Câmara começa a decidir se abrirá processo de impeachment de Dilma

A Câmara começou na manhã desta sexta-feira (15) a primeira sessão de análise do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara.

Os trabalhos foram abertos pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), às 8h55 e devem se estender até a madrugada deste sábado.

Quando Cunha abriu a sessão, havia 173 deputados no plenário. Minutos antes de abrir a sessão ele disse, a caminho do plenário, que a democracia “pressupõe que as divergências sejam expostas”, mas que espera que não haja nenhum confronto.

“A gente espera que tenha tranquilidade, a democracia pressupõe que as divergências sejam expostas sem qualquer tipo de confronto. Isso é o que esperamos que ocorra, que possa haver o debate e aqueles que estão prontos para vir participar que eles efetivamente estejam imbuídos do espírito da democracia”, afirmou.

Cunha acrescentou ainda que é preciso concluir o processo para que o país possa seguir “vida normal”. “É um processo histórico, não há dúvida nenhuma, a qual nós temos a responsabilidade da sua condução e vamos conduzir para que se tenha uma decisão, seja ela qual for, e que o país possa ter a resposta dessa decisão e seguir a sua vida normal”, disse.

Veja perguntas e respostas sobre o processo de impeachment na Câmara

A votação que definirá se o processo segue para o Senado está prevista para domingo (17). (veja abaixo o roteiro de todas as sessões)

O primeiros a falar na sessão desta sexta-feira foi um dos autores do pedido de impeachment, o jurista Miguel Reale Jr.  Helio Bicudo, outro autor, não foi à sessão por recomendação médica.

Em seguida, terá a palavra a defesa de Dilma, que deve ser feita pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Cada uma das partes terá 25 minutos para falar.

Na sequência, começam as manifestações dos partidos. Cada uma das 25 legendas na Casa terá 1 hora, e os líderes poderão indicar até cinco deputados para falar dentro deste tempo. A Presidência da Câmara estima que os discursos adentrem a madrugada de sábado.

Veja como serão as sessões do impeachment na Câmara:

– O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), abrirá a sessão às 8h55 no Plenário Ulysses Guimarães. Entre 9h e 11h, será realizada a inscrição dos deputados que quiserem fazer manifestações individuais no sábado, quando ocorre a segunda etapa da discussão do parecer.

– Na sessão desta sexta, os primeiros a falar são os autores do pedido de impeachment, os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr. e a advogada Janaína Paschoal. Eles terão 25 minutos.

– Em seguida, são dados 25 minutos para manifestação da própria presidente ou para a defesa dela, que deve ser feita pelo Advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Se não houver representante, a Câmara pode nomear um defensor.

– Terminadas as falas de acusação e defesa, serão chamados os representantes dos partidos. Cada uma das 25 legendas terá 1 hora, e os líderes poderão indicar até cinco deputados para falar dentro desse tempo. A ordem dos partidos será da maior para a menor bancada. O PMDB tem atualmente a maior bancada da Câmara, com 66 deputados.

– As sessões seguirão ocorrendo até que todos os partidos se manifestem, e os discursos devem varar a madrugada de sábado (16).

– A sessão está marcada para começar às 11h. Encerrados os discursos dos representantes dos partidos, começam as manifestações individuais de deputados que se inscreveram no dia anterior. Cada deputado terá três minutos para falar, e serão alternados discursos a favor e contra o impeachment.

– Nesta etapa, o regimento da Câmara permite que, após quatro falas, seja apresentado requerimento para encerrar a discussão – que deverá ser submetido a votação. Se não for apresentado requerimento, a discussão segue e a previsão é que os discursos terminem na madrugada de domingo (17).

– A sessão está marcada para começar às 14h.

– O relator do parecer, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), terá 25 minutos para falar.

– Em seguida, os líderes poderão falar entre 3 e 10 minutos, de acordo com o tamanho da bancada, além de mais um minuto para orientar suas bancadas para a votação.

