Vinte são presos por comércio ilegal de madeira no PA

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Esquema contava com a participação de servidores das três esferas

Vinte pessoas já foram presas na operação ‘Madeira Limpa’, da Polícia Federal em parceria com o Ministério Público Federal, com objetivo de desarticular uma quadrilha especializada em comércio ilegal de madeira em Belém e interior do estado. A ação também acontece em Manaus (AM) e Florianópolis (SC). Segundo a polícia, o esquema contava com a colaboração de servidores públicos, municipais, estaduais e federais, mediante pagamento de vantagens. O prejuízo mínimo estimado ao patrimônio público é de R$ 31,5 milhões.

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A ação, que foi deflagrada na manhã desta segunda-feira (24), deve cumprir 22 mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, 41 de busca e apreensão, além de 10 mandados de condução coercitiva. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal para os municípios de Santarém, Belém, Itaituba, Uruará, Alenquer, Monte Alegre, Óbidos, além de Manaus e Florianópolis.

Entre os locais onde a polícia cumpre mandados de busca e apreensão estão a sede do Incra de Santarém; sede do Ibama e Secretaria de Meio Ambiente, em Belém; e nas Secretarias de Meio Ambiente de Óbidos e Alenquer.

Em um dos locais, a polícia encontrou um malote de dinheiro, cujo valor total ainda não foi informado.

Crime – A operação ‘Madeira Limpa’ é resultado de oito meses de investigações que mostraram que o esquema envolvia a titulação de áreas para elaboração de planos de manejo, que serviam para liberar créditos florestais. Liberados os créditos, estes eram movimentados através de empresas, em sua maioria fantasmas, e utilizados para acobertar madeira extraída ilegalmente de locais diversos do plano aprovado.

Foto: Polícia Federal
Foto: Polícia Federal

Por: Redação ORM News com informações da PF e MPF

Atualizado as 15:53 horas
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

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Superintendente do Incra é preso na operação ‘Madeira Limpa’

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Ele permitia que empresários explorassem ilegalmente assentamentos. Outros servidores públicos e empresários foram presos nesta segunda (24)
O superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Santarém, oeste do Pará, Luiz Bacelar Guerreiro Júnior, está entre os servidores públicos que tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Federal. Ele foi preso na manhã desta segunda-feira (24) e encaminhado à sede da PF no município durante a operação “Madeira limpa”.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), ele permitia que empresários do ramo da madeira explorassem ilegalmente assentamentos da região. “Não só dos assentamentos, mas das unidades de conservação que rodeiam esses assentamentos utilizando, inclusive, a mão de obra desses assentados, ao mesmo tempo em que impedia que os benefícios que deveriam ser destinados, e que são direitos dos assentados, não acontecessem. Obstava de uma forma dolosa que esses benefícios chegassem até os assentamentos deixando as comunidades absolutamente rendidas a uma situação de completo abandono”, afirmou a procuradora da República, Fabiana Schneider.

Além de Bacelar, outro servidor do Incra foi preso na operação. Em nota enviada ao G1, o Incra reafirmou o apoio ao trabalho da força policial, aos órgãos de controle e da justiça, e informou que, mesmo antes das conclusões iniciais do inquérito policial, decidiu preventivamente pelo afastamento imediato dos servidores indiciados, bem como a abertura de procedimentos administrativos internos para averiguar responsabilidade dos envolvidos nas acusações.

As investigações começaram há 8 meses e a operação objetiva combater uma quadrilha de comércio ilegal de madeira que tem envolvidos em vários municípios do Pará, em Manaus (AM) e Florianópolis (SC). A organização criminosa contava com a colaboração ilegal de empresários do ramo madeireiro, de servidores públicos municipais, estaduais e federais. Maandados de prisão contra servidores da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Instituto de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também foram cumpridos.

Em coletiva a imprensa na manhã desta segunda, o comandante das operações, delegado da Polícia Federal em Santarém, Gecivaldo Vasconcelos, explicou que todos os órgãos e secretarias estavam interligados. Existia uma divisão de tarefas e cada um desses grupos era dirigido por uma pessoa. “Para você explorar a madeira, precisa de uma empresa, se essa empresa estiver bloqueada na Sefa, não vai, o sujeito  tem um contato na Sefa [Secretaria de Estado da Fazenda] que desbloqueia a empresa, se tiver bloqueado na Semas [Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade], também não vai, aí ele já tem um contato que desbloqueia na Semas, se não tiver o Incra para dar o título da terra aí a coisa também não funciona, aí você já tem o contato dentro do Incra para dar o título da terra e, se a fiscalização do Ibama apertar já é ruim. No Ibama alguns passavam informações sobre fiscalizações que colocavam em risco a vida de servidores sérios dedicados”, explicou.

