PF aponta uso de viaturas em esquema de garimpo ilegal e mesada a comandantes da PM do Pará

Bens apreendidos durante Operação Cobiça — Foto: Reprodução/ PF

Dois oficiais da corporação e dois empresários foram presos preventivamente em operação deflagrada hoje na Região do Tapajós

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira uma operação para desmantelar um esquema de garimpo ilegal na região do Tapajós, no Pará, que contava supostamente com o apoio logístico e a segurança de oficiais da Polícia Militar do Pará (PM-PA). Um coronel e um tenente-coronel da corporação – chefes de batalhões de Itaituba (PA) – e dois empresários foram presos preventivamente. A PF também cumpriu mandados de busca e apreensão contra outros sete policiais, entre eles um major, um capitão, três sargentos e um cabo.

Segundo relatório da PF, os oficiais recebiam uma mesada da organização criminosa para ajudar no transporte e segurança do ouro ilegal e fazer vista grossa aos crimes ambientais. Os investigadores apontaram até o uso de uma viatura para retirar “o material” da estrada ma região da Rodovia Transgarimpeira.

“Há um aparente desvio de policiais para atividades privadas da GANA GOLD MINERAÇÃO LTDA. (empresa investigada), a ponto de deixar um posto de patrulhamento com apenas três meganhas. Nota-se que até mesmo uma viatura estaria à disposição da empresa, caso ela não dispusesse de motorista particular que possa retirar o ‘material’ na entrada do São Domingos”, diz a decisão judicial, obtida pelo GLOBO, que autorizou a operação.

Dono da Gana Gold e alvo de prisão preventiva, Marcio Macedo chega a conversar com um sócio sobre o pagamento a militares em mensagens interceptadas pela PF. “Eles deixam alguém para dar apoio dentro da mina, pagamento. Quantos policiais estão aí hoje?”, diz ele ao seu parceiro. Nomes de policiais também aparecem em planilhas de folhas de pagamento apreendidas pelos investigadores.

“A análise das mensagens (…) constatou que os gastos da operação irregular do empreendimento GANA GOLD, mais especificamente relacionados a mina de Itaituba, tinha todos os gastos planilhados e organizados, na qual surge o núcleo policial da ORCRIM (organização criminosa), com pagamentos periódicos a membros da Polícia Militar do Estado do Pará, no intuito de garantir a impunidade dos crimes ali cometidos”, diz a representação do Ministério Público Federal.

A defesa de Macedo afirmou que a prisão preventiva “afronta e desrespeita as decisões do Tribunal Regional Federal da 1ª Região”. O advogado Renilson Garcia argumentou que um outro mandado contra ele já havia sido revogado pelo TRF1 em julho de 2022 sob os “mesmos fatos investigados”. “A empresa está com todas as suas atividades paralisadas desde abril de 2022”, completou o defensor, em nota.

Segundo a PF, há indícios de que o ouro comercializado pelo grupo vinha de áreas próximas à Terra Indígena Munduruku, que passa por uma operação de desintrusão em curso. Entre 2020 e 2021, o grupo investigado teve um rendimento de mais de R$ 1 bilhão, conforme os investigadores. A operação foi batizada de “Cobiça”.

Os alvos são suspeitos dos crimes de lavagem de dinheiro, usurpação de bens da União e organização criminosa.

Fonte: Eduardo Gonçalves – Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/11/2024/11:48:44

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Fiscais apreendem carros zero km avaliados em mais de R$ 300 mil, no PA

Veículos apreendidos durante fiscalização no Pará. — Foto: Ascom Sefa

Ação ocorreu na BR-010, em Dom Eliseu, nordeste do Pará.

Fiscais da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) apreenderam dois carros zero km avaliados em R$ 308 mil em Dom Eliseu, nordeste do Pará.

A ação foi divulgada nesta sexta-feira (29). De acordo com o coordenador da unidade responsável pela fiscalização na área, Gustavo Bozola, os carros estavam em um veículo tipo prancha utilizado como guincho, que passou direto pelo posto fiscal.

O coordenador disse que interceptaram o veículo na BR-010, a alguns quilômetros da unidade da Sefa. Segundo Gustavo, o condutor da carga apresentou duas notas fiscais com origem e destino em Imperatriz, no Maranhão, mas foi encontrado no Pará, o que caracteriza quebra de trânsito, quando a nota fiscal informa um destino e a carga vai para outro lugar.

