Dilma diz que não pode ser a única culpada pela crise econômica do país

Em entrevista coletiva a correspondentes estrangeiros no Palácio do Planalto, a presidente

Posse Dilma e Temer
Posse Dilma e Temer

Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (19) que muitas pessoas atribuem exclusivamente a ela a responsabilidade pela crise econômica que atingiu o país desde 2014.

Segundo a petista, se crise econômica fosse argumento para destituir presidentes da República, “não teria um único presidente nos países desenvolvidos” que sobrevivesse à profunda crise econômica que se espalhou pelo mundo após o estouro da bolha imobiliária nos Estados Unidos em 2008.

“Como se eu fosse responsável pelo fim do superciclo das commodities, pela brutal crise que afetou, a partir de 2009, os países desenvolvidos, como se no resto do mundo essas dificuldades não tenham sido enfrentadas em até escala muito maior”, disse a presidente aos correspondentes.
O Brasil tem um veio que é adormecido. Um veio golpista adormecido”
Dilma Rousseff, presidente da República

Dilma também afirmou que está sendo “vítima” de um processo de impeachment baseado em uma “flagrante injustiça” e que o Brasil tem um “veio golpista adormecido”. De acordo com a petista, ela classifica de “veio” a possibilidade que “nunca é afastada”.

Desde que o Congresso Nacional começou a analisar o processo de afastamento, é a segunda vez que Dilma reúne jornalistas do exterior na sede do Executivo federal para dar sua versão sobre a tentativa de afastá-la do comando do país. Na primeira entrevista aos correspondentes, concedida no fim de março, ela havia afirmado que está sendo alvo de uma tentativa de “golpe”.

“Como explicar esse processo de impeachment no quadro da democracia, da situação política e  da situação econômica? Faço essa pergunta porque tenho profunda consciência que estou sendo vítima de um processo simultaneamente baseado numa flagrante injustiça, numa fraude jurídica e política que é a acusação do crime de responsabilidade sem base legal, sem crime e, ao mesmo tempo, de um golpe”, ressaltou a presidente da República ao iniciar a entrevista aos jornais internacionais.

“O Brasil tem um veio que é adormecido. Um veio golpista adormecido. Se acompanharmos a trajetória dos presidentes no meu país, no regime presidencialista, a partir de Getúlio Vargas, vamos ver que o impeachment, sistematicamente, se tornou um instrumento contra os presidentes eleitos. Eu tenho certeza de que não houve um único presidente depois da redemocratização do país que não tenha tido processos de impedimento no Congresso Nacional. Todos tiveram. Todos”, enfatizou.

Michel Temer
Dilma Rousseff voltou a criticar nesta terça-feira o vice-presidente da República, Michel Temer. A presidente afirmou ser “muito triste” que o peemedebista “conspire” contra ela.

Nesta segunda (18), em entrevista a jornalistas brasileiros, a petista já havia dito que as democracias não aceitam “traidores”.

“É muito pouco usual que haja assim um vice-presidente da República. Acho que a conspiração se dá pelo fato de que a única forma de chegarem ao poder no Brasil é utilizando métodos, transformando e ocultando o fato de que esse processo de impeachment não é um processo de impeachment. É uma tentativa de eleição indireta de um grupo que, de outra forma, não teria acesso [ao poder] pelos únicos meios justificáveis num país que tem uma democracia tão duramente conquistada, que é o voto direto e secreto”, afirmou a petista.
Acredito que os que estão golpeando atendem a um só lado do país e estão vendendo terreno na lua”
Dilma Rousseff, falando sobre manutenção de programas sociais do governo

Ela também voltou a afirmar que há risco de programas sociais do governo federal serem extintos. Sem mencionar nomes, Dilma disse que há pessoas que articulam seu afastamento da Presidência que podem dizer que “se eu governar, mantenho os programas sociais”, porém, destacou a presidente, “estão vendendo terreno na lua”.