Sobre os quatro servidores do Ibama concursados que foram presos durante a operação, o superintendente substituto do Ibama no Pará, Alex Lacerda, destacou que eles serão afastados e não poderão exercer a atividade de agentes ambientais de fiscalização. Um processo investigativo disciplinar será instaurado. “Imediatamente deixarão de ser agentes ambientais. Serão só técnicos até que seja concluído esse processo administrativo que vai determinar a culpa ou não deles, e o grau de culpabilidade, sendo que eles podem ser punidos até com demissão”.

Foragido
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No total, 33 são suspeitos de integrar a organização, incluindo servidores públicos federais e do estado do Pará. Segundo a PF, 22 mandados de prisão, um mandado de prisão temporária, 41 de busca e apreensão e 10 de condução coercitiva (quando a pessoa é levada para prestar depoimento e depois é liberada) deveriam ser cumpridos.

O balanço das prisões efetivadas será divulgado na tarde desta segunda, mas o delegado informou que um dos mandados de Santarém ainda não pôde ser cumprido, pois um madeireiro, identificado como Alcides Machado Júnior está foragido. (Foto ao lado).

Investigações

Os mandados de prisão, busca e apreensão foram determinados pela Justiça Federal de Santarém, após pedido do MPF, e cumpridos em Santarém, Alenquer, Óbidos, Oriximiná, Monte Alegre, Itaituba e Uruará, no oeste do estado, além de Belém e Ananindeua, na região metropolitana, e em Castanhal, no nordeste paraense.

As investigações da Polícia Federal duraram oito meses, tendo iniciado em 2014 e constatado que os servidores públicos formaram um grupo que atuava em três núcleos: o primeiro concentrava os negociantes de créditos florestais fictícios e empresas que recebiam madeira ilegal; o segundo desmatava ilegalmente as áreas com permissão de servidores do Incra; o terceiro vendia informações privilegiadas sobre fiscalizações de órgãos ambientais e liberação de empresas irregulares.

O grupo é acusado de corrupção ativa e passiva, associação criminosa, violação de sigilo funcional, falsidade ideológica, uso de documento falso, crimes contra a flora e crimes contra a administração ambiental.
Por: G1 Santarém
Foto: Reprodução TV Tapajós

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Edital de Publicação

editalPublicação: 033/2015

CESAN COMERCIO DE MADEIRAS EIRELLI- ME, CNPJ 22.370.011/0001-04, TORNA PÚBLICO QUE RECEBEU DA Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Novo Progresso –SEMMA/NP, LP Licença Previa e a LIO- Licença de Instalação e Operação nº015/2015, Localizada no Município de Novo Progresso-PA

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Câmaras concedem liberdade a vereador de Parauapebas

Vereador foi afastado do cargo

Desembargadores reunidos em sessão das Câmaras Criminais
Des. Ricardo Nunes na presidência da sessão das Câmaras Criminais

As Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Pará, em sessão nesta segunda-feira, 24, concederam, à unanimidade de votos, liberdade provisória a Josineto Feitosa de Oliveira, ex-presidente da Câmara Municipal de Parauapebas, acusado de peculato, corrupção passiva, fraude em licitação pública e organização criminosa. A decisão estabeleceu também o afastamento de Josineto do cargo de vereador. A relatoria do habeas corpus liberatório foi da desembargadora Vera Araújo.

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Para a concessão da liberdade, os desembargadores julgadores determinaram medidas cautelares diversas da prisão que deverão ser cumpridas pelo acusado, com base na lei 12.403/2011, como o comparecimento periódico em Juízo até o 10º dia útil de cada mês, mantendo endereço atualizado de todos os imóveis que possua; proibição de acesso e frequência em qualquer órgão da administração pública direta ou indireta, especialmente na Câmara de Vereadores e na Prefeitura Municipal de Parauapebas, excetuando os prédios do Ministério Público Estadual e Poder Judiciário; proibição de manter qualquer espécie de contato com os demais réus, testemunhas do caso, servidores do Poder Legislativo Municipal, vereadores e prefeito municipal; e proibição de se ausentar da Comarca de Parauapebas.

