‘Vem passarinhar’ convida público para imersão na natureza da ilha do Combu

A proposta é observar e conhecer de perto a imensa variedade de aves da Amazônia. — Foto: Agência Pará

A proposta é observar e conhecer de perto a imensa variedade de aves da Amazônia. As inscrições são gratuitas.

Neste sábado (23), o evento “Vem passarinhar” convida os amantes da natureza para uma imersão na ilha do Combu. A proposta é observar e conhecer de perto a imensa variedade de aves da Amazônia.

A programação começa às 6h, com ponto de saída na praça Princesa Isabel, no bairro da Condor. Os participantes seguirão para a APA da ilha do Combu, uma área reconhecida por sua rica biodiversidade e pela presença de inúmeras espécies de aves. O retorno está previsto para o meio-dia.

O evento “Vem Passarinhar”, promovido pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio), em parceria com o Clube de Observação de Aves do Pará (Coapa).

Programação

Além da tradicional passarinhada, o evento contará com uma palestra ministrada por Humberto Pereira, presidente do Coapa. Sob o tema “Análise do cenário da observação de aves no Pará”, ele irá abordar o crescimento dessa atividade no estado, além de discutir a importância da preservação ambiental e do turismo sustentável na região.

Vagas limitadas

As inscrições para o “Vem Passarinhar” são gratuitas e devem ser realizadas previamente por link. O número de vagas é limitado, e é importante garantir a vaga com antecedência.

A Ilha do Combu, localizada na área insular de Belém, é uma das maiores reservas de manguezais do estado e um destino popular entre turistas e pesquisadores. O local abriga várias espécies, entre elas, arapaçus, beija-flores e araçaris, tornando-se um ponto estratégico para os observadores.

Para quem deseja participar, a dica é levar roupas leves, chapéu, protetor solar e, claro, uma câmera ou binóculos para registrar os melhores momentos da atividade.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/11/2024/09:17:12

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Trânsito em trecho da Avenida Visconde de Souza Franco é interditado neste sábado

Interdição ocorre entre as ruas 28 de Setembro e Senador Manoel Barata. — Foto: Agência Pará

Interdição ocorre entre as ruas 28 de Setembro e Senador Manoel Barata.

Neste sábado (23), das 7h às 20h, o trânsito na Avenida Visconde de Souza Franco, entre as ruas 28 de Setembro e Senador Manoel Barata, em Belém, será interditado parcialmente para mais um serviço do amplo projeto de saneamento e urbanização.

Neste trecho, a obra será realizada em duas etapas. Na primeira, na faixa da esquerda haverá escavação, com a faixa da direita seguindo com o fluxo normal. Na segunda etapa, o serviço será executado na faixa da direita, liberando o trânsito na faixa da esquerda.

Com a implantação da rede coletora ao longo da Avenida Visconde de Souza Franco e ruas transversais, todo o material passará pela Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Una, a maior do Estado, vinculada à Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), e que avança para a fase final.

Além da Avenida Visconde de Souza Franco, os trabalhos já foram executados na Rua Municipalidade, Passagem Vila Rica e Avenida Senador Lemos, prosseguindo na Avenida Pedro Álvares Cabral, entre Passagem Vila Rica e Travessa Almirante Waldenkolk até este sábado (23). O Canal da Doca também está recebendo obras específicas de esgotamento.

 

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/11/2024/09:06:59

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COP29: negociação climática propõe US$ 250 bilhões ao ano

(Foto: Fabíola Sinimbú/Agência Brasil) – Partes demonstraram estar longe de consenso quanto ao pagamento

Versão em áudio

Uma segunda proposta para a Nova Meta Quantificada Global de Finanças (NCQG, na sigla em inglês) no valor de US$ 250 bilhões ao ano até 2035 foi levada à mesa de negociação da 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), nesta sexta-feira (22). No último dia de negociações climáticas em Baku, no Azerbaijão, partes demonstram estar longe de consenso.

O novo texto determina que “as partes países desenvolvidos assumam a liderança do financiamento da ação climática às partes países em desenvolvimento”, a partir de uma ampla variedade de fontes, públicas e privadas, bilaterais e multilaterais, incluindo fontes alternativas. O documento estabelece um objetivo escalonado de alcançar até 2035 um financiamento climático de US$1,3 trilhão ao ano.

