“Não sou seu filho, sou sua vítima’: o reencontro de jovem com pai que o infectou com HIV

Quando o pai de Brryan Jackson injetou uma seringa cheia de sangue com HIV nele quando ainda era bebê, ele esperava nunca ver o menino crescer, como a BBC Brasil noticiou em junho passado.
Ninguém imaginava que, 24 anos depois, ele estaria frente a frente com o filho num tribunal para ouvir sobre os efeitos devastadores de seu crime.
É hora do almoço no Departamento de Correições de Missouri, nos Estados Unidos. Nervoso com a situação, Brryan Jackson é retirado da barulhenta sala de espera da prisão, com alarmes e portas de metal, e levado a um silencioso tribunal de paredes brancas.
Do outro lado da sala, um prisioneiro aguarda por ele. Eles nunca mais se viram desde que Jackson era criança, mas o homem, Bryan Stewart, é seu pai.
O filho está ali para ler uma declaração que espera ser suficiente para garantir que o pai fique atrás das grades pelo maior tempo possível.
São palavras que poucos acreditavam que ele teria chance de dizer quando, em 1992, foi diagnosticado com Aids e mandado de volta para casa para morrer.
Com uma única folha de papel em mãos, Jackson se posiciona calmamente ao lado da mãe, a cinco cadeiras de distância do pai. “Tentei olhar sempre para frente. Não queria fazer contato visual com ele”, diz Jackson.
Mas ele podia enxergá-lo com a visão lateral, e viu seu rosto por um breve momento.
“Reconheci pela foto de quando foi preso, mas não temos nenhuma ligação. Não o reconheço como meu pai”, afirma Jackson.
O conselho de avaliação de pedidos de liberdade condicional chama o rapaz para que ele leia sua declaração em voz alta. Jackson hesita.

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“Naquele momento, me perguntei se estava fazendo a coisa certa, mas minha mãe sempre me ensinou a ser corajoso. Lembrei que Deus estava comigo. Qualquer que fosse o resultado da audiência, Deus é maior do que eu, do que meu pai, do que aquela sala ou mesmo o Departamento de Justiça.”
Ele respira fundo, olha fixamente para os membros do conselho e começa a contar sua história.

Trajetória

A trajetória começa quando seus pais se conheceram em um centro militar no Missouri, onde recebiam treinamento como médicos. Eles foram morar juntos e, cinco meses depois, em meados de 1991, a mãe de Jackson ficou grávida.
“Quando nasci, meu pai ficou muito animado, mas tudo mudou quando ele foi mandado para a Operação Tempestade do Deserto (primeira Guerra do Golfo, em 1990-1991). Ele voltou da Arábia Saudita com uma atitude completamente diferente em relação a mim.”
Stewart começou a dizer que Jackson não era seu filho. Exigiu um teste de DNA para provar a paternidade e passou a abusar física e verbalmente da mãe de Jackson.
Quando ela finalmente o deixou, o casal brigou sobre a pensão alimentícia do menino, que Stewart se recusava a pagar. Ele fazia ameaças sinistras, segundo Jackson.
“Ele costumava dizer coisas como ‘seu filho não viverá além dos cinco anos de idade’ e ‘quando eu te deixar, não deixarei nenhum laço entre nós para trás’.”
Enquanto isso, Stewart havia encontrado um novo emprego trabalhando com exames de sangue em um laboratório. Também tinha começado, em segredo, a coletar amostras de sangue infectado e levá-las para casa, segundo investigadores do caso.

