Avião bimotor cai em cima de casa em GO; piloto e namorada morrem

Além deles, outros dois passageiros se feriram; ambos têm estado estável.
Não havia pessoas dentro da casa no momento da queda, em Luziânia.
Avião cai em cima de casa e piloto morre em Luziânia, Goiás (Foto: Fayda Chiarella/TV Anmhanguera)

Um avião bimotor caiu em cima de uma casa na noite deste sábado (10), no Setor Aeroporto, em Luziânia, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil, havia quatro pessoas na aeronave, prefixo PT NAB. O piloto, de 40 anos, morreu na queda. Já a namorada dele, que não teve a idade divulgada, chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com o delegado, Olemar Miranda Santiago, que esteve no local, outros dois homens que também estavam a bordo, tiveram ferimentos mas o estado de saúde deles é considerado estável. Unidades do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu) socorreram as vítimas.

Segundo o Samu, apesar de estarem fora de perigo, os dois sobreviventes foram levados para unidades de saúde. Um deles está no Hospital Regional de Luziânia e outro no Hospital Regional do Gama, no DF.

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A casa ficou completamente destruída, mas não havia ninguém dentro da residência. Segundo informações preliminares da polícia, o avião decolou do Aeroporto de Luziânia para fazer um passeio, mas caiu logo depois.

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Os corpos das duas vítimas já foram recolhidos e levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Luziânia.

Avião cai em cima de casa e piloto morre em Luziânia, Goiás (Foto: Fayda Chiarella/TV Anmhanguera)
Avião cai em cima de casa e piloto morre em Luziânia, Goiás (Foto: Fayda Chiarella/TV Anmhanguera)

Sílvio Túlio /Do G1 GO

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Altamira está entre os 20 municípios mais violentos do País

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Altamira, Marabá, Parauapebas, Marituba, Ananindeua e Belém são as mais violentas do Pará
Altamira é uma das cidades mais violentas do País

Jovens que vivem em seis municípios paraenses estão no topo da lista de vulnerabilidade à violência, segundo estudo produzido pelo Ministério da Justiça em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados do relatório de 2014, divulgados nesta semana, mostram que Altamira, Marabá, Parauapebas, Marituba, Ananindeua e Belém estão entre as 20 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes que apresentam os mais altos Índices de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJV). De acordo com o levantamento, de 2007 para 2012 o índice de violência e desigualdade no Pará aumentou 1,3%.
Entre as capitais, Belém ocupa a segunda posição de maior vulnerabilidade de jovens à violência e às desigualdades. O índice mede a exposição da população entre 12 e 29 anos aos riscos de serem vítimas da violência a partir de variáveis que incluem estatísticas criminais, como indicadores de homicídios, e sociais, como a permanência na escola ou a inserção no mercado de trabalho.
De acordo com o estudo, levando-se em conta apenas os dez municípios brasileiros com mais altos índices (Cabo de Santo Agostinho/PE, Itaguaí/RJ, Altamira/PA, Marabá/PA, Luziânia/GO, Parauapebas/PA, Simões Filho/BA, Eunápolis/BA, Teixeira de Freitas/BA e Marituba/PA), em seis deles é o Indicador de Mortalidade por Homicídio que apresenta o valor mais alto dentre os indicadores que compõem o índice.
Este é o caso de Marituba. Para Altamira, Marabá e Parauapebas, o Indicador de Pobreza é o mais agravado.Considerando os 20 municípios com mais alto IVJV, em 12 deles a taxa de homicídios é o indicador mais elevado. Nesse contexto, nos 12 piores índices de homicídios está incluída a cidade de Ananindeua. Para Belém, pesa mais a vulnerabilidade ao Indicador de Pobreza.
Os dados do estudo indicam que há uma forte correlação entre vulnerabilidade juvenil à violência e território, na medida em que há diferenças regionais determinando melhores ou piores condições de vida para a população de adolescentes e jovens brasileiros.Os dados da pesquisa foram atualizados em 2014 para incluir a desigualdade racial, e o resultado foi que o risco de os adolescentes e jovens de 12 anos a 29 anos sofrerem violência aumenta quando esse fator é levado em conta.
No Brasil, os jovens negros têm 2,6 mais chances de morrer do que os brancos. A média se refere a 2012, último ano em que há dados consolidados, e mostra pequeno aumento em relação a cinco anos atrás. Em 2007, o risco nacional era 2,3.No caso do Pará, essa correlação é de 3,6 jovens negros com mais chances de morrer que brancos, inserindo o Estado paraense na 10ª posição no ranking de violência e desigualdade. A Paraíba está no topo do ranking. Lá, a chance de o jovem negro morrer violentamente, assassinado ou em acidentes de trânsito é 13,4 vezes maior do que a do jovem branco.
No Paraná, Estado com menor risco, a proporção é inversa, pois a taxa de homicídios de jovens brancos é um pouco maior que a de negros: 0,7. Valores mais próximos de 1 indicam maior proximidade entre os dois segmentos.
Fonte: Diário do Pará

