Jovem toma pílula do dia seguinte e tem gravidez ectópica. Entenda!

Gigi tem 33 anos, é formada em Letras pelas USP, trabalha como Experience Analyst e mora em São Paulo. Em meados de 2015, em meio às despedidas da Irlanda (onde morou por quatro anos), ela transou sem camisinha com um rapaz e fez o que habitualmente fazia nessas ocasiões: tomou a pílula do dia seguinte. Mas… a pílula não só não evitou a gravidez como resultou em uma gravidez ectópica (em que a gestação ocorre nas trompas), conta Gigi. Ela precisou se submeter a uma cirurgia, perdeu uma das trompas e o bebê.
“Cada dia que passava, eu sentia que estava mais perto da morte”, disse em texto viral no Medium (já visto por mais de meio milhão de pessoas). Em entrevista à Glamour, Gigi fala sobre o drama vivido, gravidez e sexo. “Eu jamais em hipótese alguma teria tomado a pílula do dia seguinte se soubesse deste risco”, alerta.
A história começa no meio de 2015, na Irlanda. Após quatro anos trabalhando e estudando no país (“fiz de tudo: cleaner, garçonete, cleaner der asilo de freira, bartender, stripper” e “estudei muito: fiz cursos de roteiro e neurosciência”) Gigi decidiu se despedir da temporada europeia curtindo os últimos dias e, numa dessas, teve relações sexuais sem proteção com um estrangeiro. “Eu não queria transar sem proteção. Mas né… o cara queria, e sem proteção foi. No dia seguinte, obviamente eu tomaria a pílula do dia seguinte”, conta.
Mas desde o início ela sentiu que havia algo errado: “Conheço meu corpo: naquele mesmo dia senti que algo estava diferente dentro de mim. Mas só viria a saber mesmo o que era umas duas semanas depois quando, faltando 5 dias pro meu voo de volta pro Brasil, fiz um teste, e quase nem conseguia segurar ao ver o resultado: A pílula não tinha funcionado”, disse.
Gigi decidiu ter o filho, mas ainda não estava certa de que estava tudo bem com seu corpo. “Acho que toda mulher que conhece seu corpo sabe exatamente quando tem algo errado”, falou.
“Quando desci do avião no Brasil, senti uma dor muito forte do lado esquerdo do ventre além de sangramentos, que me fizeram achar que eu tinha abortado. Entao fomos a um médico de emergência na época, fizemos testes, e depois de um tempo outros testes, e eu ainda estava grávida”, contou.
Gigi conta que jamais podia imaginar que sua gravidez era de risco porque “nunca tinha ouvido sequer falar em gravidez ectópica” e poque não havia sido alertada sobre esse risco após o uso do remédio. “Na Irlanda, quando voce vai comprar pílula do dia seguinte na farmácia, eles levam você pra uma salinha onde fazem uma pequena entrevista, e te advertem de que a pílula não é o  melhor método pra evitar uma gravidez e que não evita doenças. Isso eu sei. Mas eles não te falam que você pode ter uma gravidez ectópica e realmente acabar com a sua vida”, alerta.
A notícia veio no primeiro ultrassom: “No dia do primeira ultrassom, enquanto ouvíamos os batimentos cardíacos do bebê e minha irmã e mãe choravam de emoção, veio a notícia: a médica olhou com aquela cara estranha, e eu senti ali que tinha um problema. Ela desligou o som dos batimentos cardíacos e disse “está fora do útero”. E eu “como põe pra dentro?”. Ela ficou sem graça de me dizer diretamente, dava pra ver no rosto dela: “você vai tomar um remedinho ou fazer uma cirurgia”. Ela não teve coragem de dizer. E eu entendi que o remedinho ou a cirurgia era pra por pra dentro do útero. Mas não era: era pra tirar, ou tirar perdendo trompa e tudo mais”, relata.
Gigi passou por uma cirurgia às pressas (“o procedimento foi tão de emergência que me colocaram na frente de outras cirurgias de emergência), perdeu uma das trompas e o bebê, mas ainda pode engravidar.
“Hoje estou curada, passou, tá tudo bem, e agora tive forças pra falar no assunto. Mas quantas amigas vão passar por isso e outras coisas piores até que a verdade sobre pílula do dia seguinte seja espalhada?”, denuncia.
“Eu jamais em hipótese alguma teria tomado a pílula do dia seguinte se soubesse deste risco. Eu não me importo de correr riscos mas quando corro riscos, eu o faço por saber os riscos que estou correndo, mas não foi assim com a pílula do dia seguinte. Eu sempre tomei a pílula do dia seguinte, sem nunca achar que poderia me causar este dano. Eu sabia que a pílula poderia não funcionar e eu poderia engravidar. Essa informação eles passam para a gente, e eu estava ok com este risco. Agora que eu poderia engravidar NAS TROMPAS e MORRER, ou com sorte, PERDER BEBE E TROMPAS, really??? Não, eu jamais teria tomado. Minha vida é muito importante pra mim”, expõe.
Gigi alerta também para as dificuldades que teve para descobrir o triste diagnóstico: “Nenhum médico tinha sequer me falado da possibilidade de ser ectópica mesmo ouvindo meus sintomas: dor do lado esquerdo e pequenos sangramentos, além dos resultados de Beta HCG que davam meio baixo. Parecia que esta gravidez não tinha o menor problema”.
A jovem conta que após a cirurgia passou por um processo difícil: “Não foi fácil. Todos pensam que vai ser rápido e let it go. São vários estágios, e, pra mim, um deles foi ficar traumatizada a respeito de homens”. Ela revela que agora o “medo de homem passou, pelo menos aquele mais evidente e dilacerante”, mas que ainda não conseguiu achar alguém interessante. “Você fica mais seletiva, porque só a gente sabe o que passou”, diz.
Mas Gigi não perdeu a esperança de amar. “Tenho vocação pra amar (aquelas de Peixes com ascendente em Câncer), mas quando isto acontecer, as regras são outras: posso ter um relacionamento com alguém, mas tô há 33 anos num relacionamento comigo mesma e hoje reconheco o quanto isto tem valor: sexo quando acontecer pra mim vai ser sem as consequências do dia seguinte que só afetam a mulher. Engraçado como para a mulher, depois do sexo, sobra o dia seguinte: se preocupar se engravidou, se preocupar com o método usado, se preocupar com os inchacos e o humor afetado por hormônios, se preocupar se o método falhou etc. A gente tem que pensar num outro meio, gente. A vida tem que ser mais prazerosa e segura”, alegra-se.
E defende: “Chega de carregar sozinha as consequencias químicas no corpo e na vida de um ato que devia ser responsavelmente praticado por dois.  Amor próprio em primeiro lugar. Enough is enough”.

