Mulher morre em acidente na BR-163

 Uma mulher identificada como Adriana dos Santos, 25 anos morreu após se envolver em um acidente na Br 163 próximo ao rio Curupy (cerca de 5 km do centro de Sinop) no inicio da noite de hoje (20).
Adriana e o esposo seguiam sentido Camping Club/Centro em uma moto Honda Biz vermelha que apresentou problemas mecânicos e invadiu a pista contrária. A vítima caiu e foi atropelada por um Fiat Pálio que vinha em direção oposta.
A equipe da concessionária Roda do Oeste que administra a rodovia foi chamada, porém Adriana morreu praticamente na hora. O esposo ficou apenas com escoriações. A Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e peritos da Perícia Oficial de Identificação Técnica colheram dados para analisar as causas do acidente.
O trânsito ficou lento, pois metade da pista precisou ser trancada.  O corpo de Adriana foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para procedimentos de rotina, e depois será liberado para a família.

Nortão Noticias

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Mega-Sena, concurso 1.868: ninguém acerta e prêmio vai a R$ 42 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.868 da Mega-Sena, cujo sorteio foi realizado na noite desta quinta-feira (20) em Santos Dumont (MG).
Veja as dezenas: 01 – 05 – 23 – 25 – 28 – 31.
A quina teve 181 apostas ganhadoras e cada uma vai levar R$ 14.723,32. Outras 7.846 apostas acertaram a quadra e vão ganhar R$ 485,21 cada uma.
A estimativa de prêmio do próximo sorteio, a ser realizado na quinta (20), é de R$ 42 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal.
O sorteio extra faz parte do especial “Mega-Semana Sorte” e altera o calendário dos demais sorteios desta semana: o concurso 1.867 foi realizado na terça-feira (18) e o 1.869 será no sábado (22).
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

G1

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Modelo da Playboy morreu devido a procedimento quiroprático, diz legista

A modelo da Playboy Katie May, que tinha milhares de seguidores nas redes sociais e era conhecida como “Rainha do Snapchat”, morreu devido a um procedimento quiroprático que fez no pescoço, de acordo com Ed Winter, médico legista do condado de Los Angeles.
No início de fevereiro, poucos dias antes de May completar 34 anos, ela postou no Twitter que estava com um nervo comprimido no pescoço e que seria atendida por um quiroprático. Após análise Winter disse que a “manipulação do pescoço por um quiroprático” foi a causa da lesão que levou May a um acidente vascular cerebral fatal. Uma artéria se rompeu e parou de levar sangue ao cérebro.
A quiropraxia é uma técnica que identifica e corrige disfunções articulares. Ela é usada no tratamento e na prevenção de uma série de males, como dores na coluna. O tratamento é feito por exercícios com uso das mãos, o que ajuda ao retorno das funções normais e diminui as chances de uma nova lesão.
“A quiropraxia é muito segura. Faço em meus filhos pequenos, na minha mãe, que tem quase 90 anos de idade. E em meus pacientes”, disse em entrevista à CBS, Jeffrey Benton, da Associação Quiroprática da Califórnia. Segundo ele, complicações decorrentes do procedimento são “extremamente raras”.

Por G1, em São Paulo

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Após agente ganhar ‘fama’, equipe usa capuz para escoltar Cunha

