Motorista perde controle do veículo e cai próximo a uma ponte na Jamanxim

Um carro do Ditranp (Divisão de transito de Novo Progresso) perdeu o controle e caiu próximo a uma ponte localizada na Avenida Jamanxim, na manhã  desta segunda-feira, 11,  próximo ao bairro São Marcos.

Segundo informações, o  motorista foi identificado como guarda  do departamento de trânsito do Município de Novo Progresso, em um  veículo Fiat Uno Vermelho. Ele relatou para reportagem do Jornal Folha do Progresso que  vinha sentido centro até o  bairro São Marcos , quando foi desviar de buracos e  teria perdido o controle do veículo e caiu lateralmente.

Segundo  o motorista as buchas de direção estavam com folga e não tinha como controlar o veiculo que fugiu do controle e deslizou ribanceira abaixo.

O motorista estava com cinto de segurança e não se feriu.

Por Jornal Folha do Progresso – Fotos: WhatsApp

Avenida ficou tomada por populares (Foto WhatsApp)
Avenida ficou tomada por populares (Foto WhatsApp)

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Gim Argello foi senador entre 2007 e 2014

O ex-senador Gim Argello (PTB-DF), preso preventivamente nesta terça-feira (12) na 28ª fase da Operação Lava Jato, está fora de cargos públicos desde 2014.

Suplente de Joaquim Roriz, Gim Argello tornou-se senador do Distrito Federal com a renúncia do titular em 2007, e ficou no cargo até o final de 2014, participando da base de apoio do governo Dilma Rousseff.

Gim foi membro da CPI da Petrobras no Senado e vice-presidente da CPMI, da Câmara e do Senado.

Antes disso, foi eleito duas vezes deputado distrital e presidente da Câmara Legislativa do DF de 2001 a 2002.

Suspeitas
Gim Argello é suspeito de cobrar propina para evitar convocação de empresários a comissões parlamentares de inquérito em 2014 e 2015.

O nome do ex-senador já vem sendo citado por delatores da Lava Jato desde 2015 e também apareceu durante as investigações Operação Zelotes, que apurava o pagamento de propina a conselheiros do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão ligado ao Ministério da Fazenda.

Gim Argello foi citado nas delações do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) e do dono da UTC, Ricardo Pessoa. O Ministério Público Federal (MPF) diz que há evidências de que o ex-senador pediu R$ 5 milhões em propina para a empreiteira UTC Engenharia e R$ 350 mil para a OAS. As duas empresas são investigadas na Lava Jato.

Nesta 28ª fase da Lava Jato, o juiz federal Sérgio Moro determinou o bloqueio de R$ 5,350 milhões das contas e aplicações financeiras do ex-senador. Além disso, foram determinados os bloqueios de igual valor da empresa Argelo & Argelo Ltda, da mesma quantia da Garantia Imóveis Ltda e ainda mais R$ 5,350 milhões da Solo – Investimentos e Participações Ltda. Todas estas empresas ficam em Brasília e têm Gim Argello como sócio. O valor total de bloqueio nas três empresas é de R$ 16,050 milhões.

Trajetória política

Nascido em São Vicente (SP) em 1962, Gim Argello é formado em Direito. Iniciou a carreira política no final dos anos 80, em Brasília, no então PFL (hoje DEM). Eleito deputado distrital em 1998, reelegeu-se em 2002, pelo PMDB. Foi presidente da Câmara Legislativa do DF de 2001 a 2002.

Jorge Afonso Argello tem 53 anos e filiou-se ao PTB em 2005, ano em que foi secretário de Trabalho no governo Joaquim Roriz.

No Senado, segundo a agência Senado, apresentou projetos para criar zonas de processamento de exportação (ZPEs) em Brasília e em Cristalina (GO). Propôs a permissão de porte de armas por agentes de trânsito e a obrigatoriedade para estabelecimentos de ensino manterem programas de prevenção e combate ao bullying.

Em 2014, ainda como senador, foi cotado para assumir uma das vagas do Tribunal de Contas da União, mas desistiu da disputa após enfrentar forte resistência de senadores da oposição ao governo Dilma Rousseff.

Em 2014, tentou se reeleger como senador, mas perdeu a disputa para José Antônio Reguffe (PDT).

