‘Lula era o comandante máximo do esquema de corrupção’, diz MPF

SÃO PAULO. O coordenador da força-tarefa da Lava-Jato, Deltan Dallagnol, disse nesta quarta-feira que o ex-presidente Lula era o “comandante máximo do esquema de corrupção identificado na Petrobras durante seu governo. O ex-presidente negou a acusação em redes sociais. Na coletiva, o procurador afirmou que o esquema tinha como propósitos a manutenção da governabilidade, a perpetuação dos partidos no poder e o enriquecimento ilícito dos envolvidos.
— Hoje o MPF acusa o sr. Luiz Inácio Lula da Silva como o comandante máximo do esquema de corrupção identificado na Lava-Jato — disse Dallagnol, que também se referiu ao ex-presidente como “maestro da orquestra concatenada para saquear os cofres da Petrobras e outros órgãos públicos” e “grande general do esquema de corrupção” descoberto pela Lava-Jato.
De acordo com Dallagnol, Lula recebeu R$ 3,7 milhões em propina da empreiteira OAS, uma das beneficiárias do esquema de corrupção na Petrobras, aplicados em um apartamento no Guarujá (SP) — que Lula devolveu depois que o caso veio à tona — e no armazenamento de itens do ex-presidente depois que ele deixou o Planalto
Para embasar a denúncia, o procurador citou o poder de decisão do ex-presidente para nomear postos de alto escalão, sua proximidade com pessoas acusadas na Lava-Jato e com o PT, além do depoimento de políticos que relataram o conhecimento de Lula sobre o esquema de corrupção. No entanto, não informou se eles apresentaram mais provas de envolvimento do ex-presidente com os crimes, além do relato testemunhal.
O coordenador da Lava-Jato relembrou as semelhanças entre o caso do mensalão e o esquema de pagamentos de propinas na Petrobras para apresentar o que chamou de “propinocracia”, um governo que, de acordo com o procurador, é regido pelo pagamento de vantagens indevidas.
Segundo Dallagnol, os investigadores não desejam recuperar a Ação Penal 470 (do mensalão) para definir a responsabilidade de Lula naquele caso, mas a título de mais uma prova. Para o procurador, após a divulgação do esquema do mensalão, Lula não poderia mais alegar desconhecer outro esquema que funcionava de forma semelhante.
— Dessa vez, Lula não pode mais dizer que não sabia de nada — disse.
Segundo ele, a conclusão sobre o envolvimento de Lula no esquema de corrupção descoberto pela Lava-Jato não leva em conta a história do ex-presidente ou da qualidade de seu governo:
— O MPF não está julgando aqui quem Lula foi ou é como pessoa. Não estamos julgando quanto o seu governo foi ou não foi bom, o quanto ele fez ou não fez pelo povo brasileiro. O que o Ministério Público faz aqui é imputar a ele a responsabilidade por crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro, em um contexto específico, afirmando qual é a medida de sua responsabilidade com base em evidências – afirmou Deltan.
O procurador disse que a mesma ressalva se aplica ao PT:
— Não se julga aqui a adequação de sua visão de mundo, sua ideologia, mas avalia sim se a agremiação se envolveu, por meio de seus diversos prepostos, em crimes específicos.
Para a Lava-Jato, embora não se possa dizer que todos os apadrinhados que assumiram cargos públicos arrecadaram propinas, é possível “afirmar que existia um sistema com este objetivo, o qual abarcava seguramente diversos cargos públicos”, segundo Deltan Dellagnol.
— Só o poder de decisão de Lula fazia o esquema de governabilidade corrompida viável. (O ex-presidente) nomeou diretores para que arrecadassem propina. Sem o poder de decisão de Lula, esse esquema seria impossível.
Dallagnol citou os depoimentos do ex-senador Delcídio do Amaral,
Para o procurador, “evidências apontam que Lula enriqueceu ilicitamente com o esquema de corrupção, o que demonstra que tinha, mais do que conhecimento, um papel central” no esquema de corrupção montado na Petrobras. Ele cita reformas feitas pela OAS em um triplex que seria destinado ao ex-presidente no Guarujá, mas foi devolvido depois que o caso veio à tona.
Lula, a mulher dele, dona Marisa Letícia, e mais seis pessoas foram denunciadas nesta quarta-feira por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do edifício Solaris, no Guarujá. Também foram denunciados o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, e os ex-diretores da OAS Paulo Gordilho (responsável pela compra de móveis planejados para a cozinha do apartamento), Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira.

