‘Dinheiro esquecido’: quase 1 milhão de pessoas têm mais de R$ 1 mil para receber

‘Dinheiro esquecido’: quase 1 milhão de pessoas têm mais de R$ 1 mil para receber — Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou na quinta-feira (12) um projeto que autoriza o governo a recolher os recursos que não foram resgatados. Caso a proposta vire lei, titulares terão 30 dias para sacar valores.

Dados do Banco Central do Brasil (BC) mostram que R$ 8,56 bilhões estão disponíveis para resgate no Sistema de Valores a Receber (SVR).

O sistema é um serviço da instituição no qual é possível consultar se pessoas físicas, inclusive falecidas, e empresas têm algum “dinheiro esquecido” em banco, consórcio ou outra instituição.

Segundo o BC, 931.874 pessoas têm mais de R$ 1.000,01 para sacar. Além disso, 5,1 milhões de pessoas têm entre R$ 100,01 e R$ 1.000 esquecidos.

A maior parcela de beneficiários é de quem tem até R$ 10: estes são, ao todo, 32,9 milhões de pessoas.

Os números, referentes ao mês de julho e atualizados pelo BC na última sexta-feira (6), consideram o total de contas — uma pessoa pode ter mais de uma conta aberta com dinheiro esquecido. (veja abaixo como consultar)

Confira a quantidade de beneficiários por faixa de valores a receber:

Acima de R$ 1.000,01: 931.874 contas | 1,78% do total;
Entre R$ 100,01 e R$ 1.000,00: 5.163.716 contas | 9,88% do total;
Entre R$ 10,01 e R$ 100,00: 13.226.589 contas | 25,32% do total;
Entre R$ 0,00 e R$ 10,00: 32.919.730 contas | 63,01% do total.

Congresso autoriza uso de valores para fechar Orçamento

O chamado “dinheiro esquecido” voltou a ganhar o noticiário após a Câmara dos Deputados aprovar, na quinta-feira (12), um projeto que autoriza o governo a recolher os recursos que não foram resgatados pelos titulares.

Já aprovado pelo Senado, o texto vai à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que poderá vetar trechos ou a íntegra do projeto. Em caso de vetos, a palavra final caberá ao Congresso. O mesmo projeto prevê a reoneração gradual da folha de pagamentos de 17 setores da economia.

Caso a proposta vire lei, titulares de “dinheiro esquecido” poderão, em até 30 dias após a publicação da norma, resgatar os valores. Depois desse prazo, os recursos serão direcionados ao Tesouro Nacional.

Como consultar o dinheiro esquecido

O único site no qual é possível fazer a consulta e saber como solicitar a devolução dos valores para pessoas jurídicas ou físicas, incluindo falecidas, é o https://valoresareceber.bcb.gov.br.

Via sistema do Banco Central, os valores só serão liberados para aqueles que fornecerem uma chave PIX para a devolução.

Caso não tenha uma chave cadastrada, é preciso entrar em contato com a instituição para combinar a forma de recebimento. Outra opção é criar uma chave e retornar ao sistema para fazer a solicitação.

No caso de valores a receber de pessoas falecidas, é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal para consultá-los. Também é necessário preencher um termo de responsabilidade.

Após a consulta, é preciso entrar em contato com as instituições nas quais há valores a receber e verificar os procedimentos.

Dicas para não cair em golpes

A primeira dica do Banco Central para não cair em golpes é não clicar em links suspeitos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou Telegram.

A instituição informa que não envia links, nem entra em contato com ninguém para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais.

“Somente a instituição que aparece na consulta aos valores a receber que pode contatar seu cliente, principalmente no caso de pedido de resgate de valores sem indicar uma chave PIX. Mas ela nunca irá pedir os dados pessoais ou sua senha”, diz o BC.

Além disso, a instituição orienta a não fazer qualquer tipo de pagamento para ter acesso aos valores. Também reforça que não existe a opção de receber algum valor pelo uso de cartões de crédito.

