Governo envia ao Congresso texto com idade mínima de 55 anos para aposentadoria militar

(Foto: Reprodução) – Medida faz parte do corte de gastos proposto pelo governo. Texto também extingue pensão paga a militares expulsos (‘morte ficta’) e prevê contribuição militar para fundo de saúde.

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou ao Congresso nesta terça-feira (17) o projeto de lei que estabelece uma idade mínima de 55 anos para a aposentadoria dos militares.

A aposentadoria militar acontece quando há a passagem da ativa para a reserva remunerada. Hoje, são necessários 35 anos de serviço às Forças Armadas, mas não há idade mínima.

O texto prevê, ainda, outras três mudanças:

o fim da chamada “morte ficta” dos militares — pensão recebida quando são expulsos ou excluídos das Forças Armadas;
a extinção da transferência da pensão militar;
uma contribuição ao Fundo de Saúde em 3,5% do salário dos militares até janeiro de 2026.

As medidas fazem parte do pacote de corte de gastos anunciado em novembro pelo Ministério da Fazenda, Fernando Haddad.

Somadas, segundo estimativas do governo, podem gerar um impacto de R$ 2 bilhões anuais aos cofres públicos:

“Se você considerar a despesa discricionária que eles têm, é um gesto significativo e foram coisas que nunca foram conseguidas pelos governos anteriores”, afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao anunciar as medidas no fim de novembro.

O texto ainda terá de passar pela Câmara e pelo Senado para se transformar em lei, e pode sofrer mudanças durante a tramitação. Faltando menos de uma semana para o início do recesso, a análise do tema deve ficar para 2025.

O Ministério da Defesa, que abriga a estrutura das Forças Armadas, foi a última instância do governo federal a ser incluída no pacote de redução de gastos.

Em novembro, com o pacote já quase concluído, Haddad afirmou em entrevista que Lula havia pedido a inclusão de “mais um ministério” – que depois, descobriu-se ser a Defesa.

Os cortes propostos também atingem, principalmente, os gastos em Saúde, Educação, Trabalho e Emprego, Desenvolvimento Social e Previdência Social.

 

Fonte: Guilherme Mazui, Mateus Rodrigues, g1 — Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/12/2024/15:00:56

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PF prende delegado e mais 3 policiais civis de São Paulo suspeitos de atuar para o PCC

Dinheiro e armas apreendidos durante operação da PF e do MP-SP contra policiais corruptos ligados ao PCC — Foto: Reprodução/TV Globo

Ao todo, eram 8 mandados de prisão. Um ainda está foragido. Ação reúne dados de diversas investigações sobre a facção, inclusive o homicídio do delator Vinícius Gritzbach.

Uma operação policial realizada nesta terça-feira (17) prendeu sete pessoas, incluindo um delegado e mais três policiais civis suspeitos de atuar para o Primeiro Comando da Capital (PCC). Falta cumprir ainda um mandado de prisão contra mais um policial, considerado foragido.

Segundo as investigações, o esquema criminoso envolveria manipulação e vazamento de investigações policiais, venda de proteção a criminosos e corrupção para beneficiar um esquema de lavagem de dinheiro do PCC.

A ação é realizada pela Polícia Federal (PF) e promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), com apoio da Corregedoria da Polícia Civil.

A Justiça decretou a prisão temporária dos investigados, buscas e apreensões em endereços relacionados a eles, e outras medidas cautelares, como bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens.

A operação é resultante do cruzamento de diversas investigações sobre o PCC, inclusive o assassinato do delator Vinícius Gritzbach, ocorrido em 8 de novembro, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

O delegado preso é Fabio Baena, que foi acusado por Gritzbach, em sua delação premiada, de extorsão. Na época, Baena comandava uma investigação em que o delator era suspeito de mandar matar dois integrantes do PCC.

Também foram presos os policiais Eduardo Monteiro, Marcelo Ruggeri e Marcelo Marques de Souza, conhecido como Marcelo “Bombom”. O policial que ainda está foragido é Rogério de Almeida Felício, e, segundo a reportagem apurou, também trabalha como segurança do cantor Gusttavo Lima.

Os demais presos suspeitos de envolvimento com o PCC são Ademir Pereira Andrade, Ahmed Hassan e Robinson Granger de Moura, conhecido como Molly.

