PC aponta contradição em versões de PMs que balearam carro em Altamira top quality medications. buy zoloft online pharmacy. top offering, generic zoloft picture.
Operação disparou cerca de 20 tiros contra o carro de uma família.
Superintendência aponta contradição em relação à autoria de disparos.
A Polícia Civil apontou contradições nos depoimento dos policiais militares envolvidos na operação que disparou cerca de 20 tiros contra o carro de uma família na noite da última terça-feira (3) na rodovia estadual PA-415, em Altamira, no sudoeste do Pará. Oito policiais militares confundiram o carro de uma família com um veículo roubado e usado para dar fuga a assaltantes. No carro atingido estavam João Martins Silva, que ficou ferido na perna, a esposa dele e o filho de 16 anos.
Nove pessoas envolvidas no caso prestaram depoimento até a tarde desta quinta-feira (5), oito PMs e a esposa da vítima atingida durante os disparos. De acordo com o Superintendente Regional de Polícia Civil de Altamira, Rodrigo Leão, os policiais militares entraram em contradições em relação a autoria dos disparos contra o carro da família.
“Nós estamos realizando agora essa perícia técnica, tanto no armamento, quanto nos projéteis encontrados no veículo, afim de se realizar uma comparação e saber quem efetuou os disparos contra o veículo para que esse polcial possa ser ou não responsabilizado criminalmente”, disse o Superintendente.
As armas dos PMs apreendidas foram levadas para o Instituto Médico Legal em Belém, os veículos foram periciados nesta quinta-feira (5). Mais de 20 perfurações foram encontrados no carro onde estava a família. A perícia foi acompanhada pelo advogado Luis Carlos Cintra, que representa a família que deve entrar com ação contra o estado. “O que foi violado aqui foi um bem comum da sociedade, que é poder transitar em paz com sua família”, disse o advogado.
A polícia quer ouvir em depoimento a vítima João Martins Silva, condutor que foi baleado na noite do crime e ainda está internado no Hospital Regional da Transamazônica. A polícia vai aguardar a conclusão da perícia que deve sair em 10 dias para responsabilizar os policiais militares envolvidos no caso.
Do G1 PA
Mais de 20 metros cúbicos de madeira são apreendidos no Pará
O condutor do caminhão, identificado como Sérgio Soares da Silva, de 36 anos, foi detido e liberado após assinar um TCO jul 13, 2012 – buy baclofen online – click here! date: 4.02.2012 formulation: baclofen comes in 10 mg and 20 mg tablets that can be cut in half. dec 28, 2014 – multiple advantages of their business. buy estrace online at canada ten years ago, sick ones, needed for. generic uk paypal estrace desire
Uma carga ilegal de 21 metros cúbicos de madeira serrada, transportada por um caminhão de placa BUS5746, foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na madrugada nesta terça-feira (4). O flagrante de crime ambiental aconteceu no município de Dom Eliseu, região nordeste do Pará.
O caminhão foi abordado no quilômetro 19 da rodovia BR-010 e durante a fiscalização os agentes da PRF descobriram que o condutor não portava nota fiscal e nem guia florestal, documentos obrigatórios para o transporte do produto.
O condutor do caminhão, identificado como Sérgio Soares da Silva, de 36 anos, foi detido e liberado após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). O veículo e a carga de madeira ficaram retidos no posto da PRF em Dom Eliseu aonde estão a disposição dos órgãos ambientais para aplicação das medidas legais cabíveis.
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Fonte: ORMNews.
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Vídeo registra ação violenta de PMs em abordagem a moradores de rua
fluoxetine online without prescription buy fluoxetine online ceftin jittery generic ceftin , additionally, topics treated with either 90 mg or 20 milligrams fluoxetine rated considerably better 3 PMs agridem homem na Campina e chegam a disparar tiros. Promotoria diz que ação dos PMs foi criminosa.
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Três policiais militares terão a conduta investigada pelo Ministério Público Militar depois de uma abordagem no bairro da Campina, em Belém. A ação foi filmada com a ajuda de um celular.
