Formigas “protestam” em zoo alemão para pedir proteção à Amazônia

Campanha ocorre dois dias antes do encontro entre Angela Merkel e Dilma Rousseff

A ONG Fundo Mundial para a Natureza (WWF) lançou uma ação para pedir proteção à Floresta Amazônica. Na campanha, o grupo utilizou formigas do Zoológico de Colônia, na Alemanha, que carregaram folhas com mensagens como “Socorro” e “Pró-Amazônia”.

Por meio da manifestação, o grupo chama a atenção para a causa antes do encontro entre a chanceler alemã, Angela Merkel, e a presidente Dilma Rousseff, marcado para esta quinta-feira, em Brasília.

— O governo alemão deve usar esta reunião para renovar os esforços coletivos para a preservação da Floresta Amazônica — disse Christoph Heinrich, membro do conselho do WWF na Alemanha.

Para a organização, projetos de reforma no Brasil, como lobbies dos setores agrícola, de mineração e energia, servem a interesses econômicos e ameaçam as reservas naturais.

* AFP

Formigas "protestam" em zoo alemão para pedir proteção à Amazônia OLIVER BERG/DPA
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Pará vai ganhar 500 vagas no ensino superior, diz MEC

Serão 400 vagas em Paragominas e mais 100 vagas em curso de Parauapebas

O Ministério da Educação (MEC) autorizou ontem (18) a criação de 88 novos cursos de ensino superior no País. Das quase 12 mil vagas anuais, 500 são no Pará. Através de três portarias no Diário Oficial da União, o MEC liberou a criação dos cursos, todos de instituições privadas de ensino. De acordo com o MEC, as faculdades já podem abrir as vagas autorizadas, contanto que mantenham o endereço de funcionamento enviado na proposta.

No Pará, são três novos cursos criados, totalizando as 500 vagas anuais. Destas, 400 são no município de Paragominas, sendo 200 para o curso de Administração (Bacharelado) e outras 200 para Pedagogia (Licenciatura). Ambos são da Faculdade de Educação Superior de Paragominas (Facesp). As outras 100 vagas restantes são do curso de Nutrição (Tecnológico), da Faculdade Master de Parauapebas (Famap).

Ainda de acordo com as portarias, a região Norte terá um total de 920 novas vagas, 120 delas no Amazonas, no curso de Engenharia Mecânica (Bacharelado), da Faculdade Maurício de Nassau, em Manaus; 200 no curso de Pedagogia (Licenciatura), na Faculdade Santo André, no município rondoniense de Vilhena; e 100 no curso de Engenharia Ambiental (Bacharelado), na Faculdade São Paulo, de Rolim de Moura, também em Rondônia. O MEC também publicou os pedidos indeferidos, no entanto nenhum curso de instituições de ensino superior do Pará conta nessa lista.

 Estudante de preparam para o vestibular. Foto: Igor Mota/Amazônia Hoje
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Estudante de preparam para o vestibular. Foto: Igor Mota/Amazônia Hoje

Por: O Liberal
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Bancos suspendem novos empréstimos consignados a servidores públicos federais

Associação de bancos rescinde contrato com empresa citada na Lava Jato e que fazia a gestão dos créditos
Dinheiro tem de ser devolvido – Free Images

SÃO PAULO – Os bancos que fazem operação de crédito consignado para servidores públicos federais, ativos ou inativos, suspenderam a concessão de novos empréstimos. A decisão ocorre após a Associação Brasileira dos Bancos (ABBC) comunicar a rescisão de contrato com a Consist Software, que faz o gerenciamento do sistema desses empréstimos e que foi citada nas investigações da Operação Lava Jato.

Estão suspensas as novas operações, refinanciamentos e portabilidade (transferência do crédito de um banco para outro). Não há alteração para quem está com um contrato vigente em andamento. Nesse tipo de operação, a parcela do empréstimo é descontada diretamente da folha de pagamento do tomador do crédito.