“Nós fizemos ajustes [no Orçamento] no ano passado e cortamos quase R$ 130 bilhões. Mas não fizemos ajuste para cortar programa sociais. Foi para preservá-los. […] E é preciso decisão política para fazer isso. Não posso querer atender a um só lado do país, e eu acredito que os que estão golpeando atendem a um só lado do país e estão vendendo terreno na lua.”

Por meio de sua assessoria, o vice-presidente informou ao G1 que não iria comentar as declarações de Dilma.

‘Golpe’
Ao longo da entrevista, Dilma também voltou a defender as operações contábeis do governo que embasaram o pedido de impeachment apresentado por três juristas no Congresso. Segundo ela, as chamadas “pedaladas fiscais” e os decretos presidenciais publicados sem autorização do Legislativo são questões “contábeis e fiscais” que não dizem respeito ao dinheiro público.

A presidente chamou a atenção dos correspondentes de que durante a votação do processo de impeachment no plenário da Câmara, no último domingo (17), poucos deputados se referiram aos motivos alegados no pedido de impeachment protocolado contra ela no parlamento.

Aos jornalistas internacionais, Dilma voltou a afirmar que, na opinião dela, ela está sendo alvo de um “golpe”, na medida em que, disse a presidente, as acusações do pedido de impeachment não são base legal para um processo de afastamento de um presidente.

“Me sinto injustiçada e acho grave que tentem sempre diminuir esse fato. Esta exigência, que é a exigência da base legal para buscar o impedimento do presidente da República. Aí pergunto para vocês: por que isso não seria um golpe? É um golpe. É um golpe porque está revestido de um pecado original, que é não ter base legal para o meu impeachment.”

Eduardo Cunha
Dilma aproveitou a entrevista aos veículos de imprensa estrangeiros para responsabilizar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pela instabilidade política de seu governo. De acordo com a presidente, “práticas absolutamente condenáveis” ganharam “força razoável” na Câmara assim que o peemedebista assumiu o comando da casa legislativa em fevereiro de 2015.

A petista destacou a aprovação, ao longo de 2015, de projetos que elevavam as despesas do governo federal, as chamadas “pautas-bomba”. Para ela, a aprovação de propostas que ela classificou de “populistas” inviabilizavam, na prática, a rigidez fiscal do Executivo.

Dilma destacou ainda aos jornalistas estrangeiros que Cunha acolheu o pedido de impeachment, em dezembro do ano passado, por “explícita vingança”. Na avaliação dela, essa iniciativa pode ser classificada como “desvio de poder”.

Ela ressaltou na entrevista que o peemedebista só deu início ao processo de afastamento após o PT decidir votar a favor do andamento do processo no qual o presidente da Câmara responde no Conselho de Ética da Casa pela acusação de ter mentido à CPI da Petrobras que não tinha contas bancárias no exterior.

“Esquecer esse fato [suposta vingança de Eduardo Cunha] não só mostra uma perda grande de memória da nossa parte, porque aconteceu recentemente, mas também não deixa claro o caráter, o pecado original que tem neste processo. O presidente da Câmara só aceitou o pedido dentro da teoria que eles gostam, do ‘quanto pior, melhor’. Ou seja, quanto pior, melhor para eles”, ponderou a presidente.

Ela acrescentou que os seus julgadores no processo de impeachment têm um retrospecto que não permite que eles sejam juízes “de nada”. “[O retrospecto deles] os abona para ser réus”, ironizou Dilma, referindo-se ao fato que Eduardo Cunha é réu em uma ação penal no Supremo Tribunal Federal sob a acusação de ter recebido US$ 5 milhões em propinas no esquema de corrupção que atuava na Petrobras.

Voto de Bolsonaro
Em meio à entrevista, Dilma foi indagada por um jornalista sobre o voto do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) na sessão da Câmara, no último domingo, que autorizou o prosseguimento do processo de impeachment para o Senado.