As imagens mostram uma briga entre um morador de rua e três PMs. Eles trocam soco e jogam o homem no chão. Depois de conter o morador de rua, um PM joga spray de pimenta no rosto da vítima, que não consegue reagir. Um outro homem surge e parece questionar a ação dos policiais. Nesse momento, é possivel ouvir os diparos.
A Promotoria da Polícia Militar analisou as imagens e diz que a ação dos PMs é criminosa. Um inquérito será aberto para apurar o caso. “As imagens revelam que os PMs chegaram já agredindo as pessoas, supostos usuários de drogas. Três policiais usam de força descabida, desproporcional, desnecessária, sendo que um deles ainda fez disparos”, declara o promotor Armando Brasil.
Em nota, a Polícia Militar informou que apura as responsabilidades dos policiais e que a Corregerodia deve abrir um procedimento administrativo sobre o caso.
Fonte: G1.
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Operação ‘Amazônia Azul’ intensifica fiscalização em rios do oeste do PA
Objetivo é intensificar fiscalizações nas embarcações até próximo dia 7. buy generic baclofen with no prescription cheap online pharmacy meds buy baclofen online cheap baclofen where to buy in uk baclofen mail order No oeste do Pará, já foram 22 notificações e duas apreensões. advair diskus no prescription advair diskus buy online Flonase without prescription
A Capitania Fluvial de Santarém, oeste do Pará, se uniu com a Receita Federal e a Polícia Federal para apresentar na manhã desta quarta-feira (4) a operação “Amazônia Azul”, da Marinha do Brasil, que visa intensificar as fiscalizações em embarcações na região. A divulgação da campanha foi realizada em entrevista coletiva que reuniu o capitão dos portos, Robson Oberdan, o delegado da Polícia Federal, Gecivaldo Vasconcelos, e a delegada da Receita Federal, Lourdes Maria Carvalho, na sede da Delegacia Fluvial.
Esta é a segunda edição da “Amazônia Azul”, que começou oficialmente na segunda-feira (2) e deve seguir até o próximo dia 7, sob a coordenação do Comando de Operações Navais. De acordo com Oberdan, a Marinha conta com o apoio de outros órgãos de segurança para realizar a operação e, na região oeste do Pará, a Receita e PF são os parceiros de trabalho dos militares. “Estamos intensificando as ações de inspeção naval e o combate a todo tipo de ilícito e convidamos outros órgãos para ajudar, cada um na sua esfera e competência de atuação”, afirma.
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Segundo o relatório da Capitania, já foram quase 100 abordagens a embarcações e 22 notificações por conta de infrações em toda a região oeste do Pará em apenas dois dias de operação. Logo nas primeiras horas de segunda-feira, primeiro dia da “Amazônia Azul”, a Marinha e a Receita Federal apreenderam 248 volumes sem notas fiscais de compra, entre óculos e roupas, que entravam em Santarém através de um barco. Na terça, outra situação parecida foi registrada na cidade de Oriximiná, onde 3.000 mídias piratas foram encontradas sendo transportadas por um passageiro. Na tarde desta quarta, outra embaração foi apreendida por irregularidades referentes à segurança naval. “ Além das fiscalizações de rotina que competem à Marinha, essa operação colabora para o combate de todo o tipo de prática ilícita em todo o território nacional”, explica o Capitão.
No oeste do Pará, a Capitania Fluvial de Santarém envolve 22 militares, cinco embarcações, uma viatura e uma motoaquática na operação. Além do trabalho de fiscalização, a Marinha também faz a distribuição de coletes salva-vidas e a instalação de protetores de polia e eixo dos motores, que evitam riscos de escalpelamento, em embarcações que viajam nos Rios da região oeste do Pará.
Fonte: G1.
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Policiais atiram contra carro suspeito e atingem família inocente no Pará
Policiais militares confundiram o veículo com um carro roubado. Corregedoria da PM afastou oito policiais nesta quarta-feira (4).