– Por volta das 15h deve começar a votação, que será nominal. Os deputados serão chamados um a um ao microfone para declarar seu voto de “sim” ou “não” pela aprovação do parecer do relator de impeachment. Os deputados também podem se abster. A previsão é que cada deputado leve 30 segundo, em média, para votar.

– A ordem da votação alternará deputados do Norte e do Sul, começando pelo Norte. Dentro de cada estado, a chamada terá ordem alfabética. Cunha poderá votar dentro da chamada dos deputados do Rio de Janeiro ou por último.

– Ao fim da chamada dos 513 deputados, será realizada uma segunda chamada para os que estavam ausentes na primeira.

– Para aprovar o parecer, são necessários, no mínimo, 342 votos – equivalente a 2/3 dos deputados. Em caso de aprovação, a Câmara autoriza a instauração do processo de impeachment de Dilma, que seguirá para o Senado, responsável por julgar a presidente.

Por g1.globo.com

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Presidente Dilma Rousseff fará pronunciamento na TV nesta noite

A presidente Dilma Rousseff fará um pronunciamento na televisão às 20 horas desta sexta-feira (15). A expectativa é de que Dilma reafirme o discurso de que o processo de impeachment é um “golpe” e que é preciso lutar pela democracia.

Na quarta-feira (13), Dilma se reuniu com jornalistas  em seu gabinete, no Palácio do Planalto, e voltou a dizer que não vai renunciar ao seu mandato e que vai lutar “até o último minuto do segundo tempo” para que o governo consiga derrubar o processo de impeachment contra ela no Congresso Nacional.

Na conversa, de pouco mais de duas horas, a presidente afirmou que se o processo foi arquivado na Câmara, ela vai propor um governo de repactuação, como o que o ex-presidente Lula já vem articulando com diversos setores da sociedade, “sem vencidos nem vencedores”.
Jornal do Brasil
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Câmara começa a decidir se abrirá processo de impeachment de Dilma

A Câmara começou na manhã desta sexta-feira (15) a primeira sessão de análise do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara.

Os trabalhos foram abertos pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), às 8h55 e devem se estender até a madrugada deste sábado.

Quando Cunha abriu a sessão, havia 173 deputados no plenário. Minutos antes de abrir a sessão ele disse, a caminho do plenário, que a democracia “pressupõe que as divergências sejam expostas”, mas que espera que não haja nenhum confronto.

“A gente espera que tenha tranquilidade, a democracia pressupõe que as divergências sejam expostas sem qualquer tipo de confronto. Isso é o que esperamos que ocorra, que possa haver o debate e aqueles que estão prontos para vir participar que eles efetivamente estejam imbuídos do espírito da democracia”, afirmou.

Cunha acrescentou ainda que é preciso concluir o processo para que o país possa seguir “vida normal”. “É um processo histórico, não há dúvida nenhuma, a qual nós temos a responsabilidade da sua condução e vamos conduzir para que se tenha uma decisão, seja ela qual for, e que o país possa ter a resposta dessa decisão e seguir a sua vida normal”, disse.

Veja perguntas e respostas sobre o processo de impeachment na Câmara

A votação que definirá se o processo segue para o Senado está prevista para domingo (17). (veja abaixo o roteiro de todas as sessões)

O primeiros a falar na sessão desta sexta-feira foi um dos autores do pedido de impeachment, o jurista Miguel Reale Jr.  Helio Bicudo, outro autor, não foi à sessão por recomendação médica.

Em seguida, terá a palavra a defesa de Dilma, que deve ser feita pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Cada uma das partes terá 25 minutos para falar.

Na sequência, começam as manifestações dos partidos. Cada uma das 25 legendas na Casa terá 1 hora, e os líderes poderão indicar até cinco deputados para falar dentro deste tempo. A Presidência da Câmara estima que os discursos adentrem a madrugada de sábado.

Veja como serão as sessões do impeachment na Câmara:

– O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), abrirá a sessão às 8h55 no Plenário Ulysses Guimarães. Entre 9h e 11h, será realizada a inscrição dos deputados que quiserem fazer manifestações individuais no sábado, quando ocorre a segunda etapa da discussão do parecer.