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“Ele brincava com os colegas dizendo: ‘Se eu quisesse infectar alguém com um destes vírus, a pessoa nunca saberia o que a atingiu’.”
Quando Jackson tinha 11 meses de idade, seus pais já não mantinham contato. Isso mudou quando Jackson foi hospitalizado após um ataque de asma.
“Minha mãe ligou para meu pai para avisá-lo, pensando que ele iria querer saber que seu filho estava doente. Quando telefonou, colegas dele disseram a ela que meu pai não tinha filhos.”
Crime
No dia em que Jackson receberia alta, Stewart fez uma visita inesperada a ele no hospital.
“Como não era um pai presente, todo mundo estranhou ele aparecer daquela maneira”, diz Jackson. “Ele pediu que minha mãe buscasse uma bebida para ele no café para ficar sozinho comigo.”
Stewart tirou do bolso uma ampola com sangue infectado com HIV e o injetou no filho. “Ele queria que eu morresse para não pagar a pensão.”
Ao voltar, sua mãe encontrou Jackson aos berros no colo do pai. “Meus sinais vitais estavam todos alterados, porque o sangue que ele injetou em mim não tinha só HIV. Era de um tipo incompatível com o meu.”
Os médicos ficaram abismados. Sem saber do vírus mortal que corria nas veias do bebê, eles o estabilizaram e o mandaram para casa. Mas, nas semanas seguintes, a mãe de Jackson viu a saúde de seu filho se deteriorar e ficou desesperada por um diagnóstico.
“Ela me levou a vários médicos implorando para que descobrissem por que eu estava à beira da morte”, diz Jackson. Por quatro anos, exames não deram pista.
Mesmo sendo uma criança, Jackson sabia que sua situação preocupava. “Lembro de acordar gritando ‘mãe, por favor, não me deixe morrer’.”
Uma noite, após ter sido examinado para todo tipo possível de doença, seu pediatra acordou de um pesadelo e ligou para o hospital pedindo um teste de HIV.
“Fui diagnosticado com Aids e três infecções oportunistas.” Os médicos chegaram à conclusão que ele não sobreviveria e decidiram que o melhor seria levar a vida mais normal possível até o fim. “Eles me deram cinco meses de vida e me mandaram para casa.”
No entanto, ele continuou a ser tratado com todo medicamento disponível.

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Sobrevivendo

Ele diz ter vivido “um dia de cada vez” por toda a infância. Permanecer vivo era como andar na corda bamba. “Um dia, eu estava bem e, na hora seguinte, estava sendo levado às pressas para o hospital por mais uma infecção.”
Por causa da medicação, teve a audição do ouvido esquerdo afetada. Mas enquanto outras crianças que conhecia no hospital não resistiam, ele viu sua saúde melhorar aos poucos, para surpresa dos médicos.
Em dado momento, foi liberado para voltar à escola e começou a ter aulas em meio período, sempre acompanhado por uma mochila repleta de remédios.
Simpático e amigável, ele não tinha consciência do estigma social em torno de sua doença. “Minha escola não me queria lá. Eles tinham medo. Nos anos 1990, as pessoas pensavam que você podia contrair Aids de um assento de privada. Uma vez li em um livro-texto que era possível se infectar por contato visual.”
O medo, conta ele, não costumava partir das crianças, mas dos pais delas. Jackson não era convidado para festas de aniversário – na verdade, nem sequer sua meia-irmã era chamada. Mas, ao ficarem mais velhas, as crianças passaram a reproduzir o preconceito dos pais.
“Eles me chamavam de ‘menino Aids, menino gay’. Foi quando comecei a me sentir isolado e solitário. Parecia não haver um lugar no mundo para mim.”
Aos 10 anos, ele começou a juntar as peças da história do crime cometido por seu pai, mas levou alguns anos para compreender a dimensão daquele ato.
“No início fiquei bravo e amargo. Cresci assistindo filmes em que os pais celebravam os filhos. Não conseguia entender como meu pai tinha feito aquilo comigo”, diz Jackson.
“Ele não apenas tentou me matar, ele mudou minha vida para sempre. Ele foi responsável por toda perseguição que sofri, por todos os anos no hospital. Ele é a razão pela qual preciso ter tanto cuidado com minha saúde e com tudo que faço.”

Superação

Aos 13 anos, estudando a Bíblia sozinho no quarto, ele encontrou sua fé, o que o permitiu perdoar o pai. “Perdão não é algo fácil, mas não quero me rebaixar ao nível dele.”
Apesar de ter nascido como Bryan Stewart Jr., no ano passado, ele acrescentou um segundo “R” ao seu nome e adotou o sobrenome da mãe. “Isso ajudou a proteger minha identidade”, diz Jackson.
“Também me deu a oportunidade de dizer que não tenho qualquer ligação com Bryan Stewart. Sou vítima de seus crimes.”