Em nota, a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) afirmou que as instituições financeiras estão dando suporte técnico para que possa ocorrer a migração dos dados para uma nova plataforma de gerenciamento dessas operações. No entanto, não foi informada quando a situação voltará ao normal. “Os novos empréstimos estão suspensos para o funcionalismo público federal, pois os bancos estão revendo sua participação no convênio firmado entre a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) e as autoridades públicas. (…) O objetivo é desenvolver um processo de migração de plataforma totalmente transparente para o servidor usuário do serviço”, comunicou a Febraban.

O Bradesco e o Banco Bonsucesso estão entre as instituições que confirmaram a suspensão das novas operações dessa modalidade de crédito. A assessoria de imprensa do Banco Bonsucesso afirmou que a decisão só ocorreu porque, com o fim do acordo com a Consist, os bancos ficaram sem sistema para operar esse tipo de empréstimo, que é vinculado à folha de pagamento dos servidores.

EMPRESA FOI CITADA NA LAVA-JATO

O imbróglio em relação ao consignado com os servidores públicos federais teve início após a Consist ser citada na 18ª fase Lava Jato. Segundo investigação do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, houve desvio nos contratos firmados entre o Ministério do Planejamento e a Consist. O ministério nega que tenha firmado qualquer acordo com a empresa de tecnologia, justificando que o acordo de cooperação técnico para facilitar a concessão desses empréstimos foi firmado, em 2009, com a ABBC e o Sindicato Nacional das Entidades Abertas de Previdência Complementar (Sinapp).

Ainda segundo o Ministério do Planejamento, no último dia 13 de agosto foi feito o comunicado formal da rescisão do acordo de cooperação técnica com a ABBC e a Sinapp — a rescisão de fato ocorre 30 dias após a formalização. A partir dessa data, os correspondentes bancários que lidam com esses empréstimos passaram a receber comunicados de que os bancos estavam suspendo temporariamente as novas concessões. O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) irá assumir essa gestão.

Em nota, a ABBC afirmou que não houve remuneração no acordo de cooperação técnica firmado com o Ministério do Planejamento. Ainda segundo a associação, a ABBC e o Sinapp contrataram a Consist Softwae para fazer o gerenciamento do sistema de empréstimos. “À época (da contratação da Consist), os bancos participantes do mercado de crédito consignado avaliaram opções disponíveis e identificaram que esta empresa apresentava melhores condições de atender os requisitos técnicos e operacionais. Até então, não havia conhecimento de qualquer informação pública que desabonasse seu trabalho ou conduta”, explicou a associação.

Após a rescisão do acordo de cooperação técnica por parte do Ministério do Planejamento, a ABBC enviou à Consist, nesta terça-feira, a formalização do pedido de rescisão contratual.
Globo por Ana Paula Ribeiro

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Não há ofensas que justifiquem impeachment de Dilma, diz editorial do New York Times

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Para jornal, saída forçada da presidente sem motivo concreto seria dano à democracia brasileira

RIO – O jornal americano “The New York Times” disse em seu editorial na segunda-feira que o impeachment da presidente Dilma Rousseff provocaria sérios danos à democracia brasileira, que vem se fortalecendo notavelmente nos últimos trinta anos, uma vez que não existem provas concretas de que Dilma cometeu irregularidades em seu governo.

Apesar do “esquema de corrupção massivo” na Petrobras, o jornal também relembrou a força das instituições democráticas brasileiras em meio a todo o clima de turbulência no país. O editorial enfatizou a escolha de Dilma, que em vez de restringir as investigações que desafiam a sua gestão, indicou Rodrigo Janot, à frente das investigações da Operação Lava-Jato, para se manter no cargo de procurador-geral da República.

O editorial ainda responsabilizou a presidente pelas políticas que desaceleraram a economia e contribuem para a queda do grau de investimento no Brasil. No entanto, disse não haver evidências de que qualquer outro líder no poder faria um trabalho melhor com a economia.