G1

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Jovem asfixiada deixa a UTI e abre os olhos após 4 meses; noivo é suspeito

A enfermeira que foi asfixiada dentro do próprio apartamento em São Vicente, no litoral de São Paulo, há quatro meses, deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). De acordo com a irmã da vítima, ela já está no quarto e respondendo a alguns estímulos. Janina Alves, de 27 anos, já está abrindo os olhos e, com isso, a família voltou a acreditar em uma recuperação plena. O noivo de Janaína é o principal suspeito de cometer o crime. Ele foi preso no dia 9 de agosto em Praia Grande.
Segundo Marcela Camilla, a situação da irmã continua delicada, mas a saída da UTI trouxe esperança à família. “Ela está no quarto, mudou logo depois do aniversário. Foi transferida do Hospital Ana Costa para Santa Casa, mas o quadro dela é semivegetativo, ela responde alguns estímulos, mas ainda não fala e não tem completamente a função motora”, contou.
Apesar da pequena melhora de Janaína, Marcela prefere manter cautela. “Os médicos estão acompanhando porque a lesão dela foi muito grave. Às vezes ela abre o olho, mas tudo está sendo tratado com calma e nós esperamos que ela saia dessa situação o quanto antes”, acrescentou.
Justiça
Sobre a recente prisão do advogado William Cesar Borreli, indiciado por tentativa de homicídio, Marcela e a família continuam acreditando que o então noivo é o principal suspeito do crime.
William, no entanto, desde o princípio defendeu a versão de que a vítima teria sido esganada por um pedreiro que trabalhava no imóvel do casal. Ele teria entrado em luta corporal com o homem, que fugiu do local. A Polícia já colheu depoimento do advogado e também do pedreiro Raimundo Rodrigues de Souza Júnior, que foi inocentado do crime no mês passado.
“Desde o princípio nós achamos que ele (William) fez isso com a minha irmã, até pela frieza que ele tratou o caso. Nunca buscou saber da minha irmã, só fala com advogado. Tudo isso nos mostra que ele é culpado e terá de pagar por isso”, destaca Marcela.
Nos últimos dias, amigos da vítima têm se juntado para fazer doações à Janaína. Eles se mobilizaram e levaram fraldas para o hospital. “Isso mostra o quanto minha irmã é querida. Sempre tivemos os amigos do lado, dando apoio”.