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Colisão entre barcos deixa 2 mortos e 1 desaparecido no AM

Lancha e embarcação tipo ‘rabeta’ se chocaram no Rio Negro, em Manaus. Um segue desaparecido

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Mergulhadores do Corpo de Bombeiros encontraram, na manhã deste sábado (10), os corpos de duas pessoas que desapareceram no Rio Negro, em Manaus, após colisão entre uma lancha e uma embarcação do tipo “rabeta”.

O acidente, que ocorreu na noite de sexta-feira (9), deixou quatro pessoas feridas e três desaparecidas. Até 13h deste sábado, bombeiros faziam buscas por um dos passageiros da rabeta.

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Segundo o tenente Janderson Lopes, do Corpo de Bombeiros, os corpos, encontrados por volta das 12h50 deste sábado, são de um homem e de uma mulher. Eles serão encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML).

Ao longo deste sábado, os mergulhares devem continuar as buscas pela pessoa que segue desaparecida.

Acidente

Sete pessoas estavam na rabeta no momento da colisão. A embarcação havia desaparecido após o acidente, e foi localizada somente no início da tarde deste sábado.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu por volta das 19h20, nas proximidades do igarapé Tarumã-Açu. Segundo a Marinha do Brasil, o barco ‘Ajubinho II’, que transportava combustíveis, tinha abastecido um Pontão e retornava a Manaus quando colidiu de frente com a outra embarcação.

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No momento da choque, três pessoas, sendo um homem e duas mulheres, foram lançados no rio. Com o impacto, outros quatro passageiros tiverem ferimentos pelo corpo e foram conduzidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Juventina Dias, situado no bairro Compensa, na Zona Oeste de Manaus.

A Marinha informou que instarou um Inquérito Administrativo sobre Fatos da Navegação (IAFN) para apurar as causas do acidente.

Foto: O GloboFoto: O GloboFoto: O Globo

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Assaltante morre em confronto com a Polícia de Santarém

“Andrezinho” era perigoso e estava foragido da Penitenciária de Cucurunã

O perigoso assaltante André de Souza Pantoja, de 25 anos, conhecido por “Andrezinho” morreu após trocar tiros com homens da Polícia Militar na noite de sexta-feira, em Santarém, no Oeste do Pará. O fato aconteceu por volta das 21 horas na Trv. Dos Cravos, quase esquina com a Avenida Anisio Chaves, próximo à FIT, no bairro Aeroporto Velho, que é bastante escuro e onde os bandidos aproveitam para assaltar suas vítimas.
“Andrezinho” era foragido da Penitenciária de Cucurunã e estava acompanhado de outro comparsa Ediney da Silva Batista, de 28 anos, também foragido da Justiça, em uma motocicleta que estava com a placa envolvida em uma saco plástico, quando se defrontaram com uma equipe do Moto Patrulhamento da PM. “Andrezinho” estava na garupa da moto e atirou nos policiais, que revidaram e atingiram mortalmente o assaltante. Os dois bandidos estavam praticando vários assaltos na cidade e Ediney, após ser levado para a Seccional de Polícia Civil, foi reconhecido por suas vítimas como autor dos assaltos. Após prestar depoimento, Ediney foi encaminhado para a penitenciaria Agrícola de Cucurunã.

Fonte: RG 15/O Impacto, com foto de Elias Junior.

