Kátia Abreu diz que não sai de ministério nem do PMDB

Um dos seis integrantes do PMDB na Esplanada dos Ministérios, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, afirmou nesta quarta-feira (30), em sua conta pessoal no microblogTwitter, que permanecerá no comando da pasta.
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Foto: Reprodução (Twitter)

A mensagem foi publicada um dia após o Diretório Nacional do PMDB ter anunciado o rompimento com o Palácio do Planalto e determinar que todos os integrantes do partido entreguem seus cargos no Executivo federal.

“Continuaremos no governo e no PMDB. Ao lado do Brasil no enfrentarmos [sic] da crise. Deixamos a presidente à vontade caso ela necessite de espaço para recompor sua base. O importante é que na tempestade estaremos juntos”, escreveu a ministra da Agricultura na rede social.

Além de Kátia Abreu, o ministro da Ciência e Tecnologia, Celso Pansera, também já declarou publicamente que permanecerá à frente da pasta, mesmo com a determinação partidária para deixar o cargo.

Segundo apurou o G1, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, também já disse a interlocutores que continuará no governo.

Atualmente, das 32 cadeiras da Esplanada dos Ministérios, o PMDB comanda seis. Além da Agricultura, os peemedebistas estão à frente de Saúde, Ciência e Tecnologia, Portos, Minas e Energia e Aviação Civil.

Até a última segunda (28), o Ministério do Turismo também era chefiado pelo PMDB, mas o ministro Henrique Eduardo Alves – um dos aliados mais próximos do vice-presidente Michel Temer – se antecipou à demissão partidária e pediu demissão um dia antes de a sigla determinar o afastamento de seus filiados do governo.

No início da tarde desta quarta, apesar de já estar em vigor a determinação para se desligarem da Esplanada, Kátia Abreu, Celso Pansera e Marcelo Castro participaram do evento de lançamento da terceira fase do programa Minha Casa, Minha Vida no Palácio do Planalto. Na solenidade, os três ministros do PMDB se recusaram a falar com a imprensa.

Por O Globo
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WhatsApp libera texto em negrito e itálico, e ganha novidades

 O WhatsApp para iOS e Android agora permite mandar texto em negrito, itálico ou riscado, o que deve abrir uma era de textões formatados no app de mensagens. A versão para Android também recebeu outras novidades, como responder mensagens a partir de uma notificação, mais novos planos de fundo.

A formatação de texto funciona no WhatsApp para iOS (2.12.17 ou superior) e Android (2.12.560 ou superior) – ela não aparece para seu destinatário caso ele tenha uma versão anterior.

Usar a formatação é relativamente simples:

– para negrito, adicione um asterisco (*) antes e depois da palavra: *teste*

– para riscado, adicione um til (~) antes e depois da palavra: ~teste~

Também é possível combinar esses símbolos: por exemplo, digite _*teste*_ para inserir negrito e itálico ao mesmo tempo.

A formatação ainda não aparece no Windows Phone, nem no WhatsApp Web.

Como nota o Android Police, o WhatsApp para Android agora permite responder a mensagens usando a notificação. Ele abre uma interface suspensa para você digitar o que quiser, adicionar emojis e até gravar uma mensagem de voz.

Isso está disponível em todas as versões do Android graças a uma implementação própria do WhatsApp. (O Android N possui uma API para responder a mensagens diretamente na notificação.)

E ao tocar em uma imagem na lista de conversas ou contatos, isso seleciona o item. A partir daí, você pode realizar ações como marcar diversas mensagens como não-lidas, ou silenciar múltiplos grupos.

Além disso, indo até Configurações > Conversas > Papel de parede, você encontrará a opção “Cor sólida”. Para quem prefere isso em vez de imagens por trás das mensagens, é uma boa notícia.

A versão mais recente do WhatsApp é distribuída no iOS pela App Store. Enquanto isso, no Android, é preciso entrar no programa de testes da Play Store neste link, ou baixar a versão mais recente no APK Mirror; curiosamente, ela ainda não está disponível em whatsapp.com/android.
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De cara limpa, Anitta comemora 23 anos e dispara: “Acho que vou fazer plásticas novas”

Anitta aproveitou a ocasião de seu aniversário de 23 anos, nesta quarta-feira (30), para falar sobre as recentes polêmicas a respeito de seu visual.