– Na sessão desta sexta, os primeiros a falar são os autores do pedido de impeachment, os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr. e a advogada Janaína Paschoal. Eles terão 25 minutos.

– Em seguida, são dados 25 minutos para manifestação da própria presidente ou para a defesa dela, que deve ser feita pelo Advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Se não houver representante, a Câmara pode nomear um defensor.

– Terminadas as falas de acusação e defesa, serão chamados os representantes dos partidos. Cada uma das 25 legendas terá 1 hora, e os líderes poderão indicar até cinco deputados para falar dentro desse tempo. A ordem dos partidos será da maior para a menor bancada. O PMDB tem atualmente a maior bancada da Câmara, com 66 deputados.

– As sessões seguirão ocorrendo até que todos os partidos se manifestem, e os discursos devem varar a madrugada de sábado (16).

– A sessão está marcada para começar às 11h. Encerrados os discursos dos representantes dos partidos, começam as manifestações individuais de deputados que se inscreveram no dia anterior. Cada deputado terá três minutos para falar, e serão alternados discursos a favor e contra o impeachment.

– Nesta etapa, o regimento da Câmara permite que, após quatro falas, seja apresentado requerimento para encerrar a discussão – que deverá ser submetido a votação. Se não for apresentado requerimento, a discussão segue e a previsão é que os discursos terminem na madrugada de domingo (17).

– A sessão está marcada para começar às 14h.

– O relator do parecer, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), terá 25 minutos para falar.

– Em seguida, os líderes poderão falar entre 3 e 10 minutos, de acordo com o tamanho da bancada, além de mais um minuto para orientar suas bancadas para a votação.

– Por volta das 15h deve começar a votação, que será nominal. Os deputados serão chamados um a um ao microfone para declarar seu voto de “sim” ou “não” pela aprovação do parecer do relator de impeachment. Os deputados também podem se abster. A previsão é que cada deputado leve 30 segundo, em média, para votar.

– A ordem da votação alternará deputados do Norte e do Sul, começando pelo Norte. Dentro de cada estado, a chamada terá ordem alfabética. Cunha poderá votar dentro da chamada dos deputados do Rio de Janeiro ou por último.

– Ao fim da chamada dos 513 deputados, será realizada uma segunda chamada para os que estavam ausentes na primeira.

– Para aprovar o parecer, são necessários, no mínimo, 342 votos – equivalente a 2/3 dos deputados. Em caso de aprovação, a Câmara autoriza a instauração do processo de impeachment de Dilma, que seguirá para o Senado, responsável por julgar a presidente.G1

 

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Ladrões de táxi são presos em Alvorada da Amazônia pela Policia Militar

Na noite desta quinta-feira (14), dois assaltantes  de táxi tiveram a  tentativa de roubo frustrada, graças à ação rápida da Policia  Militar.

Wesley Terras Antunes
Wesley Terras Antunes

Eles roubaram  um táxi em Novo Progresso e fugiram sentido Mato Grosso pela rodovia Br-163, em uma ação rápida o destacamento da PM da Comunidade de Alvorada da Amazônia distante 35 quilômetros de Nov Progresso fez uma barreira e prendeu os bandidos.

Foram presos Araújo dos Santos de 30, anos de Santa Luzia estado do Maranhão e Wesley Terras Antunes de 19, anos natural de Peixoto de Azevedo Mato Grosso. Os assaltantes fizeram o motorista refém  na tentativa do motorista levá-los até o estado do Mato Grosso, o motorista conseguiu fugir e abandonou o veiculo.  A polícia investiga se eles tem passagens pela policia, segundo delegado Daniel  já pediu a transferência dos dois para penitenciaria da cidade de Itaituba.

O Veiculo foi recuperado, mas estava bastante danificado, como painel quebrado e para lama  batida.