G1
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BR-163 do Nortão ao Pará: CNT acha que crise pode atrasar concessão

CNT diz que crise política-econômica pode ‘barrar’ concessão da BR-163 de Sinop ao Pará
(foto:Só Notícias/Luiz Ornaghi/arquivo)

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) apontou que, praticamente paralisado em razão da crise política e econômica, o governo federal não tem conseguido realizar os leilões de infraestruturas e a acredita que os previstos para este ano não aconteçam. A entidade lembrou que o da BR-163 de Sinop ao Pará, em pouco mais de 900 km estava programado ainda para o ano passado, mas encontra-se em fase de consulta pública, para elaboração do edital. Já são 11 processos envolvendo trechos no país ainda estão andando lentamente.

A entidade ouviu o coordenador do Núcleo de Infraestrutura e Logística da FDC (Fundação Dom Cabral), Paulo Resende, que apontou a instabilidade política e a recessão econômica, dois dos motivos que podem prejudicar os leilões. Ela ainda reforçou perda de confiança de investidores estrangeiros no Brasil e no governo e à incerteza sobre a manutenção de marcos regulatórios, em razão das incertezas sobre o futuro político do país.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) reabriu o período contribuição sobre as minutas de edital e contrato para o trecho Sinop-PA, que segue agora até dia 14. O governo federal informou que a mudança foi feita devido a disponibilização de novas informações sobre o cenário de 12 anos de concessão, tendo em vista um projeto de ferrovia no mesmo trecho. A intenção que ambos não sejam inviabilizados economicamente. A outra proposta de prazo prevista é de 30 anos.

No início do mês, Guarantã do Norte sediou a última audiência para discutir a concessão.  O coordenador de Outorga de Rodovias Federais da Agência, Stephane Quebaud, reafirmou que o leilão vai ocorrer o segundo semestre. Com isso, o edital, que seria lançado junho, deverá sair entre julho e agosto deste ano, e a concorrência em novembro, para que o repasse da rodovia seja autorizado e os trabalhos possam iniciar em janeiro de 2017.

O projeto de concessão compreende 12 municípios dos dois estados com sete praças de pedágio. O custo estimado é de R$ 10 a cada 100 km, considerado caro por lideranças. Conforme o diretor de Concessões do Ministério dos Transportes, Fábio Luiz Lima de Freitas, o investimento será de R$ 6,5 bilhões.

Fonte: Só Notícias/Weverton Correa
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Planalto defende que vice Michel Temer renuncie ao cargo.

Escalado pela presidente Dilma Rousseff para rebater o áudio do vice Michel Temer em que prega um governo de salvação, o ministro chefe do gabinete pessoal de Dilma disse que, passada a votação do impeachment na Câmara e Dilma permanecendo no Poder, o vice deveria renunciar ao cargo para ser coerente com sua atitude golpista. Num tom que nunca havia antes adotado em relação ao vice, Wagner disse que conspiradores não merecem educação. Segundo o ministro, Dilma ficou ‘perplexa’ e recebeu com tristeza o discurso feito por Temer.

— (A fala de Temer) rasga uma fantasia de patrocinador e maior beneficiário neste golpe. Pode ficar desmentido no domingo e um pouco sem saída e deveria renunciar depois de assumir a conspiração. O clima é insustentável. Se quebra qualquer respeito pela liturgia. Não há educação para conspiradores que não tem nenhum código de ética. Fez esse discurso com a faixa presidencial na frente do espelho. Confundiu o processo de impeachment com uma tentativa de eleição indireta. Acho muito feio. A presidente Dilma ouviu e ficou perplexa. Acho muito ruim e uma atitudedeplorável. Produziu o que pode ser o tiro de misericórdia — disse Wagner, minutos após o governo ser derrotado na Comissão de impeachment na Câmara.

A divulgação do áudio do vice também pegou de surpresa parlamentares governistas e oposicionistas, que avaliaram que o vazamento pode ter sido proposital. A estratégia divide opiniões. Para a oposição, o discurso de Temer tem conteúdo positivo e ajudará no clima pró-impeachment.

