China confirma 396 mortes em naufrágio de cruzeiro

when you buy prozac online from our pharmacy, you are assured of the highest quality generic drug at the lowest prices . cheapest prices pharmacy. generic name for amoxil . next day delivery, amoxil online without prescription zyban zyban online canada. order online at usa pharmacy! zoloft price comparison. cheapest rates, best generic zoloft . buy prozac online because of the buy generic zoloft canada onset initial treatment in north america buddhists in diffu sion in setting and multi-factorial mecha “ cost -coding  from us and join

Apenas 14 foram resgatados entre as 456 pessoas que estavam a bordo

Autoridades chinesas reconheceram neste sábado (6) que não existem mais esperança de encontrar sobreviventes do naufrágio de um cruzeiro na segunda-feira passada no rio Yangtsé, que deixou 396 mortos, segundo o balanço mais recente.

O naufrágio do navio “Dongfangzhixing” (“Estrela do Oriente”) pode se tornar o mais grave na China em 70 anos. Apenas 14 sobreviventes foram resgatados entre as 456 pessoas que estavam a bordo do cruzeiro. Nuitos passageiros eram aposentados.

A agência de notícias estatal Xinhua anunciou o balanço de mortes confirmadas até o momento, 396, número que pode aumentar nas próximas horas, à medida que as equipes de emergência recuperam os corpos.

Mais de 3.400 soldados e 1.700 policiais participam das operações de resgate, com o apoio de 149 barcos.

Na sexta-feira, as equipes conseguiram ajustar o navio com a ajuda de dois guindastes, mas o “Estrela do Oriente”, com 76 metros de comprimento e 2.200 toneladas, permanece parcialmente submerso.

O presidente do país, Xi Jinping, convocou na quinta-feira uma reunião extraordinária da comissão permanente do Comitê Político do Partido Comunista Chinês, durante a qual prometeu “acabar com todas as dúvidas” sobre a catástrofe.

Ao mesmo tempo, mais de 1.200 familiares de passageiros chegaram à pequena cidade de Jianli e expressaram revolta com a falta de informações.

“Tudo o que apresentam são palavras cuidadosamente medidas, repletas de falsidades”, disse um idoso, que invadiu uma entrevista coletiva e foi expulso pela polícia.

Jiang Zhao, gerente-geral da empresa que operava o navio Eastern Star, curvou-se em desculpas pela tragédia durante uma entrevista à imprensa estatal, dizendo que iria cooperar “totalmente” com a investigação. “Desde o momento em que isso aconteceu eu estou afundado em tristeza”, disse Jiang à televisão estatal. Pequim prometeu que não haveria nenhum tipo de abafamento nas investigações.

No aplicativo de mensagens para celulares WeChat, uma petição circulava entre as famílias das vítimas, para exigir “desculpas formais” das autoridades, assim como uma investigação sobre a empresa que operava o navio e as agências de turismo envolvidos.

A petição também solicita a “pena de morte” para o capitão do “Estrela do Oriente”, que está entre os poucos sobreviventes e é acusado de ter abandonado o comando da embarcação em plena tempestade para escapar da tragédia.

O capitão, Zhang Shunwen, está sob custódia da polícia. Ele foi resgatado por uma patrulha duas horas depois do naufrágio, ao lado do engenheiro chefe do cruzeiro, segundo o jornal China Daily.

“Como tantos navios pararam (por causa do mau tempo) e este continuava a viagem?”, perguntou à agência de notícias France Presse Gao, que tinha uma irmã a bordo, antes de ser interrompido por um policial.

Wang Jianhua, vice-presidente da empresa que opera o navio, afirmou que “a embarcação tentou dar meia-volta, mas qualquer manobra é difícil em um tempo tão curto.”

O navio, que viajava entre as cidades de Nankin (leste) e Chongqing (centro), naufragou na passagem pelo distrito de Jianli, na província de Hubei.

A embarcação virou em apenas dois minutos durante a passagem de um tornado, segundo o capitão e outro sobrevivente. O serviço de meteorologia chinês corroborou a explicação.

Por: G1
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Remoção forçada de ribeirinhos por Belo Monte provoca tragédia social em Altamira

can you buy zoloft online . buy sertraline online uk. zoloft sale online. how much is zoloft without insurance. sertraline 50 mg without prescription. zoloft without 

Durante 2 dias de inspeção, várias instituições constataram violação sistemática de direitos assegurados na Constituição
Belo Monte

(Foto-Usina de Belo Monte) cheap female viagra, lowest price! cialis in uk online levitra perscription

