Preço da carne fica mais caro, com reajuste é maior que inflação em 2016

A carne bovina de primeira está indigesta para os paraenses: o motivo é o preço, já que cortes como coxão mole, cabeça de lombo e paulista tiveram um aumento de aproximadamente 8% no ano de 2016, conforme aponta pesquisa do Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos (Dieese).
De acordo com a pesquisa, os cortes mais nobres do boi custavam, em média, R$ 20,36 por kg no final de 2015. Em julho de 2016, este valor saltou para R$ 21,93. Segundo o economista Roberto Sena, o aumento é acima da inflação do período, que está estimada em 5,75%.
Ainda de acordo com os economistas, apesar do Pará ser um dos maiores produtores de carne bovina do Brasil, a tendência é que a alta de preços se mantenha durante o mês de agosto. A alternativa para os consumidores é buscar outras fontes de proteína, como cortes menos nobres e a carne de frango.

G1

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Brasil ganha ouro inédito no boxe

O Brasil conquistou uma inédita medalha de ouro no boxe masculino. Após medalhas de bronze e prata em outras edições dos Jogos Olímpicos, o baiano Robson Conceição venceu o francês Sofiane Oumiha.
A vitória veio através da decisão dos árbitros, que deram ao brasileiro o melhor desempenho na soma dos três rounds do combate.
A conquista de Robson Conceição coroa o crescimento da modalidade no país. O melhor resultado havia sido na Olimpíada de Londres, em 2012, quando o pugilista Esquiva Falcão bateu na trave e conquistou a medalha de prata, até então inédita também.
O novo medalhista olímpico do Brasil começou a carreira em Salvador (BA), tradicional cidade de boxeadores. Os primeiros treinos foram com Luiz Dória, técnico responsável, inclusive, em treinar o lutador do UFC Júnior Cigano.
Antes do ouro na Olimpíada, o melhor resultado de Robson foi o vice-campeonato mundial, conquistado no Cazaquistão, em 2013.

(DOL)

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Favorito no salto cai de cara e fica em último

Um dos grandes favoritos à medalha de ouro na prova do trampolim de três metros nos saltos ornamentais, o russo Ilya Zakharov passou por uma situação inusitada na carreira e acabou em último lugar na semifinal.
Medalhista de ouro nos Jogos de Londres, em 2012, o russo calculou de maneira errada o número de mortais que daria no movimento a ser executado, caindo na água de rosto, ficando com a nota 345,60, nove a menos que o penúltimo colocado.
Por outro lado, quem se deu bem foi o brasileiro César Castro, que classificou co o sexto melhor índice e avançou entre os 12 classificados. Caio terminou a prova com a soma de 442,45.

(DOL com informações da ESPN)

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Brasil fica fora da final do salto em distância

As brasileiras Keila Costa e Eliane Martins estão fora da final do salto em distância feminino.
Darya Klishina, única representante da Rússia no atletismo, avançou para a final em oitavo. Seu melhor salto foi de 6,64 m.
O atletismo russo foi suspenso da Olimpíada depois de ex-atletas denunciarem que há doping sistemático no esporte do país.
Klishina só foi liberada porque mora há mais de 16 anos fora da Rússia e passou por controle antidoping em outros países.
No final da semana passada, a IAAF, federação internacional do esporte, tentou barrar sua participação, mas o Tribunal Arbitral do Esporte decidiu que ela poderia participar da Rio-2016.
A melhor marca da semifinal foi da a sérvia Ivana Spanovic (6,87 m).

(FolhaPress)

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Doping tira medalha russa e Brasil fica com bronze

O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou hoje (16) a desclassificação da corredora russa Yulia Chermoshanskaya das provas disputadas nas Olimpíadas de Pequim, em 2008. No exame antidoping, a contraprova da atleta deu positivo para duas substâncias anabolizantes dopantes, o estanozolol e o turinabol.
Rosemar Coelho Neto, Lucimar Moura, Thaíssa Presti e Rosangela Santos ficaram em quarta colocação na Olimpíada de Pequim (Foto: CBAt)
Caso a Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês) atenda a solicitação do COI para punir a atleta, o Brasil ficará com a medalha de bronze no revezamento 4×100 feminino. Naquela prova, a equipe brasileira formada por Rosemar Coelho, Lucimar de Moura, Thaissa Presti e Rosângela Santos terminaram na quarta colocação.
Com a punição, Yulia perde a medalha de ouro conquistada na prova de revezamento 4x100m. O COI solicitou à IAAF que os resultados das provas disputadas pela atleta sejam alterados. Na ocasião, Yulia também participou dos 200m rasos e ficou em oitavo lugar.
A decisão do comitê tem efeito imediato. Segundo o COI, a medida de reanalisar amostras de material dos atletas é uma estratégia para combater o doping e proporcionar igualdade de condições aos competidores de Jogos Olímpicos.

