Paula Fernandes solta palavrão em programa ao vivo

Muitos espectadores se surpreenderam com a postura de Paula Fernandes, durante sua participação no programa do Faustão, no último domingo (3). A cantora que tem a fama de boa moça, certinha e doce, soltou um palavrão ao vivo, em rede nacional. As informações são do R7.

Paula Fernandes começou a cantar a música Pássaro de Fogo, um de seus kits, quando recebeu seu violão. Ao dar início aos primeiros acordes, a música parou e ela disparou reclamando da afinação do violão, seguido de um palavrão. A performance foi paralisada por cerca de 15 segundos.

Nas redes sociais, internautas comentaram sobre o caso. Confira:

É fã da cantora? Ouça o sucesso “Pássaro de Fogo”:

(Com informações do R7)

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Teori rejeita ações de PSDB e PSB contra posse de Lula na Casa Civil

O ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki rejeitou nesta segunda-feira (4) ações movidas pelo PSDB e pelo PSB contra a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Casa Civil.

A posse de Lula, contudo, continua suspensa, em razão de uma decisão liminar (provisória) do ministro Gilmar Mendes, também do STF.

Lula foi anunciado novo chefe da Casa Civil em 16 de março. Um dia depois, ele tomou posse no cargo, mas, desde então, uma batalha jurídica se iniciou com partidos de oposição alegando que houve desvio de finalidade na nomeação porque Lula, investigado na Operação Lava Jato, teria sido anunciado no ministério para obter o foro privilegiado, o que o faria ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal.

PSB e PSDB, por exemplo, entraram com Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPFs), sob a argumentação de que a nomeação foi inconstitucional porque houve desvio de finalidade.

Antes de analisar as ações movidas pelos partidos, Teori Zavascki pediu informações para a Presidência da República, Advocacia-Geral da União e Procuradoria Geral da República.

Na argumentação, o ministro Teori Zavascki afirma que o tipo de ação apresentada por PSB e PSDB não seria o meio correto de se questionar, mas sim ações populares ou mandado de segurança coletivo, como o que foi apresentado também por partidos ao ministro Gilmar Mendes.

Nas ações relativas ao assunto que estão sob a relatoria de Teori, a PGR opinou pela validade da nomeação do ex-presidente na Casa Civil, mas a favor de que o processo seja julgado na primeira instância por entender que houve desvio de finalidade.

A Presidência e a defesa de Lula negaram tentativa de obtenção de foro e disseram que Lula ajudaria na governabilidade.

A decisão de Teori

Na decisão tomada nesta segunda, Teori Zavascki afirmou que a ação movida pelos partidos trata de um “incomum e inédito ato isolado da Presidência, pelo qual se designou o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar cargo de Ministro de Estado”. “Não se tem notícia de outro caso análogo, nem da probabilidade, a não ser teórica, de sua reiteração”, completa.

O ministro destaca ainda que, na avaliação dele, eventual obstrução à Justiça poderia ser discutida dentro de investigação criminal em andamento no Supremo.

“É de ser acentuado, a propósito, que eventual embaraço ao exercício da jurisdição penal, com a alteração da competência para os atos de investigação e da ação penal, poderia ser suscitada nos próprios procedimentos criminais alçados ao Supremo Tribunal Federal, forma pela qual controvérsias semelhantes vem sendo historicamente decididas pelo Tribunal”, afimou o ministro em sua decisão.

Por G1.globo.com
Mariana OliveiraDa TV Globo, em Brasília

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STF vai julgar se emenda à Constituição pode criar parlamentarismo

Discussão sobre mudança de sistema político foi proposta há 19 anos. © Foto: Nelson Jr/STF Discussão sobre mudança de sistema político foi proposta há 19 anos.

As acirradas discussões sobre a crise política ganharão um novo elemento nesta semana. Está marcado para quarta-feira, no Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento de uma ação que questiona se é possível migrar do sistema presidencialista para o parlamentarismo por meio de emenda à Constituição. A ação chegou ao tribunal em 1997, proposta pelo então deputado Jaques Wagner, que hoje é chefe de gabinete da Presidência da República.

