Corpo de menino de 7 anos enforcado pelo padrasto em Novo Progresso é sepultado em Santarém
A indignação marcou o enterro do menino Enzo Gabriel Lopes Freitas, de 7 anos de idade, filho de Albenice Leal Lopes. O Corpo do menino foi velado por algumas horas na manhã deste domingo dia 15 de setembro na Capela Santa Luzia em Novo Progresso, em seguida foi transladado para a cidade de Santarém (distante 700 km de Novo Progresso) pela funerária Planeta Pax. Em Santarém o corpo do menino Enzo foi velado na residência da família por volta das 15h00min, desta segunda-feira (16), ocorreu o sepultamento no cemitério municipal daquela cidade.
Moradores postaram nas redes pedido de justiça (veja abaixo)
Padrasto Cleiton de Sá Freitas foi preso em flagrante e confessou o crime
Entenda o caso- Na madrugada de domingo 15 de setembro de 2024, a Polícia Militar foi acionada, via central, sobre crime de homicídio qualificado, tendo como vítima a criança com as iniciais E.G.L.F, 07 anos de idade, filho de Albenice Leal Lopes.
Segundo depoimento dos policiais, ao chegarem no local, a criança foi localizada caída no chão do quarto da casa, com uma corda em volta do pescoço e já sem vida. Informações apontam que o autor do crime seria o padrasto Cleiton de Sá Freitas, o qual foi preso em flagrante delito após admitir a autoria do crime e informar que agiu por motivo de vingança, após um desentendimento com a mãe da criança.
Cleiton foi conduzido à Delegacia de Polícia, onde foi autuado pelo delegado plantonista por homicídio qualificado, nesta segunda (16) passou pela audiência de custódia junto ao Poder Judiciário.
Fonte:Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/2024/15:54:13
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Brasil vive terrorismo climático, diz Marina Silva
(Foto: Reprodução) – Para ministra, pessoas usam altas temperaturas para atear fogo ao país
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou neste sábado (14), em São Carlos, no interior de São Paulo, que o Brasil vive um terrorismo climático, com pessoas usando as altas temperaturas e a baixa umidade para atear fogo ao país, prejudicando a saúde das pessoas, a biodiversidade e destruindo as florestas. “Há uma proibição em todo o território nacional do uso do fogo, mas existem aqueles que estão fazendo um verdadeiro terrorismo climático”, afirmou em entrevista a veículos de comunicação.
Ela ressaltou que é fundamental que todos os agentes públicos que já estão mobilizados continuem agindo, porque há uma intenção por trás dessas ações. Segundo a ministra, apenas dois estados não estão passando por seca. Ela defendeu pena mais rígida para quem comete esse tipo de crime. Atualmente a pena varia de um a quatro anos de prisão.
“Não é possível que diante de uma das maiores secas de toda a história do nosso continente e do país, e com a proibição existente, que as pessoas continuem colocando fogo. Isso causa grande mal à saúde pública, ao meio ambiente, aos nossos sistemas produtivos e só agrava o problema da mudança do clima. Quando você tem uma situação em que sabe que colocar fogo é como se estivesse acionando um barril ou um paiol de pólvora, isso é uma intenção criminosa”, disse.
Marina lembrou que 17 pessoas já foram presas e há 50 inquéritos abertos. Para a ministra, é provável que haja pessoas por trás incentivando os crimes, o que pode ser descoberto com investigações e trabalho de inteligência da Polícia Federal (PF). Ela comparou ainda os incêndios criminosos com a tentativa de golpe no dia 8 de janeiro de 2023.
“Por isso é tão importante o trabalho da PF. É preciso continuar investigando com trabalho de inteligência combinado, porque é aí que vamos poder descobrir de onde vem essa motivação. Eu estou praticamente comparando o que está acontecendo ao dia 8 de janeiro. São pessoas atuando deliberadamente para criar o caos no Brasil, tocando fogo nas florestas e nas atividades produtivas das pessoas”.
