PSDB usou fundo partidário a favor de Aécio

O PSDB pagou com fundo partidário a ida do senador Aécio Neves (MG) à Nova Iorque, EUA, em 2015, na ocasião da premiação “Personalidade do Ano”, anualmente concedida pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. O custo do ‘bate e volta’ do senador foi de R$ 20.042,67. Na ocasião, de acordo com o site UOL, fora dado o título aos ex-presidentes do Brasil Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Bill Clinton, dos Estados Unidos.
O fundo partidário, cujo nome oficial é Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, é um montante repassado todos os anos pelo poder público para os partidos formalmente registrados junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Para receber o dinheiro, que serve para atividades partidárias, as siglas devem estar com suas prestações de conta em dia. Em 2015, o fundo distribuiu R$ 867 milhões aos partidos.
A legislação prevê que o fundo possa ser utilizado para o pagamento de passagens e de hospedagens a dirigentes e funcionários do partido. Contudo, a Asepa (Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias), vinculada ao TSE, cobra que as viagens custeadas com recursos do fundo partidário tenham relação com a ação desempenhada pelas legendas, o que claramente não foi o caso da viagem de Aécio Neves.

(Com informações de Notícias ao Minuto)

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Justiça nega liberdade a Ailson “Pé de Boto”

Acusado de comandar um grupo de extermínio que já matou 30 pessoas, Ailson Santa Maria do Amaral, ex-prefeito de Igarapé-Miri e um dos aliados políticos do governador Simão Jatene, teve negado o pedido de liberdade provisória requerida às Câmaras Criminais Reunidas na sessão de segunda-feira ( 17).
Em decisão unânime, acompanhando o voto da relatora do habeas corpus, juíza convocada para atuar no segundo grau da Justiça, Rosi Maria Farias, os magistrados entenderam não haver irregularidades na tramitação da ação penal que incida em constrangimento ao réu no seu direito de ir e vir.
A defesa do ex-prefeito, também conhecido como “Pé de Boto”, alegou ainda ocorrência de risco à integridade física do réu na prisão, uma vez que este é acusado de envolvimento em organização criminosa sob a qual recaem a suposta autoria de mais de 30 homicídios, cujas algumas vítimas eram envolvidas com crimes na cidade de Igarapé-Miri.

DENÚNCIA

De acordo com o processo, Ailson foi denunciado pelo Ministério Público como líder de um grupo de extermínio que atuava no município. Além da prática de assassinatos, as acusações envolvem tentativas de homicídio, denunciação caluniosa, ameaças, inclusive à testemunhas, dentre outros crimes, que teriam iniciado ainda em 2012, quando era candidato ao cargo de prefeito de Igarapé- Miri e que teriam continuado após o réu ser eleito.

FALSO PATUÁ

Ailson do Amaral, o “Pé de Boto”, foi preso na operação Falso Patuá, desencadeada pelo Ministério Público e Polícia Civil, quando também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. O ex-prefeito teria criado o grupo de extermínio e empresas de fachada, além de esquemas fraudulentos em procedimentos licitatórios.

(Diário do Pará)

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Cientistas da UFSCar desenvolvem biovidro que cura feridas de pele

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveram um tipo de biovidro flexível capaz de regenerar tecidos e acelerar o processo de cura de feridas.
O material apresentou bons resultados em testes com animais e o próximo passo será a realização de ensaios em humanos, previstos para 2017. Os pesquisadores têm um convênio com o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e o projeto está em fase de análise.
Edgar Zanotto, professor da UFSCar
“Curam feridas da pele, depois elas são reabsorvidas pelo corpo e são bactericidas, elas minimizam infecções e acabam com as bactérias”, contou o professor Edgar Zanotto.
“É um material absolutamente inovador”, continuou. “É o vidro que cura, é um biovidro, o vidro bioativo”.
Desenvolvimento
O biovidro tem sido usado como opção para diversos tipos de enxerto, mas depois de seis anos de estudo os cientistas do Laboratório de Materiais Vítreos conseguiram desenvolver um material diferente, bem mais flexível, uma manta semelhante à gaze usada em curativos.

Grupo da UFSCar criou malha de biovidro que ajuda em cicatrizações (Foto: Paulo Chiari/EPTV)
Grupo da UFSCar criou malha de biovidro que
ajuda em cicatrizações (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

“Esses vidros bioativos são parecidos com o vidro de janela, feitos de sílica, cálcio e sódio, mas em concentrações diferentes, então é isso que muda o jeitinho que esse vidro reage dentro do corpo”, explicou a pesquisadora Marina Trevelin Souza.
“A ideia é aplicar diretamente sobre a pele em cima das feridas porque esse material reabsorve em contato com o sangue e vai regenerando aquela ferida ou aquela queimadura”, completou.

