‘Não sabemos o que a matou’, diz mãe de Millena Brandão ao criticar atendimento de UPA e 2 hospitais

“Os médicos ainda não disseram o que realmente minha filha teve e o que a matou”, disse Thays Brandão, mãe da atriz, em entrevista ao g1. “Ficou um ponto de interrogação”, lamentou. Ela e o marido, Luiz Brandão, de 35 anos, também são pais de uma menina de 2 anos.

Por meio de notas, as Secretarias da Saúde municipal e estadual informaram que vão apurar se houve alguma irregularidade por parte dos funcionários que atenderam Millena. As pastas não responderam ao g1 qual era o problema de saúde da paciente nem qual foi a causa de sua morte (saiba mais abaixo).

A atriz morreu nove dias depois de começar a sentir fortes dores na cabeça e na perna, ter sonolência, falta de apetite e desmaiar. Desde a última quinta-feira (24), ela passou por uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) municipal e dois hospitais estaduais. Uma das suspeitas dos médicos era a de um tumor cerebral.

Segundo a família, o velório e o sepultamento de Millena serão neste domingo (4), no Cemitério Campo Grande, na Zona Sul.

Carreira artística

Millena Brandão posa na frente do SBT — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Ela fazia parte da Cia Artística En’cena e participou de novelas como “A infância de Romeu e Julieta” e “A Caverna Encantada”, do SBT, além da produção da Netflix, “Sintonia”.

Em outubro de 2023, Millena celebrou o início da sua carreira na emissora de Silvio Santos. “E o sonho se tornou realidade… Quem acredita sempre alcança”, escreveu na legenda de uma foto em frente ao logo da emissora.

Veja abaixo a cronologia de idas e vindas de Millena em unidades de saúde até a confirmação de morte encefálica, segundo relato dos pais:

Hospital Geral de Pedreira

A atriz mirim Millena Brandão — Foto: Reprodução/Redes sociais

A atriz mirim Millena Brandão — Foto: Reprodução/Redes sociais
A atriz mirim Millena Brandão — Foto: Reprodução/Redes sociais

Millena estava com dor de cabeça quando foi pela primeira vez ao Hospital Geral de Pedreira, na Zona Sul, que é estadual. “Ela estava com dor de cabeça, mas andava e falava. O médico disse que era dengue, mas não fez exame. Disse para irmos com ela de volta para casa e darmos dipirona”, lembrou Thays.

No sábado (26), Milena deixou de desfilar num evento por continuar a sentir dores. “Começou a se queixar de dor na perna, que não conseguia andar. Ela não desfilou. A gente foi embora de novo para o Hospital Pedreira”, afirmou a mãe. De acordo com Thays, os exames de sangue não apresentaram alterações e Millena foi orientada pela equipe médica a retornar para a residência e repousar.

No domingo (27), a família tentou levá-la à igreja, mas a menina se queixava de dores de cabeça mais fortes, sonolência e falta de apetite. Voltaram para casa.

UPA Maria Antonieta

Thays, a filha caçula no colo, Luiz e Millena Brandão — Foto: Divulgação
Thays, a filha caçula no colo, Luiz e Millena Brandão — Foto: Divulgação

Na noite de segunda-feira (28), Millena conseguiu se alimentar, mas desmaiou no banheiro de casa. “Corremos para a UPA Maria Antonieta [também no Grajaú e subordinada à Secretaria Municipal da Saúde]. Chegamos com ela desacordada nos braços do meu marido. Depois, abriu os olhos e recobrou a consciência”, disse Thays.

Exames descartaram dengue, Covid e H1N1, segundo os pais. “Mas disseram que ela estava com infecção urinária”, disse Thays. Ela recebeu antibióticos, dipirona e, diante da dor persistente, tramal.

“Ela colocava a mão na cabeça e gritava de dor”, contou Thays, emocionada. Devido à gravidade do estado de saúde da criança, a equipe médica decidiu pedir uma vaga para ela na internação de algum hospital na capital.

Ainda segundo a mãe, uma enfermeira teria zombado da filha: “Falou para ela não gritar que não ia passar”.

Na manhã do dia seguinte, Millena teve a primeira parada cardiorrespiratória. “O lábio ficou roxo. Depois a reanimaram e entubaram. A partir desse dia, ela não acordou mais.”

Hospital Geral do Grajaú

Millena Brandão tinha 11 anos; ao lado foto do exame onde seta do mouse circundada em vermelho mostra mancha suspeita de ser um tumor no cérebro da atriz, segundo a família — Foto: Reprodução/Divulgação

Millena Brandão tinha 11 anos; ao lado foto do exame onde seta do mouse circundada em vermelho mostra mancha suspeita de ser um tumor no cérebro da atriz, segundo a família — Foto: Reprodução/Divulgação
Millena Brandão tinha 11 anos; ao lado foto do exame onde seta do mouse circundada em vermelho mostra mancha suspeita de ser um tumor no cérebro da atriz, segundo a família — Foto: Reprodução/Divulgação

Millena só conseguiu uma transferência de ambulância da UPA para o Hospital Geral do Grajaú na manhã de terça-feira (29).

“Lá não tinha neurologista. Só foi feita uma tomografia, e os médicos disseram que viram uma massa de 5 centímetros no cérebro dela”, disse Thays (veja foto acima). “Só que não se sabe se essa massa era um tumor, um cisto, um edema, um coágulo… porque não conseguiram abrir a cabeça dela para ver. E agora, que veio o óbito, vão fazer uma biópsia para saber o que tinha no cérebro dela.”

Thays lamenta que essa descoberta não tenha ocorrido antes, quando ela levou a filha a outras unidades de saúde, que poderiam ter transferido a menina para o Hospital das Clínicas (HC), onde há especialistas em neurologia. “Se a UPA tivesse transferido ela para o HC, teriam especialistas em neurologia lá. Tanto que o Hospital do Grajaú quis transferi-la para o HC”, afirmou.

