Texaco é a nova patrocinadora do Flamengo

(Foto>Reprodução) – A Texaco, uma das mais tradicionais marcas de lubrificantes e graxas do país, é a nova patrocinadora do Flamengo. As cores vermelho e preto, que guiam tanto a marca quanto o time, se revelam um elo natural de conexão para a parceria que será oficializada neste sábado (22), no Maracanã (RJ), na partida contra o América–MG, às 16h. A duração do contrato é de 18 meses, com duração até dezembro de 2024.

O patrocínio conta com uma série de entregas comerciais e proporciona que a Texaco tenha sua marca nas camisas de treino e aquecimento, nos microfones das coletivas de imprensa do time e nas placas de publicidade no Ninho do Urubu, Centro de Treinamento (CT) do clube. Também estão previstas inserções na FlaTV e parceria para produção de quadros no canal oficial do clube.

“Nosso objetivo é ampliar a visibilidade da marca Texaco e aumentar a plataforma de patrocínio para outros esportes, além do automobilismo. O futebol foi nossa escolha natural por ser uma paixão nacional e um ponto em comum entre os diversos perfis de clientes com quem a Texaco se relaciona. Patrocinar o maior clube do país é uma de nossas principais ações para as temporadas 2023 e 2024. Nós acreditamos que a parceria com o Flamengo materializa nossa estratégia de crescimento e presença da marca”, analisa Paulo Gomes, diretor de marketing da ICONIC, gestora da marca Texaco. “Ainda teremos a Texaco em placas de led no campo em alguns jogos do clube no Brasileirão”, acrescenta o executivo.

Vice-presidente de Comunicação e Marketing do Flamengo, Gustavo Oliveira elogiou a parceria. “Estamos muito felizes com esta parceria . A Texaco é uma marca muito conhecida pela qualidade de seus produtos e pela tradição no mercado internacional. Este contrato mostra, mais uma vez, o reconhecimento das grandes empresas na força da marca Flamengo e no enorme poder de compra da grande Nação Rubro-Negra. Temos certeza que construiremos um grande case de sucesso com a Texaco”, afirmou.

Fonte: FSB-/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2023/05:25:27

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Articulações para a temporada 2023 da pesca de pirarucu no Amazonas mostram otimismo

Estimativas apontam que mais de 78 mil pirarucus serão capturados até novembro. Destes, 34 mil estão nas áreas de atuação do Coletivo do Pirarucu.

Durante a reunião anual do Coletivo do Pirarucu, um grupo formado por diversas organizações e lideranças comunitárias que trabalham com o manejo do pirarucu em unidades de conservação, terras indígenas e áreas de acordo de pesca no Amazonas, foram discutidos os preparativos para a temporada da pesca em 2023. Este coletivo engloba áreas que produzem cerca de 50% do total de pirarucu oriundo de pesca manejada do Amazonas. O evento on-line foi realizado em julho e reuniu mais de 50 pessoas representando 18 organizações, entre associações comunitárias, organizações não governamentais de apoio direto na assessoria técnica e órgãos de governo.

Apesar das limitações de acesso à internet, o encontro contou com a sólida participação de lideranças de comunidades manejadoras. A Associação do Povo Deni do Rio Xeruã (Aspodex) e a Associação Indígena do Povo das Águas (Aipa), representando o povo Deni e o povo Paumari, respectivamente, integram o Coletivo e participaram ativamente da reunião.

Durante o encontro, a Aspodex expressou as suas articulações de parceria com os grupos de manejo vizinhos do Médio Juruá. Já a Aipa, aproveitou a presença de representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para enfatizar a necessidade que as ações de fiscalização nas Terras Indígenas sejam retomadas para apoiar a proteção territorial contra explorações ilegais e predatórias.

Previsões para a temporada da pesca em 2023

Durante a reunião, foi apresentado o levantamento dos números previstos para a pesca de 2023 no Amazonas. Até novembro, segundo dados do Ibama, estima-se que serão pescados 78.223 pirarucus. Destes, 34.589 peixes somente na área de atuação do Coletivo, envolvendo diretamente mais de 3.000 pessoas em diversas comunidades manejadoras do estado.

Com o apoio do projeto Raízes do Purus, realizado pela OPAN com patrocínio da Petrobras e do Governo Federal, os povos indígenas Paumari e Deni têm se dedicado de forma constante e progressiva ao fortalecimento de processos relacionados ao manejo sustentável de pirarucu, resultando em avanços significativos.

Somente nas terras indígenas do povo Paumari, a estimativa da Aipa é que sejam pescados 650 pirarucus até outubro deste ano, envolvendo diretamente cerca de 100 pessoas na atividade. Já na Terra Indígena Deni, a estimativa da Aspodex é que 150 pirarucus sejam pescados este ano, com a participação de mais de 200 pessoas.