Em nota, o advogado Daniel Bialski, que faz a defesa de Baena e de Monteiro, disse que considera a prisão uma “arbitrariedade flagrante”. Afirma ainda que os fatos que embasariam a prisão “já foram investigados e arquivados pela Justiça, por recomendação do próprio Ministério Público”. E acrescentou que “ambos compareceram espontaneamente para serem ouvidos e jamais causaram qualquer embaraço às repetidas investigações”.

A defesa de Marcelo Ruggeri disse que ainda não teve acesso aos autos, mas que considera a prisão prematura.

Os advogados de Rogério informaram que aguardam ter acesso integral ao processo “para analisar o caso e tomar as medidas legais cabíveis, reafirmando a confiança na Justiça para a comprovação de sua inocência”.

“Rogério é um policial civil que, ao longo de sua carreira, sempre desempenhou suas funções com zelo, responsabilidade e respeito à lei e nunca teve qualquer envolvimento com o Crime Organizado”, informou a sua defesa.

O g1 tenta localizar a defesa dos outros presos.

Procurada, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo disse que a Corregedoria da Polícia Civil acompanha a operação e colabora com a PF e o MP.

As investigações apontam que a facção, com o apoio dessa organização criminosa, movimentou mais de R$ 100 milhões desde 2018.

São 130 policiais federais e promotores com apoio da Corregedoria nas ruas. Ao todo, são 8 mandados de prisão e 13 de busca e apreensão na capital de São Paulo e nas cidades de Bragança Paulista, Igaratá e Ubatuba, no interior do estado.

A PF apreendeu R$ 620 mil, US$ 1 mil e 1,5 mil euros na casa de um dos policiais investigados. Os sete presos foram levadas inicialmente para a carceragem da Polícia Federal, na capital. Nesta quarta-feira (18) eles passarão por audiência de custódia na Justiça. Se as prisões forem mantidas, os agentes seguirão para o presídio da Polícia Civil. Já os outros alvos presos irão para uma unidade prisional comum.

Os investigados, de acordo com suas condutas, vão responder pelos crimes organização criminosa, corrupção ativa e passiva e ocultação de capitais. As penas somadas podem alcançar 30 anos de reclusão.

A operação foi batizada de Tacitus, termo que vem do latim que significa silencioso ou não dito, em alusão à forma de atuar da organização criminosa.

Os policiais civis são suspeitos de colaborar com o PCC, garantindo proteção e facilitando a lavagem de dinheiro por meio da compra de imóveis através de intermediários ou empresas de fachada. Eles também são suspeitos de desviar bens que deveriam ser apreendidos.

 

Fonte: César Tralli, Léo Arcoverde, Isabela Leite, Bruno Tavares, TV Globo e GloboNews e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/12/2024/14:52:30

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MPF quer nova sentença contra Belo Monte por morte de peixes

A empresa foi responsabilizada pela morte de 24 toneladas de peixes na área da usina | Divulgação/UHE Belo Monte

De acordo com a Justiça Federal, a empresa foi responsabilizada por cinco ocorrências de poluição, resultantes de condutas identificadas como falhas na operação, classificando o crime como culposo.

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou um recurso contra a sentença que condenou a empresa Norte Energia pelo crime de poluição culposa.

A empresa foi responsabilizada pela morte de 24 toneladas de peixes na área da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, entre os anos de 2015 e 2018.

Segundo a Justiça Federal, o crime ocorreu cinco vezes devido a ações consideradas negligentes e imprudentes por parte da empresa, caracterizando a poluição como culposa.

O MPF, no entanto, sustenta que a Norte Energia assumiu o risco de causar os desastres e, com base em relatórios do Ibama, pede a reclassificação do crime para doloso.

 

Fonte: DOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/12/2024/14:41:13

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Dois criminosos que usavam madeireira para distribuir drogas são presos em Castelo dos Sonhos

O grupo autuava em Castelo dos Sonhos e Novo Progresso.(Foto:Policia Civil)

Dois membros de um grupo criminoso foram presos em cumprimento a mandados de prisão preventiva pelos crimes de homicídio duplamente qualificado na modalidade tentada e organização criminosa na quinta (12) e sexta-feira (13). As prisões fazem parte da terceira fase da Operação Arce Purgatio, realizada no distrito de Castelo dos Sonhos, em Altamira, no sudoeste do Pará.