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De acordo com o processo, Josineto estava preso desde o julho deste ano, após desdobramentos da operação Filisteu, deflagrada pela Polícia Federal e Ministério Público estadual em maio deste ano. Conforme as investigações do MPPA, as fraudes nas licitações públicas teriam ocorrido entre os anos 2013 e 2014. As licitações tinham como objetivo a aquisição de veículos e alimentos para a Câmara Municipal. Também foram presos na mesma operação os vereadores Odilon Sanção e José Arenes (este por porte de arma), que também respondem as acusações em liberdade.

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Ainda na sessão desta segunda-feira, os desembargadores acataram parcialmente o pedido da defesa do réu João Batista Barroso Rodrigues, e transferiram, da Comarca de Goianésia do Pará para a Comarca de Tucuruí, o processo penal a que responde, por prática de homicídio. A defesa alegou a necessidade de desaforamento, argumentando que o crime gerou comoção pública à época, resultando na tentativa de destruição e incêndio da Delegacia de Polícia do Município. Assim, considerou que a manutenção da sessão de júri popular do acusado em Goianésia, comprometeria a imparcialidade dos jurados e a integridade do réu.

No entendimento da relatora do pedido de desaforamento, desembargadora Vania Fortes Bitar, cabe razão à defesa, que havia pedido a transferência do processo para Belém. A relatora ressaltou que tanto o Ministério Público quanto o Juízo de Goianésia, foram favoráveis ao desaforamento. “Assim, estou concordando entendendo que há motivos para o deslocamento do Júri, mas transferindo-o para a Comarca de Tucuruí que é próxima do distrito da culpa”.

João Batista foi pronunciado por homicídio qualificado, praticado em agosto de 2005, em que foi vítima Antoniel Silva Santana. Consta na denúncia oferecida pelo Ministério Público que João e outros policiais militares estavam em ronda ordinária quando verificaram um tumulto próximo a uma loja. Tratava-se de uma rixa entre a vítima, Antonio Trancoso Santana (pai da vítima) e Raimundo Guilherme Silva Santana (irmão da vítima), contra os comerciantes de prenome Ramon e Iara.

Ainda conforme a denúncia, ao se aproximarem, os policiais, que estavam armados, deram voz de prisão à vítima e a seus familiares, os quais resistiram. Ao verificar que seu pai estava paralisado por um dos policiais, a vítima, até então contida por outro policial, teria se desvencilhado e foi em direção ao seu pai, quando outro policial ordenou que o rapaz fosse contido, razão pela qual João disparou, atingindo a vítima na área do abdômen. A vítima foi socorrida, mas morreu no hospital regional de Tucuruí.

Fonte: Coordenadoria de Imprensa
Texto: Marinalda Ribeiro
Foto: Ricardo Lima/TJPA /

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Operação da PF prende funcionários da Sefa, Incra e Ibama

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Luiz Bacellar, superintendente do Incra em Santarém, foi preso na Operação Madeira Limpa
Uma investigação minuciosa sobre fraudes ocorridas no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) levou a Polícia Federal a cumprir mandados de busca e apreensão e de prisão, na manhã desta segunda-feira, 24, a funcionários dos respectivos órgãos públicos.
Entre os servidores públicos na mira da PF está o atual titular da Superintendência do Incra de Santarém, Luiz Bacelar. A operação da Polícia Federal deflagrada na manhã desta segunda-feira cumpre mandados de busca e apreensão e prisão em Santarém, Alenquer, Óbidos e Belém do Pará, além do estado de Santa Catarina.
O agente da Polícia Federal em Santarém, Uilses Tavares informou que várias prisões já aconteceram na manhã de hoje em cumprimento a operação “Madeira Limpa”. A operação visa combater a corrupção nesses órgãos públicos.
Uma grande movimentação acontece neste momento em frente à sede da PF, no bairro do Mapiri, em Santarém, onde a todo momento chegam pessoas envolvidas no esquema de corrupção dos três órgãos e, que estão sendo investigadas por corrupção.
Segundo Uilses Tavares, no total para todas as cidades, são 22 mandados de prisão, um mandado de prisão temporária, 41 de busca e apreensão e 10 de condução coercitiva.
Uma equipe da Rede Globo do Rio de Janeiro, tendo à frente a jornalista Sônia Bridi, se encontra neste momento na sede da PF para fazer a cobertura dessa operação.

