Incêndio criminoso queima palhada de milho em fazenda de Novo Progresso
Foram necessárias cerca de 12 horas de trabalho ininterrupto de combate às chamas (Fotos:Jornal Folha do Progresso)
Um homem compareceu à delegacia de Novo Progresso na tarde de segunda-feira, 1 de setembro de 2024 para registrar uma ocorrência sobre um incêndio em sua propriedade rural, localizada na vicinal Curuá, aproximadamente 15 km da cidade. Segundo ele, o fogo começou em uma propriedade vizinha e rapidamente se alastrou.
Conforme apurou o Jornal Folha do Progresso, o proprietário teve que unir esforços para combater o incêndio. Apesar dos esforços conjuntos, o fogo destruiu mais de 150 hectares de palhada de milho e adentrou na floresta de reserva.
Conforme o boletim de ocorrência, um vizinho é o principal suspeito o fogo destruiu bens da propriedade e ameaça queimar mais de mil hectares de palhada de milho.
A Delegacia de Polícia Judiciária Civil está responsável por tomar as providências necessárias após o incidente.
https://youtu.be/Zu9Y9vmHELA
Prejuízos
O Jornal Folha do Progresso consultou com Engenheiro Agrônomo sobre possíveis prejuízos – Conforme o engenheiro agrônomo, na parte física o fogo prejudica na taxa de infiltração da água, deixando o solo mais suscetível à erosão hídrica ou eólica. Os danos das queimadas para a agricultura variam também de acordo com o tipo de solo, tempo de queimada e intensidade.
Na parte química, nutrientes liberados como o nitrogênio e o enxofre, estão passíveis de volatilização e lixiviação pelo efeito da chuva. “O fogo vai aumentar a disponibilidade de alguns elementos, porém vai favorecer que os nutrientes sejam perdidos no ecossistema e não aproveitados pelas plantas. É uma aceleração dos processos”, explica.
Na parte biológica, existe uma perda na quantidade de matéria orgânica no solo, que é a energia para microrganismos. “Você diminuindo essa comida, culmina com a diminuição da população da mesofauna e a perda da capacidade produtiva do solo”, complementa. “O produtor acaba recuperando isso, mas muitas vezes tem uma perda de produtividade na safras seguintes, acaba tendo que investir fazendo suplementação de nutrientes e leva até quatro anos para recuperar a matéria orgânica do solo da maneira como estava antes de passar pelo incêndio”conclui.
Fonte:Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/09/2024/07:49:27
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Homem é encontrado morto em residência na zona rural de Novo Progresso
Um homem de 40 anos,(trabalhador de fazenda) foi encontrado morto na noite desta terça-feira 2 de setembro de 2024-(2/09), em residência, localizada nas proximidades da Comunidade Santa Julia em uma fazenda na zona rural de Novo Progresso. Ele foi identificado como “João Menez da Silva”,de 40 anos,com ele havia documentos de filiação sindical e o título de eleitor da cidade de Itupiranga (PÁ)
Amigos da vítima, preocupados com sua ausência, decidiram ir até o local e descobriram o corpo na residência da fazenda. Não foram detectadas marcas de violência no corpo ou na casa, sugerindo que a morte tenha ocorrido por causas naturais. A polícia foi até o local e constatou que a morte foi natural.
O corpo foi transferido pela Funerária Planeta Pax para o hospital de Novo Progresso em seguida liberado para os procedimentos fúnebres.
Não foram detectadas marcas de violência no corpo ou na casa, sugerindo que a morte tenha ocorrido por causas naturais.
Fonte:Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/09/2024/07:49:27
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Brigada Indígena protege agroflorestas no Sul do Amazonas
Brigada indigena Apurina – (Foto:Brigada Indigena Apurina)
Composta por 23 indígenas, a Brigada Voluntária foi formalizada em julho de 2024 e já atuou em 22 ocorrências na Terra Indígena Caititu, no sul do Amazonas
“Nós precisamos proteger nosso território. Se a gente não cuidar do que é nosso, daqui uns tempos vamos estar que nem na cidade, porque na cidade a gente não tem mais o que respirar, é só fumaça”, desabafa Raimundinha Rodrigues de Souza, chefe da recém formada Brigada Indígena de Incêndio da Terra Indígena Caititu. Isso porque Lábrea, cidade localizada no sul do Amazonas e próxima da Terra Indígena Caititu, lar do povo Apurinã, está em terceiro lugar no ranking dos municípios com mais focos de incêndio em 2024. Segundo levantamento do INPE, 2.064 alertas foram emitidos no município até agosto deste ano.
