Fontenelle e Flávia Alessandra brigam por herança

O segundo teste de paternidade feito pela professora Michelle Santos, de 39 anos, deu negativo. Ela tentava provar na Justiça ser filha do diretor de TV da Globo Marcos Paulo, morto em novembro de 2012.
As informações são da coluna Radar On-Line, da revista Veja, deste domingo (25).
Após o resultado, a disputa pela herança de R$ 25 milhões se restringe às filhas do diretor, uma delas do casamento com a atriz Flávia Alessandra e a outra da viúva Antonia Fontenelle.

(Com informações de Notícias ao Minuto)

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Faustão solta palavrão para criticar governo

Faustão soltou um palavrão ao se referir ao governo do presidente Michel Temer (PMDB) durante o “Domingão”, neste domingo (25), e esbravejou ao falar sobre a reforma educacional, projeto que tem recebido críticas de diversos setores.
O apresentador da Globo estava conversando com o ginasta Diego Hypólito, medalhista nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, e não escondeu a sua irritação ao falar sobre as mudanças no currículo do ensino médio, que Temer pretende fazer através de uma medida provisória.
De acordo com palavras de Faustão, “essa porr* de governo que nem começou” quer implementar uma reforma elaborada por “cinco gatos pingados” e sem consultar a população.
“Os caras iam tirar a educação física [do currículo escolar]. Essa porr* desse governo nem começou, não sabe se comunicar e já faz a reforma sem consultar ninguém. Então, o país que mais precisa da educação, faz uma reforma com cinco gatos pingados, que não sabem porr* nenhuma, e querem tirar a educação física, que é fundamental na formação do cidadão”, criticou.

(Com informações de UOL)

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Bandidos assaltam IML de Castanhal

Por volta de 3h desta segunda-feira (26), o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves do município de Castanhal, nordeste paraense, foi assaltado por três pessoas.
O trio teria pulado o muro do cemitério que fica atrás do prédio do IML. Na ação, eles teriam rendido sem dificuldades os vigilantes, que não usam arma de fogo na proteção e defesa do local.
Os bandidos roubaram armamentos que haviam sido apreendidos pelas polícias Civil e Militar ao longo do ano. Após o roubo, eles fugiram em um carro que já os esperava do lado de fora.
Após a fuga, duas pessoas suspeitas foram detidas próximo a Americano, na rodovia BR-316. Eles foram levados para a delegacia de Castanhal, onde prestam depoimento.

(Com informações de Tiago Silva)

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ONU diz que pesquisa sobre estupro reflete a sociedade.