A Aspodex e a Aipa integram o arranjo comercial Gosto da Amazônia, articulado pelo Coletivo e coordenado pela Associação dos Produtores Rurais de Carauari (Asproc). Essa iniciativa tem como objetivo principal garantir uma remuneração mais justa às comunidades que realizam o manejo do peixe, ao mesmo tempo que desencoraja a atuação de atravessadores e exploradores, promovendo assim um comércio baseado em princípios de equidade e solidariedade.

Preços justos impulsionam a conservação e o comércio solidário do pirarucu

O levantamento feito pelo Coletivo trouxe também um mapeamento dos acordos comerciais para a venda do pirarucu manejado, bem como os preços praticados em cada região, que variam entre R$ 5,00 e R$ 10,00 por kg do pirarucu pagos diretamente aos grupos de manejo. Adevaldo Dias, presidente do Memorial Chico Mendes e assessor da Associação dos Produtores Rurais de Carauari (Asproc), organização que lidera o arranjo comercial coletivo Gosto da Amazônia, fala sobre o preço pago pela Asproc aos manejadores. “O trabalho feito pela associação acaba atuando como um regulador de preços de mercado, pois ao pagar  melhor as comunidades manejadoras pelo peixe manejado, inibe a ação dos atravessadores e exploradores, e fortalece o comércio justo e solidário”, avalia.

Povo Paumari no manejo sustentável de pirarucu - (Foto>Adriano Gambarini-)
Povo Paumari no manejo sustentável de pirarucu – (Foto>Adriano Gambarini-)

Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2023/05:25:27

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25º Megaleilão Nelore CFM oferta 500 reprodutores de alto padrão genético

(Foto: Divulgação) – Campo Grande (MS) receberá mais uma vez o Megaleilão Nelore CFM, evento presencial que abre as vendas do ano com os melhores Touros CFM da safra 2021. Em dois dias, serão colocados à disposição do mercado 500 touros Nelore CEIP: 400 Touros no dia 03 de agosto, em Campo Grande/MS; e 100 Touros na Megaloja da Fazenda Lageado, no dia 04 de agosto, em Aquidauana/MS.

Todos os touros ofertados durante o Megaleilão têm CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção), exame andrológico e DEPs assistidas por genômica. Eles passaram por um rigoroso processo de avaliação genética coordenado pela equipe do prof. José Bento Ferraz (USP Pirassununga) e estão prontos para trabalhar a campo na próxima estação de monta.

“São simplesmente nossos melhores touros da safra”, informa Tamires Neto, gerente de pecuária da CFM. “Eles têm alto índice CFM e imprimirão ganho de peso, fertilidade, precocidade sexual e qualidade de carcaça nos seus filhos”.

A genética é de altíssima qualidade e ofertada em condições especiais de venda e de frete:
. O pagamento é em 14 parcelas (2+2+10), com descontos progressivos nas baterias de touros
. As comissões de compra são decrescentes de acordo com o volume de touros adquiridos. E podem chegar a zero.
. O frete é grátis para:
– Qualquer quantidade de touros para os estados de SP, MS, MT, MG, GO e TO
– Pontos de entrega nos estados do PA, MA e BA (Novo Progresso-PA, Redenção-PA, Santa Inês-MA, Correntina-BA e Feira de Santana-BA)

– Cargas fechadas de touros (16 ou 24 animais) em toda a malha rodoviária brasileira (exceto estados com restrição pelo status de aftosa).

“A CFM é um dos maiores fornecedores de touros Nelore do Brasil. Nosso programa de melhoramento genético tem mais de 40 anos. Além disso, já comercializamos mais de 46 mil reprodutores para todo o país, com genética Nelore superior a cada safra. Nossos touros são criados e recriados a pasto e respondem extremamente bem aos mais diversos ambientes, trazendo grandes melhorias de produtividade”, ressalta Tamires Neto.

O Megaleilão Nelore CFM 2023 também marca a volta da Megaloja, na Fazenda Lageado, em Aquidauana, MS. Os 100 touros da Megaloja serão ofertados a preço fixo, sem comissão e com as mesmas vantagens de frete do leilão do dia anterior.

Fonte: Ascom CFM/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2023/05:25:27

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550 marcas estarão na 31ª Feira Regional da Beleza, no Centro de Eventos do Ceará

Com 100% dos estandes comercializados e diversas caravanas do país já confirmadas, a 31ª Feira Regional da Beleza contará com 550 marcas.  (Foto:Divulgação)

Os lançamentos e números do mercado da beleza passam pelo Ceará, que no próximo mês de outubro receberá caravanas de todo o país na “31ª Feira Regional da Beleza”. A mais longeva feira do setor, organizada pela Associação dos Cabeleireiros do Estado do Ceará (ACEC), presidida por Gurgel do Amaral, acontecerá no Pavilhão Leste do Centro de Eventos do Ceará entre os dias 15 e 17 de outubro, das 13 às 21 horas. A expectativa é que a circulação de pessoas supere a do ano passado, que foi de 100 mil nos três dias, tanto em busca de produtos com preços diferenciados como na  participação de cursos, palestras e workshops. Paralelamente, será lançado o “23º Congresso Regional da Beleza”, mais uma oportunidade para a atualização dos profissionais.