Depois de 19 anos, o tema deve ser finalmente enfrentado pelo plenário da mais alta corte do país. Nos bastidores, ministros do STF comentam que a discussão sobre o parlamentarismo pode ajudar o Congresso Nacional a encontrar uma solução para a crise política do país.

Quando chegou ao STF, em 1997, a ação foi sorteada para a relatoria do ministro Néri da Silveira. No mesmo ano, ele negou a liminar. Em 2002, quando Silveira se aposentou, a relatoria passou para as mãos de Ilmar Galvão, que também já deixou a Corte. Em 2003, Carlos Ayres Britto recebeu o processo, que ficou parado, sem qualquer tramitação, até 2012, quando ele se aposentou. A relatoria foi novamente transferida, desta vez para o ministro Teori Zavascki, que atualmente conduz o caso. Ao longo das duas últimas décadas, o caso chegou a ser pautado várias vezes para julgamento, mas a burocracia do trâmite judicial provocou os adiamentos.

ALTERNATIVA PARA A CRISE

Quando a ação chegou ao STF, o Congresso Nacional discutia a emenda do parlamentarismo. Wagner entrou com a ação no STF para tentar impedir o debate, alegando que o sistema de governo só poderia ser mudado por meio de plebiscito. O petista não conseguiu a liminar, mas o Congresso nunca avançou nas discussões. Recentemente, a mudança de sistema de governo chegou a ser aventada por parlamentares como alternativa para a atual crise política. No entanto, a oposição no Senado conseguiu convencer o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), a adiar a ideia, para evitar a acusação de oportunista.

Em manifestação enviada ao STF na semana passada, o Senado defendeu que o tema possa ser discutido no Congresso. O documento, que foi encaminhado por Renan Calheiros, tece elogios ao parlamentarismo.

“Não é que o parlamentarismo suprime a separação ou a independência entre os poderes. O que ocorre é que otimiza outro princípio igualmente importante que é o da harmonia entre Legislativo, Executivo e Judiciário”, diz o parecer, assinado pelo advogado-geral do Senado, Alberto Cascais.

“O sistema parlamentarista não é incompatível com o princípio republicano, nem o princípio da separação de poderes, como asseveram os impetrantes. Fosse o caso o Constituinte originário não o teria lançado como legítima opção ao presidencialismo. Ou seja, decorre da Constituição que o debate de eventual adoção do parlamentarismo é absolutamente compatível com o que ela tem de essencial”, complementa o texto.

O parecer também tece críticas ao presidencialismo, atentando para os “efeitos deletérios à separação dos poderes e às liberdades públicas” das medidas provisórias. “O instituto (das medidas provisórias), importado da Itália, república parlamentarista, contribui decisivamente pela posição hegemônica do presidente em relação ao Congresso Nacional no Brasil, de forma a perpetuar nosso presidencialismo imperial”, diz o texto.

Segundo a ação proposta por Jaques Wagner, o Congresso não poderia analisar uma PEC sobre o tema, porque a Constituição estabelece a consulta popular para definição do sistema de governo. Em 1993, o parlamentarismo foi rejeitado nas urnas em um plebiscito. Mas a defesa do Senado afirma que o sistema presidencialista não está entre as cláusulas pétreas da Constituição — ou seja, aquelas que não podem ser modificadas. Portanto, a discussão poderia ser feita por meio de emenda constitucional no Congresso.

“Não há óbice constitucional para o debate da matéria, tendo em vista que o sistema presidencialista não integra o núcleo duro da Constituição da República”, diz o Senado. “O que não se admite, por imperativo do princípio democrático e do princípio do pluralismo, é que se abortem debates em torno dessas questões, como pretendem”, conclui o parecer. A posição do Senado poderá ser levada em consideração pelos ministros no julgamento de quarta-feira.