A ministra ressaltou que o prejuízo em São Paulo já é de R$ 2 bilhões para os agricultores, principalmente os plantadores de cana-de-açúcar. Segundo ela, já são 900 mil hectares de áreas de agricultura e pecuária queimadas, 1,4 milhão de hectares em área de campo de pastagem e 1 milhão de hectares em áreas florestais.
“Uma floresta úmida não pega fogo, porque o fogo começa e a própria floresta consegue fazer com que se apague. Como já estamos vivendo os efeitos de mudança climática, provavelmente a floresta está perdendo umidade, como dizem os cientistas, e cerca de 32% dos incêndios estão sendo feitos intencionalmente para degradar a própria floresta”, analisou.
Fonte: Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil – São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2024/17:40:54
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Seca coloca em alerta geração de eletricidade na Amazônia
(Foto: Reprodução) – Brasília – A seca histórica que impacta a região amazônica e reduz o nível dos rios da região já mexe com o preço do óleo diesel que abastece as usinas de energia elétrica.
No Estado do Amazonas, onde 121 térmicas que geram eletricidade dependem da queima de óleo diesel e gás, é grande a pressão por aumento no preço deste insumo, devido às dificuldades de distribuição causadas pela estiagem.
Das 144 usinas que hoje estão em operação no Amazonas, 121 dependem do fornecimento desses combustíveis – principalmente do diesel – para operar.
Da potência total de 2.094 megawatts de energia gerada no Estado, 1.800 megawatts são obtidos via a queima de óleo, que é uma das fontes mais poluidoras de toda a matriz elétrica, só atrás do carvão mineral.
O cenário tem causado questionamentos entre donos de usinas do Estado e o principal fornecedor de diesel na região, a Atem Distribuidora de Petróleo. O Grupo Atem é dono de 47 balsas-tanque e 20 empurradores, com capacidade de armazenamento de 145 milhões de litros de combustível.
Responsável por abastecer usinas térmicas em 95% das comunidades do Amazonas, a Atem enviou cartas aos geradores da região, informando que terá de aumentar o preço de seu óleo, devido às dificuldades de transporte e acesso às plantas.
Quem paga a conta?
Nos cálculos apresentados a empresas como Amazonas Distribuidora, Powertech, Aggreko Energia, VP Flexgen e Oliveira Energia, donas da maior parte das usinas no Estado, a Atem apresenta cálculo que eleva o valor do diesel entre R$ 0,9 e R$ 0,15 por litro de combustível, dependendo da localização de cada planta. Só a Oliveira Energia, por exemplo, tem 42 usinas abastecidas pela Atem.
Em toda a região Norte, são gastos cerca de R$ 12 bilhões por ano para suprir o fornecimento de energia nos sistemas de geração isolados, regiões que não estão conectadas à rede interligada nacional e precisam da eletricidade das térmicas.
Esse montante é pago pela Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), encargo incluído na conta de luz de todos os consumidores do país. Ocorre que os valores relacionados ao transporte de combustível já estão quantificados.
A Powertech reagiu à cobrança extra e, por meio de seu escritório de advocacia, e acionou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), acusando a fornecedora Atem de querer impor um custo extra às suas operações que não consta em contrato.
“Esta tentativa unilateral de aumentar o preço do combustível representa grave subversão às disposições do contrato particular de fornecimento de combustível, celebrado entre as partes, representando, ainda, risco de atendimento ao próprio sistema isolado [de distribuição de energia], que possui peculiaridades sensíveis e específicas que lhes são inerentes”, afirmou a Powertech.
Seca histórica
A Atem afirma que o aumento é resultado da seca que atinge a região. Em muitas localidades, o transporte fluvial é a única alternativa existente, inclusive para o diesel.
Devido às áreas mais rasas que se espalham nos rios, como se vê no Rio Madeira, que enfrenta sua pior seca desde que passou a ser monitorado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), em 1967, a empresa alega que precisa recorrer ao aluguel de balsas adicionais, de menor porte, capazes de navegar durante a seca severa.
