Bancários entram em greve por tempo indeterminado

A partir desta terça-feira (06), quem precisar de serviços bancários deverá recorrer a outros meios. É que a categoria entrou em greve por tempo indeterminado, em todo Brasil. Para não pagar juros ou multas a pedagoga Silvia Assunção, de 40 anos, antecipou ontem o pagamento das contas do mês. “Tem de pagar até as que vão vencer para não ter problema depois”, disse.
O aposentado Rubens da Silva, de 70 anos, também se antecipou e procurou ontem uma agência, mesmo sendo correntista e podendo usar caixas eletrônicos. “Tem contas que só vencem no dia 10 e só posso pagar na boca do caixa. Não sei o que fazer”, disse.
SEM PENALIDADES
Como a greve não é de responsabilidade do fornecedor nem do consumidor, não podem ser impostas penalidades, como multa e juros, no caso do atraso do pagamento. Mas, diante dessa situação, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) recomenda que consumidor se programe para realizar o pagamento, de preferência antes mesmo da data de vencimento da conta. A expectativa do Sindicato dos Bancários do Pará é de adesão de 60%, abrangendo 250 agências e mais de 8 mil funcionários. Eles reivindicam, entre outros, reajuste salarial de 14%. A última paralisação, em 2015, durou 26 dias.
PAGANDO CONTAS
Peça ao fornecedor dos boletos alternativas de pagamento ou mudança no prazo de vencimento.
Faça pagamentos pelo telefone, Internet ou caixas eletrônicos.
Contas de serviços públicos como água, luz e telefone podem ser pagas em casas lotéricas e alguns supermercados.

FONTE: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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MPF recomenda suspensão de extração de bauxita na Calha Norte do Pará

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou ao Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio) e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) que sejam suspensas as licenças ambientais para extração de bauxita na área do platô Monte Branco que fica em território quilombola, na região do rio Trombetas, no noroeste do Pará.
Assinada pela procuradora da República Fabiana Schneider, as recomendações foram encaminhadas na última sexta-feira, 2 de setembro. Assim que receberem os documentos, ICMBio e Ibama terão trinta dias para apresentar respostas ao MPF. Se não forem apresentadas respostas ou se as respostas forem consideradas insatisfatórias, o MPF pode tomar outras medidas que considerar necessárias, e inclusive levar o caso à Justiça.
Em 2013, a empresa Mineração Rio do Norte obteve licença de operação do Ibama para explorar o platô. Apesar do plano básico ambiental do empreendimento reconhecer que a área em questão é utilizada para extração de óleo de copaíba pelos quilombolas de sete comunidades e que a supressão da floresta pode trazer impactos para a renda dessa população, não houve consulta livre, prévia e informada nem tampouco indenização aos quilombolas pelos prejuízos.
Por isso, o MPF recomenda que não seja renovada ou concedida qualquer tipo de licença ou autorização na região a empresas de mineração que tenham ou não autorização para pesquisa mineral ou concessão de lavra.
O MPF recomenda, ainda, que seja feita a consulta livre, prévia e informada prevista pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Também foi recomendado o estabelecimento de acordo de indenização às comunidades da região do platô, com o tema debatido pela própria comunidade e, se a comunidade quiser, com auxílio acadêmico.
“O artigo 15 da Convenção 169/OIT estabelece no item 2 que, em caso de pertencer ao Estado a propriedade dos minérios ou dos recursos do subsolo, ou de ter direitos sobre outros recursos, existentes nas terras, os governos deverão estabelecer ou manter procedimentos com vistas a consultar os povos interessados, a fim de se determinar se os interesses desses povos seriam prejudicados, e em que medida, antes de se empreender ou autorizar qualquer programa de prospecção ou exploração dos recursos existentes nas suas terras”, ressalta a procuradora da República.
O documento também destaca que cabe ao órgão responsável por cada unidade de conservação, juntamente ao órgão licenciador, definir as atividades que afetem a biota da unidade.

Fonte: RG 15/O Impacto e Karina Lopes (MPF)

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Turista belga morre afogado na Praia do Maguary, em Belterra

O turista belga Jean Paul, de 69 anos, morreu na tarde de segunda-feira (05), após sofrer um afogamento na praia conhecida como Ponta do Maguary, no município de Belterra, no oeste do Pará.
A vítima estava acompanhada de outros turistas, num grupo que visitava a região da Flona do Tapajós. Após o afogamento, comunitários tentaram reanimar o turista e acionaram uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), porém, ele não resistiu e morreu em seguida.
O corpo do belga foi trazido para Santarém por uma equipe do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPC).
Segundo o delegado da Polícia Civil de Belterra, Lucivelton Santos, foi instaurado um inquérito policial para apurar as causas da morte, mas a perícia do IML deve confirmar a morte por afogamento.
A esposa da vítima prestou depoimento à Polícia, que vai comunicar às autoridades belgas para o translado do corpo de Jean Paul para aquele País.