Organizações sociais brasileiras que acompanham as negociações em Baku consideram a proposta muito ruim e já convocam uma mobilização para que os países melhorem o texto final a partir da reflexão Nenhuma Decisão é Pior que uma Decisão Ruim.

“Nessa última interação, o número de parágrafos que refletem decisões consistentes diminuiu de 26 para quatro, em relação à proposta anterior. O valor da NCQG é infinitamente menor que o que a gente esperava”, afirma a especialista em políticas públicas da WWF Brasil, Tatiana Oliveira.

De acordo com a analista, a ampliação das fontes financeiras também pode representar uma diminuição nos recursos públicos que tenham origem nos países desenvolvidos, principais emissores de gases do efeito estufa que levam às mudanças climáticas. O mesmo ocorre com o convite aos países emergentes, como a China por exemplo, a fazer aportes adicionais, em especial à Cooperação Sul-Sul, com remessas voluntárias aos países menos desenvolvidos e mais vulneráveis. “Isso abre brechas para que a reivindicação dos países desenvolvidos de ampliar a base de países doadores seja cristalizada, desfazendo o ‘princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas’ previsto no Acordo de Paris”

Na opinião, da gerente de políticas climáticas do WRI Brasil, Míriam Garcia, o texto ainda é uma proposta muito inicial que precisa de aprimoramento e ajustes que devem ser negociados pelas próximas 40 horas. “É um texto que constrói pontes como uma opção de número inicial para que as partes possam se engajar e construir um consenso”, diz.

De acordo com Miriam, o grupo de países em desenvolvimento G77+China iniciou a construção de um acordo em torno do valor inicial de US$500 bilhões de financiamento pelos países desenvolvidos, o que não se traduziu neste segundo texto. Para a analista ainda há espaço para que o valor chegue próximo ao esperado. “Além do quantum, ainda será necessário melhorar a parte que trata a forma de financiamento, quanto será concessional, detalhar o financiamento para adaptação e até quem sabe dobrar o percentual na relação mitigação e adaptação”, explica.

De acordo com as analistas, a expectativa é que, como nas COPs anteriores, o encerramento previsto para esta sexta-feira seja prorrogado por mais um ou dois dias, até que as negociações resultem em um acordo final consensual.

 

Fonte: Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/11/2024/17:21:33

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Cabeça de Jesus e caixão são achados em Notre-Dame

(Foto: Reprodução/Instagram/louvrepourtous) – Cabeça de Jesus Cristo encontrada na catedral de Notre-Dame.

Descubra mais sobre esses achados históricos e a nova exposição na catedral.

Em 2019, um incêndio devastou a catedral de Notre-Dame, monumento arquitetônico de Paris, na França. Este mês, o templo religioso está reabrindo para visitação. Durante o processo de recuperação, uma equipe de arqueólogos encontrou uma verdadeira relíquia: uma estátua com a cabeça de Jesus Cristo.

O achado aconteceu em 2022, mas não foi divulgado para não atrasar as obras. Outros artefatos históricos também foram encontrados sob os escombros.

A estátua descoberta, mostra a imagem de Jesus Cristo morto, de olhos fechados, talhado em madeira. Segundo o arqueólogo Christophe Besnier, responsável pelo achado, há certa serenidade na expressão retratada.

A barba de Cristo na estátua é delicadamente talhada. Além disso, a imagem retrata a figura religiosa com cabelo ondulado e nariz reto, algo raro para peças deste tipo já que costumam perder as extremidades com o tempo.

O artefato será exibido na exposição “Faire parler les pierres, sculptures médiévales à Notre-Dame” (“Fazendo as pedras falarem, as esculturas medievais em Notre-Dame”, em tradução livre), junto de outros 30 fragmentos esculpidos encontrados na reconstrução da catedral.

A estátua de Jesus não foi a única peça encontrada nas escavações em Notre-Dame. Vestígios de parte do arco medieval esculpido no século XIII, um caixão de chumbo de forma humana.