 

Fonte:  André Catto e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/15:29:59

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Flávio Dino determina que estados do Pantanal e da Amazônia expliquem ações de combate a queimadas

Flávio Dino (Foto: Gustavo Moreno/SCO/STF)

A determinação vale para dez estados em três regiões brasileiras

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino determinou que os estados localizados nas regiões da Amazônia e do Pantanal sejam transparentes na divulgação de ações de combate às queimadas. A determinação vale para dez estados – sete da Região Norte (Amazonas, Acre, Amapá, Tocantins, Roraima, Rondônia e Pará), um do Nordeste e dois do Centro-Oeste (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul). De acordo com a decisão, as explicações devem ocorrer em uma audiência pública marcada para o dia 19 deste mês, em Brasília (DF). A Amazônia Legal tem 5 milhões de quilômetros quadrados (km²), representa cerca de 60% do território brasileiro, e o Pantanal, com mais de 200 km² de vegetação, sendo 65% de sua área no estado de Mato Grosso do Sul e 35% no Mato Grosso.

De acordo com o STF, “os estados deverão responder, por exemplo, como cada um contabiliza os incêndios em 2023 e 2024”. “Deverão informar, ainda, se houve mobilização e articulação com os municípios para implementar ações de combate aos incêndios e discriminar as ações implementadas e o órgão estadual que centraliza a articulação”, continuou.

“Entre as informações pedidas pelo ministro está também o efetivo empregado por órgão (Polícia Militar, Bombeiros, agentes ambientais) para o combate direto aos incêndios nos dias 30/7 e 30/8”.

Na semana passada, o ministro do STF deu prazo de 15 dias para que o Ministério da Defesa, do Meio Ambiente e da Justiça informem quais ações estão sendo feitas para conter a destruição destes biomas.

A audiência no dia 19 terá participação do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e coordenador do Observatório do Clima do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Herman Benjamin, e de representantes das Procuradoria-Geral da República (PGR) e dos partidos autores das ações – Rede Sustentabilidade (ADPF 743), Partido dos Trabalhadores (ADPF 746) e Partido Socialismo e Liberdade (ADPF 857).

 

Fonte: Partilhas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/15:19:07

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Petição por impeachment de Moraes chega a 1,5 milhão de assinaturas

(Foto: Reprodução) – Abaixo-assinado on-line, que demonstra a opinião popular e não tem validade jurídica, acusa o ministro de abuso de poder pelo uso informal do TSE

Uma petição virtual que pede o impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes já tinha 1,5 milhão de assinaturas na madrugada desta 6ª feira (13.set.2024).

O abaixo-assinado foi criado em 16 de agosto, depois que uma reportagem da Folha de S.Paulo divulgou mensagens que sugerem que o magistrado teria utilizado o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de maneira informal para embasar inquéritos contra apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo.

A petição, disponível na plataforma Change.org, foi iniciada por um perfil identificado como “Petição Pública”. Qualquer pessoa pode assinar, basta inserir o nome, sobrenome e e-mail. A plataforma não faz nenhum tipo de verificação de dados, portanto, uma pessoa pode assinar com diversos endereços de e-mail diferentes.

Abaixo-assinados como esses funcionam para indicar a opinião popular e pressionar organizações ou o poder público. Petições criadas on-line não têm validade jurídica reconhecida, pois não oferecem meios seguros de verificação.

Na descrição, Moraes é acusado de abuso de poder, além de ordenar a produção de provas ilegais e decisões movidas por vingança, o que, segundo os signatários, viola a lei e a Constituição. Eles pedem que o Senado Federal processe e julgue o ministro por esses supostos crimes de responsabilidade.

A petição é baseada em artigos da Constituição Federal e na lei nº 1.079 de 1950, que define os crimes de responsabilidade, argumentando que as ações de Moraes são inconstitucionais e justificam seu impeachment. O documento é direcionado ao presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

“Trata-se do maior atentado à democracia já testemunhado pelo povo brasileiro, em que um Ministro do STF usa ilegalmente o aparato estatal para perseguir alvos por ele pré-determinados”, afirma a petição. O abaixo-assinado foi compartilhado nas redes sociais pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

PEDIDO DE IMPEACHMENT

Um pedido de impeachment contra Moraes feito pelos congressistas da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou no sistema do Senado na 3ª feira (10.set.2024). O requerimento foi entregue a Pacheco 1 dia antes.

O documento tem 53 páginas e detalha o que os integrantes da oposição consideram como “crimes de responsabilidade” do ministro. Foi assinado por 152 deputados e é apoiado por 31 senadores (leia a lista aqui). Leia a íntegra do pedido de impeachment (PDF – 43 MB).