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“Na audiência, ele continuava a me chamar de filho. Tentei levantar a mão para pedir que ele se referisse a mim como sua vítima. Pensei: ‘Eu já fui seu filho em algum momento? Eu era seu filho quando você injetou HIV de propósito em mim?’.”
Mesmo nos piores momentos no hospital, Jackson mantinha o bom humor e fazia as enfermeiras rirem com imitações do personagem de cinema Forrest Gump.
“Sempre fiz piadas. Gosto de brincar com o que é vida de alguém HIV positivo ou de quem não tem boa audição ou não tem pai. Se não tivesse começado a fazer palestras motivacionais, teria me tornado um comediante”, diz Jackson.
“As pessoas ficam confusas. Elas pensam que meu humor é uma forma de lidar com a situação, mas acredito que, se você tem a capacidade de rir de uma tragédia e das coisas ruins da vida, isso te empodera.”
Em julho, Jackson recebeu uma carta do Departamento de Correições do Missouri informando que a liberdade condicional de seu pai havia sido negada pelos próximos cinco anos, com base na audiência.
“Tudo que pude fazer no tribunal foi ler minha declaração e rezar para que a Justiça fosse feita. Mas ter um veredito é algo muito poderoso”, afirma.
“Houve um tempo em que acordava de pesadelos com medo de que ele voltasse para terminar o trabalho. Posso tê-lo perdoado, mas, ainda assim, acho que ele tem que pagar pelo que fez.”
Ainda que seu pai argumente que sofria de transtorno de estresse pós-traumático após sua temporada na Arábia Saudita, Jackson não está convencido disso – diz que o pai era da reserva da Marinha e nunca entrou em combate.

Futuro

Enquanto isso, continua a superar expectativas médicas.
“Sou mais saudável do que um cavalo. Minha contagem de células T (do sistema imunológico) está acima da média. Isso faz com que praticamente não tenha chances de transmitir o vírus. Tomava 23 comprimidos. Hoje só tomo um, e meu status de HIV é ‘indetectável'”, diz ele, com sorriso no rosto.
“Mas ainda tenho HIV. Uma vez diagnosticado, para sempre diagnosticado.”
Hoje, Jackson se ocupa com a carreira de palestrante e em sua organização de caridade, a Hope Is Vital (Esperança É Vital, em inglês), que busca conscientizar o público sobre o HIV. Mas sempre encontra tempo para sonhar com a paternidade.
Cita a técnica conhecida como “lavagem de esperma”, que separa os espermatozoides do fluido seminal e permite que pais soropositivos tenham filhos sem infectar as parceiras. A inseminação é artificial.
“Amaria ter filhos. Ser pai é algo que está traçado no meu destino. Quero apoiar e torcer por eles, mostrar que sempre estarei ao lado deles para protegê-los. E que coisas ruins podem fazer com que coisas incríveis se tornem realidade.”

Lucy HancockDa BBC World Service

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Laudo indica que jogador da Portuguesa morreu após congestão