Ocupando uma área total de 14.500m2, a “31ª Feira Regional da Beleza” terá 357 estandes para visitação do público, sendo o menor tamanho de 9m2 e o maior de 2016m2, e 500 marcas. Entre as empresas participantes, estão: WU, Santa Clara, IAP, All Waves, Capilar Essência, Exala, Garden Hair, G7 Hair e Beauty, Escova Nuance, Crzy Make Up, Cheema Internacional, Force Man, Lizze-SR, Pró Hair, Santini, NB Professional e Sami Tesouras. Esperado por profissionais de todo o país que buscam lançamentos de produtos, equipamentos e serviços para cabelos, barbearia, manicure, depilação, maquiagem, podologia, cutelaria e varejo da beleza, o evento vem se superando ano a ano com a fidelização das empresas que elevam o seu faturamento em apenas três dias de vendas.

Para o presidente da ACEC, Gurgel do Amaral, “colocar e manter o Ceará como referência no mercado da beleza requer muita dedicação e paixão”. Juntamente com sua equipe da associação, ele se debruça o ano inteiro para pensar, organizar e realizar a feira. Por sinal, sempre inovador e ousado, Gurgel do Amaral ainda colhe o sucesso da primeira edição do “Outlet Feira Regional da Beleza”, ocorrido no último mês de abril, também no Centro de Eventos do Ceará. “Por entender a necessidade dos profissionais cearenses em se atualizarem e ter acesso aos principais lançamentos do mercado da beleza sem precisar sair daqui, puxei novamente para mim a responsabilidade de criar uma nova feira, em menor proporção a que já realizamos no mês de outubro, para que tivéssemos dois momentos no espaço de um ano”, explica.

Para outubro, 56 caravanas já estão confirmadas e outras se organizando para vir ao Ceará. Profissionais da beleza de Natal, Piauí, Maranhão, Mossoró, Campina Grande, Pará, Alagoas, Sobral, Iguatu, Macapá, Currais Novo, Caico, Parnamirim, Itapajé, itaitinga, Cascavel, Teresina,Itapipoca, Cajazeiras,Pau dos Ferros, Quixadá, Serra Talhada, Salgueiro, Apodi são alguns dos que já garantiram participação na “31ª Feira Regional da Beleza”. Além dos ingressos distribuídos para as empresas repassarem para os seus clientes, o público em geral também poderá fazer suas compras mediante a aquisição do ingresso por apenas R$ 10,00 por dia. Os profissionais também pagam R$ 10,00 e novamente terá arrecadação de alimento não perecível para doação.

Mercado da Beleza:
– Brasil possui o segundo maior número de empresas ativas
– Há 790 mil empreendimentos atualmente no país, composto por cabeleireiros, manicures e pedicures
– O quarto maior mercado consumidor no mundo é o Brasil
– Está entre as 12 áreas do setor de franquias com alcance de melhor faturamento no 1º trimestre de 2022 no país
– R$ 100 milhões foram gastos por consumidores na última década no país

Serviço:

31ª Feira Regional da Beleza

*Local: Centro de Eventos do Ceará – Pavilhão Leste
*Endereço: Avenida Washington Soares, 999, Edson Queiroz, Fortaleza/CE
*Data: 15, 16 e 17/10/2023
*Entrada: R$ 10,00 / dia

Fonte: Europartner/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2023/15:25:27

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No Pará, novo impulso de fiscalização sufoca garimpo ilegal

Área de mineração no Pará – (Foto: Gustavo Basso/DW) – Garimpeiros e compradores de ouro atribuem queda da produção do minério a um maior policiamento em regiões de garimpo, enquanto fim da presunção da boa-fé e exigência de nota fiscal eletrônica ficam em segundo plano.

Do volume total de ouro com indícios de ilegalidade, mais da metade veio da Amazônia, principalmente do Mato Grosso (26%) e do Pará (24%)

“O garimpo por aqui acabou, agora só sobrou louco fazendo; eu mesmo troquei o ouro pela criação de gado”, relata Caio Sousa, diretor de uma cooperativa de garimpeiros de Itaituba (PA) que parou as atividades neste ano. “O governo mandou acabar, queimaram tudo por aqui”,reclama o empresário agora à frente da comercial de ouro Pepita Metais, uma das 37 semelhantes em atuação em Itaituba. Juntas elas somam 158 lavras legalizadas apenas na cidade de 123 mil habitantes.

Na outra margem do rio Tapajós, à beira da BR-163, que é o principal corredor do agronegócio na Região Norte, os administradores da Pontual Tapajós temem o fechamento de todo o comércio local do minério. A empresa é outra intermediadora na compra de ouro dos garimpeiros. “Está bem complicada a situação; no distrito de Castelo dos Sonhos a produção caiu 90%, enquanto em Moraes Almeida, na boca da transgarimpeira, caiu 40%”, diz.