A entrega foi feita por deputados e senadores pessoalmente no gabinete de Pacheco, em um gesto político. O objetivo é pressionar o senador mineiro a avançar com o pedido de destituição de Moraes, já que a análise do pedido cabe à Casa Alta. Ao receber o requerimento em mãos dos bolsonaristas, Pacheco disse que terá uma “decisão fundamentada” que considerará “critérios técnicos e políticos”.

O pedido é encabeçado pelos deputados Bia Kicis (PL-DF), Carol De Toni (PL-SC) e Marcel Van Hattem (Novo-RS) e o juiz Sebastião Coelho.

Foi por decisão de Moraes que houve o bloqueio do X (ex-Twitter) no Brasil. A desativação da plataforma no país também é alvo de crítica dos deputados.

Há outros pontos mencionados:

uso indevido de prisão preventiva;
desrespeito a pareceres da PGR (Procuradoria Geral da República);
violação das prerrogativas dos advogados;
negativa de prisão domiciliar para pessoas com problemas graves de saúde;
violação dos direitos políticos de congressistas;
uso indevido de recursos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral);
monitoramento e controle de perfis conservadores nas redes sociais;
bloqueio “ilegal” de contas bancárias da Starlink;
imposição de multas desproporcionais para o uso de VPNs;
e solicitação de intervenção ao Congresso dos Estados Unidos em questões internas.

Embora muitos deputados apoiem o impeachment de Moraes, isso tem um peso político mais simbólico do que prático.

O processo de impeachment de ministros do STF deve ser iniciado no Senado. Se Pacheco decidir avançar com o processo, o julgamento será exclusivamente responsabilidade dos senadores, sem a influência direta dos deputados.

Este jornal digital publicou que a chance de Pacheco pautar o pedido é “zero”. Apesar de não participar da análise de destituição de ministros do Supremo, as assinaturas dos deputados pressionam o senador a tomar alguma medida.

CASO MORAES

O rito de impeachment de um ministro do Supremo é semelhante ao realizado no caso de presidentes da República. A situação seria inédita, uma vez que nunca um magistrado da Corte foi destituído.

Uma das diferenças é quem dá início ao processo. No caso de presidentes, o pedido deve ser aceito pelo líder da Câmara dos Deputados. Já para ministros do STF, por quem estiver no comando do Senado. Hoje, Pacheco.

A lei que regulamenta o processo de impeachment é de 1950. O texto indica 5 hipóteses para que um ministro do STF seja destituído. São elas:

alterar, por qualquer forma, exceto por via de recurso, a decisão ou voto já proferido em sessão do Tribunal;
proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa;
exercer atividade político-partidária;
ser patentemente desidioso (agir com negligência) no cumprimento dos deveres do cargo;
proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções.

Caso o presidente do Senado acate o pedido, o processo de impeachment é iniciado. “Recebida a denúncia pela mesa do Senado, será lida no expediente da sessão seguinte e despachada a uma comissão especial, eleita para opinar sobre a mesma”, diz a lei.

Essa comissão deve se reunir em até 48 horas e eleger o presidente e relator. Em até 10 dias, deve ser produzido um parecer “sobre se a denúncia deve ser, ou não, julgada objeto de deliberação”.

Se a Casa considerar que a denúncia é procedente, o denunciado vai:

ficar suspenso do exercício das suas funções até a sentença final;
ficar sujeito a acusação criminal;
perder, até a sentença final, 1/3 dos vencimentos, que lhe será pago no caso de absolvição.

Depois de todo esse trâmite, o plenário do Senado se reúne para o julgamento do impeachment. Será lido processo e, em seguida, os presentes ouvem testemunhas do caso.

“O acusador e o acusado, ou os seus procuradores, poderão reinquirir as testemunhas, contestá-las sem interrompê-las e requerer a sua acareação. Qualquer senador poderá requerer sejam feitas as perguntas que julgar necessárias”, diz a lei.

Há um debate oral e, na sequência, a votação em si, que será nominal. Os senadores devem responder “sim” ou “não” à seguinte pergunta: “Cometeu o acusado o crime que lhe é imputado e deve ser condenado à perda do seu cargo?”.

Se a resposta afirmativa obtiver, pelo menos, 2/3 terços dos votos dos senadores presentes, haverá uma nova consulta ao plenário sobre o tempo durante o qual o condenado deve ficar inabilitado para o exercício de qualquer função pública. Esse tempo não pode ultrapassar 5 anos.