Transporte de caminhão

Os mandados foram expedidos pela Vara Criminal de Novo Progresso, após análise de relatórios que confirmaram a ligação dos alvos com a facção criminosa e a prática dos crimes investigados. Os detidos são Jeremias Monteiro Rodrigues e Hitalo Dhogo Lima de Sousa. A operação contou com planejamento estratégico para localizar e capturar os criminosos em situações diferentes.

Prisões

Jeremias foi preso no início da noite de quinta-feira (12), por volta das 18h30. A polícia utilizou um plano em que o suspeito foi atraído para uma suposta negociação de drogas. Ao chegar ao local combinado, foi surpreendido pela equipe policial e teve a prisão preventiva cumprida no mesmo momento. Já Hitalo foi capturado na manhã de sexta-feira, às 7h10, enquanto chegava a uma madeireira, onde trabalhava e, segundo as investigações, utilizava o espaço como ponto fixo para a distribuição de drogas. Policiais realizaram campana no local e detiveram o suspeito assim que ele chegou.

Sobre a Operação Arce Purgatio

A Operação Arce Purgatio, cujo nome significa “purificação do arco”, tem como objetivo desarticular células de um grupo criminoso que atuam na região de Novo Progresso e Castelo de Sonhos. A investigação apontou o envolvimento de Jeremias e Hitalo em ações da facção, incluindo crimes violentos e tráfico de entorpecentes.

As prisões são resultado do esforço conjunto entre a Polícia Civil e o Poder Judiciário, reforçando o combate ao crime organizado na região. Os presos foram encaminhados para o sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça. A operação continua em andamento, e outras ações estão previstas para os próximos dias.

Fonte:Confirma Noticia/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/12/2024/08:03:18

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Ministra de Trinidad e Tobago morre junto com os dois filhos em incêndio

Lisa Morris-Julian, ministra da Educação de Trinidad e Tobago, morreu em incêndio — Foto: Governo de Trinidad e Tobago

Lisa Morris-Julian, que era ministra da Educação, ficou presa em casa com os filhos de 25 e seis anos. Incêndio aconteceu na madrugada desta segunda-feira (16).
TOPO

A ministra da Educação de Trinidad e Tobago, Lisa Morris-Julian, morreu junto dos dois filhos durante um incêndio na madrugada desta segunda-feira (16), segundo as autoridades locais.

A polícia informou que a ministra e os filhos, de 25 e seis anos, ficaram presos enquanto o fogo consumia a casa da família no distrito de Arima, a principal cidade do leste de Trinidad e Tobago.

O marido de Lisa e outros dois familiares que também estavam na casa ficaram feridos e foram levados ao hospital.

“O governo de Trinidad e Tobago expressa suas mais profundas condolências à família, entes queridos e eleitores neste momento e os mantemos em nossos pensamentos e orações coletivas”, afirmou o governo em um comunicado.

O primeiro-ministro Keith Rowley e outros membros do governo estiveram no local do incêndio enquanto os bombeiros apagavam as chamas. A causa do incêndio está sendo investigada, segundo a polícia.

Lisa também era deputada e tentaria a reeleição no ano que vem.

 

Fonte: France Presse e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2024/17:37:09

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Cumaru: a semente que protege a Amazônia e gera renda para comunidades tradicionais.

Neste ano de 2024, a expectativa é que sejam comercializadas 5 toneladas de cumaru coletadas junto aos territórios indígenas e quilombolas de Óbidos, Oriximiná e Nhamundá. Foto de Valdenilton Nina – Coopaflora

Uma árvore robusta que pode chegar a 30 metros de altura e que tem em sua semente o poder de transformar a vida de povos e populações tradicionais da Amazônia. Estamos falando do Cumaru, produto da sociobioeconomia que entre os meses de junho e dezembro começa a mobilizar comunidades inteiras para o manejo, coleta e comercialização deste produto que, além de gerar renda, contribui para a manutenção e conservação da floresta.

Segundo dados da Cooperativa Mista dos Povos e Comunidades Tradicionais da Calha Norte (Coopaflora), que desde 2019 recebe assessoria técnica do Programa Floresta de Valor do Imaflora, patrocinado pela Petrobrás, por meio do Programa Petrobrás Socioambiental e que é formada por uma rica diversidade de povos tradicionais da Amazônia, nos últimos quatro anos, foram comercializadas aproximadamente 15 toneladas de cumaru provenientes de territórios indígenas e quilombolas.