INVESTIGAÇÃO DO MPF: O grupo alvo é acusado de coagir trabalhadores rurais a aceitarem a exploração ilegal de madeira dos assentamentos do oeste paraense em troca da manutenção de direitos básicos, como o acesso a créditos e a programas sociais. O prejuízo mínimo estimado ao patrimônio público é de R$ 31,5 milhões.

Executada pela Polícia Federal após pedido do Ministério Público Federal (MPF) tendo sido acatado pela Justiça Federal, a operação Madeira Limpa tem a meta de cumprir medidas de prisão preventiva ou temporária de 33 suspeitos de integrarem a quadrilha, incluindo servidores públicos federais e do Estado do Pará. Outro objetivo é a prisão temporária de um suspeito de ter aceitado propina do grupo, o secretário de Meio Ambiente de Óbidos, Vinícius Picanço Lopes.

Entre os servidores públicos federais com prisão decretada estão integrantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) ― incluindo o superintendente da autarquia em Santarém, Luiz Bacelar Guerreiro Júnior ― e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Entre os servidores estaduais estão funcionários da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e um integrante da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa).

No Pará, os mandados são cumpridos em Santarém, Óbidos, Oriximiná, Monte Alegre, e Uruará, no oeste do Estado, Belém e Ananindeua, na região metropolitana, e em Castanhal, no nordeste paraense. Além dos mandados de prisão, estão sendo cumpridos 37 mandados de busca e apreensão em residências de suspeitos e nos órgãos públicos envolvidos.

O MPF também pediu à Justiça que quatro servidores suspeitos sejam afastados de seus cargos e que os presos na operação sejam encaminhados ao Centro de Recuperação Sílvio Hall de Moura, em Santarém.

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Luiz Bacellar, superintendente do Incra de Santarém, e Vinícius, de Óbidos: presos
Luiz Bacellar, superintendente do Incra de Santarém, e Vinícius, de Óbidos: presos

Crimes – Os investigados são suspeitos de formarem grupo organizado, estruturalmente definido e com divisão de tarefas, voltado à práticas dos crimes de corrupção ativa e passiva, associação criminosa, violação de sigilo funcional, falsidade ideológica, uso de documento falso, crimes contra a flora e crimes contra a administração ambiental.

Segundo as investigações do MPF, iniciadas em 2014, o grupo atuava em três frentes interligadas: um núcleo intermediador e empresarial, um núcleo operacional centralizado no Incra e um núcleo relacionado às fraudes em órgãos ambientais.

Enquanto o primeiro núcleo concentrava os negociantes de créditos florestais fictícios (esses negociantes são conhecidos como “papeleiros”) e empresas que recebiam a madeira extraída ilegalmente, o segundo núcleo atuava diretamente com o desmatamento, sob a permissão de servidores do Incra, e o terceiro núcleo era responsável pela mercantilização de informações privilegiadas sobre fiscalizações realizadas por órgãos ambientais e pela liberação irregular de empresas com pendências nessas instituições.

O MPF qualificou como “cruel” o modo de atuação do núcleo concentrado no Incra. “O grupo investigado transformou a SR30 (superintendência do Incra que abrange o oeste paraense) em um grande balcão de negócios, fazendo uso da instituição pública, e no exercício funcional, para viabilizar a extração ilegal de madeira em áreas de assentados. Muitas vezes, a prática criminosa é realizada sob submissão dos colonos à precária situação em que são colocados. Precisam barganhar direitos que lhes são devidos em troca da madeira clandestina”, registra petição do MPF à Justiça Federal.

Coletivas de imprensa – Serão realizadas duas entrevistas coletivas para a imprensa em Santarém nesta segunda-feira, 24 de agosto. A primeira, para tratar da operação em geral, será às 10h30 na delegacia da Polícia Federal, que fica na avenida Presidente Vargas, conjunto Jardim Liberdade, casa 11, bairro Caranazal. Às 15 horas será feito balanço dos resultados da operação. A segunda coletiva será na sede do MPF em Santarém, na avenida Cuiabá, 974, bairro Salé.

