O casal de catarinenses que se apaixonou e descobriu riqueza em sítio criado “do zero” em SC

(Foto: Arquivo pessoal) – Do açaí do palmito-juçara ao mel, casal conseguiu dar vida a um sítio “do zero”

Emiliana e Patrik se conheceram ao se mudar para a a mesma pensão em Rio do Sul, onde seriam calouros na mesma universidade

Aos 18 anos, a então moradora de Florianópolis Emiliana Knapp Greghi desistiu do curso de Medicina e decidiu ir cursar Agronomia em uma instituição de Rio do Sul, município do Alto Vale do Itajaí que fica a aproximadamente 110 quilômetros da Capital. Na época, em 2018, ela nem imaginava que conheceria o futuro marido em uma pensão onde planejava morar enquanto cursava a faculdade. Foi no primeiro dia na casa nova que Patrik Ribeiro Alves Caramori ofereceu ajuda com a mudança de Emiliana, que fazia muitas viagens do carro até o quarto onde moraria em razão da quantidade de coisas que havia levado. A partir daí, os dois passaram a nutrir uma amizade.

Patrik, na época com 19 anos, havia se mudado do interior de Calmon, município catarinense com pouco mais de 3 mil habitantes, para ingressar no primeiro semestre de Agronomia, na mesma instituição de Emiliana, o Instituto Federal Catarinense (IFC) de Rio do Sul.

Em março daquele ano, após dois meses de amizade, Patrik pediu Emiliana em namoro. Inicialmente, eles deixaram a pensão para dividir uma casa com o irmão dele, em 2019. Um ano depois, os dois se mudaram para um apartamento sozinhos e decidiram comprar um terreno para começar um sítio “do zero”, motivados pelo amor pela natureza e pelos animais.

Atualmente, Emiliana e Patrik têm 24 e 25 anos, respectivamente, e recém conquistaram a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP) para o Sítio Ouro Negro. O documento identifica as unidades familiares de produção agrícola e é considerado importante para solicitar crédito rural e acessar programas do governo de incentivo à agricultura.

Conheça a história do casal

Ao iniciar os estudos no curso de Agronomia, Emiliana começou a se apaixonar pelo sistema agrícola familiar, onde o que é comercializado é produzido em âmbito familiar, ou seja, entre pais, filhos, tios ou avós.

— Pesquisando mais sobre o assunto, eu entendi que nosso Estado tem mais agricultura familiar, que é o que abastece grande parte das nossas regiões — diz Emiliana, que está cursando o último semestre da faculdade.

A estudante tem razão. Em Santa Catarina, 78% das propriedades rurais pertencem à agricultura familiar, que ocupa 364 mil pessoas e tem 2,45 milhões de hectares cultivados, de acordo com o Censo Agropecuário. Na safra de 2023/2024, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) investiu R$ 8 bilhões na agricultura familiar de Santa Catarina, o que representa um aumento de 6,3% em relação à safra anterior, de 2022/2023.

Foi após se apaixonar pelo sistema que Emiliana começou a buscar culturas alternativas, atrás de qualquer coisa que fosse possível cultivar.

— Eu já estava um pouco saturada da mesma coisa de sempre… milho, soja, trigo e grãos no geral. É claro que eles são necessários para muita coisa, como a fabricação de ração para atender o sistema pecuário, mas [o grão] não é e nunca foi o meu objetivo — comenta.

Patrik, diferente de Emiliana, já vinha de uma realidade rural. No interior de Calmon, ele cresceu com os avós, que tinham produção de milho e já chegaram a fornecer leite para a marca catarinense de leite Tirol. Ainda assim, a experiência que ele tinha com a família é diferente do que eles têm hoje, no Sítio Ouro Negro.

Um dos primeiros passos que eles deram com o sítio foi dar continuidade ao trabalho com as caixas de abelha de Patrik. Onde morava, ele já era apicultor da abelha melífera africana (Apis mellifera scutellata), e o casal resolveu aproveitar o talento. Algumas “caixas” de abelha foram colocadas no sítio, em Rio do Sul, e outras foram para hectares de reflorestamento de eucalipto que o casal “arrendou”, ou seja, alugou, em Rio do Oeste. No momento, o casal tem 30 caixas de abelha, embora nem todas sejam produtivas.

Agora, eles comercializam três tipos de mel: o mel silvestre, que é de florada nativa de Rio do Sul e de Calmon, cidade natal de Patrik; mel apenas de eucalipto, que vem da cidade de Rio do Oeste; e mel de melato, que é um produto cheio de benefícios e muito cobiçado no exterior.

Em meio às dificuldades, casal encontrou “riqueza” em terreno

Antes das abelhas, a ideia do sítio surgiu como um “chamado” para o casal. Os dois gostavam muito da natureza e, em meio a conversas durante caminhadas pela faculdade, os dois decidiram ter um terreno e uma casa para que pudessem buscar esse acolhimento. Em 2020, então, os dois compraram o terreno onde moram, de três hectares. Em 2024, eles compraram outro terreno, “colado” a esse, de 2,8 hectares.

Mesmo com a perspectiva positiva, o casal encontrou alguns problemas.

— Um grande “porém” da nossa região é que ela é muito acidentada (áreas com muitos altos e baixos, depressões, saliências e muita irregularidade). Por isso, de área agricultável, a gente pode dizer que temos 1,5 hectare — conta Emiliana.

Área agricultável é a área que possibilita uma lavoura, a entrada com máquina agrícola, colheita, e outras atividades para dar continuidade às práticas que envolvem ter um sítio.

— Um hectare e meio é muito pouco para você poder viver da agricultura. Além disso, a nossa realidade aqui é terreno dobrado, área de reserva legal, de preservação permanente, então são áreas que a gente não pode mexer — relata a catarinense.

Foi encontrando essas dificuldades que eles tiveram que buscar, mais ainda, uma alternativa para poder tirar alguma renda do terreno, que possuía um “tesouro” escondido.

— Em conversa com os vizinhos, que são biólogos, a gente conseguiu entender que a gente tinha uma baita de uma riqueza aqui no nosso terreno, que é o palmito-juçara — diz ela.

O terreno do casal de catarinenses está cheio de palmito-juçara, que tem o fruto do açaí.

