Atacante paraense, Willian Lira encerra o ano com artilharia nos Emirados Árabes

(Foto: Divulgação/Hatta Club) – Em sua primeira experiência nos Emirados Árabes, Willian Lira concluiu 2024 em alta. O atacante marcou três vezes nos últimos quatro jogos do ano, e assumiu a artilharia do Hatta Club na First Division League.

“Terminar o ano dessa forma é muito especial. Esses gols são resultado do trabalho de todo o grupo, e fico feliz em poder contribuir para a evolução do nosso time”, disse o brasileiro, de 31 anos.

O calendário dos Emirados Árabes é semelhante ao das principais ligas da Europa. Ou seja, a temporada do futebol local está na sua metade. Sem perder há três partidas, o Hatta Club de Willian Lira volta a campo no dia 5 de janeiro, quando visita o Al Dhaid, pela 11ª rodada da First Division League.

“Sabemos que ainda há um longo caminho pela frente e o nosso foco permanece jogo a jogo. Seguimos trabalhando forte para buscar os nossos objetivos na temporada”, finalizou o atacante.

Paraense de Xinguara, Willian Lira já atuou em sete países do exterior. Fora do Brasil, ele passou por equipes de Indonésia, Macedônia do Norte, Bolívia, Japão, Malásia, Tailândia e, neste ano, acertou com o Hatta Club para viver a primeira experiência nos Emirados Árabes.

Fonte:AV Assessoria e Publicado Por Jornal Folha do Progresso em 27/12/2024/06:03:18

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Agressor invade casa e agride com socos e chutes ex-companheira em Anapu

(Foto: Polícia Civil) – Ele não aceitava fim de relacionamento

Um caso bárbaro de violência doméstica foi registrado por volta de 08h30min da manhã de quarta-feira (25), em uma residência do bairro Novo Progresso, em Anapu, no Pará. A vítima, uma mulher, relatou à polícia ter sido agredida fisicamente pelo ex-companheiro, identificado como Welison Silva Oliveira. Eles estavam separados há 3 meses, e o agressor não aceitava o fim do relacionamento.

Imagens capturadas por câmeras de segurança mostram o momento em que Welison chega à residência e quebra a grade de ferro para invadir o local. A vítima, que estava sozinha no momento, grita de dor enquanto é agredida.

Após entrar na casa, o criminoso agarrou a vítima pelo pescoço e a agrediu moralmente, perguntando sobre os locais que ela estava antes. Em seguida, ela foi arremessada ao chão e golpeada com socos e chutes. Durante o ataque, o agressor ainda tentou utilizar um pedaço de madeira para feri-la, proferindo ameaças de morte.

A violência só foi interrompida quando a vítima conseguiu fugir para a rua e foi socorrida por um familiar. O agressor ainda tentou perseguir, mas fugiu antes da chegada das autoridades. A mulher sofreu lesões visíveis no rosto, nas pernas e nas costas, conforme o relato no boletim de ocorrência da Polícia Civil. Após intensas buscas, o criminoso foi preso pela Polícia Militar durante a noite no centro de Anapu, e encaminhado a delegacia de polícia civil da cidade, onde está à disposição da justiça.

A vítima recebeu orientação para a adoção das medidas protetivas previstas na legislação contra a violência doméstica, e decidiu solicitá-la à justiça. O ato configura crime previsto na Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), e o agressor pode pegar de 1 a 4 anos de prisão.

Fonte: Felipe Gabriel – Polícia Civil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/12/2024/15:56:44

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Ouro ilegal da Amazônia ganha rotas para Guiana, Venezuela e Suriname

Garimpeiros em Roraima: uma operação deflagrada pela Polícia Federal no último dia 11 revelou detalhes de como funciona o tráfico internacional de ouro ilegal — Foto: Daniel Marenco – 2019

Polícia Federal mira uma organização criminosa suspeita de movimentar R$ 4,3 bilhões e que usaria imigrantes venezuelanos para fazer o translado aos países vizinhos

Com restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela Receita Federal para a comercialização de ouro no país, contrabandistas que exploram o minério de forma ilegal passaram a levar sua produção a países vizinhos, como Venezuela, Guiana e Suriname, segundo apontam investigações da Polícia Federal. Nesses lugares, as quadrilhas aproveitam regras mais frouxas para a negociação dos metais para exportá-los aos Estados Unidos, Europa e Oriente Médio.

