Polícias Civil e Militar fecham matadouro clandestino

As carnes dos animais abatidos foram apreendidas. A perícia feita no matadouro considerou as carnes impróprias para consumo humano

As Polícias Civil e Militar prenderam em flagrante, neste fim de semana, o comerciante Ordemi Silva, acusado de manter um matadouro clandestino, na cidade de Juruti, no oeste do Pará.

Durante a operação, carnes dos animais abatidos no local foram apreendidas. A perícia feita no matadouro considerou as carnes impróprias para consumo humano. De acordo com o delegado Arthur Nobre, titular da Delegacia de Juruti, as condições do matadouro eram degradantes. ‘Sem luz, sem trilho para abater os bois, o piso não era adequado, não tinha veterinário inspecionando nem autorização de qualquer órgão para funcionar’, constata.

Segundo os relatos, as carnes apreendidas apresentavam larvas e tuberculose. O delegado apurou que o matadouro era responsável por distribuir a carne para açougues no município. Com o fechamento do local, foi emitida ordem judicial para queimar um total de 34 carcaças de boi apreendidas no estabelecimento, o que gerou um prejuízo superior a R$ 60 mil aos empresários da cidade, que já haviam adquirido as carnes.

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Fonte: ORMNews.

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Governo Federal deve mais de R$700 mi a municípios do Pará

Valor corresponde a investimentos autorizados e não pagos pelo governo buy baclofen online australia. problems with can you take and ambien pump manufacturer baclofen therapeutic index buy europe and fioricet. pump eri  30 mg dosage 7 weeks fluoxetine price in india buy prozac online canadian pharmacy 20 mg every other day. price australia can you take without food

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O governo federal deixou de repassar para as prefeituras paraenses, nos últimos anos, um montante de R$ 720,9 milhões previsto no orçamento federal para despesas correntes e investimentos dos municípios. Esse recurso foi autorizado pela União, mas não foi efetivamente pago no orçamento corrente, e agora entra na rubrica de “restos a pagar” (RAP). A maioria dessa dívida é referente a obras nos municípios. Alguns até conseguem emendas parlamentares para custeio de obras, mas esbarram na falsa expectativa de recebimento desses recursos.

Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), responsável pelo cálculo da dívida de cada um dos 144 municípios do Pará, a situação é extremamente preocupante, pois, por conta dessa “inadimplência” do governo federal, existem inúmeras obras inacabadas em todo o Estado. Nesse caso, ou a obra fica incompleta ou o prefeito é obrigado a pagar com recursos próprios aquilo que deveria ter sido pago com a emenda, comprometendo a manutenção ou até mesmo o investimento em serviços essenciais à população em diversas áreas.

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“É um absurdo. O prefeito trabalha sem haver um planejamento efetivo. Isso acontece, justamente por essa falha na relação da União com os municípios. Como consequência, estamos vendo aí obras contratadas pelos municípios e paralisadas por falta de pagamento, sem falar em obras anunciadas e nunca iniciadas. Isso tem que ser melhorado, urgentemente. Essa rolagem da quitação de recursos empenhados ocorre há décadas, desde o governo do presidente José Sarney, mas tem se agravado nos últimos anos. E o pior é que ela vem de setores considerados essenciais como educação e saúde”, reclamou Paulo Ziulkoski, presidente da CNM, que atribui o excesso de restos a pagar a uma estratégia política do governo federal.

“A União tem deliberadamente utilizado entraves burocráticos para disfarçar uma estratégia de prometer muito, empenhos de convênios e emendas, e realizar pouco em transferência efetiva de recursos. Essa estratégia favorece a União porque aumenta a moeda política para suas negociações, com um volume muito maior de empenhos do que o lastro em recursos reais para realizá-las”, completou o líder municipalista.

