TJPA agiliza processos de improbidade

Mais de 1,2 mil ações foram movimentadas em uma semana
Judiciário movimentou mais de 1200 processos relativos a demandas de improbidade administrativa em todo o Estado
O Judiciário paraense, através de atividades de mutirão, movimentou um total de 1.207 processos em todo o Estado, que envolvem demandas relativas a improbidade administrativa e ações coletivas. Desse total, 150 ações foram sentenciadas, 114 receberam decisões, e outras 943 receberam despachos variados. De acordo com o desembargador Ronaldo Valle, os resultados do mutirão, que foi realizado no período de 4 a 8 de abril deste ano, superaram as expectativas, apresentando uma produtividade maior que a registrada no em mutirão de dezembro do ano passado, quando foram impulsionados 845 processos. O desembargador coordena, no Judiciário do Pará, as atividade que visam o cumprimento das Metas 4 e 6 do Conselho Nacional de Justiça.
Os trabalhos abrangeram 76 varas judiciárias, reunindo magistrados titulares das referidas unidades e os juízes integrantes dos três Grupos de Trabalho designados pelo presidente do TJPA, desembargador Constantino Guerreiro, para dar apoio no julgamento de processos que atendam esse perfil. Os Grupos têm atuação, mediante o requerimento do juiz titular da unidade à Presidência do Tribunal, nas regiões de Marabá, Santarém e Belém, abrangendo todas as Comarcas do Estado do Pará.
Em relação às ações de improbidade, o mutirão resultou em 39 sentenças, 66 decisões e 293 despachos, totalizando 398 processos. Já em relação às ações coletivas, foram 111 sentenças, 48 decisões e outros 650 despachos. Os resultados foram comemorados considerando a complexidade que envolve o rito de processos dessa natureza e que os distinguem das demais ações, como o volume processual, quantidade de requeridos e testemunhas, os quais, em alguns casos, são difíceis de serem localizados, além da necessidade de perícias, dentre outras situações.

O coordenador das Metas 4 e 6 ressaltou a importância das atividades de mutirão e atuação dos Grupos de trabalho, “não só para impulsionar processos, mas também para dar uma satisfação à sociedade de que o Poder Judiciário está atento na coibição das faltas praticadas pelos gestores municipais e estaduais na malversação do dinheiro público”. O quantitativo de processos em trâmite no Estado totaliza 1.547 processos referentes à meta 4, e 1.787 ações que atendem o perfil da meta 6. A meta 4 objetiva julgar 70% das ações de improbidade administrativa e das ações penais contra a administração pública distribuídas até 31/12/2013, e a meta 6 objetiva julgamento de 60% das ações coletivas distribuídas até 31/12/2013;

O desembargador Ronaldo Valle ressaltou ainda que o mutirão foi uma iniciativa do presidente do TJPA, desembargador Constantino Guerreiro, considerando a necessidade de agilização na apreciação dessas demandas. O coordenador parabenizou os juízes, diretores de secretaria e demais servidores, que selecionaram e prepararam os processos para análise, ressaltando o esforço e dedicação para o julgamento do maior número possível de processos durante a semana de trabalhos. Agradeceu também a atenção das Secretarias de Informática e de Planejamento, das coordenadorias de Cerimonial e de Imprensa; bem como da secretaria geral do mutirão, a servidora Cintia Souza.

Fonte: Coordenadoria de Imprensa
Texto: Marinalda Ribeiro
Foto: Ricardo Lima/TJPA

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Cunha pode estar por trás da anulação do impeachment

 Foto: André Dusek/AE
Parece muito claro que, após se reunir com Eduardo Cunha na última sexta-feira, Waldir Maranhão tenha decidido anular a votação do impeachment na Câmara.
A decisão de anular a votação do impeachment na Câmara tomada pelo presidente interino da Casa, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), não parece ser exatamente um ato de patriotismo ou algo relacionado a uma jogada casada com o governo. Pelo que este blog apurou quem estaria por trás dessa decisão é Eduardo Cunha.