Neste ano de 2024, mesmo com o cenário crítico provocado pela grande estiagem que afeta a região amazônica, a cooperativa espera comercializar cinco toneladas da semente, que é rica em cumarina, substância aromática utilizada em diversos setores, como a indústria alimentícia, cosmética e farmacêutica, o que amplia seu poder de geração de renda para as comunidades tradicionais e acesso ao comércio nacional e internacional.

“Eu acredito que os cursos e capacitações sobre as boas práticas do cumaru, realizados nos territórios vai contribuir bastante para alcançarmos uma boa produção neste ano, uma vez que já observamos que no território onde a pessoa não tinha o hábito da coletar o cumaru hoje ela sabe que o cumaru é fonte de renda”, citou Daiana ao mencionar que neste ano a expectativa de comercialização da semente é de cinco toneladas.

O trabalho desenvolvido pela Coopaflora e parceiros, como o Imaflora e o Iepé, contribui para a conservação da biodiversidade, o desenvolvimento social e econômico e a manutenção dos conhecimentos tradicionais, promovendo a interação entre a diversidade biológica e cultural, unindo as boas práticas sustentáveis do manejo extrativista.

Uma das estratégias montadas pela cooperativa, a partir das assessorias técnicas recebidas por meio do Programa Florestas de Valor do Imaflora, para acessar novos mercados foi a capacitação comunitária em boas práticas extrativistas e mapeamento da cadeia de produtos da sociobiodiversidade (castanha, copaíba e cumaru), o que assegura a qualidade e excelência dos produtos, alto padrão de pureza e a responsabilidade pela manutenção da floresta.

“O Programa Floresta de Valor vem apoiando a Cooperativa para estabelecer relações comerciais mais justas e éticas, garantindo rastreabilidade e qualidade dos produtos para que todos saiam ganhando, com isso, fortalecemos as comunidades e contribuímos na construção de mercados que realmente compartilhem destes valores”, ressaltou Felipe Jacob Pires, coordenador regional do Norte do Pará do Programa Floresta de Valor.

Desafios da Produção

Em setembro de 2024, dentro da TI Zo’é, localizada no Norte do Pará, foi realizada uma formação voltada às boas práticas sustentáveis do cumaru, que teve como objetivo capacitar os Zo’é quanto a importância da coleta e processamento adequados do cumaru, além de auxiliar na criação de uma cadeia produtiva para o fruto.

O trabalho desenvolvido junto aos Zo’é se destaca como um exemplo inspirador de como a colaboração entre comunidades indígenas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais pode impulsionar o desenvolvimento sustentável, combinando a geração de renda com a preservação ambiental e o fortalecimento da organização social.

A iniciativa é do Programa Zo’é, do Instituto Iepé, em conjunto com a Organização Tekohara, associação fundada e gerida pelo povo indígena Zo’é, visa fortalecer a autonomia, proporcionando conhecimento e ferramentas para o manejo sustentável dos recursos naturais e a geração de renda por meio da produção de cumaru.

As atividades foram coordenadas por Hugo Prudente, assessor do Iepé, e todas elas realizadas em parceria com a Coopaflora e com a supervisão da FPE-CPM/Funai (Frente de Proteção Etnoambiental Cuminapanema), demonstrando um esforço colaborativo para o desenvolvimento e a valorização da cultura e da produção local

O trabalho trouxe como resultado, agora em novembro, a primeira entrega de aproximadamente 200 kg de cumaru coletados e secados dentro das boas práticas sustentáveis, levados até a cidade de Santarém (PA) por via aérea.

“Os Zo’é estão muito animados nesta primeira experiência com o cumaru. Eles são um povo de recente contato e vêm mostrando muita capacidade de organização. Fundaram a sua associação há dois anos, estão vendendo seu artesanato e o cumaru veio para fortalecer ainda mais a autonomia deles”, diz Hugo Prudente.

O assessor do Iepé explica também que o valor arrecadado com as vendas servirá para a compra de insumos básicos para os Zo’é, que será distribuído igualmente entre as famílias, algo que eles prezam muito”, diz.

Sobre a Coopaflora

A Coopaflora prioriza o respeito ao meio ambiente e a valorização das pessoas, buscando comércio justo e inclusão social para seus membros seguindo a missão de fortalecer e desenvolver as cadeias produtivas da sociobiodiversidade amazônica, utilizando estratégias inovadoras para a produção e comercialização de produtos de base florestal renovável, como castanha, cumaru, óleo de copaíba e pimenta Assisi.