Nova peça de vidro pode ser usada em enxertos ósseos (Foto: Paulo Chiari/EPTV)
Nova peça de vidro pode ser usada em enxertos ósseos (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

Ossos
Outra novidade do grupo é uma peça que pode ser usada como enxerto ósseo. “Nós podemos fazer enxertos com geometrias muito complexas e que encaixam perfeitamente no paciente”, comentou o pesquisador Murilo Crovace.
Além do formato, o produto também se diferencia de outros tipos de enxerto, como os de cerâmica, pelo tempo que o corpo leva para a absorção. No caso dos biovidros, esse processo ocorre de forma muito mais rápida.
“São poucos meses, enquanto as cerâmicas levariam anos para serem completamente absorvidas”, comparou Crovace.

Do G1 São Carlos e Araraquara

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Justiça suíça libera envio de dados sobre Odebrecht ao Brasil

O Tribunal Federal da Suíça negou um recurso contra o envio ao Brasil de documentos bancários relativos à investigação sobre a Odebrecht e a Petrobras, informou nesta quarta-feira (19) o Ministério Público (MP) daquele país. A decisão foi tomada em 5 de outubro.
Esses documentos – parte dos quais já haviam sido enviados ao Brasil, segundo o MP suíço – indicariam que empresas do Grupo Odebrecht utilizaram contas bancárias na Suíça para pagar propina a ex-diretores da Petrobras, de acordo com a força-tarefa da Operação Lava Jato.
O MP havia decidido enviar os documentos. Alguns envolvidos, entretanto, recorreram ao Tribunal Federal da Suíça. A offshore Havinsur foi uma das empresas que questionou o envio dos dados.
Conforme informado pelo MP suíço, o entendimento foi de que os recursos não podiam ser recebidos.
“Isso signfica que o Ministério Público da Confederação está, então, em condições de enviar os documentos citados”, informou o MP suíço, por meio de nota.
Diante do impasse sobre o uso ou não das informações, a tramitação do processo chegou a ser suspensa por alguns dias.
Isso ocorreu após uma manifestação da defesa do ex-executivo da Odebrecht Márcio Faria.
Contudo, o juiz federal Sérgio Moro decidiu que as informações seriam usadas no processo. Na ocasião, Moro afirmou que apesar de avaliar o envio das informações como irregular, a Justiça suíça não solicitou a devolução dos documentos e também não considerou que a Justiça brasileira deveria ser responsabilizada.
A Odebrecht foi alvo da 14ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada em junho de 2015. Na ocasião Marcelo Odebrecht, ex-presidente, e outros executivos da empresa – entre eles Márcio Faria – foram detidos.
Ambos condenados a 19 anos de prisão por lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção ativa. Ele está preso no Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Faria cumpre prisão domiciliar desde abril deste ano.

Bibiana Dionisio e Vitor SoranoDo G1, no Paraná e em São Paulo

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Grupo explode carro-forte e leva mais de R$ 1 milhão em PE, diz PM

Um grupo de criminosos assaltou e explodiu um carro-forte de uma empresa de transporte de valores, na noite desta terça-feira (18), na BR-116, entre os municípios de Salgueiro e Cabrobó, no Sertão de Pernambuco. O valor em dinheiro levado pelos bandidos pode ultrapassar R$ 1 milhão, informou a Polícia Militar (PM). Durante a ação, um dos vigilantes da empresa ficou ferido, mas não corre risco de morte. Até o momento ninguém foi preso.
Segundo informações da polícia, os assaltantes estavam em uma caminhonete, quando ultrapassaram o carro-forte e dispararam tiros de metralhadora ponto 50, que estava armada em cima da carroceria do veículo.
Com os tiros, o motor do carro estourou e os vigilantes foram obrigados a correr para a Caatinga. Os bandidos usaram dinamites para explodir o carro-forte. De acordo com a Polícia Militar, o veículo tinha acabado de realizar a coleta de dinheiro no município de Cabrobó e o valor levado pelos assaltantes pode ultrapassar R$ 1 milhão. Na fuga, o grupo deixou cair maços de dinheiro que ficaram espalhados pela rodovia.
Com a explosão, um dos vigilantes se feriu com estilhaços de vidro, mas não corre risco de morte. Os bandidos colocaram fogo na caminhonete utilizada no assalto e fugiram em outro veículo. O Instituto de Criminalística de Petrolina esteve no local para fazer a perícia. Cápsulas deflagradas de metralhadora ponto 50 foram encontradas no local.
A Polícia Rodoviária Federal, o Grupo de Apoio Tático Itinerante (Gati), O Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (Bepi) e policiais civis estão na busca pelos bandidos. A Delegacia de Polícia Civil de Cabrobó ficará responsável pelas investigações.

