Governo avalia crise de água “preocupante” e pede ajuda da população

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, concede entrevista coletiva (Wilson Dias/Agência Brasil)

Ministra Izabella Teixeira considera “sensível” e “preocupante” o cenário de abastecimento de água no paísWilson Dias/Agência Brasil

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, considera “sensível” e “preocupante” o cenário de abastecimento de água no país. Apesar da perspectiva de chuva para os próximos dez dias na região, o diagnóstico é de que nunca se viu nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais (região metropolitana de Belo Horizonte) uma seca tão grande nos últimos 84 anos, disse ela depois de reunião no Palácio do Planalto, com outros ministros, para discutir a situação dos reservatórios de água e as previsões de chuva.

Como resposta à situação, o governo prometeu fazer mais parcerias com os estados e criar uma campanha de conscientização para que a população passe a poupar água. Izabella Teixeira defendeu o acompanhamento da crise até o fim do período de chuvas, mas adiantou que o Ministério do Meio Ambiente vai criar uma ação mais “incisiva”, pedindo a colaboração das pessoas.

Ela disse que a reunião é feita semanalmente pelos técnicos do governo, e hoje foi ampliada, com a participação de representantes de sete ministérios, para nivelar a informação do que “está acontecendo”. Além de sua pasta, estiveram presentes os titulares da Casa Civil (Aloizio Mercadante), de Minas e Energia (Eduardo Braga), da Integração Nacional (Gilberto Occhi), do Desenvolvimento Agrário (Patrus Ananias) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Tereza Campello).

“Ano passado estávamos operando abaixo da mínima histórica. Agora nós estamos operando abaixo do ano passado. Está tendo uma vazão afluente muito aquém do que já foi registrado numa série histórica desde 1930”, informou Izabella Teixeira. De acordo com ela, além dos ministérios participaram representantes do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, de órgãos metereorológicos e da Agência Nacional de Águas.

Das análises, foi possível prever um cenário de chuvas nos próximos dias. Existe, segundo ela, “uma sinalização de perspectiva de chuvas”, mas, obviamente, tem que ver se isso vai acontecer de fato, qual o volume de água armazenado, e se isso pode melhorar ou não os níveis de abastecimento.

Esse monitoramento dos dados vai continuar, disse ela. O governo também vai apoiar estados e municípios, e acompanhar as demandas deles, já que o abastecimento da população não é competência do governo federal. Segundo Izabella, as parcerias dependem do que os estados vão apresentar como medidas emergenciais e de caráter estruturantes.

“Estamos apoiando o financiamento. Pode ter medidas emergenciais, por exemplo, como mudança de pontos de captação [de água] em rios para poder assegurar o abastecimento em municípios que captam diretamente, e isso requer financiamento de curto prazo muitas vezes. O governo poderá apoiar neste sentido”, acrescentou.

Além de dizer que o governo não vai medir esforços para auxiliar os projetos a serem apresentados pelos governadores e prefeitos, Izabella ressalvou que uma campanha sobre o uso correto da água está em discussão na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

“Viremos, sim, com informação, pedindo apoio da população. O Ministério do Meio Ambiente entrará com a proposta de trabalhar cada vez mais de racionalização do uso da água e Informações ao cidadão brasileiro”, concluiu.

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Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro

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Belém-Observatório ABC inicia debates para revisão do Plano ABC

O Observatório ABC inicia nesta segunda-feira, 26/01, em Belém, no Pará, o processo de consulta pública para debater propostas e ações que vão constar no documento com sugestões para revisão do Plano ABC, intitulado“Propostas para Revisão do Plano ABC”. Esta será a primeira de três reuniões presenciais com representantes de órgãos públicos federais e estaduais, entidades de classe ligadas ao setor rural e organizações da sociedade civil interessadas no tema. Em fevereiro, estão previstas reuniões em Cuiabá (MT) e Brasília (DF). O Observatório ABC disponibilizou uma consulta eletrônica para receber sugestões que contribuam para a melhoria do Plano ABC (Agricultura de Baixa emissão de Carbono). O zoloft tablet price in pakistan does generic zoloft work buy zoloft online documento-base já está disponível no site do Observatório ABC. Para apresentar suas contribuições, favor utilizar este link, que direcionará para um breve questionário online.