Uma operação deflagrada no último dia 11 revelou detalhes de como funciona o tráfico internacional de ouro ilegal. O alvo principal foi uma organização criminosa suspeita de movimentar R$ 4,3 bilhões entre fevereiro de 2023 e março de 2024.

A Polícia Federal aponta a utilização de imigrantes venezuelanos para fazer o translado aos países vizinhos. Além disso, troca de mensagens entre os integrantes do grupo aponta que empresários do Líbano e da Arábia Saudita eram convidados para visitar áreas de mineração na Amazônia a fim de investirem no negócio irregular.

‘Núcleo operacional’ em Boa Vista

Segundo relatório da investigação, havia um “núcleo operacional” em Boa Vista (RR) e outro em Itaituba (PA), conhecida como “capital do ouro” no país, tanto legal quanto ilegal. Após serem retirados dos campos de mineração, os metais eram enviados para Manaus ou Belém, de onde saem voos para a Guiana e Venezuela.

A operação batizada de Flygold 2 se iniciou a partir da prisão do venezuelano Anthony Morillo Mendez, em outubro de 2023, em Santarém (PA). Ele foi apontado como um dos responsáveis pelo tráfico ilegal após ser flagrado com 21 quilos de ouro guardado em garrafas térmicas na mala, enquanto embarcava no aeroporto de Santarém com destino a Manaus. Procurada, sua defesa não retornou aos contatos.

Ao realizar buscas nos endereços de Anthony Mendez, os agentes localizaram malas com fundos falsos, fitas e garrafas térmicas onde o minério era acondicionado. Outros cinco venezuelanos suspeitos de participarem do esquema também foram alvo da operação. Segundo a Polícia Federal, há indícios de que eles transportaram mais de 400 quilos de ouro (o equivalente a R$ 130 milhões) em apenas um mês.

Dois meses depois da prisão de Mendez, em dezembro de 2023, uma tentativa de assalto a um dos integrantes do grupo também motivou a apreensão de 47 quilos de ouro (o equivalente a R$ 14 milhões) pouco antes do embarque em um jatinho em Manaus. Testemunhas acionaram a Polícia Militar e todos acabaram presos — o transportador que não conseguiu comprovar a origem do minério e os bandidos que tentavam roubar a carga.

Os dois flagrantes ocorreram meses após o Supremo ter determinado o fim da chamada “presunção de boa fé” no comércio do ouro. Esse mecanismo permitia que os compradores de material retirado dos garimpos apresentassem como garantia de procedência apenas a palavra do garimpeiro de que a extração foi feita em área legal. A partir de então, os donos das lojas autorizadas a comercializar o minério passaram a ser responsabilizados caso adquirissem produto de origem ilegal.

Em maio deste ano, a Receita Federal também instituiu a nota fiscal eletrônica do ouro, o que permitiu à fiscalização uma checagem mais efetiva e ágil — antes tudo era documentado em papel.

O impacto das medidas se refletiu no mercado aurífero no Brasil. Segundo levantamento do Instituto Escolhas, houve uma queda de 84% na produção do minério pelos garimpos de janeiro a julho de 2024 em comparação com o mesmo período de 2022. No Pará, o decréscimo foi ainda mais acentuado, de 98%, no mesmo período.

— As DTVMs (Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, as únicas autorizadas a fazer a primeira compra do ouro) eram notoriamente uma peça usada para esquentamento de ouro. A atuação delas foi bastante podada com a superação do paradigma da boa-fé do comprador de ouro em decisão do STF — afirmou a procuradora Thais Medeiros, do Ministério Público Federal do Pará.

A procuradora afirmou, no entanto, que não foi verificada uma “necessária diminuição nas áreas de garimpo detectáveis por imagens de satélite”. Na prática, o ouro continua sendo explorado, mas deixou de ser registrado.— Recebemos essa informação de que o escoamento está migrando para a via ilegal — afirmou Medeiros.

Lavagem

Em 2021, o Ministério Público Federal no Pará pediu na Justiça a suspensão das três maiores DTVMs em operação no país que possuíam diversas filiais em Itaituba. A ação, que ainda deve ser analisada pela Justiça, apontou que foram lavados 49 toneladas de ouro ilegal na Amazônia entre 2019 e 2020. O dado foi levantado em uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Especialistas consideram como positivo o efeito das novas regras instituídas pelo Supremo e a Receita, mas pedem mais atenção à fiscalização nas fronteiras.