O GLOBO

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Redução da floresta do Jamanxim pode estimular desmatamento e violência no Pará, alerta MPF

Flona Jamanxim sofre com desmatamento e ocupação irregular e quadro pode piorar com redução dos limites
O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou nesta segunda-feira, 12 de setembro, ofício ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para insistir na importância da não redução da floresta nacional (Flona) do Jamanxim, localizada em Novo Progresso, no sudoeste do Pará.
Segundo a Procuradoria da República em Itaituba, o desmatamento e a violência na região podem atingir índices alarmantes caso o ICMBio não acate a recomendação de suspensão imediata de qualquer procedimento que tenha o objetivo de reduzir a área da floresta.
“Um dos grandes esquemas de grilagem de terras, comercialização de áreas federais, exploração madeireira e pecuária extensiva de corte executada por organizações criminosas, foi desarticulada na ‘Operação Castanheira’ organização que realizava grandes comercializações de terras da Flona Jamanxim, de modo que grileiros certamente beneficiar-se-ão com a desafetação dessas áreas, abrindo precedente para a possível anistia de ocupações irregulares em unidades de conservação”, alerta o documento, que ratifica a recomendação enviada em agosto ao ICMBio.

Leia Também:Delimitação da Flona Jamanxim, cada dia mais difícil

No ofício desta semana o MPF registra que apenas a divulgação da notícia de uma eventual desafetação Flona já tem gerado desestabilização social dos diversos grupos que atuam na área, tendo havido inclusive conflitos com mortes.
Além de renovar os alertas da recomendação, no ofício o MPF propôs a realização de uma reunião com todos os atores envolvidos e interessados no tema, para que essa questão possa ser solucionada. A, reunião, propõe o MPF, contaria com a presença de representantes da 4º Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, que gerencia a atuação da instituição em temas relacionados à flora, fauna, áreas de preservação, gestão ambiental, reservas legais, unidades de conservação, dentre outros.
Histórico – Desde a criação da Flona, em 2006, há intensa pressão de setores ruralistas e madeireiros para que a área seja reduzida. Recentemente, o MPF recebeu cópia de um estudo do ICMBio que pode levar administrativamente à redução.
O Estudo Técnico de Revisão dos Limites da Floresta Nacional do Jamanxim apresenta dados de campo que mostram a pressão de fazendeiros da região, principalmente entre os que invadiram ou compraram terras griladas dentro da Flona. Fazendeiros chegaram a entrar na Justiça para a revisão dos limites, mas não obtiveram sucesso e seguem pressionando tanto no Legislativo quanto no Executivo.
Para o MPF, qualquer mudança no tamanho da unidade de conservação, por se tratar de área que sofre intensa pressão, sinalizará para o descontrole dos órgãos ambientais e poderá provocar piora nos índices de desmatamento, que já cresceram 97% entre junho e julho de 2016, segundo dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).
A maior parte do desmatamento (50%) ocorreu no Pará. Um estudo do Imazon já havia demonstrado que revogações (desafetação total) e reduções (desafetação parcial) de 10 unidades de conservação levaram ao aumento de 50% no desmatamento nas áreas.
“A Flona Jamanxim insere-se na região do interflúvio Tapajós-Xingu, uma região caracterizada por elevada biodiversidade e existência de diversas espécies endêmicas da flora e da fauna. Tal condição, aliada à boa integridade ambiental, denotam a importância da Unidade para a proteção de tais espécies e de diversas outras do centro-sul da Amazônia. Entre as espécies consideradas como raras ou ameaçadas de extinção identificadas na UC estão a onça-pintada, o macaco-aranha, a arara-azul-grande e o arapaçu-barrado”, lembra a recomendação enviada em agosto pelo MPF ao ICMBio.
O MPF lembra ainda que não existem proprietários com terras registradas em cartório dentro dos limites da Flona, apenas posseiros irregulares com pretensões fundiárias de grandes extensões para atividade de pecuária extensiva. Esse tipo de posseiro, diz o MPF, costuma desmatar grandes extensões, com uso de fogo e químicos desfolhantes para formação de pastos.
MUDANÇAS NO LICENCIAMENTO AMBIENTAL PREOCUPAM MPF E ENTIDADES DA SOCIEDADE CIVIL
Vários projetos de lei e até de emenda à Constituição estão em debate em Brasília com uma única temática: o licenciamento ambiental. Atacado por empresários como obstáculo ao desenvolvimento do país, o licenciamento é o principal instrumento de controle de atividades econômicas potencialmente poluidoras que existe no ordenamento jurídico brasileiro. Diante das várias propostas que surgiram no Congresso Nacional – algumas inclusive prevendo a extinção do licenciamento – o poder Executivo, por meio do Ministério do Meio Ambiente e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), prepara um texto que sirva de substitutivo para ser votado no parlamento. O assunto foi tema de um longo seminário ontem (13) na Câmara dos Deputados.