De acordo com a publicação, não existem provas que justifiquem a saída forçada de Dilma do governo, apesar das ameaças sofridas pela presidente – como as tensões no legislativo, os protestos do último domingo e os índices de aprovação da população sobre o governo abaixo dos 10% menos de um ano após as eleições.

“Não há dúvida que os brasileiros estão enfrentando tempos difíceis e frustrantes, e as coisas devem piorar antes de melhorar. Rousseff também vai encarar muito mais problemas e criticismo. Mas a solução não deve ser enfraquecer as instituições democráticas que garantem em última instância a estabilidade, a credibilidade e a governança honesta”, concluiu o editorial.
por O Globo

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A presidente Dilma Rousseff - Givaldo Barbosa / Agência O Globo
A presidente Dilma Rousseff – Givaldo Barbosa / Agência O Globo

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‘Viagra feminino’ é liberado por agência norte-americana

O desejo sexual feminino ainda é pouco conhecido pela ciência, e há nítidas diferenças em relação ao do homem

A prescrição do medicamento conhecido como ‘viagra feminino’ foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA), agência norte-americana que regulariza remédios no país. A droga tem como objetivo aumentar o desejo sexual das mulheres mas seu processo para atingir este resultado é bastante diferente quando comparado ao seu paralelo masculino.

A flibanserina, droga que poderá ser utilizada pelas americanas, regula os níveis de neurotransmissores do humor. Já o Viagra e seus similares atuam contra a impotência, vascularizando a área genital e, apenas indiretamente, aumentando o desejo sexual, por aumentar a autoestima e a sensação de poder a partir da ereção.

O desejo sexual feminino ainda é pouco conhecido pela ciência, e há nítidas diferenças em relação ao do homem. Enquanto no caso deles, o desejo é geralmente espontâneo, o delas é mais complexo e depende de fatores externos ao ato sexual, como saúde física e emocional, condição socioeconômica e vínculo afetivo.
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A FDA sofreu uma campanha intensa para aprovar o medicamento. A agência foi acusada de ser machista por aprovar o remédio masculino e não liberar o feminino. Os defensores da droga afirmavam que o medicamento feminino era esperado há muito tempo enquanto o masculino já estava com várias opções no mercado.

– Esse é o maior avança para saúde sexual das mulheres desde a pílula – afirmou Sally Greenberg, diretora-executiva da Liga Nacional de Consumidores ao jornal New York Times.

Porém críticos apontam que a aprovação da droga foi deturpada devido ao envolvimento de uma questão feminista ao tratar de um remédio que não se mostrou totalmente eficaz e que apresenta riscos de efeitos colaterais. Entre os apontados estão a pressão arterial baixa, desmaio, náuseas, tonturas e sonolência.
Por: Extra

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Destruição cresce nas pequenas áreas de florestas no Pará

Estudo mostra que 58% dos desmates são feito em terrenos de até 25 hectares

Pesquisa produzida pelo Núcleo de Avaliação de Políticas Climáticas da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (NAPC/PUC-Rio), em parceria com a Climate Policy Initiative (CPI), revelou que a prática de desmatamento em pequena escala é a principal responsável pelos números do desflorestamento alcançados no Estado do Pará, entre 2002 e 2012. De acordo com o estudo, divulgado na segunda-feira, dia 16 de agosto, 58% da destruição da floresta, em território paraense, é promovida e executada em áreas consideradas pequenas, com 25 hectares (o equivalente a aproximadamente 15 a 20 campos de futebol). Este método de operar permite aos desmatadores escapar dos mecanismos de monitoramento da floresta, que ainda têm alguma dificuldade em identificar focos em escalas menores.