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Altamira está entre os 20 municípios mais violentos do País

Altamira, Marabá, Parauapebas, Marituba, Ananindeua e Belém são as mais violentas do Pará

Jovens que vivem em seis municípios paraenses estão no topo da lista de vulnerabilidade à violência, segundo estudo produzido pelo Ministério da Justiça em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados do relatório de 2014, divulgados nesta semana, mostram que Altamira, Marabá, Parauapebas, Marituba, Ananindeua e Belém estão entre as 20 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes que apresentam os mais altos Índices de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJV). De acordo com o levantamento, de 2007 para 2012 o índice de violência e desigualdade no Pará aumentou 1,3%.
Entre as capitais, Belém ocupa a segunda posição de maior vulnerabilidade de jovens à violência e às desigualdades. O índice mede a exposição da população entre 12 e 29 anos aos riscos de serem vítimas da violência a partir de variáveis que incluem estatísticas criminais, como indicadores de homicídios, e sociais, como a permanência na escola ou a inserção no mercado de trabalho.
De acordo com o estudo, levando-se em conta apenas os dez municípios brasileiros com mais altos índices (Cabo de Santo Agostinho/PE, Itaguaí/RJ, Altamira/PA, Marabá/PA, Luziânia/GO, Parauapebas/PA, Simões Filho/BA, Eunápolis/BA, Teixeira de Freitas/BA e Marituba/PA), em seis deles é o Indicador de Mortalidade por Homicídio que apresenta o valor mais alto dentre os indicadores que compõem o índice.
Este é o caso de Marituba. Para Altamira, Marabá e Parauapebas, o Indicador de Pobreza é o mais agravado.Considerando os 20 municípios com mais alto IVJV, em 12 deles a taxa de homicídios é o indicador mais elevado. Nesse contexto, nos 12 piores índices de homicídios está incluída a cidade de Ananindeua. Para Belém, pesa mais a vulnerabilidade ao Indicador de Pobreza.
Os dados do estudo indicam que há uma forte correlação entre vulnerabilidade juvenil à violência e território, na medida em que há diferenças regionais determinando melhores ou piores condições de vida para a população de adolescentes e jovens brasileiros.Os dados da pesquisa foram atualizados em 2014 para incluir a desigualdade racial, e o resultado foi que o risco de os adolescentes e jovens de 12 anos a 29 anos sofrerem violência aumenta quando esse fator é levado em conta.
No Brasil, os jovens negros têm 2,6 mais chances de morrer do que os brancos. A média se refere a 2012, último ano em que há dados consolidados, e mostra pequeno aumento em relação a cinco anos atrás. Em 2007, o risco nacional era 2,3.No caso do Pará, essa correlação é de 3,6 jovens negros com mais chances de morrer que brancos, inserindo o Estado paraense na 10ª posição no ranking de violência e desigualdade. A Paraíba está no topo do ranking. Lá, a chance de o jovem negro morrer violentamente, assassinado ou em acidentes de trânsito é 13,4 vezes maior do que a do jovem branco.
No Paraná, Estado com menor risco, a proporção é inversa, pois a taxa de homicídios de jovens brancos é um pouco maior que a de negros: 0,7. Valores mais próximos de 1 indicam maior proximidade entre os dois segmentos.
Fonte: Diário do Pará.

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Denúncia – Programa Terra Legal está abandonado em Santarém

