Bíblia e avião: como missionários buscam indígenas na Amazônia

Asas de Socorro, uma organização cristã missionária que fornece apoio logístico, incluindo aviões, para áreas remotas. Foto: Reprodução/Asas do Socorro

Presença de grupos religiosos que atuam na evangelização de indígenas se intensificou durante governo Bolsonaro com ideologia conservadora e estratégias criticadas, como ofertas em dinheiro.

(Por Tatiana Merlino, especial para O Joio e O Trigo e Repórter Brasil)  –“Nós respeitamos os governos até o ponto em que eles falam contra a palavra de Deus. (…) A palavra de Deus [está] acima de tudo”. Embora pareça slogan político da extrema direita brasileira, a declaração é do missionário evangélico Andrew Tonkin, processado no Brasil por invasão de terras indígenas.

Colocar a religião acima das leis não é retórica exclusiva de Tonkin, mas um indício do que são capazes algumas denominações religiosas para evangelizar povos indígenas, principalmente na Amazônia.

Alguns missionários são pilotos e usam aeronaves próprias para percorrer longas distâncias. A maioria dessas organizações tem sede nos Estados Unidos e faz vaquinhas virtuais para financiar as ações, como a formação de pastores-pilotos e a tradução da Bíblia para o idioma nativo das comunidades. Algumas traduções, contudo, têm a qualidade questionada.

Esses grupos demonstram ainda especial interesse em alcançar povos isolados – uma violação à Constituição Federal e a tratados internacionais firmados pelo Brasil que pregam o respeito aos costumes e modos de vida dos povos originários.

Uma das regiões com maior assédio é o Vale do Javari, região com a maior concentração de povos isolados no país. “A gente observa uma presença cada vez maior [de missionários evangélicos], de diferentes doutrinas”, afirma Eliesio Marubo, procurador jurídico da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja).

Embora os grupos atuem ali desde os anos 1960, Eliesio conta que foi durante o governo de Jair Bolsonaro que se intensificaram a presença dos religiosos e as investidas a indígenas na região. “Eles buscam sobretudo contato com alguns indígenas que moram na cidade, oferecendo dinheiro e vantagens”, relata.

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Para controlar a situação, a Univaja entrou em 2020 com ação na Justiça Federal para pedir a expulsão de missionários que estavam fazendo operações em busca do povo Korubo, considerado de recente contato.
Entre os acusados está Andrew Tonkin, da missão Frontier International, que falou com O Joio e O Trigo e Repórter Brasil por e-mail. Ele diz agir guiado pelo Espírito Santo e que, embora esteja atualmente no Iraque, mantém um programa de rádio com suas pregações para os indígenas.

Questionado se tentou acessar povos isolados, ele respondeu: “Nunca tive o privilégio de conhecer nenhum”. Apesar de não confirmar a tentativa de evangelização de indígenas isolados e afirmar que respeita as autoridades, ele não descartou agir ilegalmente, se a lei estiver “contra a palavra de Deus”.

“Acredito que Deus tenha colocado os governos e nós obedecemos às leis dos seres humanos. Respeitamos os governos e obedecemos até o ponto em que eles ensinam ou falam contra a palavra de Deus. Nós colocamos Jesus Cristo e a palavra de Deus acima de tudo. É nossa autoridade final”, declara. Leia a entrevista na íntegra.

Andrew Tonkin é processado por tentar entrar ilegalmente em terras indígenas onde vivem isolados . Foto: Reprodução/Facebook
Andrew Tonkin é processado por tentar entrar ilegalmente em terras indígenas onde vivem isolados . Foto: Reprodução/Facebook

De avião

Além de Tonkin, a Univaja também processou o missionário-piloto Wilson Kannenberg. Ele é ligado à norte-americana Asas de Socorro, uma organização cristã missionária que fornece apoio logístico, incluindo aviões, para áreas remotas. Kannenberg teria usado um hidroavião para acessar o Vale do Javari e tentar burlar a fiscalização que impede a entrada no território.

Segundo a Univaja, a Asas de Socorro não faz apenas “missões humanitárias”, mas promove invasões de terras indígenas em busca de povos isolados.

A Asas tem sede em Anápolis, Goiás, cidade que funciona como centro de operações para diversas organizações de missionários que atuam na Amazônia. A entidade subsidia a formação de pilotos e mecânicos, o que a torna atraente também para quem não tem interesse na atividade religiosa.