Leia:Bandidos roubam táxi em Novo Progresso

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Justiça transfere menores presos por furto em Novo Progresso

2016-03-02 23.13.23Dois menores, que estavam detidos sob a custodia do conselho tutelar  de Novo Progresso  foram transferidos na manha desta sexta-feira (15), para centro sócio educativo do baixo amazonas em Santarém distante 780 quilômetros da cidade de Novo Progresso.2016-02-03 14.23.46

A ordem partiu do Juiz “Charbel Abdon Haber”  da Infância e Juventude de Novo Progresso.

Os dois menores” A. M. de F. e A. S. C.” foram presos no mês de março quando foram flagrados pela Policia Militar com uma motocicleta furtada, segundo a polícia os menores foram responsáveis por vários furtos a mão armada com uma arma de fabricação caseira pela cidade. “De posse da motocicleta eles abortavam as vitimas pelas ruas da cidade”. Os mesmos foram soltos pela Policia Civil posteriormente e estavam no município.

Após decisão do Juiz Charbel Abdon Haber de apreender os menores, a Policia Civil cumpriu os mandados de apreensão dos menores nessa última segunda-feira (11/04).

Para transferência foi mobilizado toda uma estrutura, a Prefeitura viabilizou uma camionete, combustível e recurso para a transferência, uma conselheira  tutelar e dois policias acompanham a transferência até o destino, estima-se que cinco mil reais serão gastos nesta operação.

Os adolescentes infratores foram encaminhados para o município de Santarém-Pa, aonde serão internados no Centro Socioeducativo do Baixo Amazonas.

Leia também:PM prende menores assaltantes

Por Jornal Folha do Progresso

arma e celulares encontrada com os meliantes.
arma de madeira e celulares encontrado com os meliantes.

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Palmeiras goleia River mas está eliminado da Libertadores

Fonte: Lancenet (foto: AFP/arquivo)-O Palmeiras fez sua parte, goleou o River Plate (URU) por 4 a 0, mas está fora da Libertadores. O Verdão poderia marcar quantos gols quisesse nessa quinta-feira que de nada adiantaria, pois o Rosario Central (ARG), que precisaria perder, bateu o Nacional (URU) e avançou com os uruguaios.

Apesar da complicada tarefa, os palmeirenses começaram fazendo uma bela festa no Allianz Parque, com direito a sinalizadores e muito barulho. Em campo, o Verdão atuou quase todo na metade de ataque e marcou o primeiro gol até que cedo, aos 18 minutos, com Egídio.

Barrios ainda fez o segundo, mas o árbitro marcou falta na jogada. A pressão era grande em cima do River, e por pouco a situação não tornou-se mais fácil, mas Sosa evitou o gol do Nacional em Montevidéu.

Só que a festa feita pela torcida no Allianz de repente cessou: o Rosario abria o placar no outro jogo. O sistema de som da arena não anunciou o gol de Donatti, mas logo depois fez festa quando Allione, nos acréscimos, marcou o segundo completando um belo lançamento de Alecsandro.

Para se classificar, o Verdão teria de fazer mais um no segundo tempo e torcer para que o Nacional, já classificado e com nove desfalques, virasse contra os argentinos. A missão havia se tornado quase impossível.

O time sentiu isto e voltou tenso, cometendo muitas faltas e dando espaço. A torcida, mais quieta, deve ter passado a etapa final pensando: foi o empate com o fraco River na estreia que tirou o Palmeiras da Libertadores? Ou a derrota para o Nacional em casa com uma bola na trave no fim?

Mesmo que eliminado, a etapa final serviu para ver Cleiton Xavier voltar a jogar depois de oito meses e participar do terceiro gol, de Allione. Só que o Rosario ainda fez 2 a 0 e sepultou de uma vez o sonho palmeirense.

Alecsandro, de pênalti, fez o quarto e bateu palmas para a torcida. Pela boa atuação, o time também foi aplaudido, mas pagou pelos muitos vacilos na Libertadores. Agora, resta o Paulista para não deixar o primeiro semestre ser uma frustração completa.