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Partiu de colonos do interior de Santarém e de municípios vizinhos a denúncia de que os serviços de regularização fundiária estão paralisados, na sede do Terra Legal, no município de Santarém, Oeste do Pará. Os agricultores contam que quando procuram a sede do órgão, vinculado à Secretaria Extraordinária de Regularização Fundiária na Amazônia Legal (SERFAL), da Superintendência Nacional de Regularização Fundiária na Amazônia Legal (SRFA), na Avenida Rui Barbosa, no centro de Santarém, se deparam com os serviços paralisados.
Inconformados com o problema, os colonos pedem providências por parte do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para que resolva a questão dos serviços de regularização fundiária, colocando profissionais para atuar no órgão.
No ano passado, o Terra Legal Amazônia, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), anunciou que iria titular a propriedade de terras públicas federais não destinadas ocupadas por posseiros na Amazônia Legal. A meta seria regularizar imóveis de até 15 módulos fiscais ocupados antes de 1º de dezembro de 2004. Um módulo fiscal na Amazônia tem, em média, 76 hectares.
Outra ação do programa seria a regularização fundiária urbana. Ainda no ano passado, o Terra Legal Amazônia garantiu que iria medir núcleos urbanos localizados em terras federais e doar as áreas para as prefeituras. Passado um ano, os agricultores denunciam que estão esperando o cumprimento das promessas.
Em 2009 o Ministério do Desenvolvimento Agrário, juntamente aos estados e municípios, iniciou uma nova fase no processo de conservação e implantação de modelos de produção sustentável na Amazônia Legal. O mutirão Arco Verde Terra Legal uniu ministérios e órgãos federais para a preservação da Amazônia. O mutirão combinou acesso a direitos e cidadania para milhares de brasileiros com ações de regularização fundiária e combate à grilagem e se concentrou, prioritariamente, em 43 municípios nos estados do Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima, considerados os campeões do desmatamento.
Os mutirões marcaram o início do Terra Legal Amazônia, programa de regularização fundiária, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). O programa tem como meta entregar títulos de terras a cerca de 150 mil posseiros que ocupam terras públicas federais não destinadas, ou seja, que não sejam reservas indígenas, florestas públicas, unidades de conservação, marinha ou reservadas à administração militar. O objetivo, com a segurança jurídica, é impulsionar a criação e o desenvolvimento de modelos de produção sustentável na Amazônia Legal.
A intenção do Programa Terra Legal é regularizar as ocupações legítimas, com prioridade aos pequenos produtores e às comunidades locais. A Lei 11.952/09 prevê dispositivos para evitar a regularização de áreas griladas. Outra medida para evitar fraudes é o sistema de divulgação da lista de cadastrados e recepção de denúncias pela internet, que pode ser acessado por qualquer cidadão, inclusive anonimamente.
Em 2014 o Terra Legal funcionava em um prédio também localizado na Avenida Rui Barbosa, mas como terminou o contrato com o proprietário do imóvel e não foi renovado, o órgão se transferiu para outro endereço. Quem procura a sede do Terra Legal em Santarém para ser atendido, dá com a cara na porta, pois nada está funcionando, inclusive processos estão todos jogados em uma sala e ninguém dá qualquer informações. Agricultores que se deslocam das localidades mais distantes mostram indignação e revolta, pois pagam passagens para vir a Santarém e nada se resolve. Um fato que chama atenção são os veículos parados na frente do órgão, praticamente todos sucateados, sem qualquer condições de uso. Isso mostra o descaso dos dirigentes do Terra Legal com o dinheiro púbolico.
Nossa reportagem tentou entrar em contato com o novo diretor do Órgão, mas não obtivemos êxito.
PROTESTOS: Por conta de problemas relacionados a titulação de terras e atendimento em assentamentos, agricultores de Santarém, Belterra e Mojuí dos Campos realizaram uma série de protestos em 2014, na sede do Incra, na Avenida Presidente Vargas, no bairro do Caranazal.
Além do protesto dos agricultores, funcionários do Incra também protestaram contra os desmandos cometidos em termos de logística de trabalho. Em uma faixa exposta na entrada do prédio, no ano passado, os funcionários do Incra colocaram a seguinte frase: “A gestão das terras do País precisa ser resgatada. O Incra está na UTI”, disse a faixa do Sindicato Nacional dos Peritos Federais Agrários (Sindipfa).
Quem procura a sede do Incra em Santarém constata que os problemas vão desde o precário atendimento aos colonos, por conta da pequena quantidade de servidores, até o sucateamento da frota de carros.
Em agosto do ano passado, 25 engenheiros agrônomos do Incra em Santarém, paralisaram as atividades por 24 horas. Eles protestaram contra redução salarial e cobraram equipamentos de segurança.
Eles protocolaram denúncia no Ministério Público do Trabalho (MPT) com as reivindicações. Segundo os servidores, em 2012, após cem dias de greve, a categoria não conseguiu reajuste salarial com o governo, e a perda inflacionária foi aumentando ainda mais as distorções salariais com outras carreiras e órgãos similares ao Incra. Somente ao final de 2013 o governo concedeu um reajuste em torno de 15% fracionado em duas vezes para servidores das atividades.
De acordo com o integrante do movimento, Deivison Barbosa, o governo não cumpriu acordo firmado com a categoria. “A ação no Ministério Público Federal já é algo que vem tramitando há algum tempo para que o Incra forneça o nosso equipamento de proteção individual. Um outro motivo porque houve um corte no nosso salário. O governo fechou um acordo no final de 2013. Esse acordo passou a vigorar e, agora, ele foi cortado. Houve uma redução nos contracheques”, declarou na época, Barbosa.
Fonte: RG 15/O Impacto.

