Americana vai à Justiça depois de se casar com a filha

Uma mulher dos Estados Unidos está sendo acusada de incesto depois de ter se casado com a filha de 25 anos. De acordo com a imprensa americana, essa é a segunda vez em que Patricia Ann Spann, 43, é alvo de tal acusação – em 2008, ela havia oficializado união com o seu filho.
O casamento de Patricia com a filha, Misty Velvet Dawn Spann, aconteceu no estado de Oklahoma em março e foi descoberto pela polícia no mês passado. Segundo a revista “Time”, mãe e filha foram levadas a julgamento, nesta quarta (08), e estão detidas sob fiança de 10 mil dólares cada.
Ainda de acordo com a publicação, as autoridades constataram que Patricia já havia se casado com o filho, em 2008. No entanto, um ano e meio depois, a união foi anulada após a Justiça alegar incesto.
Às autoridades, Patricia disse que perdeu a guarda de três filhos, que foram adotados pela avó paterna. Ela afirma que se reencontrou com Misty há dois anos e acreditou que não teria problemas em casar-se com ela pois seu nome não está na certidão de nascimento da filha.
O estado de Oklahoma considera crime de incesto o casamento entre pessoas da mesma família, independentemente se houver relações sexuais ou não.

Patricia Spann e Misty Spann (Foto: Divulgação Stephens County Sheriff's Office
Patricia Spann e Misty Spann (Foto: Divulgação Stephens County Sheriff’s Office

Por  REDAÇÃO MARIE CLAIRE

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Meninas do basquete dão passeio de 85 a 19 e vencem argentinas

O local era a mesma Arena Carioca 1, assim como a adversária Argentina, pelo mesmo torneio de basquete, só que desta vez era em cadeira de rodas. As recordações dos brasileiros não eram boas. Ali mesmo, semanas antes, o sonho da medalha olímpica para a equipe de Rubén Magnano praticamente acabava com a dura derrota para o arquirrival na segunda prorrogação. Mas as meninas do Brasil venceram e vão em busca do pódio inédito nos Jogos Paralímpicos.  Jéssica, Vileide, Lia e Perla foram os destaques no “passeio” por 85 a 19 (40 a 8).
Desde o início as brasileiras mostraram que a partida seria de uma equipe só e levantaram as diversas crianças e jovens de colégios e projetos sociais na arquibancada. Mais intenso, procurando os espaços, abriram rápida vantagem. Lia e Perla se destacavam em um primeiro quarto que terminou 22 a 4. O panorama seguiu o mesmo no segundo. Destaque para o crescimento de Vileide e Jéssica (40 a 8).
O papo no vestiário com o técnico Martoni Sampaio serviu para manter a concentração e não deixar o ritmo cair. A cada cesta, a Arena Carioca 1 vinha abaixo com agudos e graves enlouquecidos. No banco, as reservas também faziam sua parte. A cada ataque canarinho, os gritos de “defesa, defesa”. Um cenário bastante favorável ao Brasil, que mostrou estar no caminho certo em busca da primeira medalha paralímpica do esporte.
Assim como no basquete convencional, a disputa em cadeira de rodas também acontece com cinco atletas de cada lado, com 24 segundos de posse de bola para cada ataque e quatro períodos de 10 minutos. Toda a vez que a bola sai ou há uma infração, o cronômetro é paralisado.
Os atletas são classificados de 1.0 a 4.5, de acordo com sua capacidade funcional, sendo que quanto menor for o número, maior é o grau de deficiência. A soma dos pontos dos jogadores de um time em quadra não pode ultrapassar 14.