Ao votar favoravelmente pelo impeachment, o deputado do PP disse que votava pelo afastamento da presidente “em memória” ao ex-comandante do DOI-Codi em São Paulo coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. O órgão de Estado chefiado pelo militar que morreu em outubro do ano passado era responsável pela repressão política durante o perído da ditadura (1964-1985).

Dilma, que foi presa e torturada pelo regime militar, respondeu que considerou “lamentável” a fala de Bolsonaro. Ela afirmou que conheceu “bem” o coronel Brilhante Ustra, que, segundo ela, foi um dos “maiores torturadores do Brasil”. A presidente destacou que o ex-chefe do DOI-Codi, além de ser acusado de ter torturado militantes de esquerda, também era acusado de ter cometido assassinatos.

“Lastimo que este momento no Brasil tenha dado abertura para a intolerância, o ódio e para esse tipo de fala [de Bolsonaro]. Acho gravíssima a aventura golpista, porque levou a uma situação que não vivíamos no Brasil, que é a stiuação de raiva, do ódio e da perseguição”, observou Dilma.

“É terrivel você ver no julgamento alguém votando em homenagem ao maior torturador que este país conheceu. É lamentável”, concluiu a presidente.

Veja outros assuntos abordados por Dilma Rousseff durante a entrevista:

Corrupção na Petrobras
“Eu acho que tem algumas lendas divulgadas por aí. Ninguém aqui é ingênuo e acredita que a corrupção surgiu agora. Ela foi descoberta, revelada e lançada à luz agora, pelo meu governo e pelo governo do presidente Lula. Porque toda a legislação que permite essas investigações foi feita ou no meu ou no governo dele. […] Digo isso porque foi preciso um conjunto de leis para que tudo isso fosse descoberto. Agora, você me pergunta ‘por que você não sabe?’. Porque é próprio da corrupção ser feito às escuras.”

Olimpíada do Rio
“Nós tivemos todo um cuidado junto com o governo do Rio de Janeiro para garantir que houvesse um legado. Um legado sob forma de escolas, sob forma de estruturas esportivas e de uma política de esportes que proporcionou aos nossos atletas, eu acredito, um suporte que eles nunca tiveram antes. Espero não só ganhar nas quadras, nos estádios e em todas as estruturas esportivas, mas ganhar porque fizemos uma série de obras que transformaram o Rio de Janeiro e, tenho certeza, serão os melhores Jogos Olímpicos deste país, aliás, do mundo.”

‘Mea culpa’
“Eu acho que todas as pessoas têm o direito de propor várias autocríticas ao governo. Agora, não acho que seja uma questão de mea culpa. Nem de que é tarde demais. Nunca é tarde demais para o Brasil. Acho que esse tipo de avaliação seja uma autojustificativa.”

Filipe MatosoDo G1, em Brasília

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H1N1 já provocou 153 mortes no Brasil este ano, segundo boletim

Até o dia 9 de abril, o Ministério da Saúde já tinha registrado 153 mortes por H1N1 em todo o país, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (19). Foram 51 mortes desde o boletim anterior, referente aos casos até 2 de abril.

Ao todo, foram registrados 1.012 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza A/H1N1 até 9 de abril. A SRAG é uma complicação da gripe. Em uma semana, foram registrados 326 novos casos de SRAG por H1N1 no país.

Além das mortes por H1N1, houve 8 mortes por influenza A de subtipo não especificado e 6 mortes por influenza B. O estado de São Paulo teve o maior número de óbitos por influenza: 91, correspondendo a 57,7% das mortes do país.

Os outros estados que registraram óbitos por H1N1 foram Santa Catarina (10), Goiás (9), Rio de Janeiro (8), Rio Grande do Sul (6), Minas Gerais (4), Pará (3), Bahia (3), Distrito Federal (3), Mato Grosso do Sul (3), Mato Grosso (2), Paraná (2), Ceará (2), Rio Grande do Norte (2), Amazonas (1), Paraíba (1), Pernambuco (1) e Amapá (1). Houve ainda um caso de morte em que o paciente foi infectado em outro país.