O Programa Florestas de Valor

O Programa Florestas de Valor do Imaflora, conta com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, desenvolve projetos que disseminam e fortalecem técnicas de produção sustentáveis na Amazônia brasileira. Fomenta a restauração florestal, estrutura cadeias da sociobiodiversidade e negócios comunitários, contribuindo com a fixação e manutenção de estoques de carbono, bem como com a geração de renda a partir de atividades sustentáveis para manter a floresta em pé e valorizar as populações tradicionais guardiãs do patrimônio socioambiental.

Sobre o Imaflora  

Desde 1995, atua na promoção do uso sustentável e inclusivo dos recursos naturais. Seus projetos conciliam conservação ambiental e desenvolvimento econômico, atendendo a demandas das cadeias florestal, agropecuária, da sociobiodiversidade e da agenda climática. Realiza trabalho em campo, assistência técnica, serviços ESG e certificações, além de pesquisa e desenvolvimento de dados. (www.imaflora.org).

Fonte: Martha Costa/Imaflora / Portal Santarém – Jeferson Miranda e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2024/17:31:12

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Filho de Romeu Tuma, que prendeu Lula à frente do Dops na ditadura, faz parte da equipe médica do presidente

O neurologista Rogério Tuma (à esquerda) ao lado do médico de Lula, Roberto Kalil Filho — Foto: Maria Isabel Oliveira / O Globo

Apesar da posição do então delegado e futuro senador, petista entende que recebeu tratamento digno por parte do pai do médico à época

Entre os médicos que prestam atendimento diário no Hospital Sírio-Libanês está um neurologista com feições e sobrenome conhecidos há décadas por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Rogério Tuma, que inclusive participou de entrevistas coletivas para explicar o estado de saúde e a operação a que o presidente da República foi submetido esta semana, é filho do ex-senador Romeu Tuma.

O político paulista nasceu em 1931 e morreu em 2010, aos 79 anos, quando exercia o segundo mandato de senador e estava filiado ao PTB. Deixou quatro filhos, entre eles o médico Rogério. O GLOBO procurou o neurologista neste sábado e perguntou se ele havia conversado com o presidente sobre esse fato curioso em meio aos atendimentos, mas não obteve resposta.

A assessoria de Lula também não informou de quem partiu a escolha — se do presidente, do cardiologista Roberto Kalil Filho, chefe da junta médica, ou do Hospital Sírio-Libanês — , mas o GLOBO recebeu a informação do próprio Kalil de que ele, de fato, é quem define e coordena a equipe de atendimento.

Os dois, Lula e Romeu, se conheceram na década de 1970, quando o petista era líder sindical e organizava greves no ABC paulista. O delegado de polícia chefiou a unidade paulista do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), um dos principais órgãos de repressão da ditadura militar, entre 1977 e 1982. Entre as suas funções estava a de investigar essas mesmas greves.

Em 17 de abril de 1980, o metalúrgico foi preso, acusado de subversão. Enquadrado pela Lei de Segurança Nacional, foi encaminhado ao Dops e soube pelo rádio que a notícia se tornara pública. Ficou preso por 31 dias, mas não foi torturado e prestou depoimentos por escrito, segundo contou à Comissão Nacional da Verdade.

Apesar da posição do delegado, Lula entende que recebeu tratamento digno por parte de Tuma na época. Ele foi autorizado, por exemplo, a deixar a prisão algumas vezes para visitar a mãe, Dona Lindu, que estava doente e veio a morrer em maio daquele ano. O petista também já relatou que tinha acesso a rádio e jornais e que pôde assistir a jogos do Corinthians pela televisão enquanto estava detido.

Com a extinção do Dops em 1983, o delegado passou a exercer o cargo de superintendente da Polícia Federal em São Paulo e depois de diretor-geral da corporação, nomeado pelo presidente José Sarney e pelo ministro da Justiça, Fernando Lyra. O grupo “Tortura Nunca Mais” reclamou da indicação na época, acusando-o de ser “um nome reconhecidamente ligado à repressão social e política”, ainda que não se tenha comprovado uma ligação direta entre o delegado e os abusos cometidos contra civis.