“Será necessário o posicionamento de balsas adicionais durante este período para realizar entregas com segurança”, afirma a companhia, em carta enviada para a empresa Powertech.
“A Atem se vê obrigada a repassar os custos decorrentes da implementação do plano de emergência a seus clientes, incluindo a contratante, pois o incremento de custos aqui descrito é causado pela verificação de riscos que não devem ser alocados para a Atem e faz com que o contrato de fornecimento se torne demasiadamente oneroso para esta.”
Já em comunicado à Aggreko, que tem plantas na região do Rio Negro, a Atem afirmou que cada “balsa-pulmão” que terá de contratar para chegar à região tem um custo previsto de R$ 50 mil por mês e que o posicionamento de balsas adicionais para entregar o óleo na região vai resultar em um acréscimo de R$ 0,15/litro no frete. O aumento, segundo a empresa, deve vigorar durante todo o período de estiagem, que acaba em novembro.
No fim de agosto, a Aneel analisou pedidos das usinas, que questionaram o aumento do preço de forma unilateral pela empresa e solicitaram reequilíbrio financeiro de seus contratos de compra e venda. A demanda ainda está sob análise pela agência reguladora.
Alerta
O reflexo financeiro da estiagem nos custos das usinas é apenas uma parte dos problemas causados pela seca. A Aneel passou a monitorar e a cobrar detalhes do nível de armazenamento de combustível de cada usina da região, para evitar riscos de apagão por falta de diesel.
“Em função da configuração de estiagem com forte intensidade observada na região Norte do país, cumpre alertar aos agentes responsáveis por centrais geradoras em operação nos Sistemas Isolados da região Norte quanto à necessidade de manutenção dos estoques de combustível e autonomia suficiente para atendimento às localidades envolvidas, antecipando seus pedidos de compra de combustível para aproveitar toda a capacidade de estocagem disponível nas usinas”, afirmou a agência, em comunicado enviado às 21 empresas que fornecem energia em áreas isoladas da Amazônia.
Ainda que a eventual dificuldade de navegabilidade em alguns rios possa resultar em aumento de custos de combustível, afirma a agência, isso não deve resultar em riscos para o atendimento da demanda de energia elétrica.
“A manutenção dos estoques de combustível e autonomia suficiente deve ser garantida, independente de eventual tratativa acerca de pleitos de acréscimo no preço do combustível que vêm sendo requeridos pelas empresas supridoras desse insumo”, afirma a Aneel.
Hidrelétricas desligadas
A seca extrema expõe não apenas a fragilidade do abastecimento de energia da região amazônica, como também a capacidade das principais hidrelétricas do país em prover geração em tempos de níveis mínimos recordes em seus reservatórios.
Exportadoras de energia para as demais regiões do país, as grandes hidrelétricas da Amazônia também estão com a maior parte de suas turbinas desligadas, devido à falta de água. Os dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que, nesta primeira quinzena de setembro, a maior hidrelétrica do Brasil, Belo Monte, com seu potencial de 11.233 megawatts de energia, está produzindo apenas 330 megawatts por dia com suas barragens no Rio Xingu, menos de 3% de sua capacidade plena.
No Rio Madeira, a hidrelétrica está gerando 140 MW, quando seu potencial é de 3.750 MW. No mesmo rio, a usina de Santo Antônio tem produzido cerca de 250 MW diários, tendo capacidade plena de 3.568 MW, ou seja, menos de 10% do total.
Na última semana de agosto, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil) declarou situação de emergência nos 62 municípios amazonenses, por conta dos efeitos da estiagem. Até 29 de agosto, mais de 77 mil famílias já haviam sido afetadas pela estiagem no Estado. Cerca de 1,1 mil toneladas de alimentos para assistência humanitária foram distribuídas para municípios do interior.
De junho até o dia 10 de setembro, mais de 13 mil focos de incêndio foram combatidos pelo Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, sendo 1.323 incêndios na capital e 11,6 mil no interior do Estado.