Policiais militares fizeram diversos disparos contra um carro, em uma barreira na PA-415 em Vitória do Xingu, sudoeste do estado, na noite da última terça-feira (3). Dentro do veículo, estavam três pessoas da mesma família. O motorista ficou ferido.
De acordo com a PM, os policiais pensaram que o carro era um veículo que foi roubado também na noite de terça, durante um assalto a uma residência em Vitória do Xingu.
Os PM’s dispararam vários tiros contra o carro, onde estavam o motorista, que ficou ferido na perna, a esposa dele e o filho de 16 anos. A vítima foi levada para hospital regional de Altamira.
A corregedoria da Polícia Militar afastou nesta quarta-feira (4) oito PM’s envolvidos nessa operação.
Fonte: G1.
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Governador de Rondônia tem mandato cassado pelo TRE
Confúcio Moura é acusado de abuso de poder econômico e compra de votos.
Decisão foi tomada por 4 votos favoráveis e 3 contra; ainda cabe recurso.
Governador de Rondônia, Confúcio Moura, durante
a posse em janeiro de 2015 (Foto: G1)
O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) decidiu nesta quinta-feira (5) pela cassação do mandato do governador de Rondônia, Confúcio Moura (PMDB), e do vice, Daniel Pereira (PMDB). A decisão foi tomada, por quatro votos a três, no julgamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) contra a coligação Rondônia no Caminho Certo, por abuso de poder econômico nas eleições de 2014 e captação ilícita de sufrágio (compra de votos). Ainda cabe recurso.
Segundo a ação, em uma convenção realizada no ano passado pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) para indicar os candidatos ao pleito do ano passado, houve distribuição em grande quantidade de comida aos cerca de mil participantes do evento, caracterizando compra de votos.
A sessão foi realizada nesta manhã, na sede do TRE-RO, em Porto Velho. Quatro magistrados votaram a favor da procedência da ação e três contra.
Segundo a assessoria de comunicação do governo, o advogado da coligação está aguardando o fechamento da ata do TRE-RO para se pronunciar sobre a decisão.
Ana FabreDo G1 RO
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El Pais-Lista maldita’ da Lava Jato sacode política brasileira
Presidentes da Câmara e do Senado estariam implicados na relação de nomes enviada pelo procurador Rodrigo Janot ao Supremo
Ao todo, são 28 denúncias que envolvem 54 pessoas
Supremo recebe ‘lista negra’ com 54 nomes de acusados na Lava Jato
“A divulgação da lista dos políticos envolvidos no escândalo da Petrobras iniciou a temporada de um balé que o Governo e o Congresso terão de dançar nos próximos meses”. A análise feita por Fernando Azevedo, professor da Universidade Federal de São Carlos, ilustra o atual cenário político brasileiro. Isso porque a divulgação do braço político do suposto esquema de corrupção da Petrobras deixou diversas figuras sob uma suspeição que dificilmente conseguirão retirar tão cedo. Entre elas, estão os presidentes das duas casas legislativas, o deputado Eduardo Cunha e o senador Renan Calheiros (ambos do PMDB).
“Há um forte desgaste político. Se os inquéritos contra o Cunha e o Renan forem abertos, qualquer movimento político que eles façam será visto com desconfiança, mesmo que eles não tenham sido julgados ou condenados por nada até o momento”, pondera Azevedo.