 

Fonte: PODER360 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/14:40:03

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Menina que chorava de fome recebe alimentos e mãe agradece doações

A menina que chorava de fome hoje está com a geladeira cheia! Veja como ajudar a família – Foto; reprodução Só Vaquinha Boa

Olha como o bem transforma! Após o vídeo da menina Maysla, de 6 anos, que chorava de fome, ela já está com a geladeira cheia em casa.

Como fome não espera, a equipe do Só Vaquinha Boa se mobilizou e já enviou a primeira ajuda para a família, vinda das doações que vocês fizeram. Com o dinheiro que recebeu, a mãe, Josiane, foi com as crianças ao supermercado, fez as compras e a carinha de alegria delas é tudo.

No video enviado pela Josiane, Maysla aparece comemorando e pulando ao lado da geladeira. Até o final da vaquinha não faltará comida no prato dessa família, que já sofre tanto! E você pode continuar ajudando. Veja abaixo.

Gratidão de mãe

No vídeo, postado no Instagram do Só Vaquinha Boa, Josiane agradece:

“Oi gente, estamos aqui no Mercantil. Eu venho agradecer muito, primeiramente a Deus, a vocês que ajudaram no Só Vaquinha Boa. Sou muito grata a cada um, que Deus abençoe a cada um de vocês”, disse.

E faz um apelo:

“Eu queria pedir a vocês que continuem doando por eles [Só Vaquinha Boa] realmente ajudam a gente que precisa”.

Casa emprestada e caindo aos pedaços

A família vive em situação de extrema miséria em Limoeiro do Norte, no interior do Ceará. A mãe é viúva e tem três filhos pequenos para criar.

Depois de perder o pai, Maysla vive com dois irmãos e a mãe, a Josiane, em uma casa emprestada em Limoeiro do Norte, CE. O imóvel está cheio de rachaduras e pode desabar a qualquer momento.

A casa foi emprestada por um conheir, para evitar que a família fosse para as ruas.

Continue ajudando a transformar essa história

A vaquinha, no Só Vaquinha Boa, vai ajudar a manter a família até que a Josiane consiga um emprego. A mãe busca uma oportunidade, mas ainda não encontrou.

Mais que isso: também queremos levá-los para uma casa segura, já que o imóvel onde eles estão hoje está condenado.

 

Fonte: Max e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/14:24:55

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Novo Progresso,São Félix do Xingu e Altamira no Ranking das Cidades com mais incêndios com “fama” de garimpo ilegal e desmatamento

Novo Progresso,São Félix do Xingu e Altamira no Ranking das Cidades com mais incêndios com “fama” de garimpo ilegal e desmatamento-  (Foto:Reprodução)

Cidades com mais incêndios têm “fama” de garimpo ilegal e desmatamento

As cidades que mais registraram incêndios nos últimos meses, no Brasil, são locais conhecidos pelo descaso ambiental e alvos recorrentes de operações contra o garimpo ilegal, grilagem de terras, desmatamento e invasões de territórios indígenas.

De acordo com os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre 1º de julho e 11 de setembro, período marcado pela elevação contínua dos registros de pontos de calor no país, as 20 primeiras colocadas foram responsáveis por mais de 44,5 mil incêndios.

Nas três primeiras posições, estão as seguintes cidades do Pará: São Félix do Xingu, com 5.146 registros de incêndio; Altamira, com 4.421; e Novo Progresso, com 4.279. Todas elas são conhecidas por já figurarem em rankings de maiores desmatamentos e garimpos ilegais na Amazônia.

Incêndio em rodovia de Goiás- Divulgação/Corpo de Bombeiros de Goias
Incêndio em rodovia de Goiás-
Divulgação/Corpo de Bombeiros de Goias

Em São Félix do Xingu, é onde fica a terra da etnia Kayapó, o território indígena mais atingido hoje no Brasil por incêndios florestais. A área estende-se também à cidade de Ourilândia do Norte, outro município paraense com histórico de garimpo e que aparece entre os 20 municípios do país com mais queimadas, segundo o Inpe.