Com a intensificação do desmatamento e das queimadas ilegais, os impactos foram sentidos na Terra Indígena Caititu, onde o povo Apurinã desenvolve suas roças tradicionais e Sistemas Agroflorestais (SAFs). Através do projeto Raízes do Purus, realizado pela Operação Amazônia Nativa (OPAN) e patrocinado pela Petrobras e Governo Federal, o povo Apurinã implementou 37 unidades de SAFs, distribuídas em 21 aldeias, somando uma área de 41,6 hectares, que estão em plena produção de frutos, feijões, tubérculos e outros alimentos.
Importantes para a segurança alimentar e geração de renda dos Apurinã, os SAFs sofreram perdas relevantes em anos anteriores devido a queimadas ilegais que ocorreram no entorno do território e acabaram adentrando a Terra Indígena durante o período de seca.
“Eu perdi meu SAF por causa de fogo e em outras aldeias sofremos perdas também. Foi aí que a gente, junto com a OPAN e o projeto Raízes do Purus, teve a intenção de organizar um curso para formar os indígenas como brigadistas”, relata Tata Apurinã, tesoureiro da Associação de Produtores Indígenas da Terra Indígena Caititu (APITC) e um dos pioneiros na implementação de agroflorestas no território Apurinã.
A criação da 1ª Brigada Indígena da TI Caititu
O processo de criação da Brigada da Terra Indígena Caititu começou em 2022. Na época, Francisco Padilha, indígena do povo Apurinã que já tinha formação na área de combate a incêndios, ofereceu uma formação básica a um pequeno grupo. “Eram sete pessoas e já fizeram um bom trabalho. Agora são 23 brigadistas que estão atuando dentro da nossa terra”, conta Tata Apurinã. No mesmo ano, os Apurinã também fizeram a aquisição de equipamentos necessários para o trabalho, como abafadores, bomba costal, rádio comunicadores e equipamentos de proteção individual.
Em 2023, em uma articulação liderada pela APITC e OPAN, foi solicitado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), através do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), a aplicação de um curso técnico avançado para aprimoramento e formalização da Brigada Indígena de Incêndio da TI Caititu. O curso foi finalmente aplicado em 2024, formando os 23 indígenas que já estão atuando voluntariamente no combate aos focos de incêndio.
Tata Apurinã conta que, mesmo com a alta ocorrência de queimadas ilegais no entorno da Terra indígena Caititu, não houve perdas nos plantios graças ao trabalho realizado pela Brigada. “Nós dependemos da nossa floresta em pé, dependemos dos nossos plantios em pé, então não vamos deixar que nada de ruim aconteça. Essa Brigada está sendo fundamental para dentro da nossa terra. A gente quase não perdeu nada esse ano, muito pelo contrário, a gente só ganhou. Foi um avanço!”
O dia a dia do combate aos focos de incêndio
Atualmente, a Brigada Indígena de Incêndio TI Caititu é formada por 23 pessoas, sendo 19 brigadistas, três chefes de esquadrão e uma chefe geral da brigada. Para otimizar o atendimento das ocorrências, as pessoas que integram a brigada são divididas em três grupos, chamados de esquadrões. “Como a gente trabalha com três esquadrões, cada dia a coordenadora geral orienta que um esquadrão faça a rota dentro da terra, principalmente para ficar de olho aqui nos limites da terra indígena”, explica Tata.
Os brigadistas atuam em ações emergenciais e também nas ações de queima controlada de pequenas áreas para abertura dos roçados. Do dia 24 de julho até 27 de agosto, o grupo contabilizou 22 ações no total, demonstrando que o trabalho é intenso e exaustivo. “A gente vem sendo pego de surpresa aqui na Terra Indígena Caititu. Do nada a fumaça está subindo e temos que largar tudo e imediatamente correr para combater”, relata a chefe da brigada.
