Lula assina decreto com ações de pesquisa e inovação para a agricultura familiar

(Foto: Reprodução) – O Programa tem o objetivo de promover ações de pesquisa e inovação voltadas para a agricultura familiar, com ênfase na transição agroecológica

Iniciativa tem ênfase na transição agroecológica dos sistemas agroalimentares, preservação de biomas e sustentabilidade

O presidente Luís Inácio Lula da Silva assinou, nesta terça-feira (3/11) de dezembro, o Decreto número 12.287, que institui o Programa Nacional de Pesquisa e Inovação para a Agricultura Familiar e Agroecologia (PNPIAF). A medida foi publicada na edição desta quarta-feira (4/11), do Diário Oficial da União (DOU).

O Programa tem o objetivo de promover ações de pesquisa e inovação voltadas para a agricultura familiar, com ênfase na transição agroecológica dos Sistemas Agroalimentares Localizados, na preservação dos biomas e na sustentabilidade de agroecossistemas. O PNPIAF será executado pelos ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar; da Ciência, Tecnologia e Inovação; da Educação; do Meio Ambiente e Mudança do Clima; e da Agricultura e Pecuária, por meio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Entre as diretrizes do programa estão o reconhecimento e valorização dos conhecimentos e saberes tradicionais dos agricultores e agricultoras familiares, povos e comunidades tradicionais, quilombolas e indígenas e, também, inovação social e valorização das soluções desenvolvidas pelos agricultores e agricultoras familiares e dos processos participativos de co-criação das tecnologias.

BENEFICIÁRIOS – Além das agricultoras e agricultores familiares, serão beneficiários do PNPIAF organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior e de educação profissional, científica e tecnológicas; instituições científicas, tecnológicas e de inovação (ICTs); e escolas família agrícola, além de instituições de assistência técnica e extensão rural, pública ou privadas.

CONCEITO – O programa busca promover, por meio de ações de pesquisa e inovação adaptadas, o fortalecimento da produção familiar e da agroecologia como segmento social estratégico para a ampliação da produção de alimentos saudáveis; o desenvolvimento rural sustentável; o combate às mudanças climáticas; e a ampliação da sustentabilidade dos agroecossistemas e dos biomas. Assim, pretende contribuir para a redução de desigualdades de gênero, étnico-raciais e para a melhoria da qualidade de vida de agricultores e agricultoras familiares em todo o Brasil.

 

Fonte: Agência Gov | via Casa Civil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/16:00:20

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Com 3 mil ações em dez meses, Casa de Governo na TI Yanomami cerca garimpo ilegal

(Foto: Reprodução) – Ações são compostas por diferentes forças policiais e órgãos de Governo

Em novembro, operação da PRF apreendeu 21 quilos de ouro avaliados em R$ 10 milhões. Ao todo, 397 acampamentos criminosos foram destruídos

Desde a implantação da Casa de Governo, em março de 2024, o combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY) ganhou um novo impulso. Até 30 de novembro, 3.035 operações foram realizadas, resultado de uma estratégia integrada e eficiente que mobiliza diversos órgãos federais.

As ações, coordenadas pela Casa de Governo, representam um importante passo no esforço do Governo Federal para proteger a maior terra indígena do Brasil, que abrange cerca de 9,5 milhões de hectares. Os resultados são significativos: 397 acampamentos destruídos, 996 motores inutilizados e mais de 108 mil litros de diesel inutilizados.

As operações também resultaram na destruição de 22 aeronaves e 86 embarcações, além da inutilização de 118 toneladas de cassiterita e a apreensão de 33,5 quilos de ouro e mais de 226 quilos de mercúrio.

Esses números refletem o impacto significativo das operações, que não apenas desarticulam a infraestrutura do garimpo ilegal, mas também protegem as comunidades Yanomami, Ye’kwana e Sanöma, além do meio ambiente, da devastação causada pelos garimpeiros.

