Governo anuncia redução no valor da conta de luz a partir de abril

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Bandeira tarifária que vinha sendo cobrada, passa a ser da cor verde.
Uma notícia boa para o bolso do consumidor. O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, anunciou uma redução no valor da conta de luz, a partir de abril.
Esta é a primeira vez que a bandeira verde, que não tem custo adicional, vai ser adotada. A redução na conta de energia vai ser de 6% a 6,5%.

Até agora, só a bandeira vermelha tinha entrado em vigor, com custos de R$ 5,50 a R$ 3, mas já em março, passa a valer a bandeira amarela, com R$ 1,50 a mais na conta.

O sistema de bandeiras foi criado em janeiro do ano passado, quando o governo passou a gastar mais com a geração de energia por causa do uso das termelétricas. Com o desligamento das 15 usinas, a economia vai chegar a R$ 8 bilhões.

Segundo o governo, os desligamentos têm sido possíveis graças a três fatores: redução no consumo de energia, aumento no nível dos reservatórios e a entrada de energia nova no sistema.
Por Hora 1 G1 –
Raquel Porto Alegre Brasília
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Justiça Federal revoga prisão contra investigado na 23ª fase da Lava Jato

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A Justiça Federal revogou nesta quinta-feira (25) a prisão temporária decretada contra Marcelo Rodrigues, investigado pela 23ª fase da Operação Lava Jato. Ele é suspeito de representar uma offshore do Grupo Odebrecht que, de acordo com as investigações, efetuou pagamentos para o marqueteiro João Santana, que está preso em Curitiba.

Rodrigues não chegou a ser detido. Ele deveria ter sido preso na segunda-feira (22), mas não foi localizado pela Polícia Federal (PF).

Conforme a Justiça, o mandado de prisão visava garantir o sucesso dos mandados de busca e apreensão desta 23ª fase, que investiga pagamentos feitos a João Santana no exterior na ordem de US$ 7,5 milhões. A força-tarefa da Lava Jato suspeita que esse recurso tenha origem no esquema criminoso descoberto na Petrobras.

Como Rodrigues não foi detido, os advogados protocolaram um pedido de revogação da prisão temporária.

Segundo a defesa, como os mandados já haviam sido cumpridos, não havia razão para manter o pedido de prisão.

Apesar de atender a solicitação da defesa, o juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações penais da Lava Jato na primeira instância, orientou Marcelo Rodrigues a se apresentar as autoridades policiais para evitar ser considerado foragido.

“Deverá, porém, contatar de imediato a autoridade policial colocando-se à disposição para prestar depoimento, inclusive atendendo chamado por telefone”, diz trecho do despacho assinado por Moro.

Conforme a decisão, o juiz considerou que os mandados de buscas foram concluídos e que o investigado aparenta ter “um papel menor nos fatos”.

As suspeitas

Esta mais recente fase da Operação Lava Jato investiga pagamentos feitos no exterior que somam US$ 7,5 milhões para empresas ligadas ao marqueteiro João Santana e a mulher dele, Mônica Moura. Santana trabalhou nas campanhas da presidente Dilma Rousseff e da campanha da reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006.

Por meio da offshore Shelbill, o publicitário teria recebido US$ 3 milhões da offshore Klienfield Services, ligadas à Odebrecht, entre 2012 e 2013. Os outros US$ 4,5 milhões foram pagos, de acordo com a investigação, pelo engenheiro Zwi Skornicki, entre 2013 e 2014. Skornicki também está preso em Curitiba.

“Há o indicativo claro de que esses valores têm origem na corrupção da própria Petrobras. É bom deixar isso bem claro, para que não se tenha a ilusão de que estamos trabalhando com caixa 2, somente”, disse o procurador do Ministério Público Federal (MPF) Carlos Fernando dos Santos Lima.

MPF havia reforçado pedido de prisão

Moro havia pedido ao Ministério Publico Federal (MPF) que se manifestasse sobre o pedido de revogação de prisão de Marcelo Rodrigues. Os procuradores se posicionaram pela prisão do investigado, considerando que “produção de provas ainda está em curso”.

“É certo que a prisão temporária, no caso presente, não visava apenas a assegurar a realização das buscas e apreensões, mas proteger a efetividade de outras medidas investigativas. Destina-se a medida a evitar que o investigado interfira na obtenção de outros elementos probatórios”, afirmaram os procuradores.