Por Fabio LemeRio de Janeiro

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Homem é preso após violentar e estrangular criança na BA, diz polícia

Um homem de 43 anos foi preso após violentar e estrangular uma menina de 7 anos, na cidade de Simões Filho, região metropolitana de Salvador. De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu na quarta-feira (7). A informação foi divulgada nesta quinta-feira (8).
Ainda conforme a polícia, Alexandre Márcio Ribeiro Bacelar é motorista, mas está desempregado. Ele confessou o crime, que aconteceu no bairro Cia I. Alexandre, que usuário de crack, disse  à polícia que atraiu a criança para um terreno perto das casas dos dois, na Rua D, e ofereceu alguma moedas para a menina.
A polícia informou que o suspeito foi flagrado por uma vizinha, que ouviu os gemidos da vítima enquanto ela era estrangulada, chamou outros moradores, que agrediram o suspeito, mas foram contidos pela Polícia Militar.
A garota está internada em um hospital de Salvador. Não foram passados detalhes do estado de saúde dela.
A polícia informou que Alexandre está na 22ª Delegacia, em Simões Filho, e que já solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante dele em preventiva. Assim que o pedido for aceito, o suspeito será encaminhado ao sistema prisional.

 G1 BA

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Polícia apura se perna achada em praia tem relação com acidente aéreo

A Marinha do Brasil aguarda o resultado de exames feitos no Instituto Médico Legal (IML) para avaliar se há relação entre a parte de uma perna humana encontrada na Praia Negra, em Maricá, RJ, na segunda-feira (5), e o acidente aéreo com o caça no dia 26 de julho em Saquarema. O piloto está desaparecido desde que a aeronave caiu no mar durante um treinamento padrão de ataque a alvos de superfície. A 82ª Delegacia de Polícia está responsável pela investigação do caso da perna achada por pescadores.
Por meio de nota, a Marinha informou que “tomou conhecimento, não oficialmente, do aparecimento de uma parte de um corpo humano no litoral de Maricá. A Força está tomando as providências para averiguar se há relação com o acidente ocorrido em 26 de julho. Para tanto, estabeleceu contato com o Instituto Médico Legal a fim de proceder com os exames necessários”. De acordo com a Polícia Civil, a parte da perna foi encontrada por pescadores no balneário.

Buscas ocorrem no litoral da Região dos Lagos (Foto: Keila Silva Mota Cantanhede Nogueira / Internauta)
Buscas ocorrem no litoral da Região dos Lagos (Foto:
Keila Silva Mota Cantanhede Nogueira / Internauta)

A costa de Maricá é limite com a de Saquarema, e a companhia não descarta a hipótese da parte humana ter sido levada para a Praia Negra por correntes marítimas, como aconteceu com os pneus do trem de pouso da aeronave, que foram encontrados na costa de Arraial do Cabo e Cabo Frio. As peças foram as únicas do caça localizadas até o momento.
Causas do acidente
A corporação abriu um Inquérito Policial Militar, que tem prazo para a apresentação de um parecer em até 60 dias depois da abertura do processo, no dia 27, um dia após a aeronave desaparecer no mar. Uma comissão também investiga o caso.
Marinha mostra modelo da aeronave
Em entrevista ao G1 no dia 9 de agosto, o Capitão de Mar e Guerra Fonseca Júnior, Chefe de Estado Maior do Comando da Força Aeronaval, disse que o piloto de caça da Marinha que retornou para a base de São Pedro da Aldeia relatou que “viu a outra aeronave cair de barriga na água, mas não viu se o piloto dela conseguiu ejetar”

Piloto pode não ter conseguido sair da cabina (Foto: Rebeca Nascimento/G1)
Piloto pode não ter conseguido sair da cabina (Foto: Rebeca Nascimento/G1)

