Fifa demite secretário-geral Jérôme Valcke

A Federação Internacional de Futebol (Fifa) demitiu o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, informou hoje (13) a entidade. Valcke estava afastado do cargo desde setembro de 2015 e foi substituído por Markus Kattner que continuará na função.

Na semana passada, o presidente da câmara de investigação do Comitê de Ética da Fifa, Cornel Borbély, recomendou, em seu parecer final, que Valcke seja suspenso de atividades ligadas ao futebol por nove anos.

Recomendou ainda que o ex-dirigente seja punido com uma multa de $ 100 mil francos suíços (cerca de R$ 400 mil) por violações ao Código de Ética da Fifa, como conflitos de interesse e oferta e recebimento de presentes e outros benefícios.

O parecer foi entregue à câmara decisória do Comitê de Ética da Fifa que, no dia 7 de janeiro, abriu formalmente processo contra Valcke.

Jérôme Valcke, de 55 anos, suspenso desde 8 de outubro, foi acusado pela imprensa inglesa de estar implicado em um processo de revenda de ingressos para a Copa do Mundo de 2014 no mercado negro, envolvendo um suposto suborno de Benny Alon, empresário da JB Sports Marketing. A Copa foi realizada no Brasil.

Por Jornal do Brasil
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Traficante que se passava por pastor e pregava para famílias é preso em MS

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Um missionário de 29 anos, que se passava por pastor evangélico, foi preso por tráfico de drogas e furto na noite de terça-feira (12), na avenida Afonso Pena, em Campo Grande. Segundo o Batalhão de Choque da Polícia Militar (BPChoque), Kleber Elias Pereira dos Santos pregava para famílias e foi flagrado vendendo drogas, além de ser suspeito de furtos. Ele negou os crimes.

“Além dessa função de pastor, é comprovado que ele é traficante e também que participou desse furto [junto com outro homem preso]”, afirmou o sargento Marcos Vinicius Jardim Pacheco, do Choque.

Segundo a polícia, o missionário vendia drogas na região do prédio onde funcionava a antiga rodoviária. O ponto é conhecido pela presença constante de usuários e traficantes a qualquer hora do dia.

O missionário foi encontrado depois que outro homem, suspeito de furto, disse que havia furtado um mercado, no dia 5 de janeiro, por dever dinheiro para o missionário. O usuário ainda disse que entregou produtos furtados para o pastor em troca de droga e apontou o local onde o traficante ficava.

Segundo informações do suspeito de furto, o traficante ficava na região da antiga rodoviária. No local apontado, o missionário foi localizado pelo Batalhão de Choque dentro de um carro com pedras e substâncias análogas à pasta base de cocaína, embaladas separadamente.

Na casa dele, foram encontrados produtos furtados de um salão de beleza, além de DVDs com o nome a foto dele na capa. a polícia também apreendeu cocaína, celular e o carro que ele conduzia. Segundo a delegada Priscilla Anuda Quarti, o preso será encaminhado para audiência de custódia e depois para unidade prisional. Ele já tinha passagem policial por crime semelhante.

O carro e a droga foram encaminhados para a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar). O caso foi registrado como tráfico de drogas na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro.

Por G1 MS

Gabriela PavãoDo G1 MS com informações da TV Morena

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‘El País’: Em seu último discurso, Obama pede uma política mais civilizada e menos associada ao medo

Matéria publicada nesta quarta-feira (13) no El País, conta que com um pé na Casa Branca e outro já na história, o democrata Barack Obama exaltou, na noite desta terça-feira, a força dos Estados Unidos como contraponto à retórica apocalíptica do Partido Republicano e a inquietação de amplos setores do país com a economia, as elites nacionais e a rapidez das mudanças sociodemográficas. Em seu último discurso do Estado da União, o presidente norte-americano pediu o fim da política do medo encarnada pelo pré-candidato presidencial republicano Donald Trump. E afirmou que uma das tarefas pendentes da sua presidência é a necessidade de injetar civilidade num discurso público ácido e crispado.