Um dia depois de o policial federal Lucas Soares Dantas Valença ter se convertido em celebridade da internet, todos os agentes da equipe que nesta quinta-feira (20) escoltou o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ao Instituto Médico-Legal de Curitiba usavam capuzes para esconder o rosto.
De barba, coque no cabelo e camiseta preta, Valença multiplicou os seguidores nas redes sociais depois que as imagens em que aparece escoltando Eduardo Cunha após a prisão em Brasília começaram a ser divulgadas. Ele ganhou apelidos como “hipster da federal”, “policial gato”, “lenhador” e “samurai da PF”.
Nesta quinta, policiais federais ouvidos pelo G1 disseram que a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba fez uma recomendação aos policiais para que usem capuz durante a locomoção de presos notórios, a fim de evitar exposição.
Oficialmente, a Polícia Federal nega ter feito a recomendação e diz que o uso do capuz, a chamada “balaclava”, é opcional entre os agentes.
Lucas Valença
O policial Lucas Soares Dantas Valença está na PF desde 2014 e chegou a integrar o Comando de Operações Táticas (COT) da corporação. É lotado na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Antes, pertenceu à Polícia Militar do Distrito Federal.
Não está entre as atribuições dele transportar presos. Ele participou da escolta na quarta-feira (19) porque a equipe estava sobrecarregada, cumprindo 12 mandados de prisão expedidos na Operação Java, deflagrada pela manhã.
Após a fama repentina, o policial fez uma faxina em seu perfil no Facebook: apagou várias fotos em que aparecia sem camisa e mensagens com críticas à ex-presidente Dilma Rousseff.
Também apagou várias postagens na chamada “linha do tempo”, mas manteve uma, de abril de 2013, além da foto do perfil e da foto de capa, na qual aparece com o cabelo raspado e sem barba, em imagem diferente da que exibia nesta quarta, quando se tornou conhecido na internet.
O número de amizades do policial no Facebook também teve alterações. Nesta quarta, ele acumulava 7,3 mil amigos. Nesta quinta, diminuiu para 1,4 mil. No Instagram, o número de 97,2 mil seguidores na noite de quarta aumentou para 168 mil na tarde desta quinta. As fotos nessa rede social, diferentemente do que ocorreu no Facebook, não foram apagadas.

Ana Paula AndreollaDa TV Globo, em Brasília

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Moro autoriza saída de Youssef de penitenciária em novembro deste ano

O juiz federal  Sérgio Moro determinou nesta quinta-feira (20) uma série de regras para que o doleiro Alberto Youssef possa cumprir prisão domiciliar. De acordo com a decisão, ele deve sair da carceragem do Complexo Médico-Penal de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba no dia 17 de novembro. Neste dia, serão completados dois anos e oito meses da prisão do doleiro.
O juiz explicou que o acordo de colaboração que Youssef fechou com o Ministério Público Federal previa que ele cumprisse pelo menos três anos de prisão em regime fechado. No entanto, o acordo foi revisto e homologado novamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na nova versão, o doleiro poderia cumprir os últimos quatro meses em prisão domiciliar.
De acordo com Moro, Youssef deverá usar uma tornozeleira, nesses quatro meses. O juiz considera que não será necessária escolta para garantir que o doleiro permaneça em casa, pois ele estará usando o equipamento eletrônico. “Considerando que Alberto Youssef já terá cumprido a maior parte da pena fixada em regime fechado, parece improvável que intente fuga nos quatro meses remanescentes em prisão domiliciar. Além disso, há custos com escolta que dificultariam a sua realização”, disse o juiz.
Moro também autorizou que Youssef tenha um celular à disposição. No entanto, ele só poderá usar o aparelho para ligações de emergência e para pessoas previamente liberadas para visita-lo em casa. O aparelho poderá ser grampeado, para  o monitoramento do doleiro.
As visitas serão restritas aos advogados, familiares, filha e esposa. Ele só poderá receber essas pessoas entre 8h e 12h, segundo o juiz, que também autorizou que Youssef possa sair do apartamento para ir até a academia do condomínio, para realizar sessões de fisioterapia.
O acordo de delação de Youssef prevê ainda que, após o cumprimento dos três anos de prisão (dois anos e oito meses na cadeia e quatro meses em casa), Youssef seja transferido imediatamente para o regime aberto, ou seja, estará livre para ir e vir aonde quiser. A única restrição é que ele fica impedido de cometer novos crimes num prazo de 10 anos, sob o risco de ter que responder integralmente aos processos que foram abertos contra ele.