Veículo que levava os carros foi interceptado por agentes da Sefa. — Foto: Ascom Sefa
Veículo que levava os carros foi interceptado por agentes da Sefa. — Foto: Ascom Sefa

De acordo com os agentes, após consultas no sistema, foi identificado que a empresa destinatária tinha diversas inscrições estaduais suspensas.

“As notas fiscais apresentadas foram desconsideradas pela fiscalização e foram emitidos dois Termos de Apreensão e Depósito (TADs) no valor de R$ 66.528”, completou a Sefa.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/11/2024/11:22:59

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Governo libera R$ 1,7 bilhão bloqueados do Orçamento

(Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil) – Volume de recursos congelados cai R$ 19,3 bi para R$ 17,6 bilhões

Versão em áudio

A reestimativa de receitas e o adiamento de repasse de recursos da Lei Aldir Blanc fizeram o governo liberar R$ 1,7 bilhão do Orçamento bloqueados na semana passada. O Ministério do Planejamento e Orçamento editou uma nova versão do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas nesta sexta-feira (29) à noite.

Com a liberação, o volume de recursos congelados no Orçamento deste ano caiu de R$ 19,3 bilhões para R$ 17,6 bilhões. O bloqueio foi reduzido porque o Planejamento oficializou o adiamento de R$ 1,71 bilhão da Lei Aldir Blanc. Alegando baixa execução dos projetos culturais pelos estados e municípios, o governo editou, no último dia 22, uma medida provisória que condiciona as transferências de recursos ao andamento dos projetos financiados pela lei.

Na versão anterior do relatório, o governo tinha cancelado para este ano R$ 1,3 bilhão da Lei Aldir Blanc. O novo relatório cancelou o R$ 1,7 bilhão restante da verba original, só deixando R$ 1,1 milhão em projetos culturais para serem gastos até o fim de 2024.
Déficit primário

Chamado de “extemporâneo” pelo Ministério do Planejamento, o novo relatório também diminuiu a previsão de déficit primário de R$ 65,303 bilhões para R$ 64,426 bilhões. A redução ocorreu porque a Procuradoria-Geral Federal informou que cerca de R$ 2,7 bilhões da versão do Desenrola para agências reguladoras devem entrar no caixa do governo ainda este ano. No relatório publicado na semana passada, a estimativa para essas receitas estava zerada.

Ao considerar apenas as despesas sujeitas ao teto do arcabouço fiscal, a previsão de déficit primário caiu de R$ 28,737 bilhões para R$ 27,747 bilhões. Como a projeção está dentro da margem de tolerância do marco fiscal, que permite déficit de até R$ 28,756 bilhões (0,25% do Produto Interno Bruto), não houve a necessidade de contingenciamento.

O déficit primário representa a diferença entre as receitas e os gastos do governo sem os juros da dívida pública. Entre os gastos fora do teto do arcabouço fiscal, estão os créditos extraordinários para a reconstrução do Rio Grande do Sul, o combate a incêndios florestais e o pagamento de precatórios em atraso.

Tanto o contingenciamento como o bloqueio representam cortes temporários de gastos. O novo arcabouço fiscal, no entanto, estabeleceu motivações diferentes. O bloqueio ocorre quando os gastos do governo crescem mais que o limite de 70% do crescimento da receita acima da inflação. O contingenciamento ocorre quando há falta de receitas que comprometem o cumprimento da meta de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública).
Detalhamento

Também na noite desta sexta-feira, o Ministério do Planejamento publicou o detalhamento do bloqueio dos R$ 17,6 bilhões por ministério. Em valores absolutos, as pastas mais atingidas são os Ministérios da Saúde (R$ 4,39 bilhões), Educação (R$ 3,04 bilhões) e Cidades (R$ 2,47 bilhões). Em seguida, vêm os Ministérios dos Transportes (R$ 1,94 bilhão) e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (R$ 1,04 bilhão).

Pela legislação, o governo precisa editar o decreto presidencial com o detalhamento do bloqueio de gastos até dez dias após a publicação do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas. Nesse caso, o prazo levou em consideração a publicação do relatório original, na sexta-feira da semana passada, mas os números vieram atualizados com a redução do bloqueio em R$ 1,7 bilhão.