— Antes, o ouro ilegal era facilmente “esquentado” e exportado para grandes mercados, saindo pela porta da frente. Agora, isso mudou. As medidas fecharam uma porta para o ouro ilegal e aumentaram o risco e os custos das operações ilícitas — afirmou Larissa Rodrigues, diretora do Instituto Escolhas, associação que desenvolve pesquisas na área de sustentabilidade.

 

Fonte: Eduardo Gonçalves — Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/12/2024/15:41:05

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MPF vai investigar conduta de agentes da PRF após jovem ser atingida na cabeça

(Foto: Reprodução) – Juliana Leite Rangel está internada em estado gravíssimo após ser baleada na cabeça

Juliana Leite Rangel, de 26 anos, viajava com sua família pela BR-040; incidente ocorreu durante abordagem da Polícia Rodoviária Federal em Duque de Caxias

O Ministério Público Federal (MPF) deu início a um procedimento investigativo para apurar a atuação dos agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que participaram da abordagem que resultou em Juliana Leite Rangel, de 26 anos, sendo baleada na cabeça. O incidente ocorreu na véspera de Natal, na Baixada Fluminense, enquanto Juliana viajava com sua família pela BR-040. Atualmente, ela se encontra internada em estado gravíssimo.

Em resposta ao ocorrido, a PRF afastou três policiais e está conduzindo uma investigação interna. Paralelamente, a Polícia Federal (PF) também está analisando o caso. O procurador Eduardo Santos de Oliveira Benones solicitou à PF detalhes sobre a investigação e determinou o afastamento imediato dos agentes envolvidos, além da apreensão das armas e da viatura utilizada.

As armas foram recolhidas pela PF, que também realizou uma perícia no local. O MPF requisitou imagens de câmeras de segurança da área e informações sobre o suporte oferecido à vítima e seus familiares após o incidente. Juliana foi atingida por disparos enquanto estava dentro do veículo, e seu pai também sofreu ferimentos, embora sem gravidade.

Testemunhas relataram que os tiros foram disparados de uma viatura da PRF. A corporação expressou pesar pelo ocorrido e afirmou que está oferecendo assistência à família da vítima. Este trágico evento aconteceu um dia após a implementação de novos protocolos pelo Ministério da Justiça que visam restringir o uso de armas de fogo em determinadas situações.

Fonte: Felipe Dantas – Redação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/12/2024/15:31:41

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Homem é preso por esfaquear esposa grávida em Marabá

(Foto: Reprodução) – Homem agride esposa grávida a facadas em Marabá

Segundo os vizinhos, depois da agressão o suspeito fugiu, mas foi capturado pela polícia em seguida.

Um homem foi preso em flagrante nesta quarta-feira (25), em Marabá, no sudeste do Pará, suspeito de esfaquear a companheira grávida. Segundo os vizinhos, depois da agressão o suspeito fugiu.

A Polícia Militar informou que o criminoso apresentava sinais de embriaguez. A vítima foi atendida pelo Samu e encaminhada ao Hospital Municipal de Marabá.

A Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher investiga o caso.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/12/2024/15:27:56

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Carro pega fogo, e incêndio atinge casa em Belém

Carro pega fogo, e após acidente no Guamá, em Belém — Foto: Reprodução / TV Liberal

Segundo moradores da área, minutos após o motorista estacionar um dos carros envolvidos em um acinte, o automóvel pegou fogo.

Um carro pegou fogo depois de colidir com outro veículo e estacionar na passagem Isabel, no Guamá, bairro de Belém, nesta quarta-feira (25) de Natal.

Carro pega fogo, e incêndio atinge casa no Guamá, bairro de Belém.

Segundo moradores da área, minutos após o motorista estacionar um dos carros em frente à residência, o automóvel pegou fogo e a fachada de uma residência chegou a ser atingida, assim como a fiação elétrica no trecho.

O corpo de bombeiros foi acionado e controlou o incêndio. Além disso, uma equipe da Equatorial Pará foi ao local para restabelecer a energia. Segundo relatos dos moradores, o motorista do carro que pegou fogo e fugiu do local.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/12/2024/15:23:11

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Após 3 anos, paciente reencontra família com ajuda do Hospital Regional do Baixo Amazonas

Antônio Egewarth com familiares — Foto: Divulgação

Unidade de Saúde fez buscas nas redes sociais e contou com a parceria de equipes de assistentes sociais para identificar familiares

Em Santarém, oeste paraense, após três anos sem nenhuma notícia de um parente, o paciente Antônio Egewarth, de 68 anos, em tratamento oncológico no Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), conseguiu reencontrar a família, com a ajuda da unidade de saúde.