Ex-militar opina sobre o caso
Para o especialista Alexandre Galante, ex-militar da Marinha e consultor em assuntos militares, defesa e acidentes aéreos, o caça pode ter se desintegrado ao se chocar contra a água, dificultando a localização das partes da aeronave. Alexandre conversou com o G1 por telefone diretamente do Texas, no Estados Unidos, onde mora atualmente. Confira a reportagem.
Sinal da aeronave
A Marinha confirma que a aeronave era vista nos radares do mapa aéreo brasileiro e sumiu no ponto da queda, em Saquarema. O órgão informou ainda que o caça não possuía equipamento GPS (Global Positioning System ou Sistema de Posicionamento Global), mas tinha dois equipamentos Personal Locator Beacon (PLB), espécie de localizador para o piloto.
Os equipamentos estavam instalados no colete, com acionamento manual; e no assento ejetável, com acionamento automático durante a ejeção do assento. Entretanto, segundo a Marinha, “até o momento, não foi detectado qualquer sinal proveniente desses equipamentos”.

G1

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Grupo é preso por furtos milionários a banco e ostentar, diz polícia

A Polícia Civil apresentou, nesta quinta-feira (8), em Goiânia, três homens presos suspeitos de furtar agências do Banco Santander em várias capitais do país. De acordo com a investigação, o grupo movimentava milhões de reais com o crime e levava uma vida luxuosa. O trio arrombava caixas eletrônicos do banco utilizando furadeiras. Um vídeo mostra uma das ações do grupo (assista acima).
Segundo o delegado Alex Vasconcelos, da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), Adair Silvino de Morais, de 35 anos, o irmão dele, Rogério Silvino de Morais, de 29, e Thiago de Moura, de 30, são investigados por crimes no Distrito Federal, Paraíba e Mato Grosso do Sul.  Ele afirma que a polícia se surpreendeu com  o volume de dinheiro movimentado pela quadrilha.
“Eles possuíam altos investimentos financeiros, contas bancárias com volumes vultuosos. Um padrão de vida com muita ostentação. Eles utilizavam os valores furtados com muita luxúria. Só na residência do Adair, por exemplo, em uma conta rápida, foi somado mais de R$ 30 mil em perfumes importados, bebida e outros objetos, sem contar os carros e lanchas de luxo”, disse.
A Operação Phanton, deflagrada na última quinta-feira (1º), iniciou com as prisões de Adair e Thiago, presos no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, quando, segundo a polícia, voltavam de um furto praticado em uma agência de João Pessoa.  Na sexta-feira (2), Rogério foi preso em Joinville, cidade em que os três moravam.
De acordo com o delegado, além do trio, a polícia prendeu a esposa de Adair, Juliana Venício de Moraes e a mulher de Thiago, Alessandra Moura. As duas foram presas mas, por estarem grávidas, foram liberadas pela polícia. Elas seriam responsáveis por lavar o dinheiro do crime utilizando duas empresas das quais os três eram sócios.
Segundo Vasconcelos, parte do dinheiro era colocada em contas correntes e o restante era disseminado nas contas correntes de uma cafeteria e uma loja de autopeças.
As investigações começaram após um furto a uma agência do Santander em agosto deste ano no Centro de Goiânia. A partir de então, a polícia começou a monitorar os suspeitos, conseguindo prendê-los após o crime praticado no nordeste.
Com a quadrilha a polícia apreendeu uma furadeira eletromagnética, avaliada em R$ 20 mil, e uma esmerilhadeira. Ambas eram utilizadas no arrombamento dos caixas eletrônicos.  Com Thiago e Adair foram apreendidos R$ 53 mil que, segundo a polícia, foram obtidos no furto a uma agência de João Pessoa.
Conforme o inquérito, o grupo vai responder por furto qualificado, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Todos os bens do grupo foram bloqueados.
O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do Santander às 11h40, por telefone e email, e aguarda o posicionamento da instituição sobre o caso.
Modo de agir
O delegado explicou que a quadrilha utilizava um método diferente das quadrilhas que explodem caixas eletrônicos.  Alex Vasconcelos afirmou que a quadrilha praticava os crimes exclusivamente em agências do Santander, porque conheciam o modelo dos caixas eletrônicos e o sistema de segurança, o que fazia com que eles não fossem notados.
Segundo Vasconcelos, a quadrilha furtava também os registros das câmeras de segurança das agências.
“O próprio Adair nos esclareceu que a modalidade por eles empregada é denominada no sul do país como ‘furo técnico’. Eles utilizam equipamentos como furadeiras eletromagnéticas e furadeiras de alto impacto, a fim de vencer a resistência do caixa eletrônico e subtrair os valores por eles guarnecidos. O grupo fazia tudo isso tem ter registro de imagem deles, já que levavam o DVR das agências”, contou.
De acordo com o delegado, os três homens já tinham passagem pela polícia. Ele afirma que eles foram presos em flagrante em 2015 após um crime nos mesmos moldes do praticado em agosto.
“Esta modalidade criminosa, ao contrário do que muitos possam achar, conseguem um êxito muito maior na ação do que propriamente o ‘novo cangaço’, que explode bancos. As quantias levadas são exorbitantes. O padrão de vida levado por eles mostra que eles conseguiam muito dinheiro com esta modalidade criminosa”, explicou.