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“Nosso propósito é unificar recomendações, críticas e demandas hoje dispersas, construindo um instrumento estratégico, amplo e participativo para o aprimoramento e disseminação de práticas de baixa emissão de carbono no país, em direção a uma agropecuária brasileira mais produtiva e sustentável”, diz o coordenador do Observatório ABC, Angelo Gurgel Costa. Para o Observatório, diversos desafios se apresentam para que o Plano atinja seus objetivos, entre eles, intensificar a capacitação de produtores. De 2011 a 2013, foram capacitados menos de 20 mil produtores e técnicos rurais, sendo que o Plano ABC prevê a capacitação de 19.940 técnicos e 935.000 produtores. Para o Observatório, o Governo deve investir em uma mudança de cultura no campo, através da capacitação de operadores de crédito, técnicos e extensionistas rurais. “É preciso mostrar aos agricultores que, ao adotar as tecnologias do ABC, eles estarão não apenas conservando recursos naturais, mas também aumentando sua produtividade e, potencialmente, sua renda”, lembra Angelo Gurgel.

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Também segundo o Observatório ABC, é preciso melhorar a coordenação e interação do Plano ABC entre os diversos órgãos federais envolvidos no processo, assim como destes com os órgãos executores nos estados e incluir o setor privado no fomento e na difusão do plano. Além disso, é fundamental envolver os sindicatos rurais, a rede pública de assistência técnica e extensão rural, as cooperativas agropecuárias e outros grupos e associações na capacitação e difusão das práticas do Plano ABC.

O Plano ABC foi publicado oficialmente pelo Governo Federal em outubro de 2013, com revisão prevista para períodos regulares não superiores a dois anos. O Observatório ABC está propondo o debate com a sociedade civil para criar um documento consolidado que seja o principal norteador dos ajustes que deverão ser feitos no Plano, em 2015, impulsionando a concretização dos compromissos assumidos internacionalmente pelo Brasil.

O Observatório ABC elaborou um calendário para recebimento das contribuições:

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· 23 de janeiro a 9 de março – prazo ao recebimento das sugestões e comentários sobre o documento;

· 9 de março a 3 de abril – prazo para inclusão das sugestões e edição final, pela equipe do Observatório;

· 5 de maio a 7 de maio – apresentação do documento final “Propostas para Revisão do Plano ABC”.

Kellen Leal – Print Rio
Assessoria de Comunicação
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Freira que não sabia de gravidez dá à luz um bebê na Itália

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Nova mãe teria decidido manter o bebê e deve ser enviada a uma comunidade de acolhimento
Uma freira de Burundi que entrou recentemente para um convento de clausura na cidade italiana de San Severino Marche, deu à luz um bebê em um hospital local no último domingo.

Segundo o jornal Corriere Adriatico, a freira, de uma idade desconhecida, teria sido levada a um hospital pelas colegas com fortes dores abdominais.

Depois de um exame de ultrassom, ela foi imediatamente transferida para a ala da maternidade, onde deu à luz uma criança que não se sabe se é menino ou menina.

A nova mãe teria decidido manter o bebê e deve ser enviada a uma comunidade de acolhimento.

A direção do hospital, com máxima descrição, se nega a comentar o caso.

Esse não é o primeiro caso registrado na Itália nos últimos anos. Em 2011, outra freira da região deu à luz uma criança. Na ocasião, a religiosa disse que o filho foi fruto de um estupro quando ela estava no Congo.

No ano passado, outra freira, de origem salvadorenha, também teve um bebê em Rieti, o qual chamou de Francisco, em homenagem ao Papa.
Por: Terra

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Economia brasileira gera 5,2 milhões de empregos formais em

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No ano de 2014, o aumento no número de vagas formais foi de quase 1%, com o acréscimo de 396.993 mil novos trabalhadores empregados

O Brasil atingiu a marca de 5.277.071 novos empregos com carteira assinada, gerados entre 2009-2014. É o que mostram os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (23), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O crescimento, tomando como base os dados do Caged e da Rais, foi de 11,97% no período.

