Vice-governadora Hana assume o governo do Pará temporariamente

Hana assume temporariamente o Governo do Estado. (Foto: Agência Pará)

O governador do Pará, Helder Barbalho, repassou a chefia do Poder Executivo Estadual para a vice, Hana Ghassam Tuma.

O governador do Pará, Helder Barbalho, repassou a chefia do Poder Executivo Estadual para a vice, Hana Ghassam Tuma.

A medida foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira, 23. Helder está em agenda oficial nos Estados Unidos. Hana ficará como governadora em exercício entre 23 a 27 de setembro.

 

Fonte: Jornal Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/17:39:17

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Saiba como o cantor Gusttavo Lima entrou na mira da polícia

(Foto:Reprodução) – Uma empresa do empresário paraibano José André da Rocha Neto, dono da VaideBet, comprou um avião pertencente a Gusttavo Lima, segundo a investigação.

A Justiça de Pernambuco determinou a prisão do cantor sertanejo Gusttavo Lima. Antes disso, havia bloqueado R$ 20 milhões em bens da empresa Balada Eventos, que tem o cantor como um dos seus sócios.

A determinação aconteceu no âmbito da operação que investiga suposta organização criminosa que atua em jogos ilegais e lavagem de dinheiro que levou para a prisão a influenciadora Deolane Bezerra e outros envolvidos.

Como funcionava o esquema
Uma empresa do empresário paraibano José André da Rocha Neto, dono da VaideBet, comprou um avião pertencente a Gusttavo Lima, segundo a investigação. O empresário paraibano teve R$ 35 milhões em bens pessoais bloqueados, além de bloqueios em empresas em seu nome. Rocha Neto estava em viagem à Grécia no dia em que foi deflagrada a operação e não se entregou à polícia.

“Demonstra-se aqui mais um ato de ocultação dos valores obtidos pela empresa dos jogos ilegais na lavagem de capitais, a adquirente paga milhões de reais pela aeronave, prova é que o casal [José André e sua esposa Aislla Rocha] viajou para os EUA nela, após sua aquisição, mas não a transferiu para seus nomes ou de empresas de sua propriedade”, acrescenta o relatório assinado pelo delegado Paulo Gondim, da Polícia Civil de Pernambuco.

Em outro trecho do relatório, os investigadores da Polícia Civil afirmam também que, por meio da Esportes da Sorte, o esquema teria usado a Balada Eventos e outras duas empresas para lavagem de dinheiro.

Em publicação nas redes sociais na segunda-feira, o cantor Gusttavo Lima disse que “a Balada Eventos foi inserida no âmbito da operação simplesmente por ter transacionado comercialmente com essas empresas investigadas”.

“Houve excesso, sim, por parte da autoridade. Poderia ter sido emitida uma intimação para que a Balada Eventos prestasse conta dos valores recebidos dessas empresas”, escreveu.
O advogado Cláudio Bessas, que defende a Balada Eventos, disse, em nota, no domingo (8), que a compra e venda do avião “seguiu todas as normas legais” e que “isso está sendo devidamente provado para a autoridade policial e o Poder Judiciário”.

“Gusttavo Lima apenas mantém contrato de uso de imagem em prol da marca VaideBet”, diz trecho da nota.

“A Balada Eventos e Gusttavo Lima não fazem parte de nenhum esquema de organização criminosa de jogos ilegais e lavagem de dinheiro”, completa a manifestação da defesa.
Em nota, a defesa de José André da Rocha Neto e de Aislla Sabrina Rocha disse que os dois “não praticaram qualquer ilegalidade e isso será demonstrado com fatos e documentos na investigação” e que “a medida de prisão não se justifica”.

“Os empresários são primários, tem bons antecedentes e não existe qualquer indício de sua participação em atos ilícitos. Sempre estiveram à disposição da justiça para prestar qualquer esclarecimento e todo seu patrimônio é declarado e regular”, dizem os advogados.

 

Fonte: Jornal Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/17:39:17

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PF investiga suspeitos de tentar impedir retirada de rebanho criado ilegalmente na TI mais desmatada do Brasil

Servidores federais consertam ponte para retirar animais criados ilegalmente na TI Apyterewa — Foto: Divulgação

Pessoas não indígenas danificaram estrutura de ponte que dava acesso a área onde o gado estava. Foi a terceira operação de retirada de animais na TI Apyterewa, sendo a segunda em menos de uma semana.