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Os pesquisadores envolvidos no levantamento acreditam que os agentes responsáveis pelo desmatamento da floresta encontravam, e encontram, facilidade em escapar da fiscalização, desflorestando mais unidades de áreas menores. Em números, entre 2002 e 2012, o documento sublinha que o desmatamento em áreas pequenas cresceu de 20% para 54% em relação ao que representa dentro do espaço total desflorestado, no Estado do Pará. Esse movimento ocorreu ao mesmo tempo em que a destruição de áreas maiores foi reduzida consideravelmente. A proporção do desmatamento em áreas variando tamanho entre 100 hectares e 500 hectares recuou de 30% para 15% do espaço destruído, enquanto o desflorestamento em espaços com medidas superiores a 500 hectares teve sua representatividade diminuída de 20% para quase 0%, nesse mesmo período.

Circunstância similar pode ser observada a partir da avaliação do tamanho das propriedades desflorestadas, no Pará. O desmatamento cresce nas áreas menores. Considerando o mesmo período de apuração (2002 – 2012), as destruições ocorridas em terrenos pequenos (250 a 350 hectares) eram 10% do total e chegaram a quase 40%, no último ano. Aquelas executadas em áreas médias, retroagiram de 20% para cerca de 10% e as demais, feitas em regiões grandes, reduziram sua participação de 65% para 45%. O Estado tem 32 mil quilômetros quadrados (Km²) em pequenas propriedades, 41,6 mil Km² em médias propriedades e 155,5 mil Km² em grandes propriedades. São mais de 47,4 mil propriedades registradas. O desmatamento nas pequenas recuou 69%, enquanto nas médias e nas grandes caiu 92,5%, em média, na década destacada.

Conforme reforça o documento publicado pela PUC e pela CPI, a mudança para pequenas áreas desmatadas resulta principalmente da ineficácia do sistema de monitoramento, que contribui mais para a contenção de clareiras maiores que 25 hectares. Diante da maior facilidade de detecção da atividade ilegal e, consequentemente, do combate mais efetivo à mesma, agentes atuando em propriedades privadas alteraram suas práticas de desmatamento, passando a cortar floresta em pequenos incrementos para não serem detectados pelo sistema.

Uma expressiva parte das áreas desmatadas dentro de propriedades privadas no Pará era, portanto, menos visível aos agentes de monitoramento e aplicação da Lei. Na prática, os agentes responsáveis por esse desmatamento eram relativamente mais capazes de escapar do monitoramento. Isso sugere que as políticas de conservação podem ter sido mais eficazes em conter o desmatamento no Mato Grosso, por exemplo, outro Estado com índices altos, do que no Pará. No Mato Grosso, o desmatamento em áreas menores também é crescente, mas com representatividade variando entre 10% e 30%. Ou seja, o desmatamento em áreas maiores é mais comum e a detecção é mais efetiva, apesar de um dos problemas (em relação a áreas menores) ser o mesmo.

Entretanto, em ambos Estados, até agentes que operavam em pequena escala e em pequenas propriedades podem ter reduzido o desmatamento em resposta ao monitoramento mais acirrado em áreas vizinhas de médio ou grande porte, segundo o estudo. Esse efeito provavelmente foi mais forte no Mato Grosso, onde prevaleciam propriedades médias e grandes. Ademais, como a propriedade média no Mato Grosso é muito maior do que no Pará, provavelmente houve maior probabilidade do sistema de monitoramento detectar desmatamento dentro de propriedades privadas no Mato Grosso.

Apesar dos pesquisadores enfatizarem que os dados utilizados no estudo não permitem identificar as causas por trás das diferenças Estaduais, o trabalho ilustra como o comportamento individual, do governo federal e de cada governo, pode variar entre regiões. Diante disso, o desmatamento não pode mais ser tratado como um problema homogêneo na Amazônia, segundo postula o estudo. “Tomadores de decisão devem começar a adequar medidas e políticas às necessidades e diferenças locais e, assim, enfrentar o desafio de conter o desmatamento em pequena escala”, conclui.
Por: O Liberal
Foto: Wilson Dias/ Abr

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Em Novo Progresso, estudante denuncia falta de aula em escola pública

Desde o início do ano, a escola alega não ter professores. Aulas atrasaram 15 dias para reiniciar. buy doxycycline online, over the counter doxycycline hyclate 100mg, dosage monohydrate amount per day does mono 100mg treat chlamydia how long is 

“O Jovem Ítalo Romulo usou do Facebook para transmitir o descaso”.