Os aliados do governo sustentam que reforça a tese do golpe. Na avaliação do ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, o vazamento da gravação de Temer é ‘um tiro no pé’, que denota a ‘arrogância’ do peemedebista. O ministro afirmou ainda que as declarações mostram ‘uma trama golpista’ e ‘as características golpistas” do vice. O governo, porém, não sabe avaliar ainda se isso significará em mudança de votos na votação do plenário.

Temer disse depois do vazamento que ele cometeu um equívoco ao tentar enviar o áudio a um amigo e, sem querer, encaminhou o que seria um discurso pós-impeachment para um grupo de peemedebistas.

O Globo G1
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TJPA designa novo Juiz substituto para comarca de Novo Progresso.

O juiz substituto “CHARBEL ABDON HABER JEHA”responderá pela Comarca de Novo Progresso.

 Novos juízes fortalecem Comarcas do Pará

A maioria vai atuar no Sudeste e Sudoeste do Estado

A partir desta segunda-feira, 11, os 34 novos juízes substitutos aprovados no último concurso do TJPA começam a atuar nas Comarcas da capital e do Interior do Estado. A maioria dos magistrados vai atuar nas regiões Sudeste e Sudoeste do Pará. O restante estará distribuído pelo Nordeste, Marajó, Baixo Amazonas e Capital do Estado. Os juízes foram empossados no dia 29 de fevereiro e até a última sexta-feira, 8, participaram do Curso de Formação Inicial para Magistrado, na Escola Superior da Magistratura (ESM) do Tribunal de Justiça do Pará.
Com a designação de novos juízes, o TJPA avança na expansão do Judiciário no fortalecimento de Comarcas para atender as demandas jurisdicionais no Estado.

O juiz substituto é designado para exercer suas atividades em qualquer Comarca do Pará, conforme necessidade e interesse do órgão. Os magistrados estarão atuando nas Comarcas de Altamira, Canaã do Carajás, Rondon do Pará, Parauapebas, Ourilândia do Norte, Redenção, Santana do Araguaia, Novo Progresso, Gurupá, Goianésia do Pará, Dom Eliseu, Rurópolis, Moju, Paragominas, São Félix do Xingu, Porto de Moz, Xinguara, Mocajuba, Altamira, Almeirim, Breves Marabá, Pacajá, Itaituba, Breu Branco e Belém.

As portarias de designação foram publicadas na edição do Diário de Justiça Eletrônico de 30 de março de 2016 pelo presidente do TJPA, desembargador Constantino Augusto Guerreiro. O juiz substituto Gabriel Sturtz responderá pela Comarca de Moju, nordeste do Pará, e contou que já pesquisou informações sobre o município e o acervo processual. “A expectativa é grande para encontrar o que me espera. Fiz alguns contatos com os servidores do Judiciário de Moju e pedi algumas informações sobre a Comarca e do desafios que vamos enfrentar. Então, muitas situações serão novidades, muitas situações vão representar uma desafio e vou que ter que resolver esses problemas. Vou contar com o auxílio dos servidores” afirmou.

O juiz substituto Erichson Pinto acredita que os acordos e audiências públicas com o poder público serão uma das possibilidades de atuação na Vara Agrária e Juizado Especial Criminal do Meio Ambiente de Redenção, sudeste do Pará. “Tendo em vista a peculiaridade de uma Vara Agrária e os problema jurídicos vão parar além do processo, a intenção, nesse casso, é resolver os problemas de modo que seja resguarda a propriedade privada juntamente com a função social da propriedade. E como isso pode ser alcançado? Mediante a acordo e audiências públicas em que chamaremos o poder público para encontrar uma melhor saída aos problemas postos”, explicou.

Já no sudoeste do Pará, o juiz substituto Charbel Jeha responderá pela Comarca de Novo Progresso, que já pesquisou sobre a unidade judiciária de atuação. “É uma região que necessita da atividade judicante, já que existem muitos processos. A expectativa sempre é boa. Entremos com muita dedicação e consigamos dar o que a população espera, inclusive os advogados”, disse.

Pela Comarca de Pacajá, também no sudoeste, o juiz substituto Rodrigo Foureaux Soares disse que já angariou informações sobre a movimentação processual. “A primeira atitude foi conhecer as pessoas que trabalham, o município e a realidade local. O juiz tem que conhecer a realidade da Comarca em que trabalha para dar as decisões adequadas e poder trabalhar de uma forma melhor para a sociedade”, afirmou.

