Homem é encontrado morto próximo a Br-163, entre Vila Isol e Novo Progresso

Corpo de um homem ainda não identificado foi encontrado na manhã de domingo (04), as margem da BR 163  cerca de 1000 KM, Entre VILA ISOL E NOVO PROGRESSO. O corpo foi encontrado por um senhor que é morador de uma fazenda  localizada próximo ao local da ”desova”, que junto do corpo havia uma mochila com algumas roupas e uma carteira porta cédulas vazia. Até o momento o corpo ainda não foi identificado e aparenta ser de um jovem de aproximadamente 30 anos de idade e se encontrava com vários cortes de facão pelo corpo inclusive mão foi decepada . Nenhum documento que pudesse identificar o corpo.
A Polícia Militar e Civil estiveram no local realizando os primeiros levantamentos, em seguida o Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para remover o corpo.
O caso será investigado pela as autoridades competentes.

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Fonte: Breno Reis

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Contra a Colômbia, a quinta etapa de nova rivalidade

Parece ter virado regra: às vésperas de um Brasil x Colômbia, a discussão em torno do jogo extrapola o estritamente futebolístico. A fratura na costela de Neymar na Copa do Mundo foi o ponto de partida, seguida de um amistoso nos Estados Unidos em que Zúñiga foi escalado como capitão, como tentativa de promover a paz. Em vão. Depois, a Copa América do Chile, que culminou na expulsão de Neymar, parecia ter fechado um ciclo de confrontos tensos. Até que o jogo pelo torneio olímpico reacendeu a discussão: o Brasil reclamando de faltas excessivas, os colombianos acusando a seleção de revidar e, principalmente, reclamando que Neymar se atira no chão.
A rivalidade recente se escora mais na tensão do que nos resultados. Antes de perder por 1 a 0, pela Copa América de 2015, o Brasil não era derrotado pela Colômbia desde 1991. Desta vez, os colombianos chegaram a Manaus colocando o tema em pauta.
— Todos sabem como é Neymar, seu jeito. Mas são coisas que acontecem no campo, onde as coisas esquentam, às vezes. Fora de campo, acho que é boa pessoa. Vai ser um jogo intenso, muito disputado — afirmou o zagueiro Murillo, o mesmo que Neymar ameaçou atingir com a cabeça na Copa América de 2015, no jogo em que o brasileiro acabou expulso e suspenso até dos primeiros jogos das eliminatórias.
Já o volante Sebastian Pérez foi mais direto do que o companheiro.
— Quando se dedica a jogar, Neymar é um dos melhores do mundo, todos sabem disso. Mas é muito criticado porque, às vezes, gosta de provocar os rivais, toca no orgulho dos adversários. E não gostamos disso. É verdade também que temos jogadores que vão forte para o choque. Ao verem que Neymar se atira muito, seguem em cima, o que pode acabar causando este tipo de confusão — disse Pérez, que estava no confronto pelas quartas de final da Olimpíada do Rio, no estádio do Corinthians.
‘Vai ser um jogo intenso, muito disputado’
– MurilloZagueiro da Colômbia ao analisar a partida contra o Brasil
A seleção brasileira trata de tentar colocar um pouco de água na fervura. Jogando em casa, em Manaus, parece interessar mais aos brasileiros que a partida tenha menos catimba e mais tempo de bola corrida.
— Temos que fazer um jogo tranquilo, em paz. É importante que o time fique concentrado na partida. De vez em quando, acontecem entradas mais duras, um pouco mais fortes. Mas aqui há jogadores de grande qualidade, que sabem manter o controle — afirmou o volante Paulinho.
— O jogo da Olimpíada foi muito duro. Torço para que não tenha muitas pancadas, seja mais jogado — disse Gabriel Jesus, que atuou na partida de São Paulo. Ele preferiu celebrar o clima leve que a seleção vive. — Todos aqui brincam muito, criam um ótimo ambiente e me deixam tranquilo. A gente tem levado isso para o campo.

