Crise leva jovens a abandonar os sonhos e aceitar qualquer emprego

A crise econômica está levando um número crescente de jovens a abandonar o sonho de um grande emprego e a aceitar qualquer oportunidade de trabalho. Eles já foram o pesadelo de muito RH. Jovens nascidos nas décadas de 1980 e 1990, cheios de energia, mas zero pacientes. Essa geração acabou de ter um choque de realidade.

“Esses jovens estão se dando conta de que a vida não era tão fácil quanto eles imaginavam. E o que os dilemas e os dramas que os pais viveram tinham suas razões, que eles estão experenciando agora”, analisa o antropólogo Michel Alcoforado.

O que esses jovens estão vivendo é a crise. 24,1% dos brasileiros entre 18 e 24 anos estão atrás de trabalho.

“É interessante ver jovens que achavam que antes dos 30 iam virar diretores, jovens que achavam que podiam questionar a hierarquia do seu mundo do trabalho dizendo ‘olha’, melhor ficar quieto no meu quadrado enquanto ainda tem emprego”, diz o antropólogo.

Esses jovens estão atrás do primeiro emprego. E está difícil. “Eu vim no começo do ano e tinha mais vagas. Só que agora a gente encontra uma ou nenhuma. Aí fica meio difícil de conseguir um emprego”, conta a estudante Letícia da Paz.

E o salário, que eles esperavam que já começasse alto? “Há uns três anos, logo quando eu sai do Ensino Médio, a vaga de estágio o valor era entre R$ 1,2 mil e R$ 1,3 mil. Hoje a vaga de estágio que estou conseguindo é de R$ 700. Então defasou muito”, diz a estudante Cássia Soares.

Diante da primeira crise econômica, a relação dessa geração com o dinheiro também mudou. Os mais jovens perceberam que precisam guardar um pouco em vez de gastar tudo que ganham e esse comportamento é uma novidade, começou de dois anos pra cá.

Uma pesquisa feita com jovens no país todo mostrou que 32% deles vêm economizando há dois anos. Outros 34% começaram a fazer isso neste ano e o resto não guarda dinheiro porque não sobra nada ou porque não tem interesse.

“Estou deixando de comprar coisas, sair com a namorada, está muito dificil. O dinheiro está sumindo no bolso”, diz Wesley Coelho, que está desempregado.

Por JOrnal da Globo/Janaína Lepri São Paulo, SP

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981151332 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




UM É PM-Presos acusados de sequestro e morte de pecuarista em Cumaru.

Foto: Policia Civil do Pará-Já estão presos três homens acusados da morte do pecuarista Nasçon Evangelista do Nascimento. A vítima foi sequestrada de dentro de sua fazenda, na zona rural de Cumaru do Norte, sudeste do Estado, em 8 de novembro do ano passado. Um dos presos é policial militar. Os acusados foram localizados em municípios diferentes. Todas as prisões foram em cumprimento de mandados de prisão decretados pela Justiça.

O policial militar preso é David Jerry Ribeiro dos Santos, preso em Redenção no Pará. Além dele também foi preso Miguel Lucena Borges, em Santana do Araguaia, sul do Estado e; Heliodoro Gomes Bueno Neto, de apelido ‘Léo Fuminho’, em Confresa, no Estado de Mato Grosso. Em depoimento, Heliodoro confessou a autoria do crime. Com ele, foi apreendida a arma usada para matar o pecuarista.

A operação policial é resultado de investigações presididas pela equipe da Divisão de Homicídios (DH) do Estado do Pará. De acordo com o delegado Fernando Bezerra, da DH, a vítima foi levada no próprio carro por cinco homens, após o grupo criminoso invadir a propriedade rural do pecuarista. Dois dias após o sequestro, a caminhonete da vítima foi encontrada queimada no Estado do Mato Grosso, porém o corpo de Nasçon jamais foi encontrado.

Durante as investigações, a equipe da DH se deslocou até Cumaru do Norte, por diversas vezes, em busca de informações que pudessem ajudar a elucidar o sequestro seguido do possível assassinato do pecuarista. Os fatos apurados durante o inquérito levaram os policiais civis do Pará a levantar informações em conjunto com policiais civis do Estado de Mato Grosso, que prestaram apoio reiterado às investigações policiais da DH. Com o andamento do inquérito, foi possível chegar à identificação dos suspeitos de envolvimento no crime. Três deles identificados tiveram seus mandados de prisão solicitados ao Poder Judiciário com base nas provas levantadas no curso da apuração do caso.