Presentes ao seminário, representantes da sociedade civil, de organizações não governamentais e o Ministério Público Federal (MPF) foram unânimes em expressar preocupação com as propostas existentes. “Estamos vinculados aos princípios da precaução, da participação, da vedação ao retrocesso e do poluidor-pagador. Não há como fazer mudanças legislativas tentando se afastar desses princípios, porque estaremos nos afastando do estado constitucional”, disse a procuradora da República Fabiana Schneider, que representou o MPF.
“Qualquer proposta de dispensa de licenciamento em atividade potencialmente poluidora é inconstitucional”, disse Maurício Guetta, advogado do Instituto Socioambiental (ISA). “Não queremos novas Marianas, não queremos novas Belo Monte. Não temos o direito de errar de novo. Faço um apelo a essa casa: não votem legislação em atropelo”, disse Malu Ribeiro, da organização SOS Mata Atlântica.
Entre as propostas em tramitação, a proposta de Emenda Constitucional (PEC) 65/2012 e o Projeto de Lei do Senado (PLS) 654/2015 na prática extinguem o licenciamento ambiental. A primeira institui que a apresentação de Estudos de Impacto implica automaticamente em concessão de licença, excluindo qualquer controle social do procedimento. A segunda estabelece o chamado fast track, um rito sumário que também significaria o fim do controle social.
A terceira proposta em trâmite é de uma lei geral do licenciamento, que está com relatoria do deputado Ricardo Trípoli, da Comissão de Meio Ambiente da Câmara. A esse anteprojeto – PL 3729/2004 – o governo federal prepara um texto substitutivo, que tem sido debatido há alguns meses, inclusive com organizações da sociedade civil. A presidente do Ibama, Suely Vaz, presente ao seminário, detalhou as premissas do projeto do Executivo.
“A lei geral do licenciamento pretende criar uma norma que contemple da usina nuclear ao posto de gasolina”, disse. O projeto prevê ritos simplificados para o licenciamento de autoridades com menor potencial poluidor, racionalizar os termos de referência (questionários que dão origem aos estudos de impacto ambiental), fixa prazos máximos para as análises e até uma metodologia para dispensa de licenciamento. Um dos pontos polêmicos é a limitação da participação das autoridades intervenientes – órgãos que se pronunciam em áreas em relação às quais o Ibama não tem competência, como em caso de impactos sobre povos indígenas, quilombolas ou à saúde da população.
A pressão das entidades representativas de agentes econômicos é para acelerar os trâmites ambientais e reduzir etapas. A chamada segurança jurídica foi mencionada por todos os representantes do empresariado presentes ao seminário. “A PEC 65 é inviável constitucionalmente, mas é um grito de desespero de quem quer empreender e investir diante da situação atual”, disse Rodrigo Justus, da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). O representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marcos Guerra, também se disse contrário à PEC 65, mas elogiou o projeto que prevê a fixação de prazos para aumentar a celeridade do licenciamento e cobrou a manutenção da proposta de desvincular o licenciamento das manifestações de órgãos intervenientes. A CNA também cobrou que existam ritos diferentes para atividade agropecuária: “Nenhum país do mundo tem licenciamento para a produção de alimentos”, disse Justus.
Intervenientes –  Ao discurso da celeridade proferido pelas entidades empresariais os representantes da sociedade civil contrapuseram o discurso da precaução ambiental e criticaram os projetos apresentados pelas empresas brasileiras. “O que dificulta aprovação de projetos no Brasil não é o licenciamento, é a baixa qualidade de projetos que atendem interesses pouco republicanos”, disse Malu Ribeiro, da SOS Mata Atlântica.
“Ibama e órgãos estaduais não têm competência jurídica para se manifestar sobre impactos em terras indígenas. Se a manifestação da Funai for excluída, vai haver uma corrida ao Judiciário, gerando mais insegurança jurídica. Não se trata de estabelecer prazos, se trata de dar condições para que esses órgãos cumpram suas missões institucionais”, disse Maurício Guetta, do ISA.
“Não existe metro quadrado na Amazônia que não esteja ocupado por pessoas. Então não se pode afastar a posição dos órgãos intervenientes no processo. É preciso respeitar os direitos dos povos tradicionais”, disse Fabiana Schneider.