Entre 1º de Janeiro e 19 de Julho, o Ibama registrou uma área de 35 km² de novos garimpos entre Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso — área equivalente ao município de Carapicuiba, na Grande SP. No mesmo período de 2022 a área foi de quase 59km², uma queda de 41% de novos garimpos abertos.

Com cerca de 200 quilômetros de extensão, a rodovia transgarimpeira é a principal via terrestre da capital nacional da mineração de ouro, entrando floresta adentro entre a BR-163 e a região garimpeira do Crepori, e servindo de via de escoamento de soja e madeira e ouro de Itaituba para o resto do Brasil e o mundo. A cidade paraense ocupa hoje a vice-liderança na produção do minério no país desde 2015, perdendo apenas para a mineira Paracatu, que abriga a maior mina de ouro a céu aberto do mundo, pertencente à canadense Kinross.

Nem mesmo a queda de pelo menos 37% da produção em Itaituba, observada na primeira metade de 2023, tira o título da cidade às margens do Tapajós, e que até julho deste ano foi responsável por uma operação de R$ 1,4 bilhão, segundo dados da Agência Nacional de Mineração (ANM). Em comparação, Poconé (MT), logo atrás de Itaituba na lista de maiores cidades garimpeiras em valor de produção, arrecadou pouco mais de um quarto disso neste ano.

“Ainda assim é um valor muito abaixo do que a cifra real; mesmo considerando todo o ouro que é ‘esquentado’ em Itaituba, quase metade da produção nacional tem indícios de ilegalidade”, observa o pesquisador da Universidade de Brasília (UnB) Maurício Angelo. Ele cita um estudo realizado pela ONG Instituto Escolhas, que mapeou a produção aurífera entre 2015 e 2020 e revelou que, nos últimos seis anos, 229 toneladas de ouro com indícios de ilegalidade foram comercializadas no país.

Junto com a produção, o avanço de territórios garimpeiros também está mais lento neste ano. Entre 1º de janeiro e 19 de julho, o Ibama registrou uma área de 35 km² de novos garimpos entre as cidades paraenses de Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso. No mesmo período de 2022, a área foi de quase 59km², uma queda de 41% de novos garimpos abertos.

Espada mais forte que a caneta –Apesar de a criação de medidas legais mais restritivas ao comércio de ouro in natura ter passado no Supremo Tribunal Federal (STF) e na Receita Federal, garimpeiros, compradores e agentes de segurança afirmam que o impacto real ocorreu com o fortalecimento do policiamento e fiscalização sobre os municípios garimpeiros no sudoeste do Pará e sudeste do Amazonas. As ações foram colocadas em prática na esteira das denúncias da situação aterradora vivida por moradores da Terra Indígena Yanomami por conta da invasão do garimpo.

“Aumentou muito o número de fiscais na região, principalmente na Transamazônica”, reclama José Gilmar de Araújo, proprietário de uma área de garimpo em Itaituba, dentro da Floresta Nacional Itaituba 1, e do garimpo São José, em Jacareacanga.

“Afetaram muito o município quando chegaram até numa pista de pouso na beira da BR e atearam fogo em cinco aviões que estavam lá, queimaram tanque de combustível, fazem até barreiras na rodovia para apreender o ouro do pessoal. Fica muito difícil”, conta o morador de Jacareacanga, que, como grande parte dos garimpeiros, reclama da falta de políticas públicas para regularizar a situação da atividade.

Os cinco aviões do qual reclama Araújo foram inutilizados em uma ação do Ibama que resultou ainda na destruição de três caminhonetes e 42.000 litros de combustível, 1.600 deles para aviação. A ação faz parte da operção Acupary do Ibama, que afirma que o combate à aviação é estratégico para conter as frentes mais remotas de novas aberturas de garimpo. “O transporte aéreo habilita os criminosos a atingirem as áreas mais profundas e ainda mais protegidas da Amazônia”, afirma o órgão.

Caio Sousa complementa o cenário: “Itaituba e Jacareacanga estão desertas, a maioria das lojas compradoras fechou, porque o garimpo morreu; manter a loja é manter despesa sem ter o que comprar.”

Ao longo deste ano, a PF realizou três grandes operações contra a atividade na região, que resultaram na apreensão e destruição de 17 escavadeiras hidráulicas, conhecidas como PC, avaliadas em R$ 10,42 milhões. Também foram aplicadas multas que somam mais de R$ 10 milhões.

No rio Amana, em Itaituba, o órgão desmontou uma rede de abastecimento que inclui um centro de distribuição de mantimentos e peças de reposição para as dragas, um estaleiro e posto de combustível. No último ciclo, ao norte de Santarém, três pessoas foram detidas e 26 mandados de busca e apreensão foram executados, apreendendo mais de R$ 4 milhões em veículos e R$ 15 milhões em dinheiro. Outros R$ 2,8 milhões em ouro também foram retidos.