As investigações visam confirmar, segundo o MPF, como funcionava o esquema de operação de offshores relacionado aos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro cometidos por executivos ligados ao Grupo Odebrecht.
G1 O Globo
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Michel Temer reúne com setor produtivo paraense nesta sexta

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Foto: Reprodução internet: Questões como a regulamentação da Lei Kandir, revisão de tarifa de energia elétrica para a indústria, estruturação do modal transporte e de uma área de livre comércio, reformas tributária, trabalhista e da Previdência e a insegurança em áreas produtivas rurais e de pecuária vão pontuar a reunião técnica entre representantes de entidades de classe empresarial, empreendedores, parlamentares e gestores públicos com o vice-presidente da República, Michel Temer, na manhã desta sexta-feira (26), no auditório Albano Franco, da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa).A reunião técnica é uma iniciativa do Fórum das Entidades Empresariais do Pará, que reúne 11 instituições vinculadas à indústria e ao comércio, que propõem e desenvolvem iniciativas complementares que visam garantir maior competitividade a estes setores. Questões como o aprimoramento da política de incentivos fiscais, tributações e a sustentabilidade destes setores no Pará estão entre as frentes de trabalho do Fórum. ‘Esta reunião técnica será um espaço importante para lançarmos e compartilharmos ideias e propostas para contribuir com questões que são cruciais para um desenvolvimento mais estruturado, acelerado e competitivo para os setores produtivos do Pará’, declara José Maria Mendonça, vice-presidente da Fiepa e presidente do Centro das Indústrias do Pará, que estão entre as instituições que compõem o Fórum.

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Durante a reunião, Michel Temer apresentará o documento Uma Ponte para o Futuro, que traz um diagnóstico da economia brasileira e trata sobre a necessidade urgente da retomada do crescimento econômico com ajuste nas contas públicas, reformas, em especial a Previdenciária, e sobre pacto federativo, focando em iniciativas para descentralizar o poder.

A ‘profunda recessão’, conforme classifica o documento, começou em 2014 e ‘deve continuar em 2016′. ‘Dadas as condições em que estamos vivendo, tudo parece se encaminhar para um longo período de estagnação ou mesmo queda da renda per capita’. No documento ainda, as soluções para os problemas fiscais do país passam por medidas emergenciais e reformas estruturais. Também são feitas críticas à elevação de tributos. Fazendo menção ao aumento da carga tributária brasileira, nos últimos anos, em comparação com outros países, no documento é considerado que: “Qualquer ajuste de longo prazo deveria, em princípio, evitar aumento de impostos, salvo em situação de extrema emergência e com amplo consentimento social”.

No documento Uma Ponte para o Futuro, há uma análise de que, nos últimos anos, o governo federal cometeu excessos, criando novos programas, ampliando os antigos, admitindo novos servidores ou assumindo investimentos acima da capacidade fiscal do Estado. A situação do Brasil, hoje, poderia estar menos crítica se tivesse reduzido estes investimentos, segundo avaliação da equipe técnica que elaborou o trabalho.

Depois da reunião na Fiepa, Michel Temer seguirá para encontro com parlamentares e gestores públicos na Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa).

OrmNews
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João Santana admitiu recebimentos em conta secreta por campanhas no exterior

O marqueteiro João Santana, a mulher dele e o operador de propinas estão presos em Curitiba (Foto-GISELE PIMENTA/FRAMEPHOTO_

O marqueteiro João Santana, preso há dois dias alvo da 23ª fase da Operação Lava Jato, afirmou à Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira (25) que é dono da offshore Shellbill Finance SA, na Suíça, e que os valores recebidos em suas contas foram por serviços prestados a campanhas eleitorais no exterior, entre elas a de Angola e do Panamá. Confirmou ainda recebimentos da Odebrecht e do operador de propinas Zwi Skornicki, lobista do estaleiro Keppel Fels.

“O mais importante de tudo é que eles admitiram erros”, afirmou o criminalista Fábio Tofic Simantob, que defende Santana e a mulher, Mônica Moura, na saída da Superintendência da PF, em Curitiba. “Admitiram ter recebido recursos no exterior de conta não declarada”, completou.

Ouvido cerca de três horas, Santana disse que abriu a conta ShellBill “em 1998 para receber recursos de uma campanha na Argentina e foi a forma como ele tinha para receber”. “Na época achava que não tinha problema, porque era recurso recebido em outros países. Ele achava que não tinha problema em ser conta não declarada”, explicou Tofic.

A Lava Jato aponta o recebimento de US$ 7,5 milhões, entre 2012 e 2014, nessa conta de dois investigados por corrupção na Petrobrás, o Grupo Odebrecht e o operador de propinas do estaleiro Keppel Fels, Zwi Skornicki – também preso na Operação Acarajé.