O resultado do concurso público para preenchimento de vagas de juiz substituto do Judiciário paraense foi homologado no dia 19 de agosto de 2015. O certame ofereceu 60 vagas mais cadastro de reserva por meio do Edital 01/2014. Dos cerca de 2,9 mil candidatos inscritos, 94 candidatos foram aprovados. O concurso tem validade de dois anos, prorrogáveis por mais dois.

Fonte: Coordenadoria de Imprensa
Texto: Will Montenegro

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Símbolo de um pais dividido

Governo gastou R$ 8 mil em ‘muro’ que divide grupos pró e anti-Dilma

A barreira de aço que divide a Esplanada dos Ministérios para os protestos desta semana custou R$ 7.850 ao governo do Distrito Federal e, a princípio, deve ficar erguida até a próxima segunda (18), caso a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff seja definida de fato no domingo (17).

As chapas de aço, instaladas por presidiários do sistema semiaberto do DF, que possuem autorização para trabalhar fora da carceragem, geraram polêmica em Brasília. A barreira já vem sendo chamada por deputados de “muro da vergonha”.

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal alega que a medida é fundamental para garantir a integridade dos manifestantes. A pasta determinou que, do lado esquerdo do muro ficarão os manifestantes contrários ao impeachment, enquanto os favoráveis ao afastamento ficarão do lado direito.

A barreira tem uma extensão de um quilômetro e vai do Congresso Nacional em direção à Rodoviária da cidade. O DF prevê a presença de 3.000 policiais militares, 500 bombeiros e 50 agentes de trânsito. A previsão informada pelos manifestantes ao governo é que cerca de 300 mil pessoas compareçam aos protestos convocados para domingo.

Os governistas chegaram ao local no domingo (10) e se instalaram no estacionamento do Teatro Nacional, mas, a pedido do governo do Distrito Federal, mudaram para um local um pouco mais distante. Os pró-impeachment estão acampados no Parque da Cidade, do outro lado do eixo que divide a cidade.

Manifestantes acampados em Brasília iniciaram nesta segunda (11) a onda de protestos contra o impeachment. Todos os dias, com exceção de terça (12), os manifestantes pró-governo farão uma caminhada em direção ao Congresso.

Um grupo de aproximadamente 300 pessoas está acampada no Centro de Convenções Nilson Nelson, a cerca de 4 km do Congresso. São, na maioria, integrantes de grupos como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), a CUT (Central Única dos Trabalhadores) e o MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores). Além do impeachment, as pautas dos grupos pró-Dilma já presentes na Esplanada são diversas. Vão da reforma agrária ao fim da reforma previdenciária.

A causa comum é o pedido pela saída de Eduardo Cunha da presidência da Câmara e o repúdio a um eventual governo Michel Temer, o vice que assume em caso de impedimento da petista.

Ao longo do dia, algumas palavras de ordem foram usadas para tentar inflamar os grupos. “Fogo no pavio”, gritavam os acampados da juventude do MST.

“A palavra não quer dizer guerra, apenas dá ânimo a quem está na luta. A orientação é para não cair em provocações”, disse o coordenador nacional do movimento Antônio Pereira.

A reportagem encontrou ônibus vindos de seis estados: Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Rondônia.

“Quem é de Brasília não está acampado, mas está ajudando muito na manutenção de quem está. Dei R$ 50 e consegui mais R$ 50 com uma amiga para comprarem feijão, carne”, contou Geraldo Magela, do Núcleo de Defesa da Democracia.

Por Folha Uol

MACHADO DA COSTA AGUIRRE TALENTO DE BRASÍLIA

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Lava Jato prende ex-senador Gim Argello suspeito de corrupção na CPI da Petrobras

Foto-O ex-senador Gim Argello (PTB-DF)

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (12) a 28ª fase da Operação Lava Jato. A ação foi batizada de Vitória de Pirro.

Entre os alvos dessa etapa está o ex-senador Gim Argello (PTB-DF), que foi preso preventivamente. A casa dele foi alvo de um mandado de buscas. Segundo o site “Paraná Portal”, há dois mandados de prisão temporária contra dois assessores ligados a ele. A construtora OAS também é alvo da operação.