— Do palmito-juçara, a gente consegue colher esses cachos manualmente e comercializar os frutos. O que a gente consegue tirar do nosso terreno é de extrativismo. A gente não precisa entrar com nenhum tipo de adubação. É totalmente natural: pegar fruto por fruto e separar aqueles que estão doentes e que estão verdes — diz Emiliana.

O casal vende os frutos para uma empresa de beneficiamento de Praia Grande, que fica no extremo Sul catarinense e os transforma em açaí.

Conheça o sítio do casal de catarinenses

Com a prática, o casal consegue tirar um dinheiro “limpo”, por não terem gasto com manutenção de máquinas agrícolas, por exemplo. O único “gasto” que eles têm é com o tempo de colheita.

“Passos de formiguinha”

Agora, com a DAP conquistada, o casal busca cada vez mais recursos com o novo plano safra para poder fazer mais investimentos no terreno, visando principalmente o trabalho com o fruto do palmito-juçara.

— Isso tudo é a “passos de formiguinha”. Como é só eu e ele e a gente tem ainda a faculdade, estamos fazendo tudo com muita calma para que não prejudique nada para o futuro — diz ela.

O palmito demora de sete a oito anos a dar os frutos. Por isso, de acordo com a estudante, tem que ser algo muito bem pensado. Por enquanto, eles têm o palmito-juçara somente em área de sub-bosque, mas querem produzi-lo em linha no futuro.

— Quando a gente for plantar, temos que analisar a posição do sol porque até os cinco anos o palmito não tolera sol, então a gente tem que fazer uma área de sombreamento. Depois dessa etapa, a gente precisa do contrário: que o palmito pegue sol, porque ele vai gerar frutos mais sadios, mais doces. Então tudo tem que ser muito bem pensado e muito bem calculado para que a gente não não sofra danos no futuro — explica.

 

Fonte: Ana Menezes – NST Total e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2024/16:01:31

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Brasil tem 10 mil procurados pela Justiça há mais de 10 anos

João Ferreira dos Santos era procurado há 30 anos acusado de homicídio. Era um dos mandados de prisão mais antigos do país. — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Número equivale a 3% do total de mandados de prisão em aberto no país. Para especialistas, falta de maior integração na segurança pública contribui para o cenário.

O Brasil tem 10 mil procurados pela Justiça há mais de 10 anos, mostra um levantamento do g1 no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), que reúne ordens de prisão de todos os tribunais do país.

O número equivale a 3% dos 368 mil mandados de prisão que estavam vigentes no início de outubro, quando o g1 extraiu os dados do portal, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Entre os mandados mais antigos, quatro foram expedidos há mais de 30 anos. Dois dos alvos desses processos foram localizados após o g1 questionar a polícia sobre o não cumprimento das ordens (saiba mais).

Segundo o CNJ, do total de mandados em vigor até o dia 19 de novembro, 77% são de natureza penal. A maioria desses mandados (58%) refere-se a cumprimento provisório. Ao todo, o país possui 108.593 pessoas procuradas para cumprir condenações definitivas e 149.728 para cumprir mandados provisórios.

Para especialistas, a existência de mandados em aberto há tanto tempo decorre, sobretudo, da falta de integração entre as forças de segurança pública.

“Isso assusta, de fato, porque é um número grande”, afirma Roberta Fernandes, pesquisadora associada do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). “A segurança pública brasileira não aprendeu ainda a trabalhar de forma integrada.”

Para Michel Misse, professor de pós-graduação em Justiça e Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, apresentada pelo governo Lula (PT) em outubro, é positiva nesse sentido, ao promover a integração das polícias.

Uma das mudanças almejadas pelo governo com a PEC é padronizar boletins de ocorrência, mandados de prisão e certidões de similar ao que ocorre no Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecendo uma linguagem unificada entre as forças policiais.

“O que a gente tem são crimes elucidados onde o problema é que você não encontra a pessoa para ela cumprir a pena”, diz Misse.

O Ministério da Justiça foi procurado, mas não se manifestou. O g1 não conseguiu contato com as defesas dos procurados citados nesta reportagem.

Procurados viviam em cidade vizinha ao crime, mas em outro estado

João Ferreira dos Santos e João Maria Ferreira eram procurados por um homicídio cometido em 1991 em Timon, cidade maranhense na divisa com o Piauí.

Conforme o relatório policial, após beberem, os dois — à época, com 23 e 34 anos, respectivamente – começaram a xingar a vítima que, ao questioná-los, foi agarrada e esfaqueada 17 vezes, na frente da mulher e da filha.

Os autores fugiram, a polícia concluiu as investigações e o Ministério Público denunciou ambos os irmãos pelo assassinato. Em 1993, a Justiça do Maranhão determinou que fossem presos preventivamente para serem julgados. Os réus, entretanto, nunca foram encontrados.

Na quarta-feira (13), após o g1 questionar a Polícia Civil do Maranhão sobre o porquê de os mandados de prisão ainda estarem abertos, João e João Maria foram localizados em Teresina, cidade vizinha de Timon. João, que trabalha como estivador, foi preso. João Maria não foi detido por estar internado em razão de um acidente vascular cerebral, segundo as autoridades maranhenses.

O delegado-geral do Maranhão, Almeida Neto atribui a demora no cumprimento de mandados judiciais a falta de estrutura das polícias.

“Atualmente, temos 300 mil mandados de prisão para cumprir no Brasil e, quando alguém está foragido, o dever da prisão não é só da polícia, mas de todo o sistema de Justiça. Mas a estrutura disponível pela polícia [para cumprir os mandados] também pode contribuir”, afirmou.

A falta de integração é mais evidente em casos nos quais os procurados vivem em estados diferentes de onde são investigados, apontam especialistas. Como o g1 mostrou, 10 procurados da Justiça em investigações criminais de um estado lançaram-se candidatos em outro estado nas eleições 2024.

Misse aponta que, por falta de integração, mesmo pessoas que eventualmente já estão detidas podem constar, ainda, como procuradas.

“O que acontece é que, às vezes, você tem um mandado de prisão aberto no Rio de Janeiro, mas a pessoa que você quer prender está presa no Paraná. E essa informação não está disponível porque não há um sistema nacional integrado de informações”, explica o especialista.

Presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol), Rodolfo Laterza, explica que, sem um banco de dados integrado, quando a Justiça de um estado expede um mandado de prisão contra alguém que reside em outro, a ordem não é enviada diretamente para todas as delegacias. Em vez disso, ela segue para um departamento específico dentro das polícias civis, conhecido como Polinter.