Pessoas não indígenas tentaram impedir, mais uma vez, a retirada de animais criados ilegalmente na Terra Indígena Apyterewa, na região sudoeste do Pará. Os suspeitos tentaram destruir uma ponte de acesso à área onde o gado estava. A TI Apyterewa é a mais desmatada do Brasil.

Nesta segunda-feira (23), a Polícia Federal divulgou imagens dos danos provocados na estrutura de madeira, que atrasou, mas não evitou a transferência de 27 bois, 40 vacas, 26 bezerros e 42 equídeos do território indígena.

A operação de retirada de animais foi realizada no último domingo (22). Foi a segunda ação do tipo em menos de uma semana.

Na última quinta-feira (19), 158 bois criados ilegalmente na TI Apyterewa foram transferidos para uma fazenda, onde passarão por uma avaliação pela Adepará.

O trabalho atende a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e faz parte da desintrusão da TI Apyterewa, iniciada no ano passado.

Segundo a PF, os suspeitos de tentar impedir a ação serraram parte da madeira da ponte no intuito de que, com o peso dos veículos usados pelos órgãos de segurança e do Meio Ambiente, a estrutura quebrasse definitivamente. Reparos foram feitos e os caminhões conseguiram passar.

Investigações para identificar os responsáveis por essas ações já estão sendo realizadas pela Polícia Federal.

Além de policiais federais, também participaram da ação agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Força Nacional, Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adepará).

Na primeira ação de retirado do gado, em julho deste ano, duas pontes de madeira também haviam sido danificadas.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/14:59:47

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Mulheres vencem derrubada dos mastros que encerra Festa do Sairé 2024 em Alter do Chão

Derrubada do mastros é realizada para encerrar a Festa do Sairé 2024 — Foto: Sandro Vaughan/TV Tapajós

A prática é tradição no evento, assim como o levantamento que acontece no ritual de abertura.

A derrubada dos mastros na vila de Alter do Chão, distante cerca de 37 quilômetros de Santarém, oeste do Pará, encerra a Festa do Sairé 2024. Este ano, quem derrubou primeiro foram as mulheres. A prática é tradição no evento, assim como o levantamento que acontece no ritual de abertura.

Após a derrubada dos mastros, é realizado o ritual do “quebra macaxeira”, onde o tarubá — uma bebida derivada da mandioca — é distribuído aos visitantes. Os personagens do Sairé, liderados pelo mordomo e a mordoma, circulam entre as barracas em busca de doações de bebidas alcoólicas, que são misturadas ao tarubá para ficar mais forte. Em filas organizadas, homens e mulheres recebem as porções da bebida.

Ritual religioso no Sairé — Foto: Sandro Vaughan/TV Tapajós
Ritual religioso no Sairé — Foto: Sandro Vaughan/TV Tapajós

O Sairé é conhecido por reunir o sagrado e o profano, atraindo a atenção de turistas de várias regiões do país e de outras partes do mundo. A festa é considerada uma das maiores e mais antigas manifestações culturais da Amazônia, celebrada em um cenário paradisíaco.

O Festival do Sairé congrega rituais religiosos, danças, músicas, culinária e encenação da lenda do boto, em uma programação que tem a duração de cinco dias.

Fonte: g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/14:59:47

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Polícia Civil faz levantamento para elucidação de autoria em crimes contra pessoa e patrimônio no município de Rurópolis – PA

Polícia Civil faz levantamento de informações em locais de crimes no município de Rurópolis, no Pará — (Foto: Polícia Civil / Divulgação).

O objetivo é reconhecer e coletar todas as evidências materiais que possam ser relevantes para a resolução dos casos.

A Polícia Civil de Rurópolis, no sudoeste do Pará, realizou no fim da semana passada, levantamentos de locais de crime com intuito de dar andamento a investigações para conclusão de inquéritos policiais instaurados na delegacia, para que sejam remetidos à Justiça.

Segundo o delegado Ariosnaldo da Silva Vital Filho, titular da delegacia de Rurópolis, o levantamento de local de crime é um processo que visa registrar a cena do crime como encontrada pela primeira vez. O objetivo é reconhecer e coletar todas as evidências materiais que possam ser relevantes para a resolução do caso.