Em nota divulgada à imprensa, Maranhão diz que a petição da AGU que pedia o cancelamento da votação ainda não havia sido analisada pela Casa e que, ao tomar conhecimento dela, resolveu acolher. Na decisão, ele argumenta “ocorreram vícios que tornaram nula de pleno direito a sessão em questão”.
Não há nada de errado nem na fala de Maranhão e nem na sua decisão. Há elementos que justificam o cancelamento da sessão. Mas o fato é que a decisão tomada tem mais elementos políticos do que técnicos.
Maranhão esteve na sexta-feira com Cunha e esse tema teria sido discutido entre eles. O presidente afastado da Casa está se sentindo abandonado pelos antigos aliados e percebeu que não conseguiria se livrar da prisão e nem influenciar em mais nada no Congresso se porventura Dilma viesse a ser afastada nesta quarta-feira.

E Maranhão também percebeu que se não tiver tempo para buscar uma base para garantir sua permanência na presidência da Casa também será varrido da cadeira que está em pouco tempo.

Ou seja, para ambos o melhor é que o processo de Dilma se arraste por mais um tempo. E para garantir este tempo, Cunha não se opõe nem sequer a uma aproximação de Maranhão com o governo Dilma.

As peças se reposicionaram de novo. O Supremo deve ser chamado para tratar deste assunto. E pode vir a se manifestar contra a decisão de Maranhão e voltar as peças para onde estavam.

Mas não será uma decisão simples.

Por outro lado, a equipe de Temer deve estar buscando formas de se reaproximar de Cunha. Ficou mais do que claro agora que Cunha não estaria para brincadeira quando disse a alguns aliados, neste final de semana, que o governo Temer pode acabar antes de começar. Cunha não perdoará o vice se ele o abandonar pelo caminho.

Por UOL  -Nossa Politica NET
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Oposição diz que recorrerá de anulação de sessão do impeachment; governistas comemoram

 Nilson Bastian/Câmara dos Deputados-    O líder do Democratas na Câmara, Pauderney Avelino (AM)

O líder do Democratas na Câmara, Pauderney Avelino (AM), classificou como “decisão esdrúxula” a anulação das sessões que votaram o impeachment e chamou o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), de “desequilibrado”.

“Quero deixar claro que essa decisão dele não tem nenhum valor”, afirmou Avelino. “Não cabe mais ao presidente da Câmara agir sobre um processo jurídico perfeito e concluído. Vamos entrar no Supremo Tribunal com uma ação no sentido de preservar o direito dos parlamentares que se expressaram por sua expressiva maioria a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.”

“É uma decisão de uma pessoa desequilibrada, de um títere, é uma decisão de uma pessoa que está subserviente ao terminal governo do PT”, afirmou o deputado.

Avelino afirmou que a oposição vai ao STF (Supremo Tribunal Federal) recorrer contra a anulação das sessões, e que o presidente do Senado, Renan Calheiros, pode recusar a decisão de Maranhão.

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), disse que “a matéria remetida da Câmara para o Senado não tem caminho de volta”. “Trata-se de ato jurídico perfeito e acabado. Inacreditável a audácia dos protagonistas. Não resiste a um mandado de segurança”, disse.

O líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassay (BA), disse que já estão “redigindo o mandado de segurança”. “Sobre o recurso, ainda vamos decidir”, completou o líder tucano.

Imbassahy afirmou que “é um equívoco gravíssimo” a decisão do presidente interino da Câmara. “A abertura do processo contra Dilma é um ato jurídico perfeito. Houve uma decisão da Câmara com mais de 360 votos a favor”, disse.

O senador Raimundo Lira (PMDB-PB), que preside a Comissão Especial de Impeachment no Senado, disse que a decisão “não tem efeito jurídico ou prático”.

No entendimento do peemedebista, “a Câmara perdeu total e absoluto controle no momento que entregou o processo ao Senado”. “O Senado Federal não segue o que determina a Câmara dos Deputados”, completou o parlamentar, que disse estar preparado para votar a abertura do processo nesta quarta (11).

O relator da comissão especial do impeachment no Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG), informou que não vai comentar a decisão por se tratar de um ato da Câmara.
Do outro lado, comemoração

Já o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), negou que o governo tenha pressionado o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), a anular a sessão de votação do pedido de impeachment na Câmara.

Ele reconheceu que o processo de impeachment não está anulado, mas sim as sessões da Câmara, incluindo a da votação que aprovou o pedido de impeachment. “Não está anulando, mas volta para a Câmara”, disse.

Guimarães ainda defendeu a decisão de Maranhão. “Não tem nada de intempestividade, isso é discurso da oposição. Intempestivo foi todos os atos pretéritos desse processo aqui na Câmara. E mesmo assim nós fomos até o final. A lei tem que valer na hora que você perde e na hora que você ganha”, disse.