Para ONU Mulheres Brasil o levantamento traz “dados muito fortes” e reflete a estagnação da sociedade brasileira em questões de gênero
A responsabilização da mulher por atos de violência sexual – medida pela pesquisa realizada pelo Datafolha, encomendada Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) – acendeu o debate em torno do assunto no país. Mais de um terço da população brasileira (33%) consideram que a vítima é culpada pelo estupro, informou o levantamento. A pesquisa mostrou ainda que 65% da população têm medo de sofrer violência sexual.
Para a representante da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres Brasil, Nadine Gasman, o levantamento traz “dados muito fortes” e reflete a estagnação da sociedade brasileira em questões de gênero.
“Apontar que a mulher tem culpa em ser estuprada é uma constatação de que a sociedade brasileira tem avançado em muitos aspectos, mas segue machista, sexista e muito racista. A gente conhece as estatísticas de feminicídio. Tem aumentado mais a violência contra mulheres negras. É uma sociedade que ainda não acredita que mulheres e homens são iguais”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.
“Essa questão é reveladora e temos que trabalhar muito para mudar as concepções de gênero. Temos que entender as construções sociais, de mulheres e homens, que são produtos de uma formação patriarcal, onde os homens têm vantagens que os colocam em uma situação de poder contra totalmente o que a humanidade dispõe de marco – de que nascemos livres e iguais”, completa.
O levantamento mostra ainda que 42% dos homens e 32% das mulheres entrevistados concordam com a afirmação: “mulheres que se dão ao respeito não são estupradas”, enquanto 63% das mulheres discordam.
O Datafolha fez 3.625 entrevistas com pessoas a partir de 16 anos, em 217 municípios. A coleta de dados foi feita entre os dias 1º e 5 de agosto deste ano. A margem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Violência sexual
A pesquisa aponta que a violência contra as mulheres é definida pelas Nações Unidas como qualquer ato de violência de gênero que resulte ou possa resultar em dano físico, sexual, dano psicológico ou sofrimento para as mulheres, incluindo ameaças, coerção ou privação arbitrária de liberdade, tanto na vida pública como na vida privada.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a violência sexual é “qualquer ato sexual ou tentativa de obter ato sexual, investidas ou comentários sexuais indesejáveis ou tráfico ou qualquer outra forma, contra a sexualidade de uma pessoa usando coerção”. A violência pode ser praticada por qualquer pessoa, independente da relação com a vítima, e em qualquer cenário, incluindo a casa e o trabalho. O ato pode acontecer em casa ou na rua.
Dados do 9º Anuário Brasileiro de Segurança Pública apontam que foram registrados 47.646 casos de estupro em todo o país em 2014, o que significa um estupro a cada 11 minutos.
Denúncia
Apesar do número de casos, a pesquisa destaca que a maioria das pessoas que sofre violência sexual não registra denúncia na polícia, o que torna difícil estimar a prevalência deste crime.
“Em termos regionais, o maior medo é verificado nas regiões Norte e Nordeste do país, atingindo 72% de toda a população. No entanto, se verificamos apenas as respostas das mulheres, notamos que 90% das mulheres que residem no Nordeste afirmam ter medo de sofrer violência sexual, seguidas de 87,5% da população feminina do Norte, 84% no Sudeste e Centro-Oeste e 78% no Sul do país”, aponta o documento.
O levantamento aborda a culpabilização pela violência sofrida pela mulher como uma reação frequentemente relatada, até mesmo quando elas recebem atendimento nos serviços de justiça, segurança e saúde. “A dificuldade de reunir evidências materiais do não consentimento, bem como o risco de revitimização durante os procedimentos legais – humilhação, julgamento moral, procedimentos de coleta de provas que expõem o corpo violado da vítima a novas intervenções – são desafios específicos relacionados à violência sexual”.