Entre os veículos apreendidos está uma BMW, em Goiás (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Entre os veículos apreendidos está uma BMW, em Goiás (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

G1

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Ronaldinho diz que Neymar “tem o azar” de jogar na época de Messi

Ronaldinho foi o representante do Barcelona durante o evento de lançamento da sede comercial do clube na cidade americana. Por lá, não escapou de perguntas sobre seu futuro no futebol, mas também de um compatriota seu. Em entrevista ao jornal “Sport”, o jogador foi questionado sobre o que os próximos anos nos gramados reservam para Neymar. Ele afirmou que acredita que o medalhista de ouro chegará ao nível de Messi, mas “tem o azar” de jogar na época do argentino.
– Acredito que chegará ao nível de Leo. Vai ser o melhor do seu tempo. É muito jovem e já ganhou muito. Igual a que ocorre a muitos outros, tem o azar de jogar na época de Messi – afirmou.
Para Messi, os elogios não foram poucos. Ronaldinho ressaltou os anos em que o camisa 10 se mantém em alto nível e como número 1 do mundo, segundo ele. Classificou o amigo como fenômeno.
– Muito. Deve ser muito complicado. Manter-se como número 1 durante tanto tempo como Leo e da forma que é o futebol…É muito difícil. Isso quer dizer que Messi é um fenômeno.
Mas foi econômico sobre Messi ser o melhor de todos os tempos. O atleta diz que cada um é em sua época e lembrou Garrincha e Maradona quando o jornal perguntou se cabia a comparação Messi/ Pelé.
– Em cada época há um que é o melhor. Cada um foi melhor em seu tempo. E Leo é o melhor agora.
– Cada um em seu tempo. Garrincha, Maradona…Leo está entre eles.
O ex-jogador do Barça ainda não tem certeza sobre seus próximos passos na carreira. Diz que atuar nos Estados Unidos não é uma opção a ser descartada. Mas que ele também pretende seguir com as “aventuras” na música e abrir escolinhas de futebol suas pelo mundo.
– Já tive a oportunidade de atuar aqui muitas vezes, tenho muitos amigos, muito diretores de clubes. E agora volto a ter a oportunidade de voltar a jogar aqui. É uma opção, mas o que mais quero é ter tempo para viajar, para fazer ações que quero efetuar. E como lhes disse, falo de música, mas também de outras coisas relacionadas com o futebol como escolinhas para crianças em todas as partes do mundo. Veremos. Em todo o caso, o que escolher esse ano deve ser compatível com todos esses interesses que tenho.

Josep Maria Bartomeu, Ronaldinho Gaúcho e Anthony Lake, diretor-executivo do Unicef, em Nova York (Foto: EFE)
Josep Maria Bartomeu, Ronaldinho Gaúcho e Anthony Lake, diretor-executivo do Unicef, em Nova York (Foto: EFE)

Por GloboEsporte.comNova York, EUA

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Ensino médio e anos finais do fundamental ficam abaixo da meta do Ideb

O ensino médio nas escolas do país está estagnado em patamares abaixo do previsto pelo Ministério da Educação (MEC), enquanto os anos finais do ensino fundamental também não alcançaram as metas em avaliação nacional realizada pelo governo.