Tofic explicou que foi em uma auditoria que Santana foi informado que “havia essa irregularidade” no uso da conta secreta e “estava pensando já em como regularizar esses recursos”. “(Santana) se sente inclusive aliviado, ele disse que essa conta para ele é um tormento”.

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João Santana e a esposa durante desembarque no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos

Doação

Tofic disse que os clientes detalharam à PF que os US$ 4,5 milhões repassados para a conta da Shellbill Finance, por meio de sua offshore do lobista Zwi Skornicki, a Deep Sea Oil, foi uma “doação a um partido Angolano”.

Foi Mônica, ouvida nesta quarta-feira (24) que deu os detalhes sobre os valores. Tofic explicou que Santana cuidava mais da criação das campanhas e a mulher tinha mais conhecimento da parte financeira. “Ela não sabe dizer qual é a relação que esse cidadão (Zwi) teria com o partido angolano, provavelmente algum interesse que ele teria naquele país, e que era uma divida antiga”.

“Nessa área de marketing eleitoral você demora muito a receber alguns valores. Ela (Mônica) diz que havia esse valor pendente, ela cobrava insistentemente, ate que eles disseram que procurasse esse rapaz que ele saldaria a divida”, afirmou o criminalista.

João Santana afirmou nunca ter visto Zwi, que o conheceu pela primeira vez na carceragem da PF, em Curitiba.

Outros US$ 3 milhões foram pagos à conta Shellbill Finance por offshores que seria controladas pela Odebrecht, aponta a Lava Jato. Segundo a defesa de Santana, Mônica “confirmou que houve de fato pagamentos feitos” pela empreiteira, “em relação a uma campanha no exterior”.

“O João não sabe disso. O João é um criador, não trabalha com a questão financeira, com questão bancária. Ele tinha pouco conhecimento de como eram feitos os pagamentos”, disse o advogado

Campanha de Dilma

“Em relação ao PT está tudo declarado ao TRE, não há nada a esconder”, disse o advogado do marqueteiro do PT. O advogado disse que Santana explicou que o dinheiro recebido no exterior não tem relação com os recebimentos por campanhas eleitorais no Brasil.

O marqueteiro fez as últimas três campanhas presidenciais do PT, Dilma Rousseff (2010 e 2014) e Luiz Inácio Lula da Silva (2006), e a do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (2012).

Prisão

O criminalista diz acreditar agora que as prisões temporárias do marqueteiro do PT e sua mulher sejam revistas. “O que sobrou são suposições. Você tem dois empresários honestos presos na sede da PF. Estão presos há dois dias com base em mera suposição. O que se espera agora é que, feitos os esclarecimentos, sejam revogadas as prisões”.

O advogado afirmou que após os dois depoimentos “ficou claro que eles não têm nada a esconder”. “Pediram que seja aberto todo e qualquer sigilo financeiro e bancário através da polícia, para que acelere a investigação.”

Por Estadão Conteúdo
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Marcado para 31 de março leilão de dois portos em Santarém