A coordenadora de projetos do Instituto Avon, Mafoane Odara, ressalta que a mulher não se sente acolhida em espaços de atendimento após situações de abuso sexual. “As mulheres não reconhecem esses espaços como pontos acolhedores. Se sentem revitimizadas, não se sentem respeitadas nesses lugares. Com isso, as mulheres se sentem deslegitimadas a denunciar”.
“Está na hora de a polícia falar mais sobre isso e da gente encontrar formas de acompanhamento das mulheres em situação de violência. Essa não é uma questão das mulheres, é uma questão da sociedade brasileira”, argumenta. “É importante olhar como as instituições corroboram para perpetuação de uma prática como essa e aí isso vai ser sentido pela população”.
Das pessoas entrevistadas, a metade não acredita que a Polícia Militar esteja bem preparada para atender mulheres vítimas de violência sexual. O resultado da pesquisa indica também que mais da metade da população (53%) acredita que as leis brasileiras protegem estupradores.
“Em um país em que persistem altos índices de desigualdade social e que ainda enfrenta o desafio do acesso ao ensino formal, pode-se estimar que o conhecimento sobre a legislação brasileira e sobre as penalidades atualmente previstas para os casos de estupro não seja amplamente difundido entre a população”, ressalta a pesquisa.
No Brasil, a pena para o crime de estupro varia de seis a 12 anos, podendo chegar a 30 anos, a maior pena prevista no ordenamento jurídico brasileiro em caso de morte da vítima. “Um atendimento acolhedor, melhores taxas de esclarecimento nas investigações e resolução dos casos que são denunciados poderiam ter um efeito mais positivo para o enfrentamento do problema e, ainda, tornar a população mais confiante no trabalho das instituições policiais e do Judiciário” diz a pesquisa.
A vítima
A pesquisa revelou que uma grande parcela da população considera as próprias mulheres vítimas de agressão sexual como culpadas por não se comportarem de acordo com uma “mulher respeitável”. A perpetuação da ideia de controle do comportamento e do corpo das mulheres faz com que a violência sexual possa ser tolerada diante da sociedade brasileira.
A pesquisa mostrou, ainda, que 42% dos homens concordam com a afirmação de que “mulheres que se dão ao respeito não são estupradas”, enquanto 63% das mulheres discordam. É bastante comum que o comportamento de quem foi vítima seja questionado com base no que se entende serem as formas corretas de “ser mulher” e “ser homem” no mundo.
A professora de Psicologia Clínica da Universidade de Brasília (UnB), Valeska Zanello, ressalta o aspecto da “objetificação da mulher”.
“Uma coisa que é profundamente naturalizada na nossa cultura é o não protagonismo da mulher com relação ao seu corpo. É punido tanto o protagonismo com relação à própria sexualidade [quando ela não pode escolher se quer ou não fazer sexo e com quantos] e também quando ela não pode dizer não. Geralmente, quando uma mulher sofre violência sexual, se tenta descobrir algum signo na vida dela que desqualifique esse protagonismo e, principalmente, coloque em xeque a índole dela, se ela é uma pessoa recatada ou não. E é isso que vai definir se ela foi estuprada ou não. Para ter uma mudança efetiva, a gente vai ter que trabalhar as novas gerações”, opina.
Educação
A pesquisa mostra que 91% dos entrevistados concordaram com a afirmação de que “temos que ensinar meninos a não estuprar”. Para Valeska Zanello, a mudança desse conceito na sociedade brasileira se dará, de fato, por meio da educação. “Lei é importante, mas ela muito pouco efetiva. A cultura punitiva é muito pouco eficaz, porque, em geral, ela vai punir só aquela pontinha do iceberg. Para a gente mudar uma cultura, as leis não são suficientes. Isso só acontece por meio da educação”, finaliza.
“Uma das coisas mais importantes é que temos leis, políticas, programas, mas tem que trabalhar a educação formal e não formal e meios de comunicação nessa mudança de paradigmas da sociedade com relação a igualdade, especialmente entre homens e mulheres: a ideia de toda sociedade de todos e todas sejam iguais”, ressalta Nadine Gasman.