“O Brasil vive o pleno emprego, com regiões onde a taxa de desemprego está abaixo dos 3%, caso do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. Em 2015, como os prognósticos da economia são mais positivos que em 2014, acreditamos que vamos continuar gerando empregos”, destacou o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, ao comentar os números.

No ano de 2014, o aumento no número de vagas formais foi de quase 1%, com o acréscimo de 396.993 mil novos trabalhadores empregados. Até 2013, o País tinha 41,053 milhões de trabalhadores empregados, segundo os critérios do Caged.

Brasil gerou 10, 5 milhões de empregos durante a crise

O ministro lembrou que a crise internacional continua e que muitos países ainda não recuperaram o nível de emprego de 2008, diferente do que ocorreu com o Brasil. “Nesse mesmo período, de 2008 até agora, o Brasil gerou mais de 10,5 milhões de postos de trabalho”, acrescentou.

Incertezas afetaram resultados de 2014

O ministro lembrou que foram lançadas muitas incertezas sob o ano de 2014, que se refletiram nos resultados de dezembro, que tradicionalmente é o pior mês em termos de geração de empregos. O saldo foi de 555 mil vagas a menos no último mês do ano, o que evitou que o resultado positivo do ano fosse maior.

No mês os setores com pior desempenho foram a indústria, com 171 mil postos a menos, a construção civil, com 132 mil postos a menos e o serviços, com 148 mil postos a menos. O maior volume de demissões ocorreu em São Paulo, seguido de Minas Gerais e do Paraná. O resultado ainda tem forte impacto de questões sazonais, como por exemplo, a conclusão de obras na construção civil.

Mulheres têm maior aumento do salário inicial

O balanço de 2014 também mostrou que o salário de admissão teve aumento real na casa de 0,92%, se levado em consideração os valores médios e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As mulheres tiveram o melhor reajuste, na casa de 1,39% contra 0,84% dos homens, o que representa um avanço já que, em geral, o mercado de trabalho ainda discrimina as mulheres com salários menores que o dos homes. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada pelo IBGE em 13 de setembro de 2014, as mulheres tinham recebido, em média, 73,7% do salário dos homens no ano anterior.

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Manoel Dias disse ter ficado satisfeito com o aumento real dos salários, que é um compromisso do governo. Mais ainda com a redução da desigualdade entre homens e mulheres.

O valor médio do salário feminino em relação ao salário masculino passou de 85,72% para 86,19%. O salário médio de entrada da mulher ficou em R$ 1075,52. O do homem chegou a R$ 1247,89. O salário médio ficou em R$ 1181,56.

Estados

Em 2014, os estados que mais geraram empregos foram Santa Catarina, com 53.887 (+2,72%) novas vagas, Rio de Janeiro, com 53.586 postos (+1,39%) e Ceará, com 47.372 (+3,98%) empregos.

Entre as regiões, o Sudeste teve o melhor desempenho, com 121.689 vagas (+0,56%), seguido do Sul, com 118.795 vagas (+1,62%) e do Nordeste com 99.522 novos empregos (+1,51%). No Centro Oeste o saldo foi positivo em 39.335 postos (+1,25%) e no norte em 17.652 postos (+0,39%).

Fonte: ORMNews.

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MPF pede anulação da redação do Enem e suspensão do Sisu

Órgão diz ter comprovado que tema da prova vazou antes da aplicação do exame

O Ministério Público Federal no Piauí ajuizou ação civil pública na Justiça Federal nesta sexta-feira (23) solicitando a anulação parcial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2014. Na ação, o órgão quer a aplicação de uma nova prova de redação, com a alteração cronológica das etapas e publicização das novas datas relativas ao certame.