Fonte: André Borges e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2024/17:29:28
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Motociclista morre ao colidir contra mureta de ponte no sudeste do Pará
Corpo ficou entre os dois sentidos da ponte. — Foto: Reprodução / TV Liberal
Acidente ocorreu na rodovia ‘Transamazônica’, em Marabá, sobre o rio Itacaiúnas.
Um motociclista, identificado como Josimar Leandro Vieira, de 33 anos, morreu ao colidir contra a mureta de proteção da ponte sobre o rio Itacaiúnas, em Marabá, no Pará, neste final de semana.
O acidente ocorreu na rodovia BR-230, a Transamazônica, no bairro folha 30. Segundo o relato de ocorrência feito pela Polícia Militar (PM), o condutor da moto morreu na hora.
Com o impacto, o corpo da vítima foi jogado para fora da pista e ficou no canteiro entra as faixas dos dois sentidos da via. Segundo testemunhas, Josimar vinha em alta velocidade, quando perdeu o controle da moto e bateu com ela na estrutura de concreto da ponte.
Após a ocorrência, o corpo do motociclista foi removido pela Polícia Científica.
Fonte: g1 Pará e TV Liberal — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2024/17:22:10
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Pará começa a colocar chips em bois com o objetivo de garantir carne livre de desmatamento
Governador do Pará Helder Barbalho (MDB) colocou brinco no 1º boi do estado a ser incluído no Sistema de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará (SRBIPA). O evento aconteceu. O evento aconteceu no Parque de Exposições Orlando Quagliato, em Xinguara (PA) — Foto: Imaflora
Estado lançou a primeira política pública do Brasil que promete rastrear animais do nascimento ao abate, até o final de 2026.
Governador do Pará Helder Barbalho (MDB) colocou brinco no 1º boi do estado a ser incluído no Sistema de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará (SRBIPA). O evento aconteceu. O evento aconteceu no Parque de Exposições Orlando Quagliato, em Xinguara (PA) — Foto: Imaflora
O Pará se tornou, na última quarta-feira (11), o primeiro estado do Brasil a lançar uma política pública que promete rastrear a vida dos bois do nascimento ao abate, com o objetivo de garantir uma carne livre de desmatamento.
Atualmente, nem mesmo o governo federal tem uma medida semelhante, embora o tema esteja discussão no Ministério da Agricultura desde maio.
🪪 + 🐂A ideia do governo do Pará é colocar chips e brincos nas orelhas dos bois, com numerações individuais – como os nossos “CPFs” – que devem ajudar a verificar se os animais nasceram ou passaram por uma fazenda com irregularidades ambientais e até mesmo com trabalho análogo à escravidão.
O programa está sendo chamado de Sistema de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará (SRBIPA).
O primeiro boi a ganhar um “CPF” foi batizado de “Pioneiro” (imagem abaixo). Ele recebeu o brinco na última quarta-feira, em Xinguara (PA), pelas mãos do próprio governador Helder Barbalho (MDB), que prometeu rastrear todo o rebanho do Pará até o final de 2026, quando termina o seu atual mandato.
O estado tem, hoje, 24 milhões de bovinos, o segundo maior rebanho do Brasil, atrás somente do Mato Grosso, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
➡️O que já foi definido: o governo do Pará já estabeleceu como será feita a identificação dos bovinos e o sistema onde os dados dos animais serão registrados – três portarias já foram publicadas sobre esse tema.
➡️O que falta: o estado ainda precisa publicar as normas de como os dados dos bois serão cruzados com informações socioambientais para garantir uma carne livre de desmatamento.
Primeiro boi a ganhar um “CPF” foi batizado de “Pioneiro”. — Foto: Imaflora
Primeiro boi a ganhar um “CPF” foi batizado de “Pioneiro”. — Foto: Imaflora
🚨Por que isso importa? O Brasil, como maior exportador de carne bovina, enfrenta pressões para garantir que sua produção não esteja ligada ao desmatamento, especialmente na Amazônia Legal, que abriga 44,3% do rebanho bovino do país.