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Pará tem segundo menor índice de endividamento no Brasil.

O Pará tem o segundo menor índice de endividamento entre todos os Estados da Federação, com percentual de comprometimento da receita corrente líquida de 9,14%. O menor índice é do Rio Grande do Norte (7,54%). Atrás do Pará, em terceiro lugar, está Roraima (16,62%). A tabela é divulgada a cada quadro meses e uma nova deve sair em setembro, mas o Estado vem conseguindo se manter nesse patamar. Apesar disso, sofre as consequências das sanções impostas aos maiores devedores e tem dificuldades em conseguir a liberação de créditos, o que prejudica a realização de investimentos em diversas áreas. Atualmente, o Governo do Pará espera a liberação de cerca de R$ 800 milhões em créditos já aprovados – parte desses recursos está sendo aguardada há mais de um ano e nada de chegar aos cofres paraenses,  para ser aplicado em obras e projetos já em andamento.
Hoje, em torno de 90% das dívidas dos Estados estão concentradas nas regiões Sul e Sudeste. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o índice de endividamento corresponde a 207% da receita corrente líquida. Esse índice é de 191,59% no Rio de Janeiro, e de 163,22% em São Paulo.
De acordo com dados da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), a dívida total do Pará é de cerca de R$ 3,5 bilhões, mas a dívida líquida (dívida total, abatidas as disponibilidades financeiras) fica em torno de R$ 1,5 bi. Desse montante de R$ 3,5 bi, R$ 1,18 bi é o que o Pará deve para a União, com quem os Estados tentam uma renegociação. Pelas regras atuais, a média de pagamento do Pará à União para quitar esse débito é de R$ 58 milhões, mensalmente. Caso haja mudanças nas regras, com alongamento do prazo para quitação do débito, o pagamento mensal do Pará à União deve ser, em média, de R$ 37,8 milhões, gerando alívio de caixa de R$ 20 milhões por mês e R$ 240 milhões por ano. Justamente por ter um dívida menor, o impacto não seria tão significativo.
No entanto, a grande luta do Estado é para conseguir um tratamento diferenciado em relação às unidades da Federação que não têm mais capacidade de endividamento.
Devido à situação financeira que o País enfrenta e o alto índice de endividamento dos Estados, o Governo Federal tem dificultado a liberação de crédito. No Pará, giram em torno de R$ 800 milhões os empréstimos já aprovados, dos quais o Governo aguarda liberação pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para continuar a tocar obras de infraestrutura em diversas regiões, que vêm sedo executadas com recursos próprios do Tesouro paraense.
Na última semana, o governador Simão Jatene, acompanhado do senador Flexa Ribeiro e do procurador geral do Estado, Ophir Cavalcante Júnior, se reuniu com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, e com a Secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, em Brasília, para tratar sobre o assunto. Jatene reiterou que o Estado tem capacidade de endividamento e, por isso, pode contrair novos empréstimos.
Mesmo que Ana Paula Vescovi tenha reconhecido, durante o encontro, que a situação fiscal do Pará é melhor que de outros Estados, ainda não há uma reposta positiva para a demanda. As equipes técnicas do ministério e da Secretaria de Fazenda (Sefa) deverão fazer encontros para verificar o que pode ser executado ainda este ano.
“Você não pode tratar todo mundo igual. Eu não posso dar um tratamento que não permite operação de crédito ao Pará,

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Trabalhador morador do São Marcos morre ao cair de trator no Crepurizinho

Um trabalhador morreu ao cair de um trator, às 17h00 desse domingo (25), em uma estrada vicinal na comunidade de Crepurizinho.O homem era conhecido por todos pelo apelido de Cateto ou Gordo e morava com a família no Bairro São Marcos em Novo Progresso e segundo informações ele caiu da lâmina do trator.
A equipe realizava um serviço no local, outra pessoa conduzia o trator, Gordo subiu na lâmina e preparavam-se para voltar para a cidade. Em certa altura do trajeto, um problema mecânico na máquina gerou um forte solavanco, o homem caiu de cima e foi ferido fatalmente na cabeça.
O corpo foi trazido do Crepurizinho para a funerária Planeta Pax em Novo Progresso, mas segundo informações de amigos da família, deve ser transladado para a cidade de Redenção,PA, onde moram seus familiares para sepultamento.

Redação Cultura FM – 87.9

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População jovem do Pará começa a reduzir em ritmo acelerado.