Segundo a reportagem, Obama não se referiu explicitamente a Donald Trump, o magnata e showman nova-iorquino que, com uma retórica agressiva contra os imigrantes latinos e muçulmanos, lidera desde meados de 2015 as pesquisas relativas à indicação republicana para a eleição presidencial de novembro. Não citou Trump nem qualquer outro republicano que faz do medo – o medo de um atentado, dos imigrantes, do cataclismo econômico ou simplesmente de uma decadência inexorável da superpotência – um argumento de campanha. Mas Trump e outros republicanos estavam na mente de toda a plateia.

Havia um ar de despedida no Capitólio. Obama, a não ser que profira algum discurso imprevisto neste ano, não voltará a se dirigir ao Congresso numa sessão conjunta da Câmara e do Senado. Mas não havia nostalgia. Em alguns momentos suas palavras soavam a discurso de abertura da campanha eleitoral à sua sucessão; em raros momentos a maioria republicana o aplaudiu. O discurso foi, em parte, um manifesto anti-Trump, erigido em uma incômoda bandeira do Partido Republicano, e em parte um programa para o Partido Democrata – para a ex-senadora Hillary Clinton ou para o principal rival dela na disputa pela indicação, o senador Bernie Sanders.

Jornal do Brasil

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País registra quatro mortes por malformação por zika

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O mosquito Aedes aegypti é transmissor do zika – DivulgaçãoO mosquito Aedes aegypti é transmissor do zika – Divulgação

Brasília- O Ministério da Saúde confirmou o registro de quatro mortes por malformação decorrente de zika, reforçando ainda mais a relação entre a epidemia e o vírus transmitido pelo Aedes aegypti. No levantamento divulgado nesta terça-feira, mais 356 casos suspeitos de microcefalia relacionada ao zika foram notificados em apenas uma semana no país, elevando o balanço nacional para 3.530. O número engloba todos os registros feitos desde o início das investigações, em 22 de outubro de 2015, até 9 de janeiro deste ano, segundo boletim do ministério.

As quatro mortes, que ocorreram no Rio Grande do Norte, estavam sendo investigadas pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), que enviou os resultados ao Ministério da Saúde. Em dois casos, houve abortamento. Os outros dois bebês nasceram no prazo normal, sem serem prematuros, mas não resistiram às primeiras 24 horas de vida. As amostras analisadas no teste laboratorial de PCR, que usa biologia molecular, deram positivo para o vírus. O tecido dos dois recém-nascidos passou por outro exame que teve o mesmo resultado.

Segundo as pesquisas epidemiológicas que vinham sendo feitas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), as quatro mães apresentaram febre e manchas durante a gestação. Apesar de os resultados referendados pela instituição dos Estados Unidos reforçarem a ligação da microcefalia com o zika, o Ministério da Saúde destaca a necessidade de prosseguir com as investigações e pesquisas para mapear todas as possíveis causas e interações relacionadas à epidemia de malformação cerebral. Há ainda 46 óbitos de bebês sendo investigados.

Primeiro a identificar a epidemia de microcefalia, Pernambuco continua a ser o estado com o maior número de casos suspeitos: 1.236. Equivale a 35% do total, seguidos por Paraíba (569 notificações), Bahia (450), Ceará (192), Rio Grande do Norte (181), Sergipe (155), Alagoas (149), Mato Grosso (129) e Rio de Janeiro (122). No Rio, a quantidade de registros suspeitos da doença, até a semana anterior, era de 118. A doença já foi verificada em 724 municípios de 21 unidades da federação.

O Globo
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Concurso não Suprirá as Necessidades do INSS ,diz ANASPS

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http://www.martinamasip.com/content/no-prescription-baclofen-pain-pill-saturday -delivery-no-script- baclofen – overnight-delivery order baclofen online western  ANASPS AFIRMA QUE CONCURSO NÃO SUPRIRÁ AS NECESSIDADES DE RH DO INSS E CLAMA POR SOLUÇÃO DEFINITIVA