Advogado e noivo da vítima é suspeito de cometer o crime (Foto: Reprodução / TV Tribuna)
Advogado e noivo da vítima é suspeito de cometer
o crime (Foto: Reprodução / TV Tribuna)

G1

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Julho foi o mês mais quente já registrado, segundo dados da Nasa

Dados divulgados nesta segunda-feira (15) pela Agência Espacial Americana (Nasa) revelam que o mês de julho passado atingiu alta recorde de temperatura.
Mesmo após o enfraquecimento do fenômeno “El Niño”, que eleva as temperaturas globais em conjunto com as mudanças climáticas, o mês de julho de 2016 foi 0,84ºC mais quente do que a média registrada entre 1950 e 1980, e 0,11ºC acima dos meses de julho mais quentes até então registrados, em 2011 e 2015.
O diretor do Instituto Goddard para Estudos Espaciais da Nasa, Gavin Schmidt, divulgou através do Twitter um gráfico com o aumento da temperatura em julho de 2016, afirmando ser este o mais quente desde o início dos registros.
Os cientistas atribuem a alta das temperaturas principalmente às mudanças climáticas provocadas pela queima de combustíveis fósseis, além de uma intensificação do El Niño, que, com intervalo de alguns anos, provoca um aquecimento natural em regiões do Oceano Pacífico, modificando as temperaturas em todo o mundo.
Segundo a Nasa, este é o décimo mês mais quente registrado em sequência. “O mais assustador é que entramos numa era onde será surpreendente quando cada novo mês de um ano não for o mais quente já registrado”, observa Chris Field, cientista do clima da Universidade de Stanford e do Instituto Carnegie.
Gavin Schmidt diz que o novo recorde, juntamente com todos os outros que foram quebrados recentemente, contam uma mesma história: “O planeta está aquecendo. Isso é importante pelo que nos diz em relação ao futuro”, afirmou. Os registros da temperatura global foram iniciados em 1880.

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Morre, aos 100 anos, João Havelange ex-presidente Fifa

