Nasa lança nesta quinta sonda que vai buscar amostra de asteroide

RIO – Em busca de informações sobre os primórdios do Sistema Solar, e talvez até mesmo das origens da vida em nosso planeta — além de estar de olho em uma possível nova fonte de recursos naturais que possam ser usados tanto na Terra quanto no espaço —, a Nasa lança, na noite desta quinta-feira, uma missão para estudar um asteroide e mandar de volta uma amostra, que só deverá chegar à Terra em 2023. Chamada Osiris-Rex (acrônimo para seu complicado e extenso nome completo em inglês, que numa tradução livre seria: “explorador das origens, interpretação espectral, identificação de recursos e segurança de regolito”), a sonda tem como destino uma rocha espacial batizada Bennu.
E Bennu, claro, não foi escolhido por acaso. Com cerca de 500 metros de diâmetro, ele é um dos milhares de asteroides conhecidos que regularmente se aproximam de nosso planeta e cruzam sua órbita, e por isso são chamados de “objetos próximos da Terra” (NEOs, também na sigla em inglês). No caso de Bennu, descoberto em 1999, há inclusive uma chance extremamente remota de ele colidir com a Terra no fim do próximo século.
Assim, embora o desenho da missão, orçada em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 3,3 bilhões), exigisse que o asteroide fosse um NEO com uma configuração de órbita especial para permitir a inédita viagem de ida e volta da Terra para trazer a amostra, outras características de Bennu fizeram dele um dos poucos alvos ideais para os principais objetivos traçados pelos cientistas da Nasa. A começar por seu tamanho, que faz com que a velocidade de rotação do asteroide não seja demasiado alta, o que de outra forma impediria o pouso do equipamento de coleta.
Mas, mais importante, Bennu é um raro asteroide de um tipo conhecido como B, ou seja, rico em carbono e considerado primitivo, isto é, que quase não sofreu alterações desde sua formação junto com o resto do Sistema Solar, há aproximadamente 4,5 bilhões de anos. Com isso, os cientistas esperam que ele contenha grandes proporções tanto de argila quanto de outros minerais hidratados, além de materiais orgânicos. Isso porque, de acordo com algumas das principais teorias atuais, os asteroides (junto com os cometas) teriam sido os responsáveis por trazer à Terra não só boa parte da água de nossos oceanos como os tijolos básicos para que a vida se desenvolvesse neles, como aminoácidos e outros compostos orgânicos simples (açúcares, álcoois etc).
— Bennu tem o que acreditamos ser os materiais ricos em compostos orgânicos mais primitivos de nosso Sistema Solar — resumiu Daniel Scheeres, professor da Universidade do Colorado em Boulder, EUA, e líder da equipe que vai usar o sistema de rádio da sonda para medir o campo gravitacional do asteroide e assim saber sua massa e como ela está distribuída, o que vai ajudar a guiar a delicada operação de coleta. — Pensamos que ele foi destilado do gás que existia na aurora do Sistema Solar, o que é a principal razão de ele ter sido escolhido para esta missão.
Diante disso, a Osiris-Rex também é um dos equipamentos mais “limpos” já mandados ao espaço. Para evitar que a preciosa amostra de Bennu seja contaminada com qualquer substância terrestre, a sonda e seus equipamentos foram constantemente monitorados e esterilizados ao longo de todo o processo de construção pela empresa americana Lockheed Martin até seu recente encapsulamento no topo do foguete Atlas V no qual partirá hoje.