Prisão é difícil mesmo em caso de condenação, diz delegado

João e João Maria ainda não foram julgados. O mandado de prisão contra eles é preventivo, ou seja, não se destina ao cumprimento de uma sentença.

No entanto, mesmo em casos de condenação, há dificuldades para efetuar a prisão, afirma Rodolfo Laterza, presidente da Adepol.

“Infelizmente, não há rastreamento adequado de determinados criminosos. Quando eles são submetidos a uma sentença penal condenatória e é decretada a prisão, isso é registrado no sistema [judiciário] e, muitas vezes, fica por isso mesmo”, afirma Laterza.

Antônio Afonso Coelho é alvo de um mandado expedido em 1990 por matar um homem a tiros de espingarda no ano anterior em Baião (PA).

Embora a ordem seja preventiva, Coelho já foi condenado e a sentença — 22 anos em regime fechado — se tornou definitiva em novembro de 2012.

Para Laterza, os casos mais graves são os que trazem mais dificuldades para localização do suspeito — os quatro mandados de prisão com mais de 30 anos são de homicídio.

“Criminosos normalmente envolvidos em condutas violentas, como homicídio e latrocínio, são os mais complexos. Geralmente, são indivíduos com comportamento reiterado e habitual de delinquência, não possuem endereço fixo e muito menos uma profissão estável”, afirma o presidente da Adepol.

Natural de Uruburetama (CE), José de Ribamar Moreira é alvo de um mandado de prisão preventiva expedido há 31 anos, suspeito de um homicídio ocorrido em 1991 em Medicilândia. À época, ele tinha 54 anos e agora, tem 87. Até a publicação desta reportagem, a ordem seguia vigente.

Um estudo recente do Instituto do Paz mostrou que 6 a cada 10 homicídios ficam sem solução no Brasil. De 22.880 assassinatos que aconteceram no ano de 2022, apenas 8.919 geraram denúncias criminais até o fim de 2023.

Especialista alerta para elevada população carcerária: ‘Um milhão de presos’

Michel Misse chama a atenção para o impacto que o cumprimento de todos os mandados teria sobre a superlotação dos presídios brasileiros.

Segundo dados do Ministério da Justiça, no primeiro semestre de 2024, o Brasil enfrentava um déficit de 174 mil vagas em presídios, com 763 mil detentos para 488 mil vagas disponíveis.

“Em termos quantitativos, nós já estamos com 800 mil pessoas presas ou em prisão provisória. O Brasil é a terceira população prisional do mundo, com estes outros, nós teríamos mais de um milhão de presos”, completa o professor.

 

Fonte: Camila da Silva, Judite Cypreste, g1 — São Paulo e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2024/15:52:38

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Mãe de bebê estuprada e morta vai responder pela morte de homem arrancado de delegacia e queimado vivo no Amazonas

(Foto: Divulgação) –  A Polícia Civil conta que ela teve ligação direta com o linchamento e ainda destruiu veículo e partes da delegacia.

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) prendeu, na quinta-feira (21), quatro pessoas suspeitas de participação no linchamento de um homem de 48 anos em Jutaí, município a 750 quilômetros de Manaus.O crime aconteceu em setembro deste ano, após a vítima confessar ter estuprado e assassinado uma criança de apenas 1 ano. As prisões foram realizadas pela 56ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Jutaí, com apoio do Departamento de Polícia do Interior (DPI) e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core-AM).

Os detidos foram identificados como Abraão Lopes Ferreira, de 32 anos; David Araújo Freitas, de 23; Mateus Soares Lopes, de 25; e uma mulher de 19 anos, que seria a mãe da criança assassinada. Eles responderão por homicídio qualificado, vilipêndio a cadáver, dano qualificado, incitação ao crime e resistência qualificada. Além dos quatro presos, a polícia revelou que 12 outras pessoas foram formalmente indiciadas pelos mesmos crimes. Outras 12 foram apontadas por vilipêndio a cadáver, resistência qualificada e explosão.

Ainda de acordo com a PC, a mãe da criança teria entrado na delegacia e agredido o suspeito a pauladas, logo após teria queimado uma motocicleta da delegacia e ainda convidou outras pessoas invadir a delegacia.

O início das investigações

O caso começou a ser investigado após o desaparecimento da criança, comunicado pela mãe no dia 17 de setembro. Segundo ela, a última vez que viu o filho foi enquanto dormiam em um flutuante no porto de Jutaí. Após receber a denúncia, a equipe da 56ª DIP deu início às diligências e, em menos de 24 horas, descobriu que a criança havia sido vítima de estupro seguido de homicídio.

Ao saber que era investigado, o autor do crime, cuja identidade não foi divulgada, se apresentou espontaneamente à delegacia e confessou os delitos. Durante o interrogatório, no entanto, a população local invadiu o prédio da delegacia, retirou o suspeito do local e o linchou até a morte.

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Atos de barbárie

De acordo com a polícia, o linchamento foi acompanhado de atos de vilipêndio ao cadáver, que geraram forte comoção e indignação no município. Os suspeitos ainda incendiaram parte da delegacia e destruíram documentos e bens públicos. Para conter o tumulto e retomar a ordem, foi necessária a mobilização de forças policiais adicionais.

Próximos passos

A PC-AM afirmou que o inquérito sobre o caso foi concluído com a identificação dos envolvidos, mas outras diligências podem ser realizadas para identificar possíveis cúmplices. As autoridades destacam a gravidade do caso, tanto pelo crime inicial quanto pelo ato de justiçamento promovido pela população, que gerou uma série de outros crimes.

A prisão dos quatro suspeitos marca um passo importante na responsabilização dos envolvidos. A polícia reforçou que atos de vingança e linchamento são inaceitáveis e serão combatidos com rigor, mesmo diante de crimes bárbaros como o ocorrido em Jutaí. O caso segue em análise pelo sistema judiciário.

Fonte: AM POST e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2024/15:45:50

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Conheça o projeto que fortalece a educação ambiental sobre rios de Belém e de outras cidades do Pará

(Foto: Ivan Duarte | O Liberal) – Pedro Lucas e Larissa Azevedo atuam no OCA

Projetos que pensam sobre recursos hídricos ganham visibilidade no Dia do Rio, celebrado neste domingo (24)

Banhada por rios, Belém presenteia quem mora e visita a capital com beleza e ar inconfundível. Da baía do Guajará aos cursos d’água que atravessam bairros, os rios podem ser vistos em diversos lugares. Na Amazônia, inúmeras entidades, entre o setor público e privado, realizam iniciativas que buscam discutir a qualidade dos recursos hídricos e a importância de sua preservação.