Fonte: RG 15/O Impacto e Quarto Poder

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Pará tem o pior saneamento do Brasil

Um estudo nacional comprova o que todo cidadão paraense já sabe. O Estado tem um péssimo serviço de saneamento básico. Na verdade, o Pará tem a pior empresa estatal de saneamento do Brasil: a Cosanpa. Quem afirma é o Instituto Trata Brasil, que todo ano elabora o ranking do saneamento das cidades brasileiras. A pesquisa mais recente, concluída no ano passado, indica que a Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) é reprovada em todos os itens pesquisados, como fornecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, investimentos e perdas.
Por isso, a Cosanpa ficou em último lugar no ranking nacional. Tem mais: Belém, Ananindeua e Santarém aparecem no estudo como tendo “pouco ou nenhum avanço” na área de saneamento.
ABISMO
A lentidão com que avançam os serviços de água, coleta e tratamento de esgotos no Pará impõe um abismo entre a situação ideal – a tão sonhada universalização dos serviços -, principalmente quando comparados com outras unidades federativas, até mesmo do Norte e Nordeste do País. De acordo com o presidente do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, a universalização não acontecerá sem um maior engajamento e comprometimento dos governos Federal,
estaduais e municipais.
CHOVEM RECLAMAÇÕES
Moradores da WE 75, no conjunto Cidade Nova 6, em Ananindeua, têm convivido com o transtorno e desperdício de água limpa, por causa de um vazamento na tubulação da água encanada que se rompeu embaixo da terra e emergiu para o asfalto, deixando a rua alagada. Ontem pela manhã, a Companhia de Saneamento do Pará solucionou um dos vazamentos, mas poucos metros à frente, na mesma rua, o segundo não foi resolvido. De acordo com a dona de casa Maria Campos, 55 anos, há pelo menos 4 meses que a tubulação estourou e por causa disso a rua alaga. Segundo ela, há 2 meses uma equipe da Cosanpa esteve no local para fazer fotos, e não retornou. Maria afirmou que não faltou água nas torneiras, mas o desperdício de água limpa é entristecedor. “Estamos vendo a falta de água em alguns lugares do Brasil. Enquanto isso, aqui temos este desperdício”, lamentou.
105 MILHÕES VIVEM SEM ESGOTO
Presidente do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos lembra que, em todo o Brasil, mais de 105 milhões de pessoas não são beneficiadas com a coleta de esgoto. “Temos a certeza de que o País está muito longe do ideal”, diz. Ele destaca que apenas 37,5% do esgoto é tratado no Brasil.
“A maior parte do esgoto é jogado na natureza, sem nenhum tratamento”.

No Pará, esgotos a céu aberto e tubulações aparentes são coisas comuns. (Foto: Ney Marcondes/Diário do Pará)
No Pará, esgotos a céu aberto e tubulações aparentes são coisas comuns. (Foto: Ney Marcondes/Diário do Pará)

(Luiza Mello/Diário do Pará)

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Candidata de Altamira falsificou diploma

Joseilda da Silva Amaral, mais conhecida como Josy Amaral (PSB), candidata à prefeitura de Altamira pela coligação “União pelo Progresso”, está sendo acusada de ter falsificado diploma de nível superior. O diploma falso consta da documentação apresentada em registro de candidatura junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PA). Josy Amaral foi denunciada pela coligação “O Trabalho vai Continuar”, que tem como candidato Domingos Juvenil (PMDB), à Polícia Federal, ao Ministério Público Eleitoral (MPE) e ao juizado da 18ª Zona Eleitoral por crime de falsidade ideológica e falsificação de diploma.
A candidata do PSB, que se intitula pedagoga e professora, apresentou certificado de conclusão de curso de Licenciatura em Pedagogia, que teria feito na Faculdade de Ciências de Wenceslau Braz (Facibra), localizada na cidade de Wenceslau Braz, no Paraná.