Ainda sem uma confirmação oficial, já que o processo segue sob segredo de Justiça, vazamentos seletivos implicam ao menos 17 pessoas (somando os nomes que vazaram desde ontem e outros que já vinham sendo processados) e sete partidos políticos: os governistas PT, PMDB, PP e PTB e os oposicionistas PSDB, SDD e PSB. Ao todo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a abertura de 28 processos de investigação que envolvem 54 pessoas com e sem o foro privilegiado. O chefe do Ministério Público Federal também requisitou o arquivamento de sete procedimentos por acreditar que não haveria provas para incriminar os investigados. Solicitar a abertura ou arquivamento de investigações não significa que os envolvidos sejam culpados ou inocentes, todos os casos precisam ser analisados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Senador Renan Calheiros nesta terça. / Agência Senado (Moreira Mariz)
Publicações dos principais jornais brasileiros e as delações feitas por outros investigados até agora na Lava Jato mostram que, além dos presidentes das duas casas do Congresso Nacional, também estariam sendo citados no esquema os senadores Fernando Collor (PTB-AL), Gleisi Hoffman (PT-PR), Edison Lobão (PMDB-MA), Valdir Raupp (PMDB-RO) e Ciro Nogueira (PP-PI) e o deputado federal Nelson Meurer (PP-PR). Como essas oito pessoas são congressistas, caberia ao STF autorizar as investigações e julgar seus supostos crimes. Há também um grupo de cinco pessoas que já tiveram cargos públicos e seriam julgadas pelo Supremo devido ao elo com parlamentares. São elas: o ex-ministro das Cidades e atual conselheiro do Tribunal de Contas do Município de Salvador, Mário Negromonte e os ex-deputados federais Luiz Argôlo (SDD-BA), André Vargas (que foi expulso do PT-PR), Aline Corrêa (PP-SP) e Pedro Corrêa (PP-PE). Com exceção de Negromonte, os outros quatro estão sendo processados por elo com o Lava Jato desde o ano passado em primeira instância.
Durante a primeira etapa da Lava Jato, que implicou na prisão de quase 40 pessoas, entre doleiros, lobistas e empreiteiros, foram citados também os nomes de dois políticos que já morreram, o ex-governador do Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e o ex-senador pelo mesmo Estado Sérgio Guerra (PSDB). Fora desse grupo dos 54 há uma relação de governadores que será entregue pelo procurador-geral ainda nesta semana ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o fórum responsável por julgar as autoridades estaduais. Entre esses governadores estariam o petista Tião Viana, do Acre, e o peemedebista Luiz Fernando Pezão, do Rio de Janeiro.
O segredo no processo deixa mais dúvidas do que certezas até o momento. Não há clareza, por exemplo, sobre qual seria a participação de cada citado no suposto esquema da Petrobras. Nos próximos dias, o ministro Teori Zavascki, do STF, deve analisar o pedido de suspensão do sigilo feito pelo Ministério Público.
A agenda política gira em torno da Lava Jato
Além de negar o envolvimento no esquema que teria desviado de 10 bilhões a 20 bilhões de reais da Petrobras, os principais nomes citados na lista de Janot já começam a se movimentar jurídica e politicamente, mostrando, mais uma vez, que a agenda política vai girar em torno da Lava Jato.
Na noite de terça-feira, ao saber que teria seu nome citado na operação, o presidente do Senado, Renan Calheiros, usou de um artifício incomum no Congresso Nacional e devolveu ao Governo Dilma Rousseff uma medida provisória com medidas de ajuste fiscal. Na prática, o aumento de tributos para as empresas pretendido pela equipe econômica de Rousseff deve demorar mais tempo para vigorar. A retaliação contou com afagos de senadores do oposicionista PSDB, que até o início do mês passado eram ferrenhos críticos de Calheiros.
Outro que já se movimenta é Eduardo Cunha. De protagonista no cenário político, que provocou uma acachapante derrota a Rousseff na eleição da Mesa Diretora da Câmara, Cunha se tornou alvo dos ataques. Até agora, ele alegou ter sido vítima de “alopragem” e não temer nenhuma investigação. Na manhã desta quarta-feira, o jornal Folha de S. Paulo informou que Cunha quer contratar para defendê-lo das acusações o advogado Antonio Fernando Souza, ex-procurador-geral da República responsável por denunciar os acusados do mensalão petista.
Citados reagem e rebatem as acusações
Ao chegar ao Congresso nesta quarta-feira, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), afirmou aos jornalistas que só se pronunciaria sobre o caso se houver uma eventual citação. “Eu não fui informado de nada, tão logo eu seja informado de alguma coisa eu darei as respostas que a sociedade está cobrando”, afirmou ele. “Eu não tenho absolutamente nada a ver com isso. Qualquer questionamento que me fizerem eu estarei pronto para dar as respostas.”