(Agência Brasil)

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Joana Machado sensualizou de maiô e short jeans curtinho em praia

A modelo caprichou nas poses para fotos que foram postadas nesta terça-feira, 16, em seu perfil na rede social Instagram. Os fãs eram só elogios a Joana e a chamaram de “linda”, “maravilhosa”, “gostosa” e “deusa”.Recentemente, Joana Machado posou usando só uma camiseta preta para fotos e exibiu as belas pernas torneadas.
A modelo também aparece sensualizando em selfies divulgadas no Instagram.

machado

DOL

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Agatha e Bárbara vencem e vão à final do vôlei

A dupla brasileira de vôlei de praia Agatha e Bárbara não tomou conhecimento da tricampeã olímpica, a norte-americana Kerri Walsh – que faz dupla com Ross –, venceu hoje (17) a semifinal e vai disputar o ouro na Rio 2016. Atropelando o favoritismo das americanas, Agatha e Bárbara venceram o jogo por 2 a 0, em 58 minutos de jogo.
As norte-americanas estavam invictas na competição e haviam perdido apenas um set, ainda na fase de grupos. Agatha e Bárbara tinham uma derrota. Com um jogo praticamente perfeito e conseguindo anular o jogo da Walsh, a dupla brasileira venceu o primeiro set por 22 a 20, em 25 minutos.
Consistentes, as brasileiras não deram chances para as adversárias e impuseram 21 a 18 sobre as americanas no segundo set. As brasileiras voltam à quadra ainda hoje, às 23h59, contra as alemãs Laura Ludwig e Kira Walkenhorst, na briga pelo ouro.
É a primeira vez que uma dupla europeia chega a final do vôlei de praia feminino chega a uma final olímpica. A outra dupla brasileira, Larissa e Talita, enfrentam, às 22h, a dupla norte-americana valendo a medalha de bronze.

(Agência Brasil)

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Chinesas vencem e eliminam brasileiras no vôlei

Bicampeã olímpica, sem perder nenhum set na Rio 2016, a seleção brasileira feminina de vôlei perdeu hoje (17) nas quartas de final para a China, em um jogo muito disputado, e dá adeus ao sonho do tricampeonato. O Brasil começou bem, venceu o primeiro set por 25 a 15, em 21 minutos, mas permitiu a virada das chinesas.
Errando muito no segundo e terceiro sets, a seleção do técnico José Roberto Guimarães permitiu que as chinesas, com desempenho irregular até então na Rio 2016, reagissem. Com grandes atuações da ponteira Ting Zhu, que marcou 28 pontos, e da central Xu Yunli, a China virou o jogo.
Com apoio de um Maracanãzinho lotado, as brasileiras conseguiram vencer o quarto set e levar o jogo para o tie-break. Contundo, no final do quinto e decisivo set, o Brasil errou dois saques e as chinesas conseguiram abrir dois pontos de vantagem, 14 a 12. As bicampeãs olímpicas conseguiram virar uma bola, diminuir a vantagem, mas as chinesas confirmaram o serviço e fecharam o jogo e o set em 15 a 13.
As brasileiras, até então invictas, estão eliminadas e as chinesas avançam para as semifinais para enfrentar a Holanda.