Os arqueólogos não desenterraram tudo que havia para descobrir. Besnier revelou que, durante a escavação, a equipe identificou outros elementos esculpidos que, segundo eles, “estão lá, adormecidos”. Para ele, o importante é garantir que esses fragmentos não sejam destruídos.

 

Fonte: Marli Portilho-DOL – Olhar Digital e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/11/2024/16:43:47

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Dinheiro tomado de ex-desembargador deve ser destinado ao Governo Federal

(Foto: Reprodução) – Além das cédulas, agentes da PF e da Receita Federal encontraram até uma máquina para a contagem de dinheiro na residêndia do magistrado aposentado

Servindo como uma espécie de troféu dos investigadores e de prova de que a corrupção era mais que uma simples suspeita, os R$ 2,7 milhões apreendidos na casa do desembargador aposentado Júlio Roberto Siqueira Cardoso no dia 24 de outubro devem ser destinados ao Governo Federal, segundo o delegado Marcos Damato, que comanda a operação Ultima Ratio.

Esse confisco só não vai ocorrer “caso comprove a licitude” da origem desta pequena fortuna explica o delegado. Por enquanto, segundo ele, “o dinheiro em espécie foi depositado na Caixa Econômica Federal, à disposição da Justiça”.  Júlio Siqueira se aposentou em julho, ao completar 75 anos.

Julio Siqueira entrou na mira da Polícia Federal por conta das suspeitas de que fizesse farte de um amplo esquema de venda de sentenças judiciais que supostamente envolvia um outro desembargador aposentado  e seis magistrados da ativa, sendo cinco desembargadores e um juiz de primeira instância.

Os seis (Sérgio Martins, Alexandre Bastos, Sideni Soncini, Vladimir Abreu, Marcos Brito e o juiz Paulo Afonso) foram afastados de suas funções e estão sendo vigiados por tornozeleira eletrônica. O afastamento vale por 180 dias e estão proibidos de entrarem no Tribunal de Justiça ou de se comunicarem entre si.

Indagado se a PF já descobriu a origem daquela quantidade signifcativa de dinheiro, o delegado limitou-se a informar que “não temos novos dados a respeito”.

Mas, o fato de ter pedido a prisão do ex-desembargador antes da deflagração da Ultima Ratio indica que os investigadores tinham suspeitas sobre aquilo que estavam buscando no condomínio de luxo no qual mora o ex-magistrado.

Conforme o pedido da PF, “a nosso ver, a prática foi reiterada havendo fortes indícios de que continuem na prática criminosa”. E esta suposta prática de crime foi confirmada não só pela descoberta do dinheiro, mas até pela apreensão de uma máquina usada para contagem de cédulas, algo que evidencia que aqueles R$ 2,7 milhões eram somente parte de uma prática possivelmente mais ampla.

No dia da operação, a PF pediu a prisão de sete pessoas. Dentre os magistrados, ele foi o único que constava nesta lista. Os outros nomes desta relação são o do conselheiro do Tribunal de Contas Osmar Jeronymo ou de pessoas diretamente ligadas a ele.

Porém, o ministro Francisco Falcão, do Superior Tribunal de Justiça, indeferiu todos os pedidos, autorizando apenas mandados de busca e apreensão na casa do ex-desembargador e dos demais. E, justamente esta casa, no condomínio Damha, já estava na mira dos agentes.

Oficialmente o ex-magistrado, que entre os anos de 2016 e 2018 declarou ter recebido  R$ 4,5 milhões em salários (R$ 94 mil por mês), sem admitir outras rendas, comprou esta casa  de 351 metros quadrados por R$ 1,4 milhão.

No mesmo condomínio, contudo, imóveis do mesmo padrão estavam à venda por até R$ 4,5 milhões no mesmo período da compra. Ou seja, a suspeita da PF é de que ele tenha “subfaturado” o valor do imóvel, já que não tinha como comprovar a origem de seu dinheiro.

Além disso, o ex-magistrado também comprou, por R$ 1,48 milhão, uma casa de alto padrão em uma praia na Bahia. E, para pagar esta casa, o desembargador foi pessoalmente a uma agência do Bradesco em Campo Grande com uma mala contendo  R$ 556.400,00 em espécie.