Os dias em que Millena ficou internada foram de martírio e tensão. “Ela teve piora, com duas a três paradas cardíacas por dia. Ela teve 13 paradas no total. Nunca teve isso antes. Teve um dia em que ela teve sete paradas respiratórias. Algumas vezes faziam massagens e em outras davam choque [com o aparelho chamado desfibrilador]”, contou a mãe.

De acordo com Thays, quando uma vaga foi aberta no HC para transferi-la para um especialista em neurologia, os médicos do Hospital Geral do Grajaú avaliaram que seria um risco para a vida dela. “Preferiram deixar para ver se ela estabilizava, pois o simples manuseio no corpo dela a fazia ter paradas cardíacas”, contou a mãe.

Morte encefálica

Milena Brandão, atriz mirim, morre aos 11 anos

Ainda segundo a mãe, como Millena não acordava e seu estado não apresentava melhora, os médicos decidiram dar início ao protocolo para confirmar morte encefálica.

“Desde terça, quando ela foi entubada, não abriu mais os olhos, não teve mais reflexos e não ficou acordada”, disse Thays, com a voz embargada.

“Ontem os médicos fizeram três exames nela, o encefalograma, que constatou a morte cerebral. Eles ainda disseram que iriam esperar o coração dela parar de bater para desligarem os aparelhos”, falou a mãe.

Ela e o marido tomaram uma decisão difícil, mas necessária diante do quadro irreversível da filha. “Eu falei que se fosse para deixar o coraçãozinho dela parar de bater sozinho, a gente sofreria mais, e ela também. E pedimos para desligarem os aparelhos.”

O que dizem as secretarias da Saúde

Atriz mirim Millena Brandão é internada em ‘estado gravíssimo’, diz hospital de SP

Secretaria Municipal da Saúde:

“A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio da Coordenadoria Regional da Saúde (CRS) Sul, lamenta profundamente a perda da paciente M.M.B. e informa que será aberta sindicância para apuração e esclarecimento detalhado no atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dona Maria Antonieta.

O atendimento à paciente foi realizado na unidade, às 21h do dia 28 de abril. Conforme protocolo de Manchester, foi classificada com prioridade urgente, sendo encaminhada para observação, realizando exames (como o teste de dengue, que deu negativo) e medicação. Sem apresentar melhora clínica, foi solicitada às 07h59, do dia 29 de abril, a transferência via Sistema Informatizado de Regulação do Estado de São Paulo (SIRESP).

Após sinalização da equipe para a regulação sobre gravidade do caso, às 10h54, a vaga foi concedida pelo Hospital Geral do Grajaú e a paciente foi transferida. A direção da Unidade permanece à disposição para o que for necessário.”

A atriz mirim Millena Brandão — Foto: Reprodução
A atriz mirim Millena Brandão — Foto: Reprodução

Secretaria de Estado da Saúde:

“O Hospital Geral de Pedreira lamenta o ocorrido, se solidariza com a família da paciente M.B. e está à disposição para prestar informações sobre o caso. A unidade apurará a conduta médica adotada durante o atendimento.

O hospital informa que, durante a permanência da paciente na unidade, o atendimento, que ocorreu em 26 de abril, foi realizado conforme sua condição clínica. Ela foi avaliada pela pediatra de plantão e medicada de acordo com os sintomas relatados.”

E, a respeito do Hospital Geral do Grajaú, a pasta estadual da Saúde informou o seguinte:

“O Hospital Geral do Grajaú informa, com profundo pesar, que foi confirmada, às 16h55 de hoje (02), a morte encefálica da paciente Millena Brandão, que deu entrada nesta unidade em estado gravíssimo no dia 29/04/2025, transferida da Unidade de Pronto Atendimento Maria Antonieta (UPA).

Desde a sua chegada, a paciente recebeu cuidados intensivos e todo o empenho da equipe médica e assistencial, que não mediu esforços para preservar sua vida.

A confirmação do diagnóstico ocorreu após rigoroso cumprimento do protocolo estabelecido para esses casos.

A família esteve acompanhando cada etapa do cuidado, sendo mantida informada com respeito, acolhimento e todo o apoio necessário neste momento de profunda dor.

Nos solidarizamos com os familiares e reafirmamos nosso compromisso com um cuidado digno e humano.”

Fonte:G1/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/05/2025/07:48:55

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Povos e comunidades tradicionais cobram urgência na definição de marco legal para regularização fundiária de territórios

(Foto:Divulgação/Reprodução)  –  Próximo de 600 representantes de organizações da sociedade civil e movimentos sociais assinam Carta Aberta à ministra Marina Silva (MMA) e ao ministro Paulo Teixeira (MDA) cobrando urgência na aprovação de Decreto Federal sobre o tema

Sem definição de marco legal para regularização fundiária, comunidades como as de quebradeiras de coco babaçu no Maranhão seguem invisibilizadas Uma mobilização nacional de organizações da sociedade civil, representantes de povos e comunidades tradicionais (PCTs), parlamentares e entidades aliadas, divulgou, nesta terça-feira (29) uma Carta Aberta à ministra Marina Silva, do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA); e ao ministro Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). As organizações cobram urgência, transparência e compromisso político na tramitação da proposta de Decreto Federal para o reconhecimento e a regularização fundiária de territórios tradicionalmente ocupados.

A Carta, que já conta com a assinatura de cerca de 600 instituições de referência e aliadas à essa temática, destaca a morosidade e os entraves que têm marcado a construção desse normativo, apesar de décadas de acúmulo de conhecimento técnico, de mobilizações e das diretrizes já existentes na Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos PCTs (Decreto nº 6.040/2007).

O documento solicita uma audiência conjunta com os ministros, além da definição de um cronograma público e de mecanismos efetivos de consulta às comunidades, conforme previsto na Convenção 169 da OIT.

“Sem uma normativa clara e aplicável, milhares de comunidades como quebradeiras de coco babaçu, extrativistas, pescadores artesanais, ribeirinhos, pantaneiros, entre outros, seguem invisibilizadas diante do Estado e vulneráveis a processos de grilagem, desmatamento e conflitos fundiários”, afirmam os signatários.