Fonte:MPF

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Pará recebe 1 milhão de doses para multivacinação

Entre 19 e 30 de setembro, todas as crianças menores de 5 anos, crianças de 9 anos e adolescentes de 10 a 15 anos incompletos devem participar da Campanha Nacional de Multivacinação 2016. O objetivo da mobilização é convocar pais e responsáveis a levarem seus filhos aos postos de vacinação, seja para iniciar o esquema de vacinal ou completar as doses que estiverem pendentes. Para todo o país, o Ministério da Saúde disponibilizou 19,2 milhões doses extras das 14 vacinas ofertadas na campanha. Ao Estado do Pará, serão enviadas 1,1 milhão de doses.
“Neste ano, estamos incluindo os adolescentes porque esse grupo prioritário é um dos apresenta uma maior resistência a se vacinar. Além disso, muitos pais acreditam que não há necessidade de imunizar os filhos nesta faixa etária”, explicou Ricardo Barros. Segundo o ministro, com a campanha serão atualizadas 14 vacinas nesses públicos. “Isso servirá para reduzir o número de não vacinados e aumentar a cobertura vacinal nas crianças e adolescentes”, completou. É fundamental levar a caderneta para que os profissionais de saúde possam avaliar se há doses que necessitam ser aplicadas. O dia D da mobilização nacional será no sábado, 24, mas a campanha começa na próxima segunda-feira, 19, e vai até 30 de setembro. Com essa campanha, o Ministério espera a redução das doenças imunopreveníveis e diminuir o abandono à vacinação. Como a vacinação vai ser feita de forma seletiva, não haverá meta a ser alcançada.

CALENDÁRIO

19 a 30/09 – Será o período da campanha

24/09 – Será o dia D da mobilização nacional da campanha

POPULAÇÃO-ALVO DA CAMPANHA

Crianças menores

de 5 anos

Crianças de 9 anos

Adolescentes de 10 a 15 anos incompletos.