A Asas se recusou a responder às perguntas enviadas pela reportagem. Em uma nota assinada por uma advogada, negou participação em qualquer atividade ilegal.

Asas de Socorro, uma organização cristã missionária que fornece apoio logístico, incluindo aviões, para áreas remotas. Foto: Reprodução/Asas do Socorro
Asas de Socorro, uma organização cristã missionária que fornece apoio logístico, incluindo aviões, para áreas remotas. Foto: Reprodução/Asas do Socorro

Outro citado na ação movida pela Univaja e aceita pela Justiça Federal em Tabatinga (AM) é Josiah Mcintyre, da Ethnos360 – uma organização missionária americana ligada à Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB).

Durante a pandemia, missionários da MNTB realizaram sobrevoos de helicóptero na TI Vale do Javari, sem autorização da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas). Segundo reportagem publicada pelo jornal O Globo, o helicóptero Robinson R-66 teria sido adquirido no fim de 2018, com doações de simpatizantes no site da entidade nos Estados Unidos. A MNTB também foi processada pela Univaja. Os três missionários e a MNTB foram proibidos de entrar no território pela Justiça.

“É curioso como muitos cientistas batalham e não conseguem autorização para passar um ano na floresta e eles [missionários] permanecem por décadas sem [sofrer] interferência nenhuma”, analisa o linguista Daniel Everett, ex-missionário norteamericano que hoje é ateu e crítico dessas denominações religiosas.

Kannenberg foi localizado pelas redes sociais, mas não respondeu aos pedidos de entrevista. Josiah Macintyre não foi localizado pela reportagem.

Procurada, a MNTB disse, em nota, que atua “dentro da legalidade, em respeito à lei, aos povos indígenas e aos seus direitos constitucionais de autodeterminação”. Afirmou ainda que não colocou em risco os povos indígenas do Javari durante a pandemia e que deixou a região antes mesmo da ordem judicial. Leia o posicionamento completo.

Vale do Javari é a região com maior concentração de indígenas isolados do mundo. Foto: Gleison Miranda/Funai
Vale do Javari é a região com maior concentração de indígenas isolados do mundo. Foto: Gleison Miranda/Funai

Bíblia sem ambiguidade

Após desembarcarem no país, os missionários aprendem os idiomas dos povos originários, produzem dicionários e gramáticas e usam esse conhecimento para traduzir a Bíblia e pregar para os indígenas em suas línguas nativas. Porém, sutilezas do livro sagrado acabam ficando de fora das traduções, avalia Everett.

“A Bíblia é um livro bastante ambíguo e, na tradução, o missionário já tira essa ambiguidade, para adaptar o texto a sua própria ideologia, muito conservadora e ligada ao discurso da extrema-direita cristã”, explica o ex-missionário.

Utilizado desde os anos 1960, esse método continua sendo largamente empregado pelos missionários. O Ethnos360 mantém arrecadações abertas para financiar traduções do livro sagrado dos cristãos para os idiomas de povos originários de diferentes localidades do planeta.

No site da instituição, é possível doar dinheiro diretamente para o trabalho de cada um dos missionários, mesmo que a página não especifique o que fazem e o município onde atuam. Só no Brasil, atuam mais de 50 missionários.
Outro site ligado às missões estrangeiras é o Joshua Project. A entidade tenta atrair ao menos 47 religiosos para atuar no Brasil, com mapas de locais onde as atividades devem ser desenvolvidas.

Entre os públicos alvos da pregação no país estão judeus, islâmicos e outras comunidades estrangeiras. Mas o grande foco são os indígenas.

“A ideologia levada pelos missionários é reacionária e ligada aos valores dos Estados Unidos”, afirma Everett. Ele lembra que boa parte desses religiosos apoiava a ditadura militar e, mais recentemente, Bolsonaro. E recebia benefícios em troca, como a permanência nos territórios indígenas.

É o caso do pastor Steve Campbell, da igreja Greene Baptist Church, cuja família atua há 60 anos entre os Jamamadi, em Lábrea (AM). Levado pelos pais, também missionários, em 1963, ele fala a língua dos indígenas e convive com eles desde criança.

Segundo o indigenista Daniel Cangussu, um dos principais impactos causados pela presença do missionário é o conflito geracional. Campbell apoia lideranças mais jovens, que têm melhor domínio do português e do uso de tecnologias, o que contribui para deslegitimar os mais velhos.