Esse depósito ocorreu em 31 de outubro de 2022. E, com esta constatação em mãos, os investigadores chegaram à conclusão de que no local onde saiu aquela mala deveria haver outras. E, dois anos depois daquela transação, os agentes realmente confirmaram as suspeitas.

Além daquele depósito em espécie, os investigadores ainda esperam que o Bradesco esclareça a forma de pagamento de um boleto de R$ 509 mil para quitação de dívida relativa à mesma casa na Bahia.

“A nosso ver, tudo indica que Júlio Cardoso tenha utilizado mais de R$ 1 milhão de origem desconhecida (R$ 556.400,00 depositados em dinheiro em espécie por Júlio Cardoso e boleto no valor de R$ 509.340,00 pago em agência do Bradesco em Campo Grande/MS  para a aquisição da citada casa de praia na Bahia, sendo que, diante da suspeita de venda de decisão judicial, é possível que se trate de dinheiro obtido por meio de corrupção”,  destaca o relatório da PF que pediu a prisão do ex-magistrado.

 

Fonte: André Borges – Folha de S. Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/11/2024/15:46:42

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Governo quer modelo inédito e permanente de fiscalização ambiental em estrada na amazônia

(Foto: Reprodução) – Empresa faria monitoramento da BR-319, que corta a floresta, com portais de controle, sistemas e vistoria in loco

O Ministério dos Transportes trabalha na elaboração de uma proposta para fazer um contrato permanente de fiscalização ambiental da BR-319, a estrada federal que liga Porto Velho a Manaus e que enfrenta, há anos, dificuldades de licenciamento ambiental para que seja novamente pavimentada.

Segundo informações obtidas pela Folha, o plano é bancar, com recursos públicos, a prestação de serviços de monitoramento e controle de tráfego, envolvendo sistemas eletrônicos e fiscalização in loco, como forma de evitar que a retomada da estrada possa acelerar o desmatamento em uma das áreas mais sensíveis da amazônia.

Caso o projeto avance, seria um modelo inédito da gestão federal que, hoje, concentra a sua fiscalização ambiental no Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

A ideia já tem sido debatida com o MMA (Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima) e com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), banco de fomento que já tem experiências com a mediação de concessão de parques federais, as chamadas unidades de conservação ambiental.

O trabalho privado seria um complemento às ações já realizadas por Ibama, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal na região. O objetivo é ter o modelo de contratação detalhado e fechado no início do ano que vem.

A retomada da estrada enfrenta forte resistência de organizações civis e ambientalistas, que veem no retorno do asfalto o aumento da destruição ambiental. Já o governo afirma que será justamente a pavimentação o que permitirá um controle intensivo da rodovia. Por ano, cerca de R$ 200 milhões já são gastos com manutenção da estrada.

Atualmente, mesmo sem asfalto, a BR-319 tem fluxo constante de caminhões, que fazem filas quilométricas ao longo do trecho, transportando carga entre as duas capitais.

Aberta pelo governo militar em 1976, a rodovia de 877 quilômetros já chegou a ser completamente asfaltada. Em pouco mais de uma década, porém, sua manutenção foi abandonada e, no fim dos anos 1980, já estava intrafegável.

Hoje, o asfalto é realidade nos primeiros 200 km de rodovia, a partir de Porto Velho. Em seu outro extremo, a partir de Manaus, 250 km da estrada também possui pavimentação. No chamado “trecho do meio”, entre os km 250 e 656, uma extensão de 400 km está hoje em leito natural, após a deterioração completa.

Na semana passada, em visita ao estado do Amazonas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o governo vai avançar com a pavimentação do trecho do meio da estrada.

O compromisso foi reafirmado em encontro com os senadores do Amazonas Omar Aziz (PSD) e Eduardo Braga (MDB), no qual trataram de medidas para levar água potável para a região de São Gabriel da Cachoeira (AM). O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), também participou do encontro.