Com as ordens de prisão em mãos, os policiais civis se deslocaram até a cidade de Confresa, onde as investigações apontaram para o paradeiro dos suspeitos. Com apoio do delegado Alberone Lobato, titular da Delegacia de Santana do Araguaia, e do delegado André Rivonato, titular da Delegacia de Confresa (MT), as equipes da Divisão de Homicídios conseguiram cumprir os mandados de prisão, de forma simultânea, no Pará e em Mato Grosso. O delegado Fernando Bezerra, que viajou com equipe de policiais civis, até o município de Confresa, para coordenar o cumprimento do mandado de prisão contra Heliodoro Neto.

Ao ser preso, em sua casa, o acusado foi flagrado de posse de um revólver calibre 38 sem porte legal. Ele foi autuado em flagrante pelo crime na Delegacia da cidade mato-grossense. Ao delegado, o suspeito confirmou que matou a vítima com dois tiros e abandonou o corpo em uma mata ainda na área pertencente ao Estado do Pará. Ele revelou ainda que usou o mesmo revólver apreendido para executar o pecuarista. Os policiais civis paraenses permanecem em Mato Grosso, aguardando autorização da Justiça de Confresa para recambiar o preso ao Pará.

Por Orm News
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981151332 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Preso no Pará suspeito de matar mulher em Sinop(MT); carro é apreendido

A Polícia Militar do Pará prendeu o homem de 33 anos, esta noite, em um barreira na BR-163, próximo a cidade de Moraes de Almeida e apreendeu o Toyota Corolla preto. Há fortes suspeitas que seria o veículo da vítima, Rosa de Lourdes Francisca da Silva, 43 anos, mas oficialmente a polícia ainda não confirmou. O investigado está sendo recambiado para Itaituba e a polícia checa uma pista que ele seria morador de Sinop.

Rosa de Lourdes Francisca da Silva, 43 anos
Rosa de Lourdes Francisca da Silva, 43 anos

Segundo a PM paraense, o veículo foi levado para averiguação, momento em que um escrivão constatou que era roubado e também encontrou objetos de mulher, uma agenda que tinha alguns números de telefone e as investigações prosseguem.

Rosa foi encontrada morta, esta manhã, na avenida André Maggi, no bairro Jardim das Rosas, em um quarteirão sem residências. De acordo com informações do boletim de ocorrência da Polícia Civil, ela foi assassinada possivelmente com facadas nas costas e também no pescoço. Havia muito sangue no local. Uma faca com cabo branco e com marcas de sangue foi encontrada na região. Tudo indica que seja a arma utilizada no crime.
Ela residia no bairro Jardim Jequitibás e seria solteira. A motivação do crime continua sendo investigada pela Polícia Civil.

Fonte: Só Notícias/Weverton Correa e José Carlos Araújo

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981151332 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Bancada do PSOL na Câmara vai pedir a prisão de Jucá por ‘obstrução da Justiça’

A assessoria de imprensa da bancada do PSOL na Câmara dos Deputados informou na manhã desta segunda-feira, 23, que entrará com uma

Romero Jucá
Romero Jucá

representação contra o ministro do Planejamento, Romero Jucá, na Procuradoria Geral da República (PGR). O partido irá sugerir a prisão do peemedebista por obstrução da Justiça.A expectativa é de que o partido vá à PGR ainda na tarde desta segunda. Reportagem do jornalFolha de S. Paulo revelou que, em uma conversa com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, Jucá sugere a existência de um pacto para obstruir a Operação Lava Jato e diz que é preciso “estancar a sangria”.Conselho.

O senador Telmário Mota (PDT-RR) também anunciou que vai ingressar no Conselh0 de Ética do Senado com pedido de cassação do mandato do senador Romero Jucá (PMDB-RR), licenciado para ocupar o ministério do Planejamento. Afastamento.  Agora na base do governo do presidente em exercício Michel Temer, o líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), defendeu nesta manhã que o ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB), seja afastado do cargo.

Por Estadão Daiene Cardoso

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Incra oficializa acordo entre quilombolas e indígenas de Santarém (PA)

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) mediou as negociações que viabilizaram a pactuação de um acordo entre representações dos movimentos quilombola e indígena de Santarém (PA), no processo que trata da regularização fundiária da comunidade Tiningu.

Inicialmente, o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) elaborado pelo Incra apontou uma área de 4.271 hectares para a comunidade remanescente de quilombos Tiningu. Na edição de hoje (23), o Diário Oficial da União (DOU) publicou a retificação do perímetro, passando para 3.857 hectares (mapa). O ato também será publicado no Diário Oficial do Estado do Pará.