Em janeiro de 2025, a União Europeia vai proibir a entrada de qualquer produto que passou por área desmatada. A China, que é o nosso principal comprador, publicou, em 2021, regras para evitar a importação de produto associado ao desmatamento.
Alguns frigoríficos do Pará – e de outros estados da Amazônia – já verificam a origem do animal.
Isso porque, a partir 2009, muitos deles assinaram Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) junto ao Ministério Público Federal (MPF), se comprometendo a não comprar bois de áreas desmatadas. Mas ainda há problemas:
hoje, o único controle de entrada e saída de bois das fazendas é feito pela Guia de Trânsito Animal (GTA), que identifica apenas a origem dos grupos de animais, mas não a de cada um individualmente;
a maior parte dos frigoríficos só checa a situação dos seus fornecedores diretos, ou seja, das fazendas que engordam os bois;
Não existe a mesma verificação dos fornecedores indiretos, que são, geralmente, as fazendas que criam bezerros e bois magros.
A identificação individual de bois, com brincos e chips, pretende resolver os gargalos acima ⬆️.
Foto: Bárbara Miranda, Bruna Azevedo, Bianca Batista e Luisa Rivas | Arte g1
Como o boi paraense vai ganhar ‘CPF’
Em entrevista ao g1, o Secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Pará, Raul Protázio Romão, explicou que o sistema que vai reunir os dados dos bois é o Sigeagro.
É um programa do estado do Pará que atualmente registra informações de propriedades rurais, como o número delas no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
🔎O CAR é um documento público nacional que mostra onde fica a fazenda e a sua situação ambiental: se tem áreas de preservação, reserva legal, etc.
“A única coisa que vai mudar é que os dados individualizados dos animais vão passar a integrar essa base [do Sigeagro]”, explica Romão.
No sistema, o pecuarista vai inserir informações como o sexo, a data de nascimento e as vacinas do seu rebanho. Esses dados serão vinculados a uma numeração que sempre vai começar com 076, seguida por mais 15 dígitos. A emissão dos números será feita pelo Ministério da Agricultura.
🔎🔎O “076” é o prefixo do Brasil na Organização Internacional de Normalização (ISO), uma entidade global que desenvolve normas para bens e serviços.
Os números ficarão registrados em brincos amarelos e chips na cor azul que serão colocados nas orelhas dos animais.
🥩Como garantir carne livre de desmatamento?
O governo ainda precisa formalizar a maneira como os dados dos ‘CPFs’ dos bois serão usados para garantir a origem da carne.
Romão adianta que as informações serão analisadas levando em conta os critérios dos acordos já firmados entre os frigoríficos da Amazônia e o MPF.
➡️Segundo esses termos, as empresas da região não podem comprar gado de fazendas que têm desmatamento ilegal, trabalho escravo ou sobreposição com terra indígena, quilombola e unidade de conservação.
Para se chegar a essa conclusão, os frigoríficos cruzam dados do CAR e das GTAs das fazendas com imagens de satélites e diversos documentos, como embargos ambientais, lista suja do trabalho escravo, etc.
De acordo com Romão, o próprio governo do estado fará essa análise de dados e os disponibilizará em uma plataforma chamada Selo Verde.
“O Selo Verde já existe no estado, mas nós vamos adaptá-lo com as informações individuais dos bois. Assim, o frigorífico vai poder saber que o ‘animal 327’ nasceu numa propriedade dentro de uma terra indígena e que, portanto, não vai poder comprá-lo”, diz Romão.
Alguns frigoríficos da Amazônia já possuem sistemas para rastrear a origem do boi. Para esse grupo de empresas, o secretário diz que o governo pode desenvolver APIs, que permitem conectar sistemas para troca de dados.
Como ficam os pequenos produtores?