Antes de se encontrar com Bennu, porém, a Osiris-Rex vai passar mais uma vez pelas cercanias da Terra daqui a um ano, realizando uma manobra conhecida como assistência gravitacional para ganhar um grande impulso na sua perseguição ao asteroide, que orbita o Sol a uma velocidade de mais de 100 mil km/h, e onde deverá chegar em agosto de 2018. Uma vez lá, a sonda vai passar cerca de dois anos mapeando e analisando Bennu à distância, para só depois se aproximar cuidadosamente e, com um braço robótico, colher entre 60 gramas e dois quilos de material do asteroide. Então, a partir de março de 2021 se abrirá a “janela” para que a Osiris-Rex inicie a viagem de volta à Terra, onde deverá chegar dois anos e meio depois, em setembro de 2023, e liberar a cápsula contendo a amostra do asteroide para que caia em nosso planeta.
— O lançamento da Osiris-Rex é apenas o início de uma viagem de sete anos para obter amostras imaculadas do asteroide Bennu — destacou Dante Lauretta, cientista-chefe da missão e pesquisador da Universidade do Arizona em Tucson. — Ele é como uma cápsula do tempo das fases iniciais de formação do Sistema Solar. A equipe construiu uma nave sensacional e estamos bem equipados para estudar Bennu e voltar com seu tesouro científico.
Chance ínfima de colisão com a Terra
Outra razão da visita a Bennu é seu risco de se chocar com a Terra no fim do século XXII. Em 2135, o asteroide deverá fazer sua maior aproximação prevista de nosso planeta, passando a uma distância menor que a da Lua. Então, a gravidade da Terra alterará sutilmente sua órbita, com uma probabilidade de colocá-lo numa trajetória que simulações indicam que poderão fazer com que colida com nosso planeta em novas aproximações entre os anos de 2175 e 2196. A chance cumulativa de isso acontecer, porém, é de apenas 0,037%, ou uma vez em 2,7 mil.
Estes cálculos, no entanto, ficarão mais precisos com as medições que a a Osiris-Rex fará do chamado “Efeito Yarkovsky”, o leve “empurrão” que o asteroide sofre à medida que sua superfície escura absorve radiação solar e a reemite como calor. Embora muito pequeno, este efeito pode ter grandes consequências na órbita de asteroides como o Bennu ao longo de grandes períodos de tempo. Mas mesmo que no futuro se choque com a Terra, Bennu está longe de ser capaz de provocar uma catástrofe global, embora possa causar grandes estragos regionais. Para se ter uma ideia, o asteroide cuja queda se acredita ter ajudado a extinguir os dinossauros há 66 milhões de anos tinha um diâmetro estimado em cerca de 10 quilômetros.

O GLOBO

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Polícia deflagra megaoperação para prender suspeitos de matar candidatos na Baixada