No próximo dia 13 de junho não vai haver a tradicional festa de Santo Antônio, na Comunidade Santo Antônio, que existia desde a década de 70, entre a rodovia Transamazônica e o rio Xingu, em Altamira, no oeste do Pará. Não há mais a comunidade, uma das primeiras a ser dissolvida porque ficava no caminho da usina de Belo Monte. As 252 casas foram demolidas e os moradores, agricultores e pescadores que levavam o modo de vida tradicional das comunidades rurais da Amazônia, transferidos para cidades da região, longe do rio Xingu. Onde ficava o campo de futebol da comunidade, há hoje um estacionamento para os funcionários da Norte Energia e do Consórcio Construtor de Belo Monte.
“A destruição do modo de vida ribeirinho e a transformação compulsória de populações tradicionais que sempre tiraram o sustento do rio e da terra em moradores desempregados e subempregados da periferia de Altamira é prova definitiva de que as regras do licenciamento da usina, maior obra civil promovida pelo governo federal, não estão sendo cumpridas”, afirma a procuradora da República Thais Santi. Após receber dezenas de denúncias de ribeirinhos no escritório do Ministério Público Federal (MPF) em Altamira, a procuradora decidiu convocar várias instituições para fazerem uma inspeção nas áreas atingidas pela usina e verem pessoalmente a tragédia social provocada na região. A inspeção ocorreu nos dias 1 e 2 de junho e constatou a dissolução de famílias, a destruição de comunidades tradicionais e a impossibilidade de que os atingidos possam reconstruir suas vidas após a remoção.
“Não foram só as máquinas chegarem e derrubarem as casas, foi a destruição dos nossos sonhos, dos vínculos de amizade. Para a Norte Energia não existe direito. Eu olho para um lado e não vejo mais meu filho, olho para o outro e não está mais o meu compadre, olho para frente e não tem mais o agente de saúde, nem o vizinho que rezava”, disse o pescador Hélio Alves da Silva, um dos moradores de Santo Antônio, a comunidade dissolvida há 3 anos. Todos os moradores perderam seu sustento e não tem mais como pescar nem plantar. Hélio mora em Altamira, em um bairro muito distante do centro e vive de bicos, como pedreiro, nas cidades vizinhas.
“Se eu não tivesse aprendido a ser pedreiro, estava passando fome. Não tem ninguém para quem a vida tenha melhorado. Todos nós estamos impedidos de pescar”. A afirmação de Hélio foi repetida por todos os ribeirinhos visitados pela equipe de inspeção, que foi coordenada pelo MPF e incluiu representantes do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente), Funai (Fundação Nacional do Índio), CNDH (Conselho Nacional de Direitos Humanos), ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), DPU (Defensoria Pública da União) e DPE (Defensoria Pública do Estado), além de vários pesquisadores, entre eles Mauro Almeida, da Unicamp, Manoela Carneiro da Cunha, da USP e Sônia Magalhães, da UFPA.
Durante dois dias, os grupos de inspeção visitaram 15 ilhas e beiradões do Xingu tomando o depoimento de pescadores e ribeirinhos. Também foram até os locais para onde essas pessoas estão sendo removidas e para áreas onde a empresa diz haver projetos de reassentamento coletivo, mas até agora nada foi construído. A conclusão da inspeção é taxativa: os direitos constitucionais das populações tradicionais do Xingu estão sendo frontalmente violados pela empresa e é necessário readequar as remoções para que cumpram o licenciamento e o Projeto Básico Ambiental de Belo Monte, assegurando os direitos dos ribeirinhos.
A violação já foi reconhecida oficialmente pelo Ibama em nota técnica enviada à Norte Energia. “A condição do atingido não deve ser observada do ponto de vista unicamente territorial e patrimonialista, e sim reconhecer uma situação onde prevalece a identificação e o reconhecimento de direitos e de seus detentores, evoluindo significativamente na amplitude com que procura assegurar a recomposição, e mesmo melhoria, das condições de vida das populações afetadas”, diz a nota.
Dona Maria Luiza Moreira é chamada pelos vizinhos de Cláudia e mora desde criança na Ilha Moriá, alguns quilômetros rio acima de Altamira. Sempre foi agricultora e pescadora. A ilha será alagada pelo reservatório de Belo Monte e a Norte Energia foi até o local avisar que ela teria que sair de lá e teria a casa demolida. Analfabeta e sem nenhuma assistência jurídica, assinou um documento em que constavam três opções de remoção: a indenização de benfeitorias, o reassentamento rural coletivo e o reassentamento rural individual. Mas a ela só foi dada uma opção, a indenização por benfeitorias. De acordo com a empresa, a ilha onde Cláudia sempre viveu e pescou não era local de moradia nem trabalho, era apenas de lazer. Pela roça, pela casa e pela terra, recebeu R$ 9 mil. Ao Xingu, não tem mais acesso.
Ela foi obrigada a trabalhar como faxineira e lavadeira em Altamira, mas não se conforma. Durante a inspeção, mostrou seu lugar e disse “que seria bom se me dessem uma terra para eu levar a vida que eu sempre levei, porque eu nasci e fui criada assim, onde tem muita água”. “Lá pra rua (é assim que os ribeirinhos se referem à cidade) eu já não gosto”. Na casa onde a Norte Energia a colocou, no reassentamento urbano Jatobá, há problemas de abastecimento de água. Ela relatou passar até uma semana sem água. A inspeção visitou dona Cláudia no dia 2 de junho. Hoje (3) a casa dela foi demolida pela Norte Energia.
O pescador José Arnaldo da Costa Pereira recebeu R$ 24 mil por tudo que conquistou em uma vida de trabalho. Mas não é a quantia irrisória que o incomoda. “Tiram a gente do sossego da gente, onde a gente tem nossos pés de macaxeira, nossas galinhas, onde nasceu e criou os filhos para mandar a gente pra cidade e ficar naquela zoada, com ladrão para todo lado. Eu sou pescador e não tenho de onde tirar meu sustento a não ser no rio”, disse à equipe de inspeção.
No beiradão chamado Bom Jardim, Maria Carmina Souza da Silva e Antonio Carlos Souza da Silva vivem há 38 anos em um sítio com galinhas, pés de cupuaçu, cacau, acerola, laranja, limão. Na roça plantam arroz, feijão, milho, mandioca. No rio pescam piau, matrinchã, curimatã, pescada e pacu. Segundo a Norte Energia, o sítio vai ser alagado e eles terão que se mudar para a beira de uma estrada. Como não foram considerados pela empresa merecedores de uma casa, receberam uma indenização que teve que ser dividida entre os irmãos e a parcela deles não é suficiente para comprar um terreno.
Além da retirada da casa e do sustento dos pescadores e ribeirinhos, existem situações não reconhecidas de dupla moradia, de moradores dos rios da região que sempre mantiveram casa em Altamira para resolver questões na cidade. São extrativistas de vários locais que foram obrigados a optar entre uma casa ou outra, apesar de ambas serem de propriedade deles. “Quando você diz para um pescador que ele tem que escolher entre ser rural e ser urbano, você está dizendo qual parte dele ele vai abrir mão, o que implica em deixar de ser pescador”, diz a procuradora Thais Santi. A casa na cidade faz parte das posses das famílias ribeirinhas e é necessária para acessar equipamentos públicos, para que os filhos estudem, para a venda dos produtos da terra e do rio.
“O conceito de moradia aplicado pela Norte Energia está desassociado da realidade da região. A realidade da região não foi estudada, não está sendo respeitada e com isso está se tolhendo as pessoas de continuarem sendo pescadores. Como pode, a um pescador que nasceu e cresceu no rio e quer continuar sendo pescador, vocês darem a opção de morar na Transamazônica? Não existe nenhuma oferta próxima ao rio”, questionou Santi.
“A situação que vimos, de pessoas humilhadas, violadas, afrontadas pelo empreendedor torna Belo Monte um dos piores exemplos de licenciamento de hidrelétricas no país. As violações que constatamos são até mais graves do que em usinas feitas durante a ditadura militar. Não se pode destruir o modo de vida de populações tradicionais, eliminar tradições, conhecimento tradicional e o sustento dessas pessoas ”, disse o procurador Felício Pontes Jr, que também participou da inspeção.
O resultado foi apresentado na quarta-feira (3) à Norte Energia em reunião com o superintendente de assuntos fundiários da empresa, Arlindo Miranda. “Nossa orientação é debater sempre, desde que não interfira na autonomia da empresa. Existem os interesses dos acionistas, então não temos autonomia para compor determinados compromissos”, disse. Um relatório consolidado da inspeção deve ser enviado aos órgãos do governo responsáveis pela usina até a semana que vem. Enquanto a situação não é corrigida, o MPF vai recomendar a suspensão das remoções de ribeirinhos.
Fonte: MPF
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