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Foto- Helder Barbalho, Secretário dos Portos -Em anúncio feito durante um seminário sobre portos, em São Paulo, na manhã de quarta-feira, 24, o ministro da Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), Helder Barbalho confirmou para o próximo dia 31 de março o leilão de seis portos, no Pará, entre eles dois em Santarém. O evento acontecerá na sede da Bovespa, em São Paulo.
Helder falou sobre o novo ciclo de investimentos em infraestrutura no seminário em São Paulo intitulado “Setor Portuário: Desafios e Oportunidades.
O ministro Helder afirmou que a SEP, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e o Ministério de Transportes estão preparando mudanças logísticas para tornarem mais atraentes os novos leilões de concessão de infraestrutura. No caso dos leilões das seis áreas do Pará que vão ser ofertadas no dia 31 de março, na sede da Bovespa, em São Paulo o ministro Helder explicou algumas das mudanças já implementadas, entre elas a ampliação do prazo para análise dos editais de 45 para 60 dias, e o parcelamento em até cinco vezes dos lances a serem dados em leilão.
O Programa Nacional de Logística Integrada (PNLP) prevê investimentos da ordem de R$ 51 bilhões para o setor, da seguinte forma: R$ 19,67 bilhões para novos terminais privados, R$ 16,24 bilhões para novos arrendamentos e R$ 11,11 bilhões para renovações contratuais, além de R$ 4,26 bilhões de investimentos públicos em dragagens. O volume de movimentação de carga entre 2015 e 2042 deve aumentar 92%, alcançando um patamar de 1,8 bilhão de toneladas, também de acordo com as projeções do PNLP.
Crescimento
“A palavra crise é destoante do dia-a-dia do setor portuário. Crescemos mais de 70% entre 2013 e 2015 e temos previsão de crescer 103% até 2042”, afirmou o ministro. “Destaco a região do Arco Norte, que teve crescimento de 14,3%, e o Estado do Pará sozinho registrou 24%. Por isso a importância da integração dos modais e do aperfeiçoamento dos leilões. Serão seis áreas leiloadas no Pará em 31 de março”.
Integração de modais
O ministro Helder explicou que o governo federal tem trabalhado em ações para integrar os modais rodoviário, ferroviário e aquaviário, tanto fluvial quanto marítimo, e oferecer mais opções de roteiros para as cargas, tanto em termos de custo quanto de rapidez e de modais. As modificações buscam facilitar o acesso da produção aos portos.
A viabilização do escoamento da soja do Mato Grosso para os portos do Arco Norte, por exemplo, reduzirá em US$ 46 por tonelada se, em vez de saírem pelos portos de Santos e Paranaguá, forem exportados por Vila do Conde, no Pará, de acordo com estudo do especialista Luiz Antônio Fayet, feito em consultoria para a Confederação Nacional de Agricultura. Santos e Paranaguá também serão beneficiados com a nova rota por evitar gargalo no crescimento desses portos para a exportação de produtos do Sul e Sudeste.
“Vamos oportunizar alternativa para o escoamento da produção de grãos pelo Arco Norte”, disse o ministro. “Para isso, precisamos não só dos portos, que estarão prontos para atender a demanda futura, mas deste esforço conjunto que está sendo realizado pelo governo, viabilizando e integrando os diferentes modais.” As medidas, de médio e longo prazo, viabilizarão a ampliação do escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste, principalmente soja, milho e fertilizantes. Algumas terão impacto favorável também em relação ao minério de ferro.
LEILÃO: O leilão de 31 de março na BM&FBOVESPA será o segundo do tipo. O primeiro, de três áreas no Porto de Santos, foi realizado em 9 de dezembro de 2015. As seis áreas no Pará que serão ofertadas são: três em Outeiro (Belém), destinadas à movimentação de grãos; uma em Vila do Conde, também para grãos, e duas em Santarém, uma para grãos e outra para fertilizantes.
Os recursos que ingressarão nos cofres públicos, previstos para serem arrecadados com o leilão das 6 áreas no Pará, devem alcançar R$ 1,766 bilhão – sendo R$ 1,464 bilhão em obras nos novos terminais e R$ 301,977 milhões em arrendamento – a ser pago à Companhia Docas do Pará ao longo dos 25 anos de contrato.
O valor das outorgas só será conhecido no leilão.
O TCU já aprovou os editais de venda de mais 20 áreas. Novos editais de venda devem ser anunciados antes da realização do leilão do dia 31/03.
Manoel Cardoso
Fonte: RG 15/O Impacto

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Quadrilha é presa por fraude bancária pela internet no Pará

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Foto: Divulgação (Polícia Civil)-Quatro pessoas foram presas pela Polícia Civil em Parauapebas, sudeste paraense, durante a operação ‘Keylogger’. A ação foi deflagrada na quarta-feira (24).

Foram cumpridos 11 mandados judiciais, sendo quatro de prisão, duas conduções coercitivas de investigados para prestar depoimento e cinco de busca e apreensão.

A operação desarticulou uma quadrilha envolvida em fraude bancária e lavagem de dinheiro por meio de invasão de contas bancárias. A fraude ultrapassou R$ 2 milhões.

O dinheiro desviado em usado para pagar contas na loja Construferro. Os presos foram identificados como Silvia Cléia do Nascimento, Wellim Botelho Viana, Elenildo Holanda da Silva e Fábio Costa Silva, dono da loja.

O grupo era investigado há quatro meses pela polícia. Nesse período foi descoberto que as fraudes eram praticadas por meio de Internet Banking. Os criminosos enviavam e-mails com um vírus denominado Keylogger, que se instalava nos computadores dos usuários e copiava o número das contas correntes, senhas e chaves eletrônicas. Os dados eram enviados ao bando, que desviava o dinheiro e o usava para o pagamento de boletos bancários.

A investigação começou depois que uma empresa teve o sistema bancário invadido pelo vírus. ‘Foram realizados diversos pagamentos de boletos bancários de fornecedores para uma grande empresa de venda de ferro no município de Parauapebas’, explica a delegada Vanessa Lee.

Os golpistas criaram ainda diversas empresas fantasmas e usavam nomes de laranjas para realizar compras de valores elevados. O bando fazia pagamentos por meio de duplicatas e depois revendia os produtos comprados.