Aumento do número de idosos no Estado será irreversível em menos de 2 décadas, de acordo com o IBGE
A última estimativa populacional do Pará, divulgada no início do mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra redução da população jovem e aumento do número de idosos em ritmo acelerado. A projeção do IBGE é de que em menos de duas décadas, o Pará entrará em uma fase de queda irreversível no número de habitantes.
Pela estimativa, o Estado conta atualmente com 8.272.724 habitantes, 29,05% dos quais crianças e jovens entre 0 e 14 anos (2.403.226 pessoas). Em 2000, a proporção de paraenses nessa faixa-etária era bem superior, 37,69% – o que aponta uma redução de 22,92% nesse grupo de habitantes. Em compensação, no mesmo período, o número de pessoas acima de 60 anos passou de 5,45% para 7,66% do total de habitantes, correspondente a 633.690 pessoas – elevação percentual de 40,55%.
O Estado ainda tem muitos jovens, graças ao aumento populacional do passado. Assim, há muita gente tendo filhos. Estima-se que a cada 12 minutos, nasce um novo bebê no território paraense. Parece muito, mas não é. O crescimento da população neste ano foi de 1,19%. É quase metade do ritmo que se via em 2001, de 2,03%. No início da década de 1960, quando o Pará atingiu o auge, o aumento anual era em torno de 4%. O crescimento do número de habitantes tende a zero e, depois, à queda.
Pelas Projeções da População do IBGE, por grupos de idade, em 2025, a parcela de habitantes com 60 anos ou mais no Estado alcançará os dois dígitos (10,31%), enquanto o total de crianças e jovens estará em torno de 23%. Em 2030, essas porcentagens serão de 12,11% e 21,40%, respectivamente. “As projeções do IBGE para os Estados vão até 2030 e não foi possível constatar ainda a queda da população do Pará nesse período. Em todo o País, esse decrescimento está previsto para acontecer em 2044. Então, prevemos que a taxa de crescimento negativa do Pará deva ocorrer um pouco depois”, avalia a pesquisadora do IBGE, Izabel Marri.
Mesmo não apontando redução da população paraense em 2030, as projeções do IBGE estimam crescimento do número de habitantes praticamente nulo nesse ano: 0,62%. Teme-se que diante desse cenário a economia empaque. “A população é importante para fazer a bicicleta andar”, resume a demógrafa Ana Amélia Camarano, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Para ela, a inflexão em todo o País virá mais cedo, por volta de 2035. Mas o momento de se preocupar com o problema é já. O maior número de idosos representa desafios para o pagamento de aposentadorias, para a assistência médica e até mesmo para o urbanismo.
O demógrafo do IBGE Marden Barbosa de Campos atribui o aumento do índice de idosos no Pará, como em todo o Brasil (passou de 8,21% em 2000 para 12,10% em 2016), à redução do número de nascimentos. Segundo os números do último Censo Demográfico de 2010, o número médio de filhos por mulher no País caiiu de 6,16, em 1940, para 1,90, em 2010. A região Norte foi a que mais contribuiu para esse decréscimo, passando da média de 7,17 filhos para 2,47 no mesmo intervalo de tempo. No Pará, essa taxa chegou a 2,5 filhos, sendo que em 25 municípios, a proporção foi inferior a essa média estadual, com quatro deles, abaixo de um filho.
“O envelhecimento da população acima dos 60 anos tem relação direta com a diminuição da fecundidade. Você diminui o número de crianças e jovens e tem o aumento relativo dos idosos. Em termos absolutos, também estamos observando a redução desses grupos etários de crianças e jovens. Por exemplo, até 2008 a população de 0 a 14 anos do Pará, estava aumentando, e atingiu o seu ponto máximo de 2,5 milhões de habitantes. A partir de então, esse grupo começou a diminuir de tamanho. Hoje, a gente projetou que está em menos de 2,4 milhões e vai chegar em 2030 com 1,99 milhão. Então, ela vai diminuir cada vez mais o tamanho”, analisa o demógrafo.
“Como contraponto, a população de 60 anos ou mais, em 2000, era de 347 mil idosos no Pará. Em 2016, são mais de 633 mil e, em 2030, será de 1,13 milhão. Enquanto o outro grupo estabilizou no início do século e começa a cair de tamanho absoluto a partir de 2008, o grupo composto por idosos só aumenta de tamanho. Por volta de 2030, os idosos, em termos absolutos, triplicarão de tamanho em relação aos anos 2000. Por outro lado, o grupo de jovens diminui de tamanho gradativamente. A mudança é suave, mas ela é rápida. Em 30 anos você muda completamente a cara da população paraense”.
Segundo o pesquisador do IBGE, esse processo de redução das altas taxas de mortalidade e nascimentos é chamado de transição demográfica. Ele começou lentamente nos países mais desenvolvidos, principalmente da Europa, durante o século XIX. No Brasil, essa transição começou entre as décadas de 1960 e 1970, de forma mais acentuada em razão da queda das taxas de nascimento. “Aqui o processo começou bem depois, mas está sendo de uma forma muito mais acelerada. Então, você muda a estrutura etária, a cara da sociedade, em um período curto de tempo. Hoje a conversa é: ‘minha avó tinha dez irmãos, minha mãe teve quatro, eu tenho um e não tenho filhos’”, avalia.
Outro fator que contribui para o envelhecimento da população paraense é a maior expectativa e qualidade de vida dos idosos. Aquela imagem curvada, apoiada em uma bengala, representada nas placas de trânsito, não mais simboliza os idosos, que têm viajado mais, estudado, comprado e ocupado espaços públicos e virtuais. Pelas projeções do instituto, a esperança de vida em 2000 no Estado era de 68,4 anos, saltou para 70,9 dez anos depois e a estimativa para as próximas duas décadas é de 72,8 e 74,4 anos, respectivamente. A idade média da população paraense também deu um salto. Era de 23,98 anos em 2000. Atualmente é de 28,30 anos e será de 33,39 anos em 2030.
“A esperança de vida aumentou muito devido à redução da mortalidade infantil. Mesmo sem o avanço da expectativa de vida, os idosos aumentariam. É lógico que a expectativa de vida, quando vai aumentando, acaba mantendo aquele idoso mais tempo vivendo na sociedade. Só que, na verdade, quando a expectativa de vida aumenta, principalmente em um primeiro momento, é fruto da queda da mortalidade infantil, que era alta no passado. Então, você acaba rejuvenescendo a população no primeiro momento, pois, mais crianças sobrevivem. Agora, é claro, em uma perspectiva individual, quanto mais aumentar a expectativa de vida, mais se envelhece”.