Neste domingo (24/11), quando é celebrado o Dia do Rio, a temática ganha maior visibilidade com vários projetos e iniciativas. Um exemplo é o Observatório da Costa Amazônica (OCA), projeto da Faculdade de Oceanografia, da Universidade Federal do Pará (UFPA), que promove ciência cidadã com programações ao redor de rios, como Tucunduba e Sapucajuba.

Coordenado pela professora Sury de Moura Monteiro, o OCA foi criado há 15 anos buscando realizar a monitoração de dados ambientais e conta com um grupo de 50 pesquisadores, entre estudantes de graduação e pós-graduação. A partir desse trabalho, o projeto criou uma vertente, o OCA Social, em que 12 pesquisadores atuam promovendo ações de sensibilização ambiental para a comunidade, tanto de dentro quanto de fora da Universidade.

“As nossas ações de sensibilização ambiental já ocorrem há cerca de oito anos tanto nos rios da região urbana de Belém quanto na zona costeira, como no município de Salinópolis e São Caetano de Odivelas. Nesse ano, nós expandimos nossas atividades para Ilha do Marajó, para Magalhães Barata, para Augusto Corrêa e para outros municípios do Maranhão também”, ressalta a coordenadora do projeto, Sury Monteiro.

Visitas em torno dos rios

Nas ações, são realizadas visitas em torno dos rios amazônicos. Nelas, os participantes conhecem a importância dos cursos hídricos e como podem atuar na sua preservação. “Nós realizamos várias ações com o objetivo de que as pessoas possam visualizar o Tucunduba, e também outros rios como um ambiente que tem vida. Nós recebemos estudantes de escolas públicas, universitárias e também o público geral. [Nas programações] nós queremos que os participantes sintam-se protagonistas e que podem mudar a situação do rio. Para isso, nós aplicamos, por exemplo, protocolos de avaliação rápida, para que eles entendam que ali tem um ambiente que pode ser recuperado”, explica Pedro Lucas Gama, estudante da UFPA que atua no projeto.

(Foto: Ivan Duarte) - Pedro Lucas Gama é estudante do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFPA .
(Foto: Ivan Duarte) – Pedro Lucas Gama é estudante do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFPA .

A estudante do curso de Oceanografia, Larissa Azevedo, também atuante no projeto, revela que o protocolo aplicado durante a atividade é uma forma de avaliar a percepção de estudantes e da comunidade que visitam os rios, além de mostrar que qualquer pessoa, independente da profissão, pode fazer ciência.

(Foto: Ivan Duarte) - Larissa Azevedo é estudante do curso de Oceanografia da UFPA.
(Foto: Ivan Duarte) – Larissa Azevedo é estudante do curso de Oceanografia da UFPA.

“O protocolo serve como um catalisador da ciência cidadã, por meio dele nós conseguimos avaliar a percepção de quem vem participar da atividade. [Na ação] eles são convidados a chegar próximo aos rios e a partir daí discutir as questões ambientais: se tem vegetação ao longo da margem, se tem animais no local, se tem atividade antrópica, qual a cor da água e por aí vai. Com isso, nós queremos mostrar que crianças e adultos de diferentes profissões e faixa etárias, podem fazer ciência”, enfatiza a estudante.

Resíduos plásticos são transformados em outros materiais

Além do OCA Social, o Observatório da Costa Amazônica originou um outro projeto, o “Precious Plastic”, que atua na desplastificação de rios urbanos e na transformação dos resíduos, principalmente tampas de garrafa retiradas dos rios, em novos objetos, como porta-copos e brinquedos. “Para a pessoa levar um desse para casa a gente faz um sistema de trocas: a cada 100 tampinhas, você leva um lindo brinde feitos com esses materiais”, finaliza Larissa Azevedo.

(Foto: Ivan Duarte) - Resíduos plásticos transformados em outros materiais.
(Foto: Ivan Duarte) – Resíduos plásticos transformados em outros materiais.

Programação

No próximo dia 5, o projeto promoverá uma programação especial de Natal. “As luzes do Tucunduba no Natal de 2024”, contará com atividades no espaço Itec cidadão, na UFPA, que iniciarão pela manhã e seguirão até o início da noite. O evento será gratuito e aberto a toda população.

 

Fonte: André Furtado | Especial Para O Liberal e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2024/15:25:41

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Vai viajar no final do ano? Saiba os destinos do Brasil mais procurados pelos paraenses

(Foto: Reprodução) – Vista de cima do litoral de Fortaleza, capital do Ceará. (Reprodução | Planet Smart City)

Fortaleza é o destino mais citado por agentes de viagens de Belém sobre a escolha dos paraenses no final do ano.

Com a chegada do fim de ano, paraenses já começam a planejar as viagens e buscar os destinos mais cobiçados e acessíveis pelo Brasil. Entre opções paradisíacas e econômicas, listamos os locais que estão em alta entre os viajantes do Pará, ideais para aproveitar férias inesquecíveis sem pesar no bolso.

Segundo Alex Silva, presidente no Pará da ABAV (Associação Brasileira de Agências de Viagens), as cidades mais procuradas pelos paraenses nas viagens de fim de ano são Fortaleza, Rio de Janeiro e Florianópolis. As passagens para esses destinos, conforme ele, estão caras. “Elas estão em média 2 a 3 mil reais por pessoa, ida e volta. E hotéis em média 400 a 800 reais a diária”, disse.

Reinaldo Perdigão, proprietário de uma empresa de viagens rodoviárias de Belém, disse que Fortaleza sempre foi a cidade mais procurada por quem mora no Pará. A segunda mais procurada, segundo ele, é São Luís, capital do Maranhão. “Fortaleza custa, em média, 800 reais a diária de casal. Já em São Luís ficam em média 450 a diária de casal”, revelou.

Para Gregori Ferreira, agente de viagens e proprietário de uma empresa no bairro da Marambaia em Belém, elenca os principais destinos procurados pelos paraenses para as viagens de final de ano. São eles: Florianópolis, Rio de Janeiro, Balneário Camboriú, São Paulo, Goiânia, Gramado (Rio Grande do Sul), Bahia, Fortaleza e Maranhão.