Entre as investigações que Tuma chefiou na época estão as do assassinato do ativista ambiental Chico Mendes e o sequestro do empresário Abílio Diniz, caso este que tem como polêmica adicional a possibilidade de ter influenciado nas eleições vencidas por Fernando Collor contra Lula, em 1989. O grupo de criminosos era formado por militantes do Movimento da Esquerda Revolucionária (MIR), do Chile, mas a polícia apresentou, na véspera da votação, camisetas do PT e materiais de campanha de Lula que supostamente teriam sido encontrados no cativeiro.

Após passagem como secretário da Receita Federal no governo Collor, foi demitido da Polícia Federal pelo governo Itamar Franco, que assumiu com o impeachment do alagoano. Retornou, então, aos quadros da Polícia Civil e virou assessor do governador Luiz Antônio Fleury Filho (MDB), em 1993. No ano seguinte, disputou e venceu uma das duas vagas ao Senado pelo estado de São Paulo, pelo PL. Passou por PSL e PFL, perdeu as eleições para a prefeitura de São Paulo em 2000, apoiando Marta Suplicy (PT) no segundo turno, e foi reeleito senador dois anos depois.

Nesse meio tempo, o sindicalista do ABC ajudou o PT a se firmar como um partido de expressão nacional e chegou à presidência da República, sucedendo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 2002.

Ao ingressar no PTB, em 2007, Tuma passou a fazer parte da base aliada de Lula, que estava em seu segundo mandato e tinha grande popularidade. Nessa época, outro de seus filhos, o ex-deputado estadual Romeu Tuma Júnior, tornou-se secretário nacional de Segurança. Júnior entrou em conflito com o governo e foi demitido, estremecendo novamente a relação.

Prestes a concorrer novamente ao Senado, em 2010, Romeu Tuma passou a sofrer com um quadro infeccioso e depois com problemas de insuficiência cardíaca. Ele morreu no mesmo Hospital Sírio-Libanês, onde era atendido pelo filho médico, que ficou abalado com o episódio. O presidente Lula lamentou a perda e, em nota divulgada pelo Palácio do Planalto, disse que o ex-senador “dedicou grande parte da vida à causa pública, atuando de forma coerente com a visão que tinha do mundo e, por isso, merece o reconhecimento e o respeito dos brasileiros”.

No velório, Reskalla Tuma, o irmão mais velho do ex-senador, disse que ele tinha sido “amigo do Médici e também do Lula”, segundo informações dos jornais. Falava, para além do petista, em Emílio Garrastazu Médici, o terceiro presidente da ditadura militar no Brasil.

 

Fonte: Samuel Lima — São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2024/17:24:08

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Polícia tem hipótese para morte de ganhador da Mega-Sena

Antônio Lopes foi um apostador que ganhou mais de R$ 201 milhões no sorteio da Mega-Sena. | Foto: Reprodução/Instagram

Antônio Lopes Siqueira, de 73 anos, havia ganhado R$ 201 milhões da Mega-Sena; ele foi encontrado sem vida em uma clínica odontológica em Cuiabá, no Mato Grosso.

A morte de Antônio Lopes Siqueira, de 73 anos, gerou grande repercussão após o idoso, que havia ganho recentemente R$ 201 milhões na Mega-Sena, ser encontrado sem vida em uma clínica odontológica em Cuiabá, Mato Grosso. Embora as circunstâncias em torno do falecimento ainda estejam sendo investigadas, a Polícia Civil não descarta nenhuma possibilidade e espera concluir o inquérito dentro de um mês.

O delegado Edison Pick, responsável pela investigação, afirmou que, até o momento, não há evidências de um crime. A princípio, as análises realizadas por legistas não indicaram causas externas para a morte.

“Tudo indica que foi uma morte natural. Previamente, os legistas não encontraram nenhuma causa externa. Precisamos aguardar os exames complementares, que vão olhar o coração, rim e fígado”, disse o delegado, esclarecendo que exames mais aprofundados ainda estão sendo realizados.

Antônio Lopes Siqueira estava sendo atendido em uma clínica odontológica quando sofreu uma parada cardiorrespiratória por volta das 10h40min. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas, ao chegar ao local, a vítima já estava em estado crítico, sem sinais vitais. Após ser levada ao Hospital Universitário Júlio Müller, não resistiu. Ele possuía histórico de hipertensão e diabetes, o que pode ter contribuído para o quadro clínico.

A clínica onde o idoso estava recebendo atendimento se manifestou oficialmente, prestando solidariedade à família e garantindo que está oferecendo todo o suporte necessário. Enquanto isso, as autoridades aguardam o resultado dos exames para esclarecer definitivamente a causa da morte.