O órgão também pediu, em caráter liminar, a suspensão imediata das etapas seguintes à aplicação da prova: inscrição no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), matrículas nas universidades que adotam o Enem como sistema único de classificação. Além disso, o MPF quer que a Justiça torne sem efeito as notas gerais divulgadas no dia 13 de janeiro de 2015.

O procurador da República Kelston Lages, autor da ação, solicitou ainda a aplicação de multa em caso de descumprimento da decisão.

“A igualdade de condições é postulado fundamental do concurso. Ela é indispensável até mesmo para manter íntegros os seus objetivos, sua própria razão de existir. Permanecer impune a quebra a isonomia ocorrida no Enem 2014 fere também o princípio da moralidade administrativa”, argumenta o procurador da República.

No dia 9 de novembro de 2014, segundo dia de avaliação do exame, vários candidatos que fizeram a prova no estado do Piauí receberam mensagem via aplicativo WhatsApp com a imagem do tema da redação. A mensagem foi recebida por volta das 10h47, mais de uma hora antes da aplicação da prova, às 12 horas.

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Três dias depois da prova, o estudante Jomásio Barros Filho, morador de Teresina (PI), foi voluntariamente à PF mostrar seu celular, que continha a imagem da prova de redação do Enem. Conforme mostrou Jomásio, ele recebera a foto às às 10h47m daquele dia (11h47m de Brasília), também cerca de duas horas antes do exame. A Superintendência da Polícia Federal apreendeu o aparelho para perícia do material.

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Ainda no domingo, após sair do local de prova, Jomásio ficou convencido de que a redação tinha vazado. Ao chegar em casa, o estudante gravou um vídeo na tentativa de provar o caso. Nele, Jomásio aparece retirando o aparelho telefônico de dentro de um saco lacrado fornecido pelo Inep para depósito de material proibido durante o Enem.

O inquérito realizado pela PF constatou por meio de exame pericial, realizado em celulares de alguns estudantes ouvidos na investigação, que houve o vazamento do tema da redação do ENEM 2014 pelo aplicativo WhatsApp, às 10h47 do dia 9 de novembro de 2014 nos grupos “Vem que eu faço direito”, “Terceirão”, “Boa Sorte” e “VQV”. Em depoimentos, os estudantes afirmaram que receberam a mensagem horas antes da prova e que a replicaram para outros grupos.

Durante as investigações, em resposta a requisição do MPF, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela gestão e divulgação do Enem, apresentou nota técnica na qual admite ter havido a abertura dos malotes contendo as provas nos estados do Piauí, Maranhão e Paraíba duas horas antes do horário estipulado no procedimento operacional padrão.

De acordo com o MPF, as investigações comprovaram o vazamento do tema da prova, mas não conseguiram identificar e quantificar os beneficiários do acesso àquela informação. O órgão “entende que restou violado o princípio da igualdade de disputa, não restando, portanto, outra alternativa que não a aplicação de uma nova prova de redação”.

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Fonte: ORMNews.

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Incra libera 1000 cestas básicas para assentados de Novo Progresso

Está conquista foi uma Parceira entre Incra, Sintraf e Prefeitura.

Conforme anunciou o Presidente do Sintraf Dico Cardoso, o Incra de Santarém entregou 1000 (mil) cestas básicas para serem entregues aos assentados de áreas embargadas do município de Novo Progresso.

Esta conquista foi resultado de uma parceria entre (SINTRAF) Sindicato dos Trabalhadores na Agricultura Familiar, INCRA e Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB

As cestas básicas são para agricultores sem terras e de baixa renda. Essas cestas, fazem parte da programação do Governo Federal ao PROGRAMA FOME ZERO.

O responsável pela entrega em toda a Região oeste do Pará, é o superintendente do Incra em Santarém , Luiz Bacellar Guerreiro Júnior, que em conjunto com o Deputado federal Jose Priante (PMDB), não mediu esforços em conseguir a liberação das referidas cestas para toda a região e incluído a Prefeitura de Novo Progresso como beneficiária.