(Agência Brasil)

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Brasil perde nos pênaltis para Suécia e fica fora da final do futebol feminino

A seleção feminina perdeu nos pênaltis para a Suécia
A Suécia protagonizou uma espécie de Maracanazo em menores proporções nesta terça-feira, pelas semifinais do torneio de futebol feminino dos Jogos do Rio. A equipe europeia se defendeu durante o tempo normal e mais a prorrogação para não levar gols, empatar por 0 a 0 e derrubar o Brasil nos pênaltis por 4 a 3. A eliminação das donas da casa, as favoritas, frustrou mais uma vez o projeto do inédito ouro olímpico.
Assim como naquele Brasil x Uruguai em 1950, o estádio do Maracanã estava lotado. De um lado a imensa torcida de verde e amarelo confiava no talento de Marta e no retrospecto recente contra a Suécia. Afinal, há dez dias a vitória havia sido por 5 a 1. Porém, dessa vez a defesa sueca trabalhou muito bem, principalmente a goleira Lindhal, que nos pênaltis defendeu as cobranças de Cristiane e Andressinha.
Marta acertou o seu chute nas cobranças decisivas, assim como a goleira Bárbara novamente fez ótima defesa no chute de Asllani. Mas foi pouco diante da determinação e paciência de adversárias que durante 120 minutos se seguraram atrás para esperar a chance de cobrar pênaltis. Restará ao Brasil disputar o bronze, na sexta-feira, em São Paulo, e se contentar em ficar longe da oportunidade de disputar a terceira final olímpica.
Da fria Suécia veio a típica catimba sul-americana. Demora para bater tiro de metas, atrasos para cobranças de laterais e uma postura defensiva sem vergonha alguma de demonstrar medo fez o time europeu conseguir segurar mais de 120 minutos de pressão, ajudado pelos erros e nervosismo do Brasil.
Dez dias após o Brasil golear a Suécia por 5 a 1 no Engenhão, pela fase de grupos, as equipes se encontraram sob condições bem diferentes. A seleção da casa não fez mais gols no torneio desde então, enquanto as adversárias chegaram à semifinal como zebra. A receita delas para buscar a decisão foi a mesma da usada contra as americanas, atuais campeãs mundiais: jogar na defesa com a esperança de levar aos pênaltis.
O futebol olímpico estreou no Maracanã em tarde de sol, calor e ótima presença da torcida. As imensas filas do lado de fora adiaram a entrada do público. Muitos chegaram ao estádio quando o Brasil já iniciava a longa batalha contra a retranca sueca, posicionada em um 4-5-1 obediente ao extremo. Nem mesmo quando tinha chance de atacar a equipe abria mão do esquema.
Ao Brasil restava a paciência de explorar uma brecha. Marta, com o nome gritado pelo estádio, era a mais acionada pela direita. Quando a opção ficou óbvia e marcada demais, era a vez de explorar a esquerda. A alternância de lados seria uma opção produtiva se tivesse uma atacante centralizada capaz de finalizar ao gol. Sem Cristiane, ficou difícil. Ainda assim a equipe da casa chegou com perigo duas vezes com Debinha e quase marcou graças a um gol contra.
Os sustos vinham no ataque, mas também na defesa. O time avançava demais e deu à Suécia espaços para dar trabalho. A goleira Bárbara deu a bola de presente para o ataque sueco e quase complicou a situação. O passar do tempo era prejudicial somente para o Brasil, pela expectativa e ansiedade de um estádio lotado, mas que não exercia tamanha pressão. A torcida no Maracanã foi mais uma apreciadora silenciosa do jogo do que atuante na briga por vaga na final.
No segundo tempo o calor e o cansaço a partida cair. Marta pouco apareceu e, sem ela, o time dominou sem ameaçar. O jogo ficou monótono e parte da torcida até se desligou do gramado para protestar contra o presidente em exercício, Michel Temer, e para pedir a entrada de Cristiane, em recuperação de lesão.
O apelo só foi atendido para o começo da prorrogação. A forma abaixo do ideal dela, somada ao cansaço do Brasil pelo segundo jogo seguido no tempo extra não alteraram o panorama do jogo. Foi a Suécia quem criou mais lances de perigo, antes de Marta perder uma chance nos acréscimos e do apito decretar a ida aos pênaltis.
A torcida já tinha começado a gritar o tradicional “eu acredito” quando as cobranças começaram. As suecas demonstraram mais tranquilidade, ao deslocar a goleira Bárbara na maioria dos chutes. O desfecho ficou para Dahlkvist, que converteu e silenciou de vez o Maracanã.
Além de Dahlkvist, Schelin, Seger e Fischer também converteram suas penalidades, enquanto apenas Marta, Andressa Alves e Rafaelle marcaram pelo Brasil nesta disputa.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 0 (3) X 0 (4) SUÉCIA
BRASIL – Bárbara; Poliana, Mônica, Rafaelle e Tamires; Thaisa (Andressinha), Formiga, Andressa Alves, Marta e Debinha (Cristiane); Beatriz (Raquel Fernandes). Técnico: Vadão.
SUÉCIA – Lindahl; Samuelsson (Berglund), Fischer, Sembrant e Rubensson; Dahlkvist, Seger, Appelqvist (Schough), Asllani e Schelin; Blackstenius (Jakobsson). Técnica: Pia Sundhage.
ÁRBITRA – Lucila Venegas (México).
CARTÕES AMARELOS – Beatriz, Andressa Alves, Jakobsson, Formiga, Dahlkvist.
RENDA E PÚBLICO – não disponíveis.
LOCAL – Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).