Os 10 destinos mais procurados pelos paraenses

Segundo levantamento feito nos sites Viajar Pelo Mundo, Rotas de Viagem, Melhores Destinos, Jornal Passaporte e Agência Pará, os dez destinos mais procurados pelos paraenses para viajar no final do ano são:

Salvador, Bahia – Os paraenses buscam o clima festivo da capital baiana, com praias e uma rica cena cultural, especialmente no verão;
Rio de Janeiro, RJ – A cidade maravilhosa encanta com praias famosas e o cenário urbano vibrante e diverso;
Jericoacoara, Ceará – Um destino tranquilo e paradisíaco, que é ideal para quem quer fugir para um refúgio natural;
Fortaleza, Ceará – Atraente pela infraestrutura turística, belas praias e vida noturna, Fortaleza é um dos destinos favoritos do Nordeste;
Gramado, Rio Grande do Sul – Popular pelo evento “Natal Luz”, a cidade proporciona uma experiência natalina encantadora para casais e famílias;
Lençóis Maranhenses, Maranhão – Este destino de ecoturismo encanta com lagoas cristalinas e vastas dunas;
Florianópolis, Santa Catarina – A ilha oferece praias, trilhas e uma vida noturna agitada, sendo ideal para viajantes mais jovens;
Foz do Iguaçu, Paraná – As Cataratas do Iguaçu são um ponto turístico icônico para os amantes da natureza;
Olímpia, São Paulo – Conhecida pelo parque aquático Thermas dos Laranjais, é popular entre famílias que buscam diversão;
Brasília, Distrito Federal – A capital do Brasil, com arquitetura única e patrimônio cultural, atrai turistas que buscam uma experiência urbana diferente.

Destinos mais baratos para viajar fora do Pará

Segundo Gregori Ferreira, para quem busca destinos mais econômicos no Brasil, há várias opções onde é possível aproveitar bastante sem gastar muito. Abaixo estão algumas sugestões do empresário de lugares onde o custo de hospedagem, alimentação e passeios é acessível, especialmente se a viagem for bem planejada.
1.Fortaleza (CE)

Passagens aéreas: a partir de R$ 628 (ida) saindo de João Pessoa, com aumento em alta temporada.
Hospedagem: média de R$ 150 por noite em hotéis econômicos.

Por que ir? Fortaleza tem praias lindas, como a Praia do Futuro e Canoa Quebrada, além de várias atrações culturais e gastronômicas. Fora da alta temporada, os preços são bem acessíveis.
Dicas de economia: Hospede-se em pousadas próximas ao centro e utilize o transporte público. Há várias barracas de praia que oferecem estrutura completa por preços razoáveis.

2.Porto Seguro (BA)

Passagens aéreas: entre R$ 1.100 e R$ 1.300 (ida e volta).
Hospedagem: pousadas econômicas a partir de R$ 120 por noite.

Por que ir Conhecida pelo clima animado e praias lindas, Porto Seguro é um dos destinos mais baratos da Bahia. Possui opções de lazer para todos os bolsos, de praias tranquilas a festas noturnas.
Dicas de economia: Prefira visitar fora das épocas de festas escolares. É possível encontrar pousadas simples e confortáveis a preços baixos.

3.João Pessoa (PB)

Passagens aéreas: cerca de R$ 900 (ida e volta) saindo de Belém.

Hospedagem: diária em hostels e hotéis econômicos a partir de R$ 90.

Por que ir: Uma das capitais mais baratas do Nordeste, com praias limpas e boa infraestrutura. A cidade também tem atrações culturais, como o Centro Histórico e o pôr do sol na Praia do Jacaré.
Dicas de economia: João Pessoa oferece bons preços em alimentação e hospedagem. A cidade é compacta, então é fácil se locomover a pé ou de transporte público.

4.Capitólio (MG)

Passagens aéreas: em torno de R$ 1.300 para Belo Horizonte, com conexão para Capitólio.

Hospedagem: entre R$ 180 e R$ 250 em hotéis econômicos.

Por que ir: Com seus cânions e cachoeiras, é um destino perfeito para quem gosta de ecoturismo e belezas naturais. O turismo ali vem crescendo, mas ainda mantém preços acessíveis.
Dicas de economia: Optar por hospedagens em cidades próximas, como Passos e Piumhi, ajuda a economizar. Visitar em dias úteis também é uma forma de encontrar melhor custo-benefício.

5.Cabo Frio (RJ)

Passagens aéreas: R$ 1.100 a R$ 1.500 para o Rio de Janeiro, com deslocamento para Cabo Frio.

Hospedagem: entre R$ 100 e R$ 180 por noite.
6.Arraial do Cabo (RJ)

Passagens aéreas: em média R$ 1.200 (ida e volta), partindo do Rio.

Hospedagem: R$ 50 a R$ 100 em hostels e hotéis econômicos

Por que ir: Praias de águas cristalinas e paisagens maravilhosas. Em relação ao Rio de Janeiro, esses destinos são mais baratos e têm boa infraestrutura.
Dicas de economia: Para gastar menos, considere se hospedar em Cabo Frio, que tem mais opções de pousadas econômicas, e faça passeios em Arraial, que é próximo.

7.Curitiba (PR)

Passagens aéreas: R$ 1.000 (ida e volta).

Hospedagem: hotéis econômicos a partir de R$ 130 por noite.

Por que ir: Uma cidade bem organizada, com diversos parques gratuitos e atrações culturais acessíveis.
Dicas de economia: Aproveite o transporte público para visitar os pontos turísticos e se hospede em bairros como Batel e Centro, que oferecem opções para todos os orçamentos.

8.Paraty (RJ)

Passagens aéreas: em média R$ 1.200 (ida e volta), partindo do Rio de Janeiro com ônibus até Paraty.

Hospedagem: a partir de R$ 120 em pousadas.

Por que ir: Com seu charme colonial e praias tranquilas, é possível curtir um cenário paradisíaco sem gastar muito. A cidade histórica, em si, já é um passeio!
Dicas de economia: Fora da temporada e dos feriados, os preços caem bastante. Pousadas e campings são alternativas acessíveis.

9.Natal (RN)

Passagens aéreas: aproximadamente R$ 1.400 (ida e volta) saindo de Belém.