Nesta quinta-feira (8), o ministério apresentou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2015. O levantamento aponta que o ensino médio segue estagnado na média das escolas do país com índice 3,7 e não atingiu a meta de 4,3. O patamar se mantém desde a avaliação realizada em 2011.

Do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental, chamado de ensino fundamental 1, o Brasil alcançou Ideb de 5,5 e bateu a meta que era 5,2. Entretanto, no ensino fundamental 2, que compreende do sexto ao nono ano, o Brasil mais uma vez não cumpriu a meta nacional que era de 4,7, ficando com Ideb de 4,5 (veja gráficos abaixo).

O que é o Ideb
O Ideb é um indicador geral da educação nas redes privada e pública, uma espécie de nota. Para chegar ao índice, o MEC calcula a relação entre rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e desempenho no Saeb/Prova Brasil aplicada para crianças do 5º e 9º ano do fundamental e do 3º ano do ensino médio. O índice é divulgado a cada dois anos e tem metas projetadas até 2021, quando a expectativa para os anos iniciais da rede estadual é de uma nota 6,0.
Assim, para que o Ideb de uma escola ou rede cresça é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente as aulas.

ideb-2015-ensino-medioCrítica e possível medida provisória
“O quadro geral não é algo que possamos celebrar”, afirmou o ministro da Educação, Mendonça Filho. O ministro disse que o governo vai pedir urgência na apreciação do projeto que prevê a mudança do currículo no ensino médio brasileiro.

Caso o governo entenda que o projeto de lei não seja votado ainda neste ano, o ministro informou que o Planalto pode editar uma Medida Provisória garantindo a mudança da grade curricular do ensino médio.

“Vamos levar ao presidente que, se por ventura a apreciação não se dê ainda neste ano, que se edite uma medida provisória porque urge a reforma do ensino médio. Não se pode ficar passivo aguardando o ano letivo do próximo ano.”

O ministro disse que um conselho reunindo todas as secretarias de Educação pelo país deve definir a composição curricular no ensino médio. O objetivo da reformulação é trazer “flexibilização e enxugamento curricular”.

Mendonça Filho rebateu as críticas de que a mudança poderia ser enxergada como nivelamento por baixo. Mesmo afirmando que os questionamentos são bem-vindos, ele declarou que é necessária uma reação para alterar o quadro atual. “Não vamos fazer de conta que essa tragédia não existe.”

Questionado sobre uma possível redução da meta do Ideb para o ensino médio (que não foi batida por duas vezes seguidas), o ministro da Educação “alfinetou” a ex-presidente Dilma Rousseff. “Nem vamos mudar nem vamos dobrar a meta”, ironizou.

A frase, que ficou ficou famosa, foi dita por Dilma durante um discurso no Palácio do Planalto em julho. Na ocasião, Dilma falava sobre as perspectivas do programa Pronatec para jovens aprendizes. “Não vamos colocar uma meta. Vamos deixar em aberto. Quando a gente atingir uma meta, a gente dobra a meta”, disse a presidente na ocasião.

ideb-2015-anos-finaisEstados e Distrito Federal
Se considerado os resultados do Ideb nos anos iniciais do ensino fundamental (1ª a 5ª série), todos os estados do país e o Distrito Federal, exceto Tocantins, tiveram evolução no índice.

Para cada estado, o MEC estabeleceu uma projeção do índice que deveria ser alcançado, e por esse critério, dois estados (Rio de Janeiro e Amapá) e o Distrito Federal ficaram abaixo da meta.