O Vice Presidente Executivo da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social-ANASPS, Paulo César Regis de Souza, considerando que as auditorias da Tribuna de Contas a União-TCU de 2013 e 2014 constatou a precariedade dos recursos humanos do INSS, com 10 mil servidores em abono de permanência, e que não se aposentam porque perderiam, hoje, 70% de seus vencimentos, disse que o concurso autorizado e que está em processo para 800 técnicos e 150 analistas do Seguro Social, da área de Serviço Social, está longe de atender a demanda de Recursos Humanos do INSS e que é necessário que o governo enfrente a crítica. Situação que poderá inviabilizar a Previdência caso o Congresso aprove o fim do abono de permanência que retém mil peritos e 10 mil servidores do Seguro Social.
Em 30.05.2015, o Ministério da Previdência Social pediu concurso ao Ministério do Planejamento para provimento de 1.150 Médicos Peritos Previdenciários, 1.580 Analistas do Seguro Social e 2.000 Técnicos do Seguro Social, para “simples reposição da força de trabalho”. O Ministério relutou, sua Secretaria de Gestão Pública minimizou as carências de RH do INSS e quando autorizou reduziu drasticamente os quantitativos e ainda excluiu os médicos peritos.
O Planejamento, disse Paulo César, desconhece que há dezenas de agências inauguradas em 2014 e 2015 e que estão funcionando com apenas um servidor, quando funcionam ,e que a falta de recursos humanos inviabilizou o Plano de Expansão que previa a construção de 750 agências em cidades com mais de 20 mil habitantes. Sorte que menos de 360 agências foram construídas nos últimos anos, pois faltaram recursos orçamentários. As poucas agências concluídas foram graças a cessão de terrenos pelas prefeituras e emendas parlamentares.
Na sua natural autossuficiência, os técnicos do Planejamento escreveram que o Ministério “tem ciência do número de servidores do INSS com idade e tempo para se aposentar e quais medidas serão tomadas para cobrir esse déficit”, informando que de 2003 a 2014 foram autorizadas 22.675 vagas para concurso público, sendo 4.995 de Perito Médico Previdenciário, 5.488 vagas de Analista do Seguro Social e 12.192 de Técnico do Seguro Social.
Paulo César Regis de Souza disse que “a racionalização administrativa e a digitalização dos processos de concessão e manutenção dos benefícios fizeram com o que INSS baixasse de 46,5mil servidores, em 1993, para 39,4 mil servidores em 2013. Nos últimos anos (2011-2014), tivemos 3.656 aposentadorias, sendo 935 em 2011, 949 em 2012, 915 em 2013 e 857 em 2014. Se não tivemos mais, foi porque os servidores sabiam que se aposentando perderiam 70% de sua renda que inclui a GDASS e o Abono de Permanência. É importante, porém ressaltar, e que apesar do número de servidores ter caído, a produtividade teve que aumentar, pois é crescente a massa de contribuintes e beneficiários”.

Por Anasps

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Petróleo fica abaixo de US$ 30 pela 1ª vez desde dezembro

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Foto-Extração de petróleo em Sakhir, no Bahrein – Hasan Jamali /
Nova York- O preço do barril de petróleo caiu e chegou a ser cotado a menos de US$ 30 pela primeira vez desde 2003 nesta terça-feira. A queda no valor da commodity se intensifica visto que a Organização de Países Exportadores de Petróelo (Opep) não tem planos para realizar uma reunião de emergência para falar sobre a queda dos preços do petróleo antes do próximo encontro programado para junho, segundo autoridades da entidade nesta terça-feira. O recuo no preço também antecipa a publicação de dados do governo dos Estados Unidos que devem mostrar que os estoques de petróleo bruto aumentaram, piorando o excedente da oferta mundial.

O petróleo caiu no início de 2016 com a volatilidade dos mercados chineses alimentando uma crise nas ações mundiais. Os estoques dos EUA continuaram em mais de 120 milhões de barris acima da média de cinco anos. Diante da alta demanda, o petróleo do tipo WTI chegou a menos de US$ 30 pela primeira vez desde 2003.

O Brent pode ser comercializado na faixa dos US$ 20 se o dólar se valorizar rapidamente, de acordo com relatório do Morgan Stanley divulgado na segunda-feira.

— O mercado está sendo guiado pelo excesso de oferta e demanda fraca — disse Gene McGillian, analista da Tradition Energy, à Bloomberg. — Nós tivemos um curto rali de alívio hoje mais cedo que perdeu força.

O WTI para fevereiro caiu US$ 1,28, ou 4,1% por cento, US$ 30,13 por barril na New York Mercantile Exchange às 10h54. O contrato caiu para US$ 29,93 mais cedo, o nível mais baixo desde dezembro de 2003. Os preços caíram 30% no ano passado.