Por Agência O Globo Agência O Globo
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STF vai julgar se emenda à Constituição pode criar parlamentarismo
Agência O Globo Agência O Globo – 7 horas atrás
Discussão sobre mudança de sistema político foi proposta há 19 anos. © Foto: Nelson Jr/STF Discussão sobre mudança de sistema político foi proposta há 19 anos.

As acirradas discussões sobre a crise política ganharão um novo elemento nesta semana. Está marcado para quarta-feira, no Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento de uma ação que questiona se é possível migrar do sistema presidencialista para o parlamentarismo por meio de emenda à Constituição. A ação chegou ao tribunal em 1997, proposta pelo então deputado Jaques Wagner, que hoje é chefe de gabinete da Presidência da República.

Depois de 19 anos, o tema deve ser finalmente enfrentado pelo plenário da mais alta corte do país. Nos bastidores, ministros do STF comentam que a discussão sobre o parlamentarismo pode ajudar o Congresso Nacional a encontrar uma solução para a crise política do país.

Quando chegou ao STF, em 1997, a ação foi sorteada para a relatoria do ministro Néri da Silveira. No mesmo ano, ele negou a liminar. Em 2002, quando Silveira se aposentou, a relatoria passou para as mãos de Ilmar Galvão, que também já deixou a Corte. Em 2003, Carlos Ayres Britto recebeu o processo, que ficou parado, sem qualquer tramitação, até 2012, quando ele se aposentou. A relatoria foi novamente transferida, desta vez para o ministro Teori Zavascki, que atualmente conduz o caso. Ao longo das duas últimas décadas, o caso chegou a ser pautado várias vezes para julgamento, mas a burocracia do trâmite judicial provocou os adiamentos.

ALTERNATIVA PARA A CRISE

Quando a ação chegou ao STF, o Congresso Nacional discutia a emenda do parlamentarismo. Wagner entrou com a ação no STF para tentar impedir o debate, alegando que o sistema de governo só poderia ser mudado por meio de plebiscito. O petista não conseguiu a liminar, mas o Congresso nunca avançou nas discussões. Recentemente, a mudança de sistema de governo chegou a ser aventada por parlamentares como alternativa para a atual crise política. No entanto, a oposição no Senado conseguiu convencer o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), a adiar a ideia, para evitar a acusação de oportunista.

Em manifestação enviada ao STF na semana passada, o Senado defendeu que o tema possa ser discutido no Congresso. O documento, que foi encaminhado por Renan Calheiros, tece elogios ao parlamentarismo.

“Não é que o parlamentarismo suprime a separação ou a independência entre os poderes. O que ocorre é que otimiza outro princípio igualmente importante que é o da harmonia entre Legislativo, Executivo e Judiciário”, diz o parecer, assinado pelo advogado-geral do Senado, Alberto Cascais.

“O sistema parlamentarista não é incompatível com o princípio republicano, nem o princípio da separação de poderes, como asseveram os impetrantes. Fosse o caso o Constituinte originário não o teria lançado como legítima opção ao presidencialismo. Ou seja, decorre da Constituição que o debate de eventual adoção do parlamentarismo é absolutamente compatível com o que ela tem de essencial”, complementa o texto.

O parecer também tece críticas ao presidencialismo, atentando para os “efeitos deletérios à separação dos poderes e às liberdades públicas” das medidas provisórias. “O instituto (das medidas provisórias), importado da Itália, república parlamentarista, contribui decisivamente pela posição hegemônica do presidente em relação ao Congresso Nacional no Brasil, de forma a perpetuar nosso presidencialismo imperial”, diz o texto.

Segundo a ação proposta por Jaques Wagner, o Congresso não poderia analisar uma PEC sobre o tema, porque a Constituição estabelece a consulta popular para definição do sistema de governo. Em 1993, o parlamentarismo foi rejeitado nas urnas em um plebiscito. Mas a defesa do Senado afirma que o sistema presidencialista não está entre as cláusulas pétreas da Constituição — ou seja, aquelas que não podem ser modificadas. Portanto, a discussão poderia ser feita por meio de emenda constitucional no Congresso.