Rosário
A esperança de classificação do Palmeiras durou apenas 43 minutos em Montevidéu. Foi o tempo que o Rosario Central demorou para abrir o placar e iniciar a vitória por 2 a 0 sobre o Nacional nesta quinta-feira pela sexta e última rodada do Grupo 2 da Libertadores. Donatti e Herrera fizeram os gols.

Com o resultado, os argentinos chegaram aos 11 pontos e se classificaram em primeiro da chave. O Nacional, que tinha confirmado a vaga com uma rodada de antecedência e teve nove desfalques no confronto, permaneceu com nove e ficou na segunda colocação.

Foi um primeiro tempo muito ruim. O cenário também não ajudava para uma boa partida. Afinal, o Nacional, mesmo jogando em casa e com o apoio da torcida, tinha nada menos que nove desfalques e já estava classificado. O Rosario Central, por sua vez, não queria correr riscos, uma vez que o empate já era suficiente para a carimbar o passaporte às oitavas de final.

Com isso, as chances de gol foram escassas nos primeiros 45 minutos. O Nacional esteve perto de abrir o placar com Barcia, que parou na boa defesa de Sosa. Mas foi o Rosario que foi para o intervalo em vantagem. Após cobrança de escanteio, Donatti aproveitou o cochilo da zaga uruguaia e de cabeça colocou o time visitante na frente.

O gol parece ter animado o Rosario que quase ampliou no início da etapa final com Cervi. O Nacional, que com o resultado perdia o posto de líder do Grupo 2, passou a lutar pelo menos para conseguir o empate. Chegou perto em cobrança de falta de González.

A esperança de uma reação uruguaia e de classificação do Palmeiras foram pulverizadas aos 24 minutos. Cervi lançou Herrera, que se livrou de Cabaco e tocou com categoria na saída do goleiro Mejía. Barbaro quese diminuiu o prejuízo dos donos da casa. Mas a festa em Montevidéu foi argentina.

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Ivete Sangalo lança música para campanha contra a dengue

Ivete Sangalo entrou para a campanha contra o vírus da zika e a dengue. Na tarde desta quinta-feira, 14, a cantora lançou uma música e um videoclipe que chamam a atenção para a prevenção e proteção contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor das duas doenças. Durante o encontro com jornalistas, a baiana mostrou a coreografia da música, veja no vídeo abaixo.

Ivete reuniu a imprensa em um evento em São Paulo para falar sobre seu novo projeto, que faz parte do Movimento Palmas pelo Brasil. “Melhor caminho que encontramos foi fazer um hit para esclarecer que são três passos tão importantes: não deixar água parada, o inseticida que derruba o bicho sem pensar e o repelente que é como protetor solar hoje”, disse a cantora. Segundo ela, o mosquito não distingue quem pica. “Sou povo também . Mosquito não fala que não vai me picar porque sou cantora . Ele não quer selfie comigo, ele quer me derrubar”.

Ivete participou do evento com a mesma roupa que aparece no clipe. “É a mesma roupa, mas eu lavei”, brincou ela, que, enquanto mostrava o vídeo, ainda disparou: “Vou cantar essa música em cima do trio. Vou fazer uma versão em espanhol e em inglês”, brincou ela, acrescentando. “O objetivo é, através dessa campanha, melhorar a situação para que nós tenhamos a tranquilidade para ter uma gravidez tranquila. Já existem tantos temores, mas as alegrias sobrepõem essas situação. Mas quando entra a zika, é aterrorizante . Não sou diferente de todas as mulheres que temem essa situação .”

Por causa do vírus da zika, Ivete adiou os planos de engravidar do segundo filho. “Reservei depois do carnaval o tempo para eu engravidar. Já havia o medo da dengue e já passei por isso. Já peguei duas dengues!  Mas definitivamente o quadro da zika estampado na realidade do Brasil fez frear o sonho de nós mulheres. Quando me vi dentro disso, falei que tinha que participar dessa prevenção com algo de forma alegre e lúcida”.