Em clima de celebração, a cantora apareceu em um vídeo sem maquiagem, no Snapchat, e aproveitou para ironizar as suas polêmicas intervenções estéticas.

“Ai, gente, estava aqui pensando. 23 anos a gente vai ficando velha, né? Vai ficando acabada… acho que vou fazer umas plásticas novas”, disparou.

Cheia de sarcasmo, a funkeira acrescentou: “Mãe, você que sempre me assiste, não acha que estou precisando?”.

Vale lembrar que a artista está nos Estados Unidos para comemorar a nova idade. Após passagem por Los Angeles, Anitta desembarcou em Nova York para assistir a um show de Rihanna.

Por FAMOSIDADES

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Mulher de Cunha será julgada por Moro, decide STF

STF rejeita pedido de mulher de Cunha para não ser julgada por Moro
Foto© Fornecido por Notícias ao Minuto

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello arquivou ontem (29) o habeas corpus em que a mulher e  filha do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediam para não serem julgadas pelo juiz federal Sérgio Moro, da Justiça Federal em Curitiba.

Na decisão, Mello entendeu que não é possível derrubar a decisão de um colega da Corte por meio de habeas corpus.

No dia 15, o ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF, atendeu pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e desmembrou a investigação, deixando somente a parte do inquérito referente ao presidente da Câmara no Supremo.

De acordo com a denúncia apresentada este mês contra o presidente da Câmara, Cláudia Cruz e Danielle Cunha, que também são investigadas com o marido e pai no Supremo, foram beneficiadas pelos recursos que estavam depositados em contas na Suíça atribuídas a Cunha. Com a decisão, somente Cunha responderá às acusações no STF.

Pela denúncia, US$ 165 mil foram encontrados em uma conta na Suíça atribuída à mulher de Cunha. De acordo com as investigações, parte do valor foi usada para pagar despesas do cartão de crédito de Danielle Cunha. Com informações da Agência Brasil.
Por Notícias ao Minuto

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Dilma diz que impeachment sem crime é golpe

Lançamento de programa do governo vira palanque contra impeachment

Dilma declarou que não há irregularidades em seus dois mandatos ou em sua vida pregressa. © Foto: Roberto Stuckert Filho/Presidência da República Dilma declarou que não há irregularidades em seus dois mandatos ou em sua vida pregressa.

A presidente Dilma Rousseff voltou a falar de “golpe” e em “má-fé” na condução do processo do impeachment de que é alvo. Dilma lançou a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida no Palácio do Planalto, nesta terça-feira, com forte presença de movimentos sociais.

– Que processo é esse? É um processo golpista – afirmou Dilma, que ressaltou por várias vezes que o país não está em um sistema parlamentarista, no qual há a figura do primeiro-ministro, eleito por voto proporcional, em vez do majoritário.

– Não existe essa conversa: “Não gosto do governo, então ele cai”. Não existe isso. Existe no parlamentarismo. Não gosto do primeiro-ministro, derruba o gabinete. Está previsto – disse a presidente, e completou em outro momento: – Impeachment sem crime de responsabilidade é o quê? É golpe.

Dilma declarou que não há irregularidades em seus dois mandatos ou em sua vida pregressa, e condenou o clima de intolerância por que passa o Brasil. A presidente fez um apelo para que não haja ódio nas manifestações.

A petista disse que os que querem seu afastamento serão responsáveis por retardar a volta do crescimento econômico. Além disso, ao anunciar as 2 milhões de casas que serão construídas na terceira fase do Minha Casa Minha Vida – a meta divulgada antes era de 3 milhões de unidades habitacionais -, Dilma defendeu a permanência de investimentos do governo em programas sociais, mesmo diante das “dificuldades públicas e notórias” por que passa a economia nacional.

– Mesmo diante das dificuldades que nós temos, públicas e notórias, pelas quais a economia do Brasil passa, é importante que a gente perceba que nós não podemos ajustar a economia para cortar programas sociais.

Dilma iniciou seu discurso relembrando datas históricas do Brasil, e ressaltou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ela foram os únicos governos a garantir a tantos brasileiros a casa própria. A presidente Dilma Rousseff ressaltou que as conquistas sociais de seu governo e de Lula “incomodam muita gente”.