A revisão do perímetro se dá em atendimento à reivindicação do movimento indígena, de tal modo que não haja sobreposição de áreas pretendidas pela comunidade Tiningu e pelos povos Munduruku e Apiaká das aldeias Açaizal, São Francisco da Cavada e Ipaupixuna.

Produção de farinha de mandioca na comunidade Tiningu

A medida administrativa é o desfecho de negociações envolvendo o Incra; a Fundação Nacional do Índio (Funai); a Associação Indígena Açaizal Sagrada Família (AIASF); a Associação Comunitária de Remanescente de Quilombos de Tiningu; os Ministérios Públicos Federal (MPF) e do Estado do Pará (MPE); e as organizações Terra de Direitos e Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Selado o acordo, o Incra dá prosseguimento às etapas administrativas do processo de regularização fundiária da comunidade remanescente de quilombos Tiningu.
A próxima fase é a abertura de prazo para recebimento de eventual recurso à decisão da autarquia que, por recomendação dos setores técnicos e da Procuradoria Federal Especializada (PFE), indeferiu contestação de particulares à área apontada para as famílias quilombolas de Tiningu.
Se interposto, o recurso será encaminhado à Presidência do Incra, instância a qual cabe a análise e o julgamento.
Incra Oeste do Pará
Por Incra/ASCOM/Oeste do Pará
Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Mutirão de documentação realiza 3.135 atendimentos em Juruti (PA)

Mais de dois mil documentos serão emitidos gratuitamente

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Oeste do Pará articulou, no período de 29 de abril a 15 de maio, um mutirão de documentação no município de Juruti (PA). Foram atendidas comunidades rurais do Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Juruti Velho, do Projeto de Assentamento (PA) Socó I e da região do Mamuru.

Segundo Orivan Matos, servidor do Incra e assegurador do Programa de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR) no Oeste do Pará, foram efetuados cadastros para a emissão de 2123 documentos, dos quais, 1001 CPF; 810 carteiras de identidade; e 312 títulos de eleitor. O registro e a impressão de fotos, num total de 1012 atendimentos, foi outro serviço ofertado gratuitamente à população.

A previsão é que os documentos sejam entregues em julho deste ano, nas mesmas comunidades onde ocorreram os atendimentos do mutirão.

A ação foi realizada em conjunto com a Polícia Civil, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e a Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho (Acorjuve). A equipe do Incra se deslocou até as comunidades por meio de lancha, disponibilizando os atendimentos em regiões pólo.

O mutirão faz parte do Programa de Documentação da Trabalhadora Rural – agora coordenado pelo novo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) – e executado em parceria com instituições como o Incra, a Polícia Civil e cartórios eleitorais. O foco principal são as mulheres, mas o programa atende também homens e jovens trabalhadores rurais, além de crianças, independente do gênero.
Por Incra Santarém
Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Moro cobra postura mais ativa do governo contra corrupção: ‘Não interferir é obrigação”

   Juiz Sergio Moro participa do Fórum Veja – “O Brasil que temos e o Brasil que queremos ter”

O juiz federal Sergio Moro, que conduz a Operação Lava Jato na primeira instância em Curitiba, afirmou nesta segunda-feira, durante o Fórum VEJA, que o governo precisa tomar um posicionamento mais assertivo no combate à corrupção, propondo medidas que endureçam as penas por crimes do gênero e destravem os processos no Judiciário.

“É necessário que o governo tenha uma postura mais propositiva. Dizer que não vai interferir é obrigação. Existem iniciativas que dependem do governo, inclusive leis que podem ser aprovadas com o seu incentivo”, afirmou.
. Moro citou a campanha do Ministério Público Federal, das dez medidas contra a corrupção, como um exemplo de “iniciativa mais propositiva”. “A atitude mais firme do Judiciário, esse repúdio consensual contra as práticas de corrupção, é preciso que isso se institucionalize, que se transforme em costumes mais duradouros para que resolvamos os problemas atuais e consigamos diminui-lo no futuro”, disse Moro. “A corrupção sistêmica tem um custo enorme para o país”, resumiu o magistrado.

Moro também afirmou que é um “equívoco” pensar a corrupção em termos político partidários. Segundo ele, as suas decisões são baseadas apenas nos fatos e nas provas, “seja qual for a cor partidária”. O ministro do STF Luis Roberto Barroso, que também participava da mesa de debates, completou o argumento dizendo que existe a corrupção “dos nossos e dos deles”. “A corrupção é um mal em si que não pode ser politizado”, disse Barroso.