No momento das prisões foram encontrados computadores, um revólver calibre 38 com quatro munições intactas, documentos e boletos de pagamento em nome de várias empresas fantasmas, que apresentavam o mesmo endereço da empresa verdadeira. Silvia Cléia é apontada como laranja no esquema, a empresa de fechada usada no golpe está em nome dela.
Por ORMNEWS:
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Ação do MPE e MPF deixa Itaituba desesperada

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Foto- Trabalhadores desembarcam diariamente em Itaituba- Vereador Peninha diz que milhares de pessoas vão ficar desempregadas com paralisação dos portos em Miritituba

A população de Itaituba está preocupada com a notícia publicada de uma ação conjunta dos Ministérios Públicos Estadual e Federal ameaçando a suspensão de licenças do funcionamento e construção dos portos no Distrito de Miritituba, no município de Itaituba. Hoje, os portos já em funcionamento e os que estão em fase de conclusão estão gerando mais de 2.550 empregos diretos e mais de 5.000 empregos indiretos.

Em 2012, foi realizada a primeira audiência publica para serem discutidos os projetos portuários em Itaituba. No final de 2014, o primeiro porto entrou em funcionamento, da empresa Bunge, com a chegada de aproximadamente 300 caminhões por dia, cada um transportando 50 toneladas de grãos.

Hoje, está em fase de conclusão os portos das empresas Hidrovias do Brasil S.A e da Cianport, inclusive estas empresas já estão há dois anos capacitando com cursos profissionalizantes e atualmente em fase de treinamento para assumir a operação dos empreendimentos.

Além destas empresas, também estão construindo portos em Itaituba a Cargill, Caramuru, Odebrecht, Bertolini, DRYFUS e a Distribuidora de Combustível ATEM.

O vereador Peninha já manifestou sua preocupação com a medida tomada pelos ministérios públicos pedindo a suspensão das licenças dos portos. Peninha, mostrando atas das reuniões, assinadas pelas autoridades, lembrou que em 2012, quando da realização das audiências, promotores estaduais, juízes e outras autoridades estiveram presentes nestas audiências e não está entendendo porque, somente agora, quatro anos após a liberação, inclusive portos já funcionando, os promotores públicos alegam que o Estado não tem competência para licenciar a construção destes portos.

Mostrando a Lei Complementar nº 140, editada pela Presidente Dilma Rousseff, Peninha destaca que os Estados, desde o final de 2011, passaram a ter poder de licenças de projetos que causam impactos ambientais locais. De posse dessa Lei, o Estado, continuou Peninha, através do COEMA – Conselho Estadual de Meio Ambiente, passou a competência de vários empreendimentos para os municípios licenciarem.

Outra citação do vereador Peninha, com relação ao licenciamento, é que estes projetos levam anos na SEMA Estadual para serem liberados. Lembrou que dentro da Secretaria Estadual de Meio Ambiente tem promotores que analisam esses projetos. “É algo estranho, por isso me preocupa esta ação”, disse o Vereador.

“Não tenho procuração de nenhuma empresa para defendê-la, mas tenho a confiança do povo que me elegeu para defendê-lo. Aqui estou defendendo o Município, que se por acaso vier a ter a suspensão dessas licenças viveríamos um caos social, porque milhares de pessoas que vivem em função destes portos ficariam desempregadas, assim como o comércio local sofreria também grande impacto. E esse impacto quem seria responsável em mitigá-lo?”, questionou Peninha.

“Para termos uma idéia, em novembro de 2015 apenas três empresas gastaram em Itaituba R$ 4.350.000,00 em compras locais. Já em dezembro R$ 8.984.000,00. Hoje, os salários dos funcionários destas empresas variam de R$ 1.600.00 a R$ 10.000,00. Este dinheiro está aquecendo a economia local de Itaituba, além disso, são nossas famílias que estão melhorando sua qualidade de vida”, destacou Peninha.

Nosso município não tem crise, frisou Peninha, graças a Deus ao garimpo e a estes investimentos que estão chegando a Itaituba. Enquanto em outras cidades, como no Centro Oeste e no Sul, os investimentos estão parados aqui em Itaituba todo dia chegam novos empreendimentos.

“Estamos preocupados e esperamos que este mal entendido possa ser superado e possamos cada dia mais receber novos investimentos”, finalizou o Vereador.

Por: Nazareno Santos

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Após ‘acordão’ com o PSDB, estaria Dilma a caminho da saída do PT?