(Diário do Pará)

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Casal usou saco plástico em vez de preservativo

Usar camisinha é uma questão de saúde, pois significa proteger a si mesmo e ao parceiro durante a relação sexual. As campanhas alertam: ‘Sem camisinha, o melhor mesmo é não fazer sexo’. Ou ainda: ‘Sexo sem preservativo, no caso a camisinha, pode trazer diversas Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTS)’.
Um casal de estudantes, que reside no Vietnã, resolveu fazer algo bem pior do que dispensar o uso da camisinha: usar um saco plástico (acredite ou não). De acordo com informações divulgadas pelo site Mirror, era a primeira relação sexual de ambos os jovens que sofreram graves ferimentos logo após o ato.
Segundo a publicação, eles deram entrada no hospital com lesões genitais, escoriações e sangramento. Durante atendimento médico,  foram medicados com antibióticos para ajudá-los a recuperar.
O vice-diretor do hospital Rim Hanoi, Nguyen The Luong, disse que o jovem afirmou que tinha vergonha demais para sair e comprar camisinha.
De acordo com o médico, sacos de plástico não têm a elasticidade e a lubrificação necessárias para ser utilizado para a relação sexual. Eles podem causar arranhões e lacrimejamento vaginal, além de não oferecer a proteção contra doenças.

(Com informações de The Mirror)

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Morre o ator Duda Ribeiro, vítima de câncer

O ator Duda Ribeiro, de 54 anos, morreu na manhã desta quarta-feira, 14. O ator lutava contra um câncer no fígado, diagnosticado em 2010, e já havia feito, inclusive, um transplante, em 2011.
No dia 7 de setembro, o ator fez um post no Facebook falando sobre a vida: “A vida nas mãos do Criador. Não se iluda, ela não será controlada por você. Por isso, tente, uma vez só, deixar que ela flua como Ele quer”. Duda deixa dois filhos, Júlia, de 16 anos, e Felipe, de 14, do relacionamento com a dentista Patricia Iorio.

(Com informações de Ego)

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Iniciado processo de geração de mídias para urnas

As zonas eleitorais do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) iniciam nesta quarta-feira (14) o processo de geração de mídias que serão usadas nas urnas eleitorais, no dia 2 de outubro, primeiro turno das eleições municipais.
O processo consiste em carregar os discos de mídia com informações referentes ao cadastro dos eleitores aptos a votação e de candidatos aptos a receber os votos.
REGISTRO DE CANDIDATURAS
O processo também marca o fechamento do sistema de registo de candidaturas, que segundo o TRE-PA, a partir de hoje não pode mais ser modificado.
“Irão para as urnas candidatos com os registros deferidos e também os indeferidos com recurso, pois até a decisão final do processo estes ainda estão aptos a fazer campanha e serem eleitos”, explica o secretário de tecnologia da informação do TRE-PA, Felipe Brito.
O processo em todas as zonas eleitorais deve ser finalizado até sexta-feira (16). Após a geração de mídias, o Tribunal inicia a preparação das urnas eleitorais que deve ocorrer entre o período de 19 a 22 de setembro.

(DOL)

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Polícia Militar: divulgados locais da 2ª etapa