Romão diz que a proposta do governo tem sido bem recebida por grandes pecuaristas da região, pois muitos deles já fazem identificação individual dos bois para gerir melhor as fazendas.
Sem contar que, para os grandes, não sai caro implementar a rastreabilidade com chip, pois os custos do processo se diluem nos custos das empresas.
Mas os pequenos produtores vão precisam de apoio, já que muitos não têm a mesma capacidade de investimento das grandes fazendas.
Por causa disso, o governo do Pará está prometendo doar 4 milhões de pares de brincos e chips aos pequenos.
“Estamos falando de 60 mil a 70 mil propriedades que se enquadram nos requisitos para receber a doação”, afirma Romão.
Por outro lado, o secretário diz que o governo está atrás de parcerias para viabilizar a colocação dos brincos e dos chips no rebanho das pequenas fazendas.
O processo de instalação precisa, por exemplo, de bretes ou troncos, que são estruturas que seguram os animais enquanto eles recebem os acessórios. Nem todo produtor tem esses equipamentos, que são mais caros do que os brincos e chips.
“O brinco não vai ser problema. Ele custa R$ 10 por cabeça. Mas a instalação dele sai R$ 30 [por boi]”, explica Romão.
Por isso, a ideia do governo é rodar pelo estado com caminhonetes para levar bretes móveis às pequenas propriedades.
Como estão sendo os debates
Os critérios que os frigoríficos da Amazônia seguem – e que o governo do estado do Pará deve adotar – foram desenvolvidos pela ONG Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), em conjunto com o MPF.
Marina Guyo, que é gerente de políticas públicas do Imaflora, explica que a ONG também faz parte do Conselho Gestor que define as regras do programa do Pará.
Outra ONG que faz parte do conselho é a The Nature Conservancy (TNC), além de associações de indústrias e agricultores do estado. Quem preside o conselho é a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará).
“O conselho tem sido bem ativo, com reuniões uma vez por mês. Pelo nível de envolvimento dos atores, a gente pode dizer que tem sinais positivos de engajamento político”, comenta Marina, do Imaflora.
Para Marina, um dos destaques dessa política pública é que ela não vai excluir pecuaristas que têm pequenas irregularidades junto ao estado.
Um exemplo disso é quando um pecuarista desmata dentro do limite permitido pelo Código Florestal, mas sem a autorização do governo estadual.
Na Amazônia, os produtores rurais podem desmatar até 20% da sua propriedade, mas precisam preservar os 80% restantes.
“Neste caso, ele tem uma irregularidade administrativa que não é tão grave quanto invadir terra pública ou desmatar além do percentual. Então, a partir do programa de requalificação comercial, ele vai se comprometer com a regularização, e será monitorado pelo governo do estado”, explica.
Política pública mais ampla
Romão, do Meio Ambiente, explica que todas essas medidas fazem parte de uma política pública mais ampla, que foi batizada de “Programa de Integridade e Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Pecuária de Bovinos e Bubalinos Paraenses”.
A medida tem três eixos: a rastreabilidade individual (que é o processo de colocar brincos nos bois); a integridade socioambiental (que é a garantia de que o animal não veio de área desmatada); e o desenvolvimento da pecuária (governo prevê crédito e assistência técnica para melhorar a produção).
O g1 procurou a Adepará para entender mais sobre o programa. Em resposta, o órgão enviou um cronograma dos prazos de implementação da política pública. Veja a seguir.
Cronograma
Até 31 de dezembro de 2025: os produtores deverão, obrigatoriamente, identificar – com brincos e chips – todos os bois que serão movimentados dentro do estado, seja para abate, cria, recria, engorda, leilões e exportação;
Até 31 de dezembro de 2026: todo boi que foi ou não movimentado dentro do estado deverá ser identificado.
O sistema também será dividido em três fases, começando pelas regionais com o maior número de rebanhos.