RIO — A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagraram na manhã desta quinta-feira uma megaoperação com o objetivo de apreender armas e objetos usados nas execuções de candidatos e pessoas envolvidas em campanhas eleitorais, na Baixada Fluminense. No total, 150 policiais das delegaciais de Homicídios da capital, Baixada e Niterói participam da ação. A Justiça expediu 12 mandados de busca e apreensão em casas e galpões usados por suspeitos de participarem dos crimes em municípios da região, além de 12 pedidos de prisão temporária.
Dos 14 assassinatos ocorridos nos últimos 10 meses, três homicídios de candidatos e de uma pessoa envolvida em campanhas eleitorais, na Baixada Fluminense, têm como motivação principal a disputa pelos negócios entre milicianos que atuam no furto de combustível da Petrobras. Integrantes do bando que atua na máfia do óleo em Duque de Caxias apoiam financeiramente alguns políticos que se aliam ao grupo. O pré-candidato Sérgio da Conceição de Almeida Júnior, o Berem do Pilar, cuja morte ocorreu no dia de 2 de julho na porta de casa, no bairro do Pilar, porque a vítima entrou no mesmo ramo de negócios da organização criminosa: furto de combustível da Reduc.
Segundo a DHBF, Denivaldo da Silva, assassinado quatro dias depois de Berem do Pilar, seria sócio do pré-candidato a vereador no novo empreendimento. A polícia descobriu, inclusive, que nos dois crimes foi usada a mesma pistola. A forma de atuação foi semelhante, com armas dos mesmos calibres. As duas execuções foram filmadas e comprovaram as semelhanças.
O outro crime relacionado às execuções de Denivaldo e Berem é o homicídio de Leandro de Xerém. Além de morar no mesmo distrito da primeira vítima, Leandro da Silva, que tinha fama de andar com paramilitares no local, ligados à Denivaldo. Eles se apresentavam como “justiceiros”. A polícia acredita que, pela brutalidade dos assassinatos, o propósito dos criminosos era o de servir de recado para outros que viessem a se aventurar nos negócios ilícitos da máfia dos combustíveis.
Outros quatro crimes, segundo os investigadores, são de autoria de traficantes, porque as vítimas, líderes comunitários, não permitiam bocas de fumo nos bairros onde viviam. Nas contas do titular da DHBF, Giniton Lages, apenas um homicídio teria como única razão a rivalidade política, no caso, o crime contra o vereador Oswaldo da Costa Silva (PDT), morto em 18 de agosto. Outros dois teriam cunho passional.
— A milícia é silenciosa e está arraigada no poder público. Os milicianos aprenderam a lição com as prisões, no passado, de integrantes do grupo mais antigo da Zona Oeste do Rio — disse Giniton, referindo-se aos irmãos, o ex-vereador Jerônimo Guimarães Filho e o ex-deputado estadual Natalino Guimarães Filho. — Por isso, essa facção criminosa não coloca mais a cara dela de frente na política. Ela apoia e fica ao lado do poder — explicou o delegado.
— Foi uma resposta que queríamos dar às organizações criminosas que estão cometendo homicídios na Baixada. As evidências para os três crimes bárbaros que ocorreram em Duque de Caxias, envolvendo pessoas ligadas à política, é de que a real motivação é a disputa pelos pontos com bicas, onde os criminosos furtam combustível. Nesta primeira etapa, estamos chegando aos negócios. Na próxima fase haverá as prisões dos autores dos crimes — disse Lages.
O promotor do Gaeco Fábio Correa que acompanha a operação, disse que as milícias têm como prática apoiar políticos com o dinheiro oriundo de atividades ilícitas.
— Esse tipo de organização criminosa gravita na política a fim de obter benefícios. Uma outra etapa a ser investigada é onde esses recursos financeiros ilícitos estão sendo aplicados — disse o promotor.
TERRENOS DAS VÍTIMAS
Alguns locais onde a polícia esteve, na manhã desta quinta-feira, eram terrenos que pertenciam às vítimas. Elas extraíam combustível de oleodutos que tinham como destino à Reduc. Segundo o diretor da Divisão de Homicídios, Rivaldo Barbosa, a motivação era a disputa entre as milícias pelo furto do combustível. No entanto, as vítimas dos homicídios ocorridos no município de Duque de Caxias tinham envolvimento com a política. A polícia encontrou três “bicas” oriundas de perfuração dos dutos da Petrobras, em dois terrenos, um de Leandro da Silva Lopes e outro de Denivaldo da Silva. Ambos assassinados em Duque de Caxias.
— É dinheiro público que está saindo dessas bicas em jatos — disse Rivaldo referindo-se à pressão com que o material sai dos oleodutos, ligando ao caso da Lava-Jato.
Publicidade
Com os negócios diversificados, a milícia encontrou campo fértil na Baixada Fluminense. Além da cobrança de “taxas de proteção” e serviços como o do gatonet, de transporte alternativo e de fornecimento de gás, os milicianos exploram areais e vendem loteamentos.
Com a estratégia de não aparecerem na política, os milicianos financiam campanhas em troca de apoio e benefícios de políticos ao serem eleitos ou reeleitos. Com o fim das doações eleitorais por parte de empresas, o dinheiro ilícito é bem-vindo, pois não é declarado. Para não chamar atenção da fiscalização eleitoral, os candidatos que recorrem à essa prática, reduziram o número de cartazes e carros de som pelas cidades, mas usam as verbas “doadas” de outras formas. Na opinião da juíza Daniela Assumpção Barbosa, titular da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias, que foi responsável pela fiscalização eleitoral em 2014, há suspeitas de compra de voto na Baixada Fluminense com o dinheiro sujo oriundo da milícia:
— Os candidatos que usam desse meio ilícito estão gastando, mas ninguém vê propaganda nas ruas. Isso nos leva a crer que eles estão investindo em outras formas para convencer os eleitores a votarem neles, como a compra de votos. É um tipo de prática que só pode ser feita quando se aliam às organizações criminosas. O dinheiro vem de caixa 2. Além disso, eles lutam contra o tempo. As campanhas foram liberadas em setembro, quando, antes, começavam em julho — explicou Daniela.

O GLOBO

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Celular explode e queima o rosto da vítima

José Vanio da Silva, 31, sofreu queimaduras de segundo grau no rosto, nesta quarta-feira (7), após o celular dele explodir. O caso aconteceu na cidade de Atalaia, no Estado de Alagoas, distante 48 km da capital Maceió.
A vítima foi internada no hospital geral com queimaduras na face e lesões nos lábios. O celular – cuja marca não foi informada – estaria carregando no momento da explosão.
Segundo o útimo boletim médico, José está estável, consciente e em observação no centro cirúrgico do hospital geral.
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(Com informações do portal Alagoas 24 Horas)

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Pará tem a pior oportunidade de educação do país