Aos 100 anos, 40 deles deticados ao futebol, morre João Havelange, o maior cartola que o Brasil já teve. Primeiro como presidente da CBD, antiga CBF, e depois da Fifa, Havelange fez o esporte se tornar paixão mundial e girar milhões de dólares. Ele não fez alarde nem chamou a atenção. Obscuro diretor-presidente da Viação Cometa, Jean-Marie Faustin Godefroid du Havelange assumiu a presidência da CBD, a Confederação Brasileira de Desportos, em janeiro de 1958. Pelo seu discurso, não pretendia permanecer por muito tempo no cargo.
“Não me candidatarei à reeleição porque não tenho saúde para enfrentar outro mandato. Não me sobra tempo e, ademais, lamento dizer que em 1961 estarei financeiramente exaurido.”
Com essas palavras ditas à revista O Mundo Ilustrado de 1.º de outubro de 1960, João Havelange descartava, ao menos publicamente, a hipótese de criar raízes no posto. O dirigente não só teve saúde para ocupar o cargo até janeiro de 1975, em seu mandato, como também, no ano anterior, se elegeu à presidência da Fifa, onde ficou até 1998. A ascensão se tornou possível após um período bem-sucedido à frente da CBD, durante o qual o Brasil ganhou três Copas do Mundo (1958, 1962 e 1970).
A carreira de dirigente teve início em 1937, quando se tornou diretor de polo aquático do Botafogo. Nesse período, ele ainda era atleta. Havelange competiu nos Jogos Olímpicos de 1936 como nadador e nos de Helsinque, em 1952, como jogador de polo aquático. Ironicamente, morreu em meio à primeira Olimpíada no Hemisfério Sul, no Brasil.
Sua carreira de atleta contradiz os críticos, que o acusaram de não “entender nada de futebol”. Ele foi campeão juvenil pelo Fluminense como “beque esquerdo”. É que o pai, que tinha uma representação para vender rifles de caça da marca Winchester, achava que o esporte não condizia com a condição social da família. Jean-Marie o praticava escondido, como todo garoto. Pelo Tricolor do Rio, foi também vice-campeão estadual de basquete. Era um atleta eclético.
Afeito a cargos de dirigente, Havelange se tornou presidente da Federação Metropolitana de Natação do Rio. Depois de se mudar para São Paulo, onde foi trabalhar na Cometa, foi nadador do Espéria, pelo qual disputava a “Travessia de São Paulo a Nado” (seis quilômetros no Rio Tietê) e também presidente da Federação Paulista de Natação.
Na Cometa, especializou-se na função de lobista ao acelerar processos de desembaraço alfandegário na importação de ônibus. Nesta atividade, chegou a pedir favores – e foi prontamente atendido – até por Juscelino Kubitschek, presidente do Brasil, que conhecera durante a infância, no Rio.
ELEIÇÕES NA FIFA
Em 1956, Havelange aceitou ser nomeado vice-presidente da CBD pelo então presidente da entidade, Silvio Pacheco. Em janeiro de 1958, assumiu a presidência. O sucesso na CBD o levou a acalentar uma meta muito mais ambiciosa, e ele ousou concorrer com Stanley Rous, que já tinha 13 anos como presidente da Fifa, ao cargo máximo da entidade. Havelange conseguiu derrotar Rous recorrendo aos votos africanos, asiáticos e americanos. Ele promoveu amistosos da seleção brasileira pelos três continentes e carregou Pelé a tiracolo. De 1972 a 1974, percorreu 86 países. Em troca do apoio, inflou a Copa do Mundo, de 16 para 24 participantes a partir da edição da Espanha-82.
Em quase um quarto de século no órgão máximo do futebol, Havelange transformou totalmente a face da “maior multinacional do mundo”, como chamava a Fifa. Havelange herdou de Rous um caixa com menos de US$ 20. A sede era um sobrado com 600m quadrados, uma recepcionista, e um secretário geral, Helmut Käser, que lá morava com sua família e dois cachorros. Em 1998, entregou a seu sucessor, Joseph Blatter, um dirigente que foi buscar na presidência da federação suíça de hóquei sobre o gelo, um prédio de 4.000 metros quadrados. A entidade movimenta atualmente, segundo estudo contratado por ela, US$ 260 bilhões.