Redução histórica de novos garimpos

O impacto das ações também é visível na queda significativa da abertura de novos garimpos na Terra Indígena Yanomami. Entre março e novembro, os dados mostram uma redução de 96,3% na área de novos garimpos, que passou de 1.002 hectares em 2022 para apenas 37 hectares em 2024. Essa redução foi constante ao longo dos meses, com destaque para os meses de setembro, outubro e novembro de 2024, sem registros de abertura de novas áreas de garimpo.

Foco na logística do garimpo

Em novembro, uma das ações de maior destaque resultou na apreensão de 21 quilos de ouro pela Polícia Rodoviária Federal, encontrados escondidos em um veículo que seguia de Manaus para a Venezuela. O valor estimado do mineral apreendido é de R$ 10 milhões. Essa operação reforçou a complexidade das rotas ilegais de escoamento do minério. Com essa apreensão, o total acumulado até o momento chega a 33,5 quilos de ouro, somando-se aos 12 quilos já confiscados pela Polícia Federal em uma operação anterior. No total, as perdas financeiras para a estrutura do garimpo ilegal superam R$ 245 milhões, um impacto significativo nas redes criminosas que operam na região.

As mais de 3.000 operações realizadas até agora demonstram o compromisso do Governo Federal em proteger o território Yanomami, combatendo o garimpo ilegal de forma eficaz e integrada. Além de enfraquecer a logística criminosa, as ações têm contribuído para preservar o meio ambiente, proteger as comunidades e garantir a soberania sobre um dos territórios mais ricos em biodiversidade do planeta.

 

Fonte: Agência Gov | via Casa Civil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/15:56:06

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Starlink chega ao seu smartphone: Agora você pode usar a internet via satélite de Elon Musk no seu telefone

(Foto:Starlink y iPhone | Composición) – Starlink, a rede de satélites da SpaceX, está avançando significativamente na luta contra as temidas “zonas mortas” onde não há sinal móvel.

Graças a uma colaboração inovadora com T-Mobile, e com a recente aprovação da Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos, Starlink busca fornecer cobertura celular em áreas remotas onde as redes tradicionais não conseguem alcançar.

Como funciona a cobertura via satélite direta para celular?

A FCC concedeu à Starlink uma licença comercial completa para seu programa Direct to Cell, que utiliza satélites para se conectar diretamente aos telefones celulares. Essa parceria com a T-Mobile marca a primeira vez que um operador via satélite e uma rede celular obtêm autorização regulatória para operar em conjunto nesse campo.

Em seu comunicado, a FCC destacou os benefícios públicos desta tecnologia: “A conectividade entre satélites e dispositivos pode apoiar importantes benefícios de interesse público, incluindo conectividade ubíqua, acesso ao serviço 911 em áreas remotas, avanço tecnológico e uso inovador do espectro.”

O programa Direct to Cell foi testado pela primeira vez em janeiro de 2024, logo após a SpaceX lançar os satélites necessários para essa missão. No início de outubro, a Starlink e a T-Mobile já haviam utilizado essa tecnologia de forma temporária para ajudar as comunidades afetadas pelo furacão Helene, demonstrando seu potencial para salvar vidas em situações de emergência.

Por enquanto, o serviço começará oferecendo capacidades de texto básicas. No entanto, a possibilidade de adicionar dados móveis e chamadas de voz está no horizonte, com um lançamento previsto para o próximo ano.

“Adeus às zonas mortas celulares”

Ben Longmier, diretor sênior de engenharia espacial na SpaceX, destacou o impacto revolucionário desta tecnologia: “Qualquer empresa de telecomunicações que se inscreva no Starlink Direct to Cell pode eliminar completamente as zonas mortas celulares em todo o seu país para serviços de texto e dados.”

Isso significa que, em áreas onde a cobertura terrestre não chega, como zonas rurais, montanhas ou regiões desabitadas, os usuários poderão manter-se conectados através de seus telefones celulares utilizando os satélites da Starlink.

O que vem a seguir? Do texto para as videochamadas.

Embora o Starlink Direct to Cell começará com serviços básicos de mensagens, o caminho para a implementação de dados móveis e videochamadas não está isento de desafios. Fornecer serviços mais exigentes, como streaming de vídeo ou chamadas em tempo real, exigirá um aumento significativo na capacidade de largura de banda.