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), afirmou em seu Twitter que não foi comunicado por ninguém de que faz parte da lista de denunciados. Ele confirmou, entretanto, que contratou o ex-procurador-geral da República Antonio Fernando Souza para atuar como seu advogado. “Se todos os jornais estão publicando, declarando que eu estou com algum pedido de investigação, é natural que eu busque um advogado que possa buscar saber informações”, disse ele.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT) afirmou por meio de sua assessoria que não recebeu até o momento nenhuma informação sobre a lista de denunciados e que reitera seu posicionamento dado anteriormente, em que negou qualquer envolvimento com o esquema de corrupção.
Também pela assessoria, o governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão (PMDB) disse refutar a ligação de seu nome à operação Lava-Jato. “O governador afirma que está à disposição das autoridades em qualquer fórum para dar esclarecimentos sobre suas ações e patrimônio”, ressaltou a nota.
O senador Ciro Nogueira (PP) disse por meio de nota que “jamais teve qualquer relação imprópria com qualquer dos acusados da operação Lava Jato”. Disse ainda que renunciará no caso de surgimento de qualquer “prova objetiva que venha a macular sua atitude como homem público”.
A assessoria do ex-presidente e atual senador Fernando Collor (PTB) reafirmou que reitera a posição dada anteriormente de que as “informações padecem de absoluta falta de veracidade e credibilidade, ainda mais quando recolhidas e vazadas de depoimentos tomados em circunstâncias que beiram a tortura de um notório contraventor da lei, agravados por suas condições físicas e psicológicas.”
A assessoria do senador Valdir Raupp (PMDB) disse que ele não comentaria, já que o vazamento ainda é uma especulação. O senador Edison Lobão (PMDB), o deputado Nelson Meurer (PP), Mário Negromonte e o governador Tião Viana (PT) não retornaram os contatos da reportagem.
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Fonte:El Pais -Afonso Benites São Paulo
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Adriano leva 18 garotas de programa para motel
Adriano Imperador continua se envolvendo em polêmicas. O atacante foi visto entrando em um motel no Rio de Janeiro na companhia de 18 garotas de programa na última sexta-feira (27).
Todas elas, que trabalham em uma casa de prostituição de Copacabana (RJ), foram levadas pelo atleta e alguns integrantes de um grupo de pagode bem conhecido para uma festinha privê no Motel Vip’s, na Avenida Niemeyer.
Outra revelação que chocou é que o Imperador carregava com ele R$ 60 mil em dinheiro vivo para bancar a farra que só terminaria na manhã do dia seguinte, segundo informação do jornal Extra.
(DOL)
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Semas aperfeiçoa sistema de controle e emissão de créditos de madeira no Estado
Com o propósito de dificultar e reduzir fraudes no Sistema de Comercialização e Transportes de Produtos Florestais, o Sisflora, a direção da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), vem aplicando ajustes de segurança e aperfeiçoando o acesso ao Sisflora. O trabalho é feito em parceria com vários órgãos estaduais e federais envolvidos na missão de combater crimes ambientais de qualquer natureza na floresta amazônica.
O mais recente exemplo da eficácia dessa estratégia foi a descoberta, esta semana, do envolvimento de um madeireiro e duas técnicas contratadas pelas Semas em fraude, que poderia ter gerado prejuízos de mais de R$ 80 milhões. Essa agenda estratégica e de inteligência, inclui rapidez e novos procedimentos internos que permitem monitorar e bloquear, no menor espaço de tempo possível, fraudes no Sisflora.
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A operação realizada na terça-feira, 3, pela equipe da Divisão de Repressão a Crimes Tecnológicos (DRCT), sob o comando do delegado Marcos Mileo, é um exemplo do entrosamento de vários órgãos, entre os quais o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que detectou a fraude a partir do momento que os suspeitos tentaram passar créditos para além dos limites do estado do Pará.