 

Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/11/2024/11:18:09

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Avião de pequeno porte cai no Rio Tapajós, no Pará; Bombeiros e Exército fazem buscas por ocupantes

Parte de asa de avião foi encontrada em Itaituba — Foto: Reprodução

Queda ocorreu em Itaituba e foi vista por militares. Moradores da região auxiliam nas buscas.

Um avião de pequeno porte caiu nesta sexta-feira (29) no Rio Tapajós, em Itaituba, sudoeste do Pará. Buscas por ocupantes foram realizadas por militares dos bombeiros e Exército e documentos e parte da de um avião foram encontrados durante as buscas.

A queda teria ocorrido em frente ao prédio 53º Batalhão de Infantaria de Selva (53º BIS), por volta das 12h. Em nota, o Comando Militar do Norte (CMN) informou que militares avistaram o momento da queda do avião e acionaram duas equipes do Grupo de Combate da Seção de Embarcações.

Em nota, o Corpo de Bombeiros Militar do Pará informou que trabalha “na busca pelas vítimas e pela a aeronave desaparecidas no rio Tapajós, em Itaituba”. Os trabalhos foram suspensos no início da noite e serão retomadas no sábado (30).

A suspeita é que o avião tenha se chocado com cabos de energia quando tentava pousar no aeroporto da cidade e a fumaça de queimadas na região tenha atrapalhado a visibilidade, como mostrou a TV Liberal – veja no vídeo abaixo.

As autoridades não confirmaram até a noite de sexta o que pode ter provocado a queda, o modelo da aeronave, nem quantas pessoas estariam nela.

Os militares seguem atuando nas buscas e uma equipe de mergulhadores dos bombeiros em Santarém foi acionada. Moradores da região também estão na margem do rio Tapajós auxiliando nas buscas.

O Primeiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA I) informou que coleta informações para investigar o caso sobre a queda da aeronave “sem identificação de matrícula até o presente momento”. Já a Polícia Civil informou que não está atuando no caso.

Equipes do 53º Batalhão de Infantaria de Selva (53º BIS) fazem buscas na região — Foto: Reprodução
Equipes do 53º Batalhão de Infantaria de Selva (53º BIS) fazem buscas na região — Foto: Reprodução

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/11/2024/11:02:56

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Taxa de desemprego atinge menor patamar desde 2012

(Foto: CNI/Miguel Ângelo/Direitos reservados) – Índice ficou em 6,2% no trimestre encerrado em outubro

Versão em áudio

A taxa de desocupação no país, também conhecida como taxa de desemprego, ficou em 6,2% no trimestre encerrado em outubro deste ano. A taxa é a menor registrada desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2012.

O trimestre anterior, encerrado em julho deste ano, havia registrado taxa de 6,8%. Em outubro do ano passado, havia ficado em 7,6%.

A população ocupada (103,6 milhões) também atingiu recorde, ficando 1,5% acima da média do trimestre encerrado em julho e 3,4% superior a outubro.

A população desocupada recuou para 6,8 milhões, ou seja, 8% a menos (menos 591 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e 17,2% inferior a outubro de 2023 (menos 1,4 milhão de pessoas). É o menor contingente de desocupados desde o trimestre encerrado em dezembro de 2014.

O rendimento real habitual do trabalhador ficou em R$ 3.255, ficando estável na comparação trimestral e crescendo 3,9% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 332,6 bilhões) cresceu 2,4% (mais R$ 7,7 bilhões) no trimestre e 7,7% (mais R$ 23,6 bilhões) no ano.

 

Fonte: Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/11/2024/16:24:21

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Xamã: onça-pintada resgatada em área desmatada de MT retorna à natureza após 2 anos em processo de reintrodução

Xamã na Serra do Cachimbo, localizada no sul do Pará — Foto: Onçafari
Nesta sexta-feira (29), é celebrado o Dia Nacional da Onça-pintada. Xamã foi resgatado aos oito meses de idade.

🐆A onça-pintada Xamã, resgatada aos 8 meses de vida, em uma área desmatada e com focos de incêndio, em Sinop, a 503 km de Cuiabá, foi solta na região amazônica da Serra do Cachimbo, no sul do Pará, após dois anos de cuidados e adaptação.

A soltura do felino ocorreu em outubro deste ano, mas só foi divulgada nesta sexta-feira (29), em comemoração ao Dia Internacional da Onça-pintada, que é celebrado nesta data.