Fonte: RG 15/O Impacto
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Inovação- Pecuaristas de Novo Progresso investem no confinamento de bois em cocho

Foto Juliano Simionato
Foto: Juliano Simionato

Com objetivo de acompanhar a tecnologia na engorda de bovinos, poucos ainda são os pecuarista de nossa cidade e região que investe no confinamento em cocho para engorda de bovinos.

(Foto -Juliano Simionato)
(Foto: Juliano Simionato)

Você acredita ser possível confinar até 130 animais em uma área de 50 metros de largura por 80 de comprimento? E alimentá-los três por dia vez em um cocho? Você pode até franzir a testa e estranhar, mas este é o sistema utilizado na Agropecuária “Estância Medianeira II” João Piran . A equipe de reportagem do Jornal Folha do Progresso com a TV cidade esteve até a fazenda localizada as margens da rodovia BR-163 distante 10 quilômetros de Novo Progresso.

O pecuarista e produtor rural , vem encontrando saídas para viabilizar o investimento que está transformando a propriedade na diversificação de produção de grãos e engorda de bovinos em confinamento.

A estrutura construída e usada para confinar o gado da Fazenda do João Piran é algo raro de se ver na região.

Confinamento em cocho (Foto-Juliano Simionato)
Confinamento em cocho (Foto: Juliano Simionato)

O pecuarista Progressense, procura alternativas que viabilize o investimento , com isto esta implantando outro sistema para engordar bovinos , já conhecido por muitos mas que é novidade na região.

Após investir no cultivo de soja, milho e arroz , João Piran está inovando e investindo no confinamento de novilhos precoces e superprecoces da raça brangus e mestiço nelores. São dois piquetes, um ao lado do outro com uma passarela elevada a cerca de 1,7 mts dos cochos, por onde passa a carreta com milho em grão misturada com micronutientes. Cada piquete tem 50 mts de largura e comprimento de 80 mts, comportando em média 260 animais. O cocho está na dimensão de cumprimento por causa do revezamento, a média de espaço por animal é de 50/60 cm. Veja fotos: propecia vs biotin propecia without prescription

– Sendo a passarela elevada em relação ao cocho, não há possibilidade do animal jogar a comida para fora, evitando desperdício;

– Como a estrutura é compacta e o custo menor, o pecuarista vai ter que investir em construir coberturas para os cochos, ou seja, a chuva não vai prejudicar a qualidade da alimentação, permitindo ao animal alimentar-se sem interrupção;

A prova que não tem restrição alimentar é o consumo médio por dia: de 2,% a 2,5% do peso vivo do animal de MS/dia;

– Os tratos diários alimentares são três: 7h30, 12h e 17h, este último servindo três carretas de silagem (cocho cheio). Desta forma, sempre há alimento disponível (ad libitum) para que não haja interrupção na oferta de comida, nem durante a noite.

Ricardo Denadai e João PIran
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O objetivo do pecuarista com este sistema de confinamento é abater os bovinos num prazo máximo de 90 dias, “pretendendo que esse gado tenha um ganho no seu peso de 25%” comentou.

João Piran disse que é a nova alternativa o confinamento de gado, porquê as pastagens antigas acabou se  tudo e evita problemas com o meio ambiente.

Disse ainda que para o ano que vem a tendência é aumentar o boi confinado em sua fazenda, vai aguardar o resultado experimental que tem o ciclo de 90 dias, dando tudo certo ainda este anos confina mais outro lote de gado.

O responsável e que está acompanhando o confinamento na fazenda é o Proprietário da Agropecuária Sertão Ricardo De Nadai, ele disse que o confinamento do João Piran é estratégico, como acabou o pasto podem usar o grão inteiro como tem na região e ele produz junto com o nuclo, dispensa silagem é um confinamento estratégico para o período da seca e de ciclo curto no máximo 90 dias com rendimento considerável.

Ricardo disse também do rendimento que esperam é de 1.7 Kg diário mais um rendimento de carcaça de 57% a 58%, que hoje o que o frigorífico busca é o boi de qualidade.

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Segundo o proprietário João Piran e o Ricardo de Nadai pretendem realizar um dia de campo para mostrar aos produtores que é simples e eficiente um manejo fácil.