Ainda segundo o delegado, a Polícia Militar tem papel fundamental na preservação e isolamento do local do crime, impedindo que as evidências sejam contaminadas ou introduzias no local garantindo a eficácia pericial e o levantamento de local, coleta de provas e vestígios e as primeiras impressões obtidas pelos policiais civis e científica.

 

Fonte: g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/14:59:47

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Corpo de professor é encontrado em kitnet no nordeste do Pará; PC suspeita de homicídio

(Foto:Reprodução) – Policiais civis levantam informações sobre a morte do professor Reginaldo Machado de Lima, 48 anos de idade, cujo corpo foi encontrado, na noite de sábado (21), no interior do kitnet onde ele morava, no Conjunto Cidade Nova 2, WE 12, no município de Ananindeua, na Grande Belém.

Para a Polícia Civil, trata-se de um caso de homicídio doloso, ou seja, em que o autor ou autores tiveram a intenção de concretizar essa ação. Em nota na manhã do domingo (22), a Polícia Civil informa: “O caso foi registrado como homicídio doloso. A vítima foi identificada como Reginaldo Machado de Lima. Perícias foram solicitadas e testemunhas são ouvidas para auxiliar nas investigações, conduzidas pela Seccional da Cidade Nova”.

A PC não forneceu mais informações sobre o caso. No entanto, a ocorrência é investigada pela Polícia a fim de se saber a causa da morte do educador, quem teria praticado o crime, como se deu o homicídio e ainda outros aspectos fundamentais dessa ocorrência que chocou moradores de Ananindeua.

Crime

Era por volta das 21 horas, quando o corpo do professor Reginaldo Lima foi encontrado no kitnet onde ele morava. Policiais militares do 6º Batalhão de Polícia Militar (6º BPM), policiais civis e peritos da Polícia Científica constataram que os pés e as mãos da vítima estavam amarrados.

Como repassou a Polícia, na noite do crime, o professor Reginaldo Lima estava desaparecido desde a última sexta-feira (20). A partir desse fato, familiares dele decidiram arrombar a casa onde Reginaldo residia. Assim que o fizeram, encontraram o docente no local e com sinais de tortura.

O professor Reginaldo morava em Ananindeua, mas lecionava no município de Acará, no nordeste do Pará. Não foi informada a disciplina que o professor ministrava. Logo após o corpo do educador ter sido descoberto, policiais da Divisão de Homicídios e técnicos da Polícia Científica compareceram ao local para o começo das investigações no caso e os procedimentos relacionados à ocorrência policial. Informações sobre o caso podem ser repassadas ao Disque-Denúncia (181), com a identidade do informante sendo preservada.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/14:59:47

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Caminhão dos Correios é apreendido com quase duas toneladas de maconha

(Foto: Divulgação/PRF) – Mais de 1,9 mil quilos de maconha foram apreendidos

Motorista do veículo fugiu

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu neste sábado, 21, um caminhão dos Correios com quase duas toneladas de maconha em Cascavel, no oeste do Paraná.

De acordo com a PRF, durante uma fiscalização, o motorista do veículo recebeu ordem de parada, mas ignorou e fugiu pela BR-277. Próximo a uma praça de pedágio desativada, ele entrou em uma estrada rural, onde abandonou o caminhão e fugiu a pé.

Em nota, os Correios afirmam que o veículo pertence à frota terceirizada e que acionaram a empresa para adoção das medidas cabíveis.

“Não havia carga postal sendo transportada no momento da apreensão. A empresa segue acompanhando o caso e colaborando com as autoridades competentes. A estatal reitera que mantém estreita parceria com órgãos de segurança pública para prevenir crimes e ocorrências contra os serviços postais”, disse.

A PRF informou que para retirar o caminhão do local foi necessário o uso de um trator. Tanto a droga, quanto o veículo apreendido foram encaminhados à Polícia Federal.