O resgate e o processo de reintrodução do animal na natureza foi realizado pela Organização Não Governamental (ONG) Onçafari. Ele também passou por um período de recuperação no Setor de Animais Silvestres da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O biólogo da Onçafari, Leonardo Sartorello, explicou ao g1 que a região em que Xamã foi resgatado é considerada uma zona de transição amazônica, dessa forma, é necessário que ele seja solto no mesmo bioma, por isso a Serra do Cachimbo foi escolhida como o novo lar para o felino.

Recinto onde Xamã ficou até ser solto — Foto: Onçafari
Recinto onde Xamã ficou até ser solto — Foto: Onçafari

Até a reintrodução, ele foi mantido em um recinto, próximo ao local da soltura, até completar a idade adulta. O local é preparado para simular as condições da vida livre na floresta e tem cerca de 15 mil m2.

De acordo com a bióloga e coordenadora de vida silvestre da Proteção Animal Mundial, Júlia Trevisan, Xamã retornou à vida livre através do método de ‘soft release’, que permite que o animal deixe a grade de segurança quando se sentir confortável. Ele saiu do recinto depois de 12 horas.

Para a bióloga, a reintegração é uma vitória do meio ambiente. Mesmo com a soltura, o desenvolvimento do animal continuará sendo acompanhado pela ONG por meio de um colar de monitoramento.

🐆Dia Internacional da Onça-pintada

A data foi instituída em 2018 por uma portaria do Ministério do Meio Ambiente (MMA), para prestar homenagem à espécie que é símbolo da biodiversidade nacional.

O objetivo é unir esforços globais para a conscientização sobre a importância ecológica, econômica e cultural da espécie. A celebração é uma oportunidade de engajar a sociedade na preservação do maior felino das Américas.

Refaunação 🐆🌳

A refaunação é um processo de conservação que consiste em devolver animais aos seus habitats originais, permitindo que os ecossistemas se restaurem e se recuperem da degradação.

 

Fonte: Victória Oliveira, g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/11/2024/16:08:41

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Homem morre atropelado na pista do BRT, em Belém

Ônibus particular atropelou o homem, que morreu no local. — Foto: Lucas Trevisan / TV Liberal

De acordo com a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob), a vítima foi atingida quando atravessava a avenida Augusto Montenegro. Trecho foi interditado.

Um homem foi morto atropelado na pista expressa do BRT na avenida Augusto Montenegro, em Belém, nesta sexta-feira (29).

O acidente ocorre em frente ao colégio Impacto, no sentido Entroncamento. O trecho foi interditado pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob), que confirmou o caso.

De acordo com o órgão, por volta de 6h30 desta manhã, a vítima foi atingida por um ônibus particular ao tentar atravessar fora da faixa de pedestre e a cerca de 100 metros do semáforo. Moradores da área disseram que o homem tinha saído para ir ao trabalho. O corpo dele foi removido para passar por perícia.

A Semob informou que o condutor do ônibus foi encaminhado para prestar esclarecimentos na delegacia. A Superintendência ainda disse que agentes estão no local para orientar o trânsito e os motoristas que precisam trafegar no trecho.

Acidente ocorreu na pista do BRT da avenida Augusto Montenegro, em Belém. — Foto: Reprodução9 / TV Liberal
Acidente ocorreu na pista do BRT da avenida Augusto Montenegro, em Belém. — Foto: Reprodução9 / TV Liberal

Fonte:g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/11/2024/14:49:23

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Apartamento em edifício de luxo em Santarém é palco de operação da PF, que prendeu coronéis lotados em Itaituba, e empresários, em Goiânia

(Fotos: Polícia Federal/Divulgação) – Segundo a PF, empresários repassavam “mesada” a militares para terem liberdade de extrair e transportar ouro irregular

Vista parcial de Santarém da sala do apartamento do coronel Pedro, em Santarém, onde houve operação de busca e apreensão nesta quinta-feira(28) – Créditos: Divulgação

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (28/11) a operação Cobiça, voltada ao combate a crimes ambientais na região do Tapajós, oeste do Pará. estão sendo cumpridos 21 mandados de busca, quatro mandados de prisão, sequestro de bens e medidas cautelares de afastamento da função pública. A suspeita é que servidores públicos participam de organização criminosa na cadeia produtiva do ouro ilegalmente.

Os mandados estão sendo cumpridos em Santarém, Itaituba, Altamira, Rio de Janeiro e Goiânia, segunfo informou a Polícia Federal em nota distribída à imprensa.