Raimundinha conta que há dias em que o trabalho dos brigadistas dura o dia inteiro e adentra a noite. Devido a alta demanda, alguns já pensaram em desistir, mas Raimundinha sempre incentiva o grupo, destacando a importância do trabalho de proteção.
“Hoje a brigada é muito importante para a proteção não só da terra, mas dos SAFs e das pessoas. Porque o indígena se alimenta do que ele planta. Então se um fogo desses acaba com todos aqueles SAFs que o indígena plantou ali para ser sua sobrevivência, como será que vai ficar a vida desse indígena?”, reflete a chefe da brigada.
Fonte: Por/Jéssica Amaral e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/09/2024/07:49:27
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Publicação Nº193/2024 – Ivo Soares dos Santos/Sitio Caucaaucupe
Ivo Soares dos Santos, brasileiro, pecuarista, portador do RG Nº 5.752.802-8 SSP/PR, CPF: 787.285.252-72, proprietário do imóvel rural Sitio Caucaaucupe, torna público que RECEBEU a DLA (Dispensa de Licenciamento Ambiental ) de nº 011/2024 da SEMMA-NP (Secretaria Municipal de Meio Ambiente).
Seguranças evitam conflito com sem-terra em fazenda do PA
Homens foram flagrados armados dentro da fazenda (Foto|Reprodução/drone)
O último final de semana foi de registro de mais um conflito agrário no complexo fazenda Mutamba, zona rural de Marabá. Sem-terra que pleiteiam a propriedade pra fins de reforma agrária e seguranças armados se engalfinharam e por muito pouco não ocorreram mortes.
Imagens feitas por drone, mostram homens circulando em motos e armados numa tentativa de retirar o gado dos pastos, assim como a ponte ardendo em chamas. O conflito do último final de semana foi registrado em boletim de ocorrência diante do delegado plantonista Bruno Martins Mesquita, que deve encaminhar a demanda à Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá (Deca) para as devidas providências legais.
O fato foi registrado no dia 24 de agosto, mas as imagens só ganharam repercussão neste final de semana.
De acordo com informações do inventariante do local, Sérgio Mutran, o gerente da fazenda foi coagido a retirar o gado dos pastos para que os sem-terra pudessem ocupar em definitivo a área. Mas como não acatou a decisão dos sem-terra, deu-se início então ao conflito.
Sergio Mutran informou que os sem-terra tocaram o gado em direção à sede da fazenda, atearam fogo numa ponte, assim como cortaram as cercas a fim de misturar o gado.
“Eles fazem de tudo, matam, furtam, causam crime ambiental, depredam, desmatam, ameaçam de morte os funcionários, matam animais, e mesmo com a escolta armada na propriedade não se intimidam, ameaçam os funcionários, fazem um terror e tudo isso aos olhos tapados das autoridades que não fazem nada”, acrescenta. Homens foram flagrados armados dentro da fazenda
Inventariante da fazenda Mutamba em Marabá denuncia conflito e diz que sem-terra queimaram ponte na área | Reprodução/drone
A fazenda Mutamba é remanescente do Polígno dos Castanhais. Complexo aproximadamente 11 mil hectares, sendo metade de reserva legal e a outra parte usada na agropecuária. Por mês, nascem aproximadamente 1,5 mil bezerros e uma média de 1,1 mil animais são vendidos anualmente.
Todos os funcionários têm registros em carteira de trabalho e são amparados pela legislação trabalhista e moram em casas construídas em alvenaria com toda infra-estrutura necessária para as acomodações.
De acordo com Sérgio Mutran, o custo médio mensal da fazenda Mutamba é da ordem de R$ 280 mil, dinheiro que circula no município de Marabá e mesmo assim disse não entender o porquê de tamanha perseguição e inércia das autoridades. “Não tenho condições de lidar com isso, mas não desisto estão acabando com a mata neste momento em que todos falam em preservação ambiental, então porque permitem tamanho desmatamento”, questiona.
Veja o vídeo abaixo:
https://youtu.be/Pyy81YDUwPE
Uma arma tipo espingarda foi apreendida pela equipe de segurança armada, mas em seguida devolvida ante a enxurrada de ameaças de invasão à sede da fazenda.