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Antes dada como certa, a ida da presidente à festa do partido, neste sábado (27), pode nem ocorrer. © Foto: Roberto Stuckert Filho/Presidência da República Antes dada como certa, a ida da presidente à festa do partido, neste sábado (27), pode nem ocorrer.

Por 40 votos a favor e 26 contrários, o Senado aprovou na noite desta quarta-feira (24) o projeto (PLS 131/2015) do senador José Serra (PSDB-SP) que desobriga a Petrobras de ser a operadora única e ter participação mínima de 30% na exploração da camada do pré-sal. Foi um desfecho articulado pelo Palácio do Planalto, atropelando até mesmo a bancada do PT na Casa.

“Nós estamos querendo entregar o pré-sal a preço de banana para as multinacionais do petróleo”, criticou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que disse após a votação ter “se sentido abandonado” pelo governo federal em uma área importante. Para o parlamentar, é um momento inoportuno para alterar o marco regulatório estabelecido em 2010.

Em artigo intitulado O que é isso, Dilma? e publicado na última segunda-feira (22), ao lado do economista João Sicsú no site da Carta Maior, Lindbergh apontou que as iniciativas do governo cedem cada vez mais às “elites adeptas do neoliberalismo”, e que os movimentos que a presidente Dilma Rousseff vem encampando “resultam em imobilizar ou perder aqueles que ainda estavam dispostos a ir para as ruas em sua defesa”.

Somada à aprovação do projeto que cria a Lei Antiterrorismo horas antes, na Câmara dos Deputados – está uma proposta oferecida pelo Executivo –, a atuação da presidente vem gerando não só descontentamento nos movimentos sociais, mas dentro do próprio PT, cujas bases estão justamente nestes coletivos que se sentem desprestigiados com tais iniciativas.

“É quase um rompimento explícito dela com o partido (…). Há um descasamento cada vez maior entre ela e o partido. A presidente está fazendo um movimento deliberado para sair do PT”, afirmou à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, um senador petista que comentava a respeito da “reforma fiscal de longo prazo” que Dilma pretende enviar ao Congresso nas próximas semanas.

A reforma da Previdência, com sugestões como o estabelecimento de idade mínima para aposentadoria e congelamento do reajuste do salario mínimo, já enfrenta forte resistência, e é outro ponto a se somar no dilema posto entre Dilma e o PT. Antes dada como certa, a ida da presidente à festa do partido, neste sábado (27), pode nem ocorrer – no programa de TV da última terça-feira (23), o PT se focou em Lula e não colocou Dilma para falar ao País.

O avanço das investigações da Operação Lava Jato, das apurações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do processo de impeachment na Câmara só adicionam mais pólvora a uma bomba que parece longe de ser desativada, tanto por petistas quanto pelo Planalto.

‘Acordão com o PSDB’

O projeto de Serra para tirar a exclusividade do pré-sal da Petrobras foi discutido por meses, mas contava com o apoio do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). A bancada do PT na Casa era majoritariamente contrária e esperava que o assunto fosse para a votação, mas o medo da derrota fez o Planalto costurar um acordo com o relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR).

Os ministros da Casa Civil, Jaques Wagner, e da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, fecharam um acerto para garantir que a estatal tenha ao menos o direito de preferência na participação de futuras licitações. Essa era a mesma linha defendida pelo ministro de Minas e Energia, o senador licenciado pelo PMDB Eduardo Braga, que participou das negociações.

Para piorar a sensação entre os senadores do PT, a presidente Dilma Rousseff mandou sinais contraditórios a interlocutores diferentes nos últimos dias, o que na avaliação dos senadores demonstrou que ela não quis se posicionar sobre a matéria – o que exprime a ‘sensação de abandono’ mencionada por Lindbergh após a votação.

O texto acordado prevê que Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), considerando o interesse nacional, “oferecerá à Petrobras a preferência para ser o operador dos blocos a serem contratados sob o regime de partilha de produção”. A versão anterior do parecer de Jucá – questionada por senadores do PT – não garantia o direito de preferência, uma vez que dizia que o CNPE “poderá oferecer” à estatal o direito de preferência.

A Petrobras terá 30 dias para se pronunciar após ser notificada pelo conselho. Outra alteração feita por Jucá, acordada com os ministros do Planalto, diz que após a manifestação da empresa, o CNPE vai propor à Presidência da República quais blocos deverão ser operados pela empresa, indicando a participação mínima do consórcio de 30%.

Serra argumentou que seu projeto alivia a Petrobras de uma obrigação que ela não pode mais arcar, sem condições de investimento. Ele destacou as dificuldades financeiras da empresa, com uma dívida de R$ 500 bilhões, e afirmou que o objetivo é fortalecer a Petrobras. Já para Renan Calheiros, a mudança atende ao interesse nacional com o propósito de atrair investimento.