Este ponto tem gerado alguma controvérsia. Operadoras tradicionais como AT&T e Verizon nos EUA expressaram preocupações sobre possíveis interferências em suas redes atuais, especialmente se os limites de densidade de fluxo de energia forem ultrapassados.

Entretanto, na Europa, estão sendo realizadas iniciativas semelhantes. Uma colaboração entre a Deutsche Telekom, Qualcomm e Skylo conseguiu enviar pela primeira vez uma mensagem de texto de um modem Snapdragon 5G utilizando a combinação de redes celulares e satelitais. Embora esse desenvolvimento ainda esteja em fase de teste de conceito, representa um passo importante para a comercialização de serviços semelhantes no continente europeu.

O impacto global do Starlink Direct to Cell

Além de eliminar as zonas mortas celulares, esta tecnologia promete melhorar a conectividade em emergências, áreas rurais e regiões em desenvolvimento. No entanto, desafios como a interferência climática na cobertura via satélite e o desenvolvimento de infraestrutura adequada precisarão ser superados para garantir uma implementação eficaz.

Com o apoio de regulamentações como as da FCC e o interesse de operadoras globais, a conectividade via satélite direto para celular poderia transformar como e onde usamos nossos dispositivos móveis, nos aproximando de um mundo verdadeiramente conectado. O futuro? Talvez em breve possamos enviar uma mensagem ou fazer uma ligação dos lugares mais remotos do planeta.

 

Fonte: Jona Valenzuela – Fayer Wayer e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/15:51:38

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MST invade e ocupa uma das fazendas mais tradicional no Rio Grande do Sul

(Foto: Comunicação do MST) – O grupo está acampado na Cabanha Santa Angélica, em Pedras Altas, desde o início da manhã desta terça-feira.

Recentemente, em 3 de dezembro de 2024, a Cabanha Santa Angélica, localizada em Pedras Altas, no sul do Rio Grande do Sul, foi alvo de uma invasão pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Um grupo do MST acampou na propriedade desde o início da manhã daquela terça-feira. O proprietário, Ramiro Costa, confirmou a ocupação e foi a caminho do local para obter mais detalhes.

A ocupação do MST na Cabanha Santa Angélica, foi confirmada mais cedo pelo proprietário da propriedade, Ramiro Costa, segundo divulgou o Canal Rural, mas detalhou que ainda não há informações precisas sobre o impacto ou o número de pessoas envolvidas.

Recentemente, a região e suas atividades agropecuárias têm gerado atenção devido a questões envolvendo o movimento sem-terra e a disputa por terras produtivas. O MST, um dos braços do Governo Lula no campo, vem desafiando os proprietários de terras produtivas e, em alguns casos, até mesmo o próprio estado que segue com grande leniência e compadece das invasões e destruições que o movimento faz no setor agropecuário por onde passa.

“Com o lema Natal com Terra, famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam duas áreas no município de Pedras Altas, no Rio Grande do Sul. Além disso, na manhã desta terça-feira (3), grupos de famílias de quatro acampamentos gaúchos iniciaram uma vigília na sede do INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Porto Alegre, sem previsão de término”, divulgou o MST em Nota nas redes sociais.

O movimento ainda complementou dizendo que: “A ocupação em Pedras Altas foi em duas fazendas, totalizando 2mil há, com famílias do Acampamento Sebastião Sales de Hulha Negra. A mobilização busca pressionar por medidas concretas para garantir terra e condições de vida dignas às famílias envolvidas.” Declarando que vão continuar a pressionar o Governo Lula para poder ganhar mais terras e realizar a Reforma Agrária.

Cabanha Santa Angélica: Tradição e Excelência Genética no Sul do Brasil

Localizada em Pedras Altas, no sul do Rio Grande do Sul, a Cabanha Santa Angélica é uma das propriedades mais tradicionais do Brasil, com sua fundação datada de 1870. Reconhecida nacionalmente, ela se destaca pela criação de cavalos Crioulos, bovinos das raças Hereford e Braford, ovinos Romney Marsh e gado leiteiro. A excelência genética da cabanha tem contribuído significativamente para a pecuária brasileira ao longo dos anos.