A camanha nacional de vacinação contra gripe começa no dia 30 de abril, mas vários estados já anteciparam a aplicação das doses.

A vacinação contra influenza no SUS é destinada a alguns grupos prioritários: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, mulheres que deram à luz há menos de 45 dias, idosos, profissionais da saúde, povos indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade.

A vacina aplicada é a trivalente, que protege contra H1N1, H3N2 (ambos vírus da Influenza A) e uma cepa da Influenza B. Em clínicas particulares, a vacina já está disponível.

G1 O Globo
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Delcídio relatou conversa com Dilma sobre liberação de Odebrecht, diz delator

Brasília, 19 – Em delação premiada, o ex-chefe de gabinete do senador Delcídio Amaral (sem partido-MS), Diogo Ferreira, confirmou a ofensiva do governo para tentar interferir na Operação Lava Jato por meio da nomeação do desembargador Marcelo Navarro para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ferreira disse que o parlamentar relatou a ele conversas com a presidente Dilma Rousseff nas quais a petista pediu “compromisso de alinhamento” de Navarro com o governo e citou o caso do presidente da Odebrecht preso preventivamente pelo juiz Sérgio Moro, Marcelo Odebrecht.

O delator afirmou que, depois de uma reunião entre o parlamentar e o desembargador – que ocorreu após encontro de Delcídio com Dilma -, Marcelo Navarro despediu-se do senador dizendo: “Não se preocupe, está tudo entendido”. A delação de Diogo Ferreira, colhida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no dia 30 de março, foi homologada pelo ministro Teori Zavascki do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele entregou aos investigadores trocas de mensagens no Whatsapp nas quais mantinha contato com Marcelo Navarro Ribeiro Dantas, a pedido de Delcídio.

“Que a partir daí o Senador Delcídio Amaral e o Ministro José Eduardo Cardozo passaram a ter contato muito mais frequente; que, em determinado fim de semana, não distante no tempo da reunião que anteriormente narrada, o depoente se encontrou com o Senador Delcídio do Amaral no hotel Golden Tulip, onde este residia, e contou ao depoente haver tido, no mesmo fim de semana, encontro particular com a Presidente Dilma Roussef, a qual lhe pedira, na ocasião, que obtivesse de Marcelo Navarro o compromisso de alinhamento com o governo para libertar determinados réus importantes da Operação Lava Jato; que, segundo o Senador Delcidio Amaral, a Presidente Dilma Roussef falou expressamente em Marcelo Odebrecht”, consta do termo de depoimento do ex-chefe de gabinete.

A procuradores da República, o ex-assessor de Delcídio disse que o senador teve uma reunião com o atual advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, então ministro da Justiça, próximo ao mês de julho do ano passado. Depois do encontro, Delcídio teria dito que ele e Cardozo precisavam “atentar” para a importância da nomeação ao STJ, que envolvia a relatoria dos habeas corpus da Lava Jato.

Por duas vezes, Delcídio disse a Diogo Ferreira que, segundo Cardozo, o desembargador era um nome ligado ao presidente do STJ, ministro Francisco Falcão, que estaria alinhado com o governo federal.

Apesar de não participar das reuniões com autoridades, o ex-assessor disse que, na época da nomeação de Navarro, foi chamado por Delcídio ao interior do gabinete de Cardozo. O senador pediu, na frente do então ministro da Justiça, os números dos habeas corpus no STJ em favor os ex-dirigentes da Petrobras Nestor Cerveró e Renato Duque. “O senador esclareceu ao depoente, posteriormente, que havia a intenção de obter de Marcelo Navarro prestação jurisdicional favorável aos pacientes nesses habeas corpus”, disse Ferreira na delação.

Com base na delação de Delcídio, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, avalia a possibilidade de pedir a abertura de uma investigação pelo que classifica como “trama espúria” envolvendo a indicação de Navarro. A presidente Dilma Rousseff pode ser um dos alvos deste possível inquérito. A partir da homologação, a delação de Diogo Ferreira pode servir para reforçar eventuais pedidos de investigação.