A senadora Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) afirmou nesta segunda-feira (9) que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), vai remeter o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff para a Câmara. “Renan deve remeter todo o processo à Câmara dos Deputados”, disse Grazziotin.

Por Uol
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Inscrições para o Enem 2016 começam hoje e vão até dia 20.

Começam hoje (9) às 10h, no horário de Brasília, e terminam às 23h59 do dia 20 as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem),  As provas serão aplicadas nos dias 5 e 6 de novembro. A taxa de inscrição será de R$ 68. As informações estão no edital do exame. A inscrição é feita pela internet, nosite do Enem.

O participante deve ter em mãos, no ato da inscrição, o CPF e o número do documento de identidade. Deve também informar um endereço de email. Só é possível fazer a inscrição por email, assim, cada estudante deverá teremail próprio. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame, vai usar o endereço e o telefone celular informado para se comunicar com o participante.

É na hora da inscrição que o participante informa se necessita de algum atendimento específico ou especializado e se é sabatista – aqueles que, por convicção religiosa, guardam o sábado, reservando o dia para descanso e oração. Eles podem fazer o exame após o pôr do sol.

O atendimento especializado é oferecido a pessoas com baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, deficiência auditiva, surdez, deficiência intelectual (mental), surdocegueira, dislexia, déficit de atenção, autismo, discalculia ou com outra condição especial. Já o atendimento específico é feito a gestantes, lactantes, idosos, estudantes em classe hospitalar e sabatistas.

É também na inscrição que o estudante informa se quer utilizar o resultado do Enem para certificação do ensino médio. Para isso, é preciso ter 18 anos completos até o primeiro dia de realização das provas do exame.

Confirmação

A inscrição só é confirmada após o pagamento da taxa de R$ 68. O prazo para que isso seja feito é até as 21h59, no horário de Brasília, do dia 25. São isentos da taxa os estudantes concluintes do ensino médio em escolas públicas e os participantes de baixa renda.

Uma das novidades deste ano é que o estudante poderá pagar a taxa de inscrição em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência dos Correios. Até o ano passado, a inscrição era paga apenas nas agências do Banco do Brasil.

A nota do Enem é usada na seleção para vagas em instituições públicas, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), bolsas na educação superior privada por meio do programa Universidade para Todos (ProUni) e vagas gratuitas nos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec).

O resultado do exame também é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e participar do programa Ciência sem Fronteiras. Para pessoas maiores de 18 anos, o Enem pode ser usado como certificação do ensino médio.
Por: Agência Brasil
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Após decisão da Câmara de anular impeachment, Dilma pede “cautela”

A presidente Dilma Rousseff pediu “cautela” e “calma” ao público que acompanhava, nesta segunda-feira (9), cerimônia de criação de cinco novas universidades. O clima era de euforia devido à assinatura de decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), para anular a tramitação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso.

A petista denunciava mais uma vez o que considera um “golpe de Estado” em curso quando interrompeu seu discurso para dizer que não tem essa informação oficialmente. “Soube agora, da mesma forma que vocês souberam. Apareceu nos celulares que um recurso foi aceito e o processo está suspenso. Estou falando aqui porque não podia fingir que não sei de nada. Mas não sei as consequências. Tenham cautela, vivemos uma conjuntura de manhas e artimanhas”, afirmou.

Foto© Geraldo Magela- Deputado Waldir Maranhão (PP-MA)
Foto© Geraldo Magela- Deputado Waldir Maranhão (PP-MA)

O parlamentar considerou, entre outros fatores, que os parlamentares não poderiam ter anunciado suas posições antes da votação.

O público presente na cerimônia comemorou a decisão aos gritos de “uh, Maranhão” (em referência ao deputado) e “fica, querida”. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, sorridente, também vibrou: “Não vai ter golpe!”, disse, encerrando seu discurso antes programado.

Dilma Rousseff tornou a falar sobre o que qualifica como “golpe frio, que usa argumentos aparentemente legais para depor uma presidente legitimamente eleita”.

“Todos aqui sabem que esse golpe tem uma fachada, que é o processo de impeachment”, acrescentou, avaliando que as acusações contra ela são sobre “ações corriqueiras do governo”, e não sobre crimes.