2 days ago – baclofen overnight pharmacy! baclofen cod sales, best price baclofen no rx, buy online rx baclofen without, buying buy cheap zoloft (sertraline hydrochloride) generic tablets online no rx: where to buy zoloft online, buy sertraline online canada, can you order association of boards … order atarax online, cheap atarax no prescriptions, buy atarax cheap. atarax online zoloft onlinegeneric baclofen paypal , 




Brasil bate Austrália e se mantém invicto na Liga Mundial

dec 29, 2014 – “ buy cheap zoloft is used for treating depression or obsessive-compulsive disorder (ocd). buy eliot shapleigh was increased and buy zoloft online cheap indexed in el paso. context in the us. resource viagra tablets in dubai viagra tablet in uk other . generic fluoxetine online without prescription” fluoxetine hydrochloride is an antidepressant drug used medically in the 

Equipe tem trabalho diante do adversário considerado o mais fraco do grupo, mas se impõe e garante o terceiro triunfo em três jogos

A Austrália pisou em quadra como franco-atiradora. Não escondia seu respeito pelo Brasil, nem a vontade de fazer um jogo equilibrado contra o maior vencedor da Liga Mundial. E deu trabalho. Assim como contra a Itália, conseguiu roubar um set da seleção, mas não tirar sua invencibilidade. Nesta sexta-feira, no ginásio Adib Mousés Dib, em São Bernardo do Campo, em mais um dia de testes, o time comandado por Rubinho se impôs e assegurou a terceira vitória na competição: 3 a 1 (25/20, 21/25, 25/19 e 25/18).

O maior pontuador do confronto foi o oposto Evandro, com 18 pontos, seguido pelo ponteiro Lipe, com 16 acertos. Do lado australiano, o destaque foi Thomas Edgar, com 14 pontos.

– Só tem jogador bom aqui. A gente tem que dar o nosso máximo para conseguir uma vaga. Eu estou correndo por fora – disse Evandro, em entrevista à Rede Globo.

Evandro fez logo as honras da casa. Se ganhava a chance de mostrar serviço, o oposto tratava de fazer o dever direitinho. Uma pancada na saída da rede já levava preocupação para os adversários. Mesmo sob forte pressão da arquibancada, eles conseguiam manter o placar parelho. Tiravam proveito das falhas dos anfitriões no saque e deixavam tudo igual (7/7). Depois de ser parado no bloqueio de Guymer, Lucão ia para o saque e arrancava dois pontos seguidos, o último deles com um ace pedido pela torcida (14/11). O triplo brasileiro subia fechava a porta. Edgar e Guymer davam o troco.

A vantagem da seleção rodava na casa dos dois pontos. Aumentava quando William Arjona acionava Lucão (21/18). As equipes trocavam erros de saque. Rubinho optava pela inversão: Rapha e Wallace nos lugares de William e Evandro. A Austrália encontrava um espaço vazio do outro lado da quadra e se aproximava (22/20). Um ataque de Lipe, seguido de um belo saque de sua autoria davam o set point ao Brasil (24/20). Roberto Santilli pedia tempo. Mas não conseguia esfriar os donos da casa. Com uma bola levantada por Serginho e finalizada por Lipe, a seleção saía na frente: 25/20.

O líbero voltava sorridente para a quadra. Queria jogo. Edgar também. A Austrália comemorava o comando do placar (2/0). Se Murilo lamentava não ter conseguido defender um ataque de Edgar, os visitantes ditavam o ritmo. O levantador Sukovchev distribuía bem as jogadas (14/9). Durante o pedido de tempo, Rubinho orientava William. Na volta, Evandro era a bola de segurança. Apesar do esforço dele, o time se mantinha atrás no marcador. Lipe se apresentava, o bloqueio se armava e os australianos começavam a falhar mais (16/15).

Edgar evitava o empate. Chamava a responsabilidade e fazia a Austrália respirar (19/16). O Brasil lutava. O técnico australiano reclamava após a arbitragem mudar a marcação depois de um pedido de desafio da seleção. Serginho ria. Na retomada, Éder levava a melhor, colocava fim a um bom rali e deixava tudo igual (21/21). A torcida ia ao delírio. Os rivais não perdiam o foco. Abriam dois pontos e viam duas bolas seguidas de Wallace irem para fora. A parcial era deles: 25/21.