Hospedagem: média de R$ 140 por noite em hotéis econômicos.

Por que ir? Natal é famosa pelas Dunas de Genipabu, os passeios de buggy “com emoção”, as praias paradisíacas como Ponta Negra e o maior cajueiro do mundo. A cidade também oferece rica culinária e um clima agradável o ano todo.
Dicas de economia: Considere pousadas e apartamentos pelo Airbnb, que oferecem opções econômicas em locais estratégicos.

10.Salvador (BA)

Passagens aéreas: cerca de R$ 1.200 (ida e volta).

Hospedagem: diária média de R$ 120 em hotéis econômicos.

Por que ir? Salvador encanta com praias, cultura e história. A cidade oferece experiências únicas, como o Pelourinho, patrimônio da UNESCO, e o Elevador Lacerda, que conecta a cidade alta e baixa com vistas espetaculares. Além disso, as praias de Itapuã e Porto da Barra são perfeitas para relaxar.
Dica de economia: Escolha hospedagens próximas ao centro histórico, como hostels ou pousadas no Pelourinho, que oferecem boa localização a preços acessíveis. Aproveite as atrações gratuitas, como praias e eventos ao ar livre, e explore mercados populares, como o Mercado Modelo, para refeições econômicas e souvenirs autênticos.

 

Fonte: Jéssica Nascimento – O Liberal  e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2024/15:08:29

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Monitoramento fluvial por satélite é aliado na preservação dos rios da Amazônia

Diretora de Hidrologia e Gestão Territorial do Serviço Geológico do Brasil (SGB), Alice Castilho (Foto: Thiago Gomes | O Liberal)

Se mostrando eficiente, a ferramenta tem permitido acompanhar e fiscalizar a dinâmica fluvial da região amazônica

Neste domingo (24), Dia do Rio, a importância da preservação desses corpos d’água ganha novos contornos com o uso da tecnologia. Com o uso de satélites para monitorar a dinâmica fluvial, o Brasil tem avançado na gestão dos recursos hídricos, especialmente na Amazônia. Com iniciativas como o projeto SWOT for South America, liderado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), é possível acompanhar o comportamento dos rios – em um contexto de constantes alterações no comportamento hidrológico.

Também com o objetivo de preservação dos rios, atualmente, a tecnologia é uma aliada nesse esforço. Por meio do sensoriamento remoto, um tipo de monitoramento a partir do uso de satélites para observação de superfícies a distância, a ferramenta tem permitido acompanhar e fiscalizar a dinâmica fluvial da região amazônica. Em diversas áreas do bioma e em todo o País, essa fiscalização é realizada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) com o projeto SWOT for South America (SWOT para a América do Sul).

No atual cenário de mudanças climáticas, que afeta diretamente o comportamento dos rios, a tecnologia do uso de sensoriamento remoto é de extrema importância para aprimorar a gestão dos recursos hídricos, como avalia a diretora de Hidrologia e Gestão Territorial do SGB, Alice Castilho. “Os satélites têm órbitas definidas e, nos pontos em que eles passam, onde há interseção com os rios, nós temos novos pontos de monitoramento. No entanto, isso não dispensa a checagem da fiscalização in loco”, explica.

E com esse recurso, é possível identificar possíveis mudanças nos níveis e vazões dos rios, monitoramento de chuvas, qualidade da água, problemas como seca, entre outros eventos extremos. “No final de 2022, foi enviado um novo satélite, que é o SWOT, o qual é treinado para enxergar água. Até então, os rios que podiam ser monitorados pelos satélites existentes, eram rios mais largos, principalmente os rios amazônicos. Agora, com esse outro satélite, podemos enxergar rios que têm uma largura menor”.

“A bacia amazônica é gigantesca. Estamos enfrentando uma seca severa. Com isso, podemos avaliar, por exemplo, se está ocorrendo muita utilização de água subterrânea, com o armazenamento de água no solo. E também checar se existe muita demanda para irrigação através do mapeamento da evapotranspiração e ainda verificar se está acontecendo um uso indiscriminado de água em função do monitoramento do nível e das vazões dos rios. E prever cheias e estiagem”, completa Alice.

Avanço

Já o engenheiro cartógrafo do Serviço Geológico do Brasil, Daniel Moreira, aponta os principais avanços com esse monitoramento: “O grande avanço é que a gente já está usando esses dados nos nossos boletins de monitoramento. A nossa rede é muito extensa e não consegue cobrir toda a Amazônia. O sensoriamento remoto tem permitido monitorar regiões que a gente nunca monitorava antes. Ou que a gente tinha uma extrema dificuldade no monitoramento”.

Moreira também enfatiza que, a partir dos dados de observação por satélite, é possível promover ações para propor soluções para determinadas situações, como no caso das secas. Tudo isso a partir da projeção de cenários a partir da utilização da ferramenta do sensoriamento remoto. “E debatemos sobre como o Brasil pode colaborar com um lançamento de missões [espaciais] mais dedicadas aos nossos problemas. E para ajudar a entender os fenômenos [hidrológicos]”, completa o pesquisador.

 

Fonte: Gabriel Pires – O Liberal e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2024/15:08:29

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Soja já injetou R$ 8,5 bi no Pará e corresponde por quase 70% das exportações agropecuárias locais

(Foto: Reprodução) – Grão corresponde por 68% da produção agropecuária paraense exportada durante o período (CNA/Wenderson Araujo/Trilux)

Produção de soja no Pará é feita por pelo menos 350 produtores

A balança comercial do Pará registrou uma receita de U$ 1,5 bilhão, equivalente a R$ 8,5 bilhões, entre janeiro e outubro deste ano, somente com a exportação de soja. O grão corresponde por 68% da produção agropecuária paraense exportada durante o período. A soja é usada como base para a ração de animais, além do aproveitamento na indústria. Com a plantação da soja, também é possível realizar a correção de algumas terras degradadas pela pecuária.

Conforme destacou Guilherme Minssen, diretor e zootecnista da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), a expectativa de produção de soja no Estado é positiva e de crescimento do segmento. “Nós temos três principais polos que produzem o grão no Pará: no sul do Pará; na região do baixo amazonas e Santarém; e no polo de Paragominas, que abrange Dom Eliseu, Ulianópolis e Rondon [do Pará]. Esses polos, hoje, são destaques para a gente ter um agronegócio mais efetivo. Essa produção deve aumentar no próximo ano, mesmo nós tendo um 2024 que não foi dos melhores”, sinaliza o especialista.