PROGRAMA NUNCA VISTO, DIZ KASSAB

Primeiro a discursar, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, afirmou antes de Dilma que, proporcionalmente, o Minha Casa Minha Vida é um programa “nunca” visto durante toda a “história da humanidade”

– O Brasil foi descoberto há 516 anos, tornou-se independe há 193 anos, e a república foi instalada há 126 anos. Em todo esse tempo, sabem quantos governos foram capazes de implementar um programa habitacional que garantisse a milhões de brasileiras e brasileiras a realização do sonho da casa própria? – perguntou Dilma, respondendo: – A resposta é simples. Somente dois governos. O governo do presidente Lula e o meu governo.

— Proporcionalmente, o Brasil oferece um programa habitacional que nunca se viu na história da humanidade — afirmou Gilberto Kassab.

Kassab foi interrompido várias vezes por palavras de ordem pela permanência de Dilma na Presidência. A presidente desceu a rampa para o Salão Nobre do Palácio do Planalto aguardada de perto por integrantes de movimentos sociais. Geralmente, a área pela qual Dilma passa nessas cerimônias é isolada.

A fala mais forte pró-governo foi a do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, Guilherme Boulos, que, no fim do ano passado, recusava-se a levar seu grupo para protestar contra o impeachment.

Apesar de deixar seu recado à presidente no discurso, falando que os trabalhadores não querem pagar a conta, com o ajuste fiscal, Boulos atacou a tentativa de “golpe” e de “fascismo” no Brasil. O líder do MTST não mencionou diretamente o vice-presidente, Michel Temer, mas chamou Eduardo Cunha, presidente da Câmara, de “bandido”.

— Esse povo que tá nas ruas, presidenta, não quer o ajuste fiscal. Quer que o andar de cima pague a conta da crise, e não os trabalhadores, disse Boulos, e completou, no fim de sua fala: — Vai ter luta, vai ter resistência. Não passarão com esse golpe de araque no Brasil.

Na semana passada, um grupo de juristas foi ao Planalto criticar duramente o impeachment. Desde que Lula foi empossado na Casa Civil, no último dia 16, o público que acompanha as cerimônias no Salão Nobre do palácio, o maior espaço para eventos internos, grita palavras de ordem contra o “golpe”, atacando a Organização dos Advogados do Brasil, entidades que apoiam o impeachment e a imprensa.

Por Agência O Globo Agência O Globo
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A nova inimiga de Kim Kataguiri: Marina Silva

Foto© Divulgação/Reuters -Parece até piada, mas o novo lider mirim da política nacional já encontrou um novo inimigo, mesmo que não tenha de fato derrubado seu principal alvo, que é a presidenta Dilma Rousseff. Trata-se do meu companheiro de blog no Huffpost Brasil, o Kim Kataguiri, e seu movimento bancado pela Students for Liberty, o Movimento Brasil Livre.

Em suacoluna de hoje no jornal Folha de São Paulo, Kataguiri decidiu esculachar a ex-presidenciável Marina Silva, da Rede. “O petismo verde”, disse. Separei alguns trechos aqui:

“[Marina] Diz acreditar que a cassação da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seja a solução de que o país precisa.O que a ex-senadora esquece de mencionar é que o processo do TSE é muito lento. Na melhor das hipóteses, conseguirá adiantar as eleições de 2018 em 2 ou 3 meses. Marina sabe disso. E é por isso que diz o que diz.O que ela realmente quer é aumentar seu capital político em cima do desgaste do governo — e, consequentemente, da desgraça do país — para garantir uma eleição tranquila em 2018. Muito nobre da parte daquela que “não desistiu do Brasil”, não é?”

No final das contas, o medo de Kataguiri é exatamente o mesmo que o de Marina: perder a chance de aumentar seu capital político. Pra quem não sabe, seu movimento bancado pelo Students for Liberty (organização estrangeira que atua em países como Venezuela e Ucrânia) deve lançar cerca de 200 candidatos para as eleições municipais deste ano, ao redor de todo o País. Os partidos escolhidos pelos membros do Movimento Brasil Livre acabam variando entre siglas da oposição ao governo Dilma, como o DEM, PSDB, PP e até mesmo PSC e PMDB.

Não por acaso, são os mesmos partidos mais interessados pelo impeachment de Dilma Rousseff e, logo em seguida, em um possível governo de Michel Temer no Planalto. Representantes das siglas de oposição querem participar do futuro governo de Temer caso o impeachment seja aprovado pelo Congresso, e claro, seus guris articuladores das manifestações contra Dilma não querem perder a oportunidade de pegar algumas fatias do bolo.