E a música tem tudo para virar hit. Que o diga o filho de Ivete, Marcelo, que vem sendo educado pela mamãe a se proteger contra o mosquito. “Meu filho ouviu essa música e já pediu para eu colocar de novo. Temos um indivíduo ali na nossa frente. Temos que ensinar que vai passar o repelente pelo benefício dele. A criança tem que criar o hábito de criar vínculos com aquela explicação. E não é só nesse sentido, é para tudo! Educar é criar condições, é trabalhoso, mas a gente cria uma tranquilidade”, disse ela.

Danos causados as gestantes

Transmitido pelo mosquito Aedes aegypti – o mesmo que transmite a dengue e a febre chikungunya – o vírus causa má formação no cérebro dos bebês de mães que contraem a doença no período gestacional. A relação entre o zika vírus e o aumento de bebês com microcefalia no Brasil foi reconhecida recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Por Egoivete
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STF rejeita suspender votação do impeachment

Ministros do Supremo Tribunal Federal dão sinal verde para a votação no plenário da Câmara dos Deputados e também mantêm a ordem estabelecida pela presidência da casa parlamentar.

O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou, na madrugada desta sexta-feira (15/04), um mandado de segurança apresentado pelo governo e que pedia à corte a concessão de uma liminar suspendendo a votação no plenário da Câmara dos Deputados do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, alegando lesão ao “direito de defesa”.

Com essa decisão, adotada por oito votos contra dois, o Supremo deu sinal verde para as três sessões que começarão nesta sexta-feira na Câmara dos Deputados e terminarão no domingo, numa votação que decidirá se o processo será aberto e seguirá para o Senado. O STF também manteve a ordem de votação estabelecida pela Câmara.

O mandado de segurança foi apresentado pela Advocacia Geral da União (AGU), que pediu a suspensão da votação até a análise pelo STF do mérito da ação. A AGU pedia a anulação do parecer aprovado por uma comissão de 65 deputados, que examinou se existem méritos jurídicos para o processo de impeachment, e a nulidade da maior parte dos atos tomados pela Câmara na tramitação, apontando irregularidades e vícios no relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO).

No relatório, Arantes aceitou a acusação de que Dilma incorreu em manobras contábeis ilegais para maquiar os resultados do governo em 2014 e 2015, modificar orçamentos mediante decretos, acumular dívidas e contratar créditos com bancos públicos.

O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, denunciou o que qualificou de “vícios” que, em sua opinião, deixavam o processo “ferido de morte”. O advogado-geral explicou que o parecer do relator acrescentou casos “completamente alheios” à denúncia, como as investigações sobre os escândalos de corrupção na Petrobras, “nos quais a presidente nem sequer foi citada”.

Para a AGU, não houve concessão de ampla defesa, sendo que também foram levantados temas no relatório que não teriam relação com a denúncia originalmente aceita pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), como o conteúdo da delação premiada do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS). Na opinião de Cardozo, “só isso já prejudicou o legítimo direito à defesa” da governante, que em suas alegações se limitou a responder a “aquilo que era objeto da acusação”.

Processo começa somente no Senado

No entanto, o STF esclareceu que tanto essa comissão como a Câmara dos Deputados se limitam a decidir se aceitam as acusações, já que o processo de impeachment como tal será aprovado e realizado pelo Senado.

O relator do caso no STF, o ministro Edson Fachin, votou por não conceder medida liminar, se amparando em decisão do STF de dezembro passado sobre o rito do processo, quando a corte deu ao Senado o poder de rejeitar a instauração do impedimento. Por essa ótica, defendeu Fachin, o processo começará quando seguir para deliberação no Senado, momento em que a defesa do contraditório será “amplamente feita”.

Fachin também determinou que a decisão da Câmara acerca da admissibilidade seja baseada unicamente em torno da denúncia aceita por Cunha, de suposto crime de responsabilidade pelas chamadas pedaladas fiscais e pela edição de decretos que teriam ampliado indevidamente os gastos federais sem autorização do Congresso. Esse entendimento agradou o governo.