O ministro Marcelo Navarro Ribeiro Dantas afirma nunca ter tratado de questões ligadas à Lava Jato com Delcídio. Quando a divulgação da delação do senador foi realizada, Cardozo negou qualquer interferência dele e da presidente Dilma nas investigações da Lava Jato.

Agência Estado
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Presa quadrilha de roubo de veículos na capital e interior.

Foto: Polícia Civil do Pará

Quatro pessoas foram presas e uma adolescente de 15 anos apreendido, acusados de uma série de assaltos na capital e no interior do Pará. Os acusados haviam roubado um carro horas antes, em Belém, e depois seguiram para Santa Izabel do Pará, onde roubaram uma moto. Eles foram perseguidos e interceptados pelos policiais na cidade de Benevides, na região metropolitana de Belém.

Os quatro presos adultos são Josiel Augusto Sodré Teixeira, 18 anos; Jailson Marcos Vaz Costa, 23; Anderson do Nascimento Ferreira, 20, e Maria Aparecida de Oliveira Monteiro, 31. Eles foram apresentados no plantão da Seccional Urbana de Santa Izabel do Pará.

Segundo a delegada Priscilla Morgado, responsável pela autuação em flagrante do grupo, os presos são todos moradores no bairro da Pedreira, em Santa Izabel do Pará. Os crimes foram praticados na segunda-feira(18). Inicialmente, eles vieram até Belém, com objetivo de praticar um assalto. Durante a madrugada, roubaram um carro no cruzamento da Rua Boaventura da Silva com Travessa Quintino Bocaiúva. O veículo foi levado até Santa Izabel do Pará. Nesta cidade, ressalta a delegada, os criminosos praticaram um novo assalto. Desta vez, explica a policial civil, roubaram uma moto e o telefone celular de uma pessoa que estava em frente de casa no município.

Após os crimes a polícia começou a perseguir os assaltantes que tinham como destino a cidade de Benevides, onde foram presos. Com eles foram recuperados moto e o carro roubados, além do telefone celular roubado. Também foram encontrados com os acusados outros telefones celulares, um computador portátil e joias roubadas.

Por: Redação ORM News com informações da Polícia Civil do Pará
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Noivo aluga Ferrari para o dia do casamento e destrói carro

Usman Ali deve ter um prejuízo de R$ 245 mil
O noivo Usman Ali alugou uma Ferrari Spider, avaliada em cerca R$ 1,3 milhão (no mercado local), para celebrar o casamento com Sakina Parveen em grande estilo.
Só que, apenas um dia após a cerimônia, Usman acabou perdendo o controle do carrão e colidindo contra a fachada de uma casa em Burnley (Lancashire, Inglaterra).
De acordo com amigos de Usman, o recém-casado pode ter que pagar o equivalente a R$ 245 mil pelo prejuízo.
Usman, que ainda mora com o pai, não tem condições de arcar com os custos, informou o “Metro”.

Por: Pagenotfound
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Dentro do Hospital – Encapuzados matam homens que mataram policial

Marabá: Homens que mataram policial são executados dentro hospital

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Policial morto no assalto.

Nesta segunda-feira (18) em Marabá, os nacionais Allyson Sousa de Carvalho e Erisson Neves de Melo em tentativa de assalto contra o Policial Militar Marcos Rak Eudivirgem Rodrigues acabaram disparando contra o militar que morreu instantes depois no Hospital Municipal de Marabá.

Morto pelos encapuzados em Marabá.
Morto pelos encapuzados em Marabá.

No momento do latrocínio, Allyson e Erisson foram alvejados pelo policial e foram encaminhados para o hospital, por volta de 1h30min da madrugada desta terça-feira (19), cerca de vinte homens, todos encapuzados, entraram no hospital e executaram os mesmo com materiais cortante/perfurante.
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Pablo Oliveira – Da redação da Portal Noticias de Parauapebas

Com Jornal Folha do Progresso (Titulo)

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Grupo Gazin entrega colchões para o Hospital Municipal de Novo Progresso

Já chegou a Novo Progresso os colchões que a Gazin doou ao  Hospital Municipal.