De um total de 121 mil metros cúbicos (m³) inseridos indevidamente pelos acusados na plataforma do Sisflora, foram usados de fato apenas 1,5 mil metros cúbicos – calculado em R$ 1 milhão – dentro do estado do Pará. Segundo as investigações, em torno de dez madeireiras estão envolvidas na ilegalidade. Se conseguissem levar à frente a fraude, o estado seria lesado em cerca de R$ 84 milhões e o meio ambiente sofreria uma grande devastação florestal.
Ação – O entrosamento da Semas, Ibama e Polícia Civil na operação permitiu que em um espaço de apenas uma semana, o Sisflora fosse bloqueado para comercialização e as técnicas acusadas fossem ouvidas pela Corregedoria do órgão ambiental. Nesse período, também foram repassadas pela Semas as informações solicitados pela polícia, para possibilitar as prisões do madeireiro e secretário de Desenvolvimento Econômico do Município de Pacajás, João Paulo Chopek, e de uma das servidoras da secretaria. A outra técnica foi ouvida separadamente antes das prisões.
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A agilidade da ação da Semas e Polícia Civil se refere à data em que o estado detectou a ultra movimentação da fraude, no último mês de fevereiro. A alteração no Sisflora foi percebida dia 19 e no dia 26 foi bloqueado o acesso da empresa de fachada usada pelos acusados.
Sistema – Especialistas na área ambiental e florestal afirmam que o Sisflora, em operação no Pará, é um dos sistemas de gestão de emissão e controle de créditos de produtos florestais madeireis mais seguros em uso no país, mas necessita de atualizações e aperfeiçoamentos constantes, preocupação da direção da Semas
“É preciso esclarecer a sociedade que estamos sempre aperfeiçoando nosso sistema e a Semas agiu rapidamente para abastecer com informações a ação da polícia em relação às contratadas suspeitas de participação da fraude, já afastadas de suas funções”, esclarece a Corregedora da Semas, Rosângela Siqueira.
A corregedora também ressaltou que “medidas administrativas” já estão em curso na atual gestão da Semas para consolidar novos estudos técnicos “destinados à criação de travas parametrizadas”, dentro do sistema para reduzir as operações ilegais com produtos florestais no estado.
Uma das orientações do atual secretário da Semas, Luiz Fernandes, é também para “fortalecer o trabalho da corregedoria”, internamente e externamente, ao dialogar com órgãos de investigação e repressão a crimes ambientais, parceria que alinha na mesma visão e objetivos das polícias Civil do Pará, Rodoviária Federal (PRF), ministérios públicos do Estado (MPE), Federal (MPF), justiça (TJE-PA), prefeituras do interior do estado e sociedade civil organizada, lembra a corregedora da Semas.
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Com as prisões dos dois acusados, terça-feira, novas investigações estão acontecendo na Semas que dimensionem a extensão da fraude no Pará, e outros estados brasileiros, no sentido de apurar envolvimento de outras pessoas e empresas.
O alerta que fez a Semas bloquear, com antecedência, o Sisflora estadual, foi emitido pelo sistema de controle florestal do Ibama, que tem abrangência em todo território nacional e trava tentativas de “venda” de créditos virtuais no país. A legislação brasileira estabelece “gestão compartilhada” com as secretarias ambientais para fortalecer o combate aos crimes ambientais.
O secretário Adjunto de Gestão de Regularidade Ambiental da Semas, Hildemberg Cruz, e a Corregedora da Semas, Rosângela Siqueira, participaram da coletiva de imprensa na sede da Delegacia Geral em Belém, quando destacaram o aprofundamento das investigações, o bloqueio do Sisflora e as ações da secretaria em estrita colaboração com a polícia para apurar todos os fatos.
“A Semas ainda apura o envolvimento de uma outra servidora, também responsável pelo serviço com acesso ao Sisflora. Ao lado disso, estamos aperfeiçoando nosso sistema contra essas fraudes”, finalizou Hildemberg.