Pelo Mundial de 1974, a Fifa embolsou US$ 11 milhões. Já os direitos de televisionamento do Mundial de 2002, por exemplo, foram vendidos por US$ 1,2 bilhão. Essa cifra só faz crescer. Na última Copa do Mundo, no Brasil, os valores foram astronômicos. Além de saber administrar o produto futebol, João Havelange foi capaz de façanhas políticas de causar inveja ao mais habilidoso diplomata. Alguns exemplos: a União Soviética, por motivos políticos, se recusou a enfrentar o Chile pela repescagem para a Copa de 1974. Por esse motivo, Rous decretou a eliminação dos soviéticos. Havelange conseguiu receber os votos de soviéticos e chilenos para se eleger presidente da Fifa, assim como obteve apoio de árabes e israelenses. Mas sua tacada suprema foi reincorporar a China à Fifa sem desfiliar Taiwan. A negociação consumiu seis anos. Ao longo do processo, Havelange teria dito que era mais paciente do que eles, e por isso alcançaria o acordo.
No mundo dos negócios, a primeira jogada genial foi a criação do Mundial Juvenil, em 1977. Até então, o único torneio que a Fifa promovia era a Copa do Mundo, a cada quatro anos. Hoje, são dez, incluindo o Mundial Feminino e o Mundial de Futsal.
Havelange se aproximou de Horst Dassler, então dono da Adidas, que era aliado de Rous. Com a ajuda do empresário, conseguiu da Coca-Cola patrocínio para o evento, na Tunísia. A competição recebeu o nome oficial de Copa Fifa/Coca-Cola. No ano seguinte, a marca de refrigerantes pagou US$ 8 milhões para patrocinar a Copa da Argentina.
A dobradinha Havelange/Dassler esticou seus tentáculos até o Comitê Olímpico Internacional. Membro do COI desde 1963, Havelange carregou seus votos do terceiro mundo para a candidatura do espanhol Juan Antonio Samaranch, que se elegeu em 1980. No mesmo ano, Dassler cria a sua agência de marketing esportivo, a ISL. Os direitos de exploração da Copa de 82 foram então vendidos para a nova empresa, que um ano depois assinaria contrato com o COI. Da relação íntima com a ISL nasceu o processo que minou o poder de Havelange.
CORRUPÇÃO
A IMG, concorrente da ISL, apresenta, em 1995, uma proposta para comprar os direitos da Copa de 2002. A empresa ofereceu US$ 1 bilhão, o dobro do que a ISL pagou pelo Mundial de 98. A Fifa nunca abriu negociações sérias com a IMG. Essa postura é criticada pelo presidente da Uefa, o sueco Lennart Johansson, e o presidente da Confederação Africana de Futebol, Issa Hayatou, que acusam Havelange de manter relações “estranhas” com a empresa criada por Dassler.
Em 1997, funcionários do departamento de contabilidade da Fifa estranharam um depósito de US$ 1,5 milhão na conta da entidade. O dinheiro vinha da ISL. O chefe da divisão de finanças foi chamado para analisar a situação, mas não sabia do que se tratava. No mesmo dia, o então secretário-geral, Joseph Blatter, ordena que o dinheiro seja transferido para a conta pessoal de Havelange, sob o nome “Renford Investments”. A informação sobre a propina vazou. A trapalhada da ISL gerou uma série de processos, acusações e chantagens. Dados da Justiça suíça apontam que o “propinoduto” movimentou US$ 140 milhões e só deixou de funcionar em 2001, quando a ISL quebrou. A promessa de que o conselho de ética do COI arquivaria o caso se Havelange renunciasse ao posto de membro vitalício do COI o levou a sair de cena.