Conforme divulgou o gerente da unidade da loja Gazin em Novo Progresso William Máximo da Fonseca, na manhã desta terça-feira (19/04),   os 30 colchões já se encontram na loja,  os colchões foram entregues simbolicamente ao Prefeito Ubiraci Soares (PSC), na  manhã desta terça-feira(19)  e agora  serão encapados seguindo as normas da vigilância sanitária (saúde), para posteriormente serem entregues  ao hospital municipal.

A legislação brasileira permite e até incentiva que, com base em seu lucro real, empresas abatam um percentual preestabelecido a pagar do valor do Imposto de Renda (IR) para doações dirigidas para projetos de cunho social.

Está não é a primeira vez que o “Grupo Gazin”  realiza este estimulo ao social no Município.

“Essa iniciativa do “Grupo Gazin”   deve servir de exemplo para outras empresas, principalmente as de  Novo Progresso que  já sabem onde existe a necessidade. E isso incentiva também os consumidores em saber que é cliente de  empresa que colabora como doador, e o principal não é dinheiro mas sim objeto que vai direto com a necessidade dos pacientes do hospital municipal.

Desta forma  facilita a fiscalização por parte do doador que ele mesmo entrega o objeto de onde os seus recursos estão sendo aplicados”.

Estiveram presentes na loja  em companhia do Prefeito Ubiraci Sores (PSC) a Secretaria de saúde Luciana Magalhães Oliveira, o diretor do Hospital Municipal Jaderson Rodrigues Alves Pantoja e o secretário de Meio Ambiente Juliano C. Simionato.

Por Redação Jornal Folha do Progresso

Diretor do Hospital,Secretária de Saúde,Prefito e Gerente da Loja Gazim de Novo Progresso.
Diretor do Hospital, Secretária de Saúde, Prefeito e Gerente da Loja Gazin de Novo Progresso.

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Tiririca esteve com Lula antes de votar- “Esse cara esteve comigo hoje” [domingo].

“Esse cara esteve comigo hoje [domingo]. Como ele faz isso? Ele ia votar com a gente”. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um desabafo inconformado ao assistir ao voto do deputado Tiririca (PR-SP), favorável à abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

“Senhor presidente, pelo meu país, meu voto é sim”, afirmou Tiririca durante a sessão de domingo (17). Há quase seis anos como deputado, essa foi a primeira vez que o ex-humorista fez uso do microfone do plenário da Câmara.

Sentado em uma das salas de reunião do Palácio da Alvorada, Lula disse à presidente Dilma que havia recebido Tiririca na manhã de domingo, no quarto do hotel em que se hospeda em Brasília.

“Ele ia votar com a gente”, repetiu Lula. Dilma balançou a cabeça negativamente. Estava consciente das traições.

Assessores presidenciais tentavam mapear os “traidores”, não apenas entre deputados do PP, mas também PR, PMDB e outras siglas.

Somente PT e PC do B não traíram o governo. Concluiu-se ali que “o vento das ruas” não estava com Dilma e o clima no plenário, favorável ao impedimento da petista, influenciava deputados como Tiririca, que foi ovacionado pela oposição após dizer “sim”.

Outro pepista que esteve no QG anti-impeachment que Lula montou em um hotel de Brasília foi o deputado Paulo Maluf (SP). Ele era contrário ao impeachment da presidente, mas mudou de ideia durante a comissão especial da Câmara. O ex-presidente tentou reverter mais uma vez o voto de Maluf, mas não conseguiu.

DESÂNIMO

Lula recebeu raros “nãos” em Brasília nos últimos dias, como revelou a Folha de S.Paulo. E o desânimo era visível no ex-presidente durante a votação de domingo. Cabisbaixo, falava pouco e parecia realmente surpreso com alguns votos que, para ele, eram inesperados.