A expectativa é de que o Decreto Federal seja assinado ainda em 2025, tendo como marco simbólico a realização da COP 30, em Belém, onde o Brasil pretende apresentar avanços concretos em suas políticas ambientais e de justiça socioambiental. Os articuladores da Carta ressaltam, no entanto, que “sem a participação direta dos povos e comunidades e um compromisso real entre os ministérios, não haverá decreto legítimo ou eficaz”.

“Nós povos e comunidades tradicionais do Brasil, que estamos espalhados por diversos biomas, ambientes e ecossistemas do país, temos ciência que sabemos manejar os ambientes com maestria, pois compreendemos a terra como mãe e não como mercadoria. Ecoamos nossas vozes para pedir o básico, queremos ser ouvidos, queremos apoio e solidariedade política para colocar de pé o decreto que reconhece e regulariza os territórios PCTS em todo país”, conclama o atual presidente do Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT), Samuel Leite Caetano.

Entre os signatários da Carta Aberta aos ministros Marina Silva e Paulo Teixeira, constam movimentos sociais, como da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais do Brasil (MPP), Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), Movimento Sem Terra (MST), a Associação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM).

Também constam organizações da sociedade civil, como a Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA), Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas e Povos Tradicionais Extrativistas Costeiros e Marinhos (CONFREM), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM), Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS); universidades e núcleos pesquisa, como o Programa de Mestrado em Sustentabilidade junto a Povos e Comunidades Tradicionais da Universidade de Brasília (MESPT/UNB), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal do Pará (UFPA); Programa de Ordenamento e Governança Territorial; o Instituto Socioambiental (ISA), Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB); Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS); International Rivers; Instituto EcoVida; Terra de Direitos, Rede Cerrado; conselhos de políticas públicas e entidades classistas, como a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE); Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG); e articulações ambientais e agroecológicas, como Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), Rede de Agroecologia do Maranhão (RAMA) e Rede Maniva.

A Carta e a lista de signatários completa podem ser acessadas no link abaixo:

CARTA ABERTA AOS MINISTROS DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E MUDANÇA DO CLIMA E DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO E AGRICULTURA FAMILIAR

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/05/2025/09:54:43

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Feira da Trabalhabilidade da UNAMA acontece nos dias 5 e 6 de maio

(Foto: Arquivo/UNAMA) – As atividades são abertas ao público geral e contam com palestras, oficina e participação de empresas para consultorias

A Universidade da Amazônia (UNAMA) promove a Feira de Trabalhabilidade nos polos Ananindeua e Alcindo Cacela, nos dias 5 de maio, às 9h, e 6 do mesmo mês, às 8h, respectivamente. A programação conta com palestras, oficina e a participação de empresas para consultorias.

A Feira de Trabalhabilidade da UNAMA é realizada todo semestre e oferece serviços de gestão pessoal. Esse evento visa beneficiar o máximo de pessoas para aproximá-las de empresas parceiras, como Sicoob, Sebrae, Aprimora Cursos, Abrasel, entre outras. O público também pode participar de palestras e oficina de empreendedorismo, além de acompanhar o desfile de biojóias “Ubíqua Fashion Day”, produzido por mulheres empreendedoras de Ananindeua.

De acordo com a coordenadora acadêmica da UNAMA Ananindeua, Ingrid Cruz, essa iniciativa é uma experiência qualificativa que contribui para o público saber os requisitos e a formalização adequada para conseguir uma vaga de trabalho em empresas de médio ou grande porte. “Como Universidade, temos o dever de criar ações que proporcionem a interação dos nossos alunos e da comunidade com os requisitos considerados importantes para conquistar um emprego formal. A Feira de Trabalhabilidade é um networking indispensável para quem precisa e quer ter uma oportunidade de crescimento profissional”, pontua.

Serviço:
Feira de Trabalhabilidade

UNAMA Ananindeua (05/05)
9h às 12h – Auditório 1

Palestras:
“Empreender é para todos: minha jornada e suas possibilidades” – Elizete Ranieri (CEO da Torner Quality Pará);
“Entre quedas e conquistas: a jornada até o sucesso” – Victor Costa (Gestão Comercial);
“Cooperar para competir: cooperar hoje para crescer amanhã” – Fábio César Lima (Gestão de Cooperativas);
“Formalização do MEI” – Giselle Borges (Administração e Direito Administrativo).
9h às 12h – Recrutamento e entrega de currículos para empresas.
18h – Desfile Ubíqua Fashion Day.

UNAMA Alcindo Cacela (06/05)

8h às 12h e 14h às 20h – Sala Ubíqua
Encontro com empresas parceiras e trocas sobre o mercado de trabalho.
9h às 12h e 18h às 20h – Sala de Metodologias Ativas
Orientações para o primeiro emprego com a coordenação da Escola de Negócios (UNAMA).

10h às 12h e 18h às 20h – Auditório D-200
Palestra “Empreender para regenerar – negócios na Amazônia em um mundo de transição” – Profa. Amanda Mendes.

8h às 20h – Laboratório de Informática
Oficina “Vem fazer com a gente a AOL 5 de Empreendedorismo” – Grupo NEAD.

Fonte:Ascom/UNAMA/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/05/2025/06:35:17

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Reflorestamento: Black Jaguar Foundation produzirá 440 mil mudas para próxima temporada de plantio no Corredor de Biodiversidade do Araguaia

O viveiro da BJF emprega 11 viveiristas, além da equipe administrativa – (Foto>Divulgação/Reprodução)

Instalado em Santana do Araguaia (PA), segundo maior viveiro do sul do estado impulsiona um dos maiores projetos de restauração do mundo.

A Black Jaguar Foundation (BJF) já iniciou a produção de cerca de 440 mil mudas nativas em seu viveiro em Santana do Araguaia (PA) para a temporada de plantio 2025-2026, fortalecendo sua atuação na restauração ecológica do Corredor de Biodiversidade do Araguaia — um dos maiores projetos de reflorestamento do mundo. A iniciativa tem como meta restaurar, ao longo de 20 anos, mais de 1 milhão de hectares às margens do Rio Araguaia, conectando os biomas Cerrado e Amazônia.

