações mais relevantes do Ministério Público brasileiro nessa região”, frisou.
Percurso – A viagem inaugural teve a participação da secretária-geral do Ministério Público da União (MPU) e coordenadora da Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF, Eliana Torelly, do procurador-chefe do MPF no Pará, Felipe de Moura Palha, do procurador da República Rafael Martins da Silva, de servidores do órgão e de representantes do Fundo Dema, fundo de justiça socioambiental e climática que apoia projetos coletivos e comunitários na Amazônia, incluindo a comunidade quilombola Bom Remédio e comunidades vizinhas.
Dia histórico – “A aquisição dessas embarcações foi um grande avanço porque vai permitir ao MPF aumentar quantitativamente e qualitativamente o atendimento às comunidades”, disse a secretária-geral do MPU. “Hoje é um dia histórico para o MPF no Pará porque conseguimos uma embarcação própria com internet via satélite para levar a instituição a todos os lugares e torná-la cada vez mais próxima da sociedade”, ressaltou Felipe Palha. A novidade vai possibilitar que o MPF tenha convívio ainda mais próximo com as famílias ribeirinhas, indígenas, quilombolas e extrativistas. Essa presença mais constante poderá proporcionar o estabelecimento de diálogos mais contínuos, mais ricos e capazes de levar a respostas mais concretas e definitivas.
“Um escritório fluvial itinerante tem a potencialidade de mudar a forma como trabalhamos e chegar com respostas rápidas onde deveríamos estar. Nunca tínhamos ido na comunidade quilombola à qual fomos nesta primeira viagem do escritório de representação fluvial, e é assustadora a quantidade de demandas que precisamos atender, desde a mais básica de todas – não tem água potável para beber – às mais complexas consequências da poluição ambiental provocada pelo polo industrial de Barcarena, pelo porto de Vila do Conde e também pelo acidente do navio que naufragou com 5 mil bois naquela região. Temos muito trabalho a fazer”, relatou o procurador-chefe. “A alegria da inauguração do escritório de representação fluvial contrasta com a tristeza de ver a miséria da nossa população ribeirinha”, lamentou.
A aquisição de embarcações também permitirá que o MPF ofereça atendimento ainda mais rápido às comunidades porque a equipe não vai mais depender dos horários e de demais restrições impostas por empresas privadas de transporte. Viagens mais rápidas vão proporcionar, ainda, mais segurança à equipe do MPF, que ficará menos tempo sob risco de ataques de agentes violadores de direitos socioambientais.
A viagem inaugural também teve a participação de servidores do MPF e de representantes do Fundo Dema, fundo de justiça socioambiental e climática que apoia projetos coletivos e comunitários na Amazônia, incluindo a comunidade quilombola Bom Remédio e comunidades vizinhas.
Vasta demanda – Segundo a Secretaria de Estado dos Povos Indígenas, no Pará vivem 60 mil indígenas, de mais de 55 povos, que falam 30 idiomas e ocupam mais de 20% do território estadual, em 77 territórios indígenas localizados em 52 municípios. De acordo com a Coordenação Estadual das Associações das Comunidades Remanescentes de Quilombos (Malungu), no Pará há cerca de 550 comunidades quilombolas, localizadas em 65 municípios, com 70 mil famílias.
A comunidade quilombola Bom Remédio, visitada nesta sexta-feira pelo MPF, é uma amostra do quanto muitas dessas famílias sofrem com a ausência do poder público. Diversas lideranças comunitárias relataram impactos socioambientais, falta de segurança, saúde, educação, entre outras violações de direitos. O procurador-chefe da unidade paraense do MPF informou às famílias que serão abertas apurações sobre cada um dos problemas narrados.
Contaminação – A educadora Sara Pereira, coordenadora da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase) na Amazônia, organização responsável pelo gerenciamento jurídico e administrativo do Fundo Dema, considera que a situação vivida pelas comunidades quilombolas e ribeirinhas da região de Abaetetuba é alarmante. Ela salientou outro tema muito recorrente nas falas das pessoas que representam as comunidades, que é a contaminação das águas.