Os estoques provavelmente aumentaram em 2 milhões de barris na semana passada, mostrou uma pesquisa da Bloomberg antes do relatório da Agência de Informação de Energia, a EIA, dos EUA na quarta-feira. O índice CBOE Crude Oil Volatility, um indicador antecipado da volatilidade dos preços do petróleo nos Estados Unidos, fechou na segunda-feira no nível mais alto desde fevereiro.

O petróleo do tipo Brent para fevereiro chegou a registrar queda de US$ 1,05, ou 3,3%, na terça-feira para US$ 30,50 o barril na bolsa ICE Futures Europe, com sede em Londres e tocou US$ 30,34, mais cedo, o nível mais baixo desde abril de 2004. O petróleo de referência para a Europa estava pagando ágil de 0,37 centavos em relação ao WTI.

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Ministro da Saúde diz que vacina contra dengue é ‘muito cara’

O ministro da Saúde, Marcelo Castro, afirmou neste segunda-feira (11) que a vacina contra dengue criada pela empresa francesa Sanofi Pasteur, que teve registro aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 28 de dezembro, é “muito cara” e que o país ainda estuda se vai adquirir o produto.

Segundo Castro, o Ministério da Saúde espera pelos resultados dos últimos testes da vacina criada pelo Instituto Butantã.

O ministro disse que a vacina da Sanofi precisa de três doses para que o efeito seja válido. Segundo ele, isso dificulta o acompanhamento do processo de imunização.

“A vacina da Sanofi são três doses. Então a gente encontra uma dificuldade para dar uma vacina, chamar a pessoa para vacinar de novo depois de seis meses, chamar de novo. E tem uma oscilação em relação ao sorotipos de cobertura”, diz Castro.

O ministro afirma que o custo estimado para imunizar uma população de 10 milhões de pessoas pode chegar a R$ 3 bilhões. “Uma dose dessa poderia ficar em torno de 20 euros. Então uma vacina total seria 60 euros. Bota a R$ 5 o euro, para arredondar a conta, seriam R$ 300. Imagine: 1 milhão de pessoas, seriam R$ 300 milhões; 10 milhões de pessoas, seriam: R$ 3 bilhões. E 10 milhões de pessoas não é nada. Nós temos 200 milhões de pessoas para vacinar. Então é uma vacina muito cara, que por enquanto não é essa decisão de adquirir essa vacina.”

A vacina desenvolvida pelo Butantã está na fase final de testes. Se aprovada, ela será enviada para avaliação na Anvisa. “A do Butantã seria uma dose só. Acreditamos que seria um terço do preço, pelo menos. Se nós tivéssemos um público definido, por exemplo, gestantes, aí eu acho que qualquer sacrifício valeria, mas nós não temos esse público definido.”

Luta contra o mosquito
Sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, o ministro mencionou três cidades como aquelas que apresentaram maior sucesso. Em São Carlos (SP), a causa é brigadas mirins têm atuado com sucesso, disse. Natal (RN) tem utilizado as olvitrampas, que são armadilhas com larvicidas.

A terceira cidade bem sucedida no combate ao mosquito é Água Branca (PI), onde os agentes identificam as casas com selos, de acordo com a presença de criadouros do mosquito.

“Os agentes de saúde foram de casa em casa. Onde não tinha criadouro do mosquito, eles botavam um selo verde. Onde tinha cridouro, botavam um selo vermelho. Em outros, um selo amarelo.”

Segundo Castro, em 2015 foram apenas quatro casos de dengue registrados na cidade, que tem 17 mil habitantes. O ministro diz que há indícios de que os pacientes diagnosticados com a doença podem ter adquirido o vírus fora do município, que fica a 100 km da capital do estado, Teresina.