O GLOBO

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Renato Augusto, um jogador com múltiplos papéis

Renato Augusto tinha 17 anos quando recebeu a primeira chance como titular do Flamengo. Surgia ali um jogador preparado para ser o tradicional meia de ligação, como se dizia, o chamado “camisa 10″. Na seleção, no jogo com o Equador, foi visto na lateral esquerda enquanto Marcelo se contorcia após uma contusão no segundo tempo. No futebol global de hoje, em que jogadores rodam o mundo, as experiências e informações estão disponíveis. Mas o especial interesse pela parte tática do jogo fez com que a trajetória de Renato Augusto fizesse de cada uma de suas passagens uma etapa da construção do meio-campista total, o típico jogador polivalente.
A primeira guinada veio na transição entre o Flamengo e o futebol alemão. Em 2008, três anos após estrear no time profissional, foi vendido pelo rubro-negro ao Bayer Leverkusen numa transação de € 10 milhões (cerca de R$ 36 milhões em valores atuais). Na experiência europeia, começou a acrescentar diversidade ao seu repertório tático. A responsabilidade da marcação foi ampliada e começou a ser parte de suas atribuições no gramado.
— No Flamengo, eu era o meia clássico. Mas também aprendi a jogar na frente, em alguns jogos atuei de 9, outros de 10. Quando subi, percebi que aquele meia clássico estava acabando no futebol. Procurei me adaptar, estar aberto a outras funções. Na Alemanha, passei a jogar pelas pontas. Em alguns jogos, em especial quando o time estava perdendo, vinha ser volante para iniciar as jogadas — recorda.
O jogo pelos lados exigia um deslocamento maior pelo campo e compromisso defensivo. A função de volante viria a ser mais desenvolvida no Corinthians, com Mano Menezes e Tite. A trajetória de Renato Augusto, hoje na China, colhe frutos da multiplicidade de lugares em que jogou. Mas, de certa forma, desmente a tese de que apenas no exterior é possível aprender.
— No Corinthians fui fazer este papel mais recuado, comecei a ter que entender melhor o jogo. Na Alemanha aprendi muito, mas com Tite e Mano Menezes também evoluí bastante — afirma Renato. — Com Tite acho que atingi meu ápice técnico, tático e físico, o que inclui o trabalho do Fábio (Mahseredjian, hoje preparador da seleção) e do Bruno (Mazziotti, fisioterapeuta).
O preparador e o fisioterapeuta tiveram, junto com a paciência de Tite, papel fundamental ao cuidar de um jogador que tentava se livrar de uma sequência de lesões. Um tormento que parece ter sido ultrapassado. Na seleção, reencontrou o trio. Quanto ao treinador, entende ter recebido dele um legado para a carreira: aperfeiçoar o gosto pela discussão tática.
‘Ainda gosto de fazer a função de meia ofensivo. Mas depende do jogo’
– Renato AugustoSobre suas funções em campo
— Tite me dava muita abertura para conversar sobre tática. Dentro e fora de campo, são duas visões muito diferentes. Jogando, você vê coisas que fora de campo o treinador não vê. E ele, de fora, percebe coisas que o jogador não consegue ver. E Tite me dava liberdade para me expressar. Isso me fez gostar ainda mais da parte tática.
DO PROTAGONISMO À UTILIDADE
Ainda uma jovem revelação no Flamengo, Renato Augusto se cansava de responder se preferia atuar como meia ofensivo ou como atacante. Com o tempo, a opção de atuar à frente deixou de ser cogitada. Ele se transformou num meia capaz de ocupar qualquer posição do setor. Curiosamente, algo que passava menos por sua cabeça na juventude. Num clube que cultuava o número 10, Renato Augusto já admitiu que, ao subir aos profissionais, achava que tinha que jogar como meia-atacante, aproximando-se do gol. A leitura de jogo lhe abriu outras perspectivas.