Seja através de capital político, ganhando espaço e reconhecimento dentro de núcleos em Brasília, ou até mesmo garantindo vitórias municipais para posteriormente se fortalecer em 2018 para cargos no Congresso.Por isso, a ideia de Marina Silva de esperar pela cassação do mandato Dilma/Temer seria considerada um desastre estratégico para Kim Kataguiri e seus colegas adoradores da escola do YouTube, mais conhecida como Ludwig von Mises.

Segurando bandeiras contra a corrupção de um, Kataguiri ignora completamente a corrupção de outro – no caso, Michel Temer. Utiliza do ódio generalizado contra o Partido dos Trabalhadores para justificar a seletividade em suas manifestações, e claro, faria o mesmo em um futuro governo do PMDB em Brasília. Vale lembrar que Michel Temer foi mencionado por diversas vezes durante as investigações da Operação Lava Jato, desde 2014. Em reportagem publicada pela Agência Democratize, há um compilado de alguns detalhes envolvendo o vice-presidente:

“Conforme a delação premiada de Delcídio do Amaral (PT), diversos executivos da Petrobras que foram condenados eram “apadrinhados” por Temer, ou seja, tiveram suas indicações a partir do vice-presidente.Anteriormente, em agosto do ano passado, Temer já havia sido citado por Camargo, onde apontava que Fernando Baiano era “representante” do PMDB no esquema de corrupção na estatal – ou seja, seu possível “apadrinhado”.Ainda em 2014, documentos apreendidos na Camargo Corrêa pela Lava Jato já trazia planilhas com nomes de políticos tucanos, além do próprio Michel Temer. As tabelas eram dos anos 90, e relaciona políticos, obras e valores em dólar. Além de Temer, nomes importantes do PSDB fazem parte dos documentos: José Aníbal e o ex-governador e já falecido Mario Covas.A PF suspeita que esses valores se refiram a propina paga a esses políticos, provavelmente entre 1990 e 1995.”

Mas quem se importa com a corrupção de Temer? Afinal, ele pode aplicar as medidas econômicas neoliberais defendidas pela Students for Liberty, como: privatizações em massa, diminuição drástica de ministérios, cortes nos gastos públicos com programas sociais (Bolsa Família, Prouni, Pronatec, entre outros) e políticas de austeridade que afetem direitos trabalhistas necessários para as classes C, D e E. E claro, ele ainda pode nos dar um espaço considerável dentro de seu governo. Quer um aliado melhor que esse?Se isso significar o sepultamento da Operação Lava Jato, quem se importa? O governo Dilma já teria ido embora, e o Partido dos Trabalhadores já teria dito sua derrota amarga e histórica.

O principal inimigo teria desaparecido do cenário político.Pena que, para a infelicidade de Kataguiri e seus mentores no Congresso e em ONGs estrangeiras, a oposição ao governo Dilma no Brasil não se concentra apenas na direita, como também na esquerda. Pena também que ele não tenha calculado a capacidade de articulação da sociedade civil, que já começa a entender que a corrupção é algo muito mais complexo do que o simplismo apresentado nas manifestações contra Dilma Rousseff.

Não por acaso, o desespero precoce em esculachar Marina Silva e quem defende novas eleições gerais no Brasil.Política é uma coisa feia mesmo. E não podemos fazer nada sobre isso.Kataguiri, como figura política, representa o interesse daqueles que depositaram esperança e fé em um país sem corrupção. Porém, ele também representa o interesse político e econômico daqueles que depositaram bastante dinheiro na conta bancária do Movimento Brasil Livre. Entre fé e dinheiro, parece que ele escolheu o lado que a maioria dos políticos costumam escolher: utilizar da fé alheia para ganhar dinheiro e aumentar seu capital político. Que coisa, não?

Por HuffPost Brasil Francisco Toledo
Foto© Divulgação/Reuters

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Nomeado novo superintendente do Incra no Oeste do Pará

Adaías Cardoso Gonçalves
Adaías Cardoso Gonçalves

Adaías Cardoso Gonçalves é nomeado superintendente do Incra no Oeste do Pará. A portaria de nomeação, assinada pela presidente da autarquia, Maria Lúcia Falcón, foi publicada na edição desta quarta-feira (30) do Diário Oficial da União (DOU).