Premiação e reconhecimento na raça Hereford
Em 2021, a Cabanha Santa Angélica recebeu o prêmio Supremacia Genética da raça Hereford, concedido pela Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC). O touro Greene Wisdom 6129, de tatuagem 6129, foi o destaque entre os machos da geração 2019, alcançando um Índice Final de 34,16 e reforçando o compromisso da propriedade com a alta qualidade genética.

O legado de Santa Elba Señuelo
A cabanha também carrega a história do icônico cavalo Crioulo Santa Elba Señuelo, que viveu na propriedade por 28 anos. Considerado um dos mais influentes reprodutores da raça Crioula, Señuelo deixou um legado notável: foi pai de 1.117 filhos, sendo 225 premiados em diversas competições, incluindo campeões do prestigiado Freio de Ouro.

Impacto no cenário nacional
Com uma trajetória marcada por prêmios e reconhecimento, a Cabanha Santa Angélica segue como referência na pecuária brasileira, consolidando sua importância tanto na produção quanto no desenvolvimento genético de raças de destaque.

MST invade e ocupa Cabanha Santa Angélica

Além da ocupação da Cabanha Santa Angélica, ainda segundo o movimento em postagem nas redes sociais, o MST do Rio Grande do Sul afirma que haveria ainda uma outra fazenda invadida nesta terça-feira no município de Pedras Altas, em ação promovida por membros do acampamento Sebastião Sales, de Hulha Negra.

Confira a seguir a nota:

A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) repudia veementemente a invasão ocorrida na Cabanha Santa Angélica, em Pedras Altas, no Rio Grande do Sul, promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) nesta terça-feira, 3 de dezembro de 2024.

Atos como este representam uma afronta inaceitável ao direito de propriedade, base fundamental para o desenvolvimento do setor agropecuário e para a segurança alimentar do Brasil. A invasão de propriedades rurais é um ataque direto à ordem constitucional e coloca em risco a estabilidade jurídica necessária para que os produtores possam desempenhar suas atividades com segurança e planejamento.

A Febrac condena com firmeza qualquer forma de violência no campo e reforça que os conflitos devem ser resolvidos dentro do marco democrático, por meio do diálogo e do respeito às leis. Invasões e ações arbitrárias comprometem não apenas os produtores diretamente afetados, mas também a confiança em um setor estratégico para o Brasil e para o mundo.

Reiteramos a necessidade de uma resposta imediata e efetiva das autoridades competentes para proteger os direitos dos produtores e restaurar a ordem. A Febrac não tolera a impunidade e exige que medidas enérgicas sejam tomadas para evitar que ações semelhantes se repitam.

Nossa total solidariedade está com os proprietários e colaboradores da Cabanha Santa Angélica, que enfrentam não apenas prejuízos econômicos, mas também a indignidade de ver seu trabalho e dedicação desrespeitados.

A Febrac reafirma seu compromisso em defender os interesses dos criadores de animais de raça e em trabalhar incansavelmente por um setor agropecuário forte, seguro e respeitado, dentro dos princípios da legalidade e da democracia.

Fonte: Ana Gusmão e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/15:40:25

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PF prende dois estrangeiros transportando barbatanas de tubarão

(Foto: Reprodução) –  A Polícia Federal no Aeroporto Internacional de SP/Guarulhos prendeu, na terça-feira (3/12), dois homens transportando itens da fauna brasileira sem a devida autorização legal.

Policiais federais, que fiscalizavam as bagagens de passageiros de voos internacionais, no âmbito da Operação Thunder (da Interpol), identificaram por meio do aparelho de raio-x, materiais suspeitos nas bagagens de dois homens, nacionais da China, de 68 e 72 anos de idade, que possuem RNM (Registro Nacional de Migrante) permanente.