“Há um efeito grave nas aldeias, pois os mais velhos perdem a credibilidade. Isso é bem sério, eles têm se afastado entre si e isso desorganiza bastante a situação interna. É algo que a gente nunca viu acontecer”, explica Cangussu.

Em 2018, o missionário Campbell foi expulso pela Funai da Terra Indígena Jarawara/Jamamadi/Kanamanti, após liderar uma expedição que entrou, sem autorização das autoridades, no território do povo isolado Hi-Merimã – o que é proibido. Por causa desse episódio, Campbell passou a ser investigado pelo Ministério Público Federal.

O imbróglio vem prejudicando o atendimento à saúde dos Jamamadi, já que as lideranças atuais dizem que servidores da Funai e da saúde indígena só poderão entrar no território novamente após o retorno do missionário.

Dentre outros motivos, Campbell consolidou sua influência entre os Jamamadi por conseguir aviões e helicópteros para pessoas que necessitavam de transporte para hospitais na cidade, em casos de emergência.

Na avaliação de Everett, é preciso restringir a presença dos missionários nas terras indígenas. Porém, isso demanda investimentos em profissionais de saúde e voos de urgência, por exemplo.

“O Brasil já tentou diversas vezes expulsá-los dos territórios indígenas sem sucesso, porque eles ignoraram as decisões. E eles não vão sair apenas porque o governo falou que eles não podem ficar lá. Esses missionários acreditam que a lei de Deus está acima das leis de qualquer país”, finaliza.

Reportagem realizada com apoio do Rainforest Journalism Fund (RJF) em parceria com o Pulitzer Center.
* Colaborou Leonardo Fuhrmann

Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/07/2023/05:25:27

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Mulher mantida em cárcere privado por 20 anos para esconder estupro de pastor é resgatada

O caso foi registrado no município de Trairão, no Pará (Foto>Reprodução Giro Portal)

Segundo informações da polícia, a vítima era mantida em cárcere privado há mais de 20 anos pela sua própria família. A motivação inicial seria encobrir um crime de estupro cometido por um pastor evangélico quando a vítima tinha apenas 17 anos.
Mulher é resgatada após 20 anos de cárcere privado em Trairão, no Pará
Uma operação realizada no dia 8 de julho deste ano revelou um caso grave de cárcere privado e maus-tratos. De acordo com a polícia, a vítima é uma mulher de 37 anos, que estava sendo mantida nesta situação por sua própria família há mais de 20 anos. De acordo com a polícia, a mãe da vítima, juntamente com suas duas irmãs, são acusadas de manter a mulher de 37 anos em cárcere privado.

A motivação inicial seria encobrir um crime de estupro cometido por um pastor evangélico quando a vítima tinha apenas 17 anos. A polícia também informou que a mãe vinha se apropriando do benefício previdenciário da vítima para cobrir suas próprias despesas pessoais, sem prover a assistência médica necessária à mesma.

Foram emitidos e cumpridos três mandados de prisão temporária contra as três mulheres que mantinham a vítima em cárcere privado. Segundo a decisão judicial, a mulher de 37 anos será encaminhada para tratamento e abrigo adequado. O caso é um dos mais chocantes registrados na região.

Fonte: Portal Giro/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/07/2023/05:25:27

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Novo equipamento da PRF descobre se carro tem peças roubadas

 (Foto:PRF/Divulgação) – A Polícia Rodoviária Federal já começou a usar um novo equipamento capaz de identificar peças não originais ou sem procedência legal nos veículos em fiscalizações.

O sistema é chamado de DIV (Detecção Inteligente de Veículos) e é conectado ao veículo para fazer a leitura dos módulos, chassi e componentes ligados à eletrônica. Funciona com  carros, caminhões, motos, ônibus e até em embarcações.

Em dois minutos a plataforma usa os dados do carro com a base de dados do SENATRAN, permitindo a detecção de módulos, falhas e defeitos mecânicos ou eletrônicos, além de verificar itens de segurança.

O DIV é capaz de interpretar se os módulos pertencem ao carro (a troca pode ser usada para “esquentar” carros usados), se componentes dos airbags e freio ABS foram trocados, se a quilometragem foi alterada ou se algum outro componente original do veículo foi substituído indevidamente.

“Com esse diagnóstico, o saldo para a sociedade é a diminuição da emissão de poluentes, queda no número de furtos de peças – e consequente comércio ilegal de peças sem procedência -, acidentes por falta de manutenção e clonagem de veículos. Impacta diretamente na diminuição do roubo de veículos e ainda traz mais transparência e credibilidade ao mercado automotivo.” Afirma o CEO do DIV, Myri Teixeira.