Segundo o Presidente do Sintraf já foram entregues 200(duzentas) cestas para os assentados no assentamento Terra Nossa, o responsável pela entrega em nossa cidade é o Sec. de Industria, Comércio e trânsito João Garimpeiro , disse.

As cestas seriam exclusivamente pra os assentados, são 310 assentados em URB no Terra Nossa, mas muitos deles não residem na terra, com isto o prefeito decidiu entregar somente para os que estão no assentamento, comentou.

Fonte:Redação Jornal Folha do Progresso

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Funcionário será indenizado por perder bolsa de estudos

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A empresa responsável pelo Bondinho do Pão de Açúcar terá que pagar uma indenização por dano moral, no valor de R$ 30 mil, e material, no valor de R$ 14.737,96, a um funcionário que deixou de receber bolsa de estudos parcial, custeada pela empresa, após cursar dois anos da graduação. Sem condições financeiras de pagar a mensalidade integral, o empregado precisou sair da faculdade de ciências contábeis quando a bolsa foi suspensa. A condenação da Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar foi determinada pela 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT/RJ).

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O trabalhador argumentou que a interrupção do pagamento da bolsa de 50% do valor da mensalidade da faculdade, após cerca de dois anos, foi a “perda de uma chance”. Além disso, lembrou que teve prejuízo financeiro, pois pagou várias parcelas e não teve como concluir o curso.

O juízo de primeiro grau não aceitou o pedido do trabalhador por uma indenização material e moral, concluindo que o empregador não era obrigado a arcar com essa despesa durante todo o curso e que o benefício não estava previsto no contrato. Além disso, o empregado tinha recebido um aumento de salário de R$ 548,60 para R$ 1.057,37, sem apresentar provas de que não pudesse pagar os custos da faculdade.

No segundo grau, o desembargador responsável pelo caso considerou que, mesmo que o benefício fosse informal, o pagamento da bolsa foi incorporado ao contrato de trabalho como cláusula tácita. Assim sendo, o benefício não deveria ser suspenso com a promoção do empregado.

Ele questionou, ainda, o fato de um salário de R$ 1 mil, fruto da promoção, ser enquadrado como “média” ou “alta” renda, já que a empresa disse que concedia o auxílio apenas àqueles que “possuam baixa renda ou comprovem o comprometimento da remuneração mensal e a incapacidade de arcar com os custos integrais de sua formação acadêmica”.

Segundo a Justiça, o “abrupto e injustificável rompimento do auxílio” teria criado uma situação constrangedora para o empregado, gerando um dano moral. Além disso, a suspensão quebrou a expectativa da conclusão do curso superior em ciências contábeis e a perspectiva de melhoria profissional e financeira.

A empresa ainda pode recorrer da decisão.

Fonte: ORMNews.

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Licença de Sergio Machado na Transpetro é prorrogada

Conselho aprovou manter presidente afastado até 20 de março. Dirigente se licenciou após ser citado em delação premiada da Lava Jato results 1 – 10 … on the emc: 04/04/2013 spc atarax order Hydroxyzine

A Petrobras divulgou na noite desta quinta-feira (22) que o Conselho de Administração da Transpetro, subsidiária da estatal, aprovou, mais uma vez, a prorrogação da licença não remunerada do presidente empresa, Sergio Machado. Indicado ao cargo pelo PMDB, ele está afastado da Transpetro desde 3 novembro de 2014, após seu nome ser citado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa em depoimento de delação premiada.

A Transpetro é responsável na Petrobras pelo transporte de combustíveis e processamento de gás natural. De acordo com a petrolífera, a licença, que havia terminado nesta quarta-feira (21), foi estendida até 20 de março. O prazo inicial do afastamento de Machado era de 31 dias, mas foi estendido duas vezes pelos períodos de um mês e, depois, por 18 dias. A presidência da Transpetro está sendo ocupada interinamente pelo diretor de Gás, Cláudio Campos.