Os argumentos favoráveis ao projeto aprovado – e que será ainda mais difícil de ser derrubado por quem discorda na Câmara – possuem força se for considerado que pouco dos recursos já gerados pelo petróleo do pré-sal chegaram de fato à educação e à saúde, frustrando dois dos setores que mais preocupam os brasileiros em todo o País.

As reações após a votação foram diversas, fosse daqueles que eram favoráveis ao projeto…

“A Petrobras está quebrada financeiramente (…). A única coisa que o projeto faz é tirar a obrigatoriedade de essa empresa ter que investir em cada poço do pré-sal mais ainda, com 30%. Ninguém está entregando nada. Ninguém está levando nada embora. Tudo continua nas mãos do poder público, apenas a Petrobras não é obrigada a investir. Apenas isso. Se ela quiser, em um mês, ela manifesta sua intenção e controlará o poço” – José Serra (PSDB-SP).

“A Petrobras continua podendo participar de qualquer leilão no modelo de partilha, bem como continua operadora. O projeto só retira da empresa o ônus e dá o bônus da escolha”- Aécio Neves (PSDB-MG).

“O que nós estamos fazendo aqui é tirar a obrigatoriedade de a Petrobras participar de todos os campos, todas as operações e todas as sociedades. Abrimos o mercado, mas resguardamos o filé para a Petrobras, não estamos enfraquecendo-a, pelo contrário, dando condições para que ela efetivamente escolha o que é mais rentável” – Romero Jucá (PMDB-RR).

“Aí você obriga a Petrobras a participar de tudo, do bom, do médio e do ruim. Quando ela pode, com seu capital, participar só do bom. O projeto libera a Petrobras. Ela precisa, mais do que nunca, nesta hora, é dar oportunidade de ver a sua expertise valorizada”- José Agripino (DEM-RN).

Fosse dos que se opuseram até ele durante todo o debate.

“Vamos entregar o filé mignon por uma dívida que nós podemos administrar?” – Gleisi Hoffmann (PT-PR).

“É um projeto que quebra a Petrobras, porque, sem o pré-sal, ela não sobrevive à crise, que pode ser ultrapassada rapidamente. Sobe o preço do petróleo, vai para o patamar dos US$80, e está tudo isso resolvido”- Roberto Requião (PMDB-PR).

“O governo não tinha meu voto, agora não tem o meu respeito”- Simone Tebet (PMDB-MS).

“Só há um objetivo [do projeto]: pressionar um governo que está fraco, para fazer um leilão onde a Petrobras não vai poder entrar e eles vão entrar e pagar um preço de banana. Nós abriremos uma pressão como nunca vimos das multinacionais para que haja leilão”- Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

“A aprovação do projeto significará e significa um dos maiores retrocessos do ponto de vista dos interesses nacionais, do ponto de vista dos legítimos interesses do povo brasileiro” – Fátima Bezerra (PT-RN).

TCU quer acompanhar negociações

O Tribunal de Contas da União (TCU) quer acompanhar a negociação da revisão do contrato de cessão onerosa entre a Petrobras e o governo federal, firmado em 2010, nas áreas de Búzios, Entorno de Iara, Florim e Nordeste de Tupi, todas no pré-sal. O órgão de controle determinou que todas as atas das reuniões entre as partes sejam encaminhadas ao Tribunal. O acórdão é assinado pelo relator do processo, ministro José Múcio.

O TCU recomendou que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) estabeleça premissas e critérios mais firmes para viabilizar a revisão do contrato. O órgão avalia que a indefinição a respeito dos termos da revisão pode criar impasses que adiem o fechamento do acordo. O CNPE é um órgão, de assessoramento da Presidência da República. É presidido pelo Ministério de Minas e Energia e composto por oito ministros, entre eles os da Fazenda, Planejamento e Casa Civil.

A revisão do contrato de cessão onerosa estava prevista desde 2010, quando foi feita a megacapitalização da Petrobras. O Tesouro fez uma injeção de R$ 74 bilhões na companhia, que foi autorizada a explorar até 5 bilhões de barris de petróleo em áreas da União. Na época foi definido o valor de US$ 8,51 por barril da área de cessão onerosa. O acordo previa que a revisão poderia alterar o valor do contrato, o volume explorado, o prazo de vigência e os porcentuais mínimos de conteúdo local.

Até agora, a revisão não foi concluída, nem há perspectiva de que seja finalizada. Pelo contrato, as mudanças deverão ser feitas com base em laudos técnicos elaborados por entidades certificadoras independentes, a serem contratadas pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) e pela Petrobras.