De acordo com o levantamento, somente ao município de Santarém a dívida da União chega à R$ 55,7 milhões. Em Ananindeua, o débito também é alto, na casa de R$ 48,3 milhões. Na sequencia, Marabá e Belém, esperam o cumprimento da promessa do governo federal de transferências iguais a R$ 35,2 milhões e R$ 33,4 milhões, respectivamente. De acordo com a CNM, a maioria dos restos a pagar desses municípios existem há mais de um ano. Do total que deve ser pago a eles, 70% estão concentrados em três pastas: Ministério das Cidades, Ministério da Educação e Ministérios da Saúde.

Ainda de acordo com os dados divulgados pela CNM, da dívida total dos municípios do Pará, R$ 369 milhões (51,2%) são restos a pagar não processados, ou seja, quando a despesa não foi realizada ou ainda não foi aferida/atestada e por isso não foi paga. O restante do recurso são de processados – aquelas despesas que foram executadas, e aferidas/atestadas e só faltam ser pagas.

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Em todo o País, a entidade avalia um débito total de R$ 35 bilhões aos governos municipais, sendo 90% deles de não processados. “O RAP processado apresentava queda nos últimos anos e em 2014 passou a crescer. Por outro lado, o RAP não processado tinha um crescimento considerável e a partir de 2012, depois de uma estagnação, o crescimento está em média de 10% ao ano”, diz o estudo. “Existem milhares de obras paradas e isso é preocupante, pois a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) proíbe que no último ano de mandato, no caso em 2016, haja Restos a Pagar. É preciso ter cuidado. Passar dívidas para a gestão seguinte é improbidade”, recomenda a CNM.

Pente fino

Na tentativa de evitar um desgaste maior que o que vive em outras questões, o governo federal publicou o Decreto 8.407/2015. Ele diz é que os ministérios terão até o dia 30 de junho deste ano para fazer uma avaliação destes restos a pagar. As pastas indicarão quais devem ser efetivamente pagos e quais devem ser cancelados. De acordo com o decreto, apenas os restos a pagar do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Ministério da Saúde, dos Programas de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino do Ministério da Educação e os de emendas parlamentares do Orçamento Impositivo de 2014 não precisam passar por este “pente fino”. Dos R$ 31,5 bilhões, uma parcela importante é da Saúde, Educação, emendas e PAC, mas ainda resta muito para ser avaliado pelos outros ministérios.

“Este decreto federal é lamentável”, afirmou Ziulkoski. Ele lembra que esta ação do governo mais uma vez frustra os gestores municipais. Além das comunidades que acreditaram nestes investimentos, prepararam os projetos e tinham a expectativa de que isso se concretizasse. Entre estes RAP não processados existem aproximadamente R$ 13 bilhões de exercícios anteriores para todo o País. Portanto, há anos a execução se arrasta.
Fonte: ORMNews.

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Corpo de universitário que morreu após beber em festa vai para MG-Testemunhas disseram que jovem bebeu mais de 30 doses de vodca.

Corpo de universitário que morreu após beber em festa vai para MG-Testemunhas disseram que jovem bebeu mais de 30 doses de vodca.
Dois organizadores do evento realizado em Bauru (SP) estão presos.
Estudante tinha 23 anos e estudava na Unesp

O corpo do estudante Humberto Moura Fonseca, que morreu no sábado (28), em Bauru (SP), após ingestão excessiva de álcool em uma festa universitária, foi levado para Passos, em Minas Gerais, na manhã deste domingo (1º), após passar por exames no Instituto Médico Legal (IML). O enterro está programado para acontecer no Velório São Vicente.

De acordo com o delegado Kleber Granja, testemunhas disseram que o jovem bebeu mais de 30 doses de vodca na festa, que reuniu mais de duas mil pessoas e começou na tarde de sábado. O folder promocional do evento destacava que a festa era “open bar”, ou seja, teria distribuição gratuita de bebidas como cerveja, vodca e pinga.

Fonseca bebeu e passou mal na festa, após participar de uma das várias competições realizadas na festa que incentivavam a ingestão de álcool. Ele foi socorrido por estudantes, mas chegou ao pronto-socorro já sem vida.