Por VEJA.com

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Ato contra Temer em SP é alvo de ação da PM

Alvo de um protesto do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), o presidente em exercício Michel Temer determinou ontem o fechamento das vias de acesso à sua residência, no bairro Alto de Pinheiros, em São Paulo, e retornou a Brasília no meio da tarde antes que os manifestantes chegassem ao local.O ato chegou a reunir 5.000 pessoas no seu auge, às 17h, segundo a Polícia Militar.

No início da noite, um grupo de cerca de 150 manifestantes montou um acampamento em uma praça que fica a cerca de 100 metros da casa de Temer.Conforme a PM, foi dado um prazo até a meia-noite para que eles se retirassem do local. Um efetivo de 30 homens da equipe de Força Tática da corporação se deslocou para a região e no início da madrugada começou a lançar jatos de água e bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes.O objetivo do ato, que teve início no Largo da Batata, por volta de 14h, era protestar contra a suspensão das novas contratações do programa Minha Casa Minha Vida.

Os manifestantes marcharam da concentração do protesto até a casa do peemedebista, um percurso de cerca de três quilômetros.O Centro de Operações da PM (Copom) informou que até às 0h55, a Força Tática ainda negociava com os manifestantes.Os militantes sem-teto, porém, resistiam e até a conclusão desta edição permaneciam no local. Após o início da ação da PM, o líder do MTST, Guilherme Boulos, consultou os manifestantes e a decisão foi de que eles continuariam nas imediações, exceto mulheres, crianças e idosos. “Quem buscou o enfrentamento foram eles”, afirmou Boulos.‘Segurança nacional’O bloqueio do local foi determinado ainda pela manhã pela segurança do presidente em exercício.

O acesso para as ruas próximas à residência do peemedebista foi fechado. Os moradores que tentavam passar eram informados de que se tratava de um “perímetro de Segurança Nacional”.Dezenas de policiais militares montaram barreiras e reforçaram o bloqueio. A restrição irritou moradores da região. Muitos bateram boca com policiais. “Faz 40 anos que minha mãe mora no bairro e agora ela não pode ir até a praça. Essa decisão foi abusiva”, reclamou o economista Maurício Barbosa, de 43 anos, antes da chegada dos manifestantes.Temer retornou para Brasília pouco antes das 15h. O protesto do MTST chegou ao local depois.

Os líderes do movimento fizeram discursos e muros de algumas casas foram pichados. Segundo a assessoria de Temer, a decisão de interditar as ruas de acesso foi informada aos moradores. “Acho curioso invocarem a segurança nacional para barrar os manifestantes. Fazia tempo que isso não acontecia”, disse Boulos. O dirigente afirmou que cogita organizar protestos em frente à casa de Temer em todos os fins de semana que ele estiver em São Paulo. “A primeira vítima desse governo, que nós não reconhecemos como legítimo, é o Minha Casa Minha Vida. Cortaram 11.200 unidades contratadas e anunciaram a suspensão do programa.”Na opinião do líder do MTST, o governo Temer mostrou “despreparo”. “O ministro das Cidades (Bruno Araújo) anunciou a suspensão (do programa) e voltou atrás. Depois veio o Geddel (Vieira Lima) e confirmou de novo”.O ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, disse na sexta-feira passada em entrevista na rádio CBN que as contratações de novas unidades do programa Minha Casa Minha Vida estão suspensas para que o governo do presidente em exercício Michel Temer faça uma “análise” sobre o programa de habitação popular.

Em entrevista ao Estado, publicada na sexta-feira, o ministro das Cidades, Bruno Araújo, disse não haver compromisso com a meta da presidente afastada Dilma Rousseff de contratar 2 milhões de moradias do programa até o fim de 2018.Araújo depois divulgou nota para garantir a continuidade do programa na gestão Temer. “O que estamos fazendo é sendo cautelosos, avaliando o que nos permite prometer para que não possam ocorrer falsas esperanças”, afirmou no comunicado.‘Esculacho’No dia 21 de abril, houve um ato – batizado de “esculacho” – em frente à casa de Temer quando ele estava lá. Cerca de 60 pessoas, a maioria jovens, foi ao local com faixas e cartazes com dizeres “Temer golpista”.