— Ainda gosto de fazer a função de meia ofensivo. Mas depende do jogo. Em alguns você pode avançar, em outros tem que segurar — diz Renato. — Na seleção, conseguimos formar um tripé que se encaixou bem contra o Equador, comigo, Paulinho e Casemiro. Jogadores que marcam e saem bem.
Chamou atenção, contra os equatorianos, a forma rápida como Renato Augusto se dirigiu à lateral esquerda para ocupar o setor quando Marcelo se machucou. Mesmo se não houvesse Tite à beira do campo para comandar, o meia parece passar boa parte do tempo em campo dividido entre o trato com a bola e a observação do jogo.
Curioso que o jogador criado na base do Flamengo para ser um camisa 10, para ser um protagonista, tenha evoluído na direção de, por vezes, ocupar espaços mais discretos para que outros consigam jogar com desenvoltura.
— Principalmente pelo lado esquerdo que a gente tem, com Neymar e Marcelo, é claro que eu preciso, de vez em quando, cobrir o Marcelo. Ele é um lateral diferenciado, um craque. Em alguns momentos preciso liberá-lo mais e fazer a cobertura. Isto é uma questão de leitura de jogo, de compreender as situações — conta.
A trajetória de Renato Augusto na seleção está longe de ser a do jovem que desponta, impressiona, ganha suas primeiras convocações e se torna, em definitivo, um “jogador de seleção”. Em 2011, com Mano Menezes, teve convocações, mas as lesões impediram uma sequência, assim como a afirmação de outros jogadores no setor. Distante da lista de Felipão para a Copa de 2014, precisou de nova ascensão no Corinthians, na campanha do título brasileiro de 2015, para ser novamente chamado, desta vez por Dunga. Tinha 27 anos quando, em novembro do ano passado, foi titular contra o Peru, pelas eliminatórias, dias após entrar no segundo tempo do jogo com a Argentina.
ESTUDO E INVESTIMENTO NA CARREIRA
Convocado como um dos jogadores acima de 23 anos para a Olimpíada do Rio, viu o torneio se transformar em afirmação definitiva de seu papel na seleção. Além de ser outro passo de sua evolução tática.
— Era uma função que nunca tinha feito (um volante num time no 4-2-4). E fiquei feliz com o rendimento — diz.
Renato ganhou o ouro com uma atuação impressionante na final, defendendo e atacando pelo meio-campo, numa ida e volta que lhe exigiu um fôlego capaz de contradizer a tese de que, jogadores transferidos para a China, perderiam competitividade. Mudou de patamar. Quando Tite anunciou seu nome na lista para as eliminatórias, jogos de estreia do treinador, ouvir Renato Augusto como um convocado deixou de soar surpreendente.
— Ganhar espaço é jogo a jogo. Na seleção não tem cadeira cativa. A cada jogo você precisa provar que merece estar ali — disse Renato.
Ele elogia a forma como Tite se apresentou ao grupo da seleção.
— Foi muito positivo. Tentou ser o mais claro possível sobre a forma como queria jogar e os jogadores compraram a ideia. Ficou uma coisa muito clara e isso agradou a todos. Ajudou demais no entendimento tático — conta.
A afirmação de Renato Augusto na seleção é, também, o retorno obtido por quem investiu na própria carreira. Diante dos prognósticos de que se “esconderia” da seleção, usou parte do ótimo salário pago pelos chineses para contratar um preparador pessoal. Treina mais do que os demais e tem conseguido viajar antes ao Brasil a cada convocação. Entre os Jogos Olímpicos e as eliminatórias, treinou no CT do Corinthians e sabe que precisa provar sempre que não perdeu o vigor. Para Renato, o foco está na parte física. Assim diz sua forma de entender o futebol atual.
— O jogo mudou, está muito físico, muito pensado. Procurei me especializar na parte tática e me preocupar com minha parte física. Estando bem fisicamente, é quase certo estar bem tecnicamente. Muita gente não entende, mas a gente vai para a China competir. Não estamos deixando de trabalhar.