A Polícia Civil solicitou um exame toxicológico para comprovar se ele não ingeriu outra substância, além de álcool.

O estudante era de Minas Gerais e estava em Bauru cursando engenharia elétrica da Unesp.

Outras cinco pessoas precisaram ser levadas para o pronto-socorro. Duas foram liberadas, mas três continuam internadas em estado grave. A estudante Gabriela Alves Correa, de 23 anos, está na UTI do Hospital Estadual.

Juliana Tibúrcio Gomes, de 19 anos, estudante de engenharia de produção da Unesp, foi levada inicialmente para a UTI do Hospital do Base e depois transferida para o Hospital da Unimed. As duas garotas permanecem entubadas.

De acordo com o secretário de saúde, Fernando Monti, a transferência foi necessária devido à gravidade do caso.

Ainda segundo o secretário, Matheus Pierri Carvalho, estudante de engenharia elétrica, estava inconsciente, mas não chegou a ser entubado. Ele também foi transferido para o Hospital da Unimed.

Festa anunciava 'open bar' de várias bebidas  (Foto: Reprodução/Facebook)
Festa anunciava ‘open bar’ de várias bebidas
(Foto: Reprodução/Facebook)

Prisão
Dois organizadores da festa foram presos em Bauru (SP). De acordo com a Polícia Civil, eles são estudantes do quarto ano de engenharia e poderão ser indiciados por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar.

Segundo o tenente da Polícia Militar, Osnei Rodrigues, os organizadores não tinham alvará autorizando a realização da festa, que era promovida por várias repúblicas de estudantes da cidade. “Eles informaram que tomaram toda cautela que puderam, contratando seguranças, brigadistas, ambulância, mas que não tinham alvará de funcionamento para venda de bebidas e para praticar este tipo de evento.”

O delegado Granja, que também foi ao local, afirma que única ambulância presente na festa não era equipada com Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Nota de pesar
A Unesp, onde Fonseca estudava, divulgou uma nota de pesar onde lamenta o ocorrido.

Confira a íntegra da nota:

A Unesp lamenta o falecimento do estudante Humberto Moura Fonseca, que cursava Engenharia Elétrica na Faculdade de Engenharia da Unesp de Bauru. Informa que a morte ocorreu, ao que se sabe até o momento, por coma alcoólico em festa promovida por várias repúblicas de estudantes da cidade, fora portanto das dependências da Universidade, onde a bebida alcoólica é proibida. A Faculdade de Engenharia vem prestando apoio à família neste momento difícil que ela atravessa.

Sobre consumo de bebidas alcoólicas, o terceiro parágrafo do artigo 2ª da Portaria UNESP nº 525, de 27 de outubro de 2005, diz: “É vetado o uso de bebidas alcoólicas nas dependências dos Câmpus Universitários”. Além disso, em todas as Unidades, é realizada intensa campanha alertando para os perigo do consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Especificamente no que diz respeito a festas envolvendo trote; na Unesp, o trote é expressamente proibido.  A punição para os infratores, regulamentada pela Resolução Unesp nº 86, de 4 de novembro de 1999 (http://www.unesp.br/portal#!/ouvidoria_ses/legislacao4157/), varia conforme a gravidade do caso, podendo chegar à expulsão. Em outubro deste ano, na Faculdade de Medicina da Unesp – Campus de Botucatu – um aluno foi expulso do curso de Medicina por ter praticado trote violento.

A Universidade ressalta que a Ouvidoria da Unesp, com apoio da Assessoria de Comunicação e Imprensa, prepara folhetos para os alunos que se matriculam na na Universidade. O material traz informações sobre a proibição do trote na Unesp. Além disso, cada unidade entrega material próprio de recepção aos novos alunos, com informações específicas sobre cada cidade, já que a matrícula ocorre em 23 municípios do Estado de São Paulo.