Por Estadão /Pedro Venceslau e Francisco Carlos de Assis

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Lava Jato não foi e não será barrada por ninguém, diz Polícia Federal

Foto-  Igor Romário de Paula, chefe da Delegacia de Combate ao Crime Organizado de Curitiba

Delegados da Polícia Federal que atuam na Operação Lava Jato reagiram nesta segunda-feira aos indicativos de que o ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB), estaria em busca de um “pacto” para paralisar as investigações e afirmaram que a apuração sobre o propinoduto bilionário instalado na Petrobras continuará independentemente da vontade de agentes políticos e da recente ascensão de Michel Temer ao poder.

Reportagem do jornal Folha de S. Paulo desta segunda-feira revelou diálogo gravado com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado em que Romero Jucá sugere que uma possível mudança no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” feita pela Operação Lava Jato, que investiga ambos. A conversa aconteceu em março, semanas antes da votação pelo impeachment de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.

“É preciso tomar cuidado para que a Operação Lava Jato não seja envolvida em um jogo político que não faz parte da atividade policial. Se houver indícios [de tentativa de paralisar as investigações], vão ser apurados no foro adequado. Vamos ter que aguardar para ver se é necessário [tomar] alguma medida aqui [no Paraná, onde tramitam processos de investigados sem foro]. Mas está mais do que claro que a Lava Jato não foi e não será barrada por qualquer pessoa no país”, disse o delegado Igor Romário de Paula, um dos coordenadores da Lava Jato.

“Diante do eventual receio de que a gente possa ser prejudicado com eventual intenção do ministro do Planejamento, o que a gente tem notado é que a Lava Jato atingiu um patamar republicano no Brasil e que a Polícia Federal, ao lado do Ministério Público Federal e da Receita Federal, não sofre influências políticas”, completou o delegado Luciano Flores, responsável pela 29ª fase da Lava Jato, deflagrada na manhã de hoje. “Não bastam intenções ou declarações de qualquer governo que seja. A Lava Jato está baseada em indícios e provas contundentes, permitindo que o Ministério Público Federal faça denúncias baseadas em fatos concretos e que o Poder Judiciário possa condenar quem tiver de ser condenado e absolver quem tiver de ser absolvido”, declarou.

Segundo Flores, o apoio popular às investigações sobre o escândalo do petrolão é fator crucial para que a Lava Jato possa continuar em atividade, investigando os mais diversos suspeitos. “Ter apoio popular (…) dá legitimidade para as instituições como a Polícia Federal e o Ministério Público Federal serem cada vez mais fortes e terem uma autonomia necessária para continuar investigando de maneira imparcial”, disse. “Dada a imparcialidade, o fato de os investigadores não terem partidos, de a Polícia Federal não trabalhar para qualquer partido, não damos chance para sofrer esse tipo de influência política”.

Por VEJA.com

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Em áudio, ministro de Temer diz que Aécio e Renan ‘não entendem’ Lava Jato

Além das possíveis investidas numa espécie de força-tarefa para barrar a Operação Lava Jato, as conversas entre o ministro do Planejamento, Romero Jucá, e Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, fala nos possíveis danos a políticos.

Entre eles, o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o presidente do PSDB, Aécio Neves. “Todo mundo na bandeja para ser comido”, diz Jucá.

Machado se mostra preocupado com a união entre Sérgio Moro e Rodrigo Janot, que, segundo ele, “querem pegar todo mundo”.

Jucá responde, então: “Acabar com a classe política para ressurgir, construir uma nova casta, pura”.

Sérgio Machado fala que o primeiro a “cair” será o senador tucano. “O Aécio não tem condição, a gente sabe disso, porra. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de campanha do PSDB”.

“O que que a gente fez junto, Romero, naquela eleição, para eleger os deputados, para ele [Aécio] ser presidente da Câmara?”. O senador tucano presidiu a Câmara dos Deputados entre 2001 e 2002, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso.

Renan ‘não entendeu’
O atual ministro do Planejamento de Temer ainda fala sobre como a “a solução Michel” enfrentou dificuldades com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

“Só Renan que está contra essa porra. ‘Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha’. Gente, esquece o Eduardo Cunha. O Eduardo Cunha está morto, porra”, afirma Jucá.

“O Renan reage à solução do Michel. Porra, o Michel, é uma solução que a gente pode, antes de resolver, negociar como é que vai ser. ‘Michel, vem cá, é isso e isso, isso, vai ser assim, as reformas são essas”, disse Jucá ao ex-presidente da Transpetro.

À Folha, a assessoria de Aécio diz desconhecer os termos da conversa e que ele foi eleito para presidente a Câmara com a maioria dos votos. Renan não foi encontrado para comentar.

Por HuffPost Brasil

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br