Quanto à situação jurídica, consta uma liminar de reintegração de posse, contudo, segue suspensa por decisão do ministro do STF Cristiano Zanin determinou que desocupação siga o regime de transição fixado pelo STF. Desde maio deste ano que a liminar segue suspensa.
A área é ocupada por cerca de 200 famílias da Associação Rural Terra Prometida e outras entidades rurais. De acordo com a decisão, o processo de remoção deve observar o regime de transição definido pelo Supremo na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 828. Nessa ação, a Corte determinou que os tribunais instalem comissões de conflitos fundiários e façam inspeções judiciais e audiências de mediação, como etapa prévia e necessária às ordens de desocupação coletiva.
Seguranças da fazenda conseguiram evitar um conflito mais grave
A decisão foi tomada na Reclamação (RCL) 68528. A Associação Rural Terra Prometida, representada pela Defensoria Pública do Pará, argumentava que o Juízo da Vara Agrária de Marabá (PA) havia julgado procedente o pedido de reintegração de posse e, antes do transcurso do prazo de apelação, determinou a remoção de famílias.
Regime de transição
Ao conceder a liminar, o ministro Zanin observou que a decisão que autorizou a remoção das famílias não tem nenhuma fundamentação para deixar de aplicar o regime de transição imposto pelo Supremo. Assim, determinou que a Vara Agrária de Marabá obedeça essa orientação, em especial com o encaminhamento do processo à Comissão de Soluções Fundiárias do Tribunal de Justiça do Pará e a realização de inspeção judicial antes da eventual desocupação forçada dos moradores.
Fazenda Mutamba: duas décadas de conflito
Pertencente ao espólio de Aziz Mutran, a fazenda Mutamba, complexo de aproximadamente 11 mil hectares, localizado a 25 quilômetros de Marabá é palco de intensos conflitos há mais de duas décadas.
Sucessivos ataques, crimes ambientais, furto de gado, tiroteio, esbulho, turbação, ameaças, baleamento, pacote completo que redunda em diversas ações judiciais.
Sergio Mutran, administrador da propriedade, vive relatando e denunciado os conflitos. Uma liminar de reintegração de posse suspensa, sem terra ocupando o imóvel, há anos, sucessivos despejos, sede da fazenda reduzida a escombros, fruto de vários conflitos.
A reportagem apurou que a fazenda Mutamba sofreu a primeira grande invasão em novembro de 2003, ocasião em que integrantes do MST ocuparam o imóvel no que se pode convencionar chamar de início das ocupações rurais nas regiões sul e sudeste do Pará.
Era dia 6 de novembro de 2003 quando o MST invadiu o imóvel. Dessa ocupação resultou no primeiro grande conflito entre policiais militares e integrantes do MST. Dois policiais militares foram baleados e oito sem-terra presos. Um dos policiais, o então sargento Portil perdeu a visão de um olho.
Os sem-terra permaneceram presos durante quatro meses, quatro dias e dezessete horas. A Justiça nao conseguiu provar que foram eles se envolveram na refrega e terminaram soltos sem nenhuma condenação.
Fonte: Dol Carajás e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/09/2024/07:49:27
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Uma arma tipo espingarda foi apreendida pela equipe de segurança armada, mas em seguida devolvida ante a enxurrada de ameaças de invasão à sede da fazenda.
Quanto à situação jurídica, consta uma liminar de reintegração de posse, contudo, segue suspensa por decisão do ministro do STF Cristiano Zanin determinou que desocupação siga o regime de transição fixado pelo STF. Desde maio deste ano que a liminar segue suspensa.
+ Jovens morrem em grave acidente de moto no sul do Pará
A área é ocupada por cerca de 200 famílias da Associação Rural Terra Prometida e outras entidades rurais. De acordo com a decisão, o processo de remoção deve observar o regime de transição definido pelo Supremo na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 828. Nessa ação, a Corte determinou que os tribunais instalem comissões de conflitos fundiários e façam inspeções judiciais e audiências de mediação, como etapa prévia e necessária às ordens de desocupação coletiva.