“Aquilo ali ficava exposto. Todo mundo passa e vê a casa, vê o selo verde, selo vermelho, selo amarelo. E todo mundo quer ter um selo verde. Aquilo foi uma mobilização muito grande de toda a sociedade. E aí todo mundo fazia o dever de casa esperando a volta do agente, para quando o agente voltasse lá, ele já estar todo cumprido para botar o selo verde.”
G1 GLOBO.COM
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Dilma teme que manifestações se alastrem pelo País

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Foto: Andre Dussek / Estadão-
Presidente está preocupada com manifestações

Preocupada com o recrudescimento de manifestações, agora em São Paulo, por conta do aumento das tarifas de transportes, a presidente Dilma Rousseff pediu informações à sua assessoria sobre os últimos acontecimentos. Dilma teme que, em meio aos problemas econômicos e políticos que está enfrentando, este tipo de manifestação, que na sexta-feira passada atingiu Rio de Janeiro, Belo Horizonte e também São Paulo, se torne repetitivo e possa se alastrar para outras cidades, onde também houve aumento de tarifa de transportes urbanos. A presidente quis saber em quais cidades as passagens haviam aumentado, qual o valor do aumento e como isso estava sendo recebido nos diferentes pontos do País. Não há ainda uma orientação do Planalto ou a tentativa de conversas com segmentos diferentes sobre este assunto. O que o governo federal não quer é que se espalhe pelo País um clima de turbulência por conta destes aumentos, em um momento em que a população começa a ser atingida pelo desemprego e alta dos preços e, consequentemente, da elevação da inflação.

Estadão Conteudo

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54% dos comerciantes e prestadores de serviços temem que o Brasil não saia da crise em 2016, aponta SPC Brasil

 Na avaliação de 75% dos empresários, o ano de 2015 foi pior na economia do que 2014 e para 69% deles, a crise econômica e a corrupção são os principais problemas a serem resolvidos neste ano

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com comerciantes e prestadores de serviços das 27 capitais e do interior do Brasil revela que o maior temor dos empresários com relação a 2016 é que o país não supere a crise econômica. O medo da recessão se prolongar aparece, inclusive, a frente de outras opções mais voltada ao próprio negócio do entrevistado, como o risco de não conseguir pagar as dívidas (38%), ser assaltado ou vítima de violência (38%) e ser obrigado a fechar a empresa (37%).

Quando perguntados sobre o problema brasileiro mais importante a ser resolvido neste novo ano, novamente a crise econômica lidera a lista de opções ao lado da corrupção, ambos com 69% de menções. Outros problemas apontados pelos empresários brasileiros são os impostos elevados (65%), a inflação (49%), a falta de vontade política (40%) e a violência (39%).

Sete em cada dez empresários acreditam que 2015 foi pior que 2014

A percepção de que as condições do país se deterioraram ao longo do ano passado é generalizada entre os empresários sondados. Para 75% dos entrevistados o ano de 2015 foi pior para a economia do que 2014. Apenas 5% dos comerciantes e prestadores de serviços notaram que o cenário melhorou e outros 16% disseram que não houve alteração. O índice de empresários com percepção negativa supera o percentual de 70% em todas as regiões pesquisadas, mas cai para 53% entre os entrevistados do Nordeste.

Em meio a esse ambiente de baixa confiança com a economia do país, a situação financeira das empresas também piorou na opinião de 54% dos entrevistados, sendo que para mais da metade deles (52%), a piora decorreu do aumento dos preços de itens como matéria-prima, mercadoria e transporte, que diminuiu a margem de lucro, da diminuição do número de clientes (51%) e do aumento da inadimplência (22%). De acordo com a pesquisa, 75% dos empresários disseram ter visto empresas parceiras e concorrentes fecharem as portas neste último ano.

“A atual situação da economia brasileira tem gerado um ciclo vicioso, difícil de interromper. Como a inflação e as taxas de juros estão altas, as vendas caem e as empresas empregam e investem menos. Os efeitos negativos são percebidos nas quedas das vendas no varejo e na produção industrial. Dessa forma, temos queda de confiança tanto do empresário, quanto do consumidor. Esse resultado se traduz em inadimplência de ambas as partes, como os recentes indicadores têm apontado”, analisa o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

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Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o momento é de otimizar custos e processos e se aproximar do cliente. “As projeções dos analistas econômicos apontam para uma queda do PIB superior a 2,5% em 2016. E se os ajustes propostos pela equipe econômica do governo não forem aprovados ou postos em prática, a situação ainda pode se agravar. Diante disso, é importante para os empresários buscarem opções de crédito mais baratas e estreitar o relacionamento com os clientes como forma de sustentar as vendas do negócio e sobreviver à turbulência”, diz a economista.