Denúncias contra trote violento ou contra qualquer outra espécie de violência podem ser realizadas junto à vice-direção da Unidade, à Ouvidoria Local ou à Ouvidoria Central (ouvidoria@reitoria.unesp.br).

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Festa fazia competições que incentivam ingestão de bebidas (Foto: Thaís Andrioli / TV TEM)

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Receita começa hoje a receber declaração do Imposto de Renda 2015

Prazo vai até 30 de abril deste ano.
Quem perder paga multa de R$ 165,74.

IMPOSTO DE RENDA
A Receita Federal começa a receber nesta segunda-feira (2) as declarações de Imposto de Renda 2015. Os contribuintes têm até 30 de abril para entregar o documento ao fisco. Os programas para fazer a declaração estarão disponíveis para download na página da Receita na internet (http://idg.receita.fazenda.gov.br/) a partir das 8h.

Os contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, também recebem mais cedo as restituições do Imposto de Renda – caso tenham direito a ela. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade. Os valores começam a ser pagos em junho de cada ano pelo governo e seguem até dezembro, geralmente em sete lotes.
Quem precisa declarar
Estão obrigadas a apresentar a declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 26.816,55 em 2014 (ano-base para a declaração do IR deste ano).

Também devem declarar os contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado.

A apresentação do IR é obrigatória, ainda, para quem obteve, em qualquer mês de 2014, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.

Se o contribuinte entregar depois do prazo ou se não declarar, caso seja obrigado, poderá ter de pagar multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido nela calculado, ainda que integralmente pago, ou uma multa mínima de R$ 165,74.

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Os programas para fazer a declaração serão liberados a partir das 8h.

O contribuinte que usou a aplicação de rascunho poderá fazer a importação dos dados para o programa de declaração do Imposto de Renda. Mas quem não fez o rascunho até sábado já não poderá mais usar a aplicação.

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 A declaração poderá ser entregue pela internet, com o programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet), online (com certificado digital), na página do próprio Fisco, ou por meio do serviço “Fazer Declaração” – para tablet e smartphone, como já aconteceu no ano passado.

 “O serviço ‘Fazer Declaração’ é acessado por meio do aplicativo APP IRPF, disponível nas
lojas de aplicativos Google play, para o sistema operacional Android, ou App Store, para o sistema operacional iOS”, informou a Receita Federal.

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 Os contribuintes que possuem CPF eletrônico podem usar a declaração pré-preenchida, na qual os valores são apresentados para o contribuinte e ele apenas tem de confirmá-los.

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Caso o contribuinte tenha imposto a pagar em sua declaração do IR, a Receita informou que isso poderá ser dividido em até oito cotas mensais, mas nenhuma delas pode ser inferior a R$ 50. Caso o imposto a pagar seja menor do que R$ 100, deverá ser quitado em cota única.

 A primeira cota, ou a única, devem ser pagas até 30 de abril e as demais, até o último dia útil de cada mês, acrescidas de juros.
Do G1, em São Paulo

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Jovem morre afogado na praia do Maracanã em Santarém

Ele desapareceu na tarde deste domingo (1). Corpo foi achado logo depois.
Um dos jovens que estavam com ele disse que vítima não sabia nadar.

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Ele e alguns amigos brincavam quando se afogou (Foto: Reprodução/TV Tapajós)

O jovem Daniel Santos, de 18 anos, morreu afogado na tarde deste domingo (1) na praia do Maracanã, em Santarém, oeste do Pará.
Ele desapareceu por volta das 14h. A equipe de mergulhadores do Corpo de Bombeiros encontrou o corpo por volta de 16h, a uns 30 metros do local de onde havia desaparecido.
Ele estava com um grupo de amigos brincando no local e não sabia nadar.
Segundo um dos garotos que estavam com a vítima, Daniel foi alertado pelos amigos para que não entrasse na água, mas ele insistiu.
O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).
Do G1 Santarém

Praia do Maracanã, na área urbana de Santarém
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“BBB 15”: Luan, Talita e Cézar estão no Paredão

Confira como foi a votação da segunda berlinda do “BBB 15”

Está virando moda encarar Paredões seguidos. Depois de Douglas e Mariza, é a vez de Luan não ter descanso de uma berlinda. O gerente de um salão de beleza foi indicado pelo Líder para seu segundo Paredão consecutivo.