Leia Também:Aulas da rede estadual em Novo Progresso não tem data para volta as aulas

Os alunos da escola Estadual Waldemar Lindemayer  em Novo Progresso, vivem com a ausência constante de professores desde o início de 2015.

O aluno deixou um texto reclamando da falta de professores e do descaso com a escola.

Veja a publicação abaixo feita na rede social Facebook:

Italo Romulo

Estudantes da escola Waldemar Lindemayer estão precisando acorda e se mexer, pois a escola esta com falta de professores sem ter previsão para que esses professores venham dar aula, o futuro que esta sendo prejudicados estudantes são os nossos mesmo, talvez alguns não se importe leva tudo com proveito para aproveita a “folguinha” que esta tendo da escola, mas é assim que os que não tem uma resolução para o futuro. cheap effective baclofen online canada order baclofen cheap baclofen order baclofen online buy baclofen baclofen buy uk buy baclofen online no prescription

Abram a boca e falem a todos na ruas se for preciso, pois do jeito que esta não da para ficar.

Isso é uma vergonha, o nosso estado não é um estado pobre e vive nessas situação.

Mais a verdade também de tudo é que “o que estamos fazendo para mudar um pouco isso?” Nos que pensamos diferente ficamos de braços cruzados deixando com que pessoas que pensam errado continue disseminando suas ideias!

Ditadura militar todos pensava que não conseguiriam e com as pessoas de ideias boas e com força de vontade para falar o que tinha que ser falado convenceram outras pessoas e conseguiram vencer. fastest delivery purchasing cialis online, buy cialis online – canadian pharmacy

Eu quero me formar, mais eu quero-me forma com um ensino de qualidade. jul 19, 2014 – buy baclofen meds online! baclofen without presciption baclofen without rx overnight shipping baclofen free consultation images of 

Posso fazer pouco, mas pelo pouco que eu faço eu quero ser lembrado.

 Segundo ele, os professores alegam à diretoria da instituição que está faltando o governo do estado contratar. Com uma frase ele anunciou o descaso -“Isso é uma vergonha, o nosso estado não é um estado pobre e vive nessas situação”.

Localizada nas proximidades do Lago Municipal, a escola vive um cenário cada vez mais comum nas dependências: alunos vagam pelo pátio e tentam se distrair com brincadeiras, por conta da falta de aulas. Regularmente, alguns professores tem que se dividir em duas salas diferentes ou estender o horário para cobrir aulas vagas.

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Segundo o estudante, a situação, que se arrasta durante os últimos meses, além de prejudicar seus colegas de classe, poderá interferir no sonho de se formar com um ensino de qualidade.

A redação do Jornal Folha do Progresso tentou contato com a diretora da escola professora Ilda Araújo, mas não foi localizada até o encerramento desta edição.

Por: Redação Jornal Folha do Progresso – Fotos: Redação Jornal Folha do Progresso

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Cerimônia torna vitalícios 28 juízes-Outros dois juízes tomaram posse na 3ª Entrância, no TJPA

 O Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) realizou, nesta sexta-feira, 14, a cerimônia de vitaliciamento de 28 juízes substitutos e deu posse na 3ª Entrância aos juízes Adriano Gustavo Veiga Seduvim e Blenda Nery Rigon Cardoso. A solenidade, presidida pelo desembargador Constantino Augusto Guerreiro, ocorreu no plenário Oswaldo Pojucan Tavares, no prédio-sede do TJPA.