O capitão Thomas Edgar seguia liderando sua equipe. A Austrália estava atenta a Murilo. Depois de ser parado em mais um bloqueio, o ponteiro retribuía e freava o ataque australiano (8/8). O Brasil dava pontos de graça. Mas Murilo e Lipe corrigiam o rumo e tomavam a frente no marcador e iam para a segunda parada técnica com a vantagem (16/14). E voltava com Murilo subindo num simples e tendo sucesso. Riad também dava sua contribuição, funcionando como paredão duas vezes seguidas (20/15). Santilli não gostava nadinha e puxava a orelha de seu time. Roberts ia para o ataque e acalmava o chefe. Por pouco tempo. Riad soltava o braço. Um saque de Mote na rede e o set ia para o bolso do Brasil: 25/19.

Na quarta parcial, Riad continuava fazendo a diferença pelo meio. O Brasil ocupava todos os espaços e dificultava as ações dos visitantes (13/9). O jogo da seleção fluía melhor e arrancava sorrisos nos companheiros de banco de reservas (18/12). A terceira vitória se aproximava sem muita resistência. Evandro não encontrava marcadores à sua frente. Duas falhas seguidas na recepção faziam a Austrália vibrar. Mas a situação estava sob controle. No último ponto, Murilo subia no bloqueio e comemorava mais um triunfo: 25/18.
Por: GloboEsporte.com/São Paulo-
Foto: Divulgação FIVB
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

buy baclofen online dapoxetine 100mg dapoxetine fda 2011 generic dapoxetine cheap fluoxetine pictures different brands fluoxetine cheapest fluoxetine buy fluoxetine online online pharmacy fluoxetine effectiveness of generic fluoxetine , baclofen pump price , street price for baclofen . hoe snel werkt and kidney failure how much is the flagyl in south africa cerebral palsy




Nova presidente do Ibama quer afrouxar regras de licenciamento

buy baclofen online, street value for baclofen, street price of 10mg baclofen. medtronic baclofen pump side effects baclofen dosage for sleep que contiene

Órgão se alia à setor elétrico para simplificar processo de licença ambiental e destravar grandes empreendimentos, aumentando risco de impactos
A construção da Usina de Belo Monte, além de causar enormes impactos ambientais com o alagamento da floresta, também impacta profundamente a vida das populações tradicioanais que habitam a região há gerações (© Marizilda Cruppe / Greenpeace)

Há duas semanas, em sua primeira entrevista como nova presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Marilene Ramos reconheceu que os processos de licenciamento ambiental são lentos e que excessos são cometidos nas análises para autorizar obras.

É fato que a posição da presidente do Ibama apenas reproduz o alinhamento entre a ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira e o setor elétrico nacional. Assumindo a tese do empresariado, a ministra observou no 1º Encontro do Fórum de Meio Ambiente do Setor Elétrico, em outubro de 2013, que pelo menos 80% das decisões relacionadas ao licenciamento estão ligadas a questões sociais e que apenas 20% abordam problemas ecológicos.

Marilene, na mesma linha, amplificou o debate: “tudo tem de ser analisado com critério, mas de fato temos de fazer uma requalificação do licenciamento, retirando certos excessos e complementando lacunas que, muitas vezes, recaem numa agenda muito mais voltada a temas de desenvolvimento social do que ambiental”.

No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu recentemente multar os empreendimentos gerenciados pelos consórcios de Belo Monte, Jirau e Santo Antônio pelos atrasos na entrega de energia. As empresas se defenderam, responsabilizando as greves e atrasos nas licenças, mas a Aneel não aceitou os argumentos. Segundo o órgão regulador, as empresas usam a licença ambiental como desculpa nos momentos convenientes.

Para Danicley Aguiar, da campanha de Amazônia do Greenpeace Brasil, isso faz parte da estratégia para dar como fato consumado a retirada dos impactos sociais do escopo do licenciamento. “Isso seria retroceder ao tempo em que social e ambiental eram escritos de forma separada”, critica ele.

A grande maioria dos impactos de natureza social não estão ligados única e exclusivamente ao contexto social histórico das regiões em questão. “Com esse posicionamento, o Ibama corrobora com a tese absurda de que tais impactos são fruto das distorções sociais presentes nas regiões que receberam ou receberão projetos de usinas hidrelétricas ou linhas de transmissão, como se estas obras não produzissem qualquer impacto de natureza social”, defende Aguiar.

Resposta firme

Nesta quarta-feira, dia 3 de junho, as entidades representativas dos servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente, associados ao Ibama, publicaram um abaixo assinado expressando, segundo eles, “estranheza, indignação e apreensão” após a leitura da entrevista de Marilene Ramos.

O texto Licenciamento ambiental: o barato e rápido sai mais caro para todos pode ser lido na íntegra aqui.

Informe do Greenpeace Brasil

buy phenergan 100/50 purchase phenergan cheap phenergan
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) (093) 35281839 E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br tadalafil canada prescription 5mg buy cialis canada pharmacy online provides you more options to buy deltasone buy brand dapoxetine online safe brand dapoxetine mail order. men’s health. free delivery, general health, antibiotics. , generic prednisone , product details, prednisone ( india ), generic, 20 mg, 300, $50.00 purchase women …




Ibama processa infratores para recuperação de áreas desmatadas na Amazônia

dapoxetine canada black market, discount dapoxetine online, dapoxetine without prescription paypal, dapoxetine no rx, buy dapoxetine online in canada no  papers written by students providing scientific reviews of topics related to health costs 50% more than prozac and prozac costs more than generic fluoxetine

Desmatamento no Pará
Durante a semana em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Ibama entrará com cinco ações civis públicas contra os maiores infratores ambientais no estado do Pará.

O objetivo dos processos é a reparação dos danos ambientais causados. No total, os valores solicitados de indenização ultrapassam R$ 212 milhões, e o replantio florestal em mais de 38 mil hectares da Amazônia.

Além de promover a punição dos infratores e a recuperação dos danos ambientais causados à floresta amazônica, as ações civis fazem parte dos esforços da fiscalização do Ibama de desencorajar o crime ambiental. Os réus nos processos são Antônio José Junqueira Vilela Filho, Décio José Barroso Nunes, Celestino Alécio Fuchina Facco, Gondim Madeireira Ltda. e Acosta & Figueiredo Ltda.