Documento da universidade afirma que Josy nunca estudou na instituição (Reprodução)
Documento da universidade afirma que Josy nunca estudou na instituição (Reprodução)

Certificado apresentado pela candidata (Foto: Reprodução)
Certificado apresentado pela candidata (Foto: Reprodução)

O certificado da Facibra, datado de 23 de maio de 2013, leva as assinaturas de Fabiano Teixeira da Cruz, diretor-geral da instituição, e de Luciene Maria dos Reis, secretária acadêmica da faculdade. Ocorre que o diploma é falso, como afirma o próprio diretor-feral da universidade, em documento registrado em cartório, com firma reconhecida.
FALSIFICAÇÃO
Em resposta a um ofício encaminhado à Facibra pela Secretaria de Administração de Altamira (SEMAD), Fabiano Cruz informa que Joseilda Silva Amaral “não é e não foi aluna desta instituição e que as assinaturas do certificado enviado por e-mail não são verdadeiras”.
O fato é que a candidata nunca frequentou a instituição, nem foi graduada lá. Segundo a denúncia, consta do certificado que Josy Amaral, que é servidora pública da Prefeitura de Altamira, teria concluído o curso de Licenciatura em Pedagogia, na Facibra, em dezembro de 2013. Mas a data de emissão do documento é de 23 de maio de 2013, ou seja, de 7 meses antes.
Segundo a denúncia, a candidata juntou documento que sabia ser falso à Justiça Eleitoral, para modificar seu grau de escolaridade “em busca de uma maior qualificação eleitoral e com o intuito de passar maior credibilidade ao eleitorado de Altamira”. O DIÁRIO fez contato com o advogado de Josy – Sérgio Vidigal -, que afirmou que enviaria documentos em defesa da sua cliente. Mas, até o fechamento desta edição, nada foi enviado.
DIPLOMA FALSO
– Na última sexta-feira (2), o DIÁRIO entrou em contato com a direção da Facibra, para confirmar a fraude. Por telefone, a secretária-geral da instituição afirmou que o diploma apresentado por Josy Amaral é falso. Ela assegurou, ainda, a autenticidade do documento, em papel timbrado da Facibra, no qual a faculdade afirma que a candidata à Prefeitura de Altamira nunca estudou lá.
NA INTERNET
– Em vídeo publicado nas redes sociais de Altamira, Sérgio Vidigal Jr., advogado de Josy Amaral, classifica como “mentirosas” as informações de que ela não teria curso superior. “Apresentaremos à sociedade e à Justiça a verdade dos fatos”, garante. Procurado pelo DIÁRIO, ele disse que enviaria documentos ao jornal. Mas a redação nada recebeu até a noite da última sexta-feira (2).

(Luiz Flávio/Diário do Pará)

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MPF recomenda ao governo do Pará que não emita licença ambiental para o porto do Maicá

O Ministério Público Federal (MPF) enviou recomendação ao governo do Pará, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), para que não emita nenhuma licença para o projeto do porto de cargas na região do lago de Maicá, no rio Amazonas. O empreendimento é da Empresa Brasileira de Portos de Santarém (Embraps) e afeta um rio federal (que atravessa mais de um estado brasileiro o que, pelas leis ambientais, exige o licenciamento em nível federal e não estadual.
De acordo com a legislação brasileira, empreendimentos de alto impacto, como portos, hidrovias ou hidrelétricas, afetando rios federais, só podem ser licenciados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). No caso do porto de Maicá, até agora o Ibama não foi acionado. Em vez disso, a empresa solicitou o licenciamento à Semas, em nível estadual. Além de não licenciar, a recomendação do MPF é para que a Semas envie o procedimento todo para o Ibama.
O porto da Embraps está projetado para movimentar grãos na margem direita do Amazonas, na região conhecida como Grande Área do Maicá, em Santarém. O MPF lista, na recomendação enviada ao governo paraense, vários motivos que exigem cautela na instalação do porto. A região do Maicá é lar de duas espécies de animais (o boto cor-de-rosa e o bugio) e uma árvore (virola) que integram a lista dos ameaçados de extinção.
O porto também afetará comunidades quilombolas que não foram consideradas nos estudos de impacto ambiental. Por causa da ausência de consulta prévia às comunidades, a Justiça Federal já ordenou a suspensão do licenciamento. Mesmo suspenso, o MPF quer que o procedimento seja enviado ao Ibama. A Semas têm 15 dias para responder à recomendação e mais 60 dias para transferir o licenciamento para a esfera federal.