Leia Também>Queimadas mais do que dobram em 2024, segundo MapBiomas

*Novo Progresso, Altamira e São Félix do Xingu concentram 63% do total de focos de incêndios, nos dois primeiros dias de setembro

*Incêndio criminoso queima palhada de milho em fazenda de Novo Progresso

*Espécie de ave rara é avistada em via publica de Novo Progresso

*Alarmante: Imagens de satélite mostram que mancha de fogo encobre Novo Progresso e mais de 500 km de extensão da Amazônia
Os estados do Pará e do Amazonas dominam o ranking, com seis cidades cada. Em seguida, aparecem Mato Grosso do Sul, com três, Mato Grosso, com duas, Tocantins, Rondônia e Acre, com uma, cada. Confira abaixo:

Operações recentes da Polícia Federal

Um elemento comum à maioria das cidades desse ranking é a recorrência de operações policiais e de fiscalização contra crimes ambientais. Em julho deste ano, a Polícia Federal desencadeou a Operação Aurum Protection, em São Félix do Xingu.

Seis garimpos ilegais de ouro e de cassiterita foram localizados e fechados nos limites da terra indígena Apyterewa, que, assim como o território Kayapó, também aparece na lista dos 20 mais atingidos por incêndios, nos últimos meses, com 248 registros.

Um mês antes, em Altamira, a PF deflagrou a Operação Surtur, com o objetivo de combater um desmatamento criminoso de mais de 15 mil hectares na zona rural do povoado de Castelo dos Sonhos. Essa área corresponde a mais de 15 mil campos de futebol.

Esse é apenas um dos casos da cidade que já liderou o desmatamento na Amazônia Legal e que é alvo recorrente de operações de combate à grilagem de terras. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Novo Progresso, terceira colocada com mais incêndios nos últimos meses, Castelo dos Sonhos e em Sinop (MT).

Cidades do ouro ilegal entre as 20 mais

Entre as 20 cidades com mais registros de queimadas, segundo o Inpe, destacam-se, também, locais conhecidos pelo garimpo ilegal de ouro. Algumas delas, inclusive, foram citadas em reportagem recente do Metrópoles que revelou a existência de garimpeiros candidatos nas eleições deste ano.

Além de Ourilândia do Norte (PA), onde existem dois garimpeiros candidatos a vereador este ano, foram contabilizados 1.196 pontos de incêndio entre o início de julho e essa quarta-feira (11/9). Assim como as demais, a cidade é alvo recorrente de operações de combate ao garimpo ilegal.

Outra que aparece com milhares de registros de incêndio é Jacareacanga (PA), considerada hoje uma das capitais do ouro ilegal na Amazônia. Nos últimos meses, foram 1.197 pontos de queimadas identificados pelo Inpe no território do município.

A cidade fica na divisa com o Amazonas e às margens do Rio Tapajós. Nas eleições deste ano, ela aparece com sete garimpeiros candidatos, sendo um a prefeito, um a vice-prefeito e cinco a vereador.

Ao lado de Itaituba, outro município paraense com milhares de registros de incêndio e que é conhecida como a “capital da lavagem do ouro” no Brasil, Jacareacanga é uma das cidades com a maior área minerada do país. É nela, também, onde fica a terra indígena Munduruku, a 10ª mais atingida por incêndios florestais nos últimos meses.

Confira o ranking abaixo:

arte fogo

Fonte: Metropoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/05:54:13

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Combinação de resultados aproxima Paysandu da zona de rebaixamento na Série B; entenda

Papão precisa da vitória em partida contra o Guarani (Jorge Luís Totti/Paysandu)

Papão precisa vencer o Guarani, em casa, no próximo sábado (14/9), para se afastar do Z4 da Série B

O Paysandu já não tem vivido bons momentos na Série B do Campeonato Brasileiro, e “viu” sua situação se complicar após a partida entre CRB-AL e Sport-PE na última quarta-feira (11/9). Agora, o Papão precisa de uma combinação de resultados para poder se afastar da temida zona de rebaixamento da competição.

Para se afastar do Z4, o Paysandu precisa garantir os três pontos da 26ª rodada, vencendo o Guarani na partida que será na casa da equipe bicolor, o Estádio da Curuzu, no próximo sábado (14/9). Além do fator do mando ser positivo para o time, a estreia do novo técnico bicolor, Márcio Fernandes, pode também ajudar a dar uma “guinada” na campanha alviceleste.

No entanto, em caso de empate ou derrota, o Papão precisará torcer por pelo menos um tropeço de CRB-AL, Ituano-SP e Chapecoense-SC nas partidas da rodada, para assim garantir que continuará fora do Z4. Atualmente, o Paysandu ocupa a 15ª posição da tabela da Série B, com 27 pontos, apenas um a mais que o CRB, que tem 26 pontos, e dois a mais que Ituano e Chapecoense, já que ambos possuem 25 pontos.