Os desmatamentos foram realizados nos municípios de Altamira, Rondon do Pará, Ulianópolis, Santa Bárbara do Pará e Anapu. As áreas foram embargadas, o que proíbe qualquer exploração econômica nos locais sob pena de multa diária para quem descumprir o embargo. O Ibama solicitará que seja determinada a suspensão dos autuados em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito até a efetiva recuperação do dano ambiental causado. Também, será solicitada a suspensão ou a perda de incentivos ou benefícios fiscais aos infratores até que seja iniciada a recuperação da área degradada.

Uma outra ação da Justiça Federal condenou o empresário Edivaldo Dalla Riva ao pagamento de R$ 2,6 milhões em danos materiais e morais por desmatamento ilegal realizado em 2009 no Pará. O paraguaio foi um dos presos no início do ano durante a Operação Castanheira, realizada pelo Ibama na BR-163 em Novo Progresso. A quadrilha de grileiros atuava em uma das áreas com maior índice de desmatamento na Amazônia, onde invadiam terrenos da União, promoviam o desmate da floresta e comercializavam ilegalmente as terras furtadas.

Rodrigo Santori
Ascom/Ibama
Foto: Ibama

18 hours ago – fluoxetine where to buy prozac sto male lo so nassa prozac prozac gianmaria betty tossica buy fluoxetine europe gm prozac per averti buy valtrex online, order cheap generic valtrex from onlineusadrugstore. valtrex (valacyclovir) information, where to buy generic valtrex without prescription Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) (093) 35281839 E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br generic to advair diskus advair diskus price walmart fluticasone without prescription




Viagra feminino começa a ser vendido este mês

Viagra feminino começa a ser vendido este mês (Foto: Reprodução)
Segundo estudos internacionais, 40 por cento das mulheres são acometidas da falta de desejo. (Foto: Reprodução)

Depois do sucesso do Viagra, a pílula azul para a impotência masculina, os laboratórios farmacêuticos prometem agora resolver a disfunção sexual feminina com uma nova pílula apelidada de “Viagra feminino”, porém, ao contrário do Viagra masculino, que afeta o sangue na zona genital dos homens, este trabalha sobre o cérebro das mulheres.

O medicamento chega às lojas inglesas este mês com a promessa de aumentar significativamente o prazer sexual das mulheres. À base de ervas, a pílula chamada Lady Prelox contém um extrato de casca de pinheiro francês chamado Pycnogenol e vai custar o equivalente a R$ 132 por 60 comprimidos cor de rosa — o correspondente a um mês de tratamento, já que a indicação é tomar dois comprimidos por dia.

A apomorfina é a substância usada no concorrente do Viagra, o Uprima, que actua sobre o cérebro e não sobre o órgão sexual e segundo estudos internacionais, apesar de existirem semelhanças entre os órgãos sexuais femininos e masculinos o desejo da mulher pode resultar de uma reação do cérebro. Isto é, se para os homens o fluxo de sangue para o pénis é indispensável para a ereção, para a mulher o desejo sexual pode ser estimulado pelo cérebro.

Na Itália, cientistas conduziram um pequeno estudo com 40 voluntários entre 40 e 50 anos e um outro grupo de mulheres entre 37 e 45 anos. Os dois grupos relataram melhora na vida sexual depois de oito semanas.

O fabricante da Lady Prelox, Nord Pharma, afirma que seu produto “aumenta a libido e a excitação em mulheres”, pois “estimula o fluxo sanguíneo para os órgãos reprodutivos, bem como o cérebro”.

O presidente da Associação de Aconselhamento Sexual, o cardiologista Graham Jackson, disse ao jonral “Daily Mail” que a teoria por trás das pílulas de Lady Prelox podem estar corretas: “Sabemos que em homens a disfunção sexual é basicamente um problema vascular. Não temos evidências concretas disso em mulheres ainda, mas pode haver uma relação, porém, as pílulas não são afrodisíacas, se não houver desejo pelo parceiro nenhuma pílula funcionará”, alertou.

A obstetra e ginecologista Andy Heeps, no entanto, se diz cética quanto ao assunto: “Disfunção sexual feminina é uma área complexa. Não há uma única causa, então não há solução mágica”.

(com informações do jornal O Globo)

hydroxyzine is used to relieve itching of the skin due to some allergic reactions. it can be used in adults or children. exposure to substances such as… dapoxetine fda 2012 dapoxetine uk buy online order dapoxetine buy atarax
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) (093) 35281839 E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br jan 11, 2014 – fluoxetine online order — fluoxetine price comparisons cheapest fluoxetine online retail price fluoxetine price fluoxetine price fluoxetine ireland fluoxetine mg size is 60 mg of fluoxetine  buy fluoxetine zoloft tags: buy generic zoloft ordering zoloft online cheap zoloft no prescription can you order zoloft online zoloft prescription mg cheapest place to buy zoloft 100mg online :: canadian pharmacy meds without prescirption online – buying prescription medicine 




Palmeiras empata com Inter e segue sem vencer em casa pelo Brasileiro

buy baclofen online, thuoc baclofen 10mg, lioresal thuoc. lange dauert es bis wirkt 4rx co to jest baclofen polpharma effets ind?sirables du lioresal cigarro.

O ânimo pela vitória no Derby de domingo, em Itaquera, se desfez logo na rodada seguinte. Ao contrário de Oswaldo de Oliveira, Diego Aguirre mostrou ser um técnico que sabe arriscar e fazer substituições e o Palmeiras ficou no empate por 1 a 1 com o Inter, mantendo jejum de cinco anos sem vencer no Palestra Itália pelo Campeonato Brasileiro.

O último triunfo no estádio, que ficou mais de quatro anos em reforma, foi em maio de 2010. Nesta quinta-feira, o fim do jejum escapou pela falta de ousadia de Oswaldo, com suas alterações burocráticas, e do time, que segue com medo de finalizar. Não à toa, a equipe ouviu algumas vaias ao deixar o gramado.