“Estou sendo vítima de um golpe. É um absoluto desprezo pela capacidade de compreensão da sociedade brasileira ficar falando que não é golpe porque o impeachment está na constituição. Eles esquecem que para ter impeachment é preciso ter um crime de responsabilidade”, disse Dilma.

Na cerimônia desta segunda, a presidente anunciou a criação de cinco novas universidades federais, duas em Goiás, uma em Tocantins, uma no Piauí e uma no Mato Grosso. Antes da cerimônia, Dilma foi recebida por professores e técnicos de universidades federais, que levaram cartazes com dizeres como “Xô, Temer”. O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) também foi vaiado e chamado de “golpista”.

Apesar da proximidade da votação no Senado que poderá levar ao seu afastamento temporário, Dilma continua com agenda cheia. Mais tarde, receberá o presidente do Parlamento do Mercosul, Jorge Taiana, e na sequência embarcará para Goiânia, para inauguração do , Câmara de anular impeachment, Dilma,cautela,novo terminal do Aeroporto de Santa Genoveva.

Entre os políticos que participaram do evento estavam ministros Juca Ferreira (Cultura), Tereza Campello (Desenvolvimento Social e Combate à Fome) e Nilma Lino Borges (Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos), o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), os deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Reginaldo Lopes (PT-MG) e a senadora Fátima Bezerra (PT-RN).

Entre os funcionários do planalto, o clima é de apreensão. Inicialmente comemoram a decisão, mas alguns lembraram que esta anulação pode impulsionar o pedido de impeachment feito pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), o que seria uma “pedra no sapato” para Dilma.
Cristovam Buarque é vaiado em cerimônia com Dilma no Planalto

Semana decisiva

A votação do processo de impeachment no plenário do Senado Federal teria início nesta quarta-feira (11). Agora, depois da decisão do deputado e presidente interino da câmara, Waldir Maranhão, não é certo que o calendário será mantido.

Caso seja, no entanto, a votação poderá durar quase dois dias. “Estamos estimando uma sessão que comece às 10h, com possível duração de 20 horas”, disse Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho, secretário-geral da mesa da Casa.

A decisão contra Dilma e a favor da continuidade do processo terá de ser tomada por maioria simples do Senado, 41 dos 81 parlamentares. Se ocorrer, a presidente ficará afastada por até 180 dias, enquanto espera o julgamento – o vice-presidente da República, Michel Temer, assumirá o cargo durante o período.

Na quarta, se a data for mantida, os trabalhos devem começar com leitura da parte conclusiva do parecer do relator Antônio Anastasia (PSDB-MG), que terá espaço para falar antes do começo da discussão. Na sequência, 80 senadores (Renan Calheiros, presidente do Senado não se pronunciará neste momento) terão 15 minutos cada um para fazerem suas colocações.

Os líderes dos partidos ainda poderão falar entre dois e três minutos para orientar as suas bancadas. Só após essa etapa a votação começa. E a estimativa da Mesa Diretora é que ela seja rápida, durando cerca de cinco minutos. Os parlamentares vão votar ao mesmo tempo, com seus votos aparecendo no painel eletrônico do plenário. (*Com informações de Leandro Prazeres e Márcio Neves)

Por UOL

Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)
Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)

Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)
Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)

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Fazenda ligada a Temer é ocupada em SP, diz MST

 MST ocupa a propriedade no interior de São Paulo

Foto© Fornecido por Estadão
Foto© Fornecido por Estadão

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupou no início da manhã desta segunda-feira, 9, uma fazenda no interior de São Paulo. De acordo com o movimento, a propriedade é ligada ao vice-presidente Michel Temer (PMDB). A assessoria do vice-presidente, entretanto, afirma que o peemedebista não tem fazenda e que a propriedade é de “terceiros”.

Em nota divulgada nesta manhã, o MST afirma que o objetivo é denunciar “conspirações golpistas” do vice, que pode assumir a Presidência caso a presidente Dilma seja afastada pelo Senado na quarta, 11.

A fazenda fica localizada entre os municípios de Duartina, Fernão, Gália e Lucianópolis, nas proximidades de Bauru. De acordo com o MST, não há registros documentais em nome de Temer, mas “é recorrente para os moradores da cidade a noção de quem é o verdadeiro dono da área.”