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Pai que matou filhos deixou carta: ‘Não poderiam conviver com traição’

O zootecnista que matou os dois filhos de 3 e 4 anos a facadas e tentou cometer o suicídio escreveu uma carta “explicando” a motivação do crime, que chocou moradores de um bairro de classe média, o Jardim Ouro Verde, em São José do Rio Preto (SP), no domingo (25). No bilhete escrito à mão, ele relata que descobriu traição e que não suportaria que os filhos vivessem sabendo disso.
A carta escrita à mão foi encontrada pela polícia no quarto em que ele estava com as crianças. Hugo Imaizumi tem 41 anos e é doutor em Ciência Animal pela Universidade de São Paulo (USP). No bilhete, ele expressou decepção e se despediu da mulher, uma fisioterapeuta, de 39 anos.
Segundo o delegado José Luiz Chain, que atendeu à ocorrência, a mulher relatou que o casamento já estava praticamente acabado por conflitos e incompatibilidade. Na carta, o zootecnista se despede de parentes e alega que o “componente infidelidade” foi a motivação do crime.
“É claro que ele queria puni-la [a mulher] tirando a vida dos dois filhos e tentando tirar a própria vida, sem sucesso. Ele está internado e, ao que me consta, sem risco de morte.”
Chain afirma que Imaizumi está preso em flagrante, sob vigília no Hospital de Base (HB), e assim que receber alta será encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP), onde responderá por homicídio duplo qualificado. A pena é de 12 a 30 anos de reclusão. “As crianças não puderam se defender e, conforme análise técnica, poderá caber ainda motivo fútil. Acima de tudo foi uma barbaridade, uma tragédia que abala toda a cidade”, diz o delegado.
Feridos no pesçoco
Segundo a polícia, a fisioterapeuta acordou no meio da noite e viu que o marido não estava ao seu lado. Ela foi até o quarto dos filhos e percebeu que estava trancado. A polícia informa que ela foi até a janela do quarto e viu as duas crianças e o marido deitados na cama e feridos no pescoço.
Depois de pedir socorro para os vizinhos, a fisioterapeuta correu para a Unidade de Pronto Atentimento (UPA), que fica a três quarteirões da casa dela. Vizinha há pelo menos 10 anos, a dona de casa Maria de Lourdes Vieira diz que está chocada. “Estava deitada e vi uns clarões e até achei que era assalto, quando abri a janela a vi aqui na frente gritando que o marido tinha matado os filhos, uns anjinhos que vinham me chamar no portão. Foi muito chocante, a gente até perde o sentido na hora, porque a gente não sabe o que faz. Os vizinhos da frente que a acolheram, porque ele se trancou com os celulares no quarto”, diz.
Entenda o caso
De acordo com informações do boletim de ocorrência, por volta das 2h, a mãe das crianças foi até a Unidade de Pronto Atentimento (UPA) do Jardim Tanguará e, desesperada, avisou a um dos guardas municipais que seu marido havia matado os dois filhos a facadas.
Os guardas foram até a casa com a mulher, onde encontraram o homem deitado na cama com as duas crianças. Conforme o registro policial, eles tentaram reanimar as crianças até a chegada do resgate, mas não conseguiram. Os dois irmãos foram mortos pelo pai com facadas na jugular, segundo a polícia.
Ele teria tentado cometer o suicídio em seguida e foi encontrado com várias perfurações no peito e ainda com a faca cravada no pescoço. Apesar de gravemente ferido, ele foi socorrido com vida ao Hospital de Base de Rio Preto, onde está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). As crianças foram enterradas no domingo (25) à tarde, no cemitério Jardim da Paz, em Rio Preto.