Nos anos finais do ensino fundamental, cinco estados cumpriram o Ideb: PE, AM, MT, CE e GO. O ensino médio, teve o pior desempenho entre os três níveis, e segue estagnado há três anos. Apenas dois estados cumpriram as metas: PE e AM.

ideb-2015-anos-iniciais

Cobrança por reformulação
Segundo o ministro, é preciso intervir para “reestruturar o ensino médio do Brasil” porque “passou da hora de oferecer uma resposta adequada” aos problemas na área. “As metas fixadas para o ensino fundamental e médio são metas que não possam ser caracterizadas como ousadas em excesso. Muito pelo contrário. Todos sabem que o Brasil está muito distante de uma educação de qualidade.”

Origem do Ideb
O Ideb foi criado em 2007 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e é divulgado a cada dois anos. O Ideb divulgado nesta quinta-feira diz respeito ao desempenho das escolas, redes, municípios, estados e Brasil em 2015. O desempenho é comparado com as metas calculadas a partir da primeira edição, em 2005, e projetadas para todas as edições futuras, até o ano de 2021.

Há um indicador calculado para cada nível do ciclo básico: o ensino fundamental I (avaliando os estudantes do 5º ano), o ensino fundamental II (avaliando os estudantes do 9º ano), e o ensino médio (avaliando os estudantes do 3º ano).

Por Gabriel Luiz, do G1

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Com seis gols de Victoria, Brasil goleia EUA na estreia do goalball feminino

Seleção controla as americanas, rivais da final do Parapan de Toronto, e vencem por 7 a 3; arbitragem segue pedindo silêncio e pede até que bebê seja retirado da arena
A seleção feminina volta a jogar na sexta-feira, 9, às 18h45, contra o Japão. Depois, pega Israel, na segunda-feira, às 10h15. Na terça-feira, a equipe fecha a primeira fase contra a Argélia, às 11h30. As quartas de final serão na quarta-feira, dia 14. Os quatro melhores times de cada chave avançam para o mata-mata.
O Brasil dominou completamente os Estados Unidos. No primeiro tempo, a seleção fez 5 a 1, com três gols vindo de cobranças de penalidade, todos com Victoria Amorim, que marcou mais um em lance normal de jogo. Ana Carolina anotou um. O gol americano foi marcado por Asya Miller, que naquela altura fazia 1 a 1. No segundo tempo, a seleção deslanchou com mais dois gols rápidos de Victoria Amorim, abrindo 7 a 1. Asya Miller descontou em seguida. Os EUA ainda fizeram mais um gol com Amanda Dennis, mas a seleção brasileira controlou e venceu.
A segunda etapa também ficou marcada pelo insistente pedido por silêncio. Durante o início do segundo tempo, as árbitras canadenses Dawna Christy e Joelle Boulet, que usam microfones ligados ao sistema de som do ginásio, voltaram se irritar com as arquibancadas. Em determinado momento, Christy interrompeu a partida sistematicamente e pediu que a organização retirasse das arquibancadas um bebê que estava chorando e atrapalhando o andamento do duelo que precisa de completo silêncio para que os deficientes visuais ouçam o guizo e se orientem para saber para onde a bola está indo.
a modalidade
O goalball foi criado em 1946 pelo austríaco Hans Lorenzen e pelo alemão Sepp Reindl. A ideia era ajudar na reabilitação de combatentes da Segunda Guerra Mundial que perderam a visão. O esporte entrou no cenário paralímpico em 1976, nos Jogos de Toronto. A modalidade é a única exclusivamente paralimpica, ou seja, não é adaptada de um esporte convencional. As regras e o jogo estão baseados na audição e no tato. A disputa acontece com duas equipes com três times cada, em uma quadra de 10m de comprimento por 9m de largura. As linhas são táteis, para que os jogadores se localizem. Em cada extremidade há um gol gigante, de 9m. Os atletas lançam a bola, que contém um guizo, e tentam marcar o maior número de gols possível.