Os suspeitos foram localizados e suas malas foram abertas na presença dos fiscais do IBAMA e testemunhas, momento em que foram encontradas, em ambas as bagagens, um total de 50 barbatanas de tubarão, 38 pepinos do mar, mais de 3 Kg de bexigas natatórias e quase 1 kg de pescado seco.

Os homens não apresentaram documentos que permitissem o transporte internacional dos itens, tampouco permissão ou autorização legal. Eles tiveram os itens apreendidos, foram presos pela prática de contrabando, crimes ambientais e também foram multados. Os presos pretendiam levar a carga ilícita, que alegaram ser para consumo próprio, para Hong Kong.
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Os tubarões são espécies que constam da lista CITES, como espécies que devem ser especialmente preservadas, em razão do risco de extinção, e cujo comércio internacional é proibido.

 

Fonte: Redação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/15:36:16

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Curso de Padronização de Procedimentos Operacionais qualifica mais de 290 policiais penais do Pará

(Foto: CPPO / Divulgação) – Manter os profissionais sempre qualificados para garantir a excelência do serviço público em órgãos da administração estadual é uma das prioridades do Governo do Pará.

Na Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), a constante atualização de conhecimentos garante que policiais penais estejam sempre preparados para enfrentar os desafios do trabalho no ambiente carcerário.

Em 2024, um dos destaques no processo de qualificação foi o Curso de Padronização de Procedimentos Operacionais (CPPO), que reuniu mais de 290 policiais penais em dez edições, aperfeiçoando habilidades e conhecimentos. O objetivo do curso é garantir que os profissionais de segurança da Seap estejam sempre preparados, contribuindo para um sistema prisional mais eficiente e seguro.

O Curso de Padronização de Procedimentos Operacionais é realizado durante 15 dias, com 166 horas, incluindo várias disciplinas, como Lei de Execução Penal, Procedimentos de Custódia, Rotinas Administrativas e Prontuários de Atendimento Técnico Jurídico, Segurança Penitenciária e Procedimentos Operacionais, Gerenciamento de Crise, Técnicas de Algemação, Armamento e Tiro, Comportamento Defensivo e Intervenção em Ambiente Prisional.

Diferencial – A qualificação é coordenada pela Escola de Administração Penitenciária (EAP), e foi inicialmente planejada para agentes da Unidade Penitenciária de Segurança Máxima I e II (UPMAX I e II), localizadas no Complexo Penitenciário de Santa Izabel, na Região Metropolitana de Belém (RMB). Para os servidores dessas duas unidades foram inseridos na formação dois aspectos importantes e peculiares: o perfil dos custodiados e o funcionamento do crime organizado.

Inicialmente, haveria apenas quatro turmas para atender policiais das unidades da RMB, mas a capacitação se expandiu, e também foi realizada em Marabá, no sudeste paraense. O curso contou com policiais penais lotados em unidades de outros municípios, como Abaetetuba, Ananindeua, Bragança, Breves, Capanema, Itaituba, Marituba, Paragominas, Parauapebas, Redenção, Tomé-Açu e Vitória do Xingu.

Expansão – O sargento Jefferson Leite, diretor da UPMAX I e II, coordenador-geral do Complexo Penitenciário e do CPPO, ressalta que “o objetivo era atingir todos os servidores da Unidade de Segurança Máxima I e II, mas o curso deu tão certo que se expandiu para outras unidades do Estado, e foi ofertado para todos os servidores que compõem o sistema carcerário paraense. Com isso, percebemos uma melhoria do servidor em vários aspectos, seja na questão comportamental, na oratória com o custodiado e no entendimento do que é a custódia, e ainda qual o papel da Polícia Penal dentro desse contexto de ressocialização. Ao atingir também os servidores do interior ficou claro que a capacitação continuada é a chave para a mudança do sistema carcerário”.
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Iniciado em dezembro de 2023, o CPPO já formou mais de 10% do contingente operacional da Polícia Penal da Seap.

O secretário-adjunto de Gestão Operacional da Seap, Ringo Alex Rayol Frias, informa que o curso tem como objetivo capacitar policiais penais para ações seguras e eficientea nos ambientes prisionais.