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Projeto fotografa cães e gatos para ajudar na adoção

Amizade não se compra existe há quatro anos e já registrou 160 animais

Você tem um cachorro? Então você sabe a ‘festa’ que é quando chega em casa. Mas sabemos também que nem todos os cães têm a mesma sorte de serem mimados. Alguns passam anos em abrigos esperando a chance de ter um lar. Pensando em dar uma forcinha para que esses bichinhos deixem o canil, duas fotógrafas criaram o projeto Amizade não se compra.

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Uma vez por semana, as fotógrafas, Manuela Trava Dutra e Ana Carolina Trava Dutra, abrem as portas do estúdio para uma sessão de fotos voluntárias com cães e gatos. As imagens são expostas num site com informações sobre o animal.

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‘Cada história, é uma história que nos comove, então a gente acaba participando. E salvar uma vida, ajudar no processo de salvar uma vida, é a nossa vitória’, afirma Manuela Trava Dutra.

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O projeto Amizade Não Se Compra já existe há quatro anos e fotografou 160 animais. Foi através da iniciativa que a Véia, uma cachorrinha de cinco anos, encontrou um lar. Hoje, Véia é mimada e virou o xodó da casa.

Fonte: ORMNews.

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Incerteza e crise do petróleo atraem especuladores

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Rio – Os investidores da Petrobras vivem um 2015 de emoções na gangorra, com ações despencando mais de 8% em um dia para saltar quase 7% dois pregões depois. Segundo analistas, a volatilidade intensa surge das incertezas sobre uma empresa que não divulgou seu último balanço financeiro, protagonista de um escândalo de corrupção e diretamente impactada pela crise do petróleo.

‘Ninguém sabe mais avaliar se as ações da Petrobras estão baratas ou caras. Sem balanço, não é possível estimar as perdas da companhia; sem mudanças na diretoria, não se consegue prever seu futuro’, explicou Alvaro Bandeira, da Órama. ‘O resultado é que os investidores estão no escuro. Então, ninguém mais opera no longo prazo. A Petrobras virou um papel de giro curtíssimo, para gente que quer ganhar rapidamente com esse indefinição’.

No primeiro pregão do ano, as ações ordinárias (ON, com direito a voto) da Petrobras caíram 6,15%, enquanto a Bolsa recuou 3%. No pregão seguinte, enquanto a Bolsa caiu 2%, a petrolífera despencou 8,11%. Nos outros dias, as oscilações continuaram fortes e maiores que as do Ibovespa. Nos recibos de ação negociados nos Estados Unidos, as variações da Petrobras foram ainda mais bruscas: queda de 11,21%.

Fernando Góes, analista gráfico da corretora Clear, acredita que hoje em dia não é mais possível identificar um piso para as ações da estatal:

‘Tecnicamente, as mínimas de 2008, no auge da crise mundial, e durante a campanha eleitoral, na casa dos R$ 13, eram consideradas um preço razoável para voltar a subir. Depois que esses limites foram extrapolados, no fim de novembro, ficou difícil encontrar um novo piso. ‘O que a tendência gráfica (que se baseia no gráfico histórico das ações) permite enxergar é que o fluxo é, sem dúvida, vendedor.

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Vulnerável à volatidade

Góes lembra que a Petrobras está “no olho do furacão” de um dos eventos-chave no cenário externo: a trajetória de queda do petróleo, que tem efeitos dúbios sobre a empresa.