Descrição da imagem: brasileira arremessa de costas durante o jogo contra os Estados Unidos (Foto: André Durão)
Descrição da imagem: brasileira arremessa de costas durante o jogo contra os Estados Unidos (Foto: André Durão)

Por Thierry GozzerRio de Janeiro

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Brasil sofre pressão no fim, mas vence Grã-Bretanha na estreia do fut de 7

Com gols de Leandrinho e Maycon, seleção brasileira joga para um público pequeno, mas supera britânicos por 2 a 1 e larga na frente no grupo A. Irlanda é o próximo rival
Assim como na Paralimpíada de Londres 2012, o Brasil fez a sua estreia no futebol de 7 da Rio 2016 contra a Grã-Bretanha. Jogando para um público pequeno no Estádio de Deodoro, a equipe comandada por Paulo Cabral levou sufoco no segundo tempo, mas venceu a partida inaugural por 2 a 1, gols de Leandrinho e Maycon, com Porcher descontando para os britânicos. A seleção brasileira, que está no grupo A, volta a jogar no sábado contra a Irlanda, às 19h. O time canarinho fecha a sua participação na primeira fase na próxima segunda, contra a Ucrânia, às 19h. Atual campeã paralímpica no futebol de 7, a Rússia não disputa o torneio, uma vez que a sua delegação foi completamente banida da Rio 2016.

– Os primeiros dez minutos a gente sempre começa estudando o adversário e todo mundo quer ganhar do Brasil numa Paralimpíada aqui. A equipe pode até sair sem medalha daqui, mas se ganhar do Brasil já sai satisfeita. Qualquer estreia é difícil, o negócio é entrar tomando todos os cuidados possíveis vendo o que vai acontecer. A Grã-Bretanha fez um segundo tempo firme, mas no fim nós conseguimos administrar o placar – afirmou o técnico Paulo Cabral.
o jogo
O jogo começou equilibrado, com chances para os dois lados até que, aos nove minutos jogados, Leandrinho recebeu de fora da área, trouxe para dentro e chutou no contrapé do goleiro Moore, que não conseguiu praticar a defesa. Era o primeiro gol brasileiro. Aos 15, a Grã-Bretanha teve a sua melhor chance para empatar. Após cobrança de falta da entrada da área, a bola chegou limpa para Crossen, que mandou por cima do gol.

Brasil Grã-Bretanha futebol de 7 Paralimpíada (Foto: Cleber Mendes/MPIX/CPB) Descrição da imagem: o brasileiro Wesley tenta ganhar jogada da defesa britânica (Foto: Cleber Mendes/MPIX/CPB)
Brasil Grã-Bretanha futebol de 7 Paralimpíada (Foto: Cleber Mendes/MPIX/CPB)
Descrição da imagem: o brasileiro Wesley tenta ganhar jogada da defesa britânica (Foto: Cleber Mendes/MPIX/CPB)

O Brasil respondeu três minutos depois. Em chute de fora da área de Felipe Gomes, Leandrinho se esticou para pegar o rebote, mas acabou não alcançando a bola. Aos 20, a seleção brasileira conseguiu chegar ao seu segundo gol. Em boa jogada de Di Maria, a bola chegou limpa para Maycon, que chutou duas vezes para balançar a rede: 2 a 0.
A seleção brasileira ainda teve uma grande oportunidade para ampliar antes do intervalo, mas o goleiro Moore desviou com a ponta dos dedos o chute de Fernandes que tinha endereço certo. Na sequência da jogada, a Grã-Bretanha puxou contra-ataque, e Crossen carimbou a trave brasileira em um chute forte de esquerda. Sorte dos brasileiros que foram para o intervalo com dois gols de vantagem.