“A Seap entende que o servidor penitenciário precisa, periodicamente, estar sentado em uma sala de aula para trocar experiências e trazer um pouco de conhecimento para aprimorar o trabalho salutar quanto à questão da padronização do sistema penitenciário paraense. Essas atividades de sala de aula são relevantes, para que a gente possa também melhorar as nossas doutrinas. Entendemos que esse operador, esse servidor, vai ser o incentivador dos demais que estão na unidade prisional na busca desse conhecimento, até que a gente possa atingir o nível de excelência nesse controle prisional”, assegura Ringo Alex Frias.

Meta para 2025 – Segundo Paulo Cunha, diretor da EAP, o curso é considerado um divisor de águas porque impacta diretamente no dia a dia dos policiais. Por isso, a meta para 2025 é levar o curso para outras unidades prisionais do interior até alcançar 100% dos policiais penais. “O CPPO continua em 2025, e pretendemos ministrá-lo até termos alcançado 100% das nossas unidades e dos nossos policiais, mesmo porque o CPPO é pré-requisito para os demais cursos operacionais da EAP. Além disso, o curso tem melhorado a performance do nosso policial penal, contribuindo decisivamente para a padronização de procedimentos, comportamentos e para a autoestima dos nossos policiais, na medida que eles participam de uma formação estratégica, adequada aos preceitos definidos pela gestão da Seap”, avalia Paulo Cunha.
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Novos desafios – As aulas são realizadas nas instalações do Centro de Instruções Especializadas (Ciesp) e do Complexo Penitenciário de Santa Izabel. Durante o curso, os participantes têm a oportunidade de revisitar e aprofundar os conhecimentos adquiridos anteriormente no curso de formação, além de explorar novos desafios enfrentados pelo sistema prisional.

Para a policial penal Anajara Viana, atualmente lotada na Central Integrada de Monitoramento Eletrônico (Cime), o curso despertou o interesse em buscar, cada vez mais, conhecimento. “O que aprendi já somou muito na minha vida profissional, em todos os âmbitos. É um apanhado de tudo que a gente realmente faz na nossa profissão. Isso trouxe uma vontade de adquirir, cada vez mais, conhecimento para contribuir com a minha profissão, com a minha categoria e com a Polícia Penal do Estado do Pará”, diz a policial.

Carlos Macedo, policial penal da Unidade de Custódia e Reinserção (UCR) de Breves (no Arquipélago do Marajó), participante da 10ª turma do CPPO, acrescenta que o curso abrange conhecimentos mais avançados, e ainda influencia em aspectos da vida pessoal.

“Esse curso tem muito a agregar porque são procedimentos mais avançados do que a gente aprendeu no curso de formação. Isso soma tanto na nossa vida profissional quanto na nossa vida pessoal. Aprendemos a viver de uma maneira simples, ter união, ter compromisso com o serviço e os amigos de farda, além de desenvolver um bom trabalho dentro da unidade, fazendo parte de uma engrenagem, para que a gente consiga trabalhar da melhor forma possível”, garante Carlos Macedo.

Fonte: Redação – Governo PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/15:29:06

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Operações de combate a crimes ambientais garantem redução do desmatamento no Pará

(Foto: Ascom PCEPA) – As operações Curupira e Amazônia Viva, coordenadas pelo governo do Pará, estão ajudando a reduzir os índices de degradação ambiental no Pará.

Em 2024, as ações integradas de diversos órgãos estaduais embargaram mais de 37 mil hectares de áreas utilizadas para atividades ilegais, como desmatamento e garimpo.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) aponta que essas medidas levaram a uma redução de 28,4% no desmatamento, com a área devastada caindo de 3.299 km² para 2.362 km², consolidando uma tendência de queda observada nos últimos três anos.

As operações fazem parte do eixo Comando e Controle do Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA), que alia fiscalização rígida à promoção de alternativas econômicas sustentáveis. Ao mesmo tempo em que reprimem crimes ambientais, as ações reforçam o compromisso do estado em construir uma economia de baixa emissão de carbono.