Governo deve recorrer ao STF

“Nós não tivemos a liminar deferida, mas tivemos um ganho que é a delimitação do objeto, que era algo que nós estávamos reivindicando”, disse Cardozo, acrescentando que o governo poderá recorrer novamente ao Supremo. “Vamos analisar tudo aquilo que for decidido pela Câmara nesse período e, claro, tomaremos medidas que julgarmos cabíveis do ponto de vista judicial”, disse.

Na votação, Fachin foi acompanhado por sete dos dez ministros presentes em plenário. Acompanharam o relator os ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Celso de Mello. Os votos vencidos foram de Marco Aurélio Mello e do presidente do STF, Ricardo Lewandowski.

Desse modo, na votação de domingo na Câmara, o processo passará ao Senado se for aprovado por dois terços dos deputados (342 de um total de 513).

Se a maioria qualificada for atingida, em um prazo ainda não definido, mas que pode ser de aproximadamente 15 dias, os 81 senadores decidirão, por maioria simples, se efetivamente será aberto o processo de impeachment de Dilma.

Se isso acontecer, a presidente deverá se afastar do cargo durante os 180 dias que o Senado terá para realizar o julgamento e, nesse período, será substituída pelo vice-presidente, Michel Temer, que completará o mandato que termina em 1º de janeiro de 2019 se o impeachment for consumado.
Por
noticias.terra.com.br
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Bandidos roubam táxi em Novo Progresso

Dois bandidos fizeram um taxista refém e levaram o veiculo Fiat uno em Novo Progresso.

A ocorrência se deu por volta das 19:30 horas desta quinta-feira (14), o motorista chegou a pé até a rodoviária de Novo Progresso.

Segundo a informação os passageiros fretaram o veiculo para uma corrida na rodoviária de Novo Progresso, no caminho colocaram uma corda no pescoço e queriam que ele seguisse viagem com eles, mandaram entrar em uma estrada sentido cachoeira do bambu, sequestrado ameaçaram de atirar  se não obedecesse e posteriormente jogaram o taxista fora do veiculo e seguiram rumo ignorado. “Eles queriam fugir” disse o taxista.

O Taxista é bastante conhecido na cidade como Bigode. (foto)

Segundo informações a Policia Militar acabou de prender os bandidos na comunidade de Alvorada da Amazônia distante 35 quilômetros de Novo Progresso.

Aguardem mais informações.

Fonte/Fotos: Redação Jornal Folha do Progresso

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Munik, ex-‘BBB16’, posa sensual de camisola: ‘60% mulher e 40% menina

(Foto-Purepeople Marilise Gomes)-Indecisa quando o assunto é coração – Munik ainda não conversou com Laham desde que saiu de casa -, a campeã do “Big Brother Brasil 16 ” está muito certa do que quer para o futuro: em entrevista ao “Gshow”, a goiana confirmou que a profissão de atriz é o maior de seus planos.

“Vejo um futuro promissor para mim. Quero focar na carreira de atriz e para isso preciso estudar bastante, aprender muito”, garantiu a jovem, que posou para o site em um ensaio inspirado na música “Aquele 1%”, da dupla Marcos & Belluti e Wesley Safadão, cantor de quem Munik se declarou fã antes mesmo de entrar na casa mais vigiada do Brasil.

Em uma brincadeira, ela se definiu usando as porcentagens tão comentadas da música. “Sou 60% mulher e 40% menina. Sou 60% madura e 40% inocente. Sou 30% razão e 70% ‘de carne’, 99% anjo e 1% diabinha”, brincou a campeã, cotada para estrelar campanhas de cosméticos.

Depois de usar um vestido igual ao da atriz Hanna Romanazzi, quando o assunto é estilo, Munik lista três famosas como suas principais referências de moda. “Minhas inspirações são Gisele Bündchen, Marina Ruy Barbosa e Juliana Paes. Todas são maravilhosas!”, elogiou. Ao ser clicada toda produzida, a goiana afirmou que se considera vaidosa e elegeu a parte favorita em seu corpo. “Gosto muito da minha boca. Gosto de boca carnuda”, contou Munik.

(Por Marilise Gomes)
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