Brasil Grã-Bretanha futebol de 7 Paralimpíada (Foto: Cleber Mendes/MPIX/CPB) Descrição da imagem: Hudson disputa a bola com o britânico Rudder (Foto: Cleber Mendes/MPIX/CPB)
Brasil Grã-Bretanha futebol de 7 Paralimpíada (Foto: Cleber Mendes/MPIX/CPB)
Descrição da imagem: Hudson disputa a bola com o britânico Rudder (Foto: Cleber Mendes/MPIX/CPB)

O segundo tempo mal começou, e Grã-Bretanha já apresentou o seu cartão de visitas. Depois de receber passe na entrada da área brasileira, Porcher teve tempo de ajeitar o corpo e bater no canto direito de Marcão, que não conseguiu fazer a defesa. Era o primeiro gol dos britânicos. O Brasil não se abateu e continuou procurando o ataque. Aos nove, Leandrinho teve duas chances em sequência, mas não conseguiu o gol.
Aos poucos, a equipe comandada por Paulo Cabral foi tentando cadenciar o jogo. Somente aos 20 aconteceu uma nova finalização, mais uma vez com Leandrinho, que dessa vez parou no goleiro Moore. Aos 23, Crossen perdeu uma chance incrível dentro da área brasileira, finalizando rente à trave. Segundos depois, foi a vez de Nugent dominar de frente para o gol e ser desarmado por Marcão, que saiu da meta para aplicar um carrinho salvador.
escalações
Brasil: Marcão, Fernandes, Zeca, Di Maria, Leandrinho, Maycon e Felipe Gomes. Entraram: Jhon, Zeca, Frabrizio Nascimento, Igor, Hudson, Wesley, Wanderson e Jean Diniz. Técnico: Paulo Cabral.

Grã-Bretanha: Moore, Irons, Crossen, Rutter, Rudder, Highdale e Nugent. Entraram: Hickman, Barker, Porcher, Paterson, Leavy, Kay e Blackwell. Técnico: Keith Webb.

sobre o futebol de 7

O futebol de 7 é disputado por atletas com deficiência decorrentes de paralisia ou lesão cerebral. Os atletas são divididos nas classificações FT5 a FT8, onde quanto menor o número, maior é o grau de limitação. Uma equipe deve ter sempre um jogador FT5 ou FT6 em campo e não pode ter mais do que um atleta FT8 em ação ao mesmo tempo.

Por Flávio DilascioRio de Janeiro

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Voo para história! Ricardo Costa leva o ouro no salto em distância para cegos

Pulo no escuro e para história. Ricardo Costa é o primeiro brasileiro a conquistar medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos do Rio. Cego por conta da Doença de Stargardt, que causa perda da visão de forma degenerativa, o sul-mato-grossense de Três Lagoas se tornou campeão paralímpico do salto em distância T11 em prova cheia de emoção na manhã desta quinta-feira. Líder na maior parte do tempo, foi ultrapassado pelo americano Lex Gillete no penúltimo salto, mas manteve a frieza para fazer 6.52m na tentativa derradeira e liberar o barulho até então proibido para o torcedor presente no Estádio Olímpico. Ruslan Katyshev, da Ucrânia, ficou com o bronze.
A festa pelo ouro foi uma espécie de alívio para Ricardo e para os torcedores. Ao mesmo tempo em que tentavam incentivar com aplausos e gritos de incentivo, como “eu acredito” após o salto do americano que colocou o ouro em risco, o público precisou aprender a lidar com o silêncio necessário para concentração dos atletas sem visão. Já o novo campeão paralímpico leva para casa mais uma medalha para família Costa, que transformou a escuridão imposta pelo destino em ouro.
Ricardo é irmão de Silvânia Costa, campeã mundial do salto em distância T11 no Mundial de Doha, no Qatar, em 2015, e que também competirá no Rio de Janeiro, no dia 16, sexta-feira. Ambos perderam a visão em decorrência da Doença de Stargadt, que atua de forma degenerativa.

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Por Cahê Mota e Carol FontesRio de Janeiro

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