Fonte: RG 15/O Impacto e MPF

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Peixes não existem, dizem cientistas

Um passeio ao aquário contém muito mais polêmica do que qualquer visitante pode imaginar. Você vai lá, principalmente, para ver os peixes – são diferentes espécies e classes, os cartilaginosos, como tubarões e arraias, e os de nadadeira raiada, caso dos salmões – mas no geral, são todos peixes, certo? Bem, é aí que a coisa complica.
Existe um grupo de cientistas, apelidados de cladistas, que garantem que peixes não existem. Eles acreditam que a mera ideia de um grupo chamado “peixes” vai contra aquilo que sabemos sobre a evolução das espécies.
Para visualizar a história evolutiva do nosso planeta, os cientistas distribuem as espécies em árvores filogenéticas – Árvores da Vida -, que mostram como os seres se desenvolveram a partir de antepassados comuns. Um grupo de espécies que deriva de um mesmo antepassado forma um clado.
Cladograma peixes

Essas bolinhas aqui em cima indicam antepassados comuns. Assim, mamíferos e répteis formam um clado pequeno a partir da bolinha à direita.
Essas bolinhas aqui em cima indicam antepassados comuns. Assim, mamíferos e répteis formam um clado pequeno a partir da bolinha à direita.

Mas os clados podem ser ainda maiores, começando em qualquer uma dessas bolinhas. O problema é que os quatro primeiros grupos dessa imagem são todos chamados de “peixes”.
Cada um deles pode ser considerado um clado separadamente. Mas se você tentar juntar todos em um grupo evolutivo só? Tem que apelar para o “mínimo múltiplo comum”, o antepassado mais antigo de todos eles.
Só que, nesse caso, o clado acaba incluindo também mamíferos, anfíbios e formas de vida radicalmente diferentes entre si. É como tentar encontrar semelhanças físicas entre primos com 5 graus de distância.
A conclusão dos cladistas é que então, segundo a classificação evolutiva, ou os peixes não existem, ou todos nós somos peixes.
Essa afirmação soa absurda, mas na realidade reflete uma disputa entre duas formas de classificar os seres vivos: o sistema taxonômico de Lineu (aquele que divide os seres em espécies, gêneros, famílias, oderns, classes e reinos) e o filogenético.
Antes do desenvolvimento da Teoria da Evolução, a forma de estudar e classificar as espécies era muito mais visual: os cientistas examinavam ser a ser, então colocavam os mais parecidos (interna e externamente) nos mesmos “rankings” de classificação – que em geral, são os que aprendemos na escola.
Já a evolução acabou colocando em cheque a relação taxonômica entre seres que se parecem, mas estão em posições bastante diferentes na árvore filogenética da evolução.
O peixe pulmonado, por exemplo, é pouco discernível de um bacalhau, mas tem um antepassado evolutivo comum mais recente com a vaca do que com o salmão. Assim, na taxonomia evolutiva, os dois peixes acabam separados. É o que os cladistas chamam de debate de “instinto versus ciência”.
Pode parecer um mero detalhe, mas classificações filogenéticas rigorosas ajudam os cientistas a entender – e a explicar – fatos bizarros, como a relação importante entre dinossauros e galinhas.
Da próxima vez que for ao aquário, além de procurar o Nemo, vale se perguntar se aqueles peixinhos nadando lado a lado são “irmãos” darwinianos ou primos separados por milhares de anos de pressão evolutiva.

EXAME.com
Ana Carolina Leonardi

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Santos vence o Mixto por 11 a 0 pela Copa do Brasil feminina

Os gols da vitória da equipe santista foram marcados por Ketlen (4 vezes), Erikinha (2), Sole Jaimes (2) Suzane, Auinã e Cida. A partida foi realizada, ontem à noite, na Arena Pantanal. Este foi o segundo confronto entre os dois clubes pela primeira fase da competição. Com o resultado, a equipe mato-grossense está eliminada.
No primeiro jogo entre as duas equipes, no Centro de Treinamentos Rei Pelé, em Santos, as santistas venceram a equipe mixtense por 10 a 0. Com o placar elástico, a equipe paulista já tinha praticamente eliminado a equipe da capital de Mato Grosso.

Fonte: Redação Só Notícias

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Eleições: 97 municípios registram apenas um candidato a prefeito; 2 em Mato Grosso

Eleitores de 97 municípios de 13 Estados brasileiros terão apenas um candidato ao cargo de prefeito para votar no dia 2 de outubro. Os números estão disponíveis no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e podem ser acessados no sistema DivulgaCandContas 2016 ou no Repositório de Dados Eleitorais.
De acordo com o levantamento, o Rio Grande do Sul é o estado com mais cidades com apenas um candidato à Prefeitura: 32. Em seguida, estão os estados de São Paulo (17), Minas Gerais (16), Paraná (14), Santa Catarina (5), Goiás (4), Mato Grosso (2), Paraíba (2), Ceará (1), Mato Grosso do Sul (1), Piauí (1), Rio Grande do Norte (1) e Tocantins (1).
Os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe não registraram nenhum município com apenas um candidato a prefeito.
Em 2016, não há eleição no Distrito Federal e em Fernando de Noronha.
Veja a seguir a lista dos municípios, por unidade da Federação, com apenas um candidato a prefeito:
CE: Jati