Seguranças da fazenda conseguiram evitar um conflito mais grave
📷 Seguranças da fazenda conseguiram evitar um conflito mais grave |Divulgação
A decisão foi tomada na Reclamação (RCL) 68528. A Associação Rural Terra Prometida, representada pela Defensoria Pública do Pará, argumentava que o Juízo da Vara Agrária de Marabá (PA) havia julgado procedente o pedido de reintegração de posse e, antes do transcurso do prazo de apelação, determinou a remoção de famílias.
Regime de transição
Ao conceder a liminar, o ministro Zanin observou que a decisão que autorizou a remoção das famílias não tem nenhuma fundamentação para deixar de aplicar o regime de transição imposto pelo Supremo. Assim, determinou que a Vara Agrária de Marabá obedeça essa orientação, em especial com o encaminhamento do processo à Comissão de Soluções Fundiárias do Tribunal de Justiça do Pará e a realização de inspeção judicial antes da eventual desocupação forçada dos moradores.
Fazenda Mutamba: duas décadas de conflito
Pertencente ao espólio de Aziz Mutran, a fazenda Mutamba, complexo de aproximadamente 11 mil hectares, localizado a 25 quilômetros de Marabá é palco de intensos conflitos há mais de duas décadas.
+ Vídeo: trabalhador morre dentro de tanque de carro-pipa
Sucessivos ataques, crimes ambientais, furto de gado, tiroteio, esbulho, turbação, ameaças, baleamento, pacote completo que redunda em diversas ações judiciais.
Sergio Mutran, administrador da propriedade, vive relatando e denunciado os conflitos. Uma liminar de reintegração de posse suspensa, sem terra ocupando o imóvel, há anos, sucessivos despejos, sede da fazenda reduzida a escombros, fruto de vários conflitos.
A reportagem apurou que a fazenda Mutamba sofreu a primeira grande invasão em novembro de 2003, ocasião em que integrantes do MST ocuparam o imóvel no que se pode convencionar chamar de início das ocupações rurais nas regiões sul e sudeste do Pará.
Era dia 6 de novembro de 2003 quando o MST invadiu o imóvel. Dessa ocupação resultou no primeiro grande conflito entre policiais militares e integrantes do MST. Dois policiais militares foram baleados e oito sem-terra presos. Um dos policiais, o então sargento Portil perdeu a visão de um olho.
Os sem-terra permaneceram presos durante quatro meses, quatro dias e dezessete horas. A Justiça nao conseguiu provar que foram eles se envolveram na refrega e terminaram soltos sem nenhuma condenação.
Suspeito aplicar golpes milionários em empréstimos bancários é preso pela PF, no Pará
Somente em uma das instituições financeiras, o prejuízo é de R$ 10 milhões.
Polícia Federal investiga esquema de fraude para obtenção de empréstimos bancários no Pará — Foto: Divulgação
Uma pessoa suspeita de participar de um grupo criminoso que obteve empréstimos por meio de fraudes foi presa pela Polícia Federal, em Xinguara, na região sudeste do Pará. Uma das instituições financeiras vítimas do golpe é um banco holandês que sofreu um prejuízo de R$ 10 milhões, segundo a investigação. O grupo utilizava documentos falsos para adquirir os financiamentos e usava o dinheiro para a compra de maquinários e itens agrícolas.
A prisão ocorreu durante a operação Holanda, deflagrada pela PF na última sexta-feira (30), nas cidades de Xinguara e Marabá. A ação também cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao grupo criminoso.
Foram apreendidos três veículos, aparelhos celulares, um notebook, e documentos relacionados aos financiamentos.
Com o empréstimo autorizado, os suspeitos compravam tratores e outros itens relacionados a produção agrícola. O maquinário era revendido na região.
Entre os investigados pela Polícia Federal está representante de vendas em uma grande revendedora, o que pode ter facilitado a fraude.
A PF tenta localizar este material revendido pelos suspeitos. Quem adquiriu os bens também poderá ser indiciado.
Fonte: G1PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/09/2024/07:49:27
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Professor de artes marciais é perseguido e morto a tiros no Pará
Professor de artes marciais é perseguido e morto a tiros em Ananindeua. — (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Lutador de MMA morre e outra pessoa fica ferida após ataque a tiros em Ananindeua, no Pará
Polícia Civil informou que apura o caso por meio da Divisão de Homicídios (DH).