A fiscalização com o uso do DIV pode ajudar a recuperar carros roubados. Atualmente, o sistema está em funcionamento nas cidades do interior do estado de São Paulo, Recife e Goiânia, e está em fase de testes com as Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar de São Paulo e Polícia Rodoviária de São Paulo.

Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/07/2023/05:25:27

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Arco Amazônico movimentou mais de 31 milhões de toneladas em maio deste ano

Os dados são do Relatório da Antaq e representam um aumento de 14,9% em comparação com o mesmo mês do ano anterior – (Foto:Reprodução)

Entre janeiro e maio deste ano, setor aquaviário movimentou mais de 113 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 10,43% em relação ao ao total registrado no mesmo período em 2022

Julho, 2023. Após um resultado positivo nos primeiros cinco meses do ano, com crescimento de 4,4% em relação ao mesmo período de 2022, o setor portuário brasileiro encerrou o mês de maio com a movimentação de 113,2 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 10,43% em relação a maio de 2022.

Já os portos do Arco Amazônico, localizados nos estados do Roraima, Amazonas, Pará, Amapá e Maranhão, movimentaram 135,1 milhões de toneladas no período de janeiro a maio de 2023, com destaque para a movimentação de minério de ferro que representa 67,2% da carga transportada. Os dados são da Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) e refletem o crescimento impulsionado pelo aumento na movimentação de minério de ferro, soja e petróleo.

O presidente da Associação dos Terminais Portuários e Estações de Transbordo de Cargas da Bacia Amazônica (Amport), Flávio Acatauassú, explica que o crescimento da utilização do modal hidroviário é uma realidade e uma evolução para o país, indo ao encontro de práticas sustentáveis.

“O transporte hidroviário apresenta eficiência energética 29 vezes superior ao rodoviário e consome 19 vezes menos combustível. Além disso, emite seis vezes menos gás carbônico que o modal rodoviário. É uma movimentação natural este crescimento, o que vemos com muito bons olhos, por promover crescimento para o país eara região Amazônica de forma sustentável”, explica o executivo.

Terminais privados

Os Terminais de Uso Privado (TUPs) registraram 72,74 milhões de toneladas movimentadas em maio de 2023. O número representa um aumento de 10,11% em comparação ao mesmo período do ano anterior. O destaque positivo foram os TUPs localizados em Vila do Conde, PA, com mais de 2,5 milhões de toneladas, representando uma variação positiva de 25,9% quando comparado a maio de 2022.
“A Amport, que representa os interesses de 12 importantes players do segmento, celebra esses números e reafirma a importância de maximizar a movimentação aquaviária para potencializar ganhos de eficiência, sustentabilidade, redução de custos e de gargalos operacionais”, completou Flávio Acatauassú.

Para Flávio Acatauassú, presidente da Amport, o crescimento é uma evolução para o país que vai de encontro às práticas de sustentabilidade.

Fonte: Ascom Amport/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/07/2023/05:25:27

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Vereador Juliano Simionato inova, cria canal digital para atendimento à população

Vereador Juliano Simionato inova no atendimento à população, lança o canal digital para toda a população interagir com o seu gabinete e ser participativo em seu mandato.

Uma ouvidoria on-line!

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Acessando o canal “CIDADÃO PARTICIPA”, a população poderá fazer solicitações, sugestões, reclamações, elogios, denúncias e entrar em contato direto com o gabinete.

Nesse sistema o cidadão preencherá um formulário, seleciona o assunto, descreve e pode adicionar arquivo como: fotos, documentos e vídeo.

O mesmo após enviando cairá direto no e-mail institucional e no sistema do gabinete do vereador, para que os mesmos sejam encaminhados para os setores competentes, e sua assessoria estará interagindo com o cidadão informando o andamento da sua demanda.

Com o mandato participativo e com objetivo de ouvir a voz da população, o vereador Juliano Simionato, quer trazer à tona temas importantes de interesse da população.

Segundo o vereador, a população se utiliza das redes sociais para fazer reclamações e algumas ideias fantásticas, mas não chega ao seu objetivo.

O meu intuito com esse canal é essa aproximação, recebendo essas demandas e fazendo as cobranças junto ao Executivo Municipal.