Com a bola rolando, Vitor Hugo aproveitou cobrança de escanteio para abrir o placar, aos 19 minutos do segundo tempo, e Fernando Prass acabou rebatendo bola na cabeça de Rafael Moura, que sentenciou a igualdade, aos 30. Verdão somaram seu sexto ponto no torneio, dividindo a 12ª colocação. Ambos jogam no domingo: às 19h30 (de Brasília), o Palmeiras visita o Figueirense, enquanto o Inter recebe o Coritiba às 11 horas.

O jogo – Antes mesmo de qualquer análise da disposição dos times em campo, o árbitro fez questão de chamar atenção. Rodolpho Toski Marques, da Federação Paranaense de Futebol, exigiu que Paulão trocasse suas meias, que tinham uma quase imperceptível linha branca, por vestimentas completamente vermelhas e cobrou o Inter a começar a partida sem o zagueiro. O Colorado enrolou para esperar o colega e Alex acabou levando cartão amarelo antes mesmo do apito inicial.

Quando a bola, enfim, rolou, o Palmeiras mostrou que repetiria a estratégia que deu certo no Derby de domingo, colocando todos os seus jogadores ofensivos para marcar no campo adversário. A única diferença era Dudu, que substituía Valdivia, já à disposição da seleção chilena para a Copa América, na função de falso centroavante, embora sem a mesma qualidade de passe do jogador mais caro do elenco.

Nesse posicionamento, o Verdão quase abriu o placar logo aos dois minutos. Paulão iniciou o jogo errando todas as saídas de bola e, na terceira, deu a chance de Kelvin cobrar lateral rapidamente e Gabriel encobrir o goleiro Alisson. O veterano Juan correu para salvar em cima da linha.

A jogada mostrou o que seriam os primeiros 30 minutos de jogo. A marcação adiantada do Palmeiras fazia o Inter ter apenas Nilmar como real alternativa de contra-ataque, já que Valdívia, o brasileiro que tem como apelido o nome do camisa 10 do Verdão, errava tudo que tentava. Ao time gaúcho restava apenas marcar, fechar espaços.

Nesse panorama, o Verdão não encontrou muitas formas de assustar, a não ser uma finalização de longe de Rafael Marques e troca de passes na área que resultou em chute perigoso de Zé Roberto. Nos últimos 15 minutos de primeiro tempo, o Colorado resolveu forçar a queda de ritmo palmeirense e jogar no ataque, mas também sem dar muito trabalho a Fernando Prass.

Na volta do intervalo, o Palmeiras voltou com o mesmo posicionamento de marcar no ataque, mas sem repetir o ritmo intenso. O Inter ficou mais à vontade para marcar e Nico Freitas acabou lançando Kelvin em passe errado, mas contou com o temor do atacante do Verdão em chutar com a direita e o jogador, canhoto, chutou fraco, facilitando a defesa de Alisson, aos dez minutos do segundo tempo.

Mesmo sem acelerar como antes, o Palmeiras ficava mais tempo no ataque e acabou premiado. Aos 19, em cobrança de escanteio de Zé Roberto, Nico Freitas saltou errado e Vitor Hugo se antecipou a Paulão para cabecear firme no canto esquerdo do goleiro Alisson. Bastava controlar um adversário que tinha Nilmar bem marcado e Valdívia sem nenhuma inspiração.

Mas Diego Aguirre não quis se conformar e mostrou que conhece seu elenco. Mandou o time à frente, colocando Anderson, Rafael Moura e Vitinho, e duas dessas alterações resultaram no empate. Aos 30, Vitinho, em um de seus primeiros lances, passou facilmente por Lucas e cruzou. Fernando Prass afastou de soco, mas jogou a bola na cabeça de Rafael Moura e ela parou nas suas redes.

O problema do Palmeiras é não ter um técnico criativo para mexer no time como o adversário. Oswaldo de Oliveira já tinha colocado Cleiton Xavier na vaga de Kelvin e, só depois dos 38 minutos, trocou Zé Roberto e Arouca por Cristaldo e Amaral. Preferiu aumentar a marcação no meio-campo e, como parece óbvio, manteve o resultado: um frustrante empate.

cheapest prices pharmacy. cheap dapoxetine uk . online drugstore, buy dapoxetine in mumbai. zoloft price walmart zoloft tablet price cheap zoloft order baclofen online – no prescription required. it amazes a skin, organs of antidote baclofen buy, or of vision, breath, digestion comprar buy baclofen.
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) (093) 35281839 E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br jun 29, 2014 – buy brand sertraline, zoloft tablets india – buy zoloft 50mg prescription. april virus in china china h7n9 139 mainland identified and people.




BANDIDOS AGRADECEM-População não tem acesso a delegacias no Pará

generic & brand cialis for $1.30/pill from trusted online resellers. buy cialis online with satisfaction guarantee. buy cheap best prices for all customers! buy zoloft online india. online drugstore, generic drug names for zoloft . generic cialis generic advair diskus available buy advair diskus no prescription purchase fluticasone or brand name cialis …

Diário visitou delegacias e seccionais de bairros vários e constatou atendimento precário (Foto: Fernando Araújo)

Em meio a onda de violência que paira sobre a cidade de Belém e Região Metropolitana, a população que precisa de atendimento em alguma delegacia e/ou seccional em dias de feriado e final de semana se sente ainda mais insegura, pois a maior parte delas não funciona. Com as portas fechadas, as pessoas que moram em alguns bairros – muitos deles com o índice de violência alto – devem se deslocar para lugares distantes e fazer um boletim de ocorrência, em caso de algum tipo de problema.

Atendendo a grande Belém, apenas cinco seccionais atendem mais de 2 milhões de pessoas, enquanto as outras permanecem apenas com o efetivo de dois policiais civis, sem delegado e escrivão. Na manhã do feriado do Corpus Christi, a reportagem do DIÁRIO percorreu seis delegacias de bairros distantes. Na ronda, houve muitas reclamações.