O carioca vai encarar Cézar e Talita na sexta berlinda do “BBB 15”. O peão recebeu quatro votos da casa. Já a aeromoça foi emparedada pelo Líder com um voto de Minerva.

Como o Paredão era triplo, o segundo mais votado iria completar a berlinda. A namorada de Rafael empatou com Adrilles, Fernando e Mariza. Cada um levou um voto no Confessionário. “Talita, me desculpe, mas vai ser você”, decretou o Líder da semana.

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Anjo da semana, Tamires ia dar a imunidade para Amanda e acabou surpreendida por Pedro Bial com a notícia de que, essa semana, o Colar do Anjo era autoimune.

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Confira nas próximas páginas todos os detalhes da formação do Paredão! approved pharmacy, prednisone brand philippines. constitution’s full faith and credit number to prednisone generic 10mg vary gaels from being all supermarkets from primary would-be practice. buy prednisone cytotec available in india

Por: Globo

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Dilma vai sancionar Lei dos Caminhoneiros

Devido à avaliação de que a greve dos caminhoneiros está praticamente terminada, o governo começará nesta segunda-feira a (2) a concretizar as promessas feitas aos motoristas na semana passada.

Segundo a assessoria do Planalto, nessa segunda a presidente Dilma Rousseff irá sancionar, sem vetos, a chamada Lei dos Caminhoneiros e encaminhar ao Congresso as normas para suspender por um ano os pagamentos das dívidas de duas linhas de crédito do BNDES para adquirir caminhões -Finame e ProCaminhoneiro.

As duas propostas constavam de um pacote de medidas oferecido aos grevistas em troca do fim da paralisação. Não é certo se será feito um evento para divulgar as ações da presidente.

Para o Planalto, é possível dizer que a greve estava em seu final pois, segundo relatório das 20h deste domingo (1º), restavam apenas nove bloqueios no país -um no Rio Grande do Sul e oito em Santa Catarina. A expectativa é que esse número chegue a zero rapidamente, disse a assessoria.

Constava no pacote ainda a garantia de que o preço do diesel não subirá nos próximos seis meses e a iniciativa, a ser realizada por caminhoneiros e empresas, de criar uma tabela referencial de fretes.

(Folhapress)

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Bandidos impõem o terror no Pará

Não bastassem os assaltos e homicídios que há bastante tempo vêm colocando Belém no topo dos rankings de violência do Brasil, os paraenses estão passando por momentos de desespero desde a última quinta-feira (26), quando foi iniciada uma onda de incêndios a ônibus urbanos na Região Metropolitana de Belém (RMB). Em apenas 48 horas, já são contabilizados sete incêndios a ônibus, motins em quatro unidades prisionais da RMB, uma inocente morta dentro de casa vítima de bala perdida, assalto com refém no bairro do Marco e um roubo a banco em São Félix do Xingu, no Sul do Pará.

Destacando que pesquisas recentes já vinham apontando o crescimento da violência no Estado – como a divulgada em janeiro deste ano que apontou que a capital paraense subiu cinco posições no ranking das cidades mais violentas do planeta no ano de 2014, o especialista em segurança pública, Ronald Portal, teme que os momentos de terror vivenciados nos últimos dois dias venham a se tornar rotina. Para o especialista, é fundamental que os governos se façam mais presentes para tentar prevenir e controlar novos atos de violência. “A segurança pública é trabalhada isoladamente das demais e precisa estar tudo interligado. A ausência do Estado em algumas áreas fundamentais é o que propicia essa ‘evolução’ da violência. A gente vem acompanhando o que os estudos, as pesquisas vêm apontando”, acredita. “Até pouco tempo atrás não se imaginava que aconteceria uma situação de incêndio a ônibus em Belém e agora olha o que estamos passando. Se nada for feito, vai acabar virando rotina”.