Por Folha Vitória

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Festival homenageia pássaros juninos na Estação Gasômetro .

De 23 a 28 de agosto, às noites de Belém ficarão mais encantadas, pois o Teatro Estação Gasômetro receberá o I Festival de Pássaros e Outros Bichos. A guardiã homenageada será Teonila Ataide, criadora do Pássaro Colibri de Outeiro, antigo Beija Flor de Icoaraci. O Colibri é quem vai conduzir o evento que só será possível de ser realizado por causa do patrocínio do edital Caixa Cultural, da Caixa Econômica Federal. A entrada será aberta ao público.
Mais de 900 brincantes (em sua maioria crianças e adolescentes), distribuídos entre dezoito grupos, sendo quinze de pássaros e três de bichos (Bacu, Jaquinha e Oncinha), vão presentear o público com matutagens; declamação de poesias; encenação de teatro popular e cantigas que resgatam e mesclam histórias da corte imperial, do cotidiano caboclo e indígena, além de inserir personagens das lendas amazônicas e bichos da nossa fauna. As histórias podem ser prestigiadas por públicos de todas as idades.
O objetivo desse grande evento, além de promover uma grande confraternização entre grupos populares, é valorizar a manifestação cultural dos pássaros e bichos, lembrados só no mês de junho. Essa manifestação cultural é considerada uma ópera cabocla e tem sua origem no Pará, especificamente no Teatro da Paz. Essa tradição tem mais de cem anos e está presente em várias partes do estado. Na capital nunca foi feito nenhum festival em prol dos pássaros juninos. “Sabe-se que existem esses eventos em outros municípios paraenses como Abaetetuba, mas Belém este será o primeiro”, afirma Laurene Ataide, idealizadora do festival.
Laurene seguiu os passos da mãe, Teonila, e também virou guardiã, assumindo a responsabilidade de seguir com o sonho de não deixar o pássaro morrer. Ela criou a Associação Folclórica e Cultural Colibri de Outeiro e desde 1998 luta para que a ópera cabocla permaneça viva. “Vamos fazer o nosso primeiro festival para mostrar que estamos ativos e que precisamos ser olhados com mais atenção pelo poder público. Para ressaltar que a cultura popular precisa de apoio e não pode morrer junto com os seus guardiões”, enfatiza.
No domingo, 28, último dia do festival, será realizado um cortejo. Todos os grupos participantes do festival se concentrarão na frente da Praça Santuário, no CAN, a partir das 8 horas. Da praça o Cortejo dos Pássaros seguirá para o Teatro Gasômetro, mas antes será dado um abraço simbólico na frente do Teatro São Cristovão, que atualmente está em ruínas. No palco do Estação Gasômetro, após as apresentações dos últimos grupos de pássaros e bicho, será feita a entrega dos troféus para todos os guardiões e participantes convidados do evento.
SERVIÇO:
I Festival de Pássaros e Outros Bichos – Guardiã homenageada: Teonila Ataide
Quando: De 23 a 28 de agosto de 2016
Que horas: A partir das 18 horas
Onde: Teatro Estação Gasômetro (Parque da Residência – Av. Magalhães Barata, 830, bairro de São Brás – Belém).
Entrada aberta ao público.
Informações: (91) 988616467 / 981711105.

ORMNEWS

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