“O presidente confirmou que teremos um novo plano de governança para a BR-319, com esse monitoramento constante. Nós queremos que seja monitorado mesmo, não temos interesse nenhum em desmatamento ou queimada. É a floresta em pé que nos interessa”, disse à Folha o senador Omar Aziz.

“Nós fiscalizamos mais de 11 mil quilômetros de fronteira da Amazônia com outros países. Não vamos conseguir fiscalizar 400 km de estrada?”, questionou.

No mês passado, uma decisão do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) derrubou uma liminar que havia suspendido, em julho, a licença prévia ambiental para o asfaltamento do traçado central da BR-319. Essa licença havia sido emitida no fim de 2022, nos últimos meses do governo Jair Bolsonaro.

Segundo o Observatório BR-319, uma rede de organizações da sociedade civil que atuam na área de influência da rodovia, o processo de licenciamento tem uma série de falhas, o que envolve falta de consultas aos povos indígenas da região.

A região de influência da BR-319 já é marcada pela extração ilegal de madeira. Em localidades como a Vila Realidade, criada a partir de um assentamento do Incra, próximo de Humaitá (AM), é possível encontrar diversas madeireiras operando pelo caminho.

(Foto:Fogo às margens da rodovia BR-319, que liga Porto Velho a Manaus)
(Foto:Fogo às margens da rodovia BR-319, que liga Porto Velho a Manaus)

Pela estrada, costuma ser intenso o tráfego noturno de caminhões lotados de madeira extraída ilegalmente, como forma de escapar de uma possível fiscalização na região.

Neste ano, uma parcela considerável do desmatamento na amazônia ocorreu dentro de terras indígenas, especialmente a Kaxarari e a Tenharim Marmelos, localizadas na zona de influência da rodovia BR-319, segundo dados do Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), da ONG Imaflora.

O valor estimado pelo governo para pavimentação do trecho é de R$ 1,751 bilhão. O plano prevê a construção de 123 estruturas para passagem de fauna ao longo da estrada, com prazo de 48 meses para conclusão. Em setembro, o presidente Lula assinou uma ordem de serviço para renovar o asfalto de 52 km da rodovia, mas fora de seu trecho central.

 

Fonte: André Borges – Folha de S. Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/11/2024/15:46:42

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PF conclui investigação que apurou golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito

(Foto:arquivo) – Relatório final foi encaminhado ao STF com o indiciamento de 37 integrantes da organização criminosa

A Polícia Federal encerrou nesta quinta-feira (21/11) investigação que apurou a existência de uma organização criminosa que atuou de forma coordenada, em 2022, na tentativa de manutenção do então presidente da República no poder.

O relatório final foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal com o indiciamento de 37 pessoas pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa.

As provas foram obtidas por meio de diversas diligências policiais realizadas ao longo de quase dois anos, com base em quebra de sigilos telemático, telefônico, bancário, fiscal, colaboração premiada, buscas e apreensões, entre outras medidas devidamente autorizadas pelo poder Judiciário.

As investigações apontaram que os investigados se estruturaram por meio de divisão de tarefas, o que permitiu a individualização das condutas e a constatação da existência dos seguintes grupos:

a) Núcleo de Desinformação e Ataques ao Sistema Eleitoral;
b) Núcleo Responsável por Incitar Militares à Aderirem ao Golpe de Estado;
c) Núcleo Jurídico;
d) Núcleo Operacional de Apoio às Ações Golpistas;
e) Núcleo de Inteligência Paralela;
f) Núcleo Operacional para Cumprimento de Medidas Coercitivas

Com a entrega do relatório, a Polícia Federal encerra as investigações referentes às tentativas de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

 

Fonte: Comunicação Social da Polícia Federal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/11/2024/15:36:48

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Ventos extremos estão derrubando grandes árvores da Amazônia

(Foto:Reprodução) – Por serem centenárias, muitas têm entre 200 e 300 anos, elas estocam uma grande quantidade de carbono.

Eles têm o poder de destruir árvores que levaram, em média, 400 anos para se desenvolver e que são centrais para o combate às mudanças climáticas.

As ações de desmatamento da Amazônia tem gerando um novo comportamento do clima que tem contribuído para outro problema que pode intensificar as mudanças climáticas. Ventos extremos estão derrubando árvores gigantes e centenárias.