O Portal OESTADONET apurou que foram presos o coronel Pedro, comandante do CPR-X, e o tenente-coronel Campos, comandante do batalhão da PM. Tiveram busca e apreensão em suas residências, além de Pedro e Campos, o major Jarlisson, o capitão Scalabrin, e os sargentos Mendes, Vinícius, Jackson e Carneiro, além do cabo Sales, todos em Itaituba.

Em Santarém, o apartamento do coronel Pedro, localizado no 24o. andar do Edifício Unique, na praça das Flores, foi revistado pelos policiais federais. Lá, segundo apurou a reportagem, houve necessidade de arrombamento de dependências internas.

A Polícia Federal informou que dois empresários tiveram mandados de prisão expedidos. A reportagem apurou que esses dois mandados judiciais ficaram de ser cumpridos em Goiânia.

A nota da PF informa que foram apreendidos ao menos oito carros de luxo, celulares, joias e quantidade ainda não contabilizada de ouro e dinheiro.

A investigação apontou que os servidores públicos investigados receberam, durante meses sucessivos, pagamentos de empresas e outras pessoas investigadas pela comercialização de ouro de terras indígenas e de área de reserva legal. O dinheiro seria para que os servidores públicos facilitassem ou não reprimissem os crimes ambientais cometidos pelas empresas, além de atuarem na logística e segurança do ouro ilegal. Há fortes indícios de que o ouro comercializado pela organização criminosa provém de garimpos localizados no interior e região de entorno da Terra Indígena Munduruku. Essa é uma das terras indígenas mais devastadas pelo crime e que está, no momento, em processo de desintrusão em grande operação, também com participação da Polícia Federal.

Um dos investigados teria recebido R$ 4 mil por mês, como parte da organização criminosa, para não embaraçar o negócio ilegal; outros dividiam R$ 10 mil mensais, com a função de estar à disposição das empresas, inclusive em horários de expediente e usando carro e outros materiais de trabalho institucionais.

Outro dos investigados é empresário que já havia sido condenado três vezes por tráfico de drogas, além de ter condenações por receptação, tentativa de homicídio, uso de documento falso e associação para o tráfico.

Na atual operação, os crimes investigados são: lavagem de dinheiro, usurpação de bens da União e organização criminosa.

A operação Cobiça surgiu a partir da operação Ganância, da Polícia Federal em Rondônia, em 2022, que investigou desvio de recursos públicos federais na prestação de serviços de UTI aérea.

As empresas envolvidas no esquema teriam causado dano ambiental em área de 212 hectares, extraindo quantidade de minérios superior à permitida na guia de utilização expedida pela Agência Nacional de Mineração (ANM). As empresas declararam extrair minérios de terra indígena e de locais onde ela não teve atividade.

Entre 2020 e 2021, o grupo econômico teve um rendimento estimado superior a R$ 1 bilhão, extraindo muito mais minérios do que o autorizado, em locais proibidos.

Fonte: Polícia Federal e redação do Portal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/11/2024/16:13:01

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Adolescente de 17 anos morre após ser atacada por porcos em sua fazenda

(Foto: Reprodução) – Adolescente de 17 anos morre após perder muito sangue; a menina foi atacada pelos próprios porcos em sua casa

Uma adolescente foi atacada até a morte por seus próprios porcos enquanto os alimentava. Milena Shevelyova, de apenas 17 anos, foi vítima do grupo deporcos na fazenda de sua família na região de Krasnoyarsk, na Rússia. Ela ficou cuidando dos animais enquanto seus pais foram a uma cidade próxima.

Quando ela entrou no pequeno celeiro para alimentar os animais, ela foi atacada por uma porca “grande e agressiva”, antes que “todos os outros porcos a atacassem”, de acordo com a mídia local.

Ela tinha vários ferimentos na cabeça e no corpo por causa de “mordidas de porco”.

“Todos os outros porcos a atacaram”, disse uma reportagem do canal Bad News Telegram. “Os animais r*sgaram sua artéria femoral e a morderam. Milena morreu devido à perda de sangue.”

Seus pais. preocupados porque não conseguiram falar com ela por telefone, pediram a um amigo para ver como ela estava. “Ele encontrou o corpo”, disse o relatório.

“Os pais disseram à polícia que os porcos sempre foram bravos e agressivos.”

Uma equipe de paramédicos confirmou a morte da menina. O promotor do distrito de Uzhursky de Krasnoyarsk foi imediatamente ao local.