*Leia mais:  Homem tenta suicídio após matar os filhos de três e quatro anos em SP

* Colaborou Victor Pizeta/TV TEM
Renata Fernandes*G1 Rio Preto e Araçatuba

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Homem tenta suicídio após matar os filhos de três e quatro anos em SP

Um pai matou os dois filhos, de três e quatro anos, e depois tentou se matar e ainda deixou uma carta. Hugo Imaizumi continua internado em estado grave, com escolta policial, no hospital de base, em São José do Rio Preto. Os corpos das crianças foram enterrados na tarde deste domingo (25).
O crime aconteceu dentro da casa da família, que fica em uma região de classe média, ao sul de São José do Rio Preto. Segundo a Polícia, a mulher contou que acordou e viu que o marido não estava ao lado dela na cama. Foi até o quarto dos filhos e viu que ele estava trancado. Então ela foi até a janela do quarto e viu as duas crianças e o marido deitados e feridos no pescoço.
Depois de pedir ajuda aos vizinhos, a mulher correu até uma unidade de saúde, a três quarteirões da casa da família. No local, ela encontrou um guarda municipal e contou a história para ele. Ele chamou por reforço e foram até a casa, onde tentaram reanimar as crianças e o homem até a chegada do resgate.
Quando os paramédicos chegaram, os meninos Augusto Imaizumi, de quatro anos e Otávio Imaizumi, de três anos, já estavam mortos. Hugo Imaizumi, de 41 anos, foi levado para o hospital com vários ferimentos de faca no peito e no pescoço.
A Polícia encontrou no quarto uma carta, escrita à mão por Hugo, deixada para esposa. O motivo do crime seria ciúme. “Ele está preso em flagrante. Está sob vigília, em custódia lá no hospital de base e, tendo condições de saúde para ser dada a alta, ele vai para o CDP. Homicídio duplo, pena de 12 a 30 anos de reclusão. A modalidade penal praticada é qualificada, [pois] as crianças não puderam se defender e o motivo também pode ser considerado fútil. Acima de tudo, uma barbaridade, né?” declarou o delegado responsável pelo caso, José Luiz Chain.
Um dos vizinhos da família, o senhor Moacir Estefane, contou que nunca viu o casal brigar. “Via ele pegar as crianças e sair para a rua, voltar com as crianças, à pé com aquele carrinho de levar criança. A família era perfeita”, diz ele.
A vizinha da família, Maria de Lourdes Vieira, estava inconformada. “Foi assim muito chocante. A gente perde até o sentido na hora, porque não sabe o que faz, né?”.