Com um mandato participativo é possível construir políticas públicas mais eficazes e encontrar soluções mais rápidas de quem vive o problema na pele.

Sempre inovando para chegar até a população!

O canal do povo com o seu representante

Para participar é bem simples.

Link: www.cidadaoparticipa.com.br/vereadorjulianosimionato/

Tudo o que for atribuição do vereador, a população pode fazer as cobranças através do nosso gabinete on-line, finaliza o vereador.

https://youtu.be/2CnWVsVQY-E

 

Fonte: Ascom Ver. Juliano Simionato/Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/07/2023/05:25:27

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Vídeo mostra momento em que filho de juiz é fuzilado em frente a padaria na fronteira do Brasil com o Paraguai

Morte é investigada pela Polícia Civil de Ponta Porã (MS). — Foto: Reprodução

Filho de juiz saía de padaria na fronteira quando foi morto.

O crime ocorreu no último domingo (16), e foi registrado por câmeras de segurança. As imagens mostram o momento em que dois homens chegam em um carro preto e rapidamente saem atirando contra Gilberto.MSSSS

Uma mulher que estava no local aparece se arrastando pelo chão e tentando se esconder dos tiros atrás de um carro estacionado.

Enquanto isso, o filho do juiz é atingido com vários disparos e morre na hora. Os criminosos fogem logo em seguida sem serem identificados.

Nas imagens, é possível ver Gilberto entrando em seu veículo, quando dois homens se aproximam em um carro preto. Ação é rápida e os suspeitos dessem do carro atirando. Gilberto chega a tentar fugir, mas é fuzilado.

Após realizar os disparos, os suspeitos fogem do local. Ainda não sabe o motivo da execução. Suspeitos do homicídio segue foragido.

O caso é investigado pela Polícia Civil de Ponta Porã e foi registrado como “homicídio qualificado pela traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa da vítima”.

Assista ao vídeo

https://www.facebook.com/adecio.piran/videos/929153531509838

Instagram

https://www.instagram.com/p/Cu4Ma_5MPbT/

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Fonte: G1 com Jornal Folha do Progresso em 19/07/2023/05:25:27

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PGR e ministros do PT são favoráveis à construção;STF barra Ferrogrão por redução de reserva ambiental

STF barra Ferrogrão por redução de “0,054%” em reserva ambiental. PGR e ministros do PT são favoráveis à construção  – (Foto:Reprodução)
O maior projeto ferroviário do Brasil, a Ferrogrão é alvo de disputa, nas esferas política, econômica e de Meio Ambiente.

A Ferrogrão reorganizaria o mapa nacional do transporte de cargas e melhoraria drasticamente o escoamento da produção do agronegócio brasileiro; quando a presidência da República mudou e, com ela, o olhar sobre as questões de logística e sustentabilidade.

De um lado, está o Governo Lula (PT), com suas novas e rígidas regras ambientais e, de outro, estão os ruralistas, que clamam por uma ferrovia que ligue trechos longíquos (Sinop-MT à Miritituba-PA), diminua os custos de produção e o tempo do transporte e traga mais segurança ao agricultor.

O problema é que, agora, com a mudança no Executivo Federal, multiplicam-se os críticos do projeto sob o manto de que a construção seria onerosa demais para os benefícios que traria.

O projeto, atualmente, está barrado no Supremo Tribunal Federal (STF) porque o desenho da Ferrogrão “ousou” atravessar uma reserva ambiental e o ministros deverão julgar a constitucionalidade de uma Medida Provisória de 2016, que altera os limites do Parque Nacional do Jamanxin (PA) para beneficiar a ferrovia.

Enquanto a Ferrogrão não sai, a Procuradoria-Geral da República (PGR) lembrou ao Supremo que “a redução de 0,054% do Parque Nacional do Jamanxim para viabilização de estudos para a instalação de ferrovia destinada ao escoamento de grãos ajusta-se ao princípio do desenvolvimento sustentável como fator de equilíbrio entre economia e ecologia”.

E que, além disso, a redução na unidade ambiental é “pequena em relação ao desenvolvimento econômico proporcionado pela construção da ferrovia”. Argumentou, ainda, que o empreendimento vai “diminuir a emissão de poluentes por caminhões de transporte de cargas”.

(CRÉDITO: REPRODUÇÃO/MAPA)
(CRÉDITO: REPRODUÇÃO/MAPA)

Os argumentos foram apreciados pelo ministro da Agricultura, o ex-presidente da Aprosoja-MT, Carlos Fávaro, que declarou não haver “nada mais sustentável que uma ferrovia”.