Na fuga, o grupo deixou cair maços de dinheiro que ficaram espalhados pela rodovia (Foto: Divulgação / Sindicato dos Vigilantes)
Na fuga, o grupo deixou cair maços de dinheiro que ficaram espalhados pela rodovia (Foto: Divulgação / Sindicato dos Vigilantes)

Taisa AlencarDo G1 Petrolina

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Em Guarantã do Norte Policia prende rapaz que cultivava pé de maconha em vaso

A Polícia Judiciária Civil, com o apoio da Policia Militar, fez a prisão de seis elementos na última terça-feira (18/10) em Guarantã do Norte/MT. Segundo o Delegado Dr. Hércules, a polícia já vinha investigando alguns elementos, suspeitos de estarem cometendo furtos em estabelecimentos comerciais no município.
Com os elementos a policia encontrou varias roupas de marcas que foram furtadas em uma loja da cidade, um televisor, furtado em uma clinica dentarias. Um dos elementos mais conhecido como Maicom, Vulgo Paca, ele disse ter furtado o televisor e que as roupas ele comprou de outra pessoa.
O que mais surpreendeu os policiais foi quando estiveram na casa do Maicom, os policiais se depararam com um pé de maconha que era cultivado em um vaso e muito bem cuidado, o mesmo já tinha um porte de uns 40 cm de altura.
O Delegado, disse que o mesmo será enquadrado por furto qualificado, receptação de produtos furtados e também por cultivar, maconha, uma vez que esse tipo de planta é extremamente proibido o seu cultivo no Brasil. Dos seis elementos presos quatro são de menores e já foram liberados.

roupas

Por Célio Ribeiro/Roteiro Noticias

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Após tratamento, mulher de 62 anos dá à luz na Espanha

A espanhola Lina Alvarez, de 62 anos, deu à luz uma menina saudável no dia 10 de outubro. Em entrevista à imprensa local, ela incentivou mulheres mais velhas a fazer o mesmo caso tenham o sonho de ter filhos.
Lina deixou o Hospital Lucus Augusti na cidade de Lugo nesta terça-feira com sua terceira filha nos braços, dizendo que se sentia muito bem.
O bebê nasceu por cesariana pesando 2,4 kg e está em perfeito estado de saúde.
O primeiro filho de Lina, hoje com 27 anos, nasceu com paralisia cerebral. Seu segundo filho tem hoje 10 anos. Tanto a segunda quanto a terceira gravidez ocorreram após tratamento de fertilização in vitro.
Lina, que é médica, disse que mulheres que estão bem o suficiente para cuidar de um bebê mesmo com uma idade mais avançada, não deveriam temer engravidar.

G1

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Ex-prefeito suspeito de abuso infantil é levado para presídio no AM