 

Fonte: Sales Coimbra – NSC Total e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2024/17:15:55

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Tarcísio publica imagem ‘com Musk’ no Centro de São Paulo; post não deixa claro uso de inteligência artificial

Tarcísio publica foto gerada por AI ao lado de Elon Musk — Foto: Reprodução/redes sociais

Palácio dos Bandeirantes confirmou que a foto foi produzida por AI e que o empresário não está no Brasil.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), publicou em suas redes sociais nesta segunda-feira (16) uma foto ao lado do bilionário Elon Musk para promover seu projeto que pretende transferir a sede do governo para o Centro da capital.

A imagem foi gerada por inteligência artificial, contudo a informação não foi sinalizada na publicação.

Em tom de brincadeira, Tarcísio escreveu: “Talvez digam por aí que é inteligência artificial, mas a verdade é que sou eu levando o Elon Musk para dar uma volta no centro da capital e mostrar onde vai ficar a nova sede do Governo do Estado por lá! É, o Elon por aqui? Talvez não. Mas o novo Centro Administrativo do governo de São Paulo vai sim se tornar realidade!”.

Procurado pela TV Globo, o Palácio dos Bandeirantes confirmou que a foto foi produzida por AI e que o empresário não está no Brasil.

No canto inferior do lado direito da imagem, também há a logomarca do Grok, uma ferramenta de AI disponível no X, onde a foto foi provavelmente produzida.

Ainda é possível perceber algumas falhas na geração imagem como os rasgos na camisa do bilionário e o “buraco” no couro cabeludo, sendo mais um indício de que a foto não é real.

O g1 submeteu a imagem, que circula nas redes sociais, a análise das ferramentas de detecção de AI — o TrueMedia.org e o Hive Moderation — que indicaram que ela foi produzida artificialmente.

Transferência do governo

Em abril, Tarcísio anunciou a transferência da sede administrativa do governo de São Paulo do Morumbi, área nobre da Zona Sul da capital, para a região de Campos Elíseos, no Centro.

Com investimento estimado em R$ 4 bilhões, o principal objetivo do projeto, segundo o governo, é revitalizar o Centro da cidade a partir do aumento do fluxo de pessoas e da sensação de segurança. A mudança deve provocar os seguintes impactos na cidade:

Especialistas ouvidos pelo g1 elogiam a decisão de transferir a sede do governo para o Centro e dizem que isso pode aproximar a gestão da população. Entretanto, alertam para os impactos da falta de políticas habitacionais para as pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade. Veja os prós e contras da transferência.

 

Fonte: Letícia Dauer, André Graça, g1 SP e TV Globo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2024/17:07:05

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Mais de 17 milhões já tiraram nova Carteira de Identidade Nacional

(Foto:Ministério da Justiça/Divulgação) – CIN é emitida em todos os estados brasileiros

Versão em áudio

Mais de 17 milhões de brasileiros já possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). O balanço foi divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.

“A nova Carteira de Identidade Nacional reduz as fraudes, melhora os cadastros administrativos e qualifica o acesso a serviços públicos digitais, pois possibilita um acesso mais seguro (conta Ouro) aos mais de 4,5 mil serviços digitais disponíveis no Gov.br”, destacou a pasta.

Em nota, o ministério reforçou que todos os brasileiros têm até 2032 para fazer a troca do documento pela nova identidade, sendo que a primeira via gratuita. Atualmente, a CIN é emitida em todos os estados brasileiros. Mais informações podem ser acessadas no gov.br/identidade.

Infraestrutura pública digital

No comunicado, a pasta informou que planeja construir uma Infraestrutura Pública Digital (IPD) de identificação civil no intuito de automatizar os serviços públicos. “Essa IPD utilizará a base de dados da CIN e a identificação em meios digitais do Gov.br”.

“Uma IPD é um conjunto de sistemas digitais compartilhados que devem ser seguros e interoperáveis. Esses sistemas podem ser construídos a partir de especificações e padrões abertos, para ofertar acesso equitativo a serviços públicos e privados em escala social”, completou o ministério.

A proposta é que o Gov.br passe a informar, por exemplo, sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou sobre como tirar a carteira de motorista se quem estiver acessando for uma pessoa com 18 anos. Caso seja um idoso, a plataforma poderá informar sobre aposentadoria ou sobre a concessão de benefícios.

 

Fonte: Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2024/15:41:51

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