1ª fase: Marabá, Tucuruí, Novo Progresso, Xinguara, Redenção, São Geraldo do Araguaia, Altamira, Rondon e Tucumã – programada para 2024 e 2025; 2ª fase: Abaetetuba, Castanhal, Capanema, Capitão Poço, Santarém, Oriximiná, Itaituba e Paragominas – janeiro a dezembro de 2025. 3ª fase: Almeirim, Soure, Breves – a Adepará não detalhou as datas dessa etapa. O g1 questionou o órgão, mas não houve resposta até a publicação dessa reportagem.
Fonte: Paula Salati e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2024/17:12:25
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PM é preso, após mulher embriagada dirigir viatura e provocar acidente em Belém.
Viatura invadiu calçada após colisão na orla de Icoaraci. — Foto: Reprodução / TV Liberal
Caso ocorreu na orla de Icoaraci, distrito de Belém. A Polícia Militar (PM) informou que o agente foi detido por desvios de conduta e será apresentado na corregedoria.
Um policial militar foi preso neste sábado (14), após se envolver em um acidente de trânsito na orla de Icoaraci, em Belém. Segundo testemunhas, ele ensinava uma mulher embriagada a dirigir com a viatura.
A Polícia Militar (PM) informou que o agente foi detido por desvios de conduta e será apresentado na corregedoria. A mulher também foi presa. Segundo a PM, ela foi autuada por alcoolemia e está à disposição da Justiça.
Imagens mostram a viatura por cima da calçada, ao lado de três motos caídas. Não houve registro de feridos, mas a ocorrência provocou confusão e tumulto no local.
Pessoas que passavam pelo orla relataram que o viatura bateu nas motos e em um carrinho de bebidas de um vendedor ambulante.
Fonte: g1 Pará e TV Liberal — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2024/17:03:34
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Operação contra tráfico interestadual de drogas prende três paraenses no Rio Grande do Norte
Drogas e itens apreendidos no RN. — Foto: PF PA/
Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) do Pará também prendeu em flagrante uma mulher em Igarapé-Miri durante outra operação.
Uma operação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) do Pará prendeu três paraenses, sendo um homens e duas mulheres, em flagrante no terminal rodoviário de Natal, no Rio Grande do Norte. O caso foi divulgado pela Polícia Federal (PF) neste domingo (15).
Segundo os agentes, a operação, intitulada ‘Guanabara’, investigou, por quatro meses, um esquema de tráfico interestadual. “Uma facção criminosa remetia grandes quantidades de entorpecentes de Belém para Natal, que eram transportados por ‘mulas’ em ônibus de linha”, afirmou a PF.
A corporação detalhou que um carro foi interceptado no sábado (14). Ele transportava 12 kg de skunk, a “supermaconha”, que estava em duas malas no bagageiro.
“A abordagem foi quando o veículo chegou ao terminal rodoviário de Natal. Duas mulheres e um homem, que estavam no veículo, foram presos em flagrante por tráfico e associação para o tráfico ilícito de entorpecentes”, pontuou a PF.
O homem, ainda de acordo com os agentes, também foi autuado em flagrante por apresentar documento falso durante a abordagem. Além disso, contra ele foi cumprido um mandado de recaptura expedido pela Vara de Execuções Penais de Belém, também por tráfico.
Prisão no Pará
Entorpecentes e itens apreendidos com mulher no Pará. — Foto: PF PA
No mesmo sábado (14), a Ficco flagrou cocaína e maconha durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão em Igarapé-Miri, no nordeste do Pará.
A diligência resultou na apreensão de cerca de quatro kg de cocaína do tipo óxi, 2,2 kg de cocaína em pó e um quilo de maconha.
Segundo a PF, as drogas estavam na posse da moradora da casa, que foi autuada em flagrante por tráfico ilícito de entorpecentes.
Os agentes informaram que o mandado foi resultado de investigação sobre distribuição de drogas no município, que estaria sendo promovida por uma liderança regional de facção criminosa, que mora fora do Pará.
O que é a Ficco?