Natural de São José do Oeste, no Estado de Santa Catarina, Antônio que é ex-caminhoneiro, e desbravava os destinos mais distantes, cumprindo o desafio logístico de transportar cargas, conseguiu reencontrar o caminho de casa, ou melhor, o paradeiro do irmão e do sobrinho, de quem havia perdido o contato.

Foram 15 dias de buscas na redes sociais verificando se os nomes dos parentes citados pelo paciente apareciam em algum perfil. Assistentes sociais em outros municípios também chegaram a ser consultados, até que uma pista vinda do município de Trairão apontou que os familiares estavam no Estado do Mato Grosso, mais precisamente na cidade de Matupá, de aproximadamente 20 mil habitantes, quase na divisa com o Pará.

O paciente mostrou fotos dos familiares para a equipe e para alguns acompanhantes que foram atrás de informações no Facebook. Até que dois familiares que foram ao HRBA procurando por ele. Assim o paciente reencontrou sua família, vai ter alta da internação na unidade e poderá seguir seu tratamento mais perto de sua casa. A história de Natal com final feliz deixou orgulhosos e emocionados todos os envolvidos nas buscas pelos familiares do paciente.

Distante mais de 1 mil quilômetros em um trajeto que leva em torno de 15 horas de carro, a família foi em busca de Antônio. Beno Egewarth, de 74 anos, e Valter Martins, de 47 anos, tio e sobrinho do paciente, respectivamente, chegaram até o HRBA. A saudade e a procura terminaram em um longo e afetivo abraço. “Eu nem consigo falar, estou muito emocionado. Estou muito feliz de poder voltar ao convívio da minha família”, disse Antônio Egewarth.

Beno relembrou a difícil busca pelo irmão. Após o último contato, feito em meados de 2021, ele sabia que irmão estava vivendo no Pará, mas não tinha a localização exata devido as muitas viagens feitas pelo caminhoneiro em lugares remotos, onde era impossível ter acesso a telefone ou internet.

“Nada é fácil, sempre alguma coisa atrapalhava e nunca era possível achá-lo ou ter notícias do meu irmão. Demorou, mas sempre chega a hora da família se reencontrar. Ele trabalhou mais de 20 anos como caminhoneiro, montou a vida dele voltada ao transporte, sempre em lugares de difícil acesso e contato, mas agora a gente encontrou ele e vamos fazer de tudo para não se separar mais”, destacou o irmão do paciente.

Valter Martins também tentou por diversas vezes saber o paradeiro do tio. Segundo o comerciante, a angústia pela ausência de notícias dará lugar à esperança. “É uma emoção muito forte reunir a família no natal, após ter a surpresa maravilhosa de reencontrar meu tio neste hospital, onde ele foi muito bem acolhido. Vamos levar ele de volta para casa para que ele tenha continuidade no tratamento dele no Mato Grosso, perto da gente, com todo o apoio que ele precisa”, concluiu o sobrinho.

 

Fonte: g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/12/2024/15:19:56

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Mudanças climáticas e IA serão pautas do Brasil à frente do Brics

(Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil) – País buscará entendimento com outros países do grupo, diz embaixador

Versão em áudio

O Brasil assume a presidência do Brics em 1º de janeiro do ano que vem e receberá, pela quarta vez, a reunião de cúpula do grupo. Para o governo brasileiro, essa será uma oportunidade de buscar entendimento, entre as dez nações que compõem o grupo, na direção da construção de um mundo melhor e mais sustentável.

Em entrevista à Agência Brasil, o embaixador Eduardo Saboia, sherpa (ou seja, o negociador-chefe) do Brics em 2025, afirma que o grupo, pelo tamanho de sua população (mais de 40% do total global) e de sua economia (37% do PIB mundial por poder de compra), tem uma grande importância no cenário global.

“Se você quer construir um mundo melhor, um mundo sustentável, o Brics tem que ser parte dessa construção. E é importante que haja um entendimento entre esses países, porque esse entendimento ajuda você a alcançar um entendimento mais amplo [com outros países]”, disse Saboia.