Do G1

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Veja ‘Hipster da Federal’ que virou sucesso na web

Lucas Valença, policial federal que atuou durante a prisão de Eduardo Cunha na última quarta-feira (19) acabou roubando os holofotes e conquistando a web. As informações são do Extra.
O policial barbudo e de cabelos compridos presos em um coque virou manchete dos principais veículos do país e ganhou o apelido de “Hipster da Federal”.
Nascido em Posse, cidade do interior de Goiás, Lucas tem 30 anos e atualmente mora em Brasília.
Solteiro e com mais de 10 tatuagens distribuídas pelo corpo, antes de se tornar um policial federal, Lucas cursou engenharia elétrica na Universidade Federal de Goiás (UFG).
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Mãe impede sequestro de filha em supermercado

Imagens de uma câmera de segurança mostram uma cena que parece inacreditável: um homem tenta sequestrar um bebê que estava em um carrinho empurrado pela mãe da criança. O caso ocorreu em Houston, no Texas, nos Estados Unidos.
A mãe do bebê, Florence Monauer, estava fazendo compras em um supermercado quando o homem se aproximou e carregou o bebê de 1 ano e dois meses. O suspeito só não concretizou a ação porque a criança estava amarrada ao carrinho.
Florence percebeu a ação do suspeito e pegou o bebê de volta, mas não percebeu, imediatamente, o perigo que acabara de enfrentar. Posteriormente, em postagem do Facebook, a mãe escreveu que chegou a sentir raiva de si mesma pela situação.
“Eu não quis fazer uma grande cena, e eu geralmente não quero acreditar que as pessoas são más. Mas estou brava comigo mesma por deixá-lo segurá-la por um segundo sequer. Quanto mais eu pensava nisso, mais errado parecia”, desabafou Florence.
A polícia de Houston, no Texas, nos Estados Unidos, está investigando o caso. Segundo a rede de TV “ABC”, o suspeito não disse nada para Florence, mas falou para o bebê que o levaria. “Se sua mãe não estivesse aqui, eu te sequestraria”.

(Com informações do Extra)

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Morre a terceira vítima de explosão de barco em Santarém

Morreu na madrugada desta quinta-feira, 20, a terceira vítima da explosão e incêndio do barco motor Hanna Janessa ocorrido no dia 6 deste mês, no Porto do DER.
Carlos Neves Amaral Neto era filho do proprietário da embarcação e estava internado na UTI do Hospital Regional do Baixo Amazonas com mais de 80% do corpo queimado.
O barco explodiu no porto DER depois de receber uma carga de gasolina no porão que seria transportada para a região do Lago Grande.
Também morreram vítimas dessa tragédia Roberto Pinho Borges, da comunidade Água Fria de Cima, e Haroldo Silva, da comunidade Cruzador. Essas duas vítimas foram encontradas no fundo do rio pelo Corpo de Bombeiros no dia seguinte.
O barco Hana Janessa fazia linha entre Santarém e Lago Grande do Curuai. Cerca de 20 pessoas estavam a bordo no momento do incêndio.
16 pessoas foram levadas para o pronto socorro municipal, entre elas Carlos Neves Amaral Neto que foi imediatamente transferido para o Regional onde faleceu hoje.
As outras vítimas receberam alta do municipal, duas tiveram fraturas na perna e precisaram passar por cirurgia.

Fonte: RG 15/O Impacto, com informações de Raik Pereira

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SEMMA e IBAMA negligenciam pesca predatória