As piores oportunidades de ensino do país. Esse é o duro diagnóstico feito sobre os paraense pelo Índice de Oportunidades da Educação Brasileira (IOEB), estudo que identifica o quanto cada cidade ou estado contribui para que sua população tenha sucesso educacional. No último ranking publicado pelo sistema, tanto o Pará quanto Belém figuram na última colocação do ranking nacional.
O documento, divulgado nesta quarta-feira (7) pelo Centro de Liderança Pública (CLP), faz avaliações e oferece dados sobre a qualidade do ecossistema educacional de municípios e Estados. Funciona de modo similar ao Índice de desenvolvimento da Educação Básica (Ibed), com a diferença de levantar dados das redes públicas, privadas e de crianças e jovens com idade escolar, mas que estão fora das escolas.
O estudo apresentou dados preocupantes sobre o Pará. Apresentando notas entre 0 e 10, o Pará aparece na lista na 27ª colocação, a última da lista, com a nota 3,5. O Estado ficou atrás de vizinhos como o Maranhão (26ª posição, com nota 3,6), Amazonas (18ª posição, com nota 4.0) e Amapá (24ª, com nota 3,7). A nota aparece bem abaixo da média nacional, de 4,5. Em primeiro lugar, ficou São Paulo, com nota 5,1.
ranking-nacional-2-08-09-2016-10-51-54Entre as capitais, a situação se repete. Belém aparece novamente na última colocação, com nota igual à do Estado: 3,5. Novamente, a capital paraense aparece atrás das vizinhas São Luís (nota 3,9) e Manaus (nota 4,1).
capitais-08-09-2016-10-41-49Mesmo dentro do próprio Estado, Belém aparece com dados preocupantes. Apesar de ser uma capital, o índice avaliado para a cidade das mangueiras está abaixo de outras cidades, como Ananindeua e Santarém.
cidades-para-08-09-2016-10-46-33Entre os 5.570 municípios do Brasil, Belém aparece quase no final da lista, na 4.489ª posição. A baixa oportunidade de acesso à educação parece se repetir no resto do Estado: entre as 500 cidades com os melhores índices, nenhuma é paraense.
O estudo leva em consideração dados como a escolaridade dos professores, a experiência dos diretores de escola, o número de horas/aula por dia, a taxa de atendimento da educação infantil, taxa de estudantes matriculados em escolas e dados levantados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

(DOL)

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Idoso soca recém-nascido achando que era boneca

Idoso soca recém-nascido achando que era boneca (Foto: reprodução/Facebook)
Um idoso de 63 anos foi detido após dar um soco em um recém-nascido que estava ao lado da mãe, acreditando que o bebê se tratava de uma boneca.
A pequena Elsie Rose tinha apenas cinco dias de vida e foi levada ao hospital às pressas, mas não sofreu ferimentos graves. O caso aconteceu na segunda-feira (5) em Manchester, no Reino Unido.
Segundo informações do jornal Manchester Evening News, a mãe do bebê Amy Duckers afirmou que estava com Elsie no supermercado quando o idoso se aproximou e deu um soco em sua filha.
No momento da agressão, Amy estava com a outra filha, Libby, 7, e conversava com um vizinho. Segundo ela, todos ficaram sem reação com a atitude do idoso.
“Eu ouvi o barulho do soco dele. Ninguém conseguiu reagir na hora. Estávamos todos chocados. Quando me dei conta, comecei a gritar. Ele poderia ter, facilmente, matado minha filha”, afirmou Amy em entrevista ao Manchester Evening News.
Segundo Amy, após o ocorrido, o acusado apenas pediu desculpas e disse que pensou se tratar de uma boneca. A bebê recebeu alta no dia seguinte à agressão.
“Ainda estou digerindo tudo isso. Sei apenas que a polícia falou com ele. Mas, o que eu realmente gostaria de saber é o motivo pelo qual ele fez isso. Por que uma pessoa dá um soco em uma criança?”, perguntou a mãe de Elsie.

(Com informações do Extra)

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Mulher descobre camisinha alojada no pulmão