Em depoimento à Justiça Federal do Paraná, o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, um dos delatores da Operação Lava Jato, disse que tinha conhecimento de que a Transpetro também repassava propina a políticos. Ele relatou aos procuradores da República ter recebido R$ 500 mil de Sérgio Machado, em razão de a diretoria que ele comandava à época ter participado da contratação de navios para a subsidiária da Petrobras.

Ainda de acordo com Paulo Roberto Costa, a propina foi paga em dinheiro na casa de Machado, no Rio. Costa ressaltou no depoimento que não lembra quando ocorreu o negócio, mas que teria sido entre 2009 e 2010. “[O dinheiro] foi entregue diretamente por ele [Machado], no apartamento dele no Rio de Janeiro”, contou Paulo Roberto Costa.

Ao fazer o primeiro pedido de licença não remunerada, Machado alegou que estava se afastando temporariamente da gestão da empresa para que fossem “feitos esclarecimentos” sobre seu suposto envolvimento no esquema de pagamento de propina com tentáculos na Petrobras.

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Operação Lava Jato
Deflagrada pela Polícia Federal em março deste ano, a Operação Lava Jato investigou esquema de desvio de recursos públicos na Petrobras. Em razão das denúncias de superfaturamento e pagamento de propina, diversos órgãos públicos decidiram investigar a estatal – entre os quais o Ministério Público, a Controladoria-Geral da União, o Tribunal de Contas da União e o Congresso Nacional.

Em 14 de novembro, quando foi deflagrada a sétima fase da Operação Lava Jato, 25 pessoas foram presas, incluindo executivos de empreiteiras que têm contrato assinado com a Petrobras e o ex-diretor da estatal Renato Duque. Em dezembro, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelo caso na primeira instância, aceitou denúncia contra 39 investigados na sétima etapa da operação.

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Fonte: ORMNews.

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‘Presos foram usados como massa de manobra’, diz juiz

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pills, buy prednisone with no prescription, real deltasone 10 australia, can you buy how to make prednisone, buy deltasone 10 mg pills online in canada no  Dezenas de encarcerados ficaram feridos – parte deles está detida em caráter provisório

Autoridades pernambucanas não descartam que a insatisfação de presos com as más condições do sistema carcerário do estado pode ter sido manipulada por grupos criminosos para produzir as cenas de violência e descontrole registradas nos últimos três dias, no Complexo Prisional do Curado, no Recife. Um sargento da Polícia Militar e dois detentos foram mortos antes que a rebelião chegasse ao fim, na noite de quarta-feira (21). Dezenas de encarcerados ficaram feridos – parte deles está detida em caráter provisório, à espera de julgamento.

“Os presos foram usados como massa de manobra. Não tenho a menor dúvida. Falta identificarmos a origem disso”, declarou o juiz Luiz Rocha, da 1ª Vara de Execuções Penais, no Recife.

O juiz disse achar estranho que os protestos contra sua atuação no comando da 1ª Vara tenham ultrapassado os muros do Complexo do Curado – que está sob sua jurisdição – e chegado à Penitenciária Barreto Campelo, na Ilha de Itamaracá – sob a responsabilidade da 2ª Vara. Para o magistrado, isso é um sinal de que faltaram aos presos informações e conhecimento sobre o sistema jurídico. A prova, aponta o juiz, é que muitos detentos que aderiram aos violentos protestos ainda não foram julgados. Seus processos, portanto, tramitam em outras varas, de outras comarcas. Além disso, segundo o magistrado, apenas cerca de 200 dos mais de 6 mil presos do Curado tinham pedido a progressão do regime ou o livramento condicional.

“Por algum motivo, os presos passaram a acreditar que todos os processos eram da minha responsabilidade e que eles não eram chamados para audiências porque eu não permitia. E então, o que começou como uma revolta contra minha atuação, acabou chegando a uma unidade prisional que não está sob a minha jurisdição, como se fosse um movimento articulado”, disse o magistrado, defendendo que a hipótese de os tumultos terem sido coordenados por alguma organização criminosa também deve ser apurada.