Além de temas que já vêm sendo discutidos no Brics, como a possibilidade do uso de moedas locais no comércio entre os países e a reforma da governança global, o Brasil aproveitará sua posição à frente do grupo, para buscar entendimento em temas como as mudanças climáticas, desenvolvimento sustentável com redução da pobreza e uma governança sobre a inteligência artificial.

A questão do clima é de especial interesse porque o Brasil sediará também neste ano, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-30), em Belém.

“Como a gente pode aproveitar a presidência do Brics para construir um entendimento que possa ajudar para o êxito da COP-30? Os países que são membros do Brics têm um papel central na questão da energia, que é a principal fonte de emissões de gases do efeito estufa”, afirma.

Já a governança da Inteligência Artificial (IA) é um tema relevante uma vez que, segundo o embaixador, essa é uma tecnologia “disruptiva”. “Não existe uma governança da inteligência artificial, mas essa é uma discussão que está ocorrendo. Quem sabe no Brics, durante a presidência brasileira, a gente possa avançar na ideia de ter uma visão desses países sobre como deve ser a governança da inteligência artificial”.

De acordo com Saboia, o Brics é uma força de construção e também estabilizadora. “É estabilizadora porque se você tem esses países, que são muito diferentes e com sistemas políticos diferentes, cada um com seus desafios, se entendendo e eles se reúnem todo ano, isso é bom para todo mundo, porque dali saem soluções para a população”.
Ampliação

A primeira reunião de cúpula ocorreu em 2009, apenas com Brasil, Rússia, Índia e China (o Bric original). Em 2011, a África do Sul aderiu, transformando a sigla em Brics.

Em 2023, na cúpula de Johannesburgo, na África do Sul, o Brics convidou Argentina, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia e Emirados Árabes, para se juntarem ao grupo a partir de janeiro de 2024. A Argentina decidiu não aderir, enquanto os demais participaram da cúpula deste ano, em Kazan, na Rússia.

O embaixador Saboia explica que a expansão dos Brics é resultado do êxito do grupo. “O Brics hoje desperta grande interesse e é importante que ele seja representativo dos países do sul global, dos países emergentes”.

Segundo ele, a ampliação do grupo tem apoio do Brasil e dialoga com a posição do país em relação à reforma da governança global. “Se a gente defende a reforma e a ampliação do Conselho de Segurança [da ONU], faz sentido que a gente tenha uma ampliação do Brics. Agora essa plataforma [o Brics], tem uma pauta, tem um acerto, então os países que entraram, abraçaram essas conquistas. Uma das prioridades é fazer com que essa incorporação se dê da maneira mais suave e efetiva possível”.

Na cúpula de Kazan, o Brics também anunciou uma nova modalidade de membros (os países associados) e definiu-se que 13 nações seriam convidadas: Cuba, Bolívia, Turquia, Nigéria, Indonésia, Argélia, Belarus, Malásia, Uzbequistão, Cazaquistão, Tailândia, Vietnã e Uganda.

Saboia afirma que o anúncio em relação à adesão dos países parceiros será feito nas próximas semanas. “Uma das prioridades da nossa presidência é fazer com que esses países se sintam acolhidos na família do Brics. É importante que haja um trabalho para que eles se envolvam. Eles participarão das reuniões de ministros de Relações Exteriores e também há previsão que eles participem da cúpula [de 2025]”.

 

Fonte: Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/12/2024/15:15:01

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Ponte que desabou foi construída em 1960, passou por reparos em 1998 e precisava de novas obras; veja histórico da estrutura

Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira após desabamento — Foto: Francisco Sirianno/Grupo Mirante

O g1 teve acesso a documentos que mostram problemas estruturais apresentados pela Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). Os corpos de seis pessoas foram localizados e ainda há desaparecidos.

A ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que separava o Tocantins e Maranhão e desabou deixando mortos, feridos e pessoas desaparecidas, servia de travessia entre os estados e para atender o corredor Belém-Brasília desde a década de 1960, quando foi inaugurada. Segundo documentos de inspeção feita em 2019 feito pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), houve uma recuperação estrutural entre os anos de 1998 e 2000, mas passados mais de 20 anos, a ponte apresentava diversos problemas.