 

Fonte: O Dia e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/14:59:47

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Garimpeiros vendem pacote de calabresa por mais de mil reais e dois frangos custam R$ 700 na Terra Indígena Yanomami

Contabilidade produtos vendidos em garimpo na Terra Indígena Yanomami. — Foto: Bruno Mancinelle/Casa de Governo

Valores de produtos estavam anotados em alguns cadernos, encontrados em um garimpo localizado na região de Surucucu. Forças de Segurança também localizaram e destruíram motores, geradores, antenas e utensílios de cozinha em um acampamento.

Um pacote de calabresa por mais de mil reais, dois frangos por R$ 700 e um botijão de gás de cozinha por R$ 665. Estes são os valores de alguns produtos vendidos por garimpeiros ilegais dentro da Terra Indígena Yanomami. Eles foram encontrados durante uma operação para destruir acampamentos clandestinos.

Os valores estavam anotados em alguns cadernos, encontrados em um garimpo localizado na região de Surucucu. As informações foram divulgadas na noite dessa sexta-feira (20) pelo governo federal.

Produtos vendidos em garimpo ilegal dentro da Terra Yanomami. — Foto: Bruno Mancinelle/Casa de Governo
Produtos vendidos em garimpo ilegal dentro da Terra Yanomami. — Foto: Bruno Mancinelle/Casa de Governo

 

 

 

 

 

 

 

Na lista havia os preços de combustíveis, botas de borracha, caixa de chocolate, cigarros e produtos de primeira necessidade, como arroz, feijão, leite e açúcar. O ouro extraído do garimpo ilegal era usado como moeda de troca. Atualmente, a grama do minério está cotada em R$ 350.

No local, um pacote de calabresa era vendido por 3 gramas de ouro, equivalente a R$ 1.050. Um galão de 50 litros de combustível chegava a R$ 2,8 mil e alimentos mais básicos, como 3 kg de farinha, custavam R$ 1.260.

Um par de botas de borracha era vendido a 1,5 gramas de ouro, mais de R$ 500. O acesso à internet, por aparelhos via satélite, também era vendido. Um dia de acesso custava 0,5 gramas de ouro, correspondente a R$ 175.

“Esses valores revelam o custo humano e econômico da exploração em áreas remotas. O trabalhador do garimpo não só se submete a condições perigosas e ilegais, mas também enfrenta uma economia inflacionada devido à dificuldade de acesso a bens essenciais”, afirmou Nilton Tubino, diretor da Casa de Governo, que tem o objetivo de monitorar e enfrentar a crise na terra indígena.

Lista encontrada por Forças de Segurança do governo federal têm valores de combustíveis, utensílios para trabalho no garimpo e até farinha. — Foto: Bruno Mancinelle/Casa de Governo
Lista encontrada por Forças de Segurança do governo federal têm valores de combustíveis, utensílios para trabalho no garimpo e até farinha. — Foto: Bruno Mancinelle/Casa de Governo

 

A estrutura dos garimpos ilegais dentro da floresta pode ser, muitas vezes, comparada a uma minicidade na floresta. Operações da Polícia Federal já encontraram prostíbulos, boates, festa de carnaval, bingos, serviço de Wi-fi, restaurantes e até um consultório odontológico em plena floresta.

Cercado pela densa floresta amazônica, o território Yanomami é de difícil acesso. As mercadorias dos garimpeiros são transportadas por aviões e helicóptero, que aterrissam em pistas improvisadas para aeronaves de pequeno porte, ou por embarcações até o interior da terra indígena.

O acesso a muitos garimpos é feito principalmente por meio aéreo, em voos clandestinos. Um voo partindo de Boa Vista, capital de Roraima, até um desses garimpos pode custar até R$ 20 mil.

A geografia isolada faz com que cada item tenha um preço inflacionado, forçando os garimpeiros a usarem grande parte do ouro extraído para adquirir produtos de primeira necessidade, segundo o governo.

Para o governo federal, os presos “evidenciam o peso financeiro que recai sobre os trabalhadores ilegais da mineração”, que entram no território com a esperança de ficar rico com o ouro do garimpo ilegal.