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Dilma vai reduzir número de ministérios, anuncia ministro do Planejamento

Dilma vai reduzir número de ministérios, anuncia ministro do Planejamento
Governo também vai diminuir o número de cargos comissionados e lançar programa para vender imóveis da União

BRASÍLIA – O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, anunciou nesta segunda-feira que a presidente Dilma Rousseff resolveu fazer uma reforma da administração pública, reduzindo pelo menos dez ministérios, bem como o número de cargos comissionados. O governo também lançará um programa para vender imóveis da União.

A decisão foi anunciada por Dilma na reunião de coordenação política no Palácio do Planalto com seus principais ministros. Segundo Barbosa, a reforma administrativa deve ser fechada até setembro e seguirá cinco diretrizes.

— A primeira é uma redução no número de ministérios, uma redução de dez ministérios, como referência. Estamos trabalhando com meta de referência de reduzir o número de ministérios em dez. Vamos avaliar com todos os ministros, com todos os órgãos envolvidos, quais são as iniciativas nesse sentido, tanto do ponto de vista de gestão, de funcionamento de cada ministério, de superposição de áreas, quanto do ponto de vista político, do ponto de vista da eficiência das políticas pública — disse o ministro.

Ele explicou que ainda não existe uma meta pré-definida em relação à racionalização da máquina pública, sendo a ideia combinar melhoria de gestão. Segundo Barbosa, hoje há cerca de 22 mil funcionários comissionados, os chamados DAS. Desses, entre 5 e 6 mil não são funcionários públicos concursados.

—Não há uma meta numérica para essa linha de ação porque isso precisa ser conduzido com cada ministro, com cada área de atuação, que entende melhor como funciona sua atividade — afirmou.

Ainda segundo o ministro, outra diretriz é a redução de custeio e gastos administrativos. O governo pretende também aperfeiçoar a gestão do patrimônio da União com a venda de imóveis.

— A União tem diversos imóveis que recebeu em execução de dívidas e são imóveis que não são prioritários. Ou que não tem uso adequado ou não são mais necessários. Então nós vamos lançar um programa que vai fazer gradualmente a venda desses imoveis, via pregão eletrônico. Na questão de imóveis da União há também o que se chama de direito de domínio da União, onde a União tem uma taxa de ocupação — disse.

O ministro das Cidades, Gilberto Kassab, também participou do anúncio.

DILMA DISSE QUE ERA CEGUEIRA TECNOCRÁTICA

Na campanha eleitoral do ano passado, a presidente fez duras críticas a proposta de redução de ministérios. Em agosto de 2014, ela reagiu às declarações do candidato adversário Aécio Neves (PSDB) em favor da redução dos atuais 39 ministérios. Ela disse que o tucano tinha uma “cegueira tecnocrática”.

– Quero saber qual (ministério) e quem vai fechar! Essas secretarias poderiam ter outro status, poderia ser apenas uma secretaria? Poderia. Não perceber (a importância) do status é uma cegueira tecnocrática – disse ela.

A petista acusou ainda o PSDB de, na gestão de Fernando Henrique Cardoso, ter tentado reduzir ao mínimo o ministério de Minas e Energia, o que, segundo ela, levou ao racionamento de água em 2002.

Um mês depois, no Rio, ela voltou a criticar a medida dizendo ser um”escândalo” querer acabar com algumas pastas.

— Acho um verdadeiro escândalo querer acabar. Criei dois ministérios. O da Aviação Civil criei pela consciência absoluta de que havia uma verdadeira revolução no transporte por aviões no Brasil. Para se ter uma ideia, em 2003 eram 33 milhões de passageiros por ano e agora é de 111 milhões de passageiros por ano. A ampliação de aeroporto no Brasil é uma exigência desse processo de inclusão social — afirmou Dilma, completando:

— Tem gente, inclusive, querendo reduzir ministérios. Vocês podem saber os ministérios que eles querem reduzir. Um deles é o da Igualdade Racial, o outro é o que luta em defesa da mulher. O outro é de Direitos Humanos. E tem um ministério que eu criei e eles estão querendo acabar que é o da Micro e Pequena Empresa — disse a presidente, citando secretarias que têm status de ministério.
O Globo por Catarina Alencastro

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Policial militar agride companheira, cunhada e criança de nove anos

Caso foi registrado na delegacia da mulher.
Corregedoria disse que vítima deve procurar a corporação.