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‘Essa é a grande complexidade da Petrobras. Ela é produtora, mas é ainda uma importadora líquida. Isso faz com que, a curtíssimo prazo, o barateamento do produto ajude seu caixa’, observou Karina Freitas, da corretora Concórdia. — Mas seu objetivo é se tornar exportadora líquida, e a viabilidade e o retorno do pré-sal dependem de uma elevação dos preços. Logo, apenas investidores que acreditam que o baixo patamar do petróleo é passageiro veem o lado positivo disso.

Para Karina, ganhar com a defasagem entre os preços dos derivados que importa e do combustível que oferece no mercado interno é o único jeito de a empresa gerar caixa hoje, já que o mercado de captação está fechado para ela devido à não publicação do balanço.

Ainda segundo a analista, empresas do porte da Petrobras são mais vulneráveis à volatilidade quando estão em apuros no noticiário, porque sua grande liquidez propicia os chamados movimentos de “repique”: se a ação caiu muito em um dia, é provável que suba com força no pregão seguinte, pois muitos investidores de curto prazo tentam lucrar. É também nesses momentos que cresce o aluguel de ações: em troca de uma taxa, investidores “emprestam” seus papéis a especuladores que desejam operar no curto prazo.

Fonte: ORMNews.

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Avaliação: Renault ZOE pode pintar nas ruas do país

Aceleramos o veículo 100% elétrico da montadora francesa em uma pista de testes até a bateria acabar

Ainda sem previsão para se tornar um veículo de produção no Brasil, o Renault Zoe desfila em territórios restritos como o Pátio da CPFL Energia (Companhia Paulista de Força e Luz) da cidade de Campinas, sede da Empresa. Por lá, seis desses veículos já rodaram 17 mil quilômetros e consumiram 3.249 KWh de energia, o equivalente ao gasto de 16 casas durante um mês. Com isso, os veículos deixaram de emitir 2.3 ton/CO2 na atmosfera. É o mesmo que retirar das ruas 27 carros com motor 1.0 por trinta dias. A iniciativa é parte da primeira fase do Programa de Mobilidade Elétrica, projeto que estuda os impactos da utilização de veículos elétricos. A pesquisa, iniciada em 2013, receberá R$ 21,2 milhões em recursos até 2018 para aplicação em estudos, infraestrutura e veículos.

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Resultados da primeira fase desse estudo indicam que a utilização do carro elétrico é cerca de quatro vezes mais barata do que a de um carro convencional, e que o valor do quilômetro rodado por um carro a combustão (quando abastecido com etanol) é de cerca de R$ 0,19, enquanto o veículo movido à eletricidade percorre a mesma distância pelo custo de R$ 0,05.

Outra que adquiriu recentemente 20 unidades do Zoe foi a geradora de energia Itaipu Binacional. Mas enquanto os subsídios governamentais e a estrutura do país não forem prioridade para o sistema de mobilidade urbana, vai ser difícil ver o silencioso Zoe emplacado nas ruas brasileiras.

Impressões

A Renault divulga que a autonomia do Zoe é de 210 km. A montadora fez, inclusive, uma viagem intermunicipal de ida e volta entre Campinas e São Paulo para comprovar que a utilização de carros elétricos pode e deve ser ampliada. O ponto de recarga utilizado na oportunidade foi o de um estacionamento de um shopping center na capital paulista.

Todas as versões do Zoe disponíveis no mercado, inclusive as que rodam pelo Brasil, são equipadas com um motor de 88 cv (65kW) e 22,4 kgfm acoplado a um câmbio de duas marchas, uma para frente e outra para trás. O que lhe rende boas arrancadas e acelerações. Na pista de testes o painel marcava 140 km/h de velocidade máxima, mas a fabricante divulga que a máxima real é de 135 km/h. O carro é gostoso de dirigir, tem direção elétrica macia, direta e com diâmetro de giro de 11,9 metros.

A tela multimídia se destaca no centro do painel. Nela, é possível ver o sistema de regeneração das baterias funcionando. Quando se acelera forte, o consumo de energia é maior, mas desacelerações o sistema é regenerado. Mas apenas nas desacelerações, e não pelas frenagens. As baterias são de íon-lítio, e podem ser recarregadas em tomadas de 220V de oito a nove horas. Ou podem ser carregadas em uma hora no sistema “quick charge”, em pontos de carregamento que possuem voltagem maior. O carro é confortável, mérito da acertada suspensão do tipo McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira, que trabalha bem em conjunto com os pneus 195/55 R15. No traçado escolhido fez bem as curvas e se mostrou um carro equilibrado. O porta-malas carrega bons 388 litros.