GO: Moiporá, Mutunópolis, São João da Paraúna e Vianópolis

MG: Bom Jesus da Penha, Carmésia, Carrancas, Comendador Gomes, Divisa Nova, Doresópolis, Espírito Santo do Dourado, Gameleiras, Guarda-Mor, Inimutaba, Jequitibá, Machacalis, Maripá de Minas, Ninheira, Porto Firme e Vargem Bonita

MS: Douradina

MT: Nova Mutum e Nova Xavantina

PB: Bernardino Batista e São Mamede

PI: Olho D’água do Piauí

PR: Altamira do Paraná, Araruna, Assis Chateaubriand, Bom Jesus do Sul, Brasilândia do Sul, Cidade Gaúcha, Itaguajé, Janiópolis, Miraselva, Santa Izabel do Oeste, Santa Mariana, São Jorge do Ivaí, São José da Boa Vista e Terra boa

RN: Lucrécia

RS: Almirante Tamandaré do Sul, Anta Gorda, Barra do Rio Azul, Barra Funda, Canudos do Vale, Carlos Gomes, Condor, Cotiporã, Crissiumal, Doutor Maurício Cardoso, Engenho Velho, Erval Grande, Estrela Velha, Ivorá, Lagoa dos Três Cantos, Mato Queimado, Nova Pádua, Novo Barreiro, Pejuçara, Pinhal, Porto Mauá, Protásio Alves, Putinga, Rodeio Bonito, Santo Antônio do Planalto, São José das Missões, São José do Herval, São José do Ouro, São Pedro das Missões, Tio Hugo, Vista Gaúcha, Westfália

SC: Caibi, Cordilheira Alta, Planalto Alegre, Salto Veloso e Tigrinhos

SP: Alto Alegre, Balbinos, Bocaina, Brejo Alegre, Itaju, Itaoca, Jales, Lucianópolis, Mira Estrela, Nova Granada, Ocauçú, Orindiúva, Pedreira, Santópolis do Aguapeí, Tupi Paulista, Valentim Gentil e Viradouro

TO: Itapiratins

Fonte: Redação Só Notícias

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MÉDICO QUE TRABALHAVA A CURA DO CÂNCER É ENCONTRADO MORTO

A história da ciência médica está cheia de casos de “mortes misteriosas”.
Esses casos de “mortes misteriosas” são especialmente mais comuns entre pesquisadores que buscam encontrar a cura do câncer. Se você pesquisar, encontrará vários exemplos.
Um desses casos é o do dr. Jeff Bradstreet, encontrado flutuando com um tiro no peito no rio Rocky Broad, na Carolina do Norte, Estados Unidos.
As autoridades policiais que investigaram o caso concluíram que o médico se suicidou. Será?
Dr. Bradstreet estava trabalhando em uma molécula chamada GcMAF, ainda pouco conhecida, mas potencialmente promissora para curar o câncer e também para o tratamento de aids e autismo. GcMAF é uma molécula que ocorre naturalmente no corpo e tem demonstrado suas propriedades de cura ao longo de vários estudos, com poucos efeitos secundários sobre o paciente.
Tal como acontece com todos os tratamentos, há prós e contras, Mas os prós em relação a ela superam em muito os contras, o que a faz ser uma opção bem melhor que a quimioterapia, por exemplo, que custa mais e fracassa na maioria dos casos.
O GcMAF é considerado legal para uso em tratamentos médicos em vários países, Nos EUA, porém, a Food and Drug Administration (FDA), o órgão que regula o uso de medicamentos, proibiu a substância, classificando-a como “droga não aprovada”. Como consequência, autoridades americanas realizaram uma operação na clínica do dr. Bradstreet, procurando apreender o GcMAF, a fim de encerrar a sua investigação e interromper o tratamento em pacientes.
GcMAF foi saudado por muitos que se trataram com ele como a “cura definitiva do câncer”, Ele ativa os macrófagos (células de defesa) e, além do câncer, pode tratar uma série de condições, incluindo aids, autismo e doença de Parkinson, O GcMAF funciona por estimulação do sistema imunológico, ativando os macrófagos, de forma que possa destruir as células cancerosas e outras células anormais no corpo.
Com o assassinato do dr. Jeff Bradstreet, infelizmente, perde-se toda a pesquisa feita com o GcMAF.
E mais uma vez calam-se aqueles que ousam desafiar a indústria do câncer.

Fonte: Cura Pela Natureza – Por André Mansur

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