Ascom/Semas
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Citações são ‘insuficientes’ para investigar Dilma e Aécio
Pedidos de inquérito com 54 nomes listados permanecem sob sigilo
Ao receber o material da Operação Lava-Jato com as referências a autoridades com foro privilegiado, a Procuradoria Geral da República (PGR) se deparou com citações aos nomes dos dois candidatos que disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 2014: a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB). Durante a análise do conteúdo, na fase que antecedeu aos pedidos de abertura de inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), a PGR considerou que as menções aos dois não eram suficientes para pedidos de investigação. Não se sabe, porém, se o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, efetivou o descarte da apuração formalizando as solicitações de arquivamento ao Supremo. Integrantes do PSDB garantem, no entanto, que houve arquivamento para o caso de Aécio. Os 28 pedidos de inquérito protocolados no STF, onde são listados 54 nomes, e os sete de arquivamento permanecem sob sigilo. A expectativa é de que o ministro relator do caso, Teori Zavascki, derrube o sigilo até amanhã.
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O GLOBO procurou a assessoria de imprensa da PGR para saber o destino formal dos dois casos. Por conta do sigilo dos pedidos de inquérito, o órgão não forneceu a informação. “As citações às pessoas estão sob sigilo”, disse a assessoria.
Presidente sem envolvimento nos fatos
No caso de Dilma, a avaliação inicial foi de que as citações seriam apenas referências ao nome da petista, sem um envolvimento direto nos fatos. A citação a Aécio dizia respeito a fatos antigos, da década de 90. Além disso, a referência não guardava relação com o esquema de desvios de recursos da Petrobras, desbaratado na Operação Lava-Jato.
A base para as petições de Janot no STF foram os depoimentos dos dois principais delatores do esquema, o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. O grupo de apoio a Janot, montado no fim de janeiro para analisar as citações aos políticos com foro privilegiado, aventou sobre o que fazer em relação às citações a Dilma e Aécio.
O senador Aécio Neves (PSDB-MG)(Foto: Fernando Donasci / Agência O Globo)
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Ao longo do dia, parlamentares do PSDB informaram ter recebido a informação de que Janot recomendou ao STF o arquivamento das citações a Aécio na Operação Lava-Jato. O tucano, que é presidente do partido, comemorou a decisão e disse que houve uma movimentação do governo para tentar envolver a oposição no caso.
— Não tinha conhecimento, mas recebo como uma homenagem o arquivamento. Houve uma tentativa de envolver a oposição. E, se o procurador concluiu que não houve nada, ele tem a última palavra — disse Aécio.
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A reportagem apurou que, em determinado momento da análise das citações ao tucano, chegou-se a cogitar a possibilidade de pedido de abertura de inquérito contra o presidente do PSDB. O entendimento que teria prevalecido foi de que as referências não dariam sustentação para o Supremo atender ao pedido do Ministério Público, e determinar a abertura de inquérito.
Youssef citou irmã de Aécio
Em um dos depoimentos da delação premiada, o doleiro Youssef disse que soube que Aécio recebeu dinheiro desviado de Furnas Centrais Elétricas no período em que era deputado federal. Os pagamentos teriam sido feitos por intermédio de uma das irmãs do senador. O relato da propina chegou a Youssef por intermédio do ex-deputado José Janene (PP-PR), já morto. Janene é apontado como um dos chefes dos desvios de dinheiro em contratos da diretoria de Abastecimento da Petrobras.
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— Em relação ao senador Aécio, ele falou que ouviu dizer. Não tem prova nenhuma. Ele não conhece o senador. Nunca esteve com ele — disse ao GLOBO o advogado Antônio Figueiredo Basto, coordenador da defesa do doleiro nos processos relacionados à Operação Lava Jato.
Youssef mencionou a irmã do senador, mas não soube dizer qual delas. O senador tem duas irmãs. Para Basto, a acusação é frágil. Esse teria sido o motivo que levou Janot a não pedir abertura de inquérito contra Aécio, segundo o advogado. Ele disse ainda que, se for chamado a depor novamente, Youssef não voltará a falar sobre o assunto porque não teria como provar as acusações.
Por: O Globo /Foto: Getty Images
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