Para ser vitaliciado, o magistrado passa dois anos em estágio probatório, após a posse, período em que é avaliado em seu desempenho funcional. Capacidade de trabalho, presteza e segurança no exercício judicante e conduta social nas Comarcas em que atua são alguns dos itens avaliados antes de ser concedido o vitaliciamento.

A solenidade começou com a posse dos juízes que foram promovidos à 3ª Entrância. Adriano Seduvim assumiu a 2ª Vara de Execuções Fiscais da Capital, enquanto que Blenda Cardoso está à frente da Vara de Combate às Organizações Criminosas. Em nome dos empossados, o juiz Adriano Seduvim lembrou que tanto ele quanto a juíza Blenda contabilizavam mais de 15 anos de magistratura no interior do Pará como juízes substitutos e que era grande a felicidade de ser recebido pelos desembargadores. “Essa chegada é o reconhecimento por anos de dedicação nas Comarcas do Interior”.

Foto-TJPA
Foto-TJPA

Na cerimônia de vitaliciamento dos 28 juízes substitutos, o desembargador Constantino Guerreiro desejou que o momento fosse um dia marcante para os presentes. “Conheço os desafios superados para que se chegue até aqui”, comentou com os magistrados, destacando as responsabilidades e os desafios da profissão, a qual ele comparou ao sacerdócio.

A corregedora das Comarcas do Interior, desembargadora Maria do Céo Coutinho, destacou em seu discurso os critérios de avaliação, mas também lembrou que a aprovação não era salvo-conduto para práticas incompatíveis com carreira do magistrado.

A desembargadora mencionou os desafios da atualidade, destacando a velocidade com que as decisões são divulgadas “comentadas e criticadas”, o que pode gerar desconforto. Mas ela pediu paciência aos novos juízes.

Em nome dos vitaliciados, a juíza Tânia Amorim Fiúza, em seu discurso, destacou os sacrifícios de cada um de seus colegas para realizarem o sonho da magistratura. Segundo ela, ser juiz “é não ter vontade própria, mas procurar a vontade do coletivo”. Disse que era necessário coragem, entender o jurisdicionado, agir de forma ética, correr riscos e pensar em formas de melhorar a prestação jurisdicional. “Ser exemplo não é fácil. É exigir de um ser humano que ele nunca erre”, afirmou.

Em nome do Ministério Público, o procurador de justiça, Miguel Ribeiro Baia, conclamou por ainda mais a aproximação entre as instituições que integram o sistema de justiça. O representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB- Seção/PA), Gilberto Araújo, desejou que os magistrados sigam no caminho da moralidade e, sobretudo, da humildade, para que “o próximo passo seja receber o grau desembargador”.

Compuseram a mesa da cerimônia, além de o presidente do TJPA, desembargador Constantino Guerreiro, a procuradora do Estado, Lorena de Paula Rego, representando o governador Simão Jatene; o vice-presidente do TJPA, desembargador Ricardo Nunes; o presidente do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça brasileiros e decano do TJPA, desembargador, Milton Nobre; a corregedora das Comarcas da Região Metropolitana de Belém, desembargadora Diracy Nunes; a corregedora das Comarcas do Interior, desembargadora Maria do Céo Coutinho; e o diretor do Fórum Cível, juiz Sílvio César Maria, representando a Associação dos Magistrados Estado do Pará (AMEPA).

Fonte: Coordenadoria de Imprensa
Texto: Vanessa Vieira
Foto: / Ricardo Lima

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Monte Alegre-Município condenado a construir abrigo a idoso

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Juiz de Monte Alegre acolheu ação civil pública do Ministério Público

O juiz Thiago Tapajós Gonçalves julgou procedente o pedido de ação civil pública do Ministério Público do Pará em Monte Alegre, no Baixo Amazonas, no qual condena o município à obrigação de criar um abrigo para idosos. Na decisão, o magistrado solicita que sejam incluídas a construção do abrigo na próxima previsão orçamentária municipal, além de organizar e manter o serviço com, no mínimo, dez vagas.