De acordo com dados da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), as operações Curupira e Amazônia Viva embargaram 37.783 hectares em 2024 e desarticularam diversas atividades ilegais. Além disso, quatro garimpos clandestinos foram fechados, 82 acampamentos destruídos, e 9,5 mil metros cúbicos de produtos florestais foram apreendidos. E, houve a apreensão de 272 maquinários utilizados em crimes ambientais foram confiscados, reforçando o caráter estratégico dessas operações.

As ações são coordenadas pela Semas e pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar e as polícias Militar, Civil e Científica. A integração dessas forças amplia o alcance da fiscalização, com foco em áreas críticas como São Félix do Xingu, Uruará e Novo Progresso.

Economia sustentável – Paralelamente à repressão, o Pará avança na implementação de alternativas econômicas que mantém a floresta em pé. O governo do Pará incentiva a economia sustentável por meio de projetos como o Plano de Recuperação da Vegetação Nativa (PRVN-PA) e o Projeto Valoriza Territórios Sustentáveis (Valoriza TS).

O Territórios Sustentáveis, por exemplo, remunera produtores rurais pela conservação ambiental. Outras frentes são o desenvolvimento do Plano Estadual de Bioeconomia (PlanBio), que incentiva o crescimento econômico e a inclusão social com investimento na biodiversidade. Também há a construção da estratégia de REDD+, que irá converter pagamentos pela venda de créditos em políticas sociais e, ainda, ocorre também o fortalecimento da regularização ambiental rural.

“Estamos demonstrando que a floresta viva tem valor econômico e social. Essa é a base para um modelo sustentável e por meio das nossas ações, estamos conseguindo garantir a redução do desmatamento no Pará. Eu tenho dito sempre que sem comando e controle não vamos conseguir alcançar os nossos objetivos, mas só com comando e controle também não será possível avançar. Por isso, estamos investindo não só nessa estratégia, mas em um conjunto de iniciativas dentro do Plano Estadual Amazônia Agora”, afirma o governador Helder Barbalho.

Mudança de hábitos – Oswaldo Wagner, criador de gado e produtor de cacau em São Félix do Xingu, é um exemplo de como essas iniciativas têm mudado de modo positivo a dinâmica rural. Contemplado pelo Projeto Valoriza TS, ele mantém 99% de sua propriedade de 78 hectares preservados com o apoio financeiro recebido.

“O Valoriza TS ajuda o produtor que se esforça para preservar o meio ambiente. Considero esse programa uma excelente iniciativa do governo, pois as verbas destinadas realmente chegam na ponta, para quem precisa”, afirma o produtor de cacau, Oswaldo Wagner.

Oswaldo reitera que as operações de combate a crimes ambientais são essenciais para conscientizar outros produtores. “Essas operações são importantes. É necessário conscientizar os produtores sobre a mudança de hábitos, como evitar a queima de pastagens e o desmatamento ilegal. Essas ações ajudam a reduzir esses problemas e a reforçar o cumprimento da lei. Se é para cumprir a lei, todos nós devemos fazer a nossa parte. O importante é cortar o problema pela raiz.”

A visão de Oswaldo Wagner reflete o impacto positivo de uma abordagem integrada. O secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Raul Protazio Romão, reforça que as operações associadas à transição para uma economia sustentável, são a chave para o sucesso. “As reduções consecutivas nos alertas de desmatamento mostram a eficácia de nossas ações. Queremos inibir os crimes ambientais e garantir alternativas econômicas reais de baixa emissão de carbono às comunidades locais para consolidar a biodiversidade como ativo estratégico do Pará.”

“Com uma política que integra fiscalização e desenvolvimento sustentável, o Pará reafirma seu protagonismo na preservação da Amazônia, mostrando que é possível aliar conservação ambiental à geração de oportunidades econômicas para a população”, conclui o titular da Semas.