“Não há óbice constitucional para o debate da matéria, tendo em vista que o sistema presidencialista não integra o núcleo duro da Constituição da República”, diz o Senado. “O que não se admite, por imperativo do princípio democrático e do princípio do pluralismo, é que se abortem debates em torno dessas questões, como pretendem”, conclui o parecer. A posição do Senado poderá ser levada em consideração pelos ministros no julgamento de quarta-feira.

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Assassino do cartunista Glauco é morto em presídio de Goiás

Carlos Eduardo Sundfeld Nunes confessou ter matado Glauco e Raoni (© AE Carlos Foto)

Assassino confesso do cartunista Glauco Vilas Boas, e do filho dele, Raoni Vilas Boas, Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, também conhecido como Cadu, de 30 anos, foi morto nesta segunda-feira no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional, em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana de Goiás. De acordo com informações Secretaria de Estado de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), Cadu foi morto por uma arma artesanal durante uma briga com outro detento no banho de sol.

A SSPAP informou que os agentes penitenciários perceberam a movimentação suspeita e intervieram na briga entre Cadu e o detendo Nilson Ferreira de Almeida. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e constatou a morte no local. O assassino estava detido no Núcleo de Custódia deste de 1º de setembro de 2014.

Duplo homicídio – Em 2010, apesar de ter confessado a morte do cartunista Glauco e do filho dele, Raoni, Cadu foi considerado inimputável pela Justiça por ter esquizofrenia e seguia internado em clínica psiquiátrica. Na época do crime, o então estudante de psicologia frequentava a igreja Céu de Maria, fundada por Glauco, que seguia a doutrina do Santo Daime, também conhecida pela bebida alucinógena Ayahuasca. Cadu invadiu a casa do cartunista na cidade de Osasco e disparou contra as vítimas. Em 2013, o interno foi liberado pela Justiça para convívio em sociedade.

Em agosto de 2014, Cadu foi preso devido a dois latrocínios na cidade de Goiânia e em 2015 foi condenado a 61 anos de prisão pelos crimes de receptação, roubo seguido de morte e porte ilegal de arma.
VEJA.com VEJA
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Assassino do cartunista Glauco é morto em presídio de Goiás
Carlos Eduardo Sundfeld Nunes confessou ter matado Glauco e Raoni © AE Carlos Eduardo Sundfeld Nunes confessou ter matado Glauco e Raoni

Assassino confesso do cartunista Glauco Vilas Boas, e do filho dele, Raoni Vilas Boas, Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, também conhecido como Cadu, de 30 anos, foi morto nesta segunda-feira no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional, em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana de Goiás. De acordo com informações Secretaria de Estado de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), Cadu foi morto por uma arma artesanal durante uma briga com outro detento no banho de sol.

A SSPAP informou que os agentes penitenciários perceberam a movimentação suspeita e intervieram na briga entre Cadu e o detendo Nilson Ferreira de Almeida. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e constatou a morte no local. O assassino estava detido no Núcleo de Custódia deste de 1º de setembro de 2014.

Duplo homicídio – Em 2010, apesar de ter confessado a morte do cartunista Glauco e do filho dele, Raoni, Cadu foi considerado inimputável pela Justiça por ter esquizofrenia e seguia internado em clínica psiquiátrica. Na época do crime, o então estudante de psicologia frequentava a igreja Céu de Maria, fundada por Glauco, que seguia a doutrina do Santo Daime, também conhecida pela bebida alucinógena Ayahuasca. Cadu invadiu a casa do cartunista na cidade de Osasco e disparou contra as vítimas. Em 2013, o interno foi liberado pela Justiça para convívio em sociedade.