Inaugurado em 2022, o viveiro é o segundo maior do sul do Pará e tem sido fundamental para a produção de mudas usadas nas ações de restauração ecológica desenvolvidas pela organização sem fins lucrativos em propriedades privadas parceiras, além de ser um polo de educação ambiental, visitação e geração de renda para a comunidade local.

Desde o início das operações, mais de 78 espécies foram germinadas e mais de 1,1 milhão de mudas foram produzidas a partir de 2,66 toneladas de sementes. Para a temporada 2025-2026 são esperadas cerca de 440 mil novas mudas. No local, trabalham 11 viveiristas, além da equipe administrativa da organização. O viveiro também recebe visitantes ao longo de todo o ano: estudantes de ensino superior e técnico, crianças e outros órgãos governamentais podem ver de perto o trabalho realizado pela BJF.

Instalado em um terreno de 3,6 hectares no Parque Ambiental de Santana do Araguaia (PA), o espaço foi cedido pela prefeitura, que acaba de renovar a concessão por mais 20 anos. “A renovação da concessão é um passo fundamental para darmos continuidade ao nosso compromisso. O viveiro é uma peça-chave dessa missão e também um símbolo do impacto positivo que parcerias duradouras entre setor público e sociedade civil podem gerar para o meio ambiente e para as comunidades locais”, comemora Ben Valks, CEO da Black Jaguar Foundation.

Para o prefeito de Santana do Araguaia, Eduardo Da Machado, “a parceria com a Black Jaguar é motivo de orgulho para o nosso município. O viveiro não só impulsiona a restauração ambiental como também gera emprego, renda e oportunidades de formação para nossa população. Renovar essa concessão por mais 20 anos é garantir que Santana do Araguaia siga sendo referência em desenvolvimento sustentável.”

O viveiro está instalado em terreno de 3,6 hectares no Parque Ambiental de Santana do Araguaia (PA) (Foto>Reprodução)
O viveiro está instalado em terreno de 3,6 hectares no Parque Ambiental de Santana do Araguaia (PA) (Foto>Reprodução)

Sementes da Rede Ressemear

A maior parte das mudas produzidas no viveiro da BJF tem origem a partir de sementes de espécies nativas coletadas por integrantes da Rede de Sementes Ressemear, criada pela Black Jaguar Foundation em 2021. A iniciativa insere comunidades locais do Tocantins e Pará na cadeia produtiva da restauração ecológica, proporcionando uma nova fonte de renda sustentável para mais de 70 coletores de sementes nativas – em sua maioria mulheres (70%).

Já foram coletadas mais de cinco toneladas de sementes de mais de 60 espécies nativas como como baru, ipê-amarelo, jatobá e murici, gerando mais de R$ 250 mil em renda para os coletores. A iniciativa já capacitou mais de 270 colaboradores e oferece infraestrutura adequada para que a coleta de sementes seja feita com segurança.

Sobre a Black Jaguar Foundation

A Black Jaguar Foundation tem o objetivo de restaurar, em 20 anos, mais de 1 milhão de hectares ao longo de 2.600 quilômetros às margens do Rio Araguaia, conectando os biomas Cerrado e Amazônia no Brasil, que formam o Corredor de Biodiversidade do Araguaia. Corredores de biodiversidade, ou corredores de natureza, são faixas de áreas restauradas que se conectam a “ilhas” de natureza intocada. A iniciativa será capaz de conectar os habitats naturais que restam ao longo do Araguaia, protegendo milhares de espécies da extinção.

Fundada em 2010, a organização investiu anos em preparação, pesquisa e em busca de parceiros e profissionais capacitados e, em 2025, comemora 560 hectares (aproximadamente 784 campos de futebol) em processo de restauração nos municípios de Santana do Araguaia (PA), Marianópolis do Tocantins e Caseara (TO). Em breve, a organização prevê expandir suas atividades para outras áreas estratégicas ao longo do Rio Araguaia.

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/05/2025/06:35:17

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Governo do Pará, sede da COP30, nomeia caçador de javalis para cargo ambiental

Advogado de garimpeiros e ex-vereador de Sinop (MT) acusado de extorsão, Fernando Brandão assume posto estratégico na secretaria de meio ambiente – (Foto:Reprodução)

Fernando Brandão atualmente é morador da cidade de Novo Progresso, onde é militante Bolsonarista e atua em defesa dos presos em confronto com a PRF (Policia Rodoviária Federal), em ato após a derrota nas eleições de novembro de 2022. Fernando Heleodoro Brandão, assume a pasta ambiental após PL de Novo Progresso e MDB do Barbalho que é Lula no PÁ fazerem aliança, com o patrocínio do Deputado Wescley Tomaz.   O Jornal Folha do Progresso em matéria exclusiva publicou o possível acordo em troca de cargos que vieram à tona com a nomeação do presidente do partido Aldo da Silva Costa Junior, para o Cargo de Secretário Geral do Governo no Sudoeste do Pará.   Aldo assume a vaga do ex-deputado Hilton Aguiar que assumiu a presidência da CPH (Companhia dos Portos e Hidrovias do Estado do Pará). a próxima nomeação do advogado na pasta ambiental foi confirmada nesta semana e publicada no Diário Oficial do Estado.

Leia mais:PL de Novo Progresso e MDB do Barbalho que é Lula no PÁ agora são aliados

*Tropa de choque da PRF tenta dispersar manifestantes para liberar rodovia em Novo Progresso;OUVE CONFRONTO!

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*Legitima Defesa- manifestantes contestam versão da PRF e dizem que apenas revidaram

Por Daniel Camargos – Repórter Brasil–  Vestindo roupa camuflada, empunhando uma pistola e com expressão de orgulho, Fernando Heleodoro Brandão exibe em suas redes sociais uma série de fotos noturnas ao lado de javalis mortos. Em uma delas, ele aparece ajoelhado diante de três animais com marcas visíveis de tiro na cabeça e pescoço. Em outra, posa com o dedo no gatilho sobre um javali ensanguentado, com os olhos ainda abertos. As imagens foram feitas durante uma caçada autorizada por órgãos competentes em Tapaborã (MT), no mês de março de 2024.