58% dos empresários demitiram no ano passado

Para enfrentar o ambiente menos favorável da economia, seis em cada dez (58%) entrevistados tiveram de fazer cortes e ajustar o orçamento de seus negócios em 2015. O ajuste se concentrou principalmente na folha de pagamento, uma vez que 58% desses empresários demitiram funcionários- entre dois e três dispensados em média – e 33% optaram por reduzir o valor gasto com contas de telefone fixo e celular. A economia nas contas de água e luz foram mencionadas por 27% desses empresários. Embora a demissão tenha sido a principal medida de ajuste de orçamento em 2015, a maioria dos empresários ouvidos (84%) descarta a intenção de fazer novas demissões em 2016.

Empresários adiaram planos em 2015

Além de rever o orçamento, alguns empresários se viram obrigados a modificar seus planos ao longo do ano passado. Somente 14% dos entrevistados conseguiram realizar 100% do que haviam projetado para 2015, 37% conseguiram realizar parcialmente e 38% tiveram de adiar seus planos para 2016 ou por tempo indeterminado.

Entre aqueles que não concretizaram 100% dos projetos para 2015, 34% deixaram de reformar a empresa, 32% não conseguiram alavancar as vendas e 24% não puderam comprar equipamentos. Os principais culpados na avaliação dos empresários ouvidos foram a falta de recurso financeiro (44%), a inflação (36%) e os juros elevados (27%). Por outro lado, dentre aqueles que realizaram seus projetos, total ou parcialmente, 44% disseram ter quitado dívidas das empresas, 30% conseguiram aumentar as vendas de seu negócio e 30% realizaram alguma reforma.

Mesmo com crise, 51% acham que 2016 será bom para seus negócios

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Dentre os empresários sondados, as expectativas para a economia do Brasil dividem opiniões. Mais da metade (53%) dos empresários acredita que 2016 será igual ou pior que 2015 – sendo que 22% acreditam numa piora do cenário macroeconômico – e 42% têm a expectativa de que 2016 será melhor se comparado ao ano que terminou. As principais consequências de um cenário ruim, para aqueles que estão pessimistas, são a dificuldade de economizar e reforçar o caixa financeiro da empresa (35%), ter de fazer menos compras (34%), ter de economizar com compras não necessárias (29%), o aumento da inadimplência de seus clientes (22%) e a dificuldade para obter financiamento e crédito no mercado (22%).

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Para 2016, a forma como os empresários pretendem driblar a crise prevê a organização das contas da empresa (42%), a diminuição das compras parceladas (33%), o aumento do pagamento a vista (32%) e a negociação de descontos em novas aquisições (22%).

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Mesmo em um ambiente turbulento, a maior parte dos empresários que responderam a pesquisa mostra-se mais otimista quando a análise se detém apenas ao seu negócio. Mais da metade (51%) disse ao SPC Brasil que as expectativas para a empresa são muito boas, enquanto apenas 9% esperam que o novo ano no seja muito ruim para a sua empresa. Outros 36% disseram estar sem expectativas positivas ou negativas. A maior parte (44%), porém, está sem um horizonte concreto para projetos e não quis ou não sabe responder sobre seus planos para 2016.

“Pode parecer contraditório, mas apesar do ambiente econômico adverso para 2016, uma quantidade considerável de empresários está relativamente confiante com relação aos seus negócios. Isso pode se explicar pelo fato de que muitos deles acreditam que uma gestão eficiente de seu próprio negócio, com ajuste de estoques e do portfólio de produtos, além de criatividade, pode ajudá-los a enfrentar e driblar as dificuldades impostas pela crise”, afirma Pinheiro.

Metodologia

A pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) foi realizadas com 822 empresários de todos os portes dos segmentos de comércio e serviços nas 27 capitais e no interior. O estudo buscou captar as percepções dos empresários sobre as condições da economia e de seus negócios ao longo do ano passado, além de captar as expectativas para 2016.
Autor: CNDL | SPC Brasil
Fonte: Assessoria
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Prefeito de Alenquer é cassado pela Câmara

Foto-Presidente da Câmara, Laércio Calderaro, lendo o resultado da votação-Flávio Marreiro foi cassado pela maioria dos vereadores

Terminou por volta das 16:30 horas desta terça-feira (12) a sessão extraordinária da Câmara Municipal de Alenquer, que decidiu sobre o futuro do prefeito Flávio Marreiro, acusado de improbidade administrativa. Por 10 x 0, a Câmara decidiu pela cassação de Flávio Marreiro
Marreiro já havia sido afastado do cargo por 90 dias, pela Câmara Municipal, no mês de novembro do ano passado, mas conseguiu retornar ao cargo através da Justiça.