“Seu corpo foi enviado para um exame médico forense, cujos resultados determinarão a causa exata da morte”, disse um comunicado. “As condições que contribuíram para a tragédia estão sendo estabelecidas. Se houver motivos, todas as medidas necessárias de acusação serão tomadas.”

Um processo criminal por morte por negligência foi aberto.

O namorado da vítima, Vladimir Bedny, de 18, postou: “Você permanecerá para sempre em meu coração. Perdoe-me por tudo, minha menina mais amada.”

 

Fonte: Max e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/11/2024/16:06:24

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Pescadores da Ilha de São Miguel salvam pirarucus ameaçados pela seca na várzea de Santarém.

(Foto: Reprodução) – Centenas de peixes que estavam em uma área seca do Lago do Paraná já foram retirados para outros pontos onde ainda tem água

Em meio à crise ambiental que assola as áreas de várzea em Santarém, no oeste do Pará, pescadores da Ilha de São Miguel, nos limites dos municípios de Santarém e Alenquer, estão protagonizando um esforço exemplar para salvar uma das espécies mais emblemáticas da Amazônia: o pirarucu. A seca severa que afeta rios, lagos e igarapés na região tem provocado a morte de toneladas de peixes, mas a mobilização da comunidade local está fazendo a diferença.

A Ilha de São Miguel, localizada na região do Rio Amazonas, é historicamente marcada pela resistência de pescadores contra a pesca predatória. Agora, além de combater a pesca ilegal, os comunitários enfrentam uma nova ameaça: a drástica redução dos níveis de água e o aumento das temperaturas, que tornam os ambientes aquáticos inóspitos para diversas espécies.

Diante desse cenário, pescadores estão organizando mutirões para transferir pirarucus de áreas secas e com baixa concentração de oxigênio para lagos e canais onde ainda há condições mínimas para a sobrevivência dos peixes.

Segundo a pescadora Delcilane Pereira Costa, centenas de peixes que estavam em uma área seca do Lago do Paraná já foram retirados para outros pontos onde ainda tem água. Desde que a crise hídrica se alastrou pela região, o resgate das espécies tem sido feito diariamente. Um trabalho que envolve várias pessoas e todas com um propósito: proteger o ‘Gigante da Amazônia’.

Ela conta que os pirarucus resgatados são espécies de manejos e para onde eles estão sendo levados, não correm mais risco. “Esse trabalho começou neste mês. O lago tem alguns pontos muito secos e aí, os animais estavam praticamente na lama. A comunidade se reuniu para fazer o resgate deles para outro ponto mais fundo”, contou ao Portal OESTADONET.

Deucilane e o marido são voluntários nesta ação que está ajudando a preservar centenas de pirarucus da ação imprevisível da natureza.

“O pirarucu é mais do que um símbolo da Amazônia. Ele é vital para o equilíbrio do ecossistema e para a subsistência das famílias ribeirinhas. Não podíamos ficar de braços cruzados enquanto eles morriam”, pontua a pescadora.

A estiagem extrema já resultou na morte de toneladas de peixes em comunidades vizinhas, como no Igarapé do Costa, onde imagens chocantes mostram milhares de peixes de diversas espécies mortos em leitos secos.

Além do impacto ecológico, a situação preocupa as comunidades locais que dependem da pesca para alimentação e sustento.

A redução drástica do nível das águas em rios, lagos e igarapés tem sido um dos fatores predominantes para a mortandade de peixes. As altas temperaturas, que tornam a água imprópria para a vida aquática, também tem um peso negativo nesse cenário desolador.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) está monitorando as áreas mais afetadas pela estiagem. Técnicos têm coletado amostras de peixes mortos para análises e orientado os comunitários sobre os procedimentos adequados para lidar com a mortandade em massa.

Apesar da gravidade da situação, a mobilização dos pescadores da Ilha de São Miguel traz esperança. A união da comunidade é um exemplo de como o conhecimento tradicional e a solidariedade podem contribuir para preservar espécies fundamentais para o ecossistema e a cultura da Amazônia.

Embora haja expectativa de chuvas para aliviar a situação, a previsão climática indica que a normalização dos níveis de água pode demorar. Até lá, iniciativas como a dos pescadores de São Miguel continuam sendo essenciais para minimizar as perdas ambientais e sociais.

 

Fonte: Portal OESTADONET e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/11/2024/15:56:00

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