Pouco mais de um ano depois, Brandão foi nomeado coordenador do Núcleo Regional de Gestão e Regularidade Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, estado que em novembro sediará a COP30 – a cúpula do meio ambiente da ONU. A portaria foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (30).

A caça de javalis, da qual Brandão é praticante, é criticada por organizações de defesa dos direitos de animais. “Apesar do manejo de javali ser autorizado através da caça, pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), é uma prática cruel e que deveria ser abolida”, afirma Natália Figueiredo, gerente de políticas públicas da Proteção Animal Mundial. “Nos mais de dez anos em que ela é autorizada, não se mostrou eficiente para o manejo populacional. A caça de qualquer animal como entretenimento, mesmo que autorizada por regramento específico, deve ser repudiada, em especial por agentes públicos”, complementa.

Brandão também é conhecido no sudoeste do Pará por seu trabalho como advogado de cooperativas de garimpeiros, especialmente no município de Itaituba, apelidado de “cidade pepita” e considerado a capital do garimpo – principalmente de ouro – na Amazônia.

No novo cargo público, terá responsabilidade direta sobre licenciamento ambiental, fiscalização e regularização de atividades que impactam a floresta amazônica. Caberá a Brandão, por exemplo, a autorização de garimpos em áreas estaduais nos municípios de Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Rurópolis, Trairão e Aveiro.

A Repórter Brasil apurou que a indicação do advogado se deve ao deputado estadual Wescley Tomaz (Avante), de quem é próximo. Ambos publicam fotos juntos com frequência nas redes sociais. Brandão, inclusive, foi cabo eleitoral ativo na última disputa para prefeitura de Itaituba, quando Tomaz – que se apresenta como o candidato dos garimpeiros – foi derrotado.

Fernando Brandão (primeiro à esq) reunido com o deputado estadual Wescley Tomaz (Avante), o dirigente estadual do PL Aldo Silva da Costa Junior, o revendedor de retroescavadeiras Roberto Katsuda e o deputado federal Joaquim Passarinho (PL) (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Fernando Brandão (primeiro à esq) reunido com o deputado estadual Wescley Tomaz (Avante), o dirigente estadual do PL Aldo Silva da Costa Junior, o revendedor de retroescavadeiras Roberto Katsuda e o deputado federal Joaquim Passarinho (PL) (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Procurado, Tomaz afirmou em troca de mensagens no Whatsapp que “existe um regramento e uma densa legislação ambiental no Brasil principal [sic] para quem mora na Amazônia”. O deputado disse ainda considerar Brandão apto ao cargo na secretaria estadual por ser um advogado “experiente”. “É o tempo e que vai dizer sobre sua atuação e não compactuamos com nada que não esteja na legislação e defendemos apenas a legalização!”, finalizou.

Fernando Brandão também foi contactado e, também por Whatsapp, afirmou que responderia à reportagem até as 18 horas. No entanto, até a publicação desta matéria, às 19h20, o advogado não havia retornado. O posicionamento será incluído se for enviado por Brandão.

Deputado Wescley em Ato Bolsonarista em São Paulo. (Foto>Reprodução/Rede Social)
Deputado Wescley em Ato Bolsonarista em São Paulo. (Foto>Reprodução/Rede Social)

Advogado defendeu a abertura de sindicâncias contra agentes do Ibama

Em 2021, Brandão acompanhou uma comitiva de garimpeiros acompanhados de indígenas a Brasília, com o objetivo de pressionar o Congresso Nacional e ministérios a acelerarem a votação do projeto que pretendia liberar o garimpo em terras indígenas.

Segundo o MPF (Ministério Público Federal), a comitiva representava “interesses econômicos ilegais” e não os interesses legítimos dos povos indígenas. Ainda assim, o grupo foi recebido em diversos gabinetes no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Naquele mesmo ano, um estudo produzido pelo Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração, publicado relacionou o nome de Brandão em uma investigação sobre um lobby constituído para impulsionar a aliança entre garimpeiros ilegais e indígenas no território Munduruku, no sudoeste do Pará.

Antes disso, em setembro de 2019, durante protestos de garimpeiros que bloquearam a BR-163, Brandão gravou áudios enviados a grupos de WhatsApp relatando reuniões com Ricardo Salles (então ministro do Meio Ambiente) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil). Nos áudios, comemorava o comprometimento dos ministros em abrir sindicâncias contra agentes do Ibama que haviam destruído equipamentos usados no garimpo ilegal.

Ele também orientava garimpeiros a documentarem essas operações para embasar processos administrativos. “Senhores, acabamos de sair da reunião com os ministros. Foi excelente. Agora precisamos reunir provas para as sindicâncias que serão abertas contra os fiscais ambientais”, disse Brandão em áudios obtidos pela revista Veja.

Brandão também é próximo ao empresário Roberto Katsuda, revendedor de retroescavadeiras usadas em garimpos no Pará e em Roraima, com lojas localizadas em cidades próximas às terras indígenas Kayapó, Munduruku e Yanomami – as mais devastadas pela exploração ilegal de ouro.

Em maio de 2023, a Hyundai, fabricante de retroescavadeiras, cancelou o contrato de representação com a revenda de Katsuda após denúncias de que equipamentos comercializados pelas concessionárias do empresário paulista eram usados no garimpo ilegal nos territórios indígenas.

Brandão já foi acusado de ‘rachadinha’ em Sinop (MT)

Antes de se firmar como advogado do garimpo no Pará, Brandão teve carreira política em Mato Grosso. Em 2017, exercia o mandato de vereador em Sinop, quando foi cassado por quebra de decoro parlamentar. A denúncia partiu de três ex-servidores de seu gabinete, que relataram que parte de seus salários era exigida e repassada a uma assistente de confiança do vereador. Um dos ex-assessores afirmou ter sido ameaçado após questionar os pagamentos.