Passado quatro meses da realização de uma reunião na região do Ituqui, onde na presença de representantes do Ministério Público Estadual (MPE), Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) os comunitários apresentaram aos órgãos as grande dificuldades enfrentadas pela comunidade. Entre eles, o aumento exponencial de roubo de gado e da pesca predatória. A questão fundiária também foi pauta dos assentados da PA-Ituqui.
No entanto, dos encaminhamentos realizados no evento, pouca coisa saiu do papel. Os moradores sentindo-se abandonados pelas autoridades locais, recorrem mais uma vez à reportagem do Jornal O Impacto para denunciar.
“Existe praticamente um descaso das nossas autoridades competentes em relação à questão de fiscalização. Infelizmente, é nos imposta goela abaixo uma burocracia severa, que invés de ajudar, prejudica a sociedade. Quando vamos denunciar crimes ambientais na Semma, os servidores alegam que não tem recursos para irem fiscalizar. Na região do Ituqui estão acontecendo diversas invasões nos lagos, onde os peixes nesta época do ano estão em represas devido à seca do rio. Os peixes estão dentro do lago, não tem para onde correrem, então, pessoas infratoras da lei chegam lá, de forma irregular, cercam o peixe que tem ali, pegam os peixes que realmente eles querem, os que eles não querem deixam mortos na beira do lago. Neste meio, eles pescam os peixes que estão no defeso e até mesmo tracajás. As denúncias são de pessoas que se infiltram dentro das comunidades, dificultando a própria vivência entre os comunitários. Já teve caso de pessoas que vieram de outros municípios, e estão praticando a pesca predatória e capturando quelônios na região do Ituqui, tudo na calada da noite, e nós não podemos contar com a fiscalização da Semma, muito menos com a fiscalização do Ibama”, denuncia Osmar Didier.
O líder comunitário afirma que, com abandono enfrentado pela comunidade, não resta outra alternativa, a não ser a comunidade tentar resolver grandes partes das situações por conta própria, fato que pode gerar um grande perigo àqueles que tentam deter os crimes ambientais, por exemplo.
“[…] Com isso, é a própria comunidade que se organiza, (correndo risco de morte) para tentar parar os infratores. Já houve caso de um grupo de mulheres da comunidade de São José, apreender materiais de pescas de pessoas que estavam praticando atividade irregular dentro das áreas de proteção ambiental da região do Ituqui. Nós já reivindicamos junto à Z-20, que as pessoas que a comunidade flagrar cometendo este tipo arbitrariedade, não sejam beneficiadas pelo Seguro-Defeso. Nos últimos tempos, aumentou muito o roubo de gado, de bajaras, rabetas e equipamentos utilizados no dia a dia. Então, nós apelamos, solicitamos que as autoridades possam olhar com carinho a situação da região do Ituqui”, diz Osmar Didier.
Para Osmar, sem fiscalização, as pessoas que cumprem o defeso ficam revoltadas. “Então, se não houver uma cooperação dos órgãos competentes, Semma, Polícia Militar e Ibama os recursos ambientais estão fadados a acabar. Você faz a denúncia, espera uma ação concreta, infelizmente essas pessoas não aparecem lá. Acaba que a gente dá nossa cara a bofetada, porque você faz uma fiscalização, como por exemplo a realizada pelas mulheres guerreiras do São José. Porque se os órgãos competentes não tomarem providências, vai ser mais difícil manter a comunidade motivada a cumprir a lei”, declarou Osmar.
SAIBA MAIS: Comunitários do Ituqui denunciam problemas fundiários e ambientais ao MPE: Durante reunião que aconteceu no mês de junho com representantes do Ministério Público Estadual(MPE), SEMMA e Ibama os comunitários do Ituqui denunciaram que enfrentam problemas de assistência em todos os sentidos.
O MPE participou de reunião do Conselho Regional de Pesca, na comunidade de São Benedito do Ituqui, localizada a cerca de 2 horas de barco de Santarém, na região da várzea, no rio Amazonas. O encontro ocorreu no barracão comunitário. O Conselho reuniu as comunidades integrantes do Projeto de Assentamento PA-Ituqui, que relataram problemas relacionados à regularização fundiária e ambientais, dentre outros.
O Ministério Público foi representado pela promotoria de justiça Agrária de Santarém. A promotora de justiça Ione Missae Nakamura enviou mensagem aos comunitários. “Vamos encaminhar as demandas que forem de atribuição do Ministério Público e estamos à disposição em Santarém para qualquer esclarecimento”, disse Railana Fernanda Neres, que representou a promotoria.
Estiveram representados no encontro a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), além de comunitários de Nova Vista, Vila Marcos, São José, São Benedito, São Raimundo, Conceição, Santana, N.S. de Lourdes, Fé em Deus e Aracampina, que integram o PA-Ituqui.
O presidente do Conselho, Osmar de Oliveira, disse que a situação das comunidades de várzea necessita de atenção das autoridades. “Enfrentamos problemas de assistência em todos os sentidos. Temos necessidade de informação e comunicação com os órgãos competentes, por isso convidamos os representantes para essa reunião”, explicou.
Dentre os problemas está a questão da regularização fundiária. O PA foi criado pelo Incra e os moradores ainda não possuem a documentação legal que lhes permite acesso aos programas de crédito. O Plano de Utilização (PU) elaborado na época, também necessita de revisão, o que deverá ser feito nos próximos meses pela comunidade, com o auxílio da Ufopa. “Já temos um grupo de trabalho que pode auxiliar na revisão do projeto”, disse Socorro Pena, representante da Ufopa.
Os agentes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente garantiram a intensificação da fiscalização na região, principalmente em relação à pesca predatória. “Já atuamos nessa região, mas vamos combinar outras operações e informar o modo de comunicação para fazer as denúncias”, disse Arlen Lemos, chefe da equipe de fiscalização.
Também foram citados problemas de qualidade da água, cuja rede de abastecimento não chega nas casas; implantação do programa Luz para Todos nas comunidades que ainda não possuem energia, somando 548 residências; necessidade de fiscalização para problemas ambientais, como a pesca predatória, extração irregular de argila, criação de gado fora dos padrões que constam no plano e venda ilegal de terras.