No acumulado deste ano, a produção apresentou uma redução de 6,62% em comparação com o mesmo período do ano passado. Atualmente, a atividade econômica tem uma participação de 8% do total exportado no Pará. Os dados são do relatório do Ministério de Estado do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Segundo Minssen, a produção no Pará é realizada por 350 produtores cadastrados.

“A queda desse ano de 2024 foi devido a vários fatores dentro da agricultura e pecuária paraense. Nós tivemos preços baixos, produtos negociados a preços inferiores, isso deu uma amarrada no setor, mas isso não vai deixar de aumentar a área e, principalmente, de produzir mais e com mais qualidade, especialmente com mais tecnologia, nos próximos anos”, ressaltou Minssen.

Na avaliação do diretor da Faepa, a produção paraense ainda está longe de suprir a demanda do mercado interno, sobretudo da pecuária. Além da questão de mercado, a produção paraense também poderia ser uma solução para as áreas que foram degradadas.

“Nós temos que produzir bem mais grãos, muito mais, principalmente para consolidarmos uma área que antigamente era da pecuária e que agora está degradada, ou seja, ela foi sendo usada durante esse tempo e a pecuária não consegue voltar a utilizar essa área, que pode ser reutilizada através de grãos. Então, nós temos certeza que ainda vamos produzir mais e vamos consumir muito mais ainda do que nós estamos produzindo agora”, declarou.

O clima é um dos principais fatores para a plantação e pode determinar a escala de produção de um alimento, de acordo com Guilherme Minssen. “Estamos tendo um ano que não é dos piores. Já estamos começando com chuvas regulares agora e estamos começando a ter uma boa resposta, principalmente, da área do sul do Pará. Mas o clima sempre influencia. A produtividade precisa sempre de ter luz, que é a parte do sol, precisa ter água, precisa ter umidade e a gente precisa ter uma temperatura o mais constante possível. O clima sempre influencia na maior ou menor produtividade.”

Um dos gargalos hoje da soja, principalmente no estado do Pará, é a logística para chegar até os portos, afirma o diretor da Faepa. “Nós ainda temos uma dificuldade desses mais de 300 produtores para chegar com os produtos até o navio. Isso tem que mudar o mais rápido possível, nós estamos com a estrada de Miritituba e a chegada em Itaituba bastante prejudicadas também. Os caminhões de lá estão indo para Santarém, desviando por causa de 30 km que são fatais para a chegada da soja naquela região”, concluiu Minssen.

 

Fonte: Emilly Melo – O Liberal e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2024/15:03:24

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique no link abaixo e entre na comunidade e no canal:

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Cartão de crédito é modalidade que mais gera dívidas para paraenses; entenda os riscos

(Foto: Reprodução) – No mês passado, entre os tipos de dívidas das famílias, 82,8% eram com o cartão de crédito – percentual maior que o registrado no mesmo período do ano passado (Freepik)

Com juros altos, é preciso ter sabedoria para usar o crédito. Se o consumidor for organizado, no entanto, a modalidade pode ser uma aliada.

O cartão de crédito é a modalidade de pagamento que mais gera dívidas entre os paraenses, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Federação do Comércio do Pará (Fecomércio-PA). O levantamento aponta que, no mês passado, entre os tipos de dívidas das famílias, 82,8% eram com o cartão de crédito – percentual maior que o registrado no mesmo período do ano passado, quando a taxa alcançava 79,3%.

Este dado diz respeito apenas às pessoas endividadas, ou seja, que possuem contas a pagar, não necessariamente atrasadas. Isso quer dizer que, se alguém parcelar uma compra, as parcelas futuras são consideradas dívidas, ainda que não tenham vencido. Já os inadimplentes são aqueles que têm dívidas em aberto, já vencidas, a pagar. A Peic mostra que, em outubro, o percentual de endividados no Pará chegava a 66% e o de inadimplentes, a 23,2%.

O aumento no número de famílias endividadas tem algumas razões claras, segundo o planejador financeiro Rafael Carvalho, que é sócio do VrdeBank. “Apesar de o salário mínimo ter subido mais que a inflação, isso só ajuda quem tem carteira assinada ou recebe algo atrelado a ele. No caso dos autônomos e informais, que são muitos, a realidade é diferente: a renda não cresce no mesmo ritmo dos preços, e o poder de compra vai caindo”, afirma.

Também colaboram para o endividamento das famílias os juros altos. Isso porque quem já tinha dívidas encontra dificuldade para renegociar e quem precisa de crédito novo paga caro por isso. Por ser a modalidade mais acessível às pessoas de baixa renda, o cartão de crédito se torna uma saída, mas, muitas vezes, piora a situação. Para completar, outro fator é a falta de educação financeira. Sem um planejamento, as pessoas dependem de soluções rápidas que custam caro no longo prazo.

Cartão de crédito pode virar vilão

“Dois fatores ajudam a explicar por que o cartão de crédito é tão associado ao endividamento. O primeiro é o parcelamento de compras, incluindo aquelas pequenas. Quando você parcela várias coisas, perde a noção do quanto já gastou de verdade. Isso faz com que seja mais fácil perder o controle e só perceber o tamanho da dívida quando ela já está grande demais”, explica Rafael. E o segundo ponto citado por ele é que a modalidade reduz a “dor da compra”, já que o consumidor não sente o dinheiro saindo do bolso imediatamente, o que o torna mais propenso a gastar mais do que se estivesse pagando à vista.

Com taxas de juros que ultrapassam 400% ao ano no Brasil, o cartão de crédito, se usado de forma inadequada, pode levar a juros mais altos e piorar a situação financeira das famílias. De acordo com o planejador financeiro Rafael Carvalho, a alta taxa de juros do rotativo é um dos principais motivos para o cartão de crédito ser um crédito tão “fácil” de conseguir. As instituições financeiras, segundo ele, compensam o risco de inadimplência cobrando juros altos, o que torna o crédito acessível para muitas pessoas, mas também muito perigoso.

“Outro ponto crítico é a falta de clareza sobre as regras de parcelamento compulsório. Para muitos consumidores, essas informações não são bem explicadas, o que agrava a situação e dificulta o controle das finanças. Por isso, é essencial conhecer as regras e entender os custos reais do cartão de crédito. Essa conscientização ajuda a evitar surpresas desagradáveis e a utilizar o cartão de forma mais estratégica e responsável”, pontua.