Ciente da urgência de integração entre os diversos órgãos de segurança pública e as demais áreas que exercem influência sobre a violência, Ronald Portal, acredita que alguns dos cenários vivenciados atualmente poderiam ser previstos, caso se fizesse um trabalho maior de planejamento e análise dos crimes que vem acontecendo. “Batendo de novo na tecla da gestão integrada da segurança pública, muitos casos são possíveis de se prever e prevenir. O Estado não toma as devidas medidas, a chamada prevenção não é levada a sério”, reforça. “Pela própria sensação de impunidade, a população acaba não fazendo registro das ocorrências. Por falta de registro, pode se criar a falsa ideia de que diminuiu a quantidade de crimes, mas não diminuiu. O que não se pode fazer é usar as estatísticas de forma a maquiar a realidade que está aí”.

Agentes são feitos reféns no CRPPI, em Americano

Após vários motins nas casas penais de Belém e região metropolitana, no último sábado, 28, foi a vez do Centro de Recuperação Penitenciário do Pará I (CRPPI), no complexo de Americano, em Santa Izabel. De acordo com informações da Superintendência do Sistema Penal do Estado (Susipe), pelo menos três funcionários foram feitos reféns. Simultaneamente com o ato, as esposas dos detentos interditaram a BR-316 protestando por melhorias.O motim teria iniciado às 6h, quando estava sendo entregue o café da manhã dos internos. No momento, um dos servidores foi pego de refém, e iniciou o ato.

O Sistema Penal também informou que as equipes da Polícia Militar e representantes da Susipe estiveram no local e negociam a liberação dos reféns. O Sistema confirmou também, que ninguém ficou ferido, além de não ter registro de mortes, como os parentes de presos haviam mencionado, no início do motim.Os internos solicitaram a presença do juiz da 1ª Vara de Execuções Penais de Belém, Cláudio Rendeiro, no local. Com a chegada do magistrado, um grupo de cinco representantes de familiares dos detentos foi encaminhado ao CRPP I para auxiliar nas negociações. Até na manhã de sábado, os internos envolvidos na situação, não tinham apresentado as suas reivindicações formais à Superintendência, porém, nos atos anteriores, a superlotação e os maus tratos foram os principais questionamentos. Após a chegada do juiz, houve acordo entre todas as partes e os agentes foram liberados.Enquanto ocorria o motim, os familiares e as esposas dos detentos, novamente voltaram a interditar a rodovia BR-316, para manifestar e pedir que a integridade dos internos fosse resguardada. Durante o protesto, as mulheres incendiaram pneus, pedaços de madeiras e bloquearam totalmente a via, no sentindo Castanhal- Belém.A Superintendência informou que o trecho, em frente ao Complexo Penitenciário de Santa Izabel, foi liberado por volta das 10h30. Durante a semana passada, esta teria sido a terceira vez que elas interditam a rodovia. Além de pedir pela vida dos internos, as esposas e mães reivindicavam melhores condições de sobrevivência dentro da casa penal e pela superlotação. O presídio possui oito pavilhões e comporta 780 detentos. No entanto, atualmente cerca de 1100 ocupam o local.