A Comissão de Ética da Câmara entendeu que Brandão foi conivente com uma prática de extorsão e recomendou sua cassação. A decisão foi aprovada por 13 votos a 2. Posteriormente, um juiz anulou o processo, alegando falhas no rito legislativo, e determinou o pagamento dos salários retroativos, mas não absolveu o vereador das acusações.

A reportagem procurou a Secretaria de Meio Ambiente do Pará e questinou a pasta sobre as funções práticas do cargo de Brandão. Também foi perguntado se a Secretaria tinha conhecimento do histórico de cassação e de lobby pelo garimpo. Contudo, a resposta não foi enviada até o fechamento.

Presidente Lula e Helder Barbalho (Foto:Reprodução)
Presidente Lula e Helder Barbalho (Foto:Reprodução)

A nomeação de Fernando Brandão ocorre em um momento de grande exposição internacional das políticas ambientais do Pará. A COP30, programada para Belém em novembro deste ano, será a maior conferência climática da história da Amazônia. O governador Helder Barbalho (MDB) tenta usar o evento para projetar seu nome no cenário nacional e até se posicionar como possível vice numa chapa presidencial em 2026, encabeçada pelo presidente Lula (PT).

A preparação para a COP, no entanto, tem sido marcada por protestos de indígenas, críticas à falta de estrutura, e por um discurso oficial frequentemente contraditório. Segundo ambientalistas, a imagem verde que o governador quer passar contrasta com apoios a projetos como a Ferrogrão, a hidrovia do Tocantins e a exploração de petróleo na foz do Amazonas. Essas iniciativas, além de provocar danos a biomas sensíveis, podem impactar diretamente povos tradicionais e indígenas da região.

Fonte:Por Daniel Camargos – Repórter Brasil/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/05/2025/06:35:17

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Deputado e Vereador do Pará levam fuzil e pistola para dentro de gabinete na Câmara

Em imagens postadas nas redes sociais, o Deputado Delegado Caveira aparece empunhando a arma curta ao lado do vereador bolsonarista Zezinho Lima de Belém, que segura o fuzil. -(Foto>Reprodução)

O Deputado Delegado Caveira, esteve em Novo Progresso (PÁ), neste final de semana e participou da Festa do Costelão na Comunidade de Alvorada da Amazônia.

Entrada do arsenal no Legislativo, segundo fontes da Câmara, não foi autorizada ou comunicada pelo parlamentar à Polícia Legislativa da Casa

Não há registro, na história da Casa, de um parlamentar com tal arsenal dentro do Congresso.

Deputado pelo PL de Jair Bolsonaro pelo Pará, o Delegado Caveira levou para dentro do gabinete dele, na Câmara, um fuzil e uma pistola.
Em imagens postadas nas redes sociais, o parlamentar aparece empunhando a arma curta ao lado do vereador bolsonarista Zezinho Lima, que segura o fuzil. “Somos armamentistas. Defendemos o porte de arma para o cidadão de bem. Ele, no Congresso Nacional, e eu, na Câmara Municipal de Belém.”

Procurado pelo Radar, o vereador disse que as armas que aparecem na imagem são verdadeiras. “São de propriedade do deputado federal delegado Caveira”, diz.

Não há registro, na história da Casa, de um parlamentar com tal arsenal dentro do Congresso.

O transporte de armas de fogo, ainda mais de grosso calibre, é regulamentado por regras rígidas. Em geral, o porte de fuzil no Brasil é proibido para civis — não é o caso do deputado, que é policial civil.

Um policial civil tem direito a portar a arma de fogo da corporação fora do serviço, mas deve ter cautelas adicionais e não ostentar a arma em locais com aglomeração de pessoas. Essa permissão se aplica a armas institucionais ou de propriedade particular.

A Câmara tem regras rígidas de segurança, com uso de detectores de metal, para evitar a entrada de armas no Legislativo. No caso do Delegado Caveira, o sistema não funcionou.

Integrante da Bancada da Bala no Congresso, Delegado Caveira é conhecido por defender medidas populistas e inconstitucionais nas redes, como a pena de morte.

Fonte:Com informações Veja Abril/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/05/2025/08:35:17

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Collor deixa a prisão e vai cumprir pena em casa após decisão do STF

(Foto>Reprodução) – Condenado a 8 anos e 10 meses por corrupção e outros crimes investigados na Lava Jato, Collor estava detido em uma cela especial em Alagoas, seu estado de origem, desde a última sexta-feira (26), quando Moraes determinou o início do cumprimento da pena após o trânsito em julgado.

A mudança de regime foi autorizada após a defesa comprovar, com mais de 130 exames, que Collor tem Parkinson desde 2019 e sofre de outras comorbidades, como privação crônica de sono e transtorno bipolar.

Prisão domiciliar com restrições

O ex-presidente, que tem 75 anos, usará tornozeleira eletrônica e terá a visitação restrita a advogados. Também está proibido de deixar o país e teve seus passaportes suspensos.

Na decisão, Moraes afirmou que o estado de saúde do ex-presidente justifica o benefício:

“Embora o réu Fernando Affonso Collor de Mello tenha sido condenado à pena total de 8 anos e 10 meses de reclusão e 90 dias-multa, em regime fechado, a sua grave situação de saúde, amplamente comprovada nos autos, sua idade – 75 anos – e a necessidade de tratamento específico admitem a concessão de prisão domiciliar humanitária”.

Pedido de prescrição foi rejeitado

A defesa de Collor também havia solicitado o reconhecimento da prescrição da pena. O pedido foi negado por Moraes, que citou decisões anteriores da Corte:

“Afasto inicialmente o novo pedido da Defesa no tocante à ocorrência de prescrição da pretensão punitiva em relação ao crime de corrupção passiva, uma vez que essa tese já foi afastada pela maioria do plenário do STF”.
Leia mais>Por 6 votos a 4, STF decide manter ex-presidente Collor preso
Condenação na Lava Jato

Collor foi condenado pelo STF em 2023 por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa, em investigação que apurou desvios na BR Distribuidora. Desde então, recorreu diversas vezes, sem sucesso.