Em um estudo de caso publicado no Indian Journal of Chest Diseases and Allied Sciences (IJCDAS), uma equipe médica relatou o caso de uma inalação acidental de preservativo.
A paciente, uma professora de 27 anos, por seis meses lidou com uma tosse persistente, que estava acompanhada de alguns sintomas de pneumonia. A princípio, os exames iniciais não mostraram discrepâncias, porém, quando foram feitas radiografias do tórax, descobriram uma lesão no pulmão. Logo, ela fora medicada com um coquetel de tratamento para tuberculose.
Quando os sintomas não desapareceram, os médicos resolveram realizar uma broncoscopia e descobriram a presença de uma estrutura presa aos brônquios, um preservativo masculino. O objeto foi facilmente removido com uma pinça de biópsia, mas se rasgou em pedaços durante o procedimento.
Quando a mulher foi questionada pelos médicos, eles descobriram que o acidente ocorreu enquanto ela realizava sexo oral no marido. Durante o ato, ela teve um ataque de tosses e espirros, e, acidentalmente e sem saber, acabou aspirando o preservativo, indo parar nos pulmões.
Uma das razões para que o fato tenha passado despercebido pela paciente por tanto tempo, foi porque o objeto inalado era de “consistência macia, elástica e de borracha, sendo susceptível de causar uma lesão pulmonar direta”, escreveram os médicos no relatório.

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Mulher procura ajuda médica após tossir por 6 meses e descobre uma camisinha alojada no pulmão. (Reprodução)

(Com informações de Jornal da Ciencia)

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Viviane é chamada de plastificada e rebate

Viviane Araújo não engoliu as críticas que recebeu após publicar uma foto em seu perfil no Instagram, e rebateu uma seguidora.
Na imagem, a modelo aparece na academia usando roupas justas e de barriga de fora. “Tá, meu amor. Se fez toda. Plástica até no dedo do pé”, escreveu a internauta.

A atriz não deixou barato e respondeu. “No dedo do pé ainda não fiz não, inclusive se você quiser o contato do meu cirurgião te passo para ver se ele dá um jeitinho em você! Tá precisando, hein? Miga sua louca! Beijo no ombrinho, tá?” (sic), postou.

E ainda acrescentou: “Se quiser o contato também da minha hair stylist para dar um jeito nesse seu mega também está às ordens! Ah, tenho também um tatuador fera para concertar esses seus rabiscos!”.

DOL

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Conheça o novo truque para acelerar seu Wi-Fi

O roteador é um dos responsáveis pela qualidade da sua internet, e também as configurações dele. Ele possue diversas opções que influenciam como o Wi-Fi chega até seu dispositivo.
Uma delas é o MTU, que informa o tamanho dos pacotes da rede. Um número baixo de pacotes pode deixar a internet lenta e um número alto pode ocasionar a perda deles, então é necessário inserir o valor correto.
Para conexões a cabo, ou Ethernet, o valor certo é de 1500 bytes e para o Wi-Fi é 1492 bytes. Se esses números forem inseridos errados podem gerar queda da internet, redução da velocidade e não reconhecer alguns aparelhos, como o Chromecast, por exemplo.
Para que isso não ocorra, é importante certificar-se de não estar fazendo a configuração trocada, o número do Ethernet com o do Wi-Fi. Veja como configurar corretamente o MTU do seu roteador:
Como cada fabricante coloca uma interface diferente em seus roteadores, não é possível ensinar o passo a passo para todos os modelos. Então esse tutorial foi feito para o roteador D-Link, modelo DSL-2740E. Para saber como acessar as configurações do seu modelo, consulte o site do fabricante.

Como fazer

Abra um navegador de internet e digite o IP do roteador, que pode ser encontrado no manual, nesse caso é 192.168.25.1.
wifi1
Insira o usuário e a senha, que também é encontrado no manual ou direto com a operadora. Muitos fabricantes usam “admin” no usuário e na senha, como nesse caso.
wifi2Ao entrar na interface do roteador, clique em “configurações”, depois em “configuração da internet”.
wifi3Em “Tabela Atual ATM VC”, clique no ícone do lápis.
wifi4No campo “MTU”, digite “1492” se estiver usando Wi-Fi e “1500” se estiver usando uma rede com cabo. Depois clique em “Aplicar configurações”.
widi5
Realizado todo esse processo, seu roteador Dlink estará com o número MTU configurado corretamente, para acelerar e melhorar a qualidade do sinal da sua internet.

(Com informações de TechTudo)

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Cantora gospel e marido morrem em acidente

A cantora gospel Jane Carla, de 32 anos, não resistiu aos ferimentos após um grave acidente e morreu.  O carro em que estavam a cantora e seu marido Wanderson Guimarães colidiu frontalmente com uma carreta na rodovia TO-080, entre as cidades de Palmas e Paraíso do Tocantins.
Wanderson morreu no local do acidente e Jane Carla foi socorrida em estado grave ao Hospital Geral de Palmas porém a cantora sofreu uma piora em seu quadro e teve uma parada cardíaca. Motivo da morte. Segundo o site Blasting News, a cantora e o marido eram membros da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, ministério de Madureira em Palmas, e eram pastoreados pelo pastor João Abrantes.
Entre as músicas de sucesso de Jane Carla estão Mestre Dos Milagres, Veio Guerrear e Vaso Escolhido.
A polícia vai investigar as cusas do acidente.