Nos primeiros seis meses deste ano, o Ibama realizou mais operações em Itaituba e Jacareacanga que ao longo de todo o ano passado. Foram 374 operações ao todo, 250 delas focadas apenas no garimpo.
Jabutis da permissividade

Principal bandeira do governo de Jair Bolsonaro para a região, a regularização do garimpo até mesmo em áreas indígenas foi defendido inclusive pelo ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles. O discurso oficial, associado à alta da cotação do ouro, que atingiu o recorde histórico em meio às incertezas da pandemia, levou à explosão do garimpo. Entre 2018 e 2019, a produção declarada aumentou 37%, de R$ 9,6 bilhões para R$ 13,2 bilhões. No Pará, o aumento foi ainda mais expressivo, subindo 81% e passando de R$ 2 bilhões naquele primeiro ano de mandato de Bolsonaro.

Do volume total de ouro com indícios de ilegalidade, mais da metade veio da Amazônia, principalmente do Mato Grosso (26%) e do Pará (24%). Ambos os estados, que são também campeões de desmatamento da Amazônia, disputam a liderança na produção garimpeira desde 2013. Naquele ano, o governo de Dilma Rousseff sancionou uma emenda de autoria do deputado federal Odair Cunha (PT-MG) que autorizava a compra e venda de ouro nas regiões auríferas sem a necessidade de comprovação, na prática, do ouro.

Criada para legislar sobre o plano-safra, a lei 12.844/2013 teve inseridos seis artigos considerados jabutis facilitando a atividade garimpeira. “Bastava o vendedor apresentar uma PLG (Permissão de Lavra Garimpeira) válida e aquele ouro se tornava legal, o que tornou muito comum a prática de ‘esquentar’ o ouro em cidades como Itaituba”, explica Larissa Rodrigues, gerente de projetos da organização.

Homem anda em área de mineração no Pará –“Aumentou muito o número de fiscais na região, principalmente na Transamazônica”, diz proprietário de uma área de garimpo

Foto: Gustavo Basso/DW
Foto: Gustavo Basso/DW

A ação, conhecida como presunção da boa-fé na compra e venda, facilita as ilegalidades. “O ouro extraído em áreas ilegais não pode ter indicação de origem, então é necessário falsificar essa procedência”, afirma o procurador Paulo de Tarso Oliveira, apontando a maior falha da contribuição. “A CFEM é autodeclaratória, ou seja, cabe ao vendedor indicar a origem, sem qualquer comprovação por parte da Receita Federal ou da ANM. Não há justificativa para um segmento tão importante da economia como a mineração possuir um sistema tão precário, se não atender algum interesse”, afirma.

Um dos fomentadores desse processo é o município paraense de Jacareacanga, de onde saíam em 2021 cerca de 80 kg de ouro semanalmente, 90% dele ilegal, extraído de terras indígenas ou da Floresta Nacional do Crepori. Utilizando a presunção da boa-fé, os vendedores apresentam PLGs alocadas em Itaituba para regularizar o ouro da cidade.

Essa medida, no entanto, está impedida pelo Supremo, que em decisão plenária no começo de maio referendou uma liminar do ministro Gilmar Mendes para suspender a regra que presume a legalidade do ouro adquirido e a boa-fé da pessoa jurídica que o adquiriu. O colegiado também confirmou o prazo de 90 dias para que o Poder Executivo adote novo marco normativo para fiscalização do comércio de ouro, prazo que se encerra no começo de agosto.

Com a decisão, compradores de ouro deverão manter um cadastro das pessoas físicas que os vendem, e aqueles que não verifiquem a procedência do minério e sua legalidade podem ser enquadrados na Lei de Combate à Lavagem de Dinheiro, aumentando o poder da Receita Federal de combater a prática, explica Larissa Rodrigues.

Combate ativo à sonegação –Esse poder foi ampliado quando, no começo de julho, entrou em vigor a instrução normativa da Receita que passa a exigir a emissão de nota fiscal eletrônica para negócios que envolvam ouro como ativo financeiro ou como instrumento cambial. Desde 3 de julho, a emissão é obrigatória para quatro situações: na primeira aquisição do ouro bruto, na importação, na exportação e em negócios internos com participação de instituições financeiras.

A expectativa é que, com a nota fiscal eletrônica, essas operações possam ser auditadas por meio de ferramentas tecnológicas já usadas pela Receita Federal. “Se você tem, por exemplo, uma área na qual estão declarando uma produção muito grande, confere com imagens de satélite se a operação está regular, dentro das licenças, otimizando muito a fiscalização”, defende a pesquisadora do Instituto Escolhas.

“Agora, imaginar que de uma falta total de controle passaremos, de uma hora para outra, para uma situação de controle ideal… isso eu não acredito”, pondera. O aumento na fiscalização esbarra ainda nas limitações da Polícia Federal, Receita e, sobretudo, da ANM. Funcionários da agência estão paralisados desde o último dia 10. A categoria reivindica aumento do efetivo da ANM e também equiparação salarial com os servidores de outras agências governamentais.

Diante da ineficácia das medidas administrativas tomadas pelo Supremo e Receita Federal, o que vem de fato sufocando o garimpo ilegal na região do Tapajós são sistemáticas operações da Polícia Federal e do Ibama entre Itaituba, Jacareacanga e Apuí, já no vizinho Amazonas.