O ministro dos Transportes, Renan Filho, concordou com o colega, mas todos terão que aguardar o posicionamento final dos magistrados.

Fonte: Jornal do Agro com Jornal Folha do Progresso em 18/07/2023/05:25:27

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Pará e outros 6 estados devem ganhar mais vagas de deputado federal após atualização do Censo 2022, diz Diap

Essa mudança pode ocorrer porque o número de cadeiras na representação da Câmara Federal equivale à proporcionalidade da população dos estados e do Distrito Federal feita pelo IBGE. (Foto:Reprodução)

Contudo, para a mudança de fato ocorrer, a medida deve ser aprovada por meio de uma lei complementar.

Ao g1, o diretor de documentação do Diap, Neuriberg Dias, explicou que a demora para atualizar o número de representantes fere um direito da população.

“O estado passaria a ter nove deputados. Ou seja, é um dos estados que fica perdendo com essa demora, que é um aspecto técnico, que a partir de 2013 o Supremo Tribunal Federal exigiu que o Congresso regulasse por meio de lei complementar”, disse.

Para Dias, a falta dessa representação afeta a defesa do interesses público da demanda da população de cada estado.

“Os estados com direito a mais deputados estão sendo prejudicados por não ter essa atualização. São deputados que poderiam fortalecer a representação da população, que poderia atrair recursos orçamentários e representar os interesses da população como um todo”, contou.

Um dos principais impactos, conforme Dias, seria para corrigir uma distorção histórica na representação de cada estado no Congresso Nacional.

“A regra dá um mínimo de proporcionalidade e representatividade, porém, a falta de corrreção e atualização cria distorções. A cada Censo e a cada legislatura, a gente percebe a busca recorrente dessas bancadas de corrigir isso”, disse.

O professor de pós-graduação em comunicação e poder da UFMT, Bruno Araújo, explicou que esse aumento no número de cadeiras está dentro da legalidade e pode ser algo positivo aos estados.

“Se trata de uma determinação constitucional que estabelece que o número de representantes por estado seja compatível com o número de habitantes. É um processo legítimo e é algo positivo, pois é uma oportunidade de aumentar o peso político dos estados”, pontuou.

“O eventual aumento do número de deputados federais, poderá acarretar aumento também nas assembleias. Isso tudo ainda depende de uma atualização legislativa, o que deve ser feito”, disse.

Para Bruno, os partidos mais organizados tendem a sair na frente na disputa pelas vagas.

📈Pesquisa

O levantamento feito pelo Diap apontou como seria um possível cenário com a atualização das bancadas estaduais dentro da Câmara Federal.

Nessa hipótese, a distribuição de cadeiras seria proporcional à população dentro dos limites mínimos e máximos, ou seja, de 8 a 70 deputados federais para os estados.

Por conta disso, Pará ganharia quatro, assim como outros seis estados: Santa Catarina, com direito a quatro vagas; Amazonas (2), Ceará (1), Goiás (1) e Minas Gerais (1) e Mato Grosso (1)..

Número de deputados que ganham vaga na Câmara Federal

Com base em dados do Censo do IBGE 2022 (Fonte: Diap)
Com base em dados do Censo do IBGE 2022
(Fonte: Diap)

Já os estados que perderiam representação seriam Rio de Janeiro (4), Rio Grande do Sul (2), Piauí (2), Paraíba (2), Bahia (2), Pernambuco (1) e Alagoas (1).

Número de deputados que perdem vaga na Câmara Federal

Com base nos dados do Censo IBGE 2022 (Fonte: Diap)
Com base nos dados do Censo IBGE 2022
(Fonte: Diap)

📊Cálculo

O resultado da quantidade de cadeiras de cada estado na Câmara dos Deputados, segundo o Diap, foi necessário usar como referência o Quociente Populacional Nacional (QPN), que equivale a 395.833.

O número é o resultado da divisão da população do país, segundo o último Censo, com 203.062.512 milhões de pessoas, pela quantidade de vagas na Câmara, que são 513.

Em seguida, o Diap disse que é preciso dividir a população de cada unidade da federação pelo QPN, obtendo assim o Quociente Populacional Estadual (QPE).

O QPE é a base para definir o número de assentos a que cada estado tem direito, por isso, considera apenas números inteiros, de acordo com o Diap.