A Polícia Militar do Estado do Pará (PMPA)  divulgou na edição desta quarta-feira do Diário Oficial do Estado (DOE) as datas, locais e horários da realização da 2ª Etapa (exames antropométrico, médico e odontológico), dos candidatos classificados na primeira etapa do concurso público da PMA.
Os exames antropométricos, médico e odontológico, de caráter eliminatório, têm como objetivo avaliar se as condições de saúde física e mental do candidato o tornam apto ou inapto a frequentar o curso de Formação de Praças da PMPA (CFP/PMPA).
A inspeção de saúde será procedida por Junta Médica, constituída por odontólogos e médicos, a cargo da Fadesp.
No ato dos exames antropométrico, médico e odontológico, o candidato deverá apresentar, o resultado dos exames complementares exigidos, com respectivos laudos, e que tenham sido realizados no prazo máximo de até 3 (três) meses anteriores à da data da inspeção de saúde, todos realizados sob responsabilidade financeira do candidato, sendo que a falta de qualquer um deles, ou respectivos laudos destes, implicará na eliminação do candidato do concurso.
Os candidatos têm que possuir estes exames atualizados, não podendo alegar não possuí-los por falta de tempo ou quaisquer outros motivos.
Será automaticamente eliminado do concurso o candidato que, na data e horário determinados para a realização da inspeção de saúde, não se encontrar em condições de saúde compatível com o cargo ao qual está concorrendo, ou deixar de apresentar um dos exames previstos nesta fase, tudo conforme subitem 7.3 do Edital n.º 001/CFP/PMPA.
O candidato deverá providenciar, à suas expensas, os exames necessários.
Em todos os exames, além do nome do candidato, deverão constar, obrigatoriamente, a assinatura e o registro no órgão de classe específico do profissional responsável, sendo motivo de inautenticidade desses a inobservância ou a omissão dessas informações.
Os exames entregues serão avaliados pela Junta de inspeção, em complementação ao exame clínico.
A Junta Médica, após a análise do exame clínico e dos exames dos candidatos, emitirá apenas parecer da inaptidão do candidato, conforme os ditames da Ética Médica.
O candidato que não comparecer nos locais, datas, horários individualizados por candidato será elido do concurso, não podendo realizar seus exames em outros locais, datas ou horários diferentes dos informados. O candidato deverá chegar com antecedência de 30 (trinta) minutos do início dos exames da 2ª etapa.
Os Candidatos deverão realizar seus exames nos dias, horários e locais informados, nos seguintes locais:

Candidatos lotados em Belém-PA: – Exames Médicos: Campus Profissional da UFPA – Faculdade de Enfermagem (próximo a HospitalBetina Ferro), Av. Perimetral s/n – Guamá,e, no Campus Profissional da UFPA – Faculdade de Odontologia, (próximo a Hospital Betina Ferro), Av. Perimetral s/n – Guamá ; – Exames Odontológicos: Campus Profissional da UFPA – Faculdade de Odontologia, (próximo a Hospital Betina Ferro), Av. Perimetral s/n – Guamá;- Exames Oftalmológicos: Centro Oftalmológico de Belém – COB, Tv. Padre Eutíquio, 2263 (entreFernando Guilhon e Timbiras) – Jurunas.

Candidatos lotados em Altamira-PA: – Exames Médicos: Clínica da Família, Tv. Agrário Cavalcante, 370, entre 7 de Setembro e MagalhãesBarata, Centro;- Exames Odontológicos: Clínica da Família, Tv. Agrário Cavalcante, 370, entre 7 de Setembro eMagalhães Barata, Centro;- Exames Oftalmológicos: Clínica da Família, Tv. Agrário Cavalcante, 370, entre 7 de Setembro eMagalhães Barata, Centro.

Candidatos lotados em Marabá-PA: – Exames Médicos: Clinica de Olhos Dr. Delbanor Campos, Folha 20, Quadra 18, Lote 24 (próximo à Praça da Criança), Nova Marabá; – Exames Odontológicos: Ortoimplante – Clínica Integrada, Av. Castelo Branco, 2102, em frente à Lotérica, Cidade Nova;- Exames Oftalmológicos: Clinica de Olhos Dr. Delbanor Campos, Folha 20, Quadra 18, Lote 24 (próximo a Praça da Criança), Nova Marabá.