Mudanças climáticas vêm intensificando os microbursts, como são chamados os ventos extremos, que causam a morte das árvores gigantes da Amazônia. É o que afirma o estudo Estrutura florestal e recuperação de biomassa a partir de derrapagens eólicas na Amazônia Noroeste, publicado na renomada revista American Geophysical Union (AGU).

No período entre 1985 e 2020, ou seja, em 35 anos, esses eventos quadruplicaram, revela a pesquisa. Eles têm o poder de destruir árvores que levaram, em média, 400 anos para se desenvolver e que são centrais para o combate às mudanças climáticas.

O microburst, também conhecido como microexplosão, tem início a partir de uma nuvem cumulonimbus. Esse tipo de nuvem se caracteriza por um grande desenvolvimento vertical. Dessa nuvem se desprende uma corrente de ar descendente, que cai violentamente de cima para baixo, concentrada em apenas um pequeno trecho da nuvem.

Autor do estudo, que foi desenvolvido na Universidade Friedrich Schiller Jena, o pesquisador David Urquiza falou com exclusividade ao Ecoa direto de Bonn, cidade à oeste da Alemanha. Ele conta que a maior ocorrência de queda de árvores por ventos extremos foi registrada na Amazônia Central e Ocidental, que envolve os estados da região Norte do Brasil.

Clareira aberta na Amazônia após um microburst que derrubou várias árvores gigantes |Arquivo pessoal/David Urquiza
Clareira aberta na Amazônia após um microburst que derrubou várias árvores gigantes |Arquivo pessoal/David Urquiza

Urquiza explica que as quedas são detectadas através da análise do Landsat, um programa que captura imagens da superfície terrestre, permitindo a observação de mudanças no meio ambiente. Esse programa foi desenvolvido em parceria pela Nasa e o Serviço Geológico dos Estados Unidos. “Nessas imagens, podemos detectar os pixels que foram afetados. Um pixel tem um tamanho de 30 x 30 metros, ou 0,09 hectares [que corresponde a 900 m²] “, explica o pesquisador.

Segundo ele, em cada pixel ou 900 m² podem ser encontradas até oito árvores gigantes caídas. As quedas dessas plantas trazem um impacto relevante para o equilíbrio da floresta, pois “criam um mosaico de nichos na paisagem, desencadeando a sucessão secundária e controlando a diversidade e a dinâmica da floresta. Elas produzem mudanças significativas na estrutura, composição e funcionamento do ecossistema”, explica Urquiza.

Impacto ambiental

A perda de uma árvore gigante causa imensos estragos ao meio ambiente. Por serem centenárias, muitas têm entre 200 e 300 anos, elas estocam uma grande quantidade de carbono. Com a sua morte, esse carbono é lançado de volta à atmosfera, desequilibrando a conta de captura versus emissões de carbono. Apesar de representarem apenas 1% das árvores do ecossistema amazônico, essas gigantes são responsáveis por 50% do estoque e fluxo desse gás.

 (Foto: Microbust na Amazônia |Arquivo pessoal/David Urquiza)

(Foto: Microbust na Amazônia |Arquivo pessoal/David Urquiza)

Gisele Biem, pesquisadora de pós – doutorado pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), investiga a morte das árvores gigantes no Projeto Gigante. Ela explica que as árvores gigantes, que alcançam o dossel, ou seja, a copa da floresta, facilitam a sobrevivência das espécies mais tolerantes à sombra. “[Elas] Também são importantes para os ciclos de nutrientes e da água nos ecossistemas, sendo capazes de explorar mais recursos tanto acima como abaixo do solo”, complementa Biem.

Na prática, as árvores altas têm papel essencial também na manutenção do ecossistema, servindo de alimento para plantas, a exemplo de epífitas, tipo de planta que vive sobre a outra, e lianas, as conhecidas trepadeiras, que estão enraizadas no solo, mas precisam de outra planta como suporte para manterem-se eretas e crescerem na direção da luz.