O colapso do vão central da ponte aconteceu pouco antes das 15h de domingo (22). Pelo menos dez veículos de pequeno e grande porte estavam em trânsito quando aconteceu o acidente. Até quarta-feira (25) foram encontrados seis corpos e 11 pessoas seguem desaparecidas. As busca submersas foram liberadas no dia de Natal.

Dentre os veículos, havia quatro carretas, sendo duas com mais de 70 toneladas de ácido sulfúrico e uma com agrotóxicos, que deixaram municípios da região em alerta com relação à utilização da água do Rio Tocantins.

Questionado sobre a situação atual da ponte, o DNIT afirmou que, atualmente, as Obras de Arte Especiais (OAE) possuem classificação de notas 1 a 5, com base nas inspeções realizadas pela autarquia. A ponte de Estreito (JK) tinha classificação 2, ou seja, teria que ser priorizada para obras de intervenção. Mas segundo o DNIT, a nota não significava interdição imediata.

Em 2021, o contrato firmado por meio do Programa de Manutenção e Reabilitação de Estruturas (PROARTE) para esta e outros locais na BR-226 tinha o valor de R$ 3,5 milhões segundo o DNIT. Nesse período foram feitos reparos nas vigas, laje, passeios e pilares da estrutura.

Com o fim do contrato, em 2024 foi aberto um edital no valor de aproximadamente R$ 13 milhões para reparos na estrutura. Mas o órgão informou que o contrato previa ainda elaboração dos estudos preliminares, projeto básico e executivo de engenharia e execução das obras de reabilitação da ponte. Entretanto, o edital fracassou e nenhuma empresa venceu o certame porque nenhuma delas atestou habilitação necessária para execução dos serviços.

Também explicou que está em vigência outro contrato de manutenção da BR-226/TO, até julho de 2026, que prevê a execução de serviços para melhorar a trafegabilidade na rodovia (veja íntegra da nota do DNIT no fim da reportagem).

Com 533 metros de metros de extensão, a ponte fica localizada na rodovia BR-226. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes ainda não divulgou as causas do colapso da estrutura. Mas informou que o último contrato de manutenção foi firmado para execução de serviços entre os anos de 2021 e 2023.

O g1 teve acesso a um documento referente a este edital de concorrência para reforma da ponte, que indicavam a necessidade de ‘reabilitação’ da estrutura e que ocorriam “vibrações excessivas e desgaste visual de suas estruturas e do seu pavimento”.

“Dessa maneira, a reabilitação desta OAE [obras de arte especiais] se faz necessária para que sua integridade e segurança passem a ser compatíveis com as normas atuais”, acrescenta o DNIT, no termo de licitação.

Para fundamentar a licitação, o DNIT apontou ainda a “evolução dos veículos e o consequente aumento das cargas sobre as rodovias, o que implica na necessidade de alteração dos parâmetros das vias”.

O documento ainda explica que a manutenção da ponte era necessária para garantir a segurança e cita a importância histórica da construção de mais de 60 anos.

“Dessa maneira, a reabilitação desta OAE se faz necessária para que sua integridade e segurança passem a ser compatíveis com as normas atuais. A contratação que por hora é proposta tem como objetivo dar melhores condições de segurança e trafegabilidade na rodovia BR-226/230, que interliga os estados do Maranhão e Tocantins, e reabilitar e aumentar a sobrevida desse importante e histórico patrimônio público da infraestrutura rodoviária federal. Para isso a empresa contratada deverá realizar intervenções na infraestrutura, mesoestrutura e superestrutura da Ponte JK”.

Estudo

O DNIT também fez um estudo detalhado sobre a ponte em 2019, que foi concluído em janeiro de 2020. Nele são feitos diversos apontamentos e recomendações necessárias para que o trecho fosse seguro para o tráfego.

O documento cita que em 1998 a ponte passou por reforma e que o pavimento que até então era de concreto foi substituído por asfalto. Mas com o passar do tempo há relatos de que havia irregularidades de nível no trecho.