O jogador de futebol da Portuguesa Lucas Jesus dos Santos, de 16 anos, morreu após ter uma congestão, segundo peritos do Instituto Médico Legal (IML). Ele participou de churrasco com colegas de time e integrantes da comissão técnica e entrou na piscina, onde seu corpo foi encontrado na manhã de quinta-feira (20).
Segundo o laudo no IML, a morte aconteceu por asfixia por regurgitação de alimento. O laudo toxicológico indicará se ele ingeriu bebida alcoólica ou algum tipo de droga.
O delegado Eder Pereira e Silva, do 12º DP de São Paulo, disse que a perícia não encontrou nenhuma marca no corpo do adolescente. “Não tem nenhuma marca no pescoço, que é um lugar que a gente atenta muito. No corpo também não existe nenhuma aparente cicatriz ou algo que possa comprometer”, disse o delegado.
O jogador das categorias de base da Portuguesa de Desportos foi encontrado no fundo da piscina por funcionários do clube do Canindé, na Zona Norte de São Paulo. A festa ocorreu na noite de quarta (19) para comemorar a vitória sobre o time Água Santa.
Lucas passou mal e foi retirado da água por alguns colegas. Não se sabe como ele voltou para a piscina depois, mas os amigos contam que sentiram sua falta quando pretendiam tirar uma foto; como não o encontraram, pensaram que ele tivesse ido embora.
Um amigo de Lucas negou que tenha havido consumo de bebida alcoólica na festa. “As latinhas de cerveja encontradas eram de uma festa que tinha acontecido no dia anterior”, disse Kleber Eusébio. “Aqui era uma festa com menores de idade. Bebida alcoólica para menor é inadmissível aqui dentro [do clube]. Não existe isso.”
A namorada do jovem também duvida do consumo de bebidas. Ela recebeu fotos da festa horas antes de Lucas desaparecer. “Nessa foto não tem nada de bebida, dá pra ver que tem refrigerante, e as pessoas estão fazendo churrasco, cortando a carne”, diz Aline Piffer Rosendo. “Ele estava super bem, ele estava feliz, conversando comigo normalmente”, continuou.
Nesta quinta, a Portuguesa afirmou em nota que colaborava com as investigações. “A Associação Portuguesa de Desportos vem a público lamentar a morte do atleta Lucas Jesus dos Santos, que defendia atualmente a equipe sub 17. O clube está empenhado neste momento em colaborar com as autoridades policiais para a investigação e elucidação dos fatos e também prestará todo o apoio necessário aos seus familiares”, diz o texto.
O adolescente morava com o avô, que passou mal ao chegar no clube e precisou ser levado para um hospital após ver o corpo do neto. O avô tinha ficado preocupado com a demora de Lucas e procurou o jovem, inclusive enviando mensagens em redes sociais para os colegas.

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G1

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PF prende 4 policiais legislativos em operação no Congresso.

A Polícia Federal foi ao Congresso logo no início da manhã desta sexta-feira (21) para realizar uma ação contra policiais legislativos suspeitos de prestarem serviço de contrainteligência para ajudar parlamentares investigados na Lava Jato. A suspeita é de que policiais legislativos faziam varreduras nas casas dos políticos para, por exemplo, identificar e eliminar escutas instaladas com autorização judicial.
Quatro policias legislativos foram presos. A prisão deles é a temporária, que não tem prazo definido para terminar. Foram expedidos ainda cinco mandados de busca e apreensão e quatro de afastamento de função pública.
Os policias legislativos são servidores do quadro do Congresso que atuam na segurança tanto da Câmara quanto do Senado.
A operação desta sexta tem como base a delação premiada de um policial legislativo. Segundo ele, um diretor da polícia legislativo determinava que os subordinados prestassem o serviço de contrainteligência para senadores.
De acordo com o Ministério Público Federal, não há mandados nesta operação contra políticos nem foram realizadas buscas em gabientes de parlamentares no Congresso.

ORMNEWS

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Urnas eletrônicas são preparadas para o segundo turno.

Começou ontem, pelas 28ª e 76ª zonas eleitorais, a preparação das urnas que serão utilizadas no segundo turno das eleições desse ano, em Belém. Nessa fase, os equipamentos de votação recebem as cargas com informações relativas ao pleito, como dados da seção (relação dos eleitores) e dos candidatos (relação dos que estão na disputa com seus respectivos números).
“É um trabalho simples. A preparação em cada urna dura entre 10 e 15 minutos, mas são preparadas várias urnas ao mesmo tempo”, explicou o juiz eleitoral Max Ney do Rosário Cabral, titular da 76ª Zona Eleitoral.
Na ocasião, além de verificar o bom funcionamento dos equipamentos, houve uma simulação de votação, com a escolha de duas urnas em cada zona, como forma de se certificar quanto ao registro correto dos votos computados no aparelho. “Para evitar qualquer problema no dia da eleição”, ressaltou o magistrado.
Ontem, receberam as cargas com os dados do pleito as urnas que serão utilizadas em 412 seções, das zonas 28 e 76. Ao todo, nesse segundo turno, 3.511 urnas serão utilizadas nas mais de 2,5 mil seções de Belém, sendo que 521 são urnas de contingência – que podem substituir as que são utilizadas na seção, em caso de defeito irrecuperável, de acordo com informações divulgadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará.
Todo o trabalho de preparação dos equipamentos de votação está concentrado no Depósito de Urnas do TRE, em Ananindeua. Pela escala divulgada pelo Tribunal, hoje, será a preparação das urnas utilizadas nas seções pertencentes à 96ª e 77ª zonas. No sábado, o trabalho continua novamente pela 96ª e ainda 98ª e 30ª zonas. Domingo será a vez da 1ª e 95ª zonas e, na segunda, a preparação das urnas se encerra pelas 29ª e 73ª.
Por causa, principalmente, de boatos que costumam se espalhar nas eleições, como a de que algum eleitor votou em um determinado candidato, mas apareceu a foto de outro, a Justiça Eleitoral convida e até orienta que as coligações acompanhem esse trabalho de preparação das urnas, principalmente para verificar as demonstrações de votação nas urnas selecionadas aleatoriamente.
No momento em que O LIBERAL conversou com o juiz da 76ª zona eleitoral, na manhã de ontem, porém, nenhum representante das coligações que estão no segundo turno em Belém tinha aparecido ainda no Depósito de Urnas. “Eles, geralmente, só aparecem no dia da eleição. Quando tem essa preparação, nunca aparecem”, declarou Max Ney do Rosário Cabral.
Além dos juízes das zonas, os trabalhos são acompanhados por servidores da Justiça Eleitoral, técnico de urnas e promotores eleitorais.