Até o ano 2000, a água era captada diretamente do rio por toda a comunidade. Depois disso, ninguém teve mais coragem de beber água do rio por conta da contaminação por vazamento de registro de minérios, lixo, óleo combustível das balsas, navios, naufrágio do navio Haidar e fossas a céu aberto, resume o Protocolo Comunitário de Consulta Prévia, Livre, Informada, de Consentimento e Veto do território quilombola Bom Remédio.
Em uma parceria entre a comunidade, o Fundo Dema e profissionais da área de pesquisa, um projeto-piloto de descontaminação da água, que utiliza a tecnologia denominada osmose reversa, está programado para ser implementado no segundo semestre deste ano. O objetivo é que, se for bem-sucedida, a ideia seja pautada como política pública e replicada em outras comunidades, informou a coordenadora da Fase Amazônia.
Álbum de fotos e vídeos da viagem inaugural do escritório de representação fluvial e da reunião do MPF com a comunidade quilombola Bom Remédio e comunidades vizinhas
Fonte: ASCOM Ministério Público Federal no Pará/ Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 22/05/2023/05:49:49
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Policial militar de folga reage a assalto e mata criminoso em Novo Progresso
Um homem (sem identificação), morreu durante uma tentativa de assalto em Novo Progresso. (Foto:Reprodução tv progresso facebook)
Ele foi morto por uma policial militar de folga que reagiu ao crime na noite deste sábado, 20 de maio de 2023, em Novo Progresso-PA. As mulheres não tiveram a identidade divulgada, os nomes estão em sigilo.
Tatuagem na mão direita do criminoso. (Foto:Reprodução tv porgresso)
Entenda o caso – Por volta de 22h00, suas mulheres (entre elas uma PM paisana), estavam na região do moro da cascalheira na saída da cidade, quando foram surpreendidas por um homem que usava máscara, de posse de uma arma, rendeu as duas e levou as para as proximidades, momento que a policial em paisana reagiu e atirou contra o criminoso. Ainda conforme relatos das mulheres para polícia, o homem havia roubado o celular e ao levar o tiro saiu correndo rumo ignorado. As duas mulheres chamaram a polícia.
O criminoso foi somente encontrado na manhã deste domingo, 21 de maio de 2023 já sem vida.
Objetos, encontrado com o criminoso. (foto: Reprodução tv progresso)
O criminoso tem uma tatuagem na mão direita, com ele foi encontrado um simulacro de pistola, um chapéu com logo marca de empresa da cidade de Sinop (MT), uma furadeira e outros objetos.
O caso será investigado pela polícia Civil.
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Carreta carregada com combustível tomba e pega fogo na 163 próximo a Guarantã do Norte, no MT
Carreta carregada com combustível tomba e pega fogo na 163 próximo a Guarantã do Norte
O reboque de uma carreta tanque, que transportava etanol, foi consumido pelas chamas, ontem à tarde, na BR-163, a três quilômetros de Guarantã do Norte (230 quilômetros de Sinop). O motorista não sofreu ferimentos e assinou termo de recusa de atendimento médico.
Conforme o Corpo de Bombeiros, ele seguia sentido Pará. Ao passar por uma curva, saiu da pista, a carreta desengatou do cavalo mecânico, que acabou tombando. O incêndio começou no último vagão. Três soldados, com um caminhão Auto Bomba Tanque, combateram o fogo por cerca de 3 horas. Foram utilizados mais de 6 mil litros de água. Posteriormente, também foi realizado o resfriamento dos demais tanques de etanol.
A BR-163 ficou parcialmente interditada para o trabalho dos bombeiros. O sargento Deric Panseira informou que foram cerca de 4 horas de tráfego parcial. A equipe da concessionária também trabalhou na ocorrência. Não foi informado para qual cidade a carreta levava a carga de combustível.
Em Várzea Grande, próximo ao trevo do Lagarto, duas mulheres morreram em acidente. Em Sinop, ontem à tarde, um carro também pegou fogo após invadir um calçada e atingir playground e um jovem morreu em acidente com veículo em um bairro. Neste domingo à noite, na 163, em Sinop, um motorista ficou preso às ferragens na colisão entre dois automóveis.
Fonte So Noticias/ Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 22/05/2023/05:49:49
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