Já as sobras, é preciso calcular a Maior Média (MM), que corresponde à população do estado dividida pelo número de cadeiras inicial do estado mais 1.

Segundo o Diap, a unidade da federação com a maior média obtida ganha a primeira cadeira de sobra, e assim sucessivamente.

Fonte: G1 e Jornal Folha do Progresso em 18/07/2023/15:25:27

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Serabi Gold registra queda na receita de 2022

Serabi Gold  – (foto: Serabi Gold) –  Serabi Gold registra queda na receita de 2022, mas apresenta robusto primeiro trimestre em 2023 e orientação de produção para o ano em alta

A empresa teve uma perda pós-impostos de US$1 milhão em 2022, enquanto em 2021 o valor registrado foi de US$19,1 milhões. O EBITDA totalizou US$8,8 milhões, mais da metade do valor registrado no ano anterior. O caixa mantido pela empresa, que era de US$12,2 milhões no final de 2021, caiu para US$7,2 milhões no final de 2022.

De acordo com a Serabi Gold, a diminuição na receita é atribuível à menor produção do ouro durante o ano. Em 2022, a empresa produziu 31.819 onças de ouro, uma queda em relação aos anos anteriores. O custo de caixa para 2022 atingiu US$1.322 por onça, um valor superior em relação ao ano anterior em que o custo foi de US$1.090 por onça. O custo de sustentação total (AISC) para 2022 chegou a US$1.615 por onça, valor superior aos US$1.429 do ano anterior.
Em contrapartida aos resultados de 2022, a empresa teve um primeiro trimestre “robusto” em 2023.

A orientação de produção da Serabi Gold para o ano é de entre 33.500 e 35.000 onças do metal precioso. A empresa registrou a produção de 8.005 onças de ouro durante o primeiro trimestre deste ano.

A Serabi Gold tem um projeto em andamento denominado Coringa, que foi iniciado em meados de 2021. O diretor financeiro da empresa, Clive Line, afirmou que o último ano foi planejado para ser um ano de investimento. A capacidade de processar e vender ouro do minério de desenvolvimento sendo extraído de Coringa não foi originalmente planejada, mas com aproximadamente 1.000 onças de ouro produzidas no segundo semestre de 2022, o fluxo de caixa adicional que isso gerou ajudou a compensar os custos operacionais do desenvolvimento inicial da mina.
Independentemente dos desafios financeiros dos últimos anos, Clive Line, diretor financeiro da empresa, se mostra confiante e afirmou que a produção da Coringa está dentro do planejado.

Ele ainda acrescentou que a empresa espera manter os acionistas informados sobre novidades até o final deste ano. Após a divulgação dos resultados financeiros, as ações da Serabi Gold subiram 5,42% para 28,99p. A empresa garantiu o capital de giro adicional necessário para compensar a queda na produção por meio de um empréstimo de curto prazo feito em um banco brasileiro.

A Serabi Gold está empenhada em desenvolver o projeto Coringa e aumentar a sua produção de ouro, a fim de superar os desafios do último ano e continuar crescendo no mercado de mineração. Com a produção melhorando no primeiro trimestre de 2023, a orientação da empresa de produção deve ajudá-la a atingir suas metas financeiras neste ano.

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Fonte:Site/ clickpetroleoegas/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2023/05:25:27

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Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB),tem nova diretoria

Nova diretoria da ACNB 2023-2025  (Foto:Divulgação Ascom ACNB)

Victor Paulo Silva Miranda é o novo presidente da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) para o biênio 2023-2025. Victor lidera a nova diretoria composta por criadores apaixonados pelo Nelore, que se juntam para intensificar ainda mais o fomento, a valorização e a representatividade da raça, dos Neloristas e da pecuária brasileira de forma geral.

A nova diretoria da entidade (2023 – 2025) é a seguinte:

Presidente – Victor Paulo Silva Miranda
1º Vice-Presidente – Nabih Amin El Aouar
2º Vice-Presidente – Paulo de Castro Marques
3º Vice-Presidente – Felipe Carneiro Monteiro Picciani
Diretor – Adilton Boff Cardoso
Diretor – André Ribeiro Bartocci
Diretor – Bruno Abreu Leão
Diretor – Gilson de Sousa Kyt
Diretor – João Leopoldino Neto
Diretor – Luiz Carlos Marino
Diretor – Raphael Zoller
Diretor – Romildo Antonio da Costa

“Integração e diálogo são as palavras que melhor definem a proposta da nova diretoria da ACNB. A última gestão, comandada por Nabih Amin El Aouar, que permanece como vice-presidente, fez um trabalho excelente em prol do Circuito Nelore de Qualidade, Ranking Nacional, Expoinel e valorização da carne bovina, entre outras conquistas. Além disso, realizou um importante trabalho de fortalecimento da própria ACNB,”, assinala Victor Miranda.