A Ficco é uma força-tarefa composta pela PF, Polícia Civil (PC) do Pará e Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), com objetivo de realizar uma atuação integrada no enfrentamento ao crime organizado no estado do Pará.
Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2024/16:54:49
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O tamanho de duas sucuris encontradas mortas em Novo Progresso assusta moradores ;Fotos
Embora o tamanho delas seja assustador, a espécie não possui veneno. (Fotos:Via WhatsApp/Jornal Folha do Progresso)
As duas sucuri foram encontradas sem vida, em rios da região de Novo Progresso.
Conforme relatos de testemunhas, os animais foram encontradas mortas na semana passada entre os dias ⅞ de Setembro, uma na região do Curuá provavelmente morreu ao escapar do fogo a região onde foi encontrada foi alvo de incêndio e teve a vegetação destruída e outra encontrada às margens do Rio Jamanxim,região da Vila Isol no interior de Novo Progresso, tanto uma como outra tem média de 6,45 metros de comprimento.
Até então, a maior sucuri já registrada tinha 6,51 metros foi encontrada morta às margens do rio Formoso, em Bonito (MS). Geralmente, as sucuris adultas têm entre 4 e 5 metros e pesam de 80 a 100 quilos. No caso destas encontradas mortas em Novo Progresso-PA, os tamanhos e peso assustou os moradores.
Os biólogos afirmam que a sucuri não tem um comportamento agressivo, o que não justificaria uma ação violenta contra o animal por motivo de defesa.
Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/2024/05:54:13
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Criança de 6 anos morre em acidente envolvendo caminhão e fiat strada em Novo Progresso
Tragédia na BR-163: Acidente Envolve Caminhão e Fiat Strada em Novo Progresso (Foto:Reprodução)
Um trágico acidente foi registrado na BR-163, em Novo Progresso, no sudoeste do Pará, por volta das 19h30 do último domingo (15), envolvendo um caminhão e um Fiat Strada com cinco ocupantes, incluindo uma criança João Felipe Alves Souza de 6 anos que não resistiu aos ferimentos e faleceu.
Conforme informações, o caminhão tentou realizar uma ultrapassagem arriscada, colidindo na lateral do Strada. Com o impacto, o veículo perdeu o controle, rodou na pista e foi novamente atingido na parte traseira pelo caminhão.
As vítimas foram rapidamente socorridas por populares e levadas ao Hospital Municipal. Entre elas estava a criança de 6 anos, que não resistiu aos ferimentos. As condições de saúde dos outros ocupantes não foram divulgadas até o momento.
O motorista do caminhão prestou assistência imediata aos feridos e aguardou no local até a chegada das autoridades. Ele foi posteriormente conduzido à Delegacia de Polícia.
Fonte: Portal Giro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/2024/05:54:13
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PRF Apreende Veículo Adulterado em Santarém, no Pará
(Foto: Reprodução) – Toyota Hilux com registro de roubo é localizada durante rondas na BR-163.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizava rondas na BR-163, no Km 995, na manhã desta segunda-feira, 16 de setembro de 2024, no município de Santarém, no oeste do Pará, quando visualizou um veículo da marca/modelo Toyota Hilux, de cor prata.
Ao realizar a aproximação, os agentes perceberam que alguns dos elementos de identificação divergiam dos padrões de fábrica. A abordagem foi aprofundada e ficou comprovado que se tratava de um veículo adulterado, o qual possuía registro de roubo com uso de arma de fogo e restrição da liberdade da vítima, registrado na cidade de Parauapebas-PA.
O veículo e o proprietário foram encaminhados à 16ª Seccional de Polícia Civil, com sua integridade física e psicológica preservadas, para que a autoridade policial tomasse as providências cabíveis de acordo com o Código de Processo Penal.
Conforme a PRF, não foi necessário o uso de algemas, em atendimento aos requisitos estabelecidos na Súmula Vinculante número 11 do STF e no Decreto 8858/2016.
Fonte: Plantão 24horas News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2024/15:32:37
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