Um dos maiores perigos na hora de usar o cartão de crédito é quando o consumidor não consegue pagar o valor integral da fatura e opta por parcelar o valor ou pagar o mínimo permitido pelo banco. Rafael detalha que, como o rotativo do cartão é o juro mais alto do mercado, na prática, qualquer alternativa é melhor para negociar a dívida. Ele indica que, nesse caso, o consumidor pegue um empréstimo pessoal pontual para sanar a fatura e tente renegociar o valor com o próprio banco.

Estratégias para controle do cartão

Embora existam muitos riscos no uso do cartão de crédito, ele também pode ser um aliado, desde que o consumidor adote algumas práticas saudáveis. Uma das estratégias indicadas pelo planejador financeiro para quem tem dificuldade em controlar os gastos com o cartão é “tomar a dianteira da fatura”. Ou seja, em vez de ser pego de surpresa com o valor no final do mês, a ideia é organizar e estimar com antecedência quais gastos serão feitos no cartão e definir o limite que essa fatura pode atingir.

“Com isso, você transforma o tamanho da fatura em uma ferramenta de acompanhamento ao longo do mês. É uma solução simples, mas exige um esforço inicial para organizar o que vai ser gasto e, depois, a disciplina de usar essas informações para tomar decisões financeiras no dia a dia. Assim, o cartão deixa de ser um problema e passa a trabalhar a seu favor”, destaca.

Para quem já tem muitas dívidas com o cartão de crédito ou ficou inadimplente, os passos são específicos. Antes de mais nada, a redução de gastos é essencial para abrir espaço no orçamento, lembra Rafael. Em segundo lugar, é indicado tabular todas as dívidas de uma maneira que o consumidor consiga fazer um grande panorama, tendo acesso aos seus respectivos valores de parcela, prazo, taxa de juros e o principal: quanto custaria para quitar o débito.

“Ele também deve somar o total de parcelas que é pago no mês só com essas dívidas, averiguando se, atualmente, sobra dinheiro no mês para pagar essas parcelas. Com o que sobra, é possível pagar a soma das parcelas?” questiona. “Com esse valor, é possível pensar em cenários para diminuir o endividamento, antecipando parcelas, renegociando empréstimos ou até mesmo adotando uma estratégia de tirar um novo crédito mais barato para quitar outros mais caros”, orienta. Como isso pode ser complicado, Rafael ressalta a importância de um profissional para acompanhar.

Cartão de crédito como aliado

Mesmo com os riscos de usar o cartão de crédito, especialmente no caso de pessoas que não têm controle financeiro, é possível transformar a modalidade em um aliado, desde que o consumidor tenha compromisso. “O primeiro passo é fazer o ‘dever de casa’ de organizar antes o que vai ser gasto no cartão e estimar o valor desses gastos. Assim, você terá um limite de fatura”, ensina.

O próximo passo é criar o hábito de acompanhar o avanço da fatura no mês. “A pessoa pode escolher um dia na semana para sempre olhar os gastos e ponderar se está dentro do plano. Se você já organizou tudo que vai estar dentro da fatura, vai ser possível entender se esse número está fazendo sentido para o seu plano”.

E o principal, segundo o planejador financeiro Rafael Carvalho, é tomar decisões de consumo. O tamanho da fatura, de acordo com ele, funciona como um orçamento disponível para gastos. Se o consumidor já está próximo do limite, deve definir quais gastos são mais importantes e preterir para o próximo mês o que não for, para não estourar o orçamento.

Panorama de dívidas no Pará

Percentual de endividados

Out/24: 66%
Out/23: 61,3%
Set/24: 66,3%

Percentual de inadimplentes

Out/24: 23,2%
Out/23: 22,9%
Set/24: 24,7%

Tipos de dívidas | Out/24 | Out/23

Cartão de crédito: 82,8% | 79,3%
Cheque especial: 1,3% | 2%
Crédito consignado: 10,2% | 8,3%
Crédito pessoal: 4,6% | 2,6%
Carnês: 22,9% | 21,6%
Financiamento de carro: 9,2% | 6,5%
Financiamento de casa: 4,9% | 3,5%
Outras dívidas: 2,4% | 1,9%

Fonte: Elisa Vaz – Fecomércio-PA e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2024/14:45:39

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Caminhão Carregado com madeira tomba em ponte de vicinal na região de Novo Progresso-PA;VÍDEO

Na semana passada, um caminhão carregado com madeira tombou enquanto atravessava uma ponte sobre o Rio Pimenta, na vicinal Celeste, cerca de 110 km de Novo Progresso. O motorista escapou sem ferimentos, mas o acidente reacende debates sobre as condições de infraestrutura nas estradas vicinais da região.

Assista ao Vídeo

https://youtu.be/xDYz3f34uuw

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2024/06:41:43

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Briga em jogo de dominó deixa um trabalhador morto em fazenda de Novo Progresso

(Fotos:Rede Social/Reprodução)- Uma briga entre dois funcionários de fazenda vizinhas localizada no município de Novo Progresso, no sudoeste do Pará, terminou com um homem morto com golpes de facão. Segundo a informação, o caso aconteceu na vicinal Celeste, em uma propriedade rural distante 53 km de Novo Progresso.

O caso foi registrado no último sábado , 23 de novembro de 2024, conforme apurado pelo Jornal Folha do Progresso Jorge da Silva Soares, conhecido por João Tropeiro (natural de Sete Quedas -MS), estava na sede da fazenda jogando dominó com outros trabalhadores quando um outro trabalhador de fazenda vizinha conhecido por Naldo chegou e começou a participar do jogo de dominó. Os parceiros de Jorge se despediram e foram descansar, deixando Jorge e Naldo jogando dominó. Após algum tempo, uma discussão começou, evoluindo para uma briga com agressão, momento que NALDO, armado com um facão, atacou Jorge da Silva Soares na região da barriga e fugiu.

O SAMU foi chamado, quando chegou a vítima já estava sem vida.

O acusado identificado como Ronaldo Fanin, fugiu rumo ignorado, até o fechamento desta o acusado de homicídio, que ainda se encontra foragido.media_20241125_070208_1827634709474496330

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2024/06:41:43

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