“Muitos entram nesse ambiente com a esperança de ganhos céleres, mas rapidamente se veem presos em um ciclo de dívidas e despesas altíssimas. Enquanto os garimpeiros gastam grande parte de seus lucros em logística e materiais essenciais, como comida e combustível, o maior lucro do garimpo acaba nas mãos do dono ou financiador, que muitas vezes nunca pisou no local. Esses financiadores controlam a operação a distância, acumulando a maior parte dos ganhos”, disse o governo

No início deste mês de setembro, a Polícia Federal cumpriu, em Roraima e Rondônia, cinco mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão em uma operação para combater a logística e o financiamento das organizações que favorecem o garimpo ilegal da Terra Indígena Yanomami. Além disso, foram bloqueados R$ 834 mil em bens.

A operação, batizada de Taurus Aureus, é ligada à Operação Libertação, deflagrada pela PF fevereiro de 2023, com ações permanentes para a expulsão dos garimpeiros invasores no território indígena.

Um dos alvos da nova operação era o responsável por coordenar a logística para o garimpo no território Yanomami. Outro, comprava gado com o dinheiro do garimpo ilegal. As investigações apontam que o grupo criminoso utilizava uma fazenda como base de apoio para o garimpo, enviando suprimentos como combustível para a região do baixo rio Mucajaí, uma das áreas mais afetadas pela mineração ilegal.

Terra Indígena Yanomami

Com 9,6 milhões de hectares, a Terra Yanomami é o maior território indígena do Brasil em extensão territorial e enfrenta uma crise de saúde devido ao avanço do garimpo ilegal, com casos graves de indígenas com malária e desnutrição severa.

A Terra Yanomami está em emergência de saúde desde janeiro de 2023, quando o governo federal começou a criar ações para atender os indígenas, como o envio de profissionais de saúde e cestas básicas. Além de enviar forças de segurança a região para frear a atuação de garimpeiros.

Apesar das atividades de combate ao garimpo na região deflagradas em fevereiro de 2023, os invasores continuam em atividade. O Ministério dos Povos Indígenas estimou em março deste ano que 7 mil garimpeiros permanecem na região.

Fonte: g1 RR — Boa Vista e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/14:48:04

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A aposentadoria compulsória do juiz que mandou prender Jader Barbalho

Jader Barbalho já se envolveu em escândalos de corrupção nos cargos públicos que ocupou — Foto: Reprodução

O MPF está pedindo a aposentadoria compulsória do juiz federal Alderico Rocha Santos. Motivo: investigações dos procuradores revelaram que Rocha Santos comprou duas fazendas em Goiás no valor total de R$ 33,5 milhões sem ter como comprovar patrimônio para tais aquisições.

Em 2002, Rocha Santos decretou a prisão do Jader Barbalho (PMDB-PA), naquele momento um dos políticos mais influentes do país. O (já então) senador era acusado de envolvimento num desvio bilionário de dinheiro da Sudam.

 

Fonte: Lauro Jardim e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/14:41:04

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Governo Federal reconhece situação de emergência em 5 municípios do oeste do Pará devido estiagem

MPF recomenda estudo para avaliar declaração de emergência diante da seca na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns — Foto: Defesa Civil de Santarém/Divulgação

Governo Federal reconhece situação de emergência em 5 municípios do oeste do Pará devido estiagem
Situação foi reconhecida pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional na quinta (19).

Leia também:Força Nacional combaterá incêndios em Novo Progresso, no Pará e mais cinco estados
Cinco municípios do oeste do Pará tiveram situação de emergência reconhecida pelo Governo Federal. A portaria Nº 3.162 foi publicada na quinta pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional.

Estão na lista dos municípios do oeste paraense: Santarém, Juruti, Prainha, Óbidos e Oriximiná. Com a portaria, as prefeituras podem solicitar ao MIDR recursos para ações de Defesa Civil para minimizar os impactos da estiagem nos municípios.

Para solicitar os recursos, os gestores dos municípios devem faz a solicitação por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.

Situação de emergência

Por conta da seca severa, o Governo do Pará já havia decretado situação de emergência ambiental no estado na terça (17). O objetivo é garantir ações de assistência aos moradores atingidos pela seca e também pelas queimadas em todo o estado.

Na região oeste do Pará, a Prefeitura de Oriximiná também já tinha reconhecido situação de emergência no município. E em Santarém, o prefeito Nélio Aguiar também adotou a mesma medida e decretou situação de emergência na segunda (17).

Fonte: G1*com informações do brasil61/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/2024/05:54:13

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