O GLOBO

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Anitta vai cantar com Andrea Bocelli

Anitta vai cantar com Andrea Bocelli nos shows que o tenor fará no Brasil no dia 12 de outubro, em São Paulo e dia 19, em Curitiba. O dueto com o italiano acontecerá na música “Over the rainbow”. As informações são da colunista Mônica Bérgamo da Folha de São Paulo.

DOL

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PM mata a ex-mulher com 6 tiros em festa

Um policial militar identificado como Dailson Calos Brito Baars matou a ex-mulher em uma festa na noite deste domingo (4), em Castanhal.
O policial questionou a ex sobre o relacionamento e ela teria confirmado a separação. Com a negativa, o policial se exaltou e desferiu seis tiros contra ela. A vítima morreu na hora. Policiais militares que estavam na festa prenderam o atirador em flagrante e encaminharam para a delegacia do município.Dailson foi preso por policiais que estavam no local. (Foto: Via Whatsapp)

Dailson foi preso por policiais que estavam no local. (Foto: Via Whatsapp)

Vítima foi assassinada pelo ex que não aceitou o fim do relacionamento. (Foto: arquivo pessoal)
Vítima foi assassinada pelo ex que não aceitou o fim do relacionamento. (Foto: arquivo pessoal)

(DOL)

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Cuiabá vence e sobe na tabela da Série C

O Cuiabá Esporte Clube conseguiu uma importante vitória por 1 a 0 contra o América-RN, na Arena das Dunas, em Natal. O único gol do jogo foi marcado pelo meia atacante Dakson. Com o resultado, o clube mato-grossense chegou a 20 pontos e está na sexta colocação.
A primeira jogada de perigo foi do América com alguns segundos de jogo com Danilo Bala quase surpreendendo o goleiro do Cuiabá, Henal. O clube mato-grossense respondeu com uma bola na trave aos 12 minutos. Juba chutou de fora da área e acertou a trave.
Aos 20 minutos, o “Dourado” abriu o placar. Dedé cruzou e Dakson anotou. Após o gol, o América pressionou em busca do empate. No entanto, não conseguiu chegar com grande perigo até a área do Cuiabá.
Na volta do segundo tempo, o time potiguar voltou querendo o empate. Foram três jogadas seguidas com grande chance de empate. No entanto, faltou capricho no último toque para o gol de empate.
O segundo tempo todo foi de pressão do América e o Cuiabá apenas se segurando e administrando o resultado.

Fonte: Só Notícias/Alex Fama (foto: assessoria/arquivo)

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Fluminense começa bem, leva o empate, mas supera Figueirense