Candidatos lotados em Santarém-PA: – Exames Médicos: Fundação Esperança (Clínica Esperança), Av. Icoaraci Nunes, 3315, entre AntôniaJusta e Frei Ambrósio, Caranazal; – Exames Odontológicos: Fundação Esperança (Clínica Esperança), Av. Icoaraci Nunes, 3315, entreAntônia Justa e Frei Ambrósio, Caranazal; – Exames Oftalmológicos: Clínica Memorial Visão, Av. Mendonça Furtado, 1501, esquina com SilvinoPinto, Santa Clara.

DOL

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Governo libera início da exploração de madeira na Flona de Altamira e reanima economia de Moraes Almeida e região

Eis que Surge no cenário econômico da região a Patauá Florestal SPE, empresa constituída em Moraes Almeida que obteve uma das maiores conquistas para economia de Moraes Almeida e toda região. A madeireira esta oficialmente autorizada e já deu início a exploração de madeira oriunda da Flona Altamira, através do regime de concessão de florestas públicas.
Nossa reportagem entrou em contato com o escritório da empresa em Moraes Almeida, que informou sobre o papel da Patauá Florestal nesse processo para garantir fornecimento de matéria prima florestal(madeira) de origem legal para revigorar fortemente o setor madereiro e indiretamente todo comércio e prestação de serviços do distrito de Moraes.
A Patauá Florestal nasceu com a força e união de todos os principais empresários do setor madereiro na região, em seu quadro social, estão: Agroindustrial Serra Mansa Ltda.; Indústria de Madeiras Perondi Ltda.; Francio & Francio Madeiras Ltda.; Maderais Agroindústria de Madeiras Ltda. e Onésio Alves da Silva, todas também sediadas no Distrito de Moraes Almeida.
Por ocasião do lançamento do Edital nº 003/2013, pelo Serviço Florestal Brasileiro, foi instaurado processo de concorrência pública com o objetivo da promoção de concessão florestal de quadro Unidades de Manejo Florestal da Floresta Nacional de Altamira. A Patauá Florestal participou do certame, apresentando proposta para dois ‘lotes’, uma para a UMF III, de área concedida de 98.414,000 hectares, e para a UMF IV, com área de 111.436,000 hectares. Em ambas, a empresa se sagrou vencedora, sendo assinados dois contratos de concessão florestal, para o manejo sustentável da Floresta Altamira pelo período de 40 anos a partir de 28/04/2015. A expectativa inicial é exploração de até 200 mil metros cúbicos de madeira por ano.
As empresas vencedoras do certame foram RRX Mineração e Serviços Ltda – EPP (UMF I e II) e Patauá Florestal Ltda – SPE (UMF III e IV). Os contratos têm duração prevista de 40 anos e a expectativa é que gerem até R$ 80 milhões por ano e cerca de 900 empregos com carteira assinada, sendo 80% locais.
Em Moraes Almeida, a reportagem da Cultura FM – 87.9, entrou em contato com o empresário Cassiel Leite, proprietário de um restaurante e da emissora de rádio 98 FM que nos repassou muitas informações. “O comércio esta bem animado e feliz. Tem muitos empresários de fora que estão vindo montar seu equipamento para processar a madeira” informou.
Consolidou-se finalmente o processo de concessão florestal da Floresta Nacional de Altamira, beneficiando diretamente o distrito de Moraes Almeida. A conquista é enorme, e não foi conquistada sem muita dificuldade, lutas e investimentos, mesmo assim concretizou-se devido a união das lideranças do setor na comunidade. Mesmo assim, evidentemente não faltavam os pessimistas, que não acreditavam na conquista da concessão, estes foram ignorados enquanto o projeto seguia em frente, até finalmente virar realidade. Esta semana as primeiras cargas de madeira começaram a ser exploradas e transportadas.

Reportagem Édio Rosa – Cultura FM – 87.9 /Band Progresso Canal 15

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Preço da carne bovina aumenta 8% no Pará, diz Dieese.