ORMNEWS

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Vereadora de Guarantã do Norte é suspeita de abuso de poder e pode ter registro cassado

O MP pede inelegibilidade, cassação do registro de candidatura ou do mandato da vereadora eleita com 475 votos.
Conforme os autos, Edileusa prometeu doação de casas populares, por meio de arrombamento de residências abandonadas. Em 19 de setembro, por volta das 15h07, Roni Clesio de Lima da Silva, Valdenir Pereira dos Santos e Sandro Lúcio de Oliveira foram presos por supostamente arrombarem uma residência em Guarantã.
Interrogados, os três admitiram que adentraram à residência por orientação de Edileusa. “Esclareceram que a instrução repassada era para eles localizarem alguma casa abandonada, diligenciarem em busca de documentos referentes à mesma e entregar à vereadora para que ela providenciasse a doação do imóvel a eles”, consta no trecho da denúncia.
Um dos presos ainda confirmou que essa suposta prática de Edileusa é recorrente e que sua avó teria ganho em junho uma casa no bairro Santa Marta, constituído em sua maioria por residenciais populares, construída por meio de um projeto habitacional de convênio firmado entre a prefeitura e o Caixa Econômica Federal.
O programa tem como prioridade beneficiar pessoas com baixa renda, respeitando critérios e ordens, sendo vedada a alienação e cessão. “Ocorre que, com o passar do tempo, a prefeitura deixou de realizar um controle sobre emissão na posse de tais residências, o que permitiu a exploração de tais bens como promessas políticas, invasões de terceiros, dentre outros abusos”, consta.
Edileusa teria usado o nome da prefeita Sandra Martins (DEM) para dar “credibilidade” às invasões. A gestora, em depoimento, afirmou que seu nome foi utilizado indevidamente e que em entrevista à rádio do município alertou à população acerca do boato.
Além de depoimentos, o Ministério Público teve acesso à gravação de áudio em uma igreja evangélica, em que Edileusa faz campanha, pede votos e prometeu a doação de casas. “Dessa forma, concluiu-se que a vereadora vem praticando diversos ilícitos eleitorais, caracterizados como abuso do poder econômico e de autoridade, compra de voto, doações ilegais de campanha, comício dentro de estabelecimento religoso, distribuição gratuita de bens, captação ilícita de sufrágio, etc”, consta no despacho do MP Eleitoral.
Outro lado
Tentamos entrar em contato com a vereadora, no entanto, o celular estava desligado.