 Adail Pinheiro foi levado para fazer exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal, em Manaus, na manhã desta desta quarta-feira (19). Ele era mantido preso no batalhão da Polícia Militar desde fevereiro de 2014. O ex-prefeito deve ser levado a um presídio na capital após determinação judicial. Adail é acusado de comandar uma rede de exploração sexual de crianças e adolescentes.
Por volta das 11h30 (horário local), o ex-prefeito chegou à sede do IML, localizada na Zona Norte da cidade. Ele chegou ao local sem algemas e acompanhado por policiais da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam).
A decisão da transferência é do juiz da Vara de Execuções Penais, Luís Carlos Valois. O magistrado determinou que o ex-prefeito fosse levado para o regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). A decisão é do dia 16 de setembro e foi determinada após a defesa de Adail solicitar a transferência dele para o município de Coari. O processo corre em segredo de Justiça.
Na manhã desta quarta, a defesa de Adail informou ao G1 que ingressará com pedido de habeas corpus para tentar impedir a transferência. De acordo com o advogado Francisco Balieiro, Adail corre risco no presídio, que estaria na iminência de uma rebelião.
Prisão
Adail está preso desde dia 8 de fevereiro de 2014 e foi condenado a 11 anos e 10 meses de prisão em regime fechado pelos crimes de exploração sexual de crianças e adolescentes. Ele foi preso pela primeira vez em 2008 durante a Operação Vorax, da Polícia Federal, por suspeita de desviar mais de R$ 40 milhões.
À época, os policiais também colheram indícios de que Adail chefiava uma rede de exploração sexual que contava com servidores públicos para identificar e aliciar as vítimas. Após passar 63 dias na cadeia, Pinheiro foi solto por determinação da Justiça.
Em reportagem exibida pelo Fantástico, da Rede Globo, novos casos encaminhados ao Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM) vieram à tona no final de 2013. Uma adolescente afirma que estava sendo obrigada pela mãe a ter relações íntimas com o prefeito em troca de dinheiro. A menina, virgem, de apenas 13 anos, diz ter sido prometida ao prefeito para a noite do Réveillon. Após a divulgação das denúncias Adail Pinheiro foi preso.
Recomendação
A 60ª Promotoria de Justiça Especializada no Controle Externo da Atividade Policial (PROCEAP) do Ministério Público recomendou a retirada imediata de todos os presos civis que estejam custodiados juntos aos quartéis militares (CPE, Batalhão de Guardas, etc.), sendo vedado o remanejamento para outras celas em qualquer unidade da Polícia Militar do Estado do Amazonas.
O Ministério Público também recomendou que não seja recebidos novos presos civis pelas unidades militares da Polícia Militar do Estado do Amazonas, a desativação completa das celas existentes no CPE, mantendo-se as celas existentes no Batalhão de Guardas a fim de serem ocupadas com exclusividade por presos militares. O prazo para cumprimento das recomendações é de 15 dias.
A recomendação foi feita pela promotora de Justiça Titular da 60ª PROCEAP, Cley Barbosa Martins, e emitida na segunda-feira (17). A promotora enviou a recomendação para o comandante-Geral da Polícia Militar do Estado do Amazonas e ao secretário de Segurança Pública do Estado do Amazonas.
Segundo o MP, o CPE tem apenas um complexo de celas, subdividido em duas celas, com capacidade máxima para dois presos em cada uma delas. A promotora enfatizou na recomendação que não há serviço carcerário nos quartéis e pequeno número de policiais militares no serviço da guarda.
“A frágil segurança das dependências físicas do CPE, que contam apenas com arames farpados em toda sua extensão, os quais não recebem manutenção há muito tempo, o que foi constatado in loco durante a visita ordinária”, citou a promotora na recomendação.

(Colaboraram, Andrezza Lifsitch e Isis Capistrano, do G1 AM)

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Naiara Azevedo diz que fez sucesso a partir de um ‘chifre’.

Cantora do hit ’50 Reais’ se casa nesta terça-feira, 18/10, e ri da rotina acelerada: ‘Imagina o mico de não caber no vestido!’
Naiara Azevedo transformou traição amorosa em sucesso comercial e não vê problema algum nisso. Fez do flagra do namorado com outra o hit 50 Reais, em que divide os vocais com a dupla Maiara e Maraisa. “Essa música conta minha história com um ex, que nunca mais olhei na cara, e não quero ver nem pintado de ouro. Tava de olho bem aberto com ele e vi que havia combinado um encontro. Isso não se faz”, conta a cantora de 26 anos nos bastidores do Encontro, que enxerga esta como “a música da virada em sua carreira”.
“Estou há seis anos batalhando e foi a primeira vez que topei falar minha verdade. Foi uma libertação em todos os sentidos abordar a traição desta maneira. Do chifre fiz o sucesso”, brinca ela, que recentemente resolveu se dedicar ao repertório da sofrência, deixando de lado as letras irreverentes do início de sua trajetória. “As pessoas preferem, sem dúvida, consumir músicas que contem seu dia a dia, a vida real, e não teatrinho”, completa a artista nascida no pequeno município de Farol, no Paraná.
Se a vida profissional vai bem, a pessoal vai melhorar ainda. Naiara se casa nesta terça-feira, 18/10, com Rafael Cabral, seu braço-direito nesta transformação na carreira. “Rafa era meu melhor amigo, virou meu empresário e agora é o amor da minha vida”, afirma a cantora que já vê na relação a inspiração para as próximas músicas. “Agora vou ter de ter umas briguinhas com ele para escrever alguma coisa. Traição não, pelo amor ”, diz aos risos.
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Com rotina de 28 shows mensais, Naiara encontra dificuldades para tocar os preparativos do casamento. Tanto que faltando uma semana para cerimônia, ela sequer tinha provado o vestido: “Tô ansiosa e com isso preciso segurar a vontade para não comer besteira. Imagina o mico de não caber no vestido!”.
Naiara é muito atenta com a balança, sabe que se não der atenção à saúde, pode lhe custar caro. “O que me fez mudar esteticamente foi um problema de saúde, estava 30 quilos acima do peso, que quase me levaram pra mesa de cirurgia”, lembra a sertaneja de seu sofrimento. “O sobrepeso era um vilão. Quando colocava os pés no palco, já começava a sentir muita dor, pois sou explosiva demais. Emagreci por saúde e tomei gosto pela alimentação e exercícios, cansei de chorar de dor”.