Os estados foram foco de uma série de operações neste ano. Em fevereiro, a PF prendeu dois suspeitos em Belém e Santarém de participar de um esquema de compra e venda de ouro extraído ilegalmente.

Em abril uma nova operação, motivada pela descoberta de um garimpo ilegal em terras da União no Amazonas levou a mais buscas e apreensões em Itaituba. Durante as buscas no garimpo, os policiais também identificaram trabalho escravo.

“Constatou-se através de laudo pericial um sofisticado esquema de lavagem de capitais com o uso de Permissões de Lavra Garimpeira (PLGs) sem nenhuma ou com pouca intervenção humana, atividade conhecida como esquentamento do ouro”, ressaltou na época a Polícia Federal.

Agentes da PF comemoram a diminuição dos novos garimpos na região sudoeste do Pará, apesar da descrença a curto prazo nas mudanças provocadas pela exigência da nota fiscal. “Começou a funcionar só recentemente e ainda assim mal; temos relatos de compradores que não estão conseguindo acessar e emitir notas”, comenta um agente que atua no estado, sob sigilo. “Mas temos inúmeras operações planejadas em segredo, e já vemos um deságio pela primeira vez: compradores estão preferindo pagar mais caro a mineradoras legalizadas que ao garimpo, muito por conta do risco de perder o investimento”, reforça.

O questionamento que surge agora é que fonte de renda terá essa massa de trabalhadores precarizada e por vezes escravizada das minas de ouro, quando as medidas administrativas e policiais tomarem efeito.

Fonte: dw.com.pt e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2023/05:25:27

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Assustador’: fogo em área de vegetação queima residência e deixa moradores de Novo Progresso em pânico; veja VÍDEOS

Incêndio em vegetação queima residência e ameaça outras em Novo Progresso (Foto: Reprodução Youtube)

Um incêndio em vegetação, acabou tendo proporções grande e destruiu uma e por pouco não destruiu outra residência em Novo Progresso, no Pará.

O caminhão pipa e Voluntários foram acionados para atender a ocorrência por volta das 17h59min deste domingo, 23 de julho de 2023, onde o solicitante relatou que o fogo estava se aproximando de uma residência. – (Novo Progresso não tem os Bombeiros)

Assista ao video

https://youtu.be/5mejpv4CUPE

Imagens registradas no local e enviadas ao Jornal Folha do Progresso mostraram as chamas a uma altura de aproximadamente seis metros próximas às casas e à rede de energia elétrica (veja os vídeos abaixo).

Equipes da prefeitura (caminhão Pipa) e populares trabalharam no combate aos focos do incêndio. Um dos pontos mais afetados foi a área próxima ao setor industrial, onde tem as residências das casas populares e a redondeza muitos loteamentos com terrenos baldios cobertos por vegetação. Como a região de Novo Progresso enfrenta uma estiagem que já dura mais de 40 dias, uma onda de calor e baixa umidade do ar ajudou os focos de incêndio a se alastrar.

Nos bairros próximo ao setor Industrial, os moradores viveram momentos de pânico com a situação. Na semana anterior uma marcenaria foi destruída pelo fogo vindo de vegetação- Leia mais:Marcenaria é destruída por incêndio em Novo Progresso

 

https://twitter.com/i/status/1682721044308672512

 

A moradora Raquel de Carvalho, de 45 anos, mora há três anos no bairro, testemunhou as chamas ao lado de sua casa, com o marido, a cunhada e o filho, de apenas um ano de idade.

“Desde ontem [18], estamos sofrendo com a fumaça e hoje [19] nós acordamos com o fogo”. Eu nunca tinha visto algo nessa proporção, parecia um filme de ação. Foi muito assustador. Na hora em que o fogo subia nas alturas, aconteciam pequenas explosões e as chamas ultrapassavam os postes de energia. O meu maior medo era que o fogo atingisse as nossas casas”, afirmou ela ao Jornal Folha do Progresso.

Rede de energia elétrica –  As chamas causadas pelas queimadas em matas, terrenos baldios e outros lugares próximos às redes de baixa, média e alta tensões são capazes de ocasionar sérios transtornos aos consumidores e aos serviços essenciais, devido à interrupção do fornecimento de energia elétrica.

Especialista em eletricidade explica que; “mesmo sem atingir a rede diretamente, as queimadas colocam em risco a segurança da comunidade e a distribuição de energia. O calor intenso que provém das chamas pode danificar a estrutura da rede, como cabos condutores, postes e equipamentos do sistema elétrico, e, consequentemente, causar a interrupção no fornecimento da energia para os clientes”, detalha.