R7

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Campanha eleitoral mais curta dos últimos 18 anos começa nesta terça

Com o prazo para o registro das candidaturas encerrado nesta segunda-feira (15), os candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador nos 5.568 municípios brasileiros darão início nesta terça-feira (16) à campanha mais curta dos últimos 18 anos: 45 dias, em vez de 90.
O primeiro turno está marcado para 2 de outubro, e os candidatos terão, a partir desta terça, 45 dias para realizar comícios, distribuir material gráfico e organizar passeatas e carreatas.
Ao longo dos últimos dois anos, mudanças na lei eleitoral foram aprovadas pelo Congresso Nacional e sancionadas pelo governo.
Com as modificações, as campanhas, que antes começavam após 5 de julho (conforme a Lei 9.504/97), tiveram o início adiado para depois de 15 de agosto (de acordo com a Lei 13.165/15), o que reduziu o período de 90 para 45 dias.
Antes da eleição de 1998, a lei não especificava a duração das campanhas – apenas dizia que deveriam começar depois das convenções partidárias, que definem os candidatos que disputarão o pleito.
Durante as discussões da chamada “minirreforma eleitoral”, nas comissões do Congresso Nacional, tanto deputados quanto senadores defenderam encurtar o período de campanha sob a argumentação de que, para partidos e candidatos, as campanhas se tornarão mais baratas.
Para o coordenador da candidatura do prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) à reeleição, Paulo Fiorilo, a redução pela metade do período de campanha se tornou um “problema” porque, na avaliação dele, os candidatos terão “dificuldades” em divulgar suas propostas em um período mais “curto” e os eleitores terão menos tempo para decidir em quem votar.
“Acho que esse tempo de campanha ficou curto, e isso dificulta não só para o candidato, que vai ter pouco tempo para divulgar as propostas, mas também para o eleitor, que vai ter menos tempo para conhecer essas propostas. […] Óbvio que vão ter os debates, o horário eleitoral e a campanha de rua, mas, mesmo assim, a redução do tempo geral de campanha vai dificultar”, avaliou Fiorilo ao G1.
Inserções
Outra mudança aprovada pelo Congresso e que passou a entrar em vigor na eleição municipal deste ano está relacionada ao tempo de propaganda gratuita na TV e no rádio, que caiu de 45 dias para 35. Pelo calendário deste ano, definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as inserções começarão no próximo dia 26.
Conforme o TSE, as emissoras de rádio e TV terão que reservar, a partir dessa data, dois blocos de dez minutos cada, duas vezes por dia, de segunda a sábado, para exibir as propagandas dos candidatos a prefeito – no rádio, a propaganda será veiculada das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10; enquanto na TV a peça será veiculada das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40.
No caso das inserções de 30 e 60 segundos, destinadas aos candidatos a prefeito e a vereador, o total diário será de 70 minutos de exibição, distribuídos ao longo da programação entre 5h e 0h – a proporção das propagandas será de 60% para candidato a prefeito e 40% para candidato a vereador.
Doação empresarial
Esta será também a primeira eleição em que as empresas estarão proibidas de fazer doações para os candidatos a prefeito e vereador. As campanhas só poderão contar com o financiamento de pessoas físicas. Além disso, os candidatos terão de obedecer a um limite de gastos.
Até a eleição passada, não havia restrições para os gastos de campanha e o valor era uma decisão dos próprios partidos políticos. Em municípios com até 10 mil eleitores, o limite de gastos para campanha a prefeito nesta eleição será de R$ 108 mil e para vereador, de R$ 10,8 mil.
No caso das cidades maiores, os candidatos a prefeito poderão gastar até 70% do valor declarado pelo candidato que mais gastou no pleito anterior, se tiver havido só um turno, e até 50% do gasto da eleição anterior se tiver havido dois turnos.
Os limites podem ser consultados no site do TSE e são diferentes para cada cidade e cargo (vereador e prefeito).
Na avaliação do secretário-geral do PSDB, deputado Silvio Torres (SP), a proibição à doação empresarial foi “positiva” por tornar as campanhas, no geral, mais baratas. Ao G1, ele disse, porém, que a mudança nas regras no último ano foi “abrupta” e “radical”, e os candidatos deverão ter “dificuldade” em arrecadar doações dos militantes.
“Até porque, sem a doação das empresas, acho que vai ser difícil para os candidatos conseguir a adesão dos militantes às campanhas de doação, especialmente em razão do clima que estamos vivendo com denúncias de corrupção envolvendo a classe política. Acredito que as pessoas estarão refratárias a doar para as campanhas”, disse Torres.
Especialista
Para o cientista político David Fleischer, professor emérito da Universidade de Brasília (UnB), as novas regras, como teto de gastos, campanha mais curta e proibição de doações empresariais, deverão baratear a disputa.
Na avaliação dele, os candidatos de partidos ligados a igrejas deverão sair beneficiados desse processo por conta das doações dos fiéis, que são um público “cativo”.
“Por ser uma campanha mais curta, eu acho que vai ser mais barata, mas os partidos que têm doadores cativos vão se beneficiar e serão justamente os partidos ligados a igrejas, porque os fiéis podem doar”, afirma.
Ele cita como exemplo o deputado federal Celso Russomanno (PRB-SP), candidato à Prefeitura de São Paulo, e o senador licenciado Marcelo Crivella (PRB-RJ), na corrida pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Ambos são de um partido ligado à Igreja Universal e lideram as pesquisas de intenção de votos. “Eles são um exemplo de como terão muita vantagem porque os fiéis que vão doar”, sustenta Fleischer.
Por outro lado, Fleischer pondera que, até então, as campanhas eram geralmente sustentadas pelas doações de empresas e que agora os partidos terão que se desdobrar para conseguir dinheiro, o que poderá estimular o caixa dois – quando os valores recebidos não são declarados à Justiça Eleitoral.
O professor da UnB aponta ainda para a possibilidade de empresas usarem funcionários como laranjas para conseguir fazer as doações. “Vai ter mais caixa dois e mais laranjas no caixa um. Ou seja, uma empresa que quer doar R$ 1 milhão arruma 200 ou 300 pessoas com CPF para fazer as doações”, disse.
Redes sociais
Conforme mostrou o G1, com o veto do STF à doação empresarial para campanhas eleitorais, partidos como PMDB, PT, PSDB, PP e PR – os cinco com maior número de parlamentares no Congresso Nacional – decidiram priorizar o uso de redes sociais para incentivar doações de militantes na disputa municipal.
Dirigentes dessas legendas relataram, por exemplo, que utilizarão perfis no Facebook, Twitter e YouTube para mobilizar os militantes e incentivar suas doações. Na avaliação dos partidos, o custo de uma campanha que utilize essas ferramentas é relativamente “baixo” e, por terem inserção alta, podem incentivar as doações.

Fernanda Calgaro e Filipe MatosoDo G1

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Tigre salva cuidador de ataque de Leopardo

Graças a um tigre, o cuidador de um recinto de felinos no zoológico Black Jaguar White Tiger, na Cidade do México (México), não sofreu o ataque, possivelmente fatal, de um leopardo.
O vídeo registrou o exato momento em que o tigre salva o homem da investida do leopardo que se aproxima por trás para um bote. A situação reforça o que especialistas em animais ferozes indicam: nunca dê as costas para um felino, seja ele grande ou pequeno.
Isso porque esses animais parecem interpretar que você é uma presa em potencial e bastante vulnerável quando adota essa posição em relação a ele. É bom se prevenir!