Entre os apontamentos que precisavam de manutenção estão:

Fissuras identificadas nos pavimentos;
Rupturas em materiais no vão da estrutura;
Segregação no concreto (falhas nas técnicas de lançamento e adensamento do material);
Danos e armaduras expostas na parte superior da ponte (tabuleiro), armaduras expostas na face inferior do tabuleiro do trecho de acesso da ponte (trecho sobre vigas). Na parte inferior foram observadas manchas de infiltração e danos, alguns com armaduras expostas;
Armaduras expostas, oxidadas e desplacamento de cobrimento, que segundo o estudo decorrem de cobrimento insuficiente de concreto, tendo a necessidade de retirada do concreto deteriorado, limpeza das armaduras com escovação mecânica e execução de argamassa para proteção às armaduras;
Fissuras e rachaduras observadas nos pilares e blocos de fundação, em que foi recomendada a injeção dessas fissuras com resina epoxídica;
Rachaduras nos todos de pilares;
Irregularidades e armaduras expostas no pavimento, em que foi recomendada a substituição da camada superficial do pavimento asfáltico;
Danos nas arestas e perda de concreto;
Placas, guarda-corpo e guarda-rodas danificados.

“Os estudos realizados abrangeram coleta de dados das obras, análise da documentação existente, inspeção visual, caracterização do concreto, levantamento geométrico e ensaios dinâmicos para identificação das estruturas existentes. Todas essas atividades foram realizadas com o objetivo de identificar os danos e avaliar o comportamento estrutural da Ponte Juscelino Kubistchek, localizada na BR-226 em divisa entre os Estados do Tocantins e do Maranhão”, diz especificação do projeto do DNIT.

O documento ainda ressalta que para a execução das análises, as equipes não tinham à disposição o projeto estrutural original da ponte. O motivo não foi informado.

Mas mesmo sem os documentos originais, o projeto elaborado em 2019 cita que a ponte de Estreito chegou a bater o recorde em 1960 com o maior vão do mundo em viga reta de concreto protendido, com 140m de vão. A posição até então pertencia à Ponte dos Nibelungos, na Alemanha. Os dados estão, segundo o estudo, no livro O Concreto no Brasil – Recordes, Realizações e História, da Editora PINI e publicado em 1992.

Desabamento

A ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira desabou na BR-226. Nas imagens feitas com um drone e divulgadas nas redes sociais é possível ver o estrago causado com o desabamento. Muito material ficou boiando na água. Na cabeceira da ponte ficaram caminhões e um carro que ficou preso na fenda de um dos rompimentos. Os motoristas saíram dos veículos.

O momento em que estrutura cedeu foi registrado pelo vereador de Aguiarnópolis, Elias Junior (Republicanos). Em entrevista ao g1, ele contou que está em choque e que estava no local para gravar imagens sobre as condições precárias do local.

Equipes dos bombeiros do Tocantins e Maranhão, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Polícia Militar (PM) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) se deslocaram para a ponte.

Nesta segunda-feira (23), o Ministro dos Transportes Renan Filho anunciou a reconstrução da ponte no prazo de um ano, com investimento entre R$ 100 a R$ 150 milhões. Também foi decretada situação de emergência para facilitar os trâmites burocráticos para a atuação das equipes, incluindo a demolição da estrutura existente.

Íntegra da nota do DNIT

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informa que possui 6224 Obras de Arte Especiais (OAE) em todo o país, todas são monitoradas pelo Sistema de Gerenciamento de Obras de Arte Especiais – SGO, que é alimentado a partir de inspeções técnicas de campo realizadas de acordo com a NORMA DNIT 010/2004-PRO.

A operação do SGO engloba uma série de procedimentos e rotinas, tais como: levantamento de dados cadastrais, levantamento de dados relativos às condições de segurança e de conservação das pontes.

É importante destacar que o DNIT criou o Programa de Manutenção e Reabilitação de Estruturas (Proarte) em 2010 e de acordo com o sistema, das 6224 OAEs sob jurisdição do DNIT, 5233 foram ou possuem ações de manutenção em execução. Outras 241 estão com ações de reabilitação em desenvolvimento ou em execução.

O DNIT instaurou um processo administrativo para apurar as causas e possíveis responsáveis pelo colapso da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga as cidades de Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), na BR-226/TO.

Com a decretação de emergência, o DNIT irá atuar mais rapidamente para construir uma nova ponte.

Informamos que a autarquia já está em tratativas para contratação do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), órgão externo e imparcial, que irá apurar tecnicamente as devidas causas do incidente.

Quanto à classificação

Atualmente, as OAE estão classificadas com notas 1 a 5, com base nas inspeções realizadas pela autarquia. Esta classificação de OAE por notas é feita baseada em normativo técnico do DNIT. Tal normativo tem como um de seus objetivos o de classificar as OAEs com relação às necessidades de ações preventivas e corretivas levantadas em inspeções, auxiliando na tomada de decisão da autarquia e priorizando os investimentos.