A decisão de Moraes de conceder prisão domiciliar segue o entendimento adotado em outros casos semelhantes, segundo o ministro, para garantir a proteção dos direitos humanos na execução penal.

Fonte:G1/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/05/2025/08:35:17

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Anvisa volta a interditar pasta de dente da Colgate

Entenda o vai e vem de medidas:

*O produto deixou de ser vendido em 27 de março, após compradores relatarem efeitos adversos como inchaço nas amígdalas, nos lábios e na mucosa oral.
*No mesmo dia, a Colgate entrou com um recurso solicitando a suspensão da interdição. Afirmou que a pasta de dente não oferece riscos à saúde, mas que “algumas pessoas podem apresentar sensibilidade a certos ingredientes, como fluoreto de estanho, corantes ou sabores”.
*Em 30 de março, o recurso foi aceito, e a pasta voltou a ser vendida, mas com alerta sanitário da agência.
*Um mês depois, em 30 de abril, a Anvisa retomou a suspensão, após a própria Colgate retirar o recurso. “A decisão da Colgate é incentivada pela colaboração contínua com a Anvisa e pelo avanço das investigações técnicas junto à agência. A empresa acredita numa resolução oportuna do tema”, afirma a empresa, em nota.

Leia mais>Colgate afirma que manterá vendas de pasta interditada pela Anvisa

*Mulher usa pasta de dente da Colgate e fica com a boca gigante

Por que a Clean Mint foi interditada em março?

A Anvisa afirma que recebeu oito notificações, envolvendo 13 eventos adversos relacionados ao uso dessa pasta.

Nas redes sociais, diversos clientes compartilharam fotos com supostas reações provocadas pelo produto. Denise Correia Santiago, de Santos (SP), disse ter sentido a Clean Mint “mais forte” já no primeiro uso. Afirmou que, cinco dias depois, começou a manifestar vermelhidão, inchaço e queimaduras. (Veja a imagem abaixo)

Educadora social, de 45 anos, sofre reação alérgica após uso de pasta de dente, em Miracatu (SP) — Foto: Arquivo pessoal
Educadora social, de 45 anos, sofre reação alérgica após uso de pasta de dente, em Miracatu (SP) — Foto: Arquivo pessoal

Mesmo diante desses episódios, a Colgate “reafirma a segurança e qualidade do seu produto Colgate Total Clean Mint, o qual segue os rígidos padrões das agências regulatórias”.

Veja a nota da Anvisa na íntegra:

“A vigência da interdição cautelar referente ao produto Colgate Total Clean Mint, determinada em 27 de março deste ano, foi retomada.

A medida estava suspensa em razão de um recurso da empresa, porém a própria fabricante retirou o recurso, que tinha efeito suspensivo sobre a interdição. Assim, a interdição do produto continua em vigor.”

Veja a nota da Colgate na íntegra:

“A Colgate confirma que em 29 de abril de 2025 apresentou perante a ANVISA seu pedido de retirada do recurso contra decisão que determinou a interdição temporária do produto Colgate Total Clean Mint, implicando assim que a medida cautelar retoma a sua validade. A decisão da Colgate é incentivada pela colaboração contínua com a Anvisa e pelo avanço das investigações técnicas junto à agência. A empresa acredita numa resolução oportuna do tema. A Colgate reafirma a segurança e qualidade do seu produto Colgate Total Clean Mint, o qual segue os rígidos padrões das agências regulatórias. Seguimos à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas sobre o creme dental Colgate Total Clean Mint por meio do nosso canal oficial de atendimento.”

Fonte:G1/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/05/2025/08:35:17

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Nana Caymmi, uma das maiores cantoras do país, morre aos 84 anos

(Nana Caymmi — Foto: Lívio Campos / Divulgação) – Segundo o hospital, a morte se deu em decorrência da disfunção de múltiplos órgãos.

Nascida Dinahir Tostes Caymmi em 29 de abril de 1941 – fez aniversário dois dias antes de morrer –, a carioca cresceu em uma família de músicos: era filha de Dorival Caymmi com Stella Maris, e irmã de Danilo Caymmi e Dori Caymmi.

   “O Brasil pede uma grande cantora, uma das maiores intérpretes que o Brasil já viu, de sentimento, de tudo. Estamos todos realmente muito tristes, mas ela passou nove meses de sofrimento intenso dentro de hospital”, disse Danilo Caymmi, que narrou o sofrimento da irmã.

A carreira

Como definiu o colunista Mauro Ferreira, Nana é dona de discografia pautada por extrema coerência na seleção de repertório, arranjadores e produtores musicais.

Criada em um ambiente musical, estreou na música ao lado do pai ainda adolescente, e, 1960, em um dueto na canção “Acalanto”, composta por Dorival quando ela ainda era bebê. Os versos viraram canção de ninar crianças por todo o Brasil: “Boi, boi, boi / Boi da cara preta / Pega essa menina que tem medo de careta”.

No ano seguinte, após gravar o primeiro compacto solo, ela largou tudo para ir morar na Venezuela, após se casar com um médico venezuelano aos 18 anos.

A adaptação, porém, não foi fácil, e ela retornou ao Brasil com as filhas Estela e Denise — e grávida de João Gilberto, seu terceiro filho.

Em 1964, Nana participou da gravação do disco “Caymmi visita Tom e leva seus filhos Nana, Dori e Danilo”, um clássico que fez sucesso não apenas no Brasil, mas também nos Estados Unidos.

Pouco depois, encarou um dos maiores desafios de sua carreira: o Festival Internacional da Canção, em 1966. Interpretando “Saveiros”, de seu irmão Dori Caymmi, foi vaiada, mas venceu a competição.

    “Eu tava mais preocupada em não desmaiar do que com as vaias”, relembra.