Por: Edmundo Baía Júnior

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Cunha esperava ser preso e reunia arsenal contra PT e PMDB

Não foi exatamente uma surpresa. Eduardo Cunha (PMDB) já havia conversado com pessoas próximas sobre a expectativa de ser preso. Viveu o auge dessa tensão nos dias que sucederam sua renúncia à presidência da Câmara, em julho, e, com ainda mais intensidade, depois de ter o mandato cassado pelos colegas, em setembro. Sabia que estava vulnerável.
Entre a sombra da prisão e o isolamento político, dedicou todo o seu tempo a duas tarefas: sua defesa na Justiça e o livro que prepara sobre o impeachment de Dilma Rousseff e a crise política.
A obra é vista como uma espécie de “delação informal”. Nela, Cunha será autor e protagonista. Vinha escrevendo “enlouquecidamente”, segundo aliados.
Em recente conversa com a Folha, Cunha disse que tinha mais de cem páginas prontas. Buscava um profissional para auxiliá-lo a formatar o texto e deixá-lo de modo publicável.
Para colocar suas “memórias” no papel, levantou agendas antigas de compromissos públicos e privados. Há meses vinha também esquadrinhando todas as doações que capitaneou para o PMDB, um levantamento que delegou ao corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro, que acabou preso em julho.
Antes, porém, Funaro relatou a aliados que havia juntado “quilos de papéis”.
Mas Cunha não se dedicou apenas às contas do PMDB, sigla para a qual atuou como um esmerado arrecadador. Ele também fez uma série de estudos sobre o caixa petista.
“O PT cobrava até comissão das doações. Repassava 95% [para os candidatos] e ficava com 5%. É só você olhar as entradas e saídas”, disse à Folha ainda em setembro.
Questionado se havia feito o estudo pessoalmente, respondeu: “Fiz”. E por que dedicava tempo a isso? “A gente tem sempre a curiosidade para ver o financiamento dos partidos. Montante e origem. É informação. Faço para os meus argumentos.”
Todos os dados seriam usados no livro, ou, especulavam aliados, em uma possível delação premiada –hipótese que ganhou agora força.

RENDIDO

Cunha foi informado de que era alvo de um pedido de prisão pouco antes das 13h desta quarta (19). Disse aos advogados que iria se entregar. De terno azul e gravata, preparava-se para ir à sede da Polícia Federal em Brasília. Não deu tempo. Os agentes já estavam na garagem de seu prédio quando decidiu sair.
O peemedebista tratou dos direitos da publicação de sua obra com três editoras: Planeta, Matrix e Geração. Manifestou certa insatisfação com as propostas financeiras que recebeu. Pensava em bater o martelo esta semana. Pode não ter dado tempo.
Para a obra, além da papelada, rememorou conversas privadas e diálogos com diversos colegas de parlamento, ministros, ex-ministros, a ex-presidente Dilma Rousseff e o presidente Michel Temer.
Decidiu, porém, expor alguns de seus alvos antes mesmo de fechar o roteiro. Um dia depois de ser cassado, foi questionado por um de seus últimos aliados “por onde começaria”. “Moreira Franco e Rodrigo Maia.”
Semana passada, em reunião com uma das editoras, Cunha se negou a antecipar detalhes da obra, o que causou preocupação. Decidiu ser direto: disse que tudo o que colocaria no papel poderia comprovar. Com documentos, ou gravações.

Fonte: Folha de São Paulo

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