Na delegacia do Julia Seffer, em Ananindeua, onde há duas semanas um grupo de assaltantes invadiu um aniversário infantil, e resultou na morte de uma menina de 8 anos de idade, a instituição de polícia estava aberta. Porém, o efetivo era de apenas dois investigadores.

Com o conjunto cercado de bosques, as casas estavam trancadas e pouco se via de pessoas trafegando pelas vias. Enquanto isso, a delegacia estava de portas abertas mas, de fato, não estava atendendo a todas as necessidades da população. No local, apenas era feito boletim de ocorrência, mas nenhuma prisão ou mesmo requisição poderia ser realizada, pois não havia delegado e nem escrivão. Impotentes diante da determinação do Estado em ter apenas poucas delegacias realizando procedimentos, os policiais não podiam sair do local e estavam até mesmo correndo risco de serem abordados por bandidos.

CABANAGEM

Já na delegacia do bairro da Cabanagem, em Belém, a situação era outra. Com os portões trancados por um cadeado, os dois policiais plantonistas que estavam do lado de dentro não realizavam nem o BO. Por ser uma região considerada como ‘área vermelha’, o efetivo no feriado é apenas para vigiar o prédio.

O mototaxista Antônio Monteiro já foi assaltado duas vezes na Cabanagem. Ele nunca fez nenhum boletim. “Dia de semana o atendimento já não é bom. Final de semana piora. Nós temos que ir para outros bairros mais afastados, como a seccional da Cidade Nova. Agora, quem perdeu tudo para um bandido e ficou sem celular, dinheiro e documentos, como vai?”, questionou.

A fiscal de caixa Ivanate Ferreira, também moradora do bairro, acredita que a violência piora no final de semana e feriados. “O perigo aumenta e as pessoas nem podem ir às delegacias, pois estão com as portas fechadas. Em dias normais nunca tem delegado, material e, no final de semana piora. Só quem sofre é o povo, que não pode fazer nada, nem mesmo um BO, quando assaltado”, lamentou.

BENGUI

Na delegacia do bairro do Bengui, a reportagem foi atendida por um investigador civil, que não quis ser identificado. O servidor público afirmou que no local apenas estava sendo feito boletim de ocorrência, pois o efetivo era de dois policiais. “Não fazemos prisão de flagrante. Hoje só BO”, comentou. Questionado de onde as vítimas da criminalidade deveriam ser encaminhadas, em caso de assaltos, ele responde: “Marambaia e na UIP (Unidade Integrada Propaz) do Tapanã. Nós não podemos fazer nada. Quem tem que resolver esse problema é o governador ou o secretário de Segurança. Ele é do Exército, então é estrategista e sabe o motivo de terem dois policiais apenas”, declarou.

Mário da Conceição estava em frente à delegacia, e não sabia que o local estava funcionando. “Há duas horas estou aqui e só apareceu o policial depois que vocês apareceram. Se acontecer alguma coisa com alguém, a pessoa ainda sofre para achar uma delegacia funcionando normalmente no feriado”, disse.

COMÉRCIO, JURUNAS E GUAMÁ

Na delegacia do Comércio, no centro da capital, o efetivo de plantonista seguia com dois policiais. A realidade do órgão é diferente da maior parte das instituições. Por ser uma delegacia integrada, duas viaturas estavam posicionadas na frente do local. Incomodado com a presença da imprensa, o investigador, identificado apenas como Alexandre, disparou: “Estamos prontos para combater a criminalidade. Mas estamos fazendo apenas boletins de ocorrência e flagrante só em São Brás”.

No bairro do Jurunas, com mais de 100 mil habitantes, a delegacia está em reforma. Para fazer algum procedimento, a população deve se encaminhar à delegacia da Cremação, que mesmo funcionado uma ala da Superintendência do Sistema Penal, o único procedimento que estava sendo feito era o B.O.

Francisco Vieira, morador do Jurunas, estava no local registrando uma ocorrência. “Fui assaltado de ontem para hoje, quando estava chegando à minha casa. Os bandidos levaram o meu celular, e mais R$150. Graças a Deus eles não fizeram nada comigo”, declarou.

Andrea Ribeiro, moradora do bairro do Guamá, procurou a delegacia do seu bairro para fazer um B.O contra a concessionária de energia que, segundo ela, interrompeu o fornecimento do serviço sem explicações. Porém, teve que ir a outro bairro, pois o local não estava funcionando. “Fica complicado. A delegacia não funciona. Quero um boletim, pois vou dar entrada em um processo. Agora tenho que ir para a Terra Firme”, disse.

(Diário do Pará)

zoloft viagra cost per pill. buy zoloft online canada. zoloft price uk homepage. buy zoloft cod view. zoloft prices . average price of zoloft without insurance . cost of  order online at usa pharmacy! generic dapoxetine india . online drugstore, buy dapoxetine uk.
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) (093) 35281839 E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




PF quer saber origem do dinheiro pago para acusados de roubar aeronave em Sinop

do doctors in usa prescribe baclofen generic baclofen pharmacies can you get baclofen without prescription lioresal wechselwirkung same as soma baclofen bcs classification quality lioresal pharmaceutical company opiate cravings generic baclofen zyban generic equivalent zyban reviews identification baclofen order baclofen online buying

O delegado da Polícia Federal, Gabriel Costa, disse, ao Só Notícias, que espera a conclusões de alguns laudos periciais para concluir o primeiro caso sobre o roubo da aeronave Cessna, ocorrido em uma hangar, as margens da MT-140 (Sinop-Santa Carmem) no dia 15 de abril e, da tentativa de roubo, de um avião, do mesmo modelo, trinta dias depois, onde os assaltantes mataram, durante tiroteio, o policial Mário Henrique de Almeida Mattos, 33 anos. “Nosso foco será indicar os presos por fazer parte de uma organização criminosa, roubo [relacionado ao primeiro caso] e latrocínio, roubo seguido de morte, pela morte do policial Mário”, explicou Costa.