De acordo com o Ministério Público, a política assistencial aos idosos desamparados ou abandonados por seus familiares é ausente no município, o que acaba por exigir a urgência da contemplação de abrigo como forma de garantir a dignidade e habitação aos idosos em situação de risco. O Ministério Público tentou extrajudicialmente obter informações sobre as unidades de acolhimento ao idoso em Monte Alegre, no entanto, não teve êxito, “logo, a judicialização da demanda para efetivação da política de atendimento ao idoso é medida imperativa, já que no município de Monte Alegre há idosos em situação de abandono familiar e inexiste no Município abrigo para tais pessoas”.

O magistrado Thiago Gonçalves ressaltou que a assistência ao idoso é um direito fundamental. “Não se nega que o primeiro dever de cuidar dos idosos é de seus familiares, especialmente dos filhos, mas isto não afasta a subsidiária intervenção estatal, pelos municípios, em fornecer abrigo aos idosos hipossuficientes e desamparados, ou seja, sem recursos e sem o cuidado familiar”, afirmou.

Segundo o juiz, a existência de asilos ou casas de abrigo de idosos, mantidas por entidades privadas, filantrópicas, religiosas ou assistências, sem convênio, sem subsídio e sem interferência do Poder Público, não afasta o dever do município de cumprir o seu papel social em relação aos idosos, especialmente em quadro de ineficiência do amparo pelas famílias e pelos corpos sociais intermédios que atuam no setor.

“Em suma, os princípios da dignidade da pessoa humana (art. 1º, III, da CF), da preservação da saúde, da moradia e da assistência aos necessitados em geral (art. 6º da CF), e, de modo especial, o do amparo aos idosos (art. 230 da CF c.c. arts. 2º e 3º do Estatuto do Idoso) impõem ao Município a obrigação de criar e implementar, na comunidade local, abrigo para idosos em situação de hipossuficiência e despidos de acolhida familiar, especialmente daqueles que se encontram em situação de risco (art. 43 do Estatuto do Idoso)”, explicou o magistrado Thiago Gonçalves.

Fonte: Coordenadoria de Imprensa
Texto: Will Montenegro
(Foto-Divulgaçao Internet)
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Estrela pornô quer encontro amoroso com Ronda

Kleio Valentien, que interpretará a campeã do UFC em em “Ronda ArouseMe”, comemorou o fato da lutadora ter lidado bem com a “homenagem”. (Foto: Reprodução/Instagram)

Na última semana, a campeã do UFC surpreendeu ao lidar com bastante tranquilidade com a notícia de que será alvo de uma paródia pornô em breve. A reação de Ronda deixou contente sua intérprete em “Ronda ArouseMe”, Kleio Valentien, e provocou até um pedido bastante inusitado: para que a lutadora vá a um encontro com ela.

Intitulada “Ronda ArouseMe” (um trocadilho com o sobrenome da lutadora, que pode ser traduzido como “Ronda MeProvoque”), a paródia ainda não tem data oficial de lançamento, mas já está com sua produção bastante adiantada. Segundo a diretora do filme, Joanna Angel, uma outra versão inspirada na desafiante ao cinturão Miesha Tate também deverá ser produzida em breve.

Ainda invicta no MMA profissional, Ronda Rousey tem 12 vitórias em sua carreira. Após bater Bethe Pitbull em apenas 34 segundos no UFC 190, realizado no Rio de Janeiro (RJ), a campeã agora colocará seu cinturão em jogo diante da desafiante Miesha Tate, em duelo ainda sem data oficial para acontecer. (Divulgação/UFC)

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Estrela pornô quer encontro amoroso com Ronda (Foto: Reprodução/Instagram)
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(DOL, com informações de Terra)
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