Por RD News

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Engenheiro santareno é mantido refém há 3 dias em Aldeia indígena

O engenheiro de Santarém Heriberto Rodrigues de Figueiredo, responsável pela obra de um posto de saúde na Aldeia Teles Pires, no município de Jacareacanga, divisa com o estado do Mato Grosso está há três dias sendo mantido refém por indígenas da etnia Munduruku. Além dele, mais cinco operários estão impedidos de saírem do local. A situação ocorre desde a manhã de segunda-feira (17) porque os indígenas, que trabalham na obra, alegam atraso no pagamento.
O G1 conversou com engenheiro, e ele relatou que os indígenas estão reivindicando os direitos de maneira pacífica, sem violência. Segundo Figueiredo, os funcionários exigem a presença dos donos da empresa responsável pela obra no local. “Existe uma cláusula que diz que deve ser contratada mão de obra da comunidade. Recentemente, fiz o pagamento dos indígenas dos meses de julho e agosto, ou seja, esse pagamento já estava atrasado. É uma diária de 30 reais, o que dá 900 reais por mês, mas houve desconto dos domingos e também funcionários que não receberam pagamento, inclusive uma liderança”.
Como forma de chamar atenção da empresa que cuida da obra, no fim da tarde de terça-feira (18), os indígenas realizaram um ritual no qual amarraram os reféns e pintaram os rostos deles. O engenheiro ressaltou que nenhum deles sofreu agressão durante a manifestação. (Assista ao vídeo)
Dia 27 deste mês está agendada uma reunião entre Fundação Nacional do Índio (Funai), Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) e a empresa. A preocupação do grupo é que o estoque de comida chegue ao fim e nenhum dono da empresa vá ao local, como exigem os indígenas. “Temos arroz, feijão, mas carne só temos para hoje”, contou o engenheiro.
Empresa
Por telefone a produção de jornalismo da TV Tapajós, o representante da empresa Artecon, Arthur Gonçalves confirmou a reunião para o dia 27 e informou que quem realiza a medição e pagamento é o Dsei. Segundo Gonçalves, desde o mês de julho o órgão não faz a medição e nem o repasse de verba para a empresa. O G1 tenta contato com o Dsei.
Nota de repúdio Crea
Por meio de nota, a inspetoria do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Pará, Crea em Santarém se solidarizou e apoiou o engenheiro civil Heriberto Rodrigues de Figueiredo e sua família. O Crea pede aos órgãos competentes que deem celeridade para libertá-lo junto aos cinco companheiros de trabalho daquela obra e repudia a atitude.

Além de Heriberto Figueiredo, outros cinco operários são mantidos reféns na aldeia (Foto: João Paulo Pessoa)
Além de Heriberto Figueiredo, outros cinco operários
são mantidos reféns na aldeia
(Foto: João Paulo Pessoa)

Do G1 PA

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Moradores criam projeto que iguala salário de vereador ao de professor

Um grupo de moradores do município de Campo Verde, a 139 km de Cuiabá, protocolou nesta quinta-feira (20) um projeto de lei que iguala o salário dos vereadores ao dos professores da rede municipal para as próximas legislaturas. O projeto, que tem quatro páginas, foi escrito pelo movimento “Juntos por Campo Verde”, formador por moradores do município e assinado pelo vereador Paulo César de Aguiar.
O G1 procurou o presidente do Legislativo, mas até a publicação desta reportagem não obteve resposta.
Caso seja aprovado, o projeto iguala o salário dos vereadores, que hoje recebem R$ 5,8 mil e verba indenizatória, ao dos professores da rede municipal, que ganham R$ 2,1 mil. O projeto deve ser apresentado na Câmara nas próximas sessões.
Como justificava, os moradores alegaram que o projeto visa a redução salarial dos vereadores para que os representantes não caiam na “busca de dinheiro fácil e sim, que os cargos sejam ocupados por cidadãos que desejam realmente contribuir com a melhoria e a mudança da sociedade”.
Para os moradores, o salário pago aos vereadores é alto e não condiz com o trabalho que eles fazem. “Os vereadores só vão uma vez na semana e não fazem nada para o povo”, afirmou a advogada Doralice Silva Pereira.
De acordo com o projeto, a economia com a redução salarial poderá ser investida em políticas públicas efetivas à sociedade, “como pavimentação nas ruas, melhorias na saúde, construção de casas populares, educação e outros”, diz trecho da justificativa do projeto.
O vereador Paulo César de Aguiar, diz que não faz parte do movimento, mas abraçou a causa. “É possível exercer um mandato recebendo menos”, afirmou. O parlamentar se candidatou à reeleição, mas não venceu. Atualmente, 13 parlamentares exercem mandato.
O movimento começou a se organizar após uma fala do presidente da Câmara em uma sessão ordinária. O grupo chegou a protestar nas ruas da cidade pedindo a redução salarial dos parlamentares.
Além de equipar os salários, o projeto veda qualquer acréscimo ou bonificação ao presidente da Câmara, que diferencie o salário dele dos outros vereadores. O projeto também determina que qualquer proposição de aumento salaria dos parlamentares seja feita em audiência pública com a presença de um conselho municipal.