(DOL)

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Chuvas voltam a cair no mês de outubro, diz Inmet.

É o que prevê a meteorologia. Por enquanto, a seca castiga a região.
O ano de 2016 deverá ser mais seco na Amazônia em comparação aos anos de 2005 e 2010, períodos de estiagem severa na região. A conclusão é de pesquisadores da agência espacial americana Nasa (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), representado pelo 2º Distrito de Meteorologia (2º Disme), em Belém, que monitora a distribuição das chuvas na região, explica que a seca deste ano é ocasionada pelo fenômeno do El Niño de forte intensidade. No entanto, a expectativa é que, a partir do mês que vem, os índices pluviométricos na região voltem ao normal.
Segundo o mestre em meteorologista Sidney Figueiredo de Abreu, do Inmet/2º Disme, a seca em 2005 esteve relacionada ao fenômeno de dipolo do Atlântico – resultante da interação entre oceano e atmosfera, e que pode diminuir ou aumentar a formação de nuvens influenciando os índices pluviométricos no leste da Amazônia e litoral norte brasileiro (Amapá, Pará, Maranhão, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte), incluindo também os Estados da Paraíba e Pernambuco.
“Ocorre quando as águas do Atlântico Sul estão mais frias que o normal, ocasionando alterações no posicionamento mais ao norte da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), principal sistema causador de chuva na Amazônia no período chuvoso, que vai de dezembro a abril. Neste evento houve menos formação de nebulosidade e, como consequência, uma das maiores secas já vista na Amazônia”, afirmou Abreu.
Por outro lado, a seca de 2010 foi ocasionada pelo fenômeno El Niño, que é o aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. “Esse aquecimento altera a circulação da atmosfera fazendo prevalecer um ramo subsidente de ar (de cima para baixo), inibindo a formação de nuvem causadoras de chuva na Amazônia. No entanto, este evento foi de intensidade moderada”, esclareceu o meteorologista.
Clima seco favorece o surgimento de queimadas em áreas de floresta tropical (Foto: Oswaldo Forte)Clima seco favorece o surgimento de queimadas em áreas de floresta tropical (Foto: Oswaldo Forte)
Já ao longo do ano de 2015 ocorreu um El Niño de forte intensidade e o ápice do fenômeno se deu de dezembro de 2015 a janeiro de 2016. “Obteve anomalia positiva de +2.3°C (graus Celsius) e, de modo geral, isso afetou os índices pluviométricos na Amazônia, a partir de agosto de 2015 e ao longo do ano de 2016, deixando muitos locais com chuvas abaixo da média no período chuvoso e até mesmo no período menos chuvoso”, explicou Abreu.
Todavia, as águas superficiais do Pacífico Equatorial já apresentam temperaturas dentro do normal, segundo monitoramento realizado de maio a julho de 2016. “Por esse motivo, espera-se que a partir de outubro os índices pluviométricos voltem apresentar valores dentro da normalidade climatológica”.
O meteorologista Sidney de Abreu destacou que fenômenos como esses quando impactam no período chuvoso de uma região (e também no período mais seco) são grandes e sentidos de forma severa. “No caso da Amazônia, observa-se a diminuição dos níveis dos rios a ponto de não poderem ser navegados, mortes de peixes, queimadas, problemas respiratórios nas populações devido a fumaça, prejuízos enormes na pecuária e agricultura entre outros”.
O meteorologista do Inmet/2º Disme, ressaltou que o Estado do Pará também foi bastante atingido, pois, nos últimos meses, houve onda de calor muito forte com temperaturas mínimas e máximas acima da média, com valores que chegaram a 24ºC e 36°C, além de poucas chuvas.
Em períodos secos, ele recomendou que é importante a população tomar bastante líquido durante o dia; usar guarda-sol, evitar a exposição ao sol das 10h às 16h; utilizar roupas leves e de cores claras; não queimar lixo; não jogar cigarros e objetos que possam provocar queimadas no solo seco e utilizar umidificador de ambiente, no caso das regiões mais ao sul do Pará como Marabá e Conceição do Araguaia.

ORMNEWS

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