“A conclusão principal da análise empreendida pela unidade técnica foi a de que não houve adequado estabelecimento, no contrato, de premissas claras para sua revisão, o que tem gerado divergências importantes (em referenciais técnicos, de preços e de custos) na interpretação da ANP e da Petrobras”, afirma o acórdão do TCU.

Dependendo do resultado do processo, a renegociação pode gerar despesas bilionárias para a Petrobras ou para o Tesouro Nacional, principalmente em razão da correção dos preços do barril. “Esse panorama tem como consequência o retardamento do processo, bem como o risco de que não haja a fundamentação devidamente detalhada do valor do contrato eventualmente arbitrado pelo CNPE”, diz o acórdão.

“Diante disso, tendo em vista que a mencionada revisão será submetida à apreciação prévia do CNPE, considero apropriada a proposta da secretaria de recomendar a essa entidade que supra as lacunas contratuais e defina critérios para os cálculos, evitando, assim, delonga indesejável nas discussões entre ANP e Petrobras, bem como mitigando eventuais questionamentos sobre os parâmetros adotados”, recomenda o TCU.

(Com Estadão Conteúdo e Agência Senado)

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11 pessoas são presas com drogas e armas numa operação da policia em Castelo de Sonhos

A Polícia Militar e CTO, em conjunto com a Policia Civil de Novo Progresso e Castelo de Sonhos, em uma operação para o combate as drogas prendeu em flagrante delito na manhã desta quinta –feria (25), onze pessoas entre elas drogas ,armas e munição.

Materiais apreendidos: 03- balanças de precisão; 01- revólver Rossi cal 32 com 3 munições  intactas;08- aparelhos celulares;16- munições intactas cal 3,57 mm;03- munições intactas cal. 38; 06-munições intactas de cal. 22; 33 1,2 gramas de crack; 409,2 frames de maconha. 34- carteiras de cigarros marca Fox contrabandeado e 11 pessoas apresentadas acusadas de tráfico de entorpecentes

O material aprendido e as pessoas presas foram transferidos para delegacia de policia civil de Novo Progresso onde responderão pelo crime.

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Pai mata rapaz que engravidou sua filha

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Lucas Ferreira Batista, 21 anos, foi assassinado após engravidar uma jovem de 15 anos, na cidade de Brasnorte, em Mato Grosso. O suspeito pelo crime é o pai da jovem, um produtor rural. Em depoimento, realizado na última terça-feira (23), o suspeito informou para a Polícia Civil, que a sua filha teria engravidado após ser estuprada pelo rapaz.
Lucas morreu com golpes de pauladas na sexta-feira (19), após ter ido encontrar com a família da adolescente, que está gravida de 7 meses, para uma conversa.
Pessoas ligadas a Lucas, dizem que existia um relacionamento entre os jovens, mas a família da moça negou o envolvimento entre os dois. Inicialmente, a polícia de Mato Grosso também afirmava que os dois namoravam.
Um Boletim de Ocorrência foi registrado sobre um suposto estupro quando a gravidez foi descoberta, porém as investigações não avançaram.
No dia do assassinato, Lucas e o pai da adolescente brigaram, e o acusado alegou legitima defesa, já que teria sido agredido pelo rapaz. Ele relatou que usou um pedaço de madeira para golpear três vezes a cabeça de Lucas.
André Luis Barbosa, delegado que investiga caso disse que o depoimento da família da jovem foi esclarecedor. A adolescente alegava que tinha sido vítima de estupro. “Ela disse que foi a uma festa, sem o consentimento dos pais, e lá consumiram bebidas alcoólicas. Em um certo momento ela perdeu a consciência e acordou com dor nas partes íntimas. Alguns meses depois ela percebeu que estava grávida. O agressor [Lucas] ficou sabendo e foi tentar assumir o filho”, explicou.
“Essa situação se arrastou por cinco meses. No dia do crime ele queria levar a menina embora, pretendia sequestrá-la. O pai deu um tiro para cima [como alerta]. Ele não respeitou esse aviso e partiu para cima dele”, declarou André Luis.
O caso se enquadra como homicídio privilegiado,  quando a pessoa age por motivo de relevante valor social ou moral, sob forte emoção ou desespero, logo em seguida à injusta provocação da vítima.
Por se apresentar e cooperar com as investigações, o produtor foi liberado depois do depoimento e deve responder por homicídio doloso (quando há a intenção de matar). O corpo de Lucas foi enterrado para Rondônia, onde vivem os pais.

(DOL)

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