Opreço da carne bovina aumentou mais de 8% desde o início do ano, variação acima da inflação do período, segundo o Dieese/Pa. Para driblar a alta do preço, o consumidor paraense substitui ou reduz o consumo do produto. O mototaxista Luiz Carlos Palheta, 50 anos, explica que o aumento dos últimos meses pesou no bolso e faz diferença nas finanças da família. Para equilibrar o orçamento, a alternativa são as carnes mais baratas. “Para quem tem o costume de comer carne todos os dias, é mais complicado. Como é o caso da minha família, em que há cinco adultos e duas crianças. Se você for substituir por peixe, também não dá, porque eles também estão caros. Já um frango não é suficiente para uma família grande. O jeito é buscar carnes mais baratas. Um picadinho, por exemplo, que é barato e rende mais é uma alternativa boa”, diz.
A autônoma Ana Paula Santos, 31 anos, diz que o aumento da carne é evidente quando se vai ao mercado e se compara de mês com o outro. “Lá em casa é fácil substituir por frango. Meu marido e filho também gostam, então não é complicado buscar uma solução. Mas tem famílias em que a carne é essencial, então é mais difícil. O que eu faço é pesquisar o que dá no bolso, como a filé de gó, que está R$ 9 reais o quilo”, afirma.
A pesquisa do Dieese/PA mostra que de janeiro a agosto deste ano, o preço da carne teve reajustes sequenciais e acima da inflação calculada para o período .O aumento repercute no custo da alimentação básica dos paraenses, que continua  cara. No mês passado, a cesta básica custava em média de R$ 421,33, com a maioria dos produtos com preços em alta. Um dos itens que mais chama atenção é a carne bovina, que ficou mais cara pelo oitavo mês consecutivo este ano. O estudo estatístico e econômico mostra que no mês de dezembro do ano passado, o quilo da carne bovina de primeira como o Coxão mole/Chã, cabeça de lombo e paulista, custavam em média R$ 20,36 em Belém. Em janeiro deste ano houve aumento para R$ 20,79.  A partir daí, a escalada registra queda apenas em um mês – fevereiro com R$ 21,52. Em março, o preço médio era R$ 21,22, em abril sobe para R$ 21,52; em maio para R$ 21,76; em junho em média a R$ 21,93; julho o preço era de R$ 21,97 e no mês passado o quilo da carne custava em média R$ 22,02.
Em agosto, o aumento foi de 0,23 % em relação a julho. Ainda segundo o Dieese/PA, nos primeiros  oito meses de 2016 – de janeiro a agosto – a alta acumulada no preço da carne bovina consumida pelos paraenses alcançou 8,15%, percentual acima da inflação calculada para o mesmo período, que ficou em 6,09%( INPC/IBGE). O desafio recai sob o consumidor, já que a perspectiva não é por uma redução no preço da carne. A conclusão estatística do supervisor técnico do Dieese Pará, Roberto Sena, é de que a tendência  para este mês de setembro ainda é de alta no preço do produto.

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Ladrões arrombam Quiosque Master Dog na Orla do Lago

O quiosque Master Dog foi arrombado por ladrões na madrugada desta quarta-feira (14), na Orla do Lago Municipal de Novo Progresso.
A proprietária do local,  Sandra Mignossi chegou para o trabalho e se deparou com a sujeira e a bagunça deixada pelos bandidos. Eles entraram no quiosque arrombando o cadeado da porta,  e acessaram o interior do estabelecimento.
Os bandidos levaram,  Televisão e o estoque de bebidas e alimentos. Nem os pães usados para fazer os lanches foram perdoados. Disse a proprietária no seu grupo de Whatsapp, revoltada.
Esta não é a primeira vez que os estabelecimentos da Orla do lago são alvo dos ladrões. A Polícia Militar foi chamada e registrou a ocorrência.

(Foto:Whatssap)
(Foto:Whatssap)

(Foto:Whatssap)
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 Texto: A Redação Cultura FM – 87.9

Fotos: Whatsapp

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