A artista gravou outras dezenas de discos na carreira. Entre eles, “Nana Caymmi” (1975), que a consolidou no cenário da MPB; “Renascer” (1976); “Voz e Suor” (1983), ao lado do pianista Cesar Camargo Mariano; “Bolero” (1993); e “A noite do meu bem – As canções de Dolores Duran” (1994), produzido por José Milton, com quem ela trabalhou até 2019.

Seu repertório também inclui releituras marcantes de músicas do pai, como “O Que É Que a Baiana Tem” e “Saudade da Bahia”.

Em 2004, ela e os irmãos Dori e Danilo foram homenageados com o título de cidadãos baianos.

Novelas

A voz de Nana também marcou presença em trilhas sonoras de novelas e minisséries da TV Globo, além de participações especiais em cena.

Em 1998, o vocal de Nana estrelou a abertura da minissérie “Hilda Furacão”, da TV Globo, com a faixa “Resposta ao tempo”, composta por Aldir Blanc e Cristovão Bastos.

O bom resultado da canção fez com que ela fosse convidada pela emissora carioca para gravar outro bolero – “Suave veneno”, de autoria dos mesmos compositores de Resposta ao tempo, Cristóvão Bastos e Aldir Blanc – para a abertura da novela intitulada Suave veneno, exibida em 1999.

Danilo Caymmi relembra últimos momentos da irmã; Nana Caymmi morreu aos 84 anos

Se comparada a outras cantoras da MPB — como Maria Bethânia, Elis Regina e Gal Costa —, ela nunca teve uma popularidade massiva. Mesmo assim, ainda no início da carreira, se consagrou como uma das mais relevantes do país.

“Embora nunca tenha sido cantora de arroubos teatrais, Nana encara o peso e a dramaticidade das músicas em que põe a voz lapidada com o tempo que fez emergir, a partir dos anos 1970, o brilho do verdadeiro diamante embutido nas cordas vocais da intérprete”, escreveu o crítico musical Mauro Ferreira em 2021.

Os últimos álbuns lançados pela cantora são “Nana, Tom, Vinicius” (2020) e “Nana Caymmi Canta Tito Madi” (2019).

Nana também foi casada com Gilberto Gil, entre 1967 e 1969. E namorou os cantores João Donato e Cláudio Nucci.
A cantora deixa três filhos e duas netas.

 Nana Caymmi no musical 'Show do Mês', da Globo, em 1981 — Foto: Nelson Di Rago/Globo

Nana Caymmi no musical ‘Show do Mês’, da Globo, em 1981 — Foto: Nelson Di Rago/Globo

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/05/2025/19:35:17

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Governo Federal inicia força-tarefa contra garimpo ilegal na Terra Indígena Kayapó (PA)

DIREITOS DOS POVOS INDÍGENAS – Coordenada pela Casa Civil da Presidência da República e pelo Ministério dos Povos Indígenas, a operação mobiliza mais de 20 órgãos federais, incluindo o Ministério da Defesa, Ministério da Justiça e Segurança Pública, Funai, Ibama, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional e Abin  – (Foto:Divulgação/Reprodução gov.br)

Território tem uma das maiores áreas devastadas pela atividade garimpeira no Brasil, o equivalente a 253 campos de futebol

Governo Federal inicia, nesta sexta-feira (2), mais uma operação de desintrusão para retirada de invasores de terras indígenas. Desta vez, a ação acontece na Terra Indígena Kayapó, no estado do Pará, com foco no combate à principal pressão sobre o território: o garimpo ilegal. A operação de desintrusão foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 709, e tem como objetivo garantir a preservação da vida dos povos indígenas, a integridade do território e o pleno direito ao uso da terra.

Homologada em 1991, a Terra Indígena Kayapó possui uma área de 3,2 milhões de hectares, distribuída entre os municípios de São Félix do Xingu (50,6%), Ourilândia do Norte, Cumaru do Norte e Bannach. Desse total, 274 hectares de mata nativa já foram destruídos pela atividade garimpeira — uma área equivalente a 253 campos de futebol.

É a segunda terra indígena mais impactada por mineração ilegal no Brasil, atrás apenas da TI Sararé. No território vivem 6.365 indígenas dos povos Mebengôkre (Gorotire, Kôkraimôrô e Kuben Kran Krên) e Índios Isolados do Rio Fresco, distribuídos em 67 aldeias.

A região, situada no sudeste do Pará, também sofre com outras atividades ilícitas, como grilagem de terras, pecuária irregular e extração ilegal de madeira. Ainda assim, o garimpo ilegal representa a ameaça mais severa. Diferentemente de outras áreas, nesta TI o garimpo se organizou com forte estrutura, uso de maquinário pesado e vínculos com o crime organizado. Os impactos vão do desmatamento e contaminação dos rios por mercúrio à degradação da fauna e flora locais.

Coordenada pela Casa Civil da Presidência da República e pelo Ministério dos Povos Indígenas, a operação mobiliza mais de 20 órgãos federais, incluindo o Ministério da Defesa, Ministério da Justiça e Segurança Pública, Funai, Ibama, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional e Abin.

O plano operacional prevê ações conjuntas de fiscalização, inutilização de equipamentos utilizados nas atividades ilegais, monitoramento aéreo e terrestre e medidas preventivas para evitar o retorno de invasores. Estão previstas ainda ações de comunicação e diálogo com as comunidades locais, garantindo que a operação ocorra de forma pacífica, coordenada e respeitosa, com acompanhamento da Funai e do Ministério dos Povos Indígenas.

A desintrusão da Terra Indígena Kayapó representa mais um passo do Governo Federal na garantia dos direitos dos povos originários e na proteção dos biomas brasileiros, reforçando a legalidade, a preservação ambiental e a integridade dos territórios tradicionais.

Esta é a oitava operação de desintrusão promovida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desde 2023, já foram realizadas ações nas terras Alto Rio Guamá (PA), Apyterewa (PA), Trincheira Bacajá (PA), Karipuna (RO), Munduruku (PA) e Yanomami (RR – em execução), além da TI Araribóia (MA – em execução). Outras operações estão previstas para 2025.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/05/2025/08:35:17

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