Além de protestarem contra Temer, os Sem Terra também pedem a reforma agrária em todo país e denunciam o cultivo eucalipto, que seria nocivo ao solo, e a agressão aos direitos trabalhistas na propriedade. A fazenda tem cerca de 1500 hectares e pertenceria ao dono da empresa Argeplan. A reportagem entrou em contato com a Argeplan , mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

Por Estadão
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Para governistas, afastamento de Cunha abre espaço para impeachment de Temer

Diante da aproximação da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado e com o afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara, governistas apostam em fragilidades de um eventual governo do atual vice-presidente, Michel Temer.
O objetivo é desmobilizar o afastamento definitivo de Dilma pelo Senado. Aprovado na comissão especial nesta sexta-feira, o parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) será votado no plenário no próximo dia 11. Se o relatório for aprovado, fica definida a admissibilidade do afastamento. Passa-se então, a análise do mérito dos motivos para o impeachment.
Na interpretação de deputados e ministros petistas, sem o pulso firme de Cunha, há espaço para pressionar pelo impeachment de Temer. Outro fator é uma facilidade menor em pautar a votação de matérias legislativas de interesse do peemedebistas.
Apesar de o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello ter determinado a instalação da comissão que analisará o afastamento de Temer, líderes da Câmara não indicaram os integrantes. Para os partidos de oposição e do chamado “centrão”, que migraram da órbita do PT para o PMDB, não há interesse em afastar o novo nome do Planalto.
Na avaliação de petistas, contudo, o fato do deputado Waldir Maranhão (PP-MA) ter assumido o comando da Casa dá a prerrogativa de tocar o processo. Pelo regimento, quando líderes não indicam integrantes para comissões permanentes, cabe ao presidente essa função. A ideia é aplicar essa regra por analogia.
Aliados de Temer, contudo, entendem que ao definir o rito do impeachment, o Supremo estabeleceu que cabe ao líderes apenas indicar integrantes da comissão.
Já contando com uma derrota no plenário do Senado, petistas se organizam para uma agenda intensa com base no Palácio da Alvorada. De lá, Dilma irá conduzir reuniões com ministros, deputados, senadores, governadores e líderes de movimentos sociais.
O ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, irá continuar em Brasília, ao lado da petista. Nos executivos estaduais, o Planalto conta com a atuação de Rui Costa (BA), Wellington Dias (PI), Flávio Dino (MA) e Camilo Santana (CE). Também é esperada a atuação do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, principalmente para motivar a mobilização social.
Governistas apostam em uma rejeição ao governo Temer durante ao período em que o Senado irá analisar o mérito do impeachment. A ideia é pressionar pelo afastamento do peemedebista e ao mesmo tempo explorar a insatisfação de movimentos sociais. Petistas criticam que não houve uma ampla divulgação de pesquisas de opinião desde a aprovação do impeachment na Câmara.
“Haverá uma mobilização nacional na sociedade para não apoiar um governo ilegítimo”, afirmou ao HuffPost o deputado Paulo Teixeira (PT-SP). Nesse ponto, o papel de Lula será fundamental. “Ele é o grande líder da resistência ao golpe”, disse a deputada Margarida Salomão (PT-MG).
Apesar de admitirem o peso simbólico da ausência de Lula no ato do 1º de maio, petistas negam que haja um afastamento dele com Dilma. Nesta semana, os dois se reuniram para conversar sobre os planos pós-decisão do Senado.
Em jantar na terça-feira, Lula convenceu Dilma a viajar o País atrás de apoio para conseguir votos no Senado. Na época do Mensalão, ele adotou estratégia semelhante a fim de se fortalecer.
Quanto à possibilidade de novas eleições, o PT vai buscar um consenso com os movimentos sociais antes de defender publicamente uma ideia. Há partidários de eleições gerais e de uma consulta à população na forma de plebiscito, por exemplo. O diretório da legenda irá se reunir dia 17 para discutir o cenário.
Por HuffPost Brasil Marcella Fernandes

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Presidente da Câmara Maranhão divulga nota anulando sessão do impeachment

(Foto:Manifestantes a favor e contra impeachment- Divulgação) – O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), divulgou nota nesta segunda-feira , 9, em que informa que as sessões que resultaram na autorização da abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff sejam anuladas e que uma nova sessão seja realizada no prazo de cinco sessões a partir da devolução do processo do Senado.

Presidente Dilma (PT)
Presidente Dilma (PT)

O deputado atendeu a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU). Maranhão assumiu a presidência da Câmara após Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ser afastado por decisão do Supremo Tribubal Federal (STF).