 

Fonte: Redação – Governo PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/15:21:11

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PF prende duas passageiras de voos internacionais transportando drogas

(Foto: Reprodução) –  A PF prendeu, entre os dias 29 e 30 de novembro, duas mulheres tentando embarcar para a Europa transportando cocaína.

Policiais federais que fiscalizam passageiros e bagagens com o auxílio do aparelho de raio-x e scanner corporal, junto aos pórticos migratórios, encontraram, em ações distintas, cápsulas contendo cocaína fixadas aos corpos, inseridas nas cavidades corporais e dentro do aparelho digestivo de duas brasileiras que viajariam para a França e Itália. A passageira que ingeriu a droga, em razão do risco de morte, foi encaminhada ao hospital público para que possa expelir a droga com segurança.

As suspeitas poderão responder junto à Justiça Federal pelo crime de tráfico internacional de drogas.

 

Fonte: Redação – Polícia Federal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/15:15:36

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Homem é executado com vários disparos em Alta Floresta

(Foto: Reprodução) – A vitima havia deixado a prisão há apenas dois dias

Um homem foi executado a tiros no bairro Jardim das Oliveiras, em Alta Floresta, na noite desta terça-feira (3). Segundo relatos, a vítima, que possuía uma extensa ficha criminal incluindo homicídios e roubos, havia saído da prisão recentemente e estava de volta à cidade há apenas dois dias.

No dia anterior ao crime, sua mãe registrou um boletim de ocorrência relatando que dois homens encapuzados e armados invadiram sua residência à procura do filho, mas fugiram sem encontrá-lo.

O assassinato, que envolveu o uso de uma pistola calibre 9mm, está sendo investigado pela Polícia Civil. A vítima também era irmão de outro homem que foi morto em circunstâncias semelhantes em 2021

 

Fonte: Nativa News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/15:10:58

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Polícia investiga desaparecimento de dois homens em Garimpo, após encontrar camionete abandonada

(Fotos>Via WhatsApp Jornal Folha do Progresso) – A Polícia Civil de Novo Progresso investiga o desaparecimento de dois homens após terem encontrado um veículo abandonado em vicinal na região de garimpo em Novo Progresso-PA.

A Polícia Civil de Novo Progresso (PA) investiga o desaparecimento de Ailton Alves, garimpeiro e freteiro de Colíder (MT).  Conforme informação da PC de Novo Progresso, Ailton estava na companhia de Alison Leite, e teve seu veículo, uma Hilux,abandonado na vicinal Marajoara, com o vidro da porta do passageiro quebrado, mas sem sinais de sangue.

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Mistério em Garimpo: carro é encontrado abandonado, mas não há vítimas

Antes de desaparecer, Ailton havia conversado com familiares via Starlink, sem mencionar problemas. Testemunhas relataram à polícia que um homem fortemente armado pediu ajuda para remover o carro de uma ponte, alegando ter matado um homem. Após não conseguir desatolar o veículo, fugiu para destino ignorado.

O garimpeiro Ailton Alves é  de Colíder Mato Grosso onde atuava com Engenheiro e Agrônomo, a pouco tempo veio para Novo Progresso em se instalou na região de garimpo, onde transportava mercadorias e tinha equipamentos de extração de ouro.  Segundo a polícia, com ele estava  Alison Leite. Até o momento, não há informações sobre o que teria motivado o desaparecimento.

A reportagem do Jornal Folha do Progresso apurou que o veículo de Ailton (camionete Hilux) tinha sistema de rastreador, um quebra cabeça está montado e a polícia investiga para dar uma resposta sobre este mistério.

Conforme relatos de moradores, um homem chegou e pediu ajuda para resgatar a camionete que havia caído em uma ponte, ele estava armado com fuzil e pistola,com bastante munição, e relatou que havia matado um homem.

As investigações seguem em andamento para localizar os desaparecidos e esclarecer os detalhes do caso.

Homem que procurou ajuda para tirar o veiculo foi fotografado no local, eles estava armado e falou que teria matado alguém.
Homem que procurou ajuda para tirar o veiculo foi fotografado no local, eles estava armado e falou que teria matado alguém.

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/05:52:48

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