Homem jogou os pertences da vítima nas escadas da casa onde eles moravam juntos. (Foto: Divulgação/Arquivo pessoal)
PM jogou os pertences da vítima nas escadas da
casa onde eles moravam juntos.
(Foto: Divulgação/Arquivo pessoal)

Uma mulher de 31 anos, a sua irmã e a criança de nove anos foram agredidas na madrugada do último sábado (22), em Belém. O caso foi registrado na Delegacia da Mulher (Deam) e o policial militar envolvido foi até a delegacia, mas apesar do flagrante, até o momento não foi confirmada a prisão dele, que saiu da delegacia em um carro peliculado. A PM disse que a vítima deve procurar a corregedoria e que o inquérito, por se tratar de um caso pessoal, diz respeito à Polícia Civil.

A violência doméstica contra mulher foi registrada por volta das 4h, do último sábado (22). Segundo a vítima, o PM queria sair de casa para comprar cigarro, mas pelo horário, ela pediu que ele não saísse. “Foi quando ele ficou transtornado achando que eu tinha perdido a chave de casa e começou a quebrar minhas coisas”, disse a mulher.

A agressão seguiu com empurrões, tapas e puxões de cabelo deixando as três vítimas com vários hematomas. A filha da vítima, uma menina de nove anos, também foi agredida com um tapa pelo PM, porque estava chorando e gritando muito com a situação. “Minha filha está com a boca machucada e também fez corpo delito. Ele quebrou minhas coisas e jogou nossos gatos contra a parede. A minha irmã tentou me defender e também foi agredida”, conta.

Com o ato, a mulher procurou a delegacia da mulher, onde foi realizado um auto de prisão em flagrante contra o PM, que ainda não há informações de que está, realmente, preso.
Além dos objetos, a irmã, uma criança de nove anos e até os gatos do casal foram agredidos. (Foto: Divulgação/Arquivo pessoal)
Além dos objetos, a irmã, uma criança de nove anos
e até os gatos do casal foram agredidos.
(Foto: Divulgação/Arquivo pessoal)

Agressividade e alcoolismo
Ainda segundo a vítima, o homem de 38 anos, que possui um cargo de comando na PM, ficou 13 anos afastado da corporação retornando em dezembro de 2014. “Ele foi afastado por alcoolismo, mas desde dezembro voltou pra polícia nesse cargo”, disse a vítima.

A mulher conta que o PM sempre foi muito ciumento e chegou até a assistir aula junto com ela. “Ele sempre foi assim, chegou a colocar um rastreador ilegal no meu celular Confesso que já tentei deixá-lo, mas é difícil porque ele me persegue”, afirma.

“Depois disso tudo que ele me fez passar, o mais triste é pensar que ele vai ficar impune, já que a polícia está se articulando para que ele não vá para o presidio. Não é justo”, lamenta.

De acordo com a assessoria da PM, a mulher deve procurar a corregedoria, porque esse não é um possível crime que o PM cometeu em horário de trabalho, trata-se de um  caso pessoal. Eles disseram ainda que não tinha como confirmar o histórico do PM, entre eles, o afastamento denunciado pela vítima.
Do G1 PA

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Operação prende quadrilha de comércio ilegal de madeira no PA

Assentados tinham que aceitar irregularidades para ter programas sociais.
Foram cumpridas prisões nas esferas municipal, estadual e federal.

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Delegacia Polícia Federal Santarém (Foto: Luana Leão/G1)
Polícia Federal deflagrou operação nesta segunda-feira (24) (Foto: Luana Leão/G1)

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira (24) a operação “Madeira Limpa” para desmontar uma quadrilha de comércio ilegal de madeira em vários municípios do Pará, em Manaus (AM) e Florianópolis (SC). De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o grupo é acusado de coagir trabalhadores rurais a aceitarem a exploração ilegal de madeira dos assentamentos do oeste paraense em troca da manutenção de direitos básicos, como o acesso a créditos e a programas sociais. O prejuízo mínimo estimado ao patrimônio público é de R$ 31,5 milhões.

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De acordo com a Polícia Federal em Santarém, no oeste do Pará, são 22 mandados de prisão, um mandado de prisão temporária, 41 de busca e apreensão e 10 de condução coercitiva. No total, são 33 suspeitos de integrar a quadrilha, incluindo servidores públicos federais e do estado do Pará.