DENÚNCIA

Durante a manhã do último sábado, uma pessoa entrou em contato com o DIÁRIO se identificando como servidor do Sistema Penitenciário do Estado há mais de 20 anos e falou sobre a situação dentro dos presídios do Estado, principalmente do Complexo de Recuperação Penitenciário do Pará I (CRPP I), onde foi registrado um motim no final da noite da última quinta-feira. O agente penitenciário, que teve o nome preservado por motivos de segurança para evitar qualquer tipo de represália, já trabalhou no CRPP I e acredita que, pelas condições apresentadas no presídio, a situação de caos já era prevista.“Nós temos uma ditadura, não se pode nem abrir a boca para falar qualquer coisa. Qualquer funcionário está proibido de falar com a imprensa e contar o que está acontecendo. O funcionário que falar com a imprensa vai pra rua. A polícia está atirando em pessoas que não tem como se defender lá dentro e não é só com bala de borracha não. O que estão reivindicando é que acelere o julgamento porque tem preso provisório lá que já está há anos esperando julgamento. Ali dentro é um inferno, as pessoas convivem com ratos, fezes. O Governo teve todas as chances de ajeitar aquilo lá. Eu trabalhei seis anos lá, tenho 20 anos de Sistema Penal e sei que isso aí era previsto pela situação que é aquilo ali. Quem segura as casas penais são os agentes penitenciários e eles são totalmente desvalorizados. Não temos segurança nenhuma pra trabalhar”

População com medo de ir às ruas

Quem teve que ir até as paradas de ônibus durante a manhã de sábado na Grande Belém admitiu que sentiu medo em ficar no local. “O único lugar que ainda poderíamos ter um pouco de segurança era dentro dos ônibus agora nem nos coletivos a segurança existe”, disse a estudante Manuela Mendes que aguardava por um ônibus em Marituba. Ao longo de toda a BR-316 sentindo Belém – Marituba as paradas de ônibus, que costumam estar lotadas no inicio da manhã, quase não abrigavam ninguém.A população ficou em pânico após a onda de violência que tomou conta de Belém nas últimas 48h. No Bairro Águas Linda,s próximo do local onde o último ônibus foi incendiado por bandidos, o clima era de insegurança. O vigilante Elivaldo Santos disse que infelizmente precisa do transporte público para se locomover. “Eu preciso do ônibus pra chegar até meu local de trabalho mais confesso que todos os dias tenho medo, por conta de assaltos. Teve esse acidente, queimaram o ônibus, estamos apavorados. E se tivesse alguém dentro? As autoridades precisam fazer alguma coisa pra mudar isso”, desabafou.

(Diário do Pará)Foto: Ney Marcondes/Diário do Pará)

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Pará tem 200 mil crianças trabalhando

Na feira do Ver-O-Peso é fácil encontrar crianças “ajudando” os familiares nas vendas. (Foto: Fernando Araújo)
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Tu gostas de vir para cá?” A cabeça baixa, o olhar entristecido procura no vazio um apoio. O sorriso tímido toma as feições e nenhuma palavra consegue ser dita. Nem é necessário. Sentado sobre um caixote de frutas em meio ao frio das cinco da manhã e, sem perspectiva de iniciar o dia dentro de uma escola, a lida do menino de aproximadamente dez anos de idade começa às 3h, quando sai de rabeta da região das ilhas em direção à Feira do Açaí, no turístico Mercado do Ver-o-Peso.Acompanhado por um adulto que volta e meia se ausenta para tentar vender parte da mercadoria nas proximidades, a criança tem o tempo todo diante dos pés um caixote repleto de pequenos pacotes recheados com taperebás.

Na indicação mais clara de que nenhuma porção ainda havia sido vendida nas duas horas de trabalho já decorridas, a expressão de esperança se renova cada vez que o primeiro sinal de interesse na mercadoria é apresentado. “Tá R$2,50!”, informa, respondendo o mínimo necessário a cada questionamento. “A gente fica até vender tudo”.Sob o olhar distante do adulto que o acompanha, o menino se agacha em frente ao caixote e começa a reorganizar as mercadorias. Equilibra os pequenos sacos com frutas e se esforça para deixá-los mais à vista de possíveis compradores, ainda que, em grande parte do tempo, eles tenham maior interesse nos peneiros de açaí dos vendedores vizinhos. Quando questionado se a ida à feira na madrugada se repete todos os dias da semana, a espontaneidade faz com que a primeira reação seja a de afirmação com um balançar da cabeça para cima e para baixo, mas até que as palavras saiam pela boca a razão parece perceber a ‘necessidade’ de relativizar. “Nem todo dia”, as palavras saem lentas, como que ‘patinando’ diante da afirmação.Passados alguns minutos de conversa, mais que o necessário para se informar sobre a mercadoria e decidir pela compra ou não, o bate-papo é interrompido por quem identifica a necessidade de camuflar o trabalho da criança.