O compacto verde tem bom espaço interno para quatro pessoas. Sua distância entre-eixos é de 2,59 metros, maior que a do Clio que conta com 2,47 m. Totalmente elétrico,
o hatch é simples por dentro, mas bem acabado. Suas linhas externas contam com design futurista, o que o faz destoar dos demais automóveis.

Apresentado no Salão de Genebra de 2012, o Renault ZOE ganhou as ruas da Europa e dos EUA no ano seguinte. No velho mundo, o veículo é oferecido em três versões. A Life, que custa 21.275 euros; a Intens com preço de 23.075 euros; e a topo de linha Zen, por 23.075 euros, equipada com sistema “My Z.E”, que permite que você acesse remotamente, via celular, informações sobre o carro como o nível de bateria que ele possui. As rodas da versão intermediária, e topo de linha, são de aro 16.

De série, a linha Zoe vem com itens diversificados como: Sistema “Eco-pilot”, por onde se pode visualizar em tempo real o consumo de energia, botão “Eco”, que permite diminuir as características dinâmicas e a potência do ar-condicionado para favorecer a autonomia. Pré-climatização do habitáculo, que permite ativar o aquecimento ou o ar-condicionado enquanto o Zoe ainda está carregando, e pneus Michelin TM E-V que oferecem menos de atrito, sem prejudicar a aderência e frenagem.

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Mercado brasileiro

Embora tenhamos carros híbridos como o Toyota Prius, o Lexus CT200 H, o Fusion e o Renault Kangoo rodando pelo país, por enquanto ainda é cedo afirmar quando os carros 100% elétricos chegarão ao país. Os carros híbridos são uma espécie de transição para a chegada do carro puramente elétrico, com emissão zero de poluentes. Entre os principais fatores impeditivos, figuram o custo das baterias, em alguns casos a metade do preço do automóvel elétrico, a falta de subsídios governamentais para baratear o custo do produto, e falta de investimentos em infraestrutura em nosso país.

Especialistas afirmam que esse cenário deve mudar, com sorte em breve, porque o governo estaria sinalizando que quer apoiar a causa. Para saber se o negócio vai ou não valer a pena, é preciso aguardar. O fato é que sem subsídios, o Zoe chegaria muito caro ao Brasil, o que deveria desanimar possíveis interessados.

Fonte: ORMNews.

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Ministro pretende discutir mudanças na aplicação do ENEM

Exame, realizado por mais de 6 milhões de candidatos pode ser, no futuro, aplicado em computadores

O ministro da Educação, Cid Gomes, pretende discutir a possibilidade de tornar públicas as questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), liberando ao público um banco de dados com mais de 70 mil questões de todas as áreas. Com isso, a prova poderia ser feita por computador, aplicada em terminais em todo o país.

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Hoje (9), em Recife, ele comentou a proposta, uma alternativa que simplificaria e manteria a confiabilidade do exame. De acordo com o ministro, tornar público não faria o exame mais fácil. Seria necessário ser “um gênio para memorizar todas as questões”. A prática, segundo o Ministério da Educação (MEC), já ocorre em outros países.

“Existe um esforço violento para fazer com que 7 milhões de pessoas sentem para fazer uma prova e isso, naturalmente, gera uma série de complicações”, disse. A intenção é que o exame não ocorra apenas uma vez por ano, mas que o candidato possa se inscrever e tenha um tempo para ir ao local de prova e fazê-la.

Não há prazo para colocar em prática o novo modelo. Cid Gomes ainda vai debater a proposta com técnicos e acadêmicos e com a sociedade, antes de apresentá-la para análise da presidenta Dilma Rousseff.

O Enem é usado como forma de ingresso em instituições públicas e de obter bolsas de estudo em instituições particulares e financiamento estudantil, além de ser critério para o programa de intercâmbio Ciência sem Fronteiras e ser usado para certificar o ensino médio.

Em 2014, mais de 6,2 milhões de candidatos fizeram o Enem em mais de 1,7 mil cidades.

Fonte: ORMNews.

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