Há mandados de prisão contra servidores da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Instituto de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), incluindo o superintendente Luiz Bacelar Guerreiro Júnior. O G1 entrou em contato com a assessoria de comunicação do Incra em Brasília e aguarda resposta.

Ainda de acordo com o MPF, no Pará, os mandados são cumpridos em Santarém, Alenquer, Óbidos, Oriximiná, Monte Alegre, e Uruará, no oeste do estado, além de Belém e Ananindeua, na região metropolitana, e em Castanhal, no nordeste paraense.

Os mandados de prisão, busca e apreensão foram acatados pela Justiça Federal, após pedido do MPF que constatou nas investigações que os servidores públicos municipais, estaduais e federais são suspeitos de formarem um grupo organizado que cometeram crimes de corrupção ativa e passiva, associação criminosa, violação de sigilo funcional, falsidade ideológica, uso de documento falso, crimes contra a flora e crimes contra a administração ambiental.

As investigações começaram em 2014, e constatou que o grupo atuava com um núcleo intermediador e empresarial, um núcleo operacional centralizado no Incra e um núcleo relacionado às fraudes em órgãos ambientais. De acordo com o MPF, o primeiro núcleo concentrava os negociantes de créditos florestais fictícios e empresas que recebiam madeira ilegal, o segundo atuava no desmatamento, sob a permissão de servidores do Incra, e o terceiro era responsável pela mercantilização de informações privilegiadas sobre fiscalizações realizadas por órgãos ambientais e pela liberação irregular de empresas com pendências nessas instituições.

“O grupo investigado transformou a superintendência do Incra que abrange o oeste paraense em um grande balcão de negócios, fazendo uso da instituição pública, e no exercício funcional, para viabilizar a extração ilegal de madeira em áreas de assentados. Muitas vezes, a prática criminosa é realizada sob submissão dos colonos à precária situação em que são colocados. Precisam barganhar direitos que lhes são devidos em troca da madeira clandestina”, registra petição do MPF à Justiça Federal.
Por João Machado Do G1 Santarém

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Chimbinha pede perdão a Joelma

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Chimbinha nega ter traído Joelma, esposa e companheira de banda, e credita crise conjugal ao excesso de dedicação ao trabalho (Foto: Reprodução)

O músico Cledivan Almeida Farias – o Chimbinha, um dos líderes da Calypsonega veementemente as informações divulgadas pela mídia de que tenha casos fora do seu casamento com Joelma, em release divulgado à imprensa. Ele diz estar sendo vítima de mentiras, calúnias e difamações produzidas por pessoas que desejam apenas prejudicar sua vida.

Ele reconhece que sua dedicação extrema ao trabalho nesses últimos 16 anos o afastou muito do convívio familiar, dos contatos com seus filhos e até mesmo da relação conjugal com Joelma, sócia e cantora da banda. “Para mim, a minha família vale mais do que tudo na vida. Joelma é uma pessoa do bem, uma mulher linda, inteligente e íntegra, uma artista de qualidade internacional. Os nossos filhos amados são a nossa razão de viver”, afirmou.

O guitarrista da Calypso lamenta que, nesse primeiro momento, sua esposa tenha dado ouvidos e até se deixado influenciar pelas calúnias e difamações criadas e divulgadas a seu respeito: “Joelma é um ser humano especial, uma pessoa boa, decente e muito espiritualizada. E ela também ama profundamente a nossa família. Creio que a maneira correta que a gente tem para superar essa crise é continuar juntos”, afirmou. “Peço perdão a ela e aos nossos filhos por todo e qualquer constrangimento que tenha sido causado por mim ao longo desse nosso tempo de convivência familiar e profissional.”

Chimbinha disse ainda que a ausência sempre foi por causa do trabalho, que envolve cuidar de composições, arranjos, ensaios, shows, produção de CDs e DVDs, apresentações em rádios e televisões, fazer contatos e fechar contratos empresariais. “Pensei que fazendo assim estava cuidando do futuro da minha família. Exagerei na dose e errei”, confessa. Ele pediu a compreensão dos fãs ao afirmar que a banda Calypso é importante em sua vida, mas seguramente a família é ainda muito mais. “Não posso e não quero perder a minha família. Não quero viver longe de Joelma, a única mulher que amo verdadeiramente nessa vida, e nem também longe dos meus filhos”, declarou.

(Diário do Pará)
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