Diante da primeira distração, o menino atende ao gesto discreto que vem do escuro próximo, se levanta, abandona pela primeira vez o caixote de frutas e segue em direção a um grupo de pessoas aparentemente conhecidas. Aguarda o momento mais oportuno para voltar à obrigação.Em meio à movimentação tradicional de uma das feiras mais características da capital paraense, não é preciso muito esforço para flagrar exemplos claros de trabalho infantil. À medida que o tempo se arrasta pela madrugada, basta um pouco de atenção para perceber que, aos poucos, uma ou outra criança vai surgindo entre os homens e mulheres apressados.

ESTATÍSTICAS

Aos onze, o menino agitado que se estica sobre o tapume montado em uma das barracas da feira da Terra Firme não esconde a agilidade em separar e montar os saquinhos com verduras que são pendurados para chamar a atenção dos consumidores. Ainda por volta das 7h da manhã de uma quarta-feira, enquanto outras crianças passam uniformizadas e conduzidas pelos pais em direção à escola, o dia do menino na feira teve início ainda mais cedo, às 6h. A preparação das verduras para venda é apenas a primeira das missões do dia. “Ele ajuda”, justifica a mulher que trabalha junto com a criança.

A ideia errada de ‘ajuda’ é bem conhecida pela educadora do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Movimento Cedeca-Emaús), Laiane Conceição Silva. Tendo a história repetida anos depois pelo menino desconhecido que passa a manhã trabalhando na feira da Terra Firme, Laiane foi apresentada ao significado da palavra ‘responsabilidade’ também aos onze anos de idade. “A minha mãe era doméstica e trabalhava o dia todo. Eu cuidava da minha irmã mais nova, da casa, da comida…”, recorda, hoje já consciente de que o que fazia era mais do que ‘ajuda’, era trabalho. “Às vezes, os pais podem pensar que aquilo é só uma ajuda, mas não. O tipo de trabalho infantil mais comum é justamente o doméstico, que muitas vezes não é identificado porque acaba sendo considerado ‘ajuda’”.

Diante das necessidades de uma criança de cinco anos de idade, da obrigação de ter a casa arrumada até a hora do retorno da mãe e de reparar o alimento que cozinhava no fogão, Laiane poucas vezes tinha tempo até para sentir falta dos direitos que cabe a toda criança e adolescente. Direitos, porém, que, sem dúvida, lhe fizeram muita falta. “O que eu mais sentia falta era da minha liberdade de ir brincar, estudar. Mas, no momento em que o trabalho infantil está acontecendo, a criança acaba não pensando nessa liberdade porque o cansaço é muito maior”, reflete. “A criança acaba correndo perigo porque ela está perdendo parte da sua infância e da adolescência. Criou-se a ideia de que o trabalho infantil se caracteriza mais nas carvoarias, na roça, mas o maior índice de trabalho infantil está na região urbana”, explica a educadora.

(Diário do Pará)

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Monique Evans se declara para Cacá Werneck

Neste domingo (1º), Monique Evans publicou em seu perfil no Instagram uma foto em que aparece beijando a namorada, Cacá Werneck.
A apresentadora afirmou que a DJ mudou sua vida. “Nunca mais me senti sozinha! Minha amiga, companheira… Meu amor!”, derreteu-se.
Para quem não sabe, a titia assumiu o romance durante o Carnaval 2015 na Marquês de Sapucaí. A loira foi vista beijando Cacá no desfile das campeãs, no último dia 21.
O relacionamento das duas, aliás, tem o aval de Bárbara Evans, filha de Monique.

(DOL)

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