O Fluminense voltou a vencer no Campeonato Brasileiro, fazendo 3 a 2 no Figueirense. Mas não foi fácil. Depois de um bom primeiro tempo, os cariocas relaxaram e viram o jogo se complicar. Já nos minutos finais, Magno Alves apareceu para garantir o triunfo do Tricolor, em partida remarcada da 18ª rodada do Nacional.
Em Édson Passos, além do Magnata, Gustavo Scarpa e Renato Chaves marcaram para o Flu, que chegou a 34 pontos. Carlos Alberto e Nirley fizeram para o Figueira, que segue na zona de rebaixamento, com 24.
A partida marcou mais um reencontro entre Carlos Alberto e o Fluminense, clube em que foi revelado. E o meia foi um dos personagens da partida. Além de um belo gol marcado, o jogador teve um desentendimento com alguns atletas do rival no intervalo.
Na próxima quarta-feira, o Fluminense tem o clássico contra o Botafogo, fora de casa. No mesmo dia, os catarinenses recebem o Atlético-PR. Ambos os jogos serão válidos pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O jogo – O Fluminense começou tentando impor-se em campo, fazendo valer o fator casa. Aos 6, Scarpa teve chute de dentro da área bloqueado pela defesa. Logo na sequência, Cícero finalizou, mas a bola ficou fácil para o goleiro dos catarinenses.
Aos 13, os cariocas chegaram ao gol. Wellington fez boa jogada pela esquerda e cruzou. Scarpa, de centroavante, cabeceou firme: 1 a 0. O tento não esfriou o ímpeto dos donos da casa. Aos 16, Henrique Dourado saiu cara a cara com o arqueiro, mas o bandeirinha marcou impedimento.
Mas não demorou para o time de Levir ampliar. Aos 19, Dourado cabeceou, Fernández ainda salvou, mas Renato Chaves conferiu no rebote, de cabeça, marcando o segundo gol.
Aos 25, quase o terceiro. O goleiro do Figueira falhou e a bola sobrou no pé de Henrique Dourado, que parou em Gatito. Cinco minutos depois, mais uma vez o centroavante do Flu teve chance, mas sua cabeçada saiu.
Nos minutos finais, os cariocas diminuíram um pouco o ritmo, administrando a boa vantagem conquistada. No último minuto, Cícero cabeceou firme, parando em grande defesa de Gatito. Assim, os times foram para o vestiário com o placar de 2 a 0.
O Figueirense voltou ligado para o segundo tempo e, aos 3 minutos, Carlos Alberto acertou lindo chute de fora da área, diminuindo a vantagem dos mandantes e renovando as esperanças da equipe de Tuca Guimarães.
Com o susto sofrido, a torcida do Flu passou a pedir a entrada de Magno Alves no ataque. Sem a mesma efetividade do primeiro tempo, os cariocas pararam de ameaçar o gol dos rivais.
E a situação piorou ainda mais aos 15. Ayrton cobrou falta e Nirley aproveitou, de cabeça. A bola ainda bateu na trave antes de balançar as redes de Cavalieri: 2 a 2.
Buscando retomar a vantagem, o Fluminense voltou a pressionar, sem a mesma intensidade dos primeiros 45 minutos. Aos 19, Douglas arriscou de longe, mas o arremate saiu fraco, facilitando a defesa de Fernández. Quatro minutos depois, o paraguaio teve mais trabalho, fazendo boa defesa em chute de Marquinho.
No contra-ataque, o Figueira quase virou. Rafael Silva fez ótima jogada e finalizou de fora. A bola raspou a trave do gol de Cavalieri. Mesmo com esse risco, Levir abriu mão do volante Douglas, colocando o atacante Marcos Júnior, aos 30.
Aos 33, a confiança da torcida surtiu efeito. Magno Alves, aclamado pelo público, mergulhou em cruzamento de Wellington Silva e colocou no canto: 3 a 2 Fluminense.
Nos minutos finais, os catarinenses foram para o desespero, em busca da igualdade. Aos 42, Lins aproveitou falha do goleiro dos cariocas, mas a cabeçada acertou o travessão. Aos 46, Rafael Moura tentou, mas parou em Diego.
A última chance veio no último lance. Ayrton jogou na área, Cavalieri foi tocado no alto e a bola entrou no gol. O árbitro sinalizou de forma confusa, e ficou a dúvida se o gol havia sido validado. No fim, foi marcada a falta no arqueiro dos cariocas, e a partida terminou em 3 a 2.

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

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Mais de 1,9 mil atletas vão disputar os Jogos Olímpicos de Sinop

A Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Juventude informou, ao Só Notícias, que 1.964 atletas vão disputar as 17 modalidades esportivas da 25ª edição dos Jogos Olímpicos. As competições acontecerão nos ginásios José Carlos Pasa, São Cristóvão, Jardim Violetas, Benedito Santiago, no estádio municipal Gigante do Norte e demais centros esportivos.
Nas modalidades coletivas vão participar 1.596 atletas, entre homens e mulheres. São 12 equipes de futsal feminino e 24, no masculino. Futebol sete, são seis equipes no feminino e 41 no masculino, que teve quase 100 atletas inscritos a mais em relação aos jogos do ano passado.
Para o futebol, foram seis equipes masculinas com 90 atletas. No basquete, competirão cinco equipes femininas e oito masculinas. O beach soccer terá 90 atletas dividido entre oito equipes. No handebol feminino serão três equipes e no masculino, oito. Dobrou o número de homens inscritos nessa modalidade em relação a 2015, quando foram 48 atletas contra 96 este ano. Voleibol são seis equipes femininas e dez masculinas. Já no vôlei de praia são dez equipes compostas por mulheres e 12 por homens.
As modalidades individuais terão quatro equipes no atletismo feminino e dez no masculino. Natação, são duas equipes de mulheres e quatro de homens. No tênis de mesa, se inscreverem duas equipes femininas e 12 masculinas. No xadrez, se inscreveram uma mulher e cinco homens.
Para as modalidades mistas terão seis equipes na bocha, representada por 30 atletas, o dobro de inscritos no ano passado. Canastra, competirão quatro equipes e oito atletas. No ciclismo serão oito equipes femininas e 12 masculinas. O mountain bike teve inscritas quatro equipes femininas e sete masculinas.
A abertura dos jogos olímpicos será no dia 6 de setembro, às 19h45, no ginásio José Carlos Pasa. Em seguida, ocorreram dois jogos de futsal. A competição vai até o dia 13 do mesmo mês. A premiação acontecerá no dia 14, antes do desfile de comemoração do aniversário da cidade. Receberão medalhas os atletas campeões e vice-campeões das modalidades coletivas, campeões, vice-campeões e terceiros lugares das modalidades individuais e os destaques, como o cestinha, o artilheiro, goleiro menos vazado, levantador e atacante.

Fonte: Redação Só Notícias (foto: CBV/arquivo)

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Vasco perde para o Bahia e vê rivais se aproximarem na Série B

O Vasco segue com o jejum de vitórias e neste sábado foi derrotado por 1 a 0 pelo Bahia, na Fonte Nova. Mesmo com mais um mau resultado, os cruzmaltinos seguem na liderança da Série B do Campeonato Brasileiro, com 42 pontos, mas vê os demais times se aproximarem na classificação. Com o triunfo sobre o líder, os baianos chegaram a 35 pontos e voltam a sonhar com o acesso à Série A.
O Bahia foi superior no primeiro tempo e foi para o intervalo a frente no placar com gol de Jackson. No segundo tempo, o Vasco melhorou, mas sofreu com a falta de criação no setor ofensivo. Com isso, o Vasco pouco produziu e saiu de campo mais uma vez derrotado.
Na próxima rodada, o Vasco terá pela frente o Oeste, em São Januário, no próximo sábado. No mesmo dia, o Bahia vai até Pernambuco para encarar o Náutico, na Arena.
O jogo – A partida começou movimentada, com as duas equipes em busca do ataque. No entanto, o que se viu foram muitos erros no setor ofensivo aliado a boa marcação das defesas. Assim, o duelo ficou concentrado entre as intermediárias.
Com o passar do tempo, o Bahia cresceu na partida e ganhou a briga pela posse de bola. Os donos da casa foram recompensados aos 32 minutos. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Jackson cabeceou no canto esquerdo de Jordi para abrir o placar na Fonte Nova.
Após o revés, o Vasco foi obrigado a avançar com mais intensidade. No entanto, os cruzmaltinos continuaram tendo dificuldade em criar bons lances e foram para o intervalo com a desvantagem no marcador em Salvador.
No segundo tempo, o Vasco voltou com outra postura e criou sua melhor chance aos dois minutos. Ederson ajeitou de cabeça para Jorge Henrique, que acertou chute forte, mas viu Muriel fazer grande defesa.
Assim como no primeiro tempo, os cruzmaltinos continuaram tendo dificuldade na criação de boas jogadas. Mesmo tendo mais posse de bola, os cariocas pouco incomodavam Muriel. A situação só mudou na parte final da partida. Aos 26 minutos, Douglas cabeceou, mas o goleiro baiano fez outra grande defesa.
Nos minutos finais, o Vasco pressionou, mas novamente só rondou a área do Bahia, que conseguiu manter a boa marcação para sair da Fonte Nova com a vitória.

Fonte: Gazeta Esportiva

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