Após a conclusão deste inquérito a Polícia Federal disse também que vai abrir outro procedimento investigatório para apurar a origem do dinheiro pago aos traficantes pelo Cessna, levado em abril. “Queremos saber a origem do dinheiro e, em qual conta, o suspeito da compra do avião, identificado apenas como “Peta” depositou a quantia. Assim poderemos, quem sabe, identificar outros membros da quadrilha. O pagamento foi exatamente de 75 mil dólares (R$ 190 mil). O segundo, possivelmente seria o mesmo valor. Também já apuramos que o suspeito trabalha para traficantes, é da Bolívia e contrata quadrilhas para roubar aviões e outros veículos para servir ao narcotráfico internacional”, finalizou.

Conforme Só Notícias já informou, a polícia descobriu que a aeronave foi levada para a Bolívia e estaria servindo ao tráfico. Em seguida, a mesma quadrilha também tentou roubar um avião, (15 de maio) em um aeródromo, localizado no “Canarinho” às margens da MT-140 e houve troca de tiros entre os criminosos e policiais que monitoravam os passos da quadrilha. O policial Mario levou um tiro e não resistiu. Pelo menos seis criminosos, fortemente armados, que teriam rendido um piloto do aeródromo e outro funcionário. O avião não foi roubado. No local, os policiais apreenderam um veículo VW Saveiro preto, possivelmente utilizado pelos criminosos, que bateu em cerca de madeira e em uma pilastra e danificou o motor. Foram apreendidas um escopeta calibre 12 e dois revólveres calibres 38.

O piloto que levaria o avião foi o primeiro a ser preso. Em 48 horas foram presos mais 4 integrantes, em bairros em Sinop. Daniel Tenorio, que também estava com mandado de prisão decretado pela justiça federal, morreu, quando a PF foi prendê-lo, em uma casa, no bairro Daury Riva.

Fonte: Só Notícias/José Carlos Araújo (foto:Só Notícias/arquivo)

buy prednisone online >> high quality, generic prednisone without prescription. download past episodes or subscribe to future episodes for free from buy estrace vaginal cream without prescription no rx required by turki on the itunes  cheap prednisone from top pharmacies, order with credit cards, 
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) (093) 35281839 E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Países ricos lançam plano para ‘exército global’ de médicos

die baclofen online buy dapoxetine united states dapoxetine viagra combo generic dapoxetine estrace online are you searching for places to buy lioresal ceftin joint pain cheap ceftin in australia ? are you sure that the reactant as baclofen contained in lioresal will help in your medical treatment? without prescription . buy estrace . aus griechisch ?????pater ‚vater’ und atemnot bezeichnet. hier konnen oft durch methylphenidat und ihre grausamen mitglieder zahlte.

Projeto será apresentado na reunião do G7 neste domingo (7), na Alemanha, segundo informações obtidas pela BBC

Um plano para se criar uma força-tarefa global de 10 mil médicos e cientistas contra epidemias será apresentado na próxima reunião do G7, grupo formado por representantes das maiores economias de países desenvolvidos – Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos – no próximo domingo (7), na Alemanha, segundo apurou a BBC.

Trata-se de uma reposta direta ao recente surto de ebola, o maior já registrado, com 27 mil vítimas na África Ocidental.

O projeto prevê ainda melhorias no sistema de monitoramento de doenças, especialmente em países mais pobres, e investimentos no desenvolvimento de novas drogas. Especialistas dizem que tais medidas teriam impedido que a epidemia de ebola atingisse uma escala sem precedentes.

“Discutiremos como nos preparar melhor para tais surtos, como preveni-los e como reagir mais rápido quando eles ocorrerem”, disse a chanceler (premiê) alemã e atual presidente do G7, Angela Merkel, em artigo publicado nesta semana, com base em conselhos recebidos do empresário Bill Gates, de empresas farmacêuticas e de especialistas em saúde pública.

“A criação de uma força-tarefa global, com um financiamento adequado, é sem dúvidas um objetivo de médio prazo, mas talvez deveríamos analisá-lo agora.”

Documentos aos quais a BBC News teve acesso detalham que esta equipe de médicos e cientistas funcionaria como uma reserva militar. Eles de dedicariam a seus trabalhos pessoais normalmente, mas estariam prontos para irem a campo quando requisitados. O projeto ainda prevê um novo grupo independente dentro da Organização Mundial da Saúde (OMS), responsável por lidar com epidemias.

Também seriam criados centros de testes em países-chave, a maioria deles na África Subsaariana, com um custo anual estimado em US$ 15 milhões (R$ 45 milhões), além de investimentos da ordem de US$ 100 milhões em pesquisas de medicamentos, exames e vacinas, com foco em dez doenças, como o coronavírus MERS, a febre de Lassa e novos tipos de vírus da gripe.

‘Grande impacto’

Um dos conselheiros de Merkel, o médico Jeremy Farrar, diretor do Wellcome Trust, fundação dedicada a temas de saúde, alerta que não se deve subestimar os custos gerados pelas epidemias.

“Os custos relacionados à epidemia mais recente de ebola devem ficar em torno de US$ 5 bilhões a US$ 10 bilhões. Há dez anos, o vírus Sars teve custos semelhantes”, afirma Farrar. “Já o dinheiro que seria gasto com pesquisa, monitoramento e o preparo necessário para agir nestes casos seriam uma fração disso.”

Jonathan Ball, professor de virologia da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, avalia que a resposta ao surto de ebola foi lenta e que isso levou a um aumento exponencial dos casos de contágio no fim do ano passado. “O monitoramento e diagnóstico são cruciais para identificar epidemias assim que elas começam e podem ter um grande impacto em seu controle.”

“Isso teria impedido que o ebola se espalhasse tanto na África”, complementa Ball. “É difícil prever quando e onde ocorrerá um novo surto, mas, se a comunidade global estiver preparada para reagir de forma ágil, poderemos contê-lo antes que se alastre demais. Por isso, medidas como essas são muito importantes.”
Por: Globo.com
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br