Um lutador de MMA morreu e uma outra pessoa ficou ferida neste último sábado (30), em Ananindeua. As vítimas estavam dentro de um bar no momento do ataque a tiros.
O lutador Albino Negrão, mais conhecido como Bininho Negrão, estava em um bar localizado na rua Osvaldo Cruz, quando foi perseguido por um homem.
A vítima e mais uma pessoa não identificada foram atingidos pelos disparos. Bininho Negrão não resistiu aos ferimentos e morreu.
A Polícia Civil informou que apura o caso por meio da Divisão de Homicídios (DH). Um outro homem ficou ferido e foi encaminhado para atendimento médico.
“Perícias foram solicitadas para auxiliar nas investigações. Informações que ajudem na apuração do caso podem ser repassadas pelo Disque-Denúncia, número 181”, informou a PC.
Fonte: G1PÁ e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/09/2024/07:49:27
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O crime foi registrado pelo filho da vítima na delegacia de Polícia Civil de Santa Cruz do Arari – (foto:Reprodução)
Homem Negou bebida fiado e levou quatro facadas no Marajó
Foi o que aconteceu com o vendedor ambulante Manuel Reis Cordeiro Sérgio morador da comunidade do Tartaruga na fronteira dos municípios de Santa Cruz do Arari e Chaves na ilha do Marajó ao negar duas cervejas a Aracildo de Almeida da Silva, o “Chimbinha”, e que resultou em quatro violentas facadas no vendedor da birita.
O crime foi registrado pelo filho da vítima na delegacia de Polícia Civil de Santa Cruz do Arari comunicando que seu pai Manuel Reis Cordeiro Sérgio estava trabalhando vendendo bebidas na sede Primavera onde ocorria uma festa dançante quando chegou no local o suspeito identificado por “Chimbinha” exigindo duas “geladas” fiado.
Como teve o pedido negado por Manuel Reis o fato deixou o suspeito revoltado e foi percebido que o mesmo estava na posse de uma arma branca. A vítima então pediu para o suspeito entregar a arma, o que foi negado começando uma confusão que gerou desforço físico.
Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/09/2024/07:49:27
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Paysandu empata de novo e segue sem vencer na Série B
Paysandu empata de novo e segue sem vencer na Série B camera Paysandu e Goiás brigaram pela vitórias, mas ficaram no empate | (Foto:Jorge Luis Totti/Paysandu
Papão conquista ponto fora de casa diante do Goiás, mas o jejum de vitórias aumenta para oito partidas
O Paysandu é considerado o “Rei dos Empates” no Campeonato Brasileiro Série B 2024 após conseguir o seu 12º resultado de igualdade na competição.
Jogando em Goiânia, o Papão ficou no empate diante do Goiás em 1 a 1, neste domingo (1º), em mais uma rodada da Segundona. O resultado acaba não sendo tão ruim para o time paraense, que conquista um ponto fora de casa.
O Paysandu segue sem vencer na competição e agora, são oito jogos sem saber o que é vitória na competição.
O JOGO
O Paysandu começou indo ao ataque e Juninho assustou o goleiro Tadeu, com chute de fora, aos 10 minutos. Já o time da casa errou passes e pouco levou perigo ao gol de Diogo Silva.
Somente aos 40 minutos que o Papão chegou com perigo, dessa vez na bola parada: Netinho cobra falta e o goleiro Tadeu fez boa defesa, evitando o gol do time bicolor.
No segundo tempo, o Goiás começou com três mudanças, sendo uma delas forçada devido a uma lesão e isso acordou o time: Paulo Baya arrisca de fora e assusta os paraenses.
Apático, o Paysandu voltou a cometer falhas na defesa: Diogo Silva falha na saída de bola e na conclusão da jogada, Rafael Gava aproveita cruzamento de Paulo Baya e abre o placar, aos 19 minutos: Goiás 1 a 0.
Após o gol, o Papão processou mudanças e do banco de reservas que veio o empate: Esli Garcia entrou em campo e minutos depois marcou um golaço após recebe cruzamento da direita. O Papão chegou ao empate, aos 29 minutos.
Desde então só deu Goiás e a última chance foi de Thiago Galhardo, que chutou colocado para defesa de Diogo Silva. No fim, um empate que serviu de prejuízo para os dois times.