ASSISTA NO YouTube CLIQUE AQUI

Punição –  A pena para quem realizar queimadas próximo às linhas de transmissão de energia constitui crime federal previsto no decreto 2.661, de julho de 1998. A norma proíbe atear fogo numa faixa de 15 metros dos limites de segurança das linhas de transmissão de energia e de 100 metros ao redor das subestações. Ainda conforme a legislação em vigor, quem for flagrado, em situação de flagrante, quem ateia fogo em área de vegetação poderá responder por crime ambiental de acordo com o Artigo 250 do Código Penal, que diz, – Causar incêndio, expondo a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem. Pena: reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, e multa.

Saúde – Os incêndios em locais próximos a residências, hospitais e fiação elétrica, trazem sérios prejuízos à saúde e riscos de acidente aumentam.  Vale lembrar que as queimadas pioram a qualidade do ar, que já está seco neste período.

Fonte e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2023/05:25:27

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Acidente na Rodovia Transamazônica (BR-230) mata motociclista

(Foto:O Correio de Carajás) Acidente entre Marabá e Itupiranga mata motociclista — Um acidente, com vítima, aconteceu na Rodovia Transamazônica (BR-230), entre Marabá e Itupiranga, na tarde desta sexta-feira (21). Informações preliminares relatam que uma Chevrolet Blazer e uma motocicleta colidiram, causando a morte do condutor do veículo de duas rodas. As identidades dos envolvidos ainda não foram divulgadas.

Nas imagens, é possível ver o carro parado de um lado da pista, com a dianteira parcialmente destruída. Poucos metros à frente está a motocicleta. O corpo da vítima está caído do outro lado da pista. “Ele ia fazer o retorno ali em cima e aconteceu que o carro pegou ele”, diz um homem no vídeo.

Fonte: Correio de Carajás/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2023/05:25:27

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Linha de transmissão de R$ 76 milhões leva energia ao projeto de mineração Tocantinzinho Gold, em Itaituba, no Pará

Tocantinzinho Gold, em Itaituba, no Pará – (foto: Reprodução) – Linha de transmissão de R$ 76 milhões leva energia a minas de ouro no Pará

O projeto de mineração Tocantinzinho Gold, em Itaituba, no Pará, é viabilizado com uma linha de transmissão energética de quase 200 quilômetros que está em construção. O investimento da nova infraestrutura supera os 76 milhões de reais.

A CMU Energia foi a responsável pela negociação de compra de energia e fará a gestão no Mercado Livre do projeto de mineração. O volume de energia contratado foi de 24 Megawatt médio a partir de março de 2024.

“Esse foi um grande desafio, pois foi necessária a construção de 200 quilômetros de linha de transmissão para abastecer o projeto”, disse Walter Fróes, presidente da CMU Energia.

A produção comercial das minas de ouro deve iniciar no segundo semestre de 2024. O empreendimento é da Brazauro Recursos Minerais, subsidiária da canadense G Mining Ventures Corp, gigante da mineração listada na bolsa do Canadá.

Fonte: Veja Abril com Jornal Folha do Progresso em 23/07/2023/05:25:27

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Homem que matou mulher é executado a tiros em residência no Mato Grosso

(FOTO: João Vieira / Reprodução)Homem que matou mulher em Sinop (MT) é executado a tiros em residência na cidade de Guarantã do Norte, no MT.
O autor do homicídio de Rosa de Lourdes, de 43 anos, foi executado a tiros dentro de sua residência.

Um homem identificado como Fabiano Sebin de 40 anos, foi brutalmente assassinado dentro de sua própria residência, na noite desta quarta-feira (19), em Guarantã do Norte. A vítima é autor do homicídio da manicure Rosa de Lourdes Francisca da Silva, 43 anos, registrado no mês de maio de 2016, em Sinop.
Caso Rosa de Lourdes –O homem. foi condenado a 25 anos de prisão, mas estava em regime semiaberto. Conforme a denúncia do Ministério Público (MPMT), Fabian matou a manicure com várias facadas no pescoço, após uma discussão em um bar da cidade. O julgamento do caso aconteceu em 2018, e em sua defesa, ele disse que matou a mulher devido a uma discussão de trânsito, depois que os dois tinham saído do bar.

Fabian afirmou que bateu com a sua moto no carro da manicure que em seguida o perseguiu para tirar satisfação. Ele contou ainda que levou um tapa no rosto, ficou irado e esfaqueou a mulher. Após o crime, o homem furtou o carro da vítima, um Corolla e fugiu para o Pará, onde acabou preso.

Ao analisar o caso, o Tribunal do Júri entendeu que o crime foi cometido de maneira cruel, utilizando de recursos que dificultaram a defesa da vítima. Inicialmente ele também foi acusado de estupro, mas os exames não detectaram o DNA de Fabian no corpo da vítima. No fim do julgamento, o homem foi condenado a 25 anos de prisão, mas em 2018 acabou indo para o regime semiaberto.

Homicídio –Segundo informações obtidas pela polícia, um indivíduo armado, que estava em uma motocicleta, entrou na casa da vítima e cometeu o crime.

O caso foi registrado por volta das 20h, quando a polícia foi acionada para atender uma ocorrência de homicídio. Ao chegarem ao local, as autoridades encontraram a equipe do Corpo de Bombeiros já prestando socorro, mas infelizmente, Fabiano já não apresentava sinais vitais.