Como o do deputado Adail Carneiro (PP-CE), assessor especial do governador Camilo Santana (PT-CE). Carneiro foi exonerado para votar contra o impeachment. Era voto certo mas, em seu discurso, votou “sim” pelo impedimento e pediu “desculpas” à presidente.

Camilo estava no Alvorada acompanhando a votação ao lado de Dilma, Lula e aliados. Não sabia explicar o que tinha acontecido. Aliás, esse era o sentimento comum entre as quase vinte pessoas que estavam naquela sala.

(Folhapress)

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Vídeo-Anitta explica expulsão de fã do palco

https://youtu.be/ydG_kc5-uSw

Após um vídeo no qual aparece tirando um fã do palco por não saber dançar a coreografia de “Bang” provocar polêmica nas redes sociais, a cantora Anitta usou o Snapchat para comentar o assunto.

“A onda do momento é dizer que eu expulsei um menino do palco. No caso, eu queria saber o que mais era para eu ter feito? Falado para a pessoa fazer o resto do show no meu lugar? Eu falei para ele ralar, mas era brincando, claro. No vídeo das matérias só tem meio segundo comigo falando ‘rala’, mas ele ficou um tempo no palco e ficamos brincando“, explicou.

“Aí todo mundo esquece das milhares de matérias que saíram de Anitta chama fã no palco, né?“, continuou a poderosa.

A cantora disse que só resolveu gravar a resposta porque “é péssimo você ver as pessoas falando algo que não é verdade — eu resolvi falar porque, desta vez, estão mexendo com uma parada que eu valorizo muito, que são meus fãs“.

(DOL)

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Collor se diz desconfortável em votar o impeachment de Dilma.

Para Collor (PTC-AL), matriz econômica era ‘descabida e insustentável’ – Moreira Mariz / Agência Senado
Brasília – Afastado por um processo de impeachment em 1992, o senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) fez um pronunciamento hoje na tribuna do Senado para dizer não terá outra alternativa que não seja votar o impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas não adiantou seu voto. No pronunciamento, Collor apresentou uma proposta de 19 páginas denominada “Brasil: diretrizes para um plano de reconstrução nacional”, que será encaminhada ao presidente da República “seja ele quem for”.

A proposta prevê reforma política, reforma da política externa, educacional , econômica e a adoção do Parlamentarismo. Ao contrário da “degradada” situação que precede o impeachment de Dilma, Collor disse que, a despeito da interrupção de seu mandato, seu governo deixou um legado “positivo”.

Sobre o impeachment, Collor disse que não se sente a vontade de votar o impeachment de uma presidente que pertence ao partido que liderou seu processo de cassação, mas não o fará com espírito de “vindita”.

Collor disse que não é nada confortável para ele rememorar e, menos ainda, reviver, mesmo que em outra trincheira, momentos como o do impeachment.

— Não me sinto à vontade neste papel, até porque não carrego mágoas e, menos ainda, sentimentos de vindita. Entretanto, diante da autorização da Câmara para a instauração do processo aqui no Senado Federal, não terei alternativa — discursou Collor.

O ex-presidente disse que há tempos detectou e alertou para a falta de sincronia, de receptividade e de diálogo do Executivo com o Congresso Nacional. Disse que desde 2012 , da tribuna, vem chamando a atenção para o esfacelamento institucional do País, para os conflitos entre os seus poderes, para o empoderamento de órgãos auxiliares, para o paradoxo da legitimidade versus credibilidade nos poderes da União. Mas seus alertas não foram levados em conta, chegando a atual situação.

— O tempo e o presente quadro de degradação do País me deram razão. Porém, o que perdurou foi a postura de sempre: me ouviram, mas não me escutaram. O governo continuou a agir exatamente de forma isolada e inversa aos inúmeros conselhos e alertas advindos deste Congresso Nacional. Aliou-se a insensibilidade política à fragilidade de uma matriz econômica descabida e insustentável — disse Collor.

Por O Globo

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