 Prefeito Flávio Marreiro
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Prefeito Flávio Marreiro

Não satisfeitos, os dez vereadores que não compactuam com os desmandos praticados por Flávio Marreiro, reuniram em sessão extraordinária, nesta terça-feira, dia 12, e votaram pela cassação do Prefeito.

“O voto favorável desses vereadores à cassação mudará o rumo da nossa história. O interesse público em primeiro lugar”, disse o presidente da Câmara, vereador Laércio Calderaro.
Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) constatou irregularidades cometidas na Secretaria de Educação de Alenquer e Marreiro foi acusado de improbidade administrativa. Durante a sessão, 10 votos foram favoráveis ao afastamento do Prefeito.
O plenário da Câmara Municipal de Alenquer ficou lotado, com a presença de partidários do Prefeito e dos vereadores que queriam a cassação, bem como pela população, que aplaudiu os 10 vereadores, após a
População lotou dependências da Câmara

votação.

ENTENDA O CASO: Em outubro do ano passado, cinco vereadores de oposição de Alenquer denunciaram no Ministério Público Estadual (MPE) diversos problemas que estão acontecendo aos munícipes, por conta da má administração do prefeito Flávio Marreiro. Os vereadores Dedezinho (SDD), Zé Peba (PDT), Celso Raposa (DEM), Professor Odair (PR) e Roberto Simões (SDD) revelaram que procuraram, também, o Ministério Público Federal (MPF), onde impetraram uma ação denunciando a má aplicação dos recursos públicos, nas áreas da saúde, educação e infraestrutura de Alenquer, por Marreiro.
Porém, o presidente da Câmara de Alenquer, Laércio Calderaro informou que o afastamento de Marreiro ocorreu após denúncias de irregularidades na Secretaria de Educação daquele Município.
No dia 26 de outubro deste ano, durante sessão ordinária na Câmara Municipal, os vereadores realizaram a segunda votação de uma emenda à Lei Orgânica, onde aprovaram, para que sem seguida pudessem pedir o afastamento do prefeito Flávio Marreiro (SDD). Anteriormente, o grupo comandado por Zé Peba pleiteou o afastamento do gestor público, por 180 dias. Porém, na sessão do dia 16 de novembro do ano passado, 10 dos 14 vereadores decidiram afastar o Prefeito do cargo, no período de 90 dias.
Agora, os mesmos 10 vereadores fizeram a diferença na sessão extraordinária que aconteceu nesta terça-feira, dia 12, na Câmara Municipal de Alenquer. Era grande a expectativa da população ximanga, que não atura mais os desmandos praticados por Flávio Marreiro e queriam sua saída.

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MALVERSAÇÃO: Os desmandos na gestão de Flávio Marreiro, segundo o vereador Zé Peba, estão às vistas da população, onde na área da educação as impressoras não têm sequer toners, para que os funcionários possam tirar documentos. Além disso, o parlamentar acrescenta que falta papel higiênico, e até copos descartáveis nos logradouros públicos.
“Na última prestação de contas ficou constatado que até pessoas que já morreram estavam recebendo salários, o que inchou a folha de pagamento da Prefeitura. A gente já tem provas de que isso realmente aconteceu no Município”, denunciou o parlamentar.
Na área de saúde, de acordo com o vereador Zé Peba, faltam seringas e material para colher o exame preventivo das mulheres, além de remédios para diabetes e hipertensão, no Hospital Santo Antônio. Ele revelou que o prefeito Flávio Marreiro pegou o dinheiro enviado pelo Ministério da Saúde e não repassou ao Hospital Santo Antônio.
“Por causa disso o Hospital Santo Antônio corre o risco de fechar as portas e a população vai ficar sem assistência à saúde em Alenquer. Ele (Marreiro) sabe disso que estamos falando, porque coisa boa não tem na gestão dele, mas coisas ruins descobrimos de sobra”, afirmou Zé Peba.
Fonte: RG 15/O Impacto

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