A bola entre Paysandu e Guarani rola a partir das 17h na Curuzu, e terá cobertura completa, com Lance a Lance, no portal Oliberal.com.

 

Fonte: OAndréia Santana e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/2024/16:55:20

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Suspeito de matar namorada em posto de gasolina, no bairro do Marco, é julgado em Belém

Local onde está ocorrendo o julgamento do réu (Foto: TJPA)

O feminicídio ocorreu no dia 24 de maio de 2023 dentro de um carro na avenida João Paulo II, bairro do Marco, em Belém

O principal suspeito de atirar e matar a namorada dentro de um carro que estava estacionado em um posto de combustíveis, no bairro de Canudos, em Belém, está sendo julgado nesta quinta-feira (12/09). A vítima, chamada Ludmila Costa Fonseca, que tinha 18 anos na época, foi morta com um tiro na cabeça. Inicialmente o réu alegou que a jovem teria atirado contra si mesma, mas a versão foi descartada pela Polícia Científica.

Durante o julgamento sobre o feminicídio, foram chamados como testemunhas dois policiais militares que atenderam a ocorrência após o acionamento do Centro Integrado de Operações (Ciop). Além disso, a perita que analisou o local da morte da vítima também esteve na audiência e informou  como encontrou a cena do crime. Segundo ela, a hipótese do suicídio foi excluida devido a posica que a vitima foi encontrada no interior do veículo e demais indícios constatados no local.

O julgamento ainda está em andamento. A matéria será atualizada conforme os procedimentos realizados no tribunal.

 

Fonte:  O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/2024/16:44:35

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Suspeito de incendiar área equivalente a 6,8 mil campos de futebol é preso no Pará; fogo destruiu lavouras de cacau

Plantações de cacau foram destruídas pelo fogo, em Ourilândia do Norte, no Pará. — Foto: Divulgação

Além das plantações, o fogo também destruiu casas de agricultores e causou a morte de animais.

A Polícia Civil prendeu um homem suspeito de ter provocado o incêndio que se espalhou pela floresta e destruiu plantações de cacau numa área de assentamento, em Ourilândia do Norte, no sudeste do Pará. O fogo destruiu, segundo a polícia, uma área equivalente a 6.800 campos de futebol e causou a morte de animais.

O caso aconteceu no final do mês de agosto. A prisão foi divulgada na quarta-feira (11), pela polícia.

A lavoura de cacau queimada estava localizada no assentamento Casulo II, distante 20 quilômetros da sede do município. O Pará é o maior produtor do fruto no Brasil.

Além das plantações, casas foram atingidas pelas chamas e animais morreram queimados.

A Polícia Civil não divulgou em qual cidade o suspeito foi preso — Foto: Divulgação
A Polícia Civil não divulgou em qual cidade o suspeito foi preso — Foto: Divulgação

Agricultores trabalharam dia e noite para ajudar no combate às chamas, mesmo assim perderam toda a produção

Somente um dos trabalhadores relatou que teve queimado os três mil pés de cacau que plantou nos últimos três anos. (assista ao vídeo abaixo)

Ourilândia do Norte é a cidade paraense com maior número de focos de queimadas e calor, segundo a plataforma BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Entre os dias 10 a 11 de setembro, 2.963 focos foram detectados.

 

Incêndio destruiu uma área equivalente a 6.800 campos de futebol, em Ourilândia do Norte — Foto: Divulgação
Incêndio destruiu uma área equivalente a 6.800 campos de futebol, em Ourilândia do Norte — Foto: Divulgação

O suspeito preso vai responder por crime ambiental. Outras pessoas são investigadas pela Polícia Civil.

 

Fonte:  g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/2024/16:32:17

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Desenrola Pequenos Negócios rende R$ 87,8 milhões em renegociações no Pará

(Foto: Reprodução) – No estado, 1.645 empresas equacionaram débitos referentes a 2.314 contratos. No país todo, mais de R$ 3 bilhões foram renegociado

O programa federal Desenrola Pequenos Negócios permitiu a renegociação de dívidas bancárias de 65 mil MEIs e empresas de micro e pequeno porte. Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), foram renegociados R$ 3 bilhões em dívidas, de 13 de maio até 20 de agosto.

A medida envolveu 98 mil contratos. No Pará, 1.645 empresas e empresários renegociaram seus débitos, numa ação que envolveu 2.314 contratos e um valor total de R$ 87,8 milhões.