Quanto à classificação da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, o DNIT esclarece que a nota 2 não indica interdição imediata, mas sim dá subsídio ao departamento para que sejam priorizadas as estruturas com maior necessidade de intervenção. Essa, inclusive, passou por serviços de manutenção, entre novembro de 2021 e novembro de 2023, período em que o DNIT manteve vigente um contrato de manutenção desta e de outras Obras de Arte Especiais do Tocantins, por meio do (Proarte), no valor de R$ 3,5 milhões.

Nesse período, foram realizados em todas as OAEs do contrato diversos serviços de reparos nas vigas, laje, passeios e pilares da estrutura. Outro contrato de manutenção da BR-226/TO ainda está em vigência, até julho de 2026, que prevê a execução de serviços com o objetivo de melhorar a trafegabilidade e dar mais segurança aos usuários da rodovia.

Quanto à licitação ocorrida este ano para reabilitação da ponte, o tempo para que o processo fosse iniciado respeitou todo o rito administrativo necessário, tendo em vista a necessidade de realização de estudos, elaboração de projetos, análises ambiental e orçamentária, dentre outros. A licitação, como já informado, foi fracassada, sem que nenhuma empresa tenha vencido o certame, por nenhuma delas atestar habilitação necessária para execução dos serviços.

O DNIT detém o monitoramento contínuo de suas estruturas e trabalha respeitando as normas técnicas brasileiras, a equipe de seu corpo técnico é conhecida por sua expertise na área da engenharia brasileira e reafirmamos nosso compromisso na apuração dos fatos.

 

Fonte: Patricia Lauris, g1 Tocantins e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/12/2024/15:07:32

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PRF atua caminhoneiro dirigindo a mais de 48 horas sem parar

(Foto: Reprodução) – Além disso, o condutor apresentou teste positivo para a ingestão de bebida no etilômetro.

Na madrugada de ontem (23), durante a operação Rodovida, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Piauí flagrou um caminhoneiro que estava dirigindo há mais de 48 horas sem parar. O incidente ocorreu na BR 316, KM 20, no município de Teresina. O motorista, um homem de 47 anos, foi autuado e obrigado a realizar o descanso obrigatório de 11 horas, conforme exige a Lei nº 13.103/2015, a conhecida “Lei do Motorista”.

A abordagem aconteceu durante uma fiscalização de rotina, em que os policiais solicitaram as documentações do motorista e o disco do tacógrafo — aparelho responsável por registrar informações sobre distância, velocidade e tempo de direção de veículos de grande porte. Para surpresa dos agentes, os dados do tacógrafo indicaram que o motorista estava há mais de 48 horas sem parar para descanso, o que contraria a legislação que exige, ao menos, 8 horas de descanso ininterruptas nas últimas 24 horas.

Além da infração relacionada ao tempo de direção, o condutor foi convidado a realizar o teste do etilômetro, que resultou positivo para álcool. O exame apontou 0,10 mg/l de álcool no ar expelido pelos pulmões, configurando uma infração gravíssima. Como consequência, o motorista recebeu uma multa de R$ 2.934,70 (10 vezes o valor da multa gravíssima), além de 7 pontos na carteira de habilitação e suspensão da CNH por 12 meses, com obrigatoriedade de realizar um curso de reciclagem em autoescola.

A PRF reafirma seu compromisso com a segurança nas rodovias e a preservação da vida, removendo de circulação motoristas que representem riscos para a segurança viária. Somente neste ano, já foram apreendidas 5.485 unidades de anfetaminas (popularmente conhecidas como “rebites”), representando um aumento de 36,71% em relação às apreensões de 2023, que somaram 4.012 unidades.

Esse medicamento, proibido pela ANVISA, é frequentemente associado a casos em que motoristas profissionais o utilizam para prolongar o tempo ao volante e percorrer longas distâncias. No entanto, seu uso provoca um efeito rebote, em que o efeito estimulante desaparece repentinamente, levando ao risco de “apagões” por parte do condutor — uma condição perigosa que pode resultar em graves acidentes.

A instituição destaca que qualquer cidadão pode acionar a PRF pelo número 191 em casos de emergência.

 

Fonte: Polícia Rodoviária Federal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/12/2024/15:02:47

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