(Foto: A pesquisadora Gisele Biem sob o tronco de uma árvore gigante na Reserva Florestal Adolfo Ducke, na Floresta Amazônica |© Dado Galdieri/Hilaea Media
(Foto: A pesquisadora Gisele Biem sob o tronco de uma árvore gigante na Reserva Florestal Adolfo Ducke, na Floresta Amazônica |© Dado Galdieri/Hilaea Media

E servem também para alimentar animais, como as aves. Atualmente, na Amazônia, as maiores árvores encontradas são as Dinizia excelsa, da família Fabaceae, popularmente chamada de Angelim Vermelho, encontradas no Parque do Tumucumaque, no Amapá.

Elas têm, em média, entre 60 e 80 metros. Apenas no Amapá as árvores alcançam esse tamanho – nas demais partes da Amazônia brasileira, elas chegam até 40 metros.

“Nós sabemos muito pouco sobre as árvores gigantes, quais as espécies, distribuição e variação de tamanho nos trópicos. Elas são pouco estudadas pois são muito raras na paisagem”, explica Biem.

 

Fonte: DOL Carajás com informações de UOL Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/11/2024/15:17:13

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Fazendeiro de Novo Progresso é preso em São Paulo por submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão e promover desmatamento ilegal

Polícia prende empresário em Rio Preto (SP) suspeito de prática de exploração de trabalho escravo — Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Civil prendeu um fazendeiro suspeito de submeter trabalhadores a condições de escravidão e promover desmatamento ilegal. O empresário, dono de fazenda em Novo Progresso no Pará, foi preso na tarde de quinta-feira (21) em São José do Rio Preto (SP).

O empresário Edson Barbosa da Mata, de 60 anos, teve o nome citado na atualização da “lista suja” do Ministério do Trabalho e Emprego, que foi publicada em 7 de outubro deste ano, por prática de exploração de trabalho escravo. Edson é dono de uma grande fazenda em Novo Progresso (PA).

O empresário foi condenado a cinco anos de reclusão em regime semiaberto. O nome de Edson era um dos 37 incluídos na lista de empregadores autuados em fiscalizações no Pará. Ele foi preso na Estância Recreio, em Rio Preto, por policiais do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic).

O caso foi considerado um dos mais graves da região devido à exploração de trabalhadores e crimes ambientais. O empresário permanecerá na carceragem e passará por audiência de custódia para os trâmites legais relacionados à execução de pena.

https://twitter.com/i/status/1860036510034411856

Informações: Polícia Civil

Fonte: Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/11/2024/06:41:43

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Homem é preso por estuprar vizinha no bairro do Curió-Utinga

 (Foto:Reprodução) – Homem é preso por estuprar vizinha no bairro do Curió-Utinga. 

Policiais do 27º Batalhão de Polícia Militar do Estado do Pará foram acionados via CIOP após denúncias anônimas.

A violência contra a mulher cresceu no Brasil em 2023, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2024, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), que registrou um estupro a cada seis minutos no ano passado, contabilizando 83.988 vítimas, fora os casos não registrados.

Em Belém, a realidade de muitas mulheres é viver em constante alerta. Jean Carlos Pacheco Tavares, de 28 anos, foi preso em flagrante. Ele é suspeito de estupro contra uma mulher de 27 anos, no bairro do Curió-Utinga. A vítima seria vizinha e conhecida do homem.

Policiais do 27º Batalhão de Polícia Militar do Estado do Pará foram acionados via Ciop (Centro Integrado de Operações) após denúncias anônimas indicarem que Jean teria cometido o crime contra a vítima. O homem foi preso em flagrante em sua própria residência.

O suspeito foi encaminhado para a Delegacia do Marco, localizada na avenida Almirante Barroso, onde seriam realizados os procedimentos cabíveis. Após os procedimentos iniciais, a ocorrência foi encaminhada para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Mulher (DEAM), na travessa Mauriti. Até o momento, não há informações sobre as circunstâncias em que o crime foi cometido.

Segundo o artigo 213 do Código Penal Brasileiro, se condenado, o suspeito pode receber pena de 6 (seis) a 10 (dez) anos de prisão.

 

Fonte: Com informações de Luiz Otávio/RBATV – Lua Araújo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/11/2024/14:50:22

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