Victor PizetaSão José do Rio Preto, SP

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Justiça absolve empresário condenado por torturar enteada

A Justiça inocentou o empresário Maurício Moraes Scaranelo, acusado de torturar a enteada de 3 anos em 2014, em Araçatuba (SP), e a mãe da menina, Sara de Andrade Ferreira, de 21 anos. Eles foram absolvidos pela Justiça após recorrerem da sentença. Em agosto de 2015, ele foi condenado à pena de 4 anos de prisão e ela a três anos e quatro meses de prisão em regime aberto.
A decisão é de agosto, mas como o processo seguia em segredo de Justiça a informação só foi divulgada neste sábado (24). O Ministério Público chegou a entrar com recurso, mas foi negado pela Justiça, que entendeu que o caso está encerrado.
Os desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo entenderam que as provas apresentadas (vídeos, laudos da perícia e depoimento de testemunhas) não comprovaram a tortura, que o casal não cometeu nenhum crime contra a criança que tem atualmente seis anos e, por isso, foi inocentado de todas as acusações.
Sara estava em liberdade desde maio do ano passado e Scaranelo saiu da cadeia em abril desse ano, em razão de progressão para o regime aberto. O advogado de Sara, Rodrigo Rister de Oliveira, disse que ela continua em Araçatuba e que está com a guarda da filha. O advogado de Scaranello, Willian de Paula Souza, não foi encontrado para comentar a decisão.
Entenda o caso
O empresário foi preso na casa em 2014 em um condomínio de luxo em Araçatuba. A polícia disse que a menina estava trancada sozinha dentro de um quarto e que encontrou fotos da enteada nua no celular dele. Os policiais chegaram até o local depois que uma denúncia anônima alertou para a existência de vídeos de possíveis torturas contra a criança.
No celular dele, alguns vídeos com esse conteúdo foram localizados. Em um deles, a menina aparece andando com as pernas amarradas com uma fita adesiva, comendo cebola achando que era maçã e pedindo para o padrasto deixá-la dormir. A polícia também confirmou que mãe da criança também participava da gravação de alguns vídeos e ela também foi presa.
Outra gravação mostra a menina dormindo no carro, presa pelo cinto de segurança. Como a cabeça dela balança de um lado para o outro, por causa do movimento do carro, o padrasto brinca falando que a menina ficou com sono após tomar uísque.
Scaranello prestou depoimento duas vezes e segundo informações da delegada titular da Delegacia de Defesa da Mulher, Luciana Pistori, o padrasto disse que os vídeos faziam parte de uma brincadeira. “O padrasto disse que era tudo uma brincadeira e em nenhum momento ele queria judiar da criança. Acho que ele tinha consciência das atitudes que tomou”, afirmou.
Lesões
A polícia divulgou na época mais vídeos da menina gravados pelo padrasto. Em um deles a criança chora pedindo mamadeira, mas o empresário se recusa e diz que só vai dar se ela o chamar de “papai”. No outro, o empresário canta uma música e ao final dá um tapa na testa da menina.
O laudo do Instituto Médico Legal apontou que a menina teve lesões causadas por cola de alta adesão. O documento confirma o teor da denúncia que levou à prisão do empresário. Mas, em depoimento à polícia ao ser preso, ele afirmou que a existência de cola na menina era fruto de um “acidente”.
O laudo traz informações detalhadas das partes do corpo da menina atingidas pela cola e atesta também que ela não sofreu nenhum tipo de abuso sexual. O resultado foi anexado ao inquérito.

Padastro e mãe da criança foram inocentados pela Justiça (Foto: Reprodução / TV TEM)
Padastro e mãe da criança foram inocentados
pela Justiça (Foto: Reprodução / TV TEM)

Padrasto era investigado por fazer vídeos da enteada (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Padrasto era investigado por fazer vídeos da
enteada (Foto: Reprodução/ TV TEM)

*Com informações de Simone Dias/TV TEM

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