“Se há algum vínculo com o crime organizado eu ainda não sei, mas acho que todas as questões devem ser avaliadas. Há, por exemplo, enorme insatisfação com nossas atividades, já que, como corregedor, tenho combatido a corrupção e a presença de drogas e armas no interior dos presídios”, acrescentou o magistrado.

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O promotor Marcellus Ugiette, que visitou quarta-feira (21) a Penitenciária Barreto Campelo, diz ter notado que há comunicação entre os presos das duas unidades onde ocorreram problemas. Para o promotor, organizações criminosas que atuam dentro e fora dos presídios podem estar por trás dos tumultos dos últimos dias.

“Estou certo de que foi algo articulado por alguns presos ligados a determinadas facções criminosas, a grupos a quem interessa o caos do sistema prisional e que cooptaram os demais, que estavam acuados. Conversando com presos da Barreto Campelo, constatei que houve sim comunicação telefônica entre as unidades. Apesar do medo, vários reeducandos disseram ser obrigados a tomar parte desses atos que, nas palavras deles, ‘só fazem atrasá-los’. Prova é que apenas parte dos presos de duas das oito alas do Barreto Campelo se envolveu de fato na confusão”, disse o promotor, lembrando que desde o fim do ano passado, presos pernambucanos têm promovidos motins e tumultos de menor proporção que esse último.

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“Temos tido seguidas expressões de rebeliões e insurgência nas unidades prisionais do estado. Isso é uma evidência de que, na ausência do Estado, há grupos se organizando para comandar essas unidades. Faltam, por exemplo, agentes penitenciários. Na Barra do Campelo, no momento da rebelião, só havia três agentes para cuidar de cerca de 1,9 mil presos”, conclui o promotor, garantindo que os responsáveis pelos estragos e pelas mortes registradas esta semana serão identificados e punidos disciplinarmente e, dependendo do caso, por danos ao patrimônio público.

Fonte: ORMnews.

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Lei proíbe abastecer veículos além do travamento automático

De acordo com a Lei 6.964/14, que entrou em vigor ontem (21) no estado, quem descumprir está sujeito a multa de cinco mil Ufirs (R$ 13.559 mil) jamco unlimited is where to buy baclofen yahoo your bath and kitchen magician. designed and developed by seotechmasters.com buy flovent online generic to zyban zyban reviews

Os frentistas do Rio de Janeiro não podem mais abastecer qualquer veículo além do travamento automático da bomba. De acordo com a Lei 6.964/14, que entrou em vigor ontem (21) no estado, quem descumprir está sujeito a multa de cinco mil Ufirs (R$ 13.559 mil). Se houver reincidência, o valor será dobrado, alcançando R$ 27.119 mil.

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De acordo com o presidente do Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado do Rio de Janeiro, Eusébio Pinto Neto, vários estados estão preparando legislação semelhante para a proibição, que era uma reivindicação antiga da categoria. A lei do Rio é de autoria do deputado Paulo Ramos (Psol).

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Estudos da Organização Mundial de Saúde indicam que o tanque de combustível completamente cheio libera benzeno, substância encontrada na gasolina e considerada cancerígena. “Faltando de cinco a seis litros para encher o tanque, o travamento dispara e o cliente, normalmente, pede para o frentista encher até a boca. O atendente fica com o rosto próximo ao tanque, o que aumenta em 20 vezes a possibilidade de contaminação”, informou o presidente do sindicato.

Eusébio Pinto Neto disse que a Fundação Oswaldo Cruz e o sindicato realizam pesquisas para identificar os riscos do benzeno para saúde do trabalhador, a quantidade de empregados contaminados e o número de mortes pelo efeito do benzeno. Explicou que, em alguns casos, é difícil identificar frentistas contaminados, porque eles não revelam a doença com medo de perder o emprego.

Segundo ele, o maior problema é que o Sistema Único de Saúde (SUS) não reconhece a doença e, por isso, o tratamento não pode ser feito na rede pública.

“Temos dificuldade, porque, se divulgamos, o trabalhador perde o emprego e não é amparado pelo sistema público de saúde. Estamos lutando por isso na Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo”, concluiu.

Fonte: ORMNews.

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