RENEGOCIAÇÃO O programa, criado por meio de Medida Provisória, possibilitou a renegociação de dívidas não quitadas até 23 de janeiro deste ano. Participaram empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. A iniciativa foi desenvolvida com base na experiência na Faixa 2 do Desenrola para pessoas físicas. A abrangência do programa, em todos os estados, garantiu que o apoio chegasse a empreendedores de diferentes regiões.

Infográfico 1 | Volume de renegociações realizadas pelo programa - Fonte: Febraban
Infográfico 1 | Volume de renegociações realizadas pelo programa – Fonte: Febraban

 

Infográfico 2 | Detalhamento das renegociações por unidade da Federação - Fonte: Febraban
Infográfico 2 | Detalhamento das renegociações por unidade da Federação – Fonte: Febraban

CARTEIRA DE CRÉDITO A iniciativa contou com a participação das principais instituições financeiras do país. Foram sete bancos participantes, que representam 73% do total da carteira de crédito de micro e pequenas empresas nacionais.

REGIÕES A Região Sudeste concentra quase metade das movimentações relativas ao programa. Juntos, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo concentram 31.536 empresas, 49 mil contratos e R$ 1,4 bilhão em valores renegociados. Na sequência aparece o Nordeste, com 13,8 mil empresas, 19,3 mil contratos e R$ 610 milhões em valores, seguido por Sul (9,5 mil empresas), Centro-Oeste (6,1 mil) e Norte (4,2 mil).

ESTADOS – Os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentraram a maioria dos clientes envolvidos, contratos renegociados e volume financeiro. São Paulo lidera a lista, com 19.810 clientes (30% do total), 31.595 contratos (32% do total) e R$ 900 milhões em volume negociado (30% do total). Em Minas, 5.427 clientes renegociaram 7.963 contratos, num valor total de R$ 238 milhões. No Rio, 5.386 clientes celebraram 8.508 novos contratos com volume renegociado de R$ 241 milhões.

SAÚDE FINANCEIRA – O Desenrola Pequenos Negócios, além de contribuir para a saúde financeira dos pequenos negócios, ajuda a fortalecer a economia brasileira, uma vez que as micro e pequenas empresas são responsáveis por grande parte da geração de empregos e renda no país. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em 2023, cerca de 80% dos empregos formais gerados no Brasil foram originados em micro e pequenas empresas.

 

Fonte:  g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/2024/15:30:55

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Espanhol diz que cobra R$ 3 mil para sabotar festas de casamento e R$ 300 extras para cada tapa recebido

Espanhol e o anúncio feito por ele em site cobrando 500 euros para sabotar casamentos — Foto: Reprodução

Em entrevista a programa de TV espanhol, Ernesto Reinares Varea contou que o ‘negócio’ começou como uma piada, mas agora ele tem casamentos agendados até o final do ano.

Sabe aquela cena famosa nos filmes em que o padre pergunta: “Alguém aqui tem algo contra esse casamento? Fale agora ou cale-se para sempre”? Pois um espanhol diz que vem ganhando dinheiro para invadir cerimônias exatamente nesse momento.

Após publicar um anúncio como brincadeira, Ernesto Reinares Varea afirma ter virado um sabotador profissional de casamentos. Ele relata cobra 500 euros, o equivalente a R$ 3,1 mil, pelo serviço.

“Tem dúvidas ou não quer se casar e não sabe como negar? Não se preocupe mais, eu serei contra o seu casamento. Apareço na cerimônia, digo que sou o amor da sua vida e saímos de mãos dadas”, anunciou ele em site.

O anúncio postado por Ernesto em site — Foto: Reprodução
O anúncio postado por Ernesto em site — Foto: Reprodução

Em entrevista ao programa Y Ahora Sonsoles, do canal espanhol Antena 3, ele contou ainda que, além do valor cobrado, o contratante, segundo ele, tem que arcar com os custos de deslocamento até o local e com uma taxa extra de 50 euros, mais de R$ 300, para cada tapa recebido por ele caso algum convidado fique alterado.

“Às vezes um pai da noiva, um padrinho, ficam irritados… Eu tento correr, mas cada vez que me pegam, cobro mais”, diz Ernesto, que afirma estar com a agenda lotada de casamentos para “destruir” até o final do ano.

 

Fonte:  g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/2024/15:30:55

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