Em sua delação premiada, o senador Delcídio Amaral (sem partido-MS) afirmou que Gim Argello cobrava propina de empreiteiras para não convocar executivos para a CPI Mista da Petrobras. Gim Argello era vice-presidente da comissão, que funcionou em 2014. Ele nega as acusações.

Segundo Delcídio, alguns membros da CPI obrigavam, por exemplo, o empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, a jantar em Brasília toda segunda-feira para conversar com parlamentares, momento em que seria cobrado o “pedágio”.
UTC diz que pagou propina de R$ 5 milhões

Segundo o Ministério Púbico Federal (MPF), “foram colhidas evidências do pagamento de propina a Gim Argello pelas empreiteiras UTC Engenharia (R$ 5 milhões) e OAS (R$ 350 mil)”. O objetivo era evitar a convocação de empreiteiros nas CPI da Petrobras no Senado e da CPI mista da estatal.
Alan Marques/ FolhapressRicardo Pessoa (foto) disse que Gim Argello pediu propina de R$ 5 milhões

Para o Procurador da República Athayde Ribeiro Costa, “os fatos são alarmantes porque há fortes indicativos de que uma comissão de investigação parlamentar, que tem um importante papel de investigação de fatos graves em nossa democracia, foi usado por um então senador para, em vez de combater a corrupção, praticá-la”.

Ainda segundo a MPF, o dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, afirmou em sua delação premiada que Gim Argello o orientou como os R$ 5 milhões deveriam ser divididos:

DEM do DF – R$ 1,7 milhão
PR do DF – R$ 1 milhão
PMN do DF – R$ 1,15 milhão
PRTB do DF – R$ 1,15 milhão

Estes partidos, juntamente com o PTB de Gim Argello, formaram, em 2014, a coligação “União e Força”, pela qual Gim Argello foi candidato à reeleição. Ele não conseguiu um novo mandato.

Ainda segundo o MPF, “não há indício de que tais partidos tenham participado ou tivessem ciência da origem ilícita dos recursos”.
Dinheiro para paróquia

Segundo as investigações, a PF encontrou mensagens no celular do presidente do Grupo OAS, Léo Pinheiro, “relacionadas ao assunto Gim Argello”. O empreiteiro já foi condenado a 16 anos de prisão na Operação Lava Jato e também decidiu fazer delação premiada.

Em mensagem do dia 14 de maio de 2014 (data da instalação da CPI da Petrobras no Senado), Léo Pinheiro solicitou que fosse feito pagamento no valor de R$ 350 mil para a conta bancária de uma paróquia do Distrito Federal.
Rafael Arbex/Estadão ConteúdoMensagens no celular de Léo Pinheiro tratam de propina, diz MPF

Nas mensagens, segundo o MPF, o pagamento à paróquia é associado a uma pessoa apelidada de “Alcoólico”, que seria uma referência a Gim Argello, num trocadilho com a bebida Gim.

Sempre de acordo com o MPF, Gim Argello é frequentador da paróquia e manteve contatos frequentes com executivos da OAS por meio de ligações e encontros pessoais no período de funcionamento das CPIs.

As investigações apontam que o pagamento de R$ 350 mil à paróquia foi efetivamente realizado e, em contrapartida, não houve convocação de Léo Pinheiro para prestar depoimento nas comissões parlamentares.

“Não há indicativo de que a paróquia tenha participado do ilícito ou de que tivesse conhecimento da origem ilícita dos valores”, afirma o MPF.
Mais sobre a operação

Os fatos investigados nesta fase da Lava Jato apuram a prática dos crimes de concussão, corrupção ativa, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Cem policiais federais estão cumprindo 21 ordens judiciais nesta etapa da Lava Jato, sendo 14 mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva (Gim Argello), dois mandados de prisão temporária (os assessores dele) e quatro mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento), de acordo com a PF.

As medidas estão sendo cumpridas nos municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Taguatinga (região administrativa do Distrito Federal).

Vitória de Pirro remete a expressão histórica que representa uma Vitória obtida mediante alto custo, popularmente adotada para Vitórias consideradas inúteis.