Mulheres no sertanejo

A nova safra de mulheres no sertanejo só aumenta, e Naiara é mais um nome a figurar nesta seleção que tem Marília Mendonça, Maiara e Maraisa, Simone e Simaria e Bruna Viola. “2016 é só o começo para essa mulherada. Tudo que acontece, tem seu momento certo, e certeza que 2017 vamos brilhar intesamento e conseguir ainda mais reconhecimento com mulheres cantando o que mulheres querem ouvir”, analisa a revelação.
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ORMNEWS

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Projeto de lei propõe cadastro para uso da internet.

Avança na Câmara dos Deputados o projeto de lei nº 2.390/2015, de autoria do deputado Franklin Lima, que planeja criar um “Cadastro Nacional de Acesso à Internet” para dificultar o acesso de crianças a conteúdos impróprios na web brasileira. A proposta causou polêmica ao ser criada e está recebendo um número cada vez maior de críticas, visto que o documento está perigosamente próximo de uma eventual aprovação.

Se aprovado, o projeto vai obrigar que todo internauta realize um cadastro completo — informando nome, RG, CPF e endereço — para ter o direito de navegar na rede. Sites que hospedem conteúdo impróprio para menores também precisarão ser registrados. O objetivo, de acordo com Franklin, é proteger as crianças e impedir que elas tenham acesso a páginas desaconselháveis para a sua faixa etária.
Embora não especifique detalhes sobre como esse processo funcionaria, o texto exige que todos os aparelhos capazes de acessar a internet (incluindo computadores, notebooks, video games, televisores e smartphones) sejam adaptados para exigir o cadastro em até 180 dias a partir da data de aprovação, com multa de até 20 mil reais para quem descumprir a regra. Os dados registrados ficariam sob tutela do Poder Público.

A opinião do CGI.br

Especialistas vêm criticando o projeto de lei, que apresenta características restritivas que vão contra os princípios da web. Recentemente, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), órgão que coordena e integra iniciativas de serviços de internet no país, publicou uma carta aberta na qual expressa seu descontentamento com o texto de Franklin. O órgão afirma que o documento é “um incentivo à coleta maciça e desnecessária de dados”, o que contraria objetivos, princípios e direitos previstos no Marco Civil da Internet.

“A proteção online de crianças e adolescentes através da criação de um ‘Cadastro Nacional de Acesso à Internet marginaliza o papel dos pais em exercer controle sobre qual tipo de conteúdo seus filho(a)s deveriam consumir”, afirma a entidade. “A obrigatoriedade de sistemas de controle embarcados nos equipamentos oneraria a indústria de bens de informática com a obrigação de lhes agregar a suscitada nova funcionalidade, o que, inevitavelmente, será repassado ao consumidor final”, complementa.
O CGI.br também afirma que a redução dos riscos relacionados ao ato de navegar na internet deve ser feita por meio da educação dos usuários e de seus responsáveis, não com a criação de “controles inconsistentes e passíveis de burla, e que atentariam contra princípios fundamentais consagrados pelo Marco Civil da Internet, criando nova gama de riscos aos cidadãos que se pretende proteger”. Você pode conferir o comunicado oficial do órgão, na íntegra, logo abaixo.

O COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br, após tomar conhecimento, no último dia 05 de outubro de 2016, da leitura do parecer de aprovação e do substitutivo aos Projetos de Lei nºs 2390/2015, 3597/2015, 5016/2016 e 5096/2016, bem como do pedido de vista conjunto de parte dos parlamentares integrantes da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática/CCTCI,

CONSIDERANDO:

a. que a proteção online de crianças e adolescentes através da criação de um “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, o qual, em tese, restringiria o acesso à conteúdo “inadequado” a ser classificado de forma unilateral pelos próprios “provedores de informação”, marginaliza o papel dos pais em exercer controle sobre qual tipo de conteúdo seus filho(a)s deveriam consumir, tornando-os coadjuvantes na condução dessa parcela crucial do processo educacional;

b. que existem diversos programas de computadores para o exercício de controle parental quanto ao conteúdo visitado por crianças e adolescentes, o que é garantido como uma opção de livre escolha em qualquer terminal de acesso à Internet e que deve ser objeto de políticas públicas nos termos artigo 29 da Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet). Tais tecnologias empoderam os pais com a habilidade de controlar as informações consumidas por seus filho(a)s, o que está mais de acordo com o seu papel de protagonistas dessa porção importante do processo educacional e que faz parte do livre planejamento familiar assegurado pela Constituição Federal (artigo 226, §7º).;

c. que a necessidade de esforços coordenados entre o Poder Público, a sociedade civil, a comunidade científica e tecnológica e os provedores de conexão e aplicação para estabelecer de forma estruturada os parâmetros para o tratamento da circulação de material inadequados pela internet;

d. que a obrigatoriedade de sistemas de controle embarcados nos equipamentos oneraria a indústria de bens de informática com a obrigação de lhes agregar a suscitada nova funcionalidade, o que, inevitavelmente, será repassado ao consumidor final, gerando, em última análise, efeitos colaterais para a universalização da conectividade no país, bem como para a viabilidade da atividade de pequenas e médias empresas;

e. que em uma rede local (residencial ou corporativa) pode haver dezenas de usuários, sendo que, na maioria das vezes, compartilha-se o mesmo número IP público. Sendo assim, o provedor de conexão teria que autenticar cada um dos milhares de acessos dos milhares de pontos da sua rede, o que não guarda paralelo com o referido compartilhamento do protocolo IP e, em particular, com a interface dos hardwares dos atuais aparelhos roteadores de conexão à Internet. Nesse último caso, que inclui as redes sem fio, a autenticação seria feita apenas no acesso principal e apenas uma vez, o que impossibilita o controle de cada usuário;

f. por fim, que qualquer sistema de registro poderia ser facilmente burlável. Primeiro, porque poderia haver uma autenticação falsa, tal como a criação ou a utilização de cadastros que não por seus verdadeiros titulares. Segundo, porque há diversas ferramentas de mascaramento da conexão, o que a tornaria não rastreável pelos provedores e, em última análise, pelo “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”;

VEM A PÚBLICO

1. Expressar grande preocupação com a proposta de criação do denominado “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, o qual possui barreiras técnicas para a sua implantação, bem como negligencia o controle parental e soluções que contemplem todos os aspectos envolvidos para garantir uma Internet livre, aberta, democrática e que seja um ambiente seguro para as crianças e adolescentes.

2. Argumentar que a pretensão de acautelar riscos inerentes à navegação na Internet – que podem e devem ser mitigados com a educação dos usuários e de seus responsáveis – não deve justificar a criação de controles inconsistentes e passíveis de burla, e que atentariam contra princípios fundamentais consagrados pelo Marco Civil da Internet, criando nova gama de riscos aos cidadãos que se pretende proteger.

3. Expressar, conceitual e tecnicamente, a sua discordância com os projetos de lei supracitados ao proporem:

3.1. que todos os usuários deveriam ser registrados, “a cada conexão”, no “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, bem como que todos os “terminais de acesso à Internet” deveriam vir “embarcados com aplicativo que bloqueie automaticamente o acesso de crianças e adolescentes a sítios com conteúdo impróprio ou inadequado para essa faixa etária”.

3.2. a criação de base de dados do “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, a ser mantida pelo “Poder Público”, que inevitavelmente teria que ser exportada e sincronizada com os milhares de provedores de conexão à internet criando um complexo desafio em termos de escalabilidade e interoperabilidade, bem como uma grande possibilidade de falhas em todo o processo;

3.3 a obrigatoriedade de cadastro significará um estímulo à coleta maciça e desnecessária de dados, o que contraria objetivos, princípios e direitos estabelecidos com o Marco Civil da Internet previstos, respectivamente, nos artigos 2º, inciso II, 3º, incisos II e III, 7º que elevaram a proteção à privacidade à condição para o pleno exercício do direito de acesso à internet, nos termos do artigo 8º, caput, da Lei 12.965/2014.

ORMNEWS

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