Adaías Cardoso substitui Claudinei Chalito da Silva, que estava na condição de superintendente do Incra no Oeste do Pará desde setembro de 2015, quando fora nomeado e empossado.

A data da posse do novo superintendente ainda será definida.

Por Assessoria de Comunicação – Incra Oeste do Pará

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Em 2015, mais de 90% dos empregadores entregaram a RAIS no prazo

Encerrado no último dia 18, mais de 90% dos empregadores brasileiros entregaram Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2015 dentro do prazo.

Segundo informações do Portal Brasil, cerca de 8,7 milhões de estabelecimentos, declararam 71,3 milhões de vínculos trabalhistas, que correspondem a 47,4 milhões de empregados em 31 de dezembro de 2015.

De acordo com a publicação, os dados gerados pelo relatório são usados pelo governo federal na formulação de estatísticas e elaboração das políticas públicas de emprego no país, além de serem usados para monitorar o cumprimento de direitos dos trabalhadores.

Quem perdeu o prazo ainda pode enviar os dados pela internet, por meio do programa gerador de arquivos GDRAIS2015, mas pagará multa.

“É comum os próprios estabelecimentos procurarem um auditor fiscal do Ministério do Trabalho e Previdência Social para fazer o cálculo da multa, que depende do número de vínculos [de trabalhadores empregados] que deixaram de ser declarados”, explica a coordenadora geral de Estatísticas do Trabalho do Ministério do Trabalho e Previdência Social, Maria Emília Piccinini Veras.

Para fazer o pagamento, os empregadores deverão entrar no site da Rais, onde encontrarão as informações necessárias para o preenchimento do documento e o Manual de Orientação da RAIS.
POR Notícias Ao Minuto
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Dilma Rousseff lança a 3ª fase do Minha Casa Minha Vida

Foto Reprodução / Portal Brasil-A nova etapa do programa terá como novidade a criação de uma nova faixa de renda, a faixa 1,5, que vai facilitar a compra da casa por famílias que ganham até R$ 2.350

Um dia depois do PMDB anunciar a sua ruptura e saída do governo, a presidente Dilma Rousseff lança a terceira etapa do programa “Minha Casa, Minha Vida”, nesta quarta-feira (30) em Brasília.
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Nesta fase, segundo o site do governo, tem o objetivo de contratar mais 2 milhões de moradias a serem construídas até 2018.

Na quarta-feira (29), a petista cancelou a sua viagem aos Estados Unidos, marcada para quinta-feira (31), onde iria participar da 4ª Cúpula Sobre Segurança Nuclear.

POR Notícias Ao Minuto
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69% dos brasileiros consideram governo de Dilma ruim ou péssimo

A avaliação negativa do governo da presidenta Dilma Rousseff apresentou melhora de um ponto percentual em março. A porcentagem de entrevistados que consideram a gestão federal ruim ou péssimo caiu de 70% em dezembro para 69% agora, segundo pesquisa do Ibope divulgada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O percentual de brasileiros que avaliam o governo como regular caiu de 20% para 19%, enquanto a parcela que considera a gestão ótima ou boa subiu um ponto percentual, de 9% para 10%.

No que diz respeito à maneira de Dilma governar, a taxa ficou estável, com desaprovação de 82% dos entrevistados. Os que aprovam também se mantiveram nos 14%.

Por outro lado, subiu o número de pessoas que disserem não ter confiança em Dilma, com alta de dois pontos percentuais, de 78% para 80%. Os que disseram ter confiança ficaram estável em relação à pesquisa anterior, realizada em dezembro, no patamar de 18%.

Em uma análise de perspectiva futura, subiu também o percentual de entrevistados que acreditam que o restante do governo Dilma será ruim ou péssimo, de 65% para 68%. A avaliação regular caiu de 20% para 18%, ótimo e bom teve oscilação para cima, de 9% para 10%.

A aprovação do governo Dilma mantém-se há quatro trimestres no nível mais baixo já registrado para uma gestão federal desde novembro de 1989, quando a pesquisa do Ibope registrou apenas 9% de aprovação ao governo José Sarney. À época, a hiperinflação era um dos principais problemas enfrentados por brasileiros.

A pesquisa Ibope/CNI entrevistou 2002 pessoas entre os dias 17 e 20 de março, em 142 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Com informações da Agência Brasil.

POR Notícias ao Minuto

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