CLASSIFICAÇÃO
Com o empate, o Goiás chegou a 33 pontos e ocupa a oitava posição, enquanto que o Paysandu soma 27 pontos, na 15ª posição.
PRÓXIMOS JOGOS
O Paysandu volta a campo na quinta-feira (5), diante do Amazonas, em Belém. Já o Goiás enfrenta o Botafogo-SP, no dia 9 de setembro, fora de casa.
FICHA TÉCNICA
GOIÁS: Tadeu; Dieguinho, Messias, Lucas Ribeiro e Sander (Douglas Teixeira); Aloisio (Edson), Marcão (Luis Henrique) e Rafael Gava; Matheus Gonçalves (Welinton), Thiago Galhardo e Paulo Baya
Técnico: Vagner Mancini
PAYSANDU: Diogo Silva; Edilson, Quintana, Lucas Maia e Bryan Borges; João Vieira, Matheus Trindade (Leandro Vilela), Netinho (Ruan Ribeiro) e Robinho (Brendon); Juninho (Esli Garcia) e Yony Gonzalez
Técnico: Hélio dos Anjos
ÁRBITRO: Denis da Silva Ribeiro (AL)
ASSISTENTES: Brígida Cirilo Ferreira (AL) e Ruan Luiz de Barros (AL)
CARTÕES AMARELOS: Marcão e Sander (GOI); Lucas Maia (PSC)
LOCAL: estádio Hailé Pinheiro, Goiânia
Fonte: DOL/Por Diego Beckman e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/09/2024/07:49:27
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Grêmio sofre virada nos acréscimos do Atlético-MG pelo Brasileirão
Na volta à Arena, Grêmio sofre virada nos acréscimos do Atlético-MG pelo Brasileirão
No jogo que marcou sua volta à Arena após as enchentes, o Grêmio perdeu do Atlético-MG neste domingo por 3 a 2, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Braithwaite e Cristaldo marcaram para o time da casa, enquanto Gustavo Scarpa, Palacios e Vargas viraram.
Com o resultado, o Grêmio fica na 14ª colocação do Campeonato Brasileiro, com 27 pontos. Já o Atlético-MG vai a 33 pontos e sobe para a oitava posição do torneio.
Em função da data Fifa, as duas equipes voltam a campo pelo Brasileirão somente no dia 15 de setembro. O Grêmio encara o Red Bull Bragantino, no Estádio Nabi Abi Chedid, às 16h (de Brasília). Já a Atlético-MG visita o Bahia às 18h30, na Arena Fonte Nova.
Antes da paralisação, o Atlético-MG ainda tem compromisso pela partida de volta das quartas de final da Copa do Brasil, contra o São Paulo. O duelo na Arena MRV será na próxima quinta-feira, às 21h45. O time mineiro venceu o primeiro confronto por 1 a 0.
Após um bom início, o Grêmio foi pego de surpresa pela expulsão de Gustavo Martins, aos 20 minutos. Após ser desarmado por Deyverson, o zagueiro segurou o atacante pela mão e destruiu um ataque claro, o que rendeu o cartão vermelho direto.
Ainda assim, foi o Grêmio que abriu o placar, aos 32 minutos. Após cobrança de escanteio, o dinamarquês Martin Braithwaite contou com um desvio de Kannemann para colocar para dentro na segunda trave.
Nove minutos depois, os gremistas vieram ao ataque novamente. Após cruzamento, o argentino Franco Cristaldo cabeceou na trave e aproveitou o rebote para ampliar.
Aos 28 minutos da segunda etapa, Palacios sofreu falta de João Pedro dentro da área, o que resultou em pênalti para o Atlético-MG. Gustavo Scarpa foi para a cobrança e bateu no meio, diminuindo para os mineiros.
Aos 50, a bola bateu no braço de João Pedro dentro da área, com outro pênalti sendo marcado. Palacios foi para a cobrança e empatou para a equipe mineira, que continuou indo pra cima.
Apenas um minuto depois, Eduardo Vargas pegou um rebote do goleiro e mandou de cabeça para garantir a virada e os três pontos para o Atlético-MG.
Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria) e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/09/2024/07:49:27
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