Após o atendimento aos envolvidos, a área foi isolada para que a Polícia Civil e a Perícia Oficial (Politec) pudessem realizar suas investigações. Até o momento, as informações sobre as circunstâncias do crime e possíveis motivações ainda não foram divulgadas.

Segundo o relato da esposa da vítima, o homem estava sentado, jantando, quando o suspeito chegou de moto e invadiu a residência. Mantendo o capacete, o criminoso efetuou disparos contra Fabiano antes de empreender fuga.

As características do assassino ainda não foram divulgadas pelas autoridades policiais, e a investigação continua em andamento para identificar e capturar o responsável por esse ato de violência chocante.
Homem que matou mulher em Sinop é executado a tiros em residência 2

Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2023/05:25:27

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Programa Conheça o Seu Exército proporciona imersão única nas atividades do Comando Militar da Amazônia

(Fotos>Reprodução /CMA)  – O Programa Conheça o Seu Exército (PCE), realizado no Comando Militar da Amazônia (CMA), proporcionou uma oportunidade única para jornalistas e universitários vivenciarem experiências e conhecerem o trabalho do Exército Brasileiro desenvolvido na Amazônia Ocidental. Durante cinco dias de integração, os participantes foram apresentados às operações no ambiente amazônico, incluindo as Forças Especiais, comunicações na selva, a logística militar e as asas do Exército Brasileiro na região.

A Júlia Barroso, estudante do curso de jornalismo da Universidade Federal do Amazonas destacou: “Cada dia foi melhor que o outro, essas memórias vão ficar, foi muito bom conhecer o Exército Brasileiro por dentro, com acesso a informações de como funciona a parte operacional e a logística”.

No período de 17 a 21 de julho, os comunicadores tiveram a oportunidade de conhecer de perto o treinamento dos militares, seu preparo e emprego nas operações realizadas na maior floresta tropical do mundo. Essa imersão proporcionou uma compreensão mais profunda sobre as missões operacionais e o papel fundamental da Força Terrestre na defesa nacional.

Durante o último dia de atividades, os participantes visitaram o 4º Batalhão de Aviação do Exército (4º BAvEx), uma unidade que representa a projeção do poder de combate do CMA. O Tenente-Coronel Oliveira, Comandante do 4º BAvEx, destacou o emprego das aeronaves e dos recursos humanos do Batalhão em diferentes tipos de missões, incluindo busca e salvamento, resgate em acidentes aéreos, missões humanitárias, apoio médico e operações na Amazônia. O esforço aéreo impressionante de 900 horas de voo da Operação Ágata Fronteira Norte na Terra Indígena Yanomami também foi evidenciado.

No 4º BAvEx, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer os militares da aviação do Exército e as aeronaves utilizadas, como o Black Hawk e o HM-4 Jaguar, além de se familiarizarem com o material empregado pelo Pelotão SAR (Search And Rescue). Outro destaque foi a exposição do 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva (12º GAAAe), responsável pela defesa antiaérea de áreas e pontos sensíveis contra ameaças aeroespaciais hostis, apresentando materiais como comunicação, Radar SABER M60 e o Míssil RBS-70.

A jornalista da Rádio Bandnews, Tawanne Costa evidenciou “Nós moramos na Amazônia e não fazemos ideia do trabalho que é executado por esses profissionais, é uma missão árdua todos os dias para enfrentar os desafios da Amazônia. Sou grata por ter conhecido de perto o profissionalismo e a capacidade desses militares que treinam e estão prontos, dando o melhor de si para proteger a sociedade e nossas florestas”.

Entre segunda e quinta-feira, os participantes do PCE também tiveram a oportunidade de visitar várias outras unidades e centros militares, como o Centro de Instrução de Guerra da Selva, o 1º Batalhão de Infantaria de Selva, a 3º Companhia de Forças Especiais, o Centro de Embarcações do Comando Militar da Amazônia, o 7º Batalhão de Polícia do Exército, o 12º Batalhão de Suprimentos e o Parque Regional de Manutenção da 12ª Região Militar.

O Programa Conheça o Seu Exército foi uma experiência enriquecedora para jornalistas e universitários, proporcionando uma visão aprofundada das operações e estratégias desenvolvidas pelo Exército Brasileiro na Amazônia Ocidental. A imersão nas atividades e o contato direto com os militares permitiram uma compreensão mais ampla da importância do trabalho realizado para a defesa e proteção da soberania nacional na região amazônica.

Para o universitário do curso de jornalismo da FAMETRO, Aldreson Oliveira, essa integração aproxima a sociedade civil do Exército e ajuda as pessoas a conhecerem os militares que defendem o país, o patrimônio brasileiro, como as florestas. “Pude compreender a necessidade e importância de termos um Exército prontamente preparado, essa atividade com certeza superou todas as minhas expectativas” concluiu.

Fonte: Ascom CMA jornalismo/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2023/05:25:27

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