O novo presidente da ACNB destaca que o trabalho seguirá em ritmo intenso, seguindo os mesmos princípios, ampliando ainda mais a participação dos criadores, trabalhando em conjunto com outras entidades, como a ABCZ, participando da Câmara Setorial da Carne Bovina, do Ministério da Agricultura e Pecuária, e da Comissão de Bovinocultura de Corte, da CNA, além de outros fóruns. Vamos ouvir muito e implementar medidas que fortaleçam as entidades regionais, contribuindo para atrair novos associados. Da mesma forma, queremos ampliar a prestação de serviços aos associados e assim também contribuir para ampliar o quadro associativo. E somar forças com todos os que desejam o fortalecimento da raça e da pecuária como um todo”, reforça Victor Miranda.

Nesse sentido, a nova diretoria da ACNB tem planos de continuar com o processo de aprimoramento do Ranking Nacional da raça Nelore, fomentar programas de melhoramento genético, fortalecer eventos – como a Expoinel nacional, em Uberaba – e ampliar o Circuito Nelore de Qualidade, que já conta com etapas na Bolívia e no Paraguai e negocia avaliações de carcaças no México e no Equador.

“A Associação dos Criadores de Nelore do Brasil está num momento muito positivo, com realizações em várias frentes. Unindo ainda mais os criadores, de todos os portes e focos de trabalho, em prol dos mesmos objetivos, temos plena convicção de que o processo de avanço continuará mais forte ainda”.

Nabih Amin El Aouar, novo vice-presidente da ACNB, que liderou a entidade desde fevereiro de 2018, se diz extremamente satisfeito com o trabalho feito nos últimos anos em termos de reestruturação da própria entidade, fomento e valorização da raça e dos Neloristas.

“Foi um trabalho difícil e intenso, cujos resultados beneficiam todos os criadores de Nelore e a pecuária brasileira como um todo. Agradeço aos meus companheiros de diretoria que deram muito de si em prol de um objetivo maior”, destaca Nabih.

Ele cita como principais avanços da ACNB o crescimento da entidade em termos de credibilidade, participação e balanço financeiro, além da aproximação com os criadores, com mais divulgação, fomento, eventos e projetos em diferentes frentes.

Nabih destaca a ampliação do Circuito Nelore de Qualidade, que saiu de 11 etapas (2018) para 41 já definidas para este ano – incluindo no Paraguai e na Bolívia – e duas (México e Equador) a definir, o que o consolida como o maior concurso de avaliação de carcaças no mundo.
A carne bovina também mereceu destaque no trabalho da ACNB, com campanhas em prol do aumento do consumo e esclarecimento sobre sua qualidade. Da mesma forma, a participação nas reuniões da Câmara Setorial do MAPA e da Comissão de Bovinocultura de Corte da CNA.

Quanto ao Ranking Nacional Nelore e Nelore Mocho, Nabih Amin El Aouar destaca os ajustes de melhoria já feitos e concorda que novos avanços devem ser feitos pela nova diretoria. Da mesma forma, comemora o fortalecimento da Expoinel nacional e a força da Nelore Fest, um dos maiores evento de premiação da pecuária brasileira.

“Se é para resumir a gestão da ACNB que se encerra, considero que cumprimos nosso papel, entregamos o que prometemos e estamos muito felizes em ver o Nelore num novo patamar de divulgação e valorização. Feliz também pela nova gestão que está começando. Certamente faremos ainda muito mais pelo Nelore”, assinala Nabih Amin El Aouar.

“O Nelore é a raça mais importante da pecuária brasileira. Os criadores se orgulham da raça. A ACNB tem a responsabilidade de ser a voz de pequenos, médios e grandes criadores, daqueles voltados para a seleção e na multiplicação genética e daqueles que são focados na terminação dos animais. Tudo é Nelore. Fico muito feliz de contar com criadores entusiastas pelo Nelore e estamos muito motivados em contribuir para o contínuo sucesso da raça”, resume Victor Paulo Silva Miranda.

Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2023/15:25:27

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