(DOL com informações do UOL)

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Polícia faz operação para prender suspeitos de morte de agente da Força Nacional

A Delegacia de Homicídios do Rio (DH-Capital) realiza nesta terça-feira uma operação para prender dois acusados do assassinato do soldado Hélio Vieira Andrade, da PM de Roraima e a serviço da Força Nacional de Segurança durante a Olimpíada do Rio. O policial foi baleado na semana passada na Vila do João, no Complexo da Maré, no subúrbio carioca.
A ação policial cumpre mandados de prisão expedidos pela Justiça. Tem participação de policiais da Divisão de Homicídios, da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE).
A operação, coordenada pelos delegados Rivaldo Barbosa e Fábio Cardoso, é resultado da investigação da DH iniciada em 10 de agosto. Andrade foi baleado na testa quando, por engano, o carro em que estava entrou na comunidade, dominada por traficantes, e criminosos abriram fogo contra o veículo. Outro PM, o capitão Allen Marcos, da Polícia Militar do Acre, foi ferido por estilhaços no rosto, mas foi liberado. Um terceiro policial não foi ferido.
Andrade chegou a ser submetido a cirurgia. Morreu no sábado, no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, na zona norte.

Por Folha Vitória

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Olimpíada do Rio se consolida como os ‘Jogos da diversidade’

Foi uma das belas surpresas da Olimpíada do Rio. Isadora Cerullo, jogadora da seleção brasileira de rúgbi, acompanhava a premiação da equipe campeã, a Austrália, enquanto aguardava o momento de conceder uma entrevista. Foi quando uma voluntária do Rio-2016, a gerente Marjorie Enya, tomou o microfone e, ali mesmo no campo, a pediu em casamento. Izzy, como Isadora é conhecida, e Marjorie são namoradas. A cena encantou a plateia.
Um momento que valorizou a luta da Olimpíada carioca para se posicionar como os jogos da diversidade. “Apesar da surpresa, encarei como um fato natural”, comentou Izzy, que pertence ao grupo de 64 atletas e técnicos abertamente gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros ou transexuais que participam da Olimpíada. “Esse número vem crescendo a cada dia”, acrescenta a jogadora. “Só na última semana, ao menos dez declararam sua opção sexual.”
A cifra representa um aumento fabuloso em relação à Olimpíada de Londres, em 2012, quando eram 23 os assumidos, e à Pequim 2008, quando o grupo somava apenas dez. Mas o número não passa de poeira se comparado aos mais de 11 mil atletas que disputam as competições no Brasil.
“Há representantes de países onde há mais intolerância sexual e que aproveitam a permanência no Rio para desfrutar de mais liberdade, mas não têm coragem de se assumir”, observa Izzy, que tem dupla nacionalidade – também é americana. E, mesmo nos Estados Unidos, nação que julga sagrada a liberdade de expressão, há outro tipo de pressão: a econômica.
Por causa de vantajosos contratos publicitários, atletas de ponta preferiam assumir sua sexualidade apenas depois de encerrada a carreira. Foi o caso, por exemplo, de Greg Louganis, que foi um dos maiores fenômenos na categoria olímpica de saltos ornamentais. Considerado o melhor do mundo nas competições de plataforma e trampolim entre os jogos de 1976 e 1988, ele declarou sua homossexualidade apenas em 1994. Um temor que não afligiu, por exemplo, o britânico Tom Daley, 24 anos, medalha de bronze no salto em Londres-2012 (individual) e agora no Rio-2016 (sincronizado) – no período entre os Jogos, em 2013, ele postou um vídeo no YouTube assumindo sua relação com o roteirista Dustin Lance Black.
Aos poucos, a situação parece se reverter. Antes do início das competições cariocas, o site Outsports, especializado em notícias sobre esportistas homossexuais, apontava atletas americanos na lista dos assumidos. É o caso da jogadora de basquete Brittney Griner. “Há uma maior disposição para os atletas se sentirem livres para competir sem pressão”, continua Izzy.
A situação, no entanto, não vale para todos os países. A China, por exemplo, a maior nação do planeta, não trouxe nenhum atleta assumidamente homossexual. O que certamente não é algo real, segundo a opinião de Peng Yanhui. Porta-voz da defesa dos direitos de LGBT China, um grupo que incide sobre os direitos legais das minorias sexuais, ele publicou um artigo sobre os atletas em seu site WeChat no qual questiona a posição de seu país.
No texto, Yanhui cita casos clássicos como o do casal formado por Helen e Kate Richardson-Walsh, jogadoras de hóquei na grama da Grã-Bretanha que são casadas, para então questionar: não existem atletas chineses fora do armário? “Não estamos dizendo que os atletas têm de sair”, disse Peng. “É sua escolha. Mas, em um ambiente adverso, eles não se atrevem.”
O caminho, acredita ele, será definido pelas mulheres que, segundo seu levantamento, são maioria entre os atletas assumidos.