Foto© Geraldo Magela- Deputado Waldir Maranhão (PP-MA)
Foto© Geraldo Magela- Deputado Waldir Maranhão (PP-MA)

A Advocacia-Geral da União (AGU) havia protocolado no dia 25 de abril, na Câmara dos Deputados, pedido de anulação da sessão do último dia 17 de abril em que a Casa aprovou, por 367 votos a 137, a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Assinado pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, o pedido elencava pelo menos quatro ilegalidades na sessão.

Articulação

Durante o fim de semana, Waldir Maranhão viajou para São Luís, tentando costurar apoio político para garantir sua permanência no cargo. No domingo, 8, o deputado retornou a Brasília no início da noite, no jatinho da FAB destinado ao deslocamento das autoridades federais. A bordo também o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), aliado da presidente Dilma Rousseff.

‘Golpe’

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, fazia um discurso no Palácio do Planalto, em Brasília quando ficou sabendo da notícia sobre a anulação das sessões do impeachment. Com os gritos da plateia de “não vai ter golpe”, ele interrompeu a falo e disse que “vai ter luta, não vai ter golpe”.
Por Estadão

Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)
Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)

Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)
Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)

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Semana sangrenta com quatro mortes de trânsito na região Oeste

Acidente com vítimas fatais na Transamazônica -Mais dois trágicos acidentes com vítimas fatais aconteceram na região Oeste do Pará, elevando ainda mais a estatística de nosso perigoso trânsito.
Acidente-com-vítimas-fatais-na-Curuá-Una
O primeiro acidente aconteceu por volta 14:30 horas de sábado (07) envolvendo uma motocicleta e um carro. Mãe e filha trafegavam em motocicleta Pop pela ponte do rio Curuá-una,  na Rodovia Transamazônica, cerca de 17 km distante do município de Placas, no sentido Rurópolis, quando repentinamente um veículo apareceu e bateu violentamente na moto. As duas mulheres que estavam na moto (mãe e filha) ficaram bastante feridas. O veículo caiu dentro do rio Curuá-una.
Vítima fatal do acidente

Vítima fatal do acidente na Transamazônica
Vítima fatal do acidente na Transamazônica

No acidente duas vítimas fatais. Acimara Martins de Oliveira, e sua filha Tamilis Martins de Oliveira, menor de idade, que ainda foi conduzida para a cidade de Santarém mas que faleceu a caminho. O condutor do veículo se evadiu do local na hora do acidente e foi encontrado pela Policia a 30 km da cidade de Placas, sentido Uruará. Identificado pelo nome de Orlando Câmara Monteiro, de 34 anos, ele disse à Policia que estava com medo de represália.

OUTRO ACIDENTE: Outro acidente aconteceu na Rodovia Curuá-Una, na Serra do Diamantino, por volta das 5 horas da manhã deste domingo (08). Leonardo Mesquita da Silva, de 20 anos, trabalhava em uma distribuidora que fica no antigo Canecão e morava na comunidade de Jacamin e; Gerson Pimentel Aquino, de 18 anos, viajavam de moto no sentido Santarém\Planalto, quando a moto se chocou com um carro que seguia para a cidade de Santarém. Os dois morreram na hora do acidente e o motorista do carro foi levado para o PSM.

Somando a estatística dos dois acidentes, foram quatro mortes em menos de um dia.

Fonte: RG 15\O Impacto

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Atenção, imagens fortes! -Em Medicilândia, vaqueiro tem cabeça decepada

Até onde a barbaridade do homem pode chegar. Essa é a pergunta que os moradores de Medicilândia estão se fazendo. Neste final de semana, um crime com muito requinte de crueldade, chocou a população do município que fica localizado às margens da BR 230, no oeste do Pará.

De acordo com informações, dois homens que faziam parte de uma comitiva de tropeiros, conduziam cerca de 1.200 bezerros pela rodovia. O crime aconteceu por volta das 15h de sábado (7). Ao chegarem sobre a ponte do km 108,  onde a tropa da boiada estava acampada para passar a noite, o vaqueiro e o cozinheiro se desentenderam. O cozinheiro acabou matando o colega de trabalho com um tiro, e depois ainda decepou a cabeça da vítima, jogando-a dentro do rio.

RG 15 / O Impactomorto-em-medicilandia-2 morto-em-medicilandia-3

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