Pedro Ladeira-
noticias.uol.com.br/Folhapress

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Yara investirá R$ 1 bi em fábrica de fertilizantes no Sul

Produção da unidade atende Rio Grando do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e o mercado paraguaio(Jefferson Bernardes/Preview.com/VEJA)

A fabricante de fertilizantes Yara International vai investir cerca de 1 bilhão de reais na expansão e modernização de sua fábrica em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, projeto que deve ser concluído em 2020. A expansão vai dobrar a capacidade atual da fábrica de produção e mistura de 800.000 toneladas anuais de fertilizantes.

“A expansão representa outro passo em nossa estratégia de crescimento no Brasil, estabelecendo melhor nossa posição no país como um competidor de longo prazo no setor, comprometido a desenvolver e investir no agronegócio brasileiro”, disse o presidente-executivo da empresa, Svein Tore Holsether, em comunicado.

O complexo industrial da Yara atualmente tem píer próprio com ligação com o modal ferroviário, duas fábricas de produção, uma unidade industrial misturadora de fertilizantes e armazéns de depósito de produtos. O complexo atende aos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, além do Paraguai.

“Esse investimento irá suprir a demanda dos agricultores brasileiros de vários Estados nos próximos 25 anos (…) Acreditamos no futuro do agronegócio brasileiro, que cresce mesmo em um cenário adverso. Nosso plano aqui é de longo prazo”, disse o presidente da Yara Brasil e vice-presidente da Yara International, afirma Lair Hanzen, segundo comunicado.

(Com Reuters)

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Coronel Nunes sai e Del Nero volta à presidência

Com a Fifa enfraquecida, o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, reassumiu o comando da entidade.

Ele estava afastado do cargo desde o dia 3 de dezembro, quando o FBI o acusou de ser um dos beneficiários de um esquema de recebimento de propina na venda de direitos de torneios no país e no exterior. No mesmo dia, o Comitê de Ética da Fifa também abriu um investigação contra o cartola.

Durante este tempo, o Coronel Nunes, vice presidente da entidade e presidente da Federação Parense de Futebol, ocupou o cargo de forma interina.

De acordo com a assessoria de imprensa da entidade, ele voltou ao cargo na quinta (7), mas a informação só foi confirmada oficialmente nesta segunda (11).

Del Nero decidiu voltar ao poder oficialmente após constatar a rápida queda de prestígio do novo presidente da Fifa, o suíço Gianni Infantino.

O dirigente brasileiro pretendia ficar fora do poder até julho, mas acelerou o retorno após o enfraquecimento do suíço.

No mês passado, a Fifa havia pedido, em comunicado para a Justiça dos EUA, para receber o dinheiro recuperado pela autoridades norte-americanas no escândalo envolvendo dirigentes da entidade.

A Fifa queria que Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero devolvessem US$ 5,3 milhões (quase R$ 20 milhões). Após o cartola recorrer, a Fifa recuou da cobrança.

Na terça (5), del Nero se reuniu com Dunga, fez cobranças ao treinador e o garantiu no comando da equipe nacional até a Copa América, em junho, nos EUA.

No mês passado, a reportagem revelou que o dirigente continuava usando o helicóptero e o avião da CBF, mesmo fora do poder.

Ele inclusive viajou de avião para Brasília, onde é alvo de uma investigação no Senado.

(Folhapress)

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Russa mata o marido e alimenta cão com partes do cadáver.

Svetlana Batukova, de 46 anos, foi presa sob a acusação de ter matado o marido e alimentado o seu cão com partes do cadáver. O julgamento começa nesta semana.

O crime ocorreu no balneário de Cala Millor (Palma de Mallorca, Espanha). Svetlana havia se casado em janeiro, após dois anos vivendo com a vítima, que tinha 66 anos.

De acordo com o “Daily Star”, a russa matou o marido a facadas. Depois, ela cortou pedaços dos braços dele e deu ao seu Staffordshire bull terrier.

Investigadores acreditam que a criminosa, que tem histórico de uso de cocaína, estava sob efeito de droga no momento do ataque. O motivo do assassinato ainda não foi revelado. A russa passou recentemente por cirurgia na traqueia e está impedida de falar.

Por: Pagenotfound

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