Por Folha Vitória

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Com ouro, prata e bronze, Brasil dá um salto no quadro de medalhas e é agora 16º

Em um dia em que os Estados Unidos não ganharam um ouro sequer – foram duas pratas e quatro bronzes -, que a Rússia faturou dois ouros e que a Grã-Bretanha se isolou na vice-liderança do quadro de medalhas, o destaque desta segunda-feira nos Jogos Olímpicos do Rio foi o país anfitrião. Na melhor jornada do Brasil na competição mundial em casa, foram três medalhas conquistadas de forma inusitada e emocionante. Assim, o País deu um salto de 12 posições e é agora o 16.º colocado.
O melhor do dia veio já à noite, no estádio Olímpico, o Engenhão, em uma sensacional prova do salto com vara masculino. Passando por cima do favorito francês Renaud Lavillenie, Thiago Braz foi o campeão ao, de salto em salto, bater sua melhor marca pessoal ao ar livre, depois seu recorde indoor e, por fim, ultrapassar o rival ao obter o novo recorde olímpico com a marca de 6,03 metros. É agora o único atleta sul-americano a passar dos 6 metros na prova.
À tarde, em dia de finais de aparelhos da ginástica artística, todos esperavam o ouro com o ginasta Arthur Zanetti na prova das argolas. Afinal, o brasileiro defendia o título conquistado há quatro anos, em Londres, e estava em casa. Mas aí apareceu o grego Eleftherios Petrounias, que fez uma prova perfeita e jogou a pressão em Zanetti, que foi o último a se apresentar. Não deu para o brasileiro, que ficou com a prata.
Já o bronze veio pela manhã nas águas do Oceano Atlântico, na praia de Copacabana. A nadadora Poliana Okimoto mostrou regularidade na prova dos 10km da maratona aquática e chegou em quarto lugar. Minutos depois da chegada, a organização desclassificou a francesa Aurélie Muller por irregularidade na disputa com a italiana Rachele Bruni na hora de bater a mão no pórtico de chegada e, assim, o bronze caiu nas mãos da brasileira.
Agora, em 16.º lugar na classificação geral, o Brasil tem ao todo nove medalhas já computadas. São duas de ouro – a outra é de Rafael Silva, do judô -, três de prata – as outras são de Diego Hypolito, da ginástica artística, e de Felipe Wu, do tiro esportivo – e quatro de bronze – as outras são de Arthur Nory, da ginástica artística, e de Mayra Aguiar e Rafael Silva, do judô.
Mas lembrando que o Brasil já tem mais duas medalhas garantidas: ouro ou prata com o boxeador Robson Conceição, que se classificou à final de sua categoria, e ao menos a de bronze no vôlei de praia feminino, já que as duplas Ágatha/Bárbara Seixas e Larrisa/Talita estão nas semifinais e, no pior dos cenários, se enfrentarão na disputa pelo terceiro lugar.
Até agora, 72 países já ganharam ao menos uma medalha no Rio-2016. As novidades do dia foram Bahamas, Marrocos, Armênia e Argélia.

Por Folha Vitória

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Temer decide não ir ao encerramento da Olimpíada

O presidente interino, Michel Temer, não pretende participar da cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos, marcada para o domingo (21), no estádio do Maracanã. A informação foi divulgada pela Folha de S. Paulo.
Segundo a reportagem apurou, a preocupação é que uma nova vaia cause um desgaste desnecessário à imagem dele, às vésperas da fase final do processo de impeachment de Dilma Rousseff no Senado, que deve iniciar no próximo dia 25.
Na cerimônia de abertura da Olimpíada, Temer tentou, mas não escapou das vaias do público.
Mesmo sem ter o nome anunciado no evento, ele acabou sendo vaiado no final, quando declarou os Jogos abertos.
De acordo com o que a Folha apurou, o peemedebista deve indicar ao COI (Comitê Olímpico Internacional) os nomes de Rodrigo Maia (DEM-RJ) ou Renan Calheiros (PMDB-AL) para substituí-lo.

(DOL)

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