Do G1 MT

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Grêmio e Atlético-MG definirão semifinal da Copa do Brasil em casa

A Confederação Brasileira de Futebol sorteou, na manhã de  quinta-feira, os mandos de campo das partidas de semifinal da Copa do Brasil foram definidos. Com o sorteio, Atlético-MG e Grêmio terão a oportunidade de definir a vaga em seus estádios.
O confronto entre Internacional e Atlético-MG terá seu primeiro jogo, na próxima quarta-feira, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Com isso, o alvinegro mineiro terá a oportunidade de definir a classificação em seu mando de campo, no dia 2 de novembro.
Já a semifinal entre Grêmio e Cruzeiro, agendada para a mesma data, irá começar em Belo Horizonte, com mando do clube Celeste. A segunda partida acontece em Porto Alegre, na Arena Grêmio.
Por questões de segurança, como as quatro equipes finalistas são de apenas duas cidades, as partidas não poderiam ocorrer ao mesmo tempo em Belo Horizonte ou Porto Alegre.
Nesta quarta-feira, todas as equipes paulistas foram eliminadas nas quartas de final da competição: o Santos caiu para o Internacional no Rio Grande do Sul por 2 a 0, oCorinthians acabou perdendo para o Cruzeiro por 4 a 2 em Minas Gerais e o Palmeiras foi eliminado após o empate em 1 a 1 com o Grêmio em São Paulo.

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Sérgio Barzaghi)

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Fluminense emite nota criticando STJD por voltar atrás na anulação do Fla-Flu

O Fluminense não se calou diante da decisão do STJD, de voltar atrás na resolução de anular o Fla-Flu do último dia 13 de outubro, em duelo vencido pelos Rubro-Negros, por 2 a 1, e publicou nota oficial, criticando a decisão do presidente do órgão, Ronaldo Piacente.
A polêmica arbitragem de Sandro Meira Ricci, que supostamente usou de artifícios externos, como vídeos vistos pelo delegado da partida, para anular um gol do Tricolor, havia gerado a impugnação da partida
Após pedido da Procuradoria do Tribunal, Ronaldo Piacente tornou a partida válida novamente e devolveu os pontos ao Flamengo. O Flu não perdoou a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva.
“É triste ver a corte máxima desportiva do nosso país se apequenar,  deixando de submeter ao julgamento do Pleno matéria tão relevante (interferência externa) do futebol brasileiro. Optou-se em agradar parte da opinião pública. Causa perplexidade que tribunal de tamanha relevância divorcie-se da legislação desportiva, da legalidade, das regras de futebol”, diz um trecho do comunicado.
A decisão de impugnar o duelo havia sido tomada na última segunda-feira, e ocorreria julgamento para decidir se o clássico deveria ser disputado novamente. Agora, o resultado volta a valer e o Flamengo volta a ter 60 pontos, quatro a menos do que o líder Palmeiras.

Fonte: Gazeta Esportiva

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STJD acolhe pedido de promotor e devolve os três pontos ao Flamengo

O presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Ronaldo Botelho Piacente, aceitou nesta quinta-feira um pedido de reconsideração feito pelo procurador geral Felipe Bevilacqua e arquivou a ação que pedia a anulação do clássico vencido pelo Flamengo contra o Fluminense, por 2 a 1, no último dia 13, em Volta Redonda.
Com a decisão do STJD, o Flamengo recupera os três pontos conquistados no clássico e que tinham sido retirados provisoriamente pela CBF. O clube, segundo colocado do Campeonato Brasileiro, voltou a somar 60 pontos e encontra-se a apenas quatro de distância do líder Palmeiras (64).

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza/arquivo)

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