Em agosto de 2014, Cadu foi preso devido a dois latrocínios na cidade de Goiânia e em 2015 foi condenado a 61 anos de prisão pelos crimes de receptação, roubo seguido de morte e porte ilegal de arma.
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Prefeitura de Novo Progresso divulga edital de Concurso Público para agentes de saúde e endemias

Prefeitura de Novo Progresso – PA anuncia processo seletivo

Prefeitura de Novo Progresso, Pará, oferece 67 vagas para Agente Comunitário de Saúde e de Agente de Combate às Endemias, com vencimentos de R$ 1.014,00.

Através de comunicado de processo seletivo 001/2016, a Prefeitura de Novo Progresso, no Pará, tornou pública a realização de um novo processo seletivo, no qual prevê a contratação temporária de 67 profissionais.

Os cargos ofertados são de Agente Comunitário de Saúde e de Agente de Combate às Endemias, com remuneração base de R$ 1.014,00, em jornada trabalhista de 40 horas por semana.

Será possível efetuar inscrição de forma presencial, pagando-se R$ 60,00 e dirigindo-se ao Setor de Arrecadação e Tributos, do dia 1º de abril ao dia 1º de maio de 2016. Mais informações podem ser obtidas no site da Prefeitura: www.novoprogresso.pa.gov.br.

O comunicado do edital foi publicado no Diário Oficial dos Municípios do Estado do Pará, Edição 1450, desta quinta-feira, dia 31 de março de 2016, Código Identificador: 0D9791B1, sob o link http://www.diariomunicipal.com.br/famep/materia/0D9791B1.

Por Redação Jornal Folha do Progresso

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Caminhão atola frente Portal da cidade

O descaso deixado na administração de Novo Progresso, não é novidade, está presente em todos os lados que se ponha a vista, mas chamou atenção do trabalho que vem sendo realizado pela atual gestão, especial pela secretaria de obras publicas que persiste em colocar terra mesmo co as chuvas em intensidade na época do ano.

Um caminhão de carga ficou atolado em um buraco na tarde desta sexta-feira (01), por volta das 15h30, na Rua que do acesso a prefeitura passando entre os lagos no Portal da  cidade.

O registro foi feito por uma moradora da rua e enviado pelo whatsapp para redator-chefe do Jornal Folha do Progresso.

Um trecho da rua, onde ocorreu o atolamento, está em condições precárias, com um grande buraco que há meses têm prejudicado o trânsito na via de entrada no Portal da cidade

Indignados, populares usam as redes sociais para mostrar o descaso.

O que reclama a população nas redes sociais –  neste caso-  que a secretaria de obras deveria ter mais cautela  e não jogar terra nos buracos, e sim resolver o problema com cascalho e compactação ou então aguardar o momento certo para fazer tal recuperação. Melhor colocar um aviso de rua impedida ao oferecer trafego para atolar veículos, reclamam.  Interromperam o acesso com terra e agua ficou empossada , gerando atoleiro.

Outro Lado

O Município de Novo Progresso na administração do atual prefeito Ubiraci soares (PSC), vem se empenhando para trazer de volta a normalidade nas vias publicas, a preocupação agora é de fazer os serviços emergenciais,  com a entrada do verão toadas as ruas serão recuperadas, disse nota.

Por Jornal Folha do Progresso

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Jacareacanga deve ter policiais preparados para dialogar com indígenas, recomenda MPF/PA

Violência policial contra índios, incluindo prisões ilegais, são temas recorrentes de denúncias recebidas pelo MPF

O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) encaminhou notificação ao Comando-geral da Polícia Militar do Pará (PMPA) e à Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) em que recomenda a instalação em Jacareacanga, no sudoeste do Estado, de equipes treinadas para o diálogo com indígenas e especializadas no trabalho com esses povos.

A recomendação é motivada por denúncias recebidas pelo MPF sobre violência policial contra índios e redução do efetivo das forças de segurança pública após o governo do Estado ter se comprometido com os indígenas a aumentá-lo.

Os documentos foram encaminhados na última sexta-feira, 11 de março, ao Comandante-geral da PMPA, Roberto Luiz de Freitas Campos, e ao titular da Segup, Jeannot Jansen da Silva Filho. O prazo para apresentação de resposta é de dez dias contados a partir do recebimento da notificação. Se as recomendações não forem respondidas ou as respostas forem consideradas insuficientes, o MPF pode até levar o caso à Justiça.

Procuradores da República têm recebido diversas reclamações sobre tratamento policial inadequado concedido a indígenas de Jacareacanga, tanto nas ocorrências em que os índios são suspeitos de crimes quanto nos casos em que os índios são as vítimas. Esse tratamento fomenta o conflito entre a população não indígena e a indígena, alerta a recomendação. Há relatos de detenção de índios fora do previsto em lei, diz o documento.

O MPF em Itaituba também registra que a conduta de abandono policial de Jacareacanga pode configurar improbidade administrativa, e que, de acordo com informações apresentadas pela prefeitura de Jacareacanga, os efetivos das polícias militar e civil deixaram o município no início deste ano, após o assassinato da indígena Geiziane Kabá Munduruku.

A redução do número de policiais contradiz compromisso assumido pelo governo do Estado com os Munduruku em 2012, depois do assassinato do indígena Lelo Akay, lembra o MPF.

Íntegra da recomendação à PM

Íntegra da recomendação à Segup

Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação

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MPF pede ao Incra que seja mantido plano de regularização de terras no oeste do Pará

Fiscalização de Atos Administrativos

Caso autarquia não aceite reivindicação de movimentos sociais pela permanência de antigo superintendente, procuradores da República requerem que novo ocupante do cargo cumpra compromissos assumidos pela gestão anterior

O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) ofício em que pede a execução das atividades de regularização fundiária planejadas para a região oeste do Pará pela gestão do ex-superintendente da autarquia em Santarém Claudinei Chalito da Silva.

Enviado por membros do MPF em Santarém e Itaituba à presidente do Incra, Maria Lúcia de Oliveira Falcón, nesta quinta-feira, 31 de março, o ofício destaca que, caso o novo gestor, Adaías Cardoso Gonçalves, decida alterar a programação elaborada com a participação do MPF, o Incra precisará justificar expressamente a mudança no planejamento.

Caso o Incra opte em não atender reivindicação de 61 movimentos sociais de agricultores familiares, produtores rurais assentados, cooperativas e associações (veja íntegra da demanda) de reconduzir Claudinei Chalito ao cargo, o MPF considera necessária a transparência nos motivos do ato de exoneração à sociedade, em especial aos movimentos sociais e órgãos que atuam diretamente na implementação de políticas públicas fundiárias.

Claudinei Chalito da Silva estava na condição de superintendente do Incra no oeste do Pará desde setembro de 2015. Em agosto daquele ano, o então superintendente, Luiz Bacelar Guerreiro Júnior, foi preso na operação Madeira Limpa, do MPF e da Polícia Federal.

Ainda em 2015, Guerreiro Júnior e outros 29 acusados foram denunciados à Justiça Federal por participação na quadrilha de extração e comércio ilegal de madeira desbaratada pela operação Madeira Limpa, realizada em vários municípios do Pará e em Manaus (AM) e Florianópolis (SC).

Também expediram solicitação, aos moldes da expedida pelo MPF, a Promotoria Agrária do Oeste do Pará e o programa Ministério Público e a Comunidade.

A portaria de nomeação de Adaías Cardoso Gonçalves foi publicada na edição desta quarta-feira, 30 de março, do Diário Oficial da União.

Íntegra do ofício

Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação

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MPF ajuíza ações contra danos ambientais de R$ 44 milhões na região de Altamira (PA)

Imagem ilustrativa (istock foto)-Ações pedem que a Justiça determine a suspensão dos danos, aplicação de multa, recuperação da flora e fauna e demolição de edificações irregulares, entre outras punições
MPF ajuíza ações contra danos ambientais de R$ 44 milhões na região de Altamira (PA)
O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou à Justiça 19 ações por danos ambientais na região de Altamira, no sudoeste do Pará. As ações relatam o desmate ou impedimento da regeneração de 3,8 mil hectares, equivalente a um prejuízo total de R$ 44,2 milhões.

As ações foram ajuizadas entre fevereiro e março deste ano e pedem que a Justiça Federal em Altamira determine a suspensão imediata dos danos, sob pena de multa diária de R$ 1 mil aplicada a cada um dos responsáveis pelas irregularidades.

“A destruição comprovada da floresta amazônica, patrimônio nacional nos termos do art. 225, §4º, da Constituição da República, aniquilou a função ecológica e ambiental desempenhada pela área degradada, em detrimento da sadia qualidade de vida da coletividade”, afirma o MPF.

O MPF também pede que a Justiça obrigue os responsáveis a recuperarem integralmente as áreas desflorestadas. A recuperação deve ser feita de acordo com instruções e cronograma estabelecidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ou Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), conforme o caso.

Outra demanda do MPF nas ações é que os proprietários dos imóveis fiquem obrigados a apresentarem à Justiça, a cada seis meses, laudos de comprovação do atendimento ao plano de recuperação das áreas, aprovados pelo órgão ambiental competente.

Segundo o MPF, “nenhuma ação de recuperação poderá ser executada segundo o livre arbítrio dos réus, pois imperiosa se faz a avaliação prévia pelo órgão ambiental competente, a fim de se verificar a eficácia das medidas propostas, bem como sua adequação às necessidades ambientais, evitando-se, assim, que ações sem o devido estudo agravem ainda mais a situação da área degradada”.

Demais punições – Além da recomposição da floresta, o MPF pede que seja determinada a reintrodução de espécies de fauna afetadas, e que a obrigação judicial de reparação dos danos ambientais seja registrada na matrícula dos imóveis rurais.

Os responsáveis pelos danos ambientais também devem ser condenados à perda ou suspensão da participação em linhas de financiamento oferecidas por estabelecimentos oficiais de crédito e na perda ou restrição de acesso a incentivos e benefícios fiscais oferecidos pelo poder público, pede o MPF.

Os acusados devem ser obrigados, ainda, a demolirem as edificações construídas em áreas irregulares e a removerem os materiais resultantes da demolição, pedem as ações. Nos casos em que os trabalhos de demolição gerarem custos para a administração pública, os acusados devem ficar obrigados a ressarcir esses prejuízos.

Ministério Público Federal no Pará
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Cristiano Ronaldo fica só de cueca após vitória

O Real Madrid comemorou a vitória diante do Barcelona, por 2 a 1, neste sábado, no Camp Nou, como uma final. O time madrileno conseguiu voltar a vencer o rival e ainda diminuir a distância no Campeonato Espanhol de dez para sete pontos.

No vestiário, todo o elenco posou junto, mas quem chamou a atenção foi o craque Cristiano Ronaldo. Autor do gol que deu a vitória ao Real Madrid, o craque aparece usando apenas uma cueca branca e exibindo seus famosos músculos.

Todos os jogadores fizeram poses engraçadas para o registro, inclusive o francês Benzema, que marcou o primeiro gol do time madrileno.”Merecida a vitória no Camp Nou. Equipe muito grande! Agora é se voltar para a Liga dos Campeões”, escreveu o zagueiro Sergio Ramos, expulso no segundo tempo.

“Hala madrid e nada mais!”, disse o lateral brasileiro Marcelo.”Se fala em campo sempre, e pronto! Grandíssima equipe”, afirmou o meia Jessé.O Real Madrid deu fim a invencibilidade de 39 jogos do Barcelona. O clube madrileno tem 69 pontos e ocupa a terceira colocação. Os culés têm 76 pontos e permanecem na liderança do Campeonato Espanhol.

As informações são do site Extra.

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