Avião com o governador do Pará faz ‘pouso não programado’ por causa de fumaça

Helder Barbalho cancelou compromissos após não conseguir ir até a cidade programada devido àbaixa visibilidade causada por incêndios.

Governador do Pará, Helder Barbalho fala de ‘pouso não programado’ após fumaça

A fumaça provocada por incêndios que atingem o Pará teriam causado o pouso forçado da aeronave na qual viajava o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), na noite desta quarta-feira (18) na região nordeste do Pará. A informação foi divulgada pelo próprio governador em um vídeo – veja acima.

Helder Barbalho relatou que, após participar de uma inauguração em Irituia, a aeronave em que estava, precisou fazer um pouso emergencial em Santa Maria do Pará, devido à baixa visibilidade causada pela fumaça de incêndios.

“Queridos amigos e amigas de São Caetano de Odivelas, infelizmente, nós, não conseguimos o deslocamento saindo de Irituia. Eu estava lá, também, inaugurando uma obra na cidade e, por conta da fumaça, tivemos que fazer um pouso não programado em Santa Maria do Pará”, disse o governador.

Por conta do incidente nesta quarta, Helder não compareceu à inauguração de obra em São Caetano de Odivelas, nordeste do Pará, que ocorreria nesta noite.

No vídeo divulgado, o governador também aproveitou para pedir desculpas à população e anunciou que a inauguração será remarcada, sem dar detalhes sobre a situação sobre a fumaça na região.

Incêndios na Amazônia

Tropas da Força Nacional deve atuar no combate e investigação de incêndios florestais na Amazônia Legal —

Fonte:G1PA  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/2024/05:54:13

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Polícia Civil-PA abre 47 vagas de nível médio e superior via edital 03/2024

(Foto:Reprodução) – Processo Seletivo da Polícia Civil do Estado do Pará abre vagas em vários cargos de níveis médio e superior. Contratos serão temporários.
Atenção candidatos do estado do Pará! A Polícia Civil local vai inscrever apenas nos dias 19 e 20 de setembro para um processo seletivo simplificado que oferece 47 vagas em cargos de nível médio e superior para lotação nas cidades de Belém e Região Metropolitana, Altamira, Breves, Marabá, Paragominas, Itaituba, Parauapebas, Redenção, São Félix do Xingu e Tucuruí.

Abertura inscrições 19/09/2024
Encerra inscrições 20/09/2024
Salários até R$ 1.983,34
Total de vagas 47

A seleção será para novos contratos temporários na área administrativa da Polícia em várias cidades. Os candidatos poderão tentar os cargos de:

Assistente Administrativo (35 vagas)
Assistente de Informática (9)
Técnico em Gestão de Informática – Analista de Redes (1)
Técnico em Gestão de Informática – Desenvolvedor (1)
Técnico em Gestão de Informática – Analista de Suporte (1)

Os profissionais contratados terão jornada de 30 horas semanais e remuneração mensal entre R$ 1.397,93 e R$ 1.983,34, mais gratificação.
Inscrição

Os candidatos devem ficar atento ao prazo de inscrição, que durará somente dois dias. As inscrições devem ser feitas a partir das 0h de 19 de setembro até às 23h59min do dia 20 de setembro de 2024 pela internet, por meio do endereço eletrônico www.sipros.pa.gov.br. A inscrição será gratuita para participar.

Provas

O processo seletivo terá etapas de inscrição, de caráter habilitatório, mais análise curricular de caráter eliminatório e classificatório; e ainda uma entrevista, de caráter eliminatório e classificatório. Veja os critérios da avaliação curricular que contam pontos para a classificação final:

Cargos de nível superior

Graduação: 2,5 pontos;
Especialização: 3,5 pontos;
Mestrado: 4,5 pontos;
Doutorado: 6,5 pontos;

Cargos de níveis médio e técnico

Ensino Médio: 8,5 pontos;
Ensino Técnico: 8,5 pontos;

Todos os cargos

Tempo de Serviço: 0,3 ponto por ano completo até o máximo de 03 pontos;
Curso de Capacitação Profissional: 01 ponto para cada 40h horas apresentadas e comprovadas, até o máximo de 10 pontos.

O processo seletivo terá validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da Polícia Civil do Estado do Pará. Veja mais no edital.

Fonte:Ache Concursos  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/2024/05:54:13

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MPF recomenda cancelamento de Cadastro Ambiental Rural em área de comunidades tradicionais no Marajó (PA)

Indícios de grilagem de terras e ausência de comprovação de posse são alguns dos fatores que invalidam o documento
O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Pará o cancelamento imediato de Cadastro Ambiental Rural (CAR) de imóvel localizado em área de proteção ambiental do Arquipélago do Marajó, no Pará. O CAR foi concedido a sócios da empresa Mejer Agroflorestal LTDA, em região ocupada legitimamente por comunidades tradicionais, nos municípios de Breves e Curralinho.

Essas comunidades estão inscritas no Projeto Nossa Várzea, do governo federal, e possuem Termo de Autorização de Uso Sustentável (TAUS), concedido pela Superintendência do Patrimônio da União (SPU), que reconhece a posse tradicional da terra.

Ao solicitar documentações ao Cartório do 1º Ofício da Comarca de Breves, o MPF constatou que não há registros que comprovem a propriedade ou a posse dos sócios sobre o imóvel e que as informações cadastradas no CAR não coincidem com os dados repassados ao cartório.

Apesar de ser documento obrigatório para a concessão do CAR, também não foi realizado o georreferenciamento do imóvel, outro fator que torna irregular o registro do cadastro rural.

Além disso, o MPF destaca que o CAR excede o limite de 2.500 hectares estabelecido pela Constituição Federal para propriedades rurais, abrangendo uma área de mais de 11.600 hectares, o que indica possível grilagem de terras públicas e a ausência do Estado na proteção do patrimônio público fundiário.

A Semas tem prazo de 15 dias úteis para informar se acatará a recomendação, apresentando a comprovação do cancelamento do registro ou, caso contrário, justificando de forma fundamentada a não adoção da medida. O MPF alerta que a ausência de resposta pode configurar crime de desobediência, além de improbidade administrativa.

Fonte: Ministério Público Federal no Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/2024/05:54:13

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MPF recebe demandas sobre falhas em serviços de saúde voltados para indígenas, no Pará

(Foto: MPF) – Demora no atendimento de casos urgentes e crise hídrica foram alguns dos problemas apontados pelas comunidades

foto mostra reunião em que cerca de 15 participantes da reunião estão sentados ao redor de uma mesa grande, um deles está usando trajes indígenas, sem camisa,com colares e adereços penas coloridas

O Ministério Público Federal (MPF) promoveu uma reunião, em Santarém (PA), com lideranças indígenas e representantes de instituições responsáveis por serviços públicos de saúde voltados às comunidades tradicionais da região do Tapajós. No encontro, as lideranças das Terras Indígenas Munduruku, Kaboro’a, Parawaduki e Açaizal relataram que enfrentam graves situações de precariedade nos serviços de saúde ofertados pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Rio Tapajós.

Entre os principais problemas apontados pelos indígenas, estão:

*Demora no atendimento de casos urgentes que demandam a remoção de pacientes por meio de transporte aéreo;
*Falta de combustível para realizar transporte de emergência pela via fluvial;
*Dificuldade de comunicação entre as equipes de saúde em razão de falta de internet ou sinal;
*Crise hídrica em toda a região, especialmente em aldeias no município de Jacareacanga, onde está crítica a falta de água potável.

Em decorrência da demora na transferência de pacientes para unidades de saúde mais estruturadas para atender casos graves ou urgentes, os indígenas afirmam que, em alguns casos, familiares chegaram a óbito. Exemplo disso foi o caso de uma criança que faleceu por causa de uma picada de animal peçonhento e pela falta de atendimento imediato.

Também participaram da reunião representantes da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), do Hospital e Maternidade Santa Terezinha e das Associações Indígenas Wuyxaximã e Wakoborun.

Providências – Com o objetivo de garantir o direito a serviços de saúde dignos e eficazes aos indígenas, o MPF enviou ofício para a Sesai e para a Controladoria Geral da União (CGU), para provocar o diálogo sobre alternativas simplificadas para os procedimentos internos da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em atendimento à solicitação de transporte aéreo para os casos de remoção urgente de pacientes.

O órgão também solicitou à Funai e ao Ministério da Saúde que encaminhem o diagnóstico em saúde do povo Munduruku, apresentado na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 709, em trâmite no Supremo Tribunal Federal (STF).

Além disso, o MPF enviou ofício para os municípios de Itaituba, Jacareacanga, Aveiro, Trairão, Rurópolis e Novo Progresso, além de para o Distrito de Castelo dos Sonhos, no município de Altamira, para obter informações sobre os planos de ações emergenciais em combate ao período de estiagem e que informem os recursos que receberam do Fundo Amazônia para essa destinação e como estão realizando a devida aplicação.

Fonte: Ministério Público Federal no Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/2024/05:54:13

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Publicação Nº 209/2024 – SEVEN MOVEIS PLANEJADOS LTDA

editalA empresa SEVEN MOVEIS PLANEJADOS LTDA, inscrita no CNPJ de N°26.777.824/0001-66, localizado na Avenida Jamanxim, s/n, Quadra 440, Lote 10, Bairro São Marcos, em Novo Progresso – PA, torna público que RECEBEU da SEMMA/NP (Secretaria Municipal de Meio Ambiente) a LICENÇA AMBIENTAL SIMPLIFICADA (L.A.S) no 027/2024, através do protocolo de n° 1093/2024, para a sua atividade fabricação de moveis – movelaria/marcenaria.

 

Publicado dia 19 de setembro de 2024, às 07:09:58 por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Ítalo, do Novo, quer destinar lixo para incineração e geração de energia em Belém, em vez de aterro sanitário

Ítalo Abati, do Novo, concede entrevista ao JL1 — Foto: Reprodução / TV Liberal

Durante entrevista ao vivo durante o Jornal Liberal 1ª Edição, Ítalo Abati também defende maior digitalização de serviços públicos – confira a íntegra.

Ítalo Abati (Novo), candidato a prefeito de Belém, disse nesta quarta-feira (18), durante entrevista ao Jornal Liberal 1ª Edição, que, se eleito, quer expandir a concorrência entre empresas para assumirem serviços públicos na capital paraense. Entre eles a destinação dos resíduos sólidos por meio de incineração para geração de energia.

“Nós estabelecemos um fetiche com coleta seletiva, por exemplo, falando de um processo final sem entender o processo Inicial. (…) Temos vários processos de adensamento, por exemplo, (…) tudo isso começa com a abertura de mercado”.

Ele também defendeu ainda a criação de uma “Gêmea de Belém”, um aplicativo reunindo serviços públicos no meio digital.

Abati também quer implantar transmissões ao vivo para registrar votações de vereadores na Câmara Municipal e expandir processos licitatórios para ampla concorrência.

A partir desta terça-feira, o JL1 realiza série de entrevistas com os candidatos à Prefeitura de Belém.

Os nove candidatos que concorrem nas eleições municipais serão entrevistados e terão quinze minutos para apresentar propostas e responder às perguntas elaboradas pelos jornalismo da TV Liberal.

A ordem das entrevistas foi definida em sorteio com os representantes dos partidos. As regras foram definidas em comum acordo entre a emissora e os partidos.

Os candidatos se comprometeram em não usar a entrevista nos seus programas eleitorais gratuitos, nem reproduzir nos sites oficiais da candidatura e quaisquer redes sociais, incluindo lives, em qualquer tipo de plataforma.

PRISCILLA – Candidatos, o senhor nunca ocupou o cargo público, é professor, como o senhor pretende convencer seus eleitores de que tem capacidade e que é um nome bom para gestão de uma capital como Belém cheia de desafios e também com grandes problemas.

ÍTALO – Primeiro agradecer bem aqui o espaço, o zelo, Priscila, assim como a TV Liberal, e eu acredito que a pergunta já venha com uma resposta, que é justamente pelo fato de nós não termos experiência política programada que a gente queria acredita ter a própria capacitação para isso.

O partido Novo nós não somos políticos profissionais, nós somos profissionais que queremos fazer política. Então antes mesmo de eu me preocupar em desenvolver uma campanha, eu me preocupei em criar um projeto, juntamente com uma equipe tanto corporativa quanto acadêmica, juntamente com o vice, e assim a gente desenvolveu um projeto chamado Capital, que é de teor técnico, tático e estratégico para a gente poder dar de presente para Belém e ver como ele se valida durante quatro anos.

PRISCILLA – Mas para a gestão municipal ou gestão pública, muitas vezes ela exige habilidades que ultrapassam a capacidade técnica.

ÍTALO – Concordo quando você fala da disciplina governança ou governabilidade. Se você vai manifestar, por exemplo experiência política como o fato de eu ter sido é eleito e saber do networking, ter entendimento de como que eu faço atividade diplomáticas em relação a outras frentes ou outras personas, eu entendo que isso é uma capacidade humana de intercomunicação.

É diferente de você saber do processo licitatório, de gestão que inclusive é uma disciplina, governança que você tem materialidade prática para isso, o conhecimento processual ele não é instigado e ele não é nem cobrado num processo seletivo padrão como a gente ver no sistema democrático brasileiro que é o voto.

Na verdade inclusive o próprio processo de campanha é um processo propagandista e persuasivo que não tem nada a ver com a capacidade técnica do candidato.

PRISCILLA – Como ajustar então técnica, experiência e realidade, porque entre a técnica e toda a ciência que existe até nos números na administração financeira, como aplicar porque a realidade ela pode surpreender.

ÍTALO – Justamente vivendo essa fase de prostituição da informação tão grande que nós vivemos nessa geração é que acabou se deixando de valorizar quem tem conhecimento técnico e informação. Eu por exemplo venho aqui não como um político de carreira, eu venho aqui como um professor da escola de governança do Estado do Pará, que ministra anualmente cursos para servidores públicos em nível de licitação pública e contratos administrativos, como professor de ensino superior da cadeira de direita ambiental e direito constitucional.

Eu tive uma transmutação bem ali do candidato a vice que era o Acilon Batista, professor da federal, e agora eu estou junto ao Bernardino Greco, que é um advogado militante e também professor de direito processual e trabalho. Então toda a nossa equipe ela acaba trazendo um conhecimento prático para o projeto.

Gestão acaba sendo na verdade a harmonia desses fatores, onde a gente vai materializar produtos dentro das possibilidades validadas, inclusive o nosso projeto capital é o único que promove cronograma de execução, e justamente com isso a valorização da nossa esfera pública e da governança por si só.

Meio ambiente

PRISCILLA – Incluindo sobre isso na sua proposta de governo, o senhor fala em eixo ecológica e promete extinguir a precariedade ambiental em Belém nas próximas oito anos, isso está lá na primeira página. O que significa e como o senhor pretende fazer isso?

ÍTALO – O projeto capital, ele foi desenvolvido em três eixos. Um eixo ecológico, um humanista ou humanitário porque depende do ponto de vista e um eixo econômico. A partir dessas três frentes, nós temos um tripé que a gente acredita que vai gerar um progresso em relação à experiência urbana.

Belém, por exemplo, não é uma cidade necessariamente ecológica, a gente vê que os nossos rios urbanos, eles estão totalmente deflagradas, eles estão poluídos, a gente não tem processo de ressignificação da experiência urbana, nós não temos processo de adensamento das nossas calçadas.

A gente vive uma esfera de desvalorização muito grande da nossa própria massa asfáltica então toda a experiência urbana, a partir da calçada do asfalto, da nossa vivência, da iluminação pública, ela está totalmente prostituída, a gente não consegue ter segurança, a gente não consegue ter experiência de uso como cidadão, então quando a gente fala do movimento ecológico é todo o nosso projeto foi baseado, inclusive, levando em consideração a respeito aos 17 ODS, objetivos de desenvolvimento sustentável da agenda 2030.

E a partir dessa absorção, nós verificamos como tornar Belém numa cidade mais sustentável, mais verde, inteligente e necessariamente sensível, porque a partir do nosso projeto a gente prima por uma automação e aplicação de tecnologia em diversas frentes. E isso vai muito além de plantar árvores, isso vai muito além do verde, até porque meio ambiente na verdade é uma experiência socioambiental.

De nada vale você ter uma aparato ecológico se ele não traz produtos de experiência de vivência e ressignificação da vida e dignificação de quem vive na cidade.

Orçamento público

PRISCILLA – Falando sobre isso, exige investimentos.. De onde viria esse dinheiro para aplicar tecnologia, por exemplo?

ÍTALO – É ótima essa pergunta porque muitos candidatos, eu falo inclusive tanto de vereadores quanto o candidato à prefeitura, eles trabalham com a ideia de que você tem projetos e inúmeros projetos e o próprio destaque orçamentário ele já vai ser suficiente.

O destaque orçamentário federal/estadual que chega até o município, ele já são trilhados dentro de gavetas, pra gente ser mais didático.

Eles já são contingenciados e lotados para devidos dos fins, por isso que um dos pilares do projeto capital é tornar a nossa cidade o verdadeiro polo arrecadador em nível de captação de recursos, por isso que nós promovemos por exemplo a conotação dos FABLabs, que são centros de informações incubadoras de produto a partir das comunidades ribeirinhas tradicionais e das nossas próprias periferias.

Esses produtos sociais a gente consegue comercializar, consegue trazer fluxo econômico, fora conseguir desenvolver Belém como uma cidade turística.

A gente prioriza ali quem até três anos e meio, bem ali na finalização do mandato de 4 anos, caso tenhamos o privilégio de poder gestar Belém, a gente consiga colocar como uma capital turística no Brasil em breve de repente nos próximos oito, dez anos nos tornamos a capital turística do Brasil. Turismo é dinheiro, dinheiro é qualidade de vida.

Saneamento

PRISCILLA – Vamos agora um problema que é bem antigo hoje. Belém vive um modelo que é recente inclusive que a parceria público privada da estação que foi feita da gestão do lixo, para os serviços de limpeza urbana e o manejo os resíduos sólidos. Como o senhor pretende resolver e cumprir também inclusive a política nacional de resíduos sólidos, que ainda não conseguiu se efetivar aqui na capital?

ÍTALO – É muito mais do que a legislação de manutenção dos resíduos sólidos, a gente fala do marco legal do saneamento básico de 2019, onde na verdade nós temos uma harmonia de vários elementos que acabam quando acumulados gerando esse caos social.

A gente fala de manutenção nos resíduos sólidos, a gente fala de manejo do índice pluviométrico, que são chuvas, fora o esgotamento sanitário que é o que a gente tem pouquíssimo acesso aqui na nossa sociedade, onde 71,4% não tem acesso e 14,76% acaba padronizando acesso ao esgoto, o que a gente vê que é uma esfera de indignidade muito grande. Isso nem estou falando da nossas regiões das ilhas.

Em relação à manutenção dos resíduos sólidos, eu costumo dizer que a nossa comunidade, a nossa sociedade de forma geral, não falo só do Pará em Belém, mas o Brasil nós estabelecemos um fetiche com coleta seletiva, por exemplo, é interessante. A gente fala de um processo finalístico sem entender o processo Inicial.

Antes de a gente discutir coleta seletiva, a gente tem que falar de destinação deste resíduos e antes de falar de destinação dos resíduos a gente tem que entender como é que funciona o tratamento desses resíduos sólidos, que não se discute.

Então nós temos vários processos de adensamento, de plantação que é quando a gente inclusive no nosso próprio projeto capital, a gente fala de cidade esponja, a gente já tem projetos validados em relação a adensamento dos nossos asfaltos, das nossas calçadas, fora o desenvolvimento dos jardins de chuva e os parques lineares para que a gente consiga por exemplo reter água da chuva, evitar alagamentos e reutilizar essa água, inclusive, totalmente exequível, padronizado possível, e tudo isso começa com a abertura de mercado.

Tudo isso começa com a ampliação da concorrência. Você mencionou que é como se a parceria público-privada, as PPPs, elas fossem anacrônicas, eu concordo, porque as PPPs elas são anacrônicas, elas são antiquadas devido à formatação que é usada aqui em Belém que é basicamente uma abertura para poucas pessoas, é uma abertura licitatória para determinadas empresas, quando não fazem a contratação direta, então o fato de a gente acabar limitando as nossas opções faz com que obviamente a gente não tenha como orçar preço.

Quando a gente amplia isso, independentemente de ter matriz ou não da empresa bem aqui em Belém, a gente consegue ter acesso a melhores oportunidades. Tudo isso começa com documento chamado termo de referência, inclusive eu sempre tomo a liberdade de manifestar isso até para conhecimento da população.

Tudo que a gente quer como governança nós podemos ter acesso basta a gente colocar em um documento chamado termo de referência que é o documento inaugural de qualquer certame licitatório. Se hoje nós não temos um bom sistema de manutenção nos resíduos sólidos, é porque não souberam escrever nesse documento.

Se hoje nós temos ônibus que não tem ar condicionado é porque não descreveram no documento. Você não tem que basicamente colocar bem ali a licitação de forma subalterna ou subjugada às empresas que você quer, muito pelo contrário, as empresas que têm que atender as necessidades que nós estamos manifestando como aparato de governança, que só tem o único e exclusivo objetivo de sanar os direitos coletivos e difusos.

PRISCILLA – E sobre aterro sanitário que essa destinação final qual seria a sua solução se for eleito prefeito?

ÍTALO – Para formatação, primeiro que o aterro ele é uma saída, mas até com um ambientalista, eu digo eu tenho uma diferença entre juízo de valor e juízo de fato, né? Juízo de fato, uma circunstância, o aterro é possível legalmente já para que todo mundo entenda. Juízo de valor técnico, eu não acredito que seja a melhor opção tanto é que nós não vinculamos ele no projeto capital. O aterro sanitário que nós temos acesso hoje seria o de Marituba e só um adendo o próprio aterro de Marituba ele sempre recebeu essa titularidade, mas ele nunca preencheu os requisitos como o aterro sanitário, que são os processos de insalubridade socioambiental.

Em vez de nós promovermos um aterro, a gente vai utilizar justamente o sistema de adensamento e afastamento desses resíduos, já durante o próprio processo para serem reutilizados, por isso a gente fala que a forma de captação dos resíduos sólidos, além da coleta seletiva, a destinação deles, na verdade, acaba sendo a própria produção via parceria público-privada, não só com cooperativas, eu não estou falando de sistema de cooperativa, só para as pessoas não confundem, para que nós tenhamos empresas que já venham por exemplo produzir incineração e assim a gente tem o processo de gaseificação gerando energia.

Nós temos os resíduos que fazendo a extração do cobre, inclusive até antes de começar aqui a entrevista a gente estava vendo justamente um absurdo social, que acontece quando tentam roubar os cabos para retirar o cobre, produzir a queima da borracha que gera um transtorno socioambiental muito grande.

É a própria transfiguração do cobre pode ser o reutilizada pra várias startups que inclusive nós já temos posicionadas na nossa cidade, na nossa região, para conseguir promover a economia circular.

Administração

PRISCILLA – Candidato no seu plano de governo, o senhor também usa um outro ponto que é “ceder imóveis de interesse para a gestão privada”, o senhor o Mercado de São Brás, que passa por uma reforma, inclusive, como isso funcionaria na prática seria perder dinheiro público do que foi usado?

ÍTALO – Muito pelo contrário, quando a gente fala de cessão, a parceria público-privada, apesar de sempre ser meio que utilizada de forma genérica como PPP, nós temos várias formatações, nós temos autorização, nós temos permissão e nós temos concessão. São modalidades distintas, né? A autorização é quando o Estado é chamado pelo particular a partir de um projeto. A permissão é quando o Estado procura um particular a partir de um projeto. E a concessão é quando nós fazemos uma abertura ou seja uma concorrência para que quem tem as melhores propostas ou como a gente manifesta a proposta mais vantajosa para governança, vença em nível de benefício social.

Então a gente não está falando do espaço público de São Brás, mas sim as cadeiras, os centros e os espaços de Belém que possam ser comercializados, como por exemplo colocando um café, colocando uma loja, uma rede de loja, e principalmente promovendo bem ali o rodízio dessas iniciativas a partir dessas cessões.

A gente está falando de um tempo, um grau temporal marcado bem ali na agenda, para que ele além de a gente consiga inclusive ter acesso aos melhores serviços possíveis, para que a gente consiga promover turismo, captação de recursos no próprio Mercado de São Brás, que inclusive na gestão atual agora está entregando no final do seu mandato.

PRISCILLA – Candidato para tudo isso que o senhor falou, o senhor precisaria de apoio da Câmara de Vereadores, como que o senhor pretende conseguir esse apoio se for eleito prefeito de Belém?

ÍTALO – Primeiro que quando a gente manifesta apoio popular e essa é a principal prerrogativa da Câmara, é representativo, então bem ali tem pessoas que são votadas pela população, pela sociedade, a partir de um aspecto subjetivo, nós não fazemos pacto, nós não fazemos rachadinha, nós não fazemos troca, nós não fazemos permuta.

A ideia é que nós tenhamos um projeto e a nossa ideia do projeto inclusive capital é agir com total transparência, chegando a ser algo nítido, explícito, usando as redes sociais, promovendo o próprio aplicativo, a gente vai desenvolver uma Gêmea de Belém, uma Gêmea digital, então inclusive já tem um projeto de conexão no projeto capital.

Esse programa é criar um aplicativo onde você vai ter acesso a todos os elementos públicos, todos os serviços de disponibilidade, inclusive o próprio o próprio acompanhamento dos projetos que são promovidos pela prefeitura e seriam votados na Câmara.

A gente está falando de colocar literalmente um celular e uma live na cara de todos os vereadores que vão estar voltando os nosso projeto, que as pessoas vão ter percepção da ementa, da ideia e da sinopse e entender se aquilo é possível ou não, e assim conseguir compreender depois porque alguém votou sim, porque alguém votou não, porque você sempre vai entender natureza do projeto, mas não necessariamente porque alguém votou negativo ou positivo.

PRISCILLA – Mas você acha que os vereadores vão aceitar?

ÍTALO – A questão não eles aceitarem ou não. A questão é saber o que é bom pra sociedade, né? Você como um líder político jamais pode promover os teus interesses particulares em detrimento do interesse coletivo.

Considerações finais

Ítalo – Eu agradeço à TV Liberal pelo espaço, agradeço Priscila pelo zelo, pelo cortejo na entrevista, vocês são protagonistas na verdade da nossa existência.

A mídia é muito importante principalmente para frentes como a minha que não tem tempo de TV, não tem tempo de rádio. Nós estamos montando uma campanha com base única, exclusivamente no nosso projeto, que é o Projeto Capital, eu não sou político-profissional.

Eu não tenho experiência política e se eu tivesse que me manter pela experiência política que até agora tem sido apresentada, eu ficaria muito feliz em dizer que eu não vou buscar essa experiência muito pelo contrário.

Nós lutamos aqui por uma nova mentalidade, vai muito além de uma campanha, vai muito além de vencer as eleições, uma nova política precisa de uma nova mentalidade para ser instituída, e isso começa quando a gente repensa a governança, quando a gente entende que uma campanha é feita com propostas, com ideias, a gente só existe porque vocês não espaço pra fala, inclusive agradeço desde já a participação dos próprios debates e, até lá, muito obrigado.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/18:45:10

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PF investiga fraudes em salário-maternidade de quase R$ 1 milhão, no PA

Fachada de agência do INSS, responsável pelo salário-maternidade. — Foto: Reprodução

Polícia identificou cerca de 170 benefícios irregulares e cumpriu mandados de busca e apreensão no Pará e no Tocantins contra a organização do esquema criminoso.

A Polícia Federal (PF) investiga uma organização criminosa por fraudes no benefício de salário-maternidade que ultrapassam R$ 800 mil.

Nesta quarta-feira (18), dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Redenção, no sul do Pará, e um em Araguaína, no Tocantins. Segundo os agentes federais, foram apreendidos aparelhos celulares e mídias digitais, que devem possibilitar a PF a identificar todos os envolvidos no crime.

Como o esquema funcionava

Entre 2021 e 2023, cerca de 170 pessoas que não se enquadravam nos critérios para serem beneficiários do salário-maternidade receberam o benefício em Redenção, como apontaram as investigações.

“A organização criminosa aliciava mulheres que haviam acabado de dar à luz, ainda no hospital infantil”, afirmou a PF.

➡️ O salário-maternidade é um benefício, proporcional ao salário, para quem teve filho nos últimos cinco anos e tem vínculo empregatício.

Na fraude, de acordo com a polícia, os criminosos pegavam dados dessas mulheres aliciadas e que estavam desempregadas, se aproveitando que elas eram, muitas vezes, de baixa renda e com pouco acesso à informação.

Com estas informações, segundo a PF, os investigados criavam um vínculo falso de emprego para que as vítimas recebessem o dinheiro.

A polícia detalhou que as mães recebiam, em média, R$ 1,1 mil por quatro meses. Quando este valor era liberado, as mulheres eram obrigadas a repassar metade aos responsáveis pelo esquema criminoso.

Com as investigações acerca das fraudes, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), responsável pelo benefício, assim como o processo criminal, buscam reaver o valor fraudado.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/18:34:22

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Força Nacional é autorizada para atuar no combate e nas investigações de incêndios florestais em seis estados da Amazônia Legal

Força nacional vai ajudar nas investigações sobre ocorrências em que incêndios foram provocados pelo homem. — Foto: Christian Braga/Greenpeace (arquivo)

Portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública autoriza o uso da Força Nacional em seis estados da Amazônia Legal. Equipes também vão atuar nas investigações sobre incêndios provocados por ação humana.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou o uso da Força Nacional nas ações de combate aos incêndios florestais em municípios de seis estados que fazem parte da Amazônia Legal: Pará, Acre, Amazonas, Mato Grosso Rondônia e Roraima – (confira abaixo a lista de cidades)

A autorização foi dada por meio de portaria publicada nesta quarta-feira (18), no Diário Oficial da União (DOU), e atende a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

As equipes da Força Nacional ficarão nas localidades por 90 dias e irão atuar em conjunto com as polícias Civil e Federal na investigação e combate das causas de surgimento de incêndios por ação humana.

Segundo a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, quase 60% do país corre risco direto de pegar fogo com ‘terrorismo climático’ – veja também no vídeo abaixo:

Ainda não há foi definido quantos agentes serão deslocados para cada município. O contingente deverá obedecer ao planejamento da Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e ainda entidades ligadas ao Meio Ambiente.

Pará

No Pará, onde o governo do estado decretou situação de emergência ambiental, as equipes irão atuar em seis municípios com número de focos.

fogo2

Confira os municípios paraenses irão receber reforço da Força Nacional para o combate a incêndios florestais:

Altamira
  Itaituba
    Jacareacanga
    Novo Progresso
    Ourilândia do Norte
São Félix do Xingu

Saiba quais são as cidades e estados da Amazônia Legal que terão reforços da Força Nacional de Segurança Pública no combate aos incêndios florestais:

fogo3

Amazonas:

Apuí
   Boca do Acre
    Humaitá
Lábrea
  Manicoré
  Novo Aripuanã

Rondônia:

Candeias do Jamari
Nova Mamoré
    Porto Velho

Mato Grosso:
 Aripuanã
Colniza
  
    Nova Maringá

Acre:

Feijó

Roraima:

Caracaraí

A portaria estabelece que a Força Nacional atue em ações de combate a incêndios florestais, de polícia judiciária e de perícia forense, nas atividades e nos serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, em caráter episódico e planejado.

Em Bom Jesus do Tocantins, no sudeste do Pará, o incêndio que já destruiu mais de 10% da floresta na Terra Indígena Mãe Maria ainda não foi controlado. Assista:

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/18:01:56

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Brasil goleia a Croácia e garante classificação na Copa do Mundo de Futsal

Pito, da seleção brasileira, comemora gol contra Croácia na Copa do Mundo de Futsal — Foto: Getty Images

Seleção brasileira venceu por 8 a 1 e assumiu a liderança do Grupo B; decisão do 1º lugar será na sexta-feira contra a Tailândia

Mais um jogo, mais uma goleada! Nesta terça-feira, o Brasil venceu a Croácia por 8 a 1 pela segunda rodada da Copa do Mundo de Futsal, no Uzbequistão. Com gols de Pito, Dyego, Neguinho, Marlon, Marcel, Arthur e Rafa, a seleção brasileira garantiu a vaga no mata-mata da competição; os croatas marcaram com Marinovic. Às 9h30 de sexta-feira, o Brasil decide a liderança do grupo com a Tailândia.

A partida começou com uma boa defesa da Croácia, que não permitiu a criação de chances perigosas pelo Brasil. Primic, goleiro da seleção europeia, não teve muito trabalho com as finalizações brasileiras, a maioria delas para fora.

Com 13 minutos de partida, Pito bateu de perna direita para o fundo do gol e abriu o placar para o Brasil, mas o empate não demorou muito para retornar ao placar. Marinovic recebeu lançamento de Kustura e chutou de cavadinha no canto direito do goleiro Willian para deixar tudo igual.

Ainda no primeiro tempo, Kuraja foi expulso por cotovelada em Dyego. Na cobrança do tiro livre direto, o capitão do Brasil não deu chances para o goleiro e colocou a seleção na frente do placar mais uma vez. Pouco depois, Marcel roubou a bola de Jurlina e finalizou de chapa no canto esquerdo para fazer o terceiro. Ainda antes do fim, Neguinho ampliou quase sem ângulo para o 4 a 1.

Na chegada do segundo tempo, o Brasil seguiu na pressão contra os croatas. Aos três minutos da etapa final, Marlon recebeu sozinho e teve espaço e tranquilidade para encontrar Marcel, que finalizou no gol de Baskovic. Logo depois, Pito fez mais um para a sua conta. Em belo drible, o 10 superou a marcação adversária para fazer o sexto.

Marcel comemora gol do Brasil na Copa do Mundo de Futsal — Foto: Getty Images
Marcel comemora gol do Brasil na Copa do Mundo de Futsal — Foto: Getty Images

O sétimo chegou em grande estilo. Arthur limpou a defesa da Croácia com uma sequência fenomenal de dribles. Até o goleirão croata ficou no chão para o camisa 12 brasileiro, que brilhou na jogada. Na reta final, Pito encontrou bom passe para Rafa, que marcou o 8 a 1 para fechar a conta.

A Tailândia venceu Cuba por 10 a 5 na outra partida do grupo nesta terça-feira. Com o resultado, tailandeses e brasileiros garantiram a vaga no mata-mata da Copa do Mundo de Futsal. Na sexta-feira, as duas seleções disputam a liderança às 9h30.

 

Fonte: Redação do ge — Rio de Janeiro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/16:50:28

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Concurso Seduc PA: edital para efetivos é determinado pelo TCE

(Foto: Agência Pará) – Tribunal de Contas determina, mais uma vez, a realização de um novo concurso Seduc PA para ingresso de efetivos.

A realização de um novo concurso Seduc PA, para ingresso de servidores efetivos, foi novamente determinada pelo Tribunal de Contas do Estado do Pará. A decisão foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira, 18.

Por unanimidade, os conselheiros do TCE PA determinam que a Secretaria de Educação do Estado do Pará faça concurso para preencher os cargos vagos do Magistério e demais áreas carentes de pessoal.

Além disso, orientam que a Seduc PA realize o controle do número de contratações temporárias nas contas anuais, considerando o cumprimento das formalidades e dos prazos estabelecidos nas leis paraenses.

Os preparativos para um novo concurso Seduc PA já foram anunciados pelo Governo do Pará. A estimativa é que sejam abertas 3 mil vagas efetivas.

O secretário de Educação do Pará, Rossieli Soares, chegou a informar que o edital poderia ser publicado em setembro do ano passado.

A vice-governadora, Hana Ghassan, também afirmou que o concurso seria aberto no segundo semestre de 2023. Porém as previsões não foram concretizadas.

Seduc PA tem determinação para realizar novo concurso

Enquanto isso, o Tribunal de Contas do Estado tem feito cobranças para a realização do concurso. Segundo o órgão, as necessidades da Seduc PA são permanentes e devem ser supridas por servidores concursados.

A reportagem do Qconcursos Folha Dirigida entrou em contato com a Secretaria de Educação do Pará para verificar como estão os trâmites para o edital. A pasta ainda não enviou seu posicionamento.

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Concurso Seduc PA terá vagas professor efetivo

O secretário de Educação do Pará já informou que a oferta do novo concurso incluirá o cargo de professor em caráter efetivo.

Rossieli Soares disse ainda que as 3 mil vagas serão para funções de todos os níveis de escolaridade.

Por isso, outras carreiras Administrativas também poderão ser contempladas no edital.

O Estado do Pará tem diversos cargos vagos para professor classe I (inicial). Sem concursos, o déficit é preenchido por meio de processos seletivos para temporários.

Resumo concurso Seduc PA

Instituto: Secretaria de Estado de Educação do Pará
Situação atual: edital anunciado
Banca: a definir
Cargos: professor e outros
Escolaridade: a definir
Vagas: 3 mil
Remuneração: a definir
Inscrições: a definir
Data da prova objetiva: a definir

Em abril deste ano, o governador do Pará, Helder Barbalho, sancionou a lei que garante o reajuste salarial aos professores da rede estadual de ensino.

Com o reajuste, o salário inicial do professor será de R$8.289,87. Além disso, todos os servidores terão aumento no vale-alimentação, passando de R$1 mil para R$1.500.

“Com mais este aumento, o Pará se consolida com o melhor salário médio do magistério em todo o Brasil entre as 27 unidades federativas. Diante disso, firmamos a certeza de que esta política de valorização é o pilar central para a transformação da Educação”, afirmou Barbalho.

Os aprovados no próximo concurso Seduc PA já terão direito ao novo valor.

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Último concurso Seduc PA ocorreu em 2018

O último concurso para a Seduc PA teve edital publicado em março de 2018. A oferta total foi de 2.112 vagas imediatas para o cargo de professor.

As oportunidades foram para as seguintes áreas:

Artes;
Biologia;
Educação Física;
Filosofia;
Física;
Geografia;
História;
Inglês;
Língua Portuguesa;
Matemática;
Química; e
Sociologia.

As chances foram divididas por diversas unidades regionais de Educação. Na época, o salário para jornada de 20 horas era de R$963,81; para 30 horas, de R$1.445,89; e para 40 horas, de R$1.927,37.

Todos os aprovados também receberam mais 80% de gratificação de escolaridade e 10% de gratificação de magistério, além de auxílio-alimentação no valor de R$525,50.

O regime de contratação do concurso da Secretaria de Educação do Pará foi o estatutário, que garante a estabilidade. Os candidatos foram avaliados por prova objetiva